EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas:



Documentos relacionados
MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

DIRETRIZES CURRICULARES Disciplina: Linguagem. Períodos: Infantil 4 1º, 2º, 3º. Conteúdo

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Objetivos gerais e conteúdos da educação infantil

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

Colégio Cor Jesu Brasília DF. Plano de Curso Educação Infantil III

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

INSTITUTO SINGULARIDADES CURSO PEDAGOGIA MATRIZ CURRICULAR POR ANO E SEMESTRE DE CURSO

Entusiasmo diante da vida Uma história de fé e dedicação aos jovens

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA LEITURA NA PONTA DA LÍNGUA E ESCRITA NA PONTA DO LÁPIS

Núcleo de Educação Infantil Solarium

PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSORES SUBSTITUTOS EDITAL

A Educação Bilíngüe. » Objetivo do modelo bilíngüe, segundo Skliar:

PROJETO BRINQUEDOTECA: BRINCANDO E APRENDENDO

Estudos da Natureza na Educação Infantil

Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente

MINHA HISTÓRIA, MINHA VIDA

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova.

Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco. Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas

A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA

Maternal 3 anos Educação Infantil

UMA EXPERIÊNCIA EM ALFABETIZAÇÃO POR MEIO DO PIBID

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar

PLANEJAMENTO 1º TRIMESTRE/2015

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula

ESCOLA ESPECIAL RENASCER- APAE PROFESSORA: JULIANA ULIANA DA SILVA

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL III

O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA.

1 o Período Educação Infantil

Colégio Cenecista Dr. José Ferreira

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem

METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos)

PLANO DE ENSINO E ESTRATÉGIAS

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE

Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves

São DVD-ROMs com mais de conteúdos digitais, entre aulas, jogos interativos e exercícios, sendo mais de 200 voltados para a Educação Infantil.

PRÓ-MATATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

JOGOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM Olímpia Terezinha da Silva Henicka e Dariléia Marin

O JOGO E A APRENDIZAGEM

FORMAÇÃO CONTINUADA CAMINHOS PARA O ENSINO

Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais

Pré-Escola 4 e 5 anos

Sistema Maxi no Ensino Fundamental I

O trabalho voluntário é uma atitude, e esta, numa visão transdisciplinar é:

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

pesquisa histórias arte jogos

ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSÃO EDUCACIONAL

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ANUAL EDUCAÇÃO INFANTIL INFANTIL III OBJETIVOS - CRIANÇAS DE TRÊS ANOS

Estudos da Natureza na Educação Infantil

Unidade I. Estrutura e Organização. Infantil. Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro

V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO.

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL IV

Apresentação do Professor. Educação Infantil: Procedimentos. Teleaula 1. Ementa. Organização da Disciplina. Contextualização.

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS

BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul FACULDADE DE EDUCAÇÃO

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio

tido, articula a Cartografia, entendida como linguagem, com outra linguagem, a literatura infantil, que, sem dúvida, auxiliará as crianças a lerem e

Avaliação e observação

PROJETO DAS FACULDADES MAGSUL 2013

CASTILHO, Grazielle (Acadêmica); Curso de graduação da Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Goiás (FEF/UFG).

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC

PLANO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS ESPANHOL 2 Área: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias Disciplina: Língua Espanhola carga horária: 60 horas

Plano de Estudo 3ª Etapa

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia

RELATO DE EXPERIÊNCIA: A PERCEPÇÃO DE LUZ E SOMBRA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Palavras-chave: Conhecimentos físicos. Luz e sombra. Educação Infantil.

Organização do espaço e do tempo na Educação Infantil. TEMA 03 Profª Luciana Ribeiro Pinheiro

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa

PROJETO MAGIA DAS HISTÓRIAS INFANTIS

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação Capitulo II

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

Propiciar a socialização da criança através da participação numa comunidade mais ampla, onde descubra e domine regras próprias do convívio social.

Principais discussões sobre o ensino-aprendizagem de matemática na educação infantil

O PLANEJAMENTO E A AVALIAÇÃO INICIAL/DIAGNÓSTICA

Faculdade de Alta Floresta - FAF

Projeto de Redesenho Curricular

DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Registros Acadêmicos da Graduação. Ementas por Curso 09/05/ :06

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual

PLANTANDO NOVAS SEMENTES NA EDUCAÇÃO DO CAMPO

Presença das artes visuais na educação infantil: idéias e práticas correntes

AULA 05. Profª Matilde Flório EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PARA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL PMSP-DOT- 2008

A ORALIZAÇÃO COMO MANIFESTAÇÃO LITERÁRIA EM SALA DE AULA

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE

3 a 5. 6 a a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos.

Projeto Ludoteca do Turismo: atuação em escolas de Pelotas

111 ENSINO FUNDAMENTAL

Ana Paula de Souza João Paulo Gonzaga Kelly Cristina Miquelino Jugeick Educação Matemática

USANDO O ALFABETO MÓVEL COMO RECUSO DE RECUPERAÇÃO

O ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS: CONTRIBUIÇÕES PARA UM DEBATE

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G)

FUNDAÇÃO CARMELITANA MÁRIO PALMÉRIO FACIHUS FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO: PEDAGOGIA

Prefeitura Municipal de Brusque. Escola de Ensino Fundamental Padre Luiz Gonzaga Steiner Disciplina: Educação Física Professor: Tiago da Silva Mafra

RELAÇÃO DE LINHAS DE PESQUISA, EMENTAS E TEMAS PARA ORIENTAÇÃO DE TCC PEDAGOGIA

Transcrição:

EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil, enquanto segmento de ensino que propicia um maior contato formal da criança com o mundo que a cerca, deve favorecer a socialização da criança, permitir a interação com seu ambiente, as pessoas que a cercam e seus valores culturais. A partir desse propósito, pretendemos buscar situações nas quais as crianças possam estabelecer relações entre novos conteúdos e os conhecimentos prévios, usando para isso os recursos de que dispõem. Esse processo possibilitará a elas modificarem seus conhecimentos prévios, matizálos, ampliá-los ou diferenciá-los em função de novas informações, capacitandoas a realizar novas aprendizagens, tornado-as significativas. ( RCN Vol I ) Essas situações visam o desenvolvimento de habilidades lingüísticas, psicomotoras, afetivas, conceituais, psicossociais, possibilitando assim a noção própria de sua identidade. O processo de conhecimento dá-se principalmente através do lúdico, que é utilizado como uma forma de estimular, gerando o prazer, a curiosidade, o que remete à criança à descoberta. Enfim, enquanto a criança brinca, está em permanente contato e interação com os fatores externos, com as outras crianças e por conseqüência, com as relações existentes entre os diversos objetos e ela. Pretende-se assim, uma formação integral de nossas crianças, respeitando suas características e necessidades reais enquanto crianças. LINGUAGEM ORAL E ESCRITA Premissas básicas: A língua escrita deverá ser compreendida enquanto um objeto sóciocultural, que cumpre duas funções sociais básicas: servir para conservar ou recuperar conhecimento ao longo do tempo e para transmitir e receber informação através do tempo. Aprender a ler e a escrever não é receber de fora uma habilidade acabada, mas um processo de aproximação paulatina às propriedades e aos usos da língua escrita.

Ler não é converter as grafias em sons, não é decodificar. Ler é sinônimo de interpretar um texto; o principal e o primeiro nos processos de leitura é a obtenção de um significado. Ensinar língua escrita em aula significa ensinar que serve para comunicar-se em contextos específicos. A língua escrita, despojada de suas circunstâncias de uso e de suas funções, deixa de ser língua escrita. Ensinar a escrever fazendo correspondências entre sons e letras isoladas ( b + a = ba...), ou por frases sem coerência ( Vovó viu a uva.), transmite às crianças uma idéia errônea sobre a escrita: a não-funcionalidade. MATEMÁTICA Diretrizes para a Ação Pedagógica: Proporcionar situações didáticas que favoreçam as crianças na construção da regularidade e dos arranjos dos algarismos para representar uma quantidade no nosso Sistema de Numeração (se reconhecemos que o Sistema de Numeração é um objeto de conhecimento muito complexo, reconheceremos também que sua compreensão não pode se realizar simplesmente através de explicações sobre o valor das dezenas ou das centenas). Promover o uso de cálculos numéricos, em situações com função social definida, que possibilitem a construção de seus significados e sua apropriação pelas crianças. Propor atividades interativas que possibilitem o confronto de pontos de vista e a contínua descentração do pensamento, na busca de superação das contradições surgidas. Provocar a contínua representação gráfica das relações pensadas como concretização do fazer matemático, explicitado em linguagem não convencional ou em linguagem matemática formal, considerando-se que o rigor da linguagem convencional é o ponto de chegada e não o de partida na atividade matemática. Evitar as limitações de um formalismo precoce, não exigindo o uso das técnicas operatórias convencionais (contas armadas ou algoritmos), antes que as crianças compreendam as leis que regem o nosso Sistema de Numeração. Enxergar o erro como hipótese, aspecto positivo e inerente a todo processo de construção de conhecimento. NATUREZA E SOCIEDADE

O ensino de Ciências Naturais tem como objetivo ajudar as crianças na elaboração e apropriação do conhecimento científico acumulado, para a interpretação do mundo em que vivem. Diretrizes Norteadoras para a Ação Pedagógica As noções e teorias espontâneas das crianças sobre os fatos que observam mostram seu desejo de entender, e esforço para explicar o mundo que as rodeia. Mais do que saber informações sobre determinados assuntos, é preciso que as crianças sejam estimuladas a explicitar suas idéias, sua percepção sobre os fatos e fenômenos. O importante no processo de evolução do pensamento e ampliação de conceitos é que as crianças façam reflexões, desestruturem e criem hipóteses, construindo, por aproximações sucessivas, um saber cada vez mais próximo do conhecimento científico. Nossa proposta didática é criar situações que possibilitem às crianças: Buscar e fazer uso social dos conhecimentos já acumulados pela ciência. Compreender que o conhecimento científico é inacabado, que está em constante processo de revisão e aprimoramento, sujeito a rápidas transformações, sobretudo atualmente. CIÊNCIAS SOCIAIS O ensino de Ciências Sociais deve permitir que o aluno compreenda melhor o mundo em que vive e consiga atuar dentro dele. Diretrizes para a Ação Pedagógica A aprendizagem de História e Geografia não se reduz à memorização de fatos, datas e nomes; ela se dá a partir de uma análise crítica da ação do homem no mundo. O estudo não deve se reduzir à observação e sistematização de dados imediatos e aparentes, o confronto com outras realidades, no tempo e no espaço, é elemento chave para a reflexão do presente. O conhecimento não tem um tempo zero. É necessária a compreensão da importância do passado histórico, para se entender o presente e para o avanço futuro. Proposta Didática Nossos eixos condutores serão a pesquisa e a investigação. O estudo deverá contemplar, inicialmente, os conhecimentos prévios das crianças (o que elas já sabem sobre o tema, seja através de sua experiência de vida, ou de leituras e informações anteriores) e, finalmente, a

explicitação dos novos conhecimentos construídos. Para tanto, o envolvimento ativo das crianças durante este processo é condição sine qua non. Estabelecendo um diálogo entre o social e o individual, respeitamos a tendência natural de aprendizagem humana: abrir caminho para a inovação e criação. ARTES VISUAIS O conceito de arte que a criança estrutura, está relacionado aos recursos e conhecimentos prévios que ela traz, como também à sua interação com o meio social. A escola pode, e deve, ser um espaço que amplie possibilidades para a compreensão da arte como um objeto de conhecimento, onde interagem influências políticas, sociais, históricas e culturais. MÚSICA Reconhecemos, portanto, que o ensino de artes visuais: Deve ter como objetivo a formação de sujeitos capazes de criar e de apreciar, ativamente, a produção artística social. Não pode ser esvaziado de seu significado sócio-cultural, com práticas alienadas da produção artística do meio onde a escola está inserida. Deve possibilitar a compreensão da arte como importante no desenvolvimento de uma cultura. O trabalho com a música será embasado pela função lúdica e criativa que as linguagens possuem, proporcionando assim atividades nas quais as crianças desfrutem e experimentem situações de prazer, mediante a exploração, a ação e a participação em ocasiões nas quais intervenham a música. O trabalho com a música deve favorecer: A estruturação do tempo por parte da criança, vivenciando os ritmos mediante canções, etc. A educação do ouvido, ou seja, o desenvolvimento da capacidade de poder discriminar sons por meio da audição e progressivamente ir entoando canções, reproduzindo sons e ruídos. Desenvolvimento da capacidade de simbolização ampliando gradativamente a possibilidade de expressar sensações, sentimentos e pensamentos por meio de improvisações, composições e interpretações musicais. A reflexão sobre a música como produto cultural do ser humano. IDENTIDADE E AUTONOMIA Educação para o pensar.

Ao longo do processo de ensino-aprendizagem, deverá ser oferecido condições e oportunidades para o aluno: Exercitar a capacidade de pensar por si mesmo. Aprimorar as habilidades de pensamento, compreendidas como habilidades de raciocínio, de organização de informações, de tradução e de investigação. Desenvolver atitudes e posturas filosóficas próprias ao diálogo e à construção de uma comunidade de investigação. Desenvolver as atitudes e as posturas filosóficas ligadas à capacidade de analisar, avaliar, elaborar e respeitar regras e normas. Desenvolver as atitudes e as posturas filosóficas de investigação e de construção do conhecimento. Investigar os fundamentos éticos da vida moral. Desenvolver valores e comportamentos construtivos de respeito à diversidade, de participação na coletividade, de não dogmatismo e de coerência entre pensamento, discurso e ação. MOVIMENTO Pensamos uma Educação Física pautada pela educação para a qualidade de vida e que preconize, acima de tudo, o corpo e o movimento. Baseados em estudiosos da área, temos a cultura corporal como eixo fundamental para os conteúdos a serem trabalhados, quais sejam: a ginástica, a dança, o jogo e o esporte. Toda ação pedagógica será permeada pelo respeito às características sócio-culturais e individuais, objetivando a coletividade. Desta forma, a Educação Física será um importante aliado para a formação integral do educando, bem como para o desenvolvimento da plena cidadania. Para operacionalizar a proposta curricular ora apresentada serão elaborados, durante o período letivo, diferentes projetos de aprendizagem que privilegiem: A participação em brincadeiras e jogos que envolvam correr, subir, descer, escorregar, pendurar-se, movimentar-se, dançar, para ampliar gradualmente o conhecimento e controle sobre o corpo e movimento. Utilização dos movimentos de preensão, encaixe, lançamento, para ampliar suas possibilidades de manuseio dos diferentes materiais e objetos. Valorização de suas conquistas corporais.