Planejamento e Organização da Produção

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Transcrição:

Planejamento e Organização da Prof. Fernando Deschamps fernando.deschamps@ufpr.br Ementa Sistemas de produção e suas funções gerenciais básicas. Planejamento e controle da produção. Técnicas de programação e controle. Just-incase, MRP I e II, JIT, Kanban. Softwares e PCP. Sequenciamento e emissão de ordens. Gerenciamento das restrições. Sistemas FMS, FMC e OPT. Reengenharia. Tecnologia de grupo. Logística externa. Gestão pela qualidade total.

Programação de aulas Relatórios do Jogo da 75% (entregas por email) Parte 1, 25% Parte 2, 25% Parte 3, 25% Avaliação Atividades em sala de aula 25% (ao longo do módulo)

Bibliografia recomendada TUBINO, D.F. Planejamento e controle da produção: teoria e prática. 2 ed. Atlas, 2009. Bibliografia recomendada GIANESI, I.G.N.; CAON, M.; CORREA, H.L. Planejamento, programação e controle da produção. 5 ed. Atlas, 2007.

Bibliografia recomendada SCHAFRANSKI, L.E.; TUBINO, D.F. Simulação empresarial em gestão da produção. Atlas, 2013. Bibliografia recomendada CORREA, H.L.; CORREA, C.A. Administração de produção e operações manufatura e serviços: uma abordagem estratégica. 3 ed. Atlas, 2012.

Planejamento e Organização da INTRODUÇÃO TUBINO, D.F. Planejamento e controle da produção: teoria e prática. 2 ed. Atlas, 2009. Capítulo 1 Referências

Referências GIANESI, I.G.N.; CAON, M.; CORREA, H.L. Planejamento, programação e controle da produção. 5 ed. Atlas, 2007. Capítulo 1 Pergunta O que significa planejar e organizar a produção?

Para tentar responder Vamos assistir a um vídeo sobre o processo de fabricação de escovas de dentes Procure observar, nesse vídeo: O que se precisa fazer para produzir escovas de dentes (processo)? O que se precisa saber para produzir escovas de dentes (informações de produto/capacidade)? https://www.youtube.com/watch?v=iear Q5RiW2c

Desafio! Imagine que você é o gerente industrial de uma planta de fabricação de escovas de dente Você deve entregar 9.000.000 de escovas ao longo dos próximos6 meses: 40% brancas com empunhadura de cores variadas, sendo que 60% dessas são com bordas lisas e o restante com bordas de frente elevada, todas com acabamento das serdas liso 60% de goma com empunhadura de cores variáveis, sendo que 70% dessas são com bordas lisas e o restante com bordas de frente elevada, todas com acabamento das serdas em zigue-zague Em equipe, elabore um plano de produção em uma folha A4 você tem 20 minutos! Observação: baseie-se no vídeo, mas faça as suposições necessárias quando precisar Sistemas de administração da produção Questões básicas: O que produzir e comprar? Quanto produzir e comprar? Quando produzir e comprar? Com quais recursos produzir?

Exemplode planejamento da produção Estrutura do produto, exemplo #1 Escova de dentes branca com empunhadura vermelha, bordas lisas e serdas lisas (1 unidade) Escova de dentes branca com empunhadura vermelha, bordas lisas e serdas sem acabamento (1 unidade) Escova de dentes branca com empunhadura vermelha, bordas e serdas sem acabamento (1 unidade) Escova de dentes branca com empunhadura vermelha, sem serdas (1 unidade) Serdas brancas (1.288 serdas) Escova de dentes branca sem empunhadura (1 unidade) Bolinhas de plástico vermelho para injenção (5g) Bolinhas de plástico branco para injeção (20g)

Estrutura do produto, exemplo #2 Escova de dentes de goma com empunhadura azul, bordas lisas e serdas em ziguezague(1 unidade) Escova de dentes de goma com empunhadura azul, bordas lisas e serdas sem acabamento (1 unidade) Escova de dentes de goma com empunhadura azul, bordas e serdas sem acabamento (1 unidade) Escova de dentes de goma com empunhadura azul, sem serdas (1 unidade) Serdas brancas (1.288 serdas) Escova de dentes de goma sem empunhadura (1 unidade) Bolinhas de plástico azul para injenção (5g) Bolinhas de plástico transparentepara injeção (20g) Processo de fabricação Injeção do cabo (injetora) Injeção da empunhadura (injetora) Inserção das serdas (insertora) Corte das bordas (cortadora) Acabamento das serdas (lixadora)

Capacidade de produção Injetoras: 10 cabos a cada 35 segundos, 27.000 cabos por 24 horas (para uma operação) Insertoras: 900 buracos porminuto, 16 escovas por minuto, 23.040 escovas por 24 horas. Cortadoras: 4 escovas a cada 20 segundos, 17.280 escovas por 24 horas Lixadoras: 20 escovas a cada 30 segundos, 57.600 escvoas por 24 horas Demanda mensal por família Produto 1 2 3 4 5 6 Total Branca 600.000 600.000 600.000 600.000 600.000 600.000 3.600.000 De goma 900.000 900.000 900.000 900.000 900.000 900.000 5.400.000 Total 1.500.000 1.500.000 1.500.000 1.500.000 1.500.000 1.500.000 1.500.000

Planejamento da capacidade 1.500.000 escovaspor mês, trabalhando 20 dias por mês em dois turnos (16 horas por dia) significa 37.500 escovas por turno Capacidadedas máquinaspor turno: Injetora: 9.000 cabos Insertora: 7.680 escovas Cortadora: 5.760 escovas Lixadora: 19.200 escovas Quantidade de máquinas necessárias: Injetoras: 5 para cabo + 5 para empunhadura 45.000 cabos por turno Insertoras: 5 38.400 escovas por turno Cortadoras: 7 40.320 escovas por turno Lixadoras: 2 38.400 escovasporturno Planejamento semanal família de escovas brancas (por cor e borda) Produto S#1 S#2 S#3 S#4 Total Vermelha, lisa 30.000 30.000 30.000 30.000 120.000 Azul, lisa 30.000 30.000 30.000 30.000 120.000 Verde, lisa 30.000 30.000 30.000 30.000 120.000 Vermelha, elevada Azul, elevada Verde, elevada 20.000 20.000 20.000 20.000 80.000 20.000 20.000 20.000 20.000 80.000 20.000 20.000 20.000 20.000 80.000 Total 150.000 150.000 150.000 150.000 600.000

Planejamento semanal família de escovas de goma (por cor e borda) Produto S#1 S#2 S#3 S#4 Total Vermelha, lisa 52.500 52.500 52.500 52.500 210.000 Azul, lisa 52.500 52.500 52.500 52.500 210.000 Verde, lisa 52.500 52.500 52.500 52.500 210.000 Vermelha, elevada Azul, elevada Verde, elevada 22.500 22.500 22.500 22.500 90.000 22.500 22.500 22.500 22.500 90.000 22.500 22.500 22.500 22.500 90.000 Total 225.000 225.000 225.000 225.000 900.000 Planejamentode materiais Serdas: 375.000 escovas por semana, 1.288 serdas por escova 483.000.000 de serdas por semana são necessárias Se demora 2 semanas para as serdas chegarem, é necessário que elas sejam pedidas com 2 semanas de antecedência Plástico branco: 150.000 escovas por semana, 20g por escova 3 toneladas de plástico branco por semana são necessárias Se demora 1 semana para o plástico chegar, é necessário que ele seja pedidocom 1 semana de antecedência

Planejamentode materiais Plástico transparente: 225.000 escovas por semana, 20g por escova 4,5 toneladas de plástico branco por semana são necessárias Se demora 1 semana para o plástico chegar, é necessário que ele seja pedidocom 1 semana de antecedência Plástico colorido (vermelho, azul ou verde) 125.000 escovas por cor (30k+20+52,5k+22,5k), 5g por escova 625kg de plástico por cor por semana são necessários Se demora 1 semana para o plástico chegar, é necessário que ele seja pedidocom 1 semana de antecedência Programação diária família de escovas brancas (por cor e borda) Produto D#1 D#2 D#3 D#4 D#5 Total Vermelha, lisa - 30.000 - - - 30.000 Azul, lisa - 30.000 - - - 30.000 Verde, lisa 15.000 15.000 - - - 30.000 Vermelha, elevada Azul, elevada Verde, elevada 20.000 - - - - 20.000 20.000 - - - - 20.000 20.000 - - - - 20.000 Total 75.000 75.000 - - - 150.000

Programação diária família de escovas de goma (por cor e borda) Produto D#1 D#2 D#3 D#4 D#5 Total Vermelha, lisa - - 52.500 - - 52.500 Azul, lisa - - - 52.500-52.500 Verde, lisa - - - - 52.500 52.500 Vermelha, elevada Azul, elevada Verde, elevada - - 22.500 - - 22.500 - - - 22.500-22.500 - - - - 22.500 22.500 Total - - 75.000 75.000 75.000 225.000 Dia #1, primeiro turno, programação das injetoras de cabo Injetora Branca, vermelha Branca, azul Branca, verde De goma, vermelha De goma, azul De goma, verde 1 7.500 - - - - - 2 7.500 - - - - - 3 5.000 2.500 - - - - 4-7.500 - - - - 5 - - 7.500 - - - Total 20.000 10.000 7.500 - - -

Dia #1, segundo turno, programação das injetoras de cabo Injetora Branca, vermelha Branca, azul Branca, verde De goma, vermelha De goma, azul De goma, verde 1 - - 7.500 - - - 2 - - 7.500 - - - 3-2.500 5.000 - - - 4-7.500 - - - - 5 - - 7.500 - - - Total - 10.000 27.500 - - - Este plano tem problemas! Quais?

O PCP No sentido de organizar a montagem dos dados e a tomada de decisões com relação a estas atividades escalonadas no tempo, as empresas montam um setor, ou departamento, de apoio à produção, geralmente ligado a Diretoria Industrial, conhecido como PCP (Departamento de Planejamento e Controle da ), ou, em alguns casos, PPCP (Departamento de Planejamento, Programação e Controle da ) Como departamento de apoio, o PCP é responsável pela coordenação e aplicação dos recursos produtivos de forma a atender da melhor maneira possível os planos estabelecidos a níveis estratégico, tático e operacional Prazos, Atividades e Objetivos na Tomada de Decisões

Papéis do PCP Planejar as necessidades futuras de capacidade produtiva Planejar os materiais comprados Planejar os níveis adequados de estoques Programar atividades de produção Ser capaz de saber e de informar a respeito da situação dos recursos e da produção Ser capaz de prometer os menores prazos possíveis aos clientes e cumpri-los Ser capaz de reagir eficazmente PCP e competitividade Aspectos de desempenho mais valorizados pelos clientes: Custo percebido pelo cliente Velocidade de entrega Confiabilidade de entrega Flexibilidade de saídas Qualidade dos produtos Serviços prestados ao cliente

Um modelo para o PCP Marketing Previsão de Vendas Pedidos em Carteira Engenharia Estrutura do Produto Roteiro de Fabricação Compras Ordens de Compras Planejamento Estratégico da Plano de Planejamento-mestre da Programação da Administração dos Estoques Sequenciamento Emissão e Liberação de Ordens Ordens de Fabricação Plano-mestre de Ordens de Montagem Avaliação de Desempenho Acompanhamento e Controle da Pedidos de Compras Fornecedores Estoques Fabricação e Montagem Clientes

Marketing Previsão de Vendas Pedidos em Carteira Engenharia Estrutura do Produto Roteiro de Fabricação Compras Ordens de Compras Planejamento Estratégico da Plano de Planejamento-mestre da Programação da Administração dos Estoques Sequenciamento Emissão e Liberação de Ordens Ordens de Fabricação Plano-mestre de Ordens de Montagem Avaliação de Desempenho Acompanhamento e Controle da Pedidos de Compras Fornecedores Estoques Fabricação e Montagem Clientes Planejamento estratégico da produção Consiste em estabelecer um Plano de para determinado período (longo prazo) segundo as estimativas de vendas de longo prazo e a disponibilidade de recursos financeiros e produtivos A estimativa de vendas de longo prazo serve para prever os tipos e quantidades de produtos que se espera vender no horizonte de planejamento estabelecido A capacidade de produção é o fator físico limitante do processo produtivo, e pode ser incrementada ou reduzida, desde que planejada a tempo, pela adição de recursos financeiros O Plano de gerado é pouco detalhado, normalmente trabalhando com famílias de produtos, tendo como finalidade possibilitar a adequação dos recursos produtivos à demanda esperada dos mesmos, buscando atingir determinados critérios estratégicos de desempenho (custo, qualidade, confiabilidade, pontualidade e flexibilidade)

Marketing Previsão de Vendas Pedidos em Carteira Engenharia Estrutura do Produto Roteiro de Fabricação Compras Ordens de Compras Planejamento Estratégico da Plano de Planejamento-mestre da Programação da Administração dos Estoques Sequenciamento Emissão e Liberação Ordens de Fabricação Plano-mestre de Ordens de Montagem Avaliação de Desempenho Acompanhamento e Controle da Pedidos de Compras Fornecedores Estoques Fabricação e Montagem Clientes Planejamento-Mestre da Consiste em estabelecer um Plano-Mestre de (PMP) de produtos finais, detalhado no médio prazo, período a período, a partir do Plano de, com base nas previsões de vendas de médio prazo ou nos pedidos em carteira já confirmados Onde o Plano de considera famílias de produtos, o PMP especifica itens finais que fazem parte destas famílias, com base nos Roteiros de Fabricação e nas Estruturas dos Produtos fornecidos pela Engenharia A partir do estabelecimento do PMP, o sistema produtivo passa a assumir compromissos de fabricação e montagem dos bens ou serviços Ao gerar um PMP inicial, o PCP deve analisá-lo quanto às necessidades de recursos produtivos com a finalidade de identificar possíveis gargalos que possam inviabilizar este plano quando da sua execução no curto prazo

Marketing Previsão de Vendas Pedidos em Carteira Engenharia Estrutura do Produto Roteiro de Fabricação Compras Ordens de Compras Planejamento Estratégico da Plano de Planejamento-mestre da Programação da Administração dos Estoques Sequenciamento Emissão e Liberação Ordens de Fabricação Plano-mestre de Ordens de Montagem Avaliação de Desempenho Acompanhamento e Controle da Pedidos de Compras Fornecedores Estoques Fabricação e Montagem Clientes Programação da Com base no PMP, nos registros de controle de estoques e nas informações da Engenharia, a Programação da estabelece no curto prazo quanto e quando comprar, fabricar ou montar de cada item necessário à composição dos produtos finais Para tanto, são dimensionadas e emitidas Ordens de Compra para os itens comprados, Ordens de Fabricação para os itens fabricados internamente, e Ordens de Montagem para as submontagens intermediárias e montagens finais dos produtos definidos no PMP

Programação da Em função da disponibilidade dos recursos produtivos, a Programação da se encarrega de fazer o sequenciamento das ordens emitidas, de forma a otimizar a utilização dos recursos Se o Plano de providenciou os recursos necessários, e o PMP equacionou os gargalos, não deverão ocorrer problemas na execução do programa de produção sequenciado Dependendo do sistema de programação da produção empregado pela empresa (puxado ou empurrado), a Programação da enviará as ordens a todos os setores responsáveis (empurrando) ou apenas aos setores clientes dos supermercados montados (puxando) Marketing Previsão de Vendas Pedidos em Carteira Engenharia Estrutura do Produto Roteiro de Fabricação Compras Ordens de Compras Planejamento Estratégico da Plano de Planejamento-mestre da Programação da Administração dos Estoques Seqüenciamento Emissão e Liberação Ordens de Fabricação Plano-mestre de Ordens de Montagem Avaliação de Desempenho Acompanhamento e Controle da Pedidos de Compras Fornecedores Estoques Fabricação e Montagem Clientes

Acompanhamento e Controle da Através da coleta e análise dos dados, hoje em dia facilmente automatizada por coletores de dados nos pontos de controle, esta função do PCP busca garantir que o programa de produção emitido seja executado a contento Quanto mais rápido os problemas forem identificados, mais efetivas serão as medidas corretivas visando o cumprimento do programa de produção Além das informações de produção úteis ao próprio PCP no desempenho de suas funções, o Acompanhamento e Controle da normalmente está encarregado de coletar dados (índices de defeitos, horas/máquinas e horas/homens consumidas, consumo de materiais e índices de quebras de máquinas, dentre outros) para apoiar outros setores do sistema produtivo PCP e Sistemas ERP Operacionalmente, estas funções executadas pelo PCP fazem parte de sistemas de informações gerenciais integrados, adquiridos na forma de pacotes comerciais de softwares, chamados de ERP (Enterprise Resource Planning, ou planejamento dos recursos da empresa ou negócios) Permitem a uma empresa automatizar e integrar a maioria de seus processos (PCP, suprimentos, manufatura, manutenção, administração financeira, contabilidade, recursos humanos, qualidade, etc.), compartilhando práticas operacionais e informações comuns armazenadas em bancos de dados distribuídos por toda a empresa, e produzir e acessar informações em tempo real Os ERP tiveram sua evolução a partir do sistema MRP (Material Requirements Planning ou planejamento das necessidades de materiais), desenvolvidos na década de 60, e de seu desdobramento posterior, nos anos 80, chamado de MRP-II (Manufacturing Resource Planning, ou planejamento dos recursos de manufatura)

O planejamento de produção depende do tipo de sistema de produção! Sistemas Produtivos e PCP Contínuos ou em Massa Alta Repetitivos em Lotes Demanda/Volume de Sob Encomenda Baixa Baixa Flexibilidade/Variedade de itens Alta Curto Lead Time Produtivo Longo Baixos Custos Altos

Sistemas Produtivos e PCP Essa classificação não depende do tipo de produto em si, mas sim da forma como os sistemas são organizados para atender esta demanda Um automóvel pode ser feito em um processo de produção em massa, em fábricas para 100.000 carros/ano, ou em processos de produção repetitivos em lotes, em fábricas para 6.000 carros/ano ou menos, ou ainda, de forma artesanal em oficinas sob encomenda, produzindo poucos carros exclusivos por mês Outro ponto a ser comentado, é de que uma empresa pode conviver com mais de um tipo de sistema produtivo, como por exemplo um fabricante de geladeiras que monta as mesmas em uma, ou mais, linha de montagem (sistema em massa), e fabrica parte de seus componentes em lotes repetitivos, em departamentos de injeção ou de prensas Sistemas Contínuos e PCP Estoques de MP MP Processo Produtivo PA Estoques de PA Dinâmica do PCP PMP define Velocidade do Fluxo Foco na Logística de Abastecimento de MP e Distribuição de PA

https://www.youtube.com/watch?v=hdhl tlb5pkg Sistemas Contínuos e PCP Os sistemas de produção contínuos são empregados quando existe uma alta uniformidade na produção e demanda de bens ou serviços, fazendo com que os produtos e os processos produtivos sejam totalmente interdependentes, favorecendo a sua automatização Chamado de contínuo porque não se consegue facilmente identificar e separar dentro da produção uma unidade do produto das demais que estão sendo feitas. Devido à automação dos processos, a flexibilidade para a mudança de produto é baixa. São necessários altos investimentos em equipamentos e instalações, e a mão-deobra é empregada apenas para a condução e manutenção das instalações, sendo seu custo insignificante em relação aos outros fatores produtivos

Sistemas Contínuos e PCP Está classificada dentro deste grupo geralmente a produção de bens de base, comuns a várias cadeias produtivas, como energia elétrica, petróleo e derivados e produtos químicos de uma forma geral, dentre outros Alguns serviços também podem ser produzidos dentro desta ótica com o emprego de máquinas, como serviços de aquecimento e ar condicionado, de limpeza contínua, sistemas de monitoramento por radar e os vários serviços fornecidos via Internet (homebanking e busca de páginas, por exemplo) Tendo em vista a sincronização e automatização dos processos, pode-se dizer que o lead time produtivo é baixo, e, por serem produzidos poucos produtos que possuem demandas altas, a maioria das empresas coloca de antemão estoques destes produtos a disposição dos clientes, pois sua venda é garantida Sistemas de em Massa e PCP Supermercados Estoques de MP MP PA Estoques de PA Dinâmica do PCP PMP define Velocidade do Fluxo Foco na Logística de Abastecimento (MP e Supermercados) e de Entrega de PA

https://www.youtube.com/watch?v=hcyc 0pv8OyA Sistemas de em Massa e PCP A semelhança dos sistemas contínuos, são aqueles empregados na produção em grande escala de produtos altamente padronizados, contudo estes produtos não são passíveis de automatização em processos contínuos, exigindo participação de mão-deobra especializada na transformação do produto Podem-se classificar dentro deste sistema as empresas que estão na ponta das cadeias produtivas, com suas linhas de montagem, como é o caso das montadoras de automóveis, eletrodomésticos, grandes confecções têxteis, abate e beneficiamento de aves, suínos e gado e a prestação de serviços em grande escala como transporte aéreo e editoração de jornais e revistas

Sistemas de em Massa e PCP Normalmente, a demanda por estes produtos é estável, fazendo com que seus projetos tenham pouca alteração no curto prazo, possibilitando a montagem de uma estrutura produtiva (linhas de montagem) altamente especializada e pouco flexível, onde os altos investimentos possam ser amortizados durante um longo prazo Neste sistema produtivo a variação entre os produtos acabados se dá geralmente apenas a nível de montagem final, sendo seus componentes padronizados de forma a permitir a produção em grande escala Por exemplo, as montadoras de automóveis possuem linhas focadas nos chassis, que por sua vez podem ser carregados com diferentes carrocerias, motores e demais acessórios, gerando uma infinidade de produtos acabados, sob a ótica do cliente, contudo bastante padronizado sob a ótica da produção Sistemas de em Massa e PCP Assim como nos sistemas contínuos, tendo em vista a sincronização e padronização das atividades nas linhas de montagem, pode-se dizer que nos sistemas em massa o lead time produtivo é baixo, e, por serem produzidos poucos produtos que possuem demandas altas, estoques destes produtos a disposição dos clientes são usados como estratégia de pronto atendimento O volume alto de produção faz com que os custos fixos sejam diluídos e que os custos variáveis das matérias-primas e componentes, negociados em grandes lotes, também sejam menores, tendo como consequência custos finais baixos, quando comparados aos sistemas de produção em lotes e sob encomenda No nível estratégico, a montagem do Plano de para os sistemas de produção em massa tem seu foco, assim como nos sistemas contínuos, no atendimento do critério de desempenho de redução de custos

Sistemas Sob Encomenda e PCP Estoques PC e MP PA? Dinâmica do PCP Vendas negocia com Cliente APS (capacidade finita) visualiza carregamento do sistema Foco no atendimento da data de entrega https://www.youtube.com/watch?v=hdhl tlb5pkg

Sistemas Sob Encomenda e PCP O quarto grupo de sistemas produtivos, aqui chamados de Sistemas sob Encomenda, tem como finalidade a montagem de um sistema produtivo voltado para o atendimento de necessidades específicas dos clientes, com demandas baixas, tendendo para a unidade O produto tem uma data específica negociada com o cliente para ser concluído e, uma vez concluído, o sistema produtivo se volta para um novo projeto Sistemas Sob Encomenda e PCP Os produtos são concebidos em estreita ligação com os clientes, de modo que suas especificações impõem uma organização dedicada ao projeto, que não pode ser preparada com antecedência, principalmente com a geração de supermercados de estoques intermediários para acelerar o lead time produtivo Eventualmente, a compra de matérias primas e peças componentes podem ser feitas com antecedência

Sistemas Sob Encomenda e PCP Nestes sistemas exige-se, em termos de critérios na montagem do Plano de, alta flexibilidade dos recursos produtivos com foco no atendimento de especificidades dos clientes, normalmente a custa de certa ociosidade enquanto a demanda por bens ou serviços não ocorrer, gerando custos produtivos mais altos que os sistemas anteriores Exemplos de sistemas sob encomenda estão na fabricação de bens como navios, aviões e usinas hidroelétricas, nos setores de fabricação de máquinas e ferramentas e na prestação de serviços específicos como agências de propaganda, escritórios de advocacia e arquitetura Sistemas Sob Encomenda e PCP Os sistemas sob encomenda organizam seus recursos produtivos por centros de trabalho ou departamentos com foco na função executada A dinâmica do PCP começa com a negociação de um projeto específico com o cliente, que necessita saber em que data o sistema produtivo consegue elaborar seu projeto Por exemplo, a encomenda de um motor elétrico de grande porte para trabalhar em uma usina hidrelétrica está atrelada a prazos de conclusão do projeto da usina, ou, ainda, a encomenda de uma matriz para a estamparia de uma fábrica de automóveis tem como data limite o lançamento de um novo carro no mercado A questão de custos produtivos é negociada entre as partes, e tende a ter um padrão de mercado, como por exemplo o custo de horas de usinagem

Sistemas Sob Encomenda e PCP Quando o produto a ser fabricado possui tempos operacionais altos, como semanas ou até meses, como no caso da indústria da construção civil, o PCP é realizado através do conceito de rede, aplicando-se a técnica de PERT/CPM, que permite identificar o chamado caminho crítico, que deve ser acompanhado no detalhe para evitar atrasos 0 0 1 A 10 10 10 C 2 4 7 D 17 17 F 5 6 22 22 B 6 6 9 5 E 3 5 9 15 18 G 4 Sistemas Repetitivos em Lotes e PCP Estoques de MP PA1 This SM PA 2 SM This Dinâmica do PCP PMP define necessidades de PA This SM This SM MRP define necessidades de OC/OF/OM Estoques de PA Foco no sequenciamento de ordens

https://www.youtube.com/watch?v=law 2IPD1LF0 Sistemas Repetitivos em Lotes e PCP O terceiro grupo de sistemas produtivos é o de sistemas de produção repetitivos em lotes, que se caracterizam pela produção de um volume médio de bens ou serviços padronizados em lotes, sendo que cada lote segue uma série de operações que necessita ser programada à medida que as operações anteriores forem sendo realizadas Neste caso, o sistema produtivo deve ser relativamente flexível visando atender diferentes pedidos dos clientes e flutuações da demanda, empregando equipamentos pouco especializados, geralmente agrupados em centros de trabalho identificados como departamentos, e mão-deobra mais polivalente

Sistemas Repetitivos em Lotes e PCP Os sistemas repetitivos em lote situam-se entre os dois extremos, a produção em massa e a produção sob projeto, onde a quantidade solicitada de bens ou serviços é insuficiente para justificar a massificação da produção e especialização das instalações, porém justifica a produção de lotes econômicos no sentido de absorver os custos de preparação (setup) do processo Como existem muitos tempos de espera dos lotes (em programação, em filas e nos setups) entre as operações, o lead time produtivo é maior do que o do sistema em massa, bem como os custos decorrentes desta forma de organização Sistemas Repetitivos em Lotes e PCP Em função da diversidade de produção e da baixa sincronização entre as operações, quando comparada aos sistemas em massa, este sistema produtivo trabalha com a lógica de manter estoques como forma de garantir o atendimento da etapa seguinte de produção Estes estoques podem estar centralizados em almoxarifados ou espalhados dentro da fábrica na forma de supermercados de abastecimento Estrategicamente, ao montar o Plano de dos sistemas repetitivos em lotes se busca privilegiar os critérios associados ao desempenho de entrega (confiabilidade e velocidade) e à flexibilidade

Sistemas Repetitivos em Lotes e PCP Como exemplo, têm-se as empresas que fornecem componentes para as linhas de montagem, elas mesmas com pequenas linhas de montagem, ou acabamento, ao final do processo É o caso das fornecedoras da cadeia automobilística e da cadeia de eletrodomésticos Geralmente empresas do ramo metal mecânico trabalham nesta configuração, com departamentos de usinagem, fundição e soldagem Na cadeia têxtil têm-se as tecelagens e os beneficiamentos trabalhando em lotes repetitivos Dentro da prestação de serviços podem-se citar as oficinas de reparo para automóveis e aparelhos eletrônicos, laboratórios de análise químicas e restaurantes Sistemas Repetitivos em Lotes e PCP O foco do PCP nos sistemas repetitivos em lotes está na função de programação da produção, que busca organizar o sequenciamento das ordens de produção em cada grupo de recursos do centro de trabalho de forma a reduzir estoques e lead times produtivos Esta programação da produção pode ser realizada de forma empurrada ou de forma puxada

Programação Empurrada vs. Puxada Programação Empurrada Programação Puxada Previsão da Demanda Planejamento-mestre da - PMP Planejamento das Necessidades de Materiais - MRP Emitir OC - OF - OM Dimensionar SM Seqüenciar - APS Operar Sistema Kanban Programação Empurrada 1 OF6 OF5 OF2 OF1 OF7 OF8 Empurra OF3 OF4 APS Fornecedor APS Cliente 2 OF6 OF3 OF2 OF7 OF8 Empurra OF4 OF5 APS Fornecedor APS Cliente

Programação Puxada 1 K1 K1 Puxa K2 K3 Retira Fornecedor Supermercado Cliente 2 K3 K1 K3 Puxa K2 Retira Fornecedor Supermercado Cliente Dinâmica empurrada x produção puxada Fábrica de aviões

Planejamento e Organização da PRÓXIMA AULA: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA PRODUÇÃO E PREVISÃO DA DEMANDA Bibliografia recomendada TUBINO, D.F. Planejamento e controle da produção: teoria e prática. 2 ed. Atlas, 2009. Capítulo 2

Bibliografia recomendada GIANESI, I.G.N.; CAON, M.; CORREA, H.L. Planejamento, programação e controle da produção. 5 ed. Atlas, 2007. Capítulos 5 e 7 Bibliografia recomendada CORREA, H.L.; CORREA, C.A. Administração de produção e operações manufatura e serviços: uma abordagem estratégica. 3 ed. Atlas, 2012. Capítulo 8