SAÚDE MAMÁRIA E CÂNCER DE MAMA
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- Sílvia de Carvalho Van Der Vinne
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1 SAÚDE MAMÁRIA E CÂNCER DE MAMA Uma abordagem multidisciplinar Valdenrique Macêdo de Sousa Mastologista
2 OUTUBRO ROSA
3 Semana Nacional de Incentivo à Saúde Mamária
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5 Brasil Mausoléu do Soldado Constitucionalista (Obelisco do Ibirapuera) 02 de outubro de 2002
6 Outubro de 2008 (Cristo Redentor)
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9 Consulta no PSF Consulta especializada Diagnóstico Tratamento Cuidados paliativos
10 Pontos a serem inicialmente discutidos: 1- idade de início de rastreio 2- periodicidade do exame de rastreio
11 EPIDEMIOLOGIA Câncer mais frequente entre mulheres Principal causa de morte por câncer entre mulheres
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14 FATORES DE RISCO Sexo feminino Idade Câncer de mama prévio Hiperplasia atípica, CLIS História familiar Exposição à irradiação
15 FATORES DE RISCO Exposição hormonal: Menarca precoce Menopausa tardia Nuliparidade Primeiro parto após 30 anos Anticoncepcionais Terapia hormonal
16 FATORES DE RISCO Álcool Tabagismo? Sedentarismo Alimentação rica em gorduras e carne vermelha Obesidade
17 FATORES PROTETORES Idade precoce da primeira gestação Amamentação Alimentação balanceada Prática de atividade física
18 Principais dificuldades do diagnóstico precoce: Temor da paciente Rastreamento inadequado
19 IMPORTÂNCIA DA MAMOGRAFIA RASTREAMENTO Queda de 30% da mortalidade Diagnóstico de tumores < 1cm não palpáveis Maior possibilidade de cura e de tratamento conservador
20 ESTRATÉGIAS DE RASTREAMENTO Ministério da Saúde Brasil mulheres de 40 a 49 anos: o exame clínico anual da mama deve ser realizado em todas as mulheres mulheres de 50 a 69 anos: mamografia pelo menos a cada 2 anos e o exame clínico anual das mamas
21 MAMOGRAFIA (Rastreamento) A partir de 40 anos anualmente Se história familiar de câncer de mama fazer 10 anos antes da idade do parente SBM Sociedade Brasileira de Mastologia
22 OUTROS EXAMES AUTO EXAME DAS MAMAS É importante associado à mamografia ULTRASSONOGRAFIA Complementa a mamografia RESSONÂNCIA MAGNÉTICA Alta tecnologia
23 MAGNIFICAÇÃO COMPRESSÃO SELETIVA MAMOGRAFIA ULTRASSONOGRAFIA RESSONÂNCIA
24 IMPORTANTE: INFORMAR À PACIENTE A IMPORTÂNCIA DE LEVAR A(AS) MAMOGRAFIA(S) ANTERIOR(ES) NA REALIZAÇÃO DA PRÓXIMA MAMOGRAFIA, NAS CONSULTAS MÉDICAS E QUANDO FOR REALIZAR A ULTRASSONOGRAFIA DAS MAMAS
25 SISTEMA BI-RADS (BREAST IMAGING REPORTING AND DATA SYSTEM) OBJETIVO: PADRONIZAR A INTERPRETAÇÃO E DESCRIÇÃO DO LAUDO, SISTEMATIZAR A CLASSIFICAÇÃO E CONDUTA DAS LESÕES, ALÉM DE PROPORCIONAR UM SISTEMA DE AUDITORIA INTERNA DE QUALIDADE
26 CLASSIFICAÇÃO BI-RADS BI-RADS 0: inconclusiva BI-RADS I: negativa BI-RADS II : benigna BI-RADS III : provavelmente benigna BI-RADS IV : suspeita BI-RADS V : altamente suspeita de malignidade BI-RADS VI: neoplasia conhecida
27 CLASSIFICAÇÃO BI-RADS BI-RADS 0: complementação BI-RADS I: acompanhamento anual BI-RADS II : acompanhamento anual BI-RADS III : acompanhamento semestral ( 2%) BI-RADS IV : suspeita (3-95%) BI-RADS V : altamente suspeita de malignidade ( 95%) BI-RADS VI: neoplasia conhecida
28 SINAIS E SINTOMAS -Dor mamária -Nódulo -Fluxo papilar -Alteração em exame de imagem*
29 DOR MAMÁRIA CARACTERIZAR O TIPO DE DOR, INÍCIO, DURAÇÃO, LOCALIZAÇÃO, INTENSIDADE, FATORES DE MELHORA E PIORA, FATORES ASSOCIADOS, RELAÇÃO COM O CICLO MENSTRUAL, INFLUÊNCIA NAS ATIVIDADES DIÁRIAS MASTALGIA CÍCLICA, MASTALGIA ACÍCLICA E CAUSAS EXTRAMAMÁRIAS ABORDAGEM DO ESTADO PSICOLÓGICO CORRELACIONAR COM EXAME FÍSICO PRINCIPAL TRATAMENTO É A ORIENTAÇÃO VERBAL
30 ALTERAÇÃO DA PELE DOENÇA AVANÇADA!
31 NÓDULO ANAMNESE: QUANDO PERCEBEU, GRAU DE CRESCIMENTO, DOR ASSOCIADA EXAME FÍSICO: TAMANHO, CONSISTÊNCIA, REGULARIDADE, LOCALIZAÇÃO, ACOMETIMENTO DA PELE SOBREJACENTE, ASSOCIAÇÃO COM STATUS AXILAR
32 NÓDULO PALPÁVEL QUANDO O NÓDULO MALIGNO JÁ É PALPÁVEL É SINAL QUE HOUVE ATRASO NO DIAGNÓSTICO
33 FLUXO PAPILAR LATERALIDADE (UNI OU BILATERAL) NÚMERO DE ORIFÍCIOS (ÚNICO OU MÚLTIPLOS) APARECIMENTO (ESPONTÂNEO OU À EXPRESSÃO) ASPECTO MACROSCÓPICO (LÁCTEO, PURULENTO, MULTICOLORIDO[ESVERDEADO, MARROM OU AMARELADO], VISCOSO, SEROSO, CRISTALINO, HEMORRÁGICO)
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35 EXAME FÍSICO INSPEÇÃO ESTÁTICA INSPEÇÃO DINÂMICA EXAME PALPATÓRIO FOSSAS SUPRA E INFRACLAVICULARES AXILAS MAMAS
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39 MAMOGRAFIA DUAS INCIDÊNCIAS CONVENCIONAIS: OBLÍQUA MÉDIO LATERAL (OML) E CRÂNIO CAUDAL (CC) PELE, DENSIDADE, NÓDULO, CALCIFICAÇÕES, ASSIMETRIAS E DISTORÇÕES ARQUITETURAIS COMPLEMENTAÇÕES: COMPRESSÃO SELETIVA ( SPOT FILM ) E MAGNIFICAÇÃO
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47 ULTRASSONOGRAFIA DAS MAMAS CARACTERIZAÇÃO DO NÓDULO DETECTADO NA MAMOGRAFIA ESTUDO DE ACHADOS CLÍNICOS EM MAMAS JOVENS, GESTANTES OU EM LACTAÇÃO ESTUDO DOS IMPLANTES
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51 PROCEDIMENTOS INVASIVOS - BIÓPSIA MAMÁRIA CORE-BIOPSY (biópsia de fragmento) BIÓPSIA INCISIONAL BIÓPSIA DE CONGELAÇÃO BIÓPSIA EXCISIONAL: DEVE SER EVITADA MAMOTOMIA
52 PROCEDIMENTOS INVASIVOS - PAAF
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54 PROCEDIMENTOS INVASIVOS CORE-BIOPSY
55 PROCEDIMENTOS INVASIVOS MAMOTOMIA
56 CLASSIFICAÇÃO HISTOLÓGICA Carcinoma in situ Carcinoma invasivo
57 CLASSIFICAÇÃO HISTOLÓGICA Carcinoma ductal in situ (CDIS) Carcinoma ductal invasivo Tubular Medular Mucinoso Apócrino Metaplásico Secretor Inflamatório Carcinoma lobular in situ Carcinoma lobular invasivo
58 CLASSIFICAÇÃO HISTOLÓGICA Carcinoma lobular in situ Carcinoma ductal in situ (CDIS) Carcinoma invasivo de mama tipo não especial Carcinomas invasivos especiais
59 IMUNOHISTOQUÍMICA RECEPTOR DE ESTRÓGENO RECEPTOR DE PROGESTERONA C-ERB-B2 KI-67
60 CLASSIFICAÇÃO DO CÂNCER PELA IMUNOHISTOQUÍMICA: LUMINAL A LUMINAL B HER-2 + TRIPLO NEGATIVO
61 SISTEMA TNM ESTADIAMENTO ESTÁGIOS CLÍNICOS: I, II, III, IV PRINCIPAIS SÍTIOS DE METÁSTASE: OSSOS/PLEURA/PULMÃO/FÍGADO EXAMES ESTADIAMENTO À DISTÂNCIA: CINTILOGRAFIA ÓSSEA, RAIOS-X TÓRAX/TC, ULTRASSONOGRAFIA ABDOME/TC
62 QUIMIO- TERAPIA CIRURGIA TRATAMENTO RADIO- TERAPIA TERAPIA HORMONAL
63 CIRURGIA MASTECTOMIA QUADRANTECTOMIA LINFADENECTOMIA AXILAR BIÓPSIA DE LINFONODO SENTINELA RECONSTRUÇÃO ONCOPLÁSTICA PRÓTESES RETALHOS MIOCUTÂNEOS
64 CUIDADOS PÓS-OPERATÓRIOS Deambulação precoce Compressas geladas Ferida operatória Fisioterapia respiratória e motora Dreno de sucção Retirada de pontos Retorno (resultado do anatomopatológico)
65 QUIMIOTERAPIA ADJUVANTE NEOADJUVANTE PALIATIVA
66 RADIOTERAPIA
67 RADIOTERAPIA INTRAOPERATÓRIA
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72 SEGUIMENTO PÓS-TRATAMENTO 1- VIGILÂNCIA DE RECIDIVAS LOCAIS 2- RASTREAMENTO DE UMA NOVA NEOPLASIA 3- DETECÇÃO DE RECIDIVAS À DISTÂNCIA (MESTÁSTASES)???
73 CONCLUSÕES: O CÂNCER DE MAMA TEM CURA, PRINCIPALMENTE NOS ESTÁGIOS INICIAIS A MAMOGRAFIA É O PRINCIPAL EXAME DE RASTREAMENTO CAPAZ DE REDUZIR A MORTALIDADE PELA DOENÇA POLÍTICAS DE SAÚDE PÚBLICA E EDUCACIONAIS DEVEM SER APERFEIÇOADAS PARA POSSIBILITAR UM ADEQUADO RASTREAMENTO DA DOENÇA E DIAGNÓSTICO PRECOCE, JÁ QUE ESTRATÉGIAS REALMENTE PREVENTIVAS AINDA NÃO SÃO DISPONÍVEIS
74 OBRIGADO!
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