gradiente, divergência e rotacional (revisitados)
|
|
|
- Vera Azenha Belém
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 gradiente, divergência e rotacional (revisitados) Prof Carlos R Paiva
2 Prof Carlos R Paiva NOTA PRÉVIA Os apontamentos que se seguem não são um teto matemático: não se procura, aqui, o rigor de uma formulação matemática O que se procura, nestas notas abreviadas sobre os três operadores diferenciais gradiente, divergência e rotacional é, antes de mais, a formação de uma intuição O objectivo é o de, deste modo, faer com que as equações de Mawell que são escritas em termos de rotacional e divergência possam ser mais do que fórmulas com uma pura eistência formal, evitando-se assim que o seu conteúdo físico permaneça vago e nebuloso Apesar de uma interpretação em termos mecânicos poder ser considerada filosoficamente ambígua no sentido em que o campo electromagnético não deve ser interpretado, eg, como um fluido (como, de resto, o próprio Mawell o fe amiúde) não resta qualquer dúvida de que uma tal interpretação física ajuda a construir uma intuição útil desde que esta precisão filosófica fique clara desde o início Assim, no caso da divergência, os conceitos de «fonte» e de «sorvedouro» são fundamentais para se entender, em electrostática, o papel das cargas eléctricas positivas e negativas, respectivamente No caso do rotacional, a ideia de colocar um torniquete (constituído por uma espécie de roda com pás) em que o movimento rotativo depende do momento angular transmitido ao dispositivo parece, também, fundamental para distinguir, eg, o campo eléctrico conservativo em regime estacionário (onde E ) do campo eléctrico em regime não-estacionário (regulado pela equação de Mawell- Farada, E B t ) No caso do gradiente, a ideia de um declive associado a um conjunto de curvas de nível, é também fundamental de forma a entender que este operador diferencial nos informa, eg, sobre qual a encosta de uma montanha que é mais íngreme (e, portanto, menos recomendável para uma subida mais acessível) Página
3 Prof Carlos R Paiva Comecemos por recordar a definição dos operadores diferenciais gradiente, divergência e rotacional num sistema de coordenadas cartesianas rectangulares Para tal consideremos a base ortonormada,, e e e, ie, tem-se, em e n mn, m n m n e, nesta base do espaço vectorial, definamos o operador nabla tal que e e e Sejam,, um campo escalar : e,, F F um campo vectorial F : tal que F, F, F F,, F,, F,, F e e e Definem-se, então, os operadores diferenciais: gradiente e e e, divergência F F F F, rotacional F F F F F F F e e e Como mnemónica usa-se, ainda, a definição alternativa de rotacional em termos do «determinante» formal Página
4 Prof Carlos R Paiva e e e F e e e F F F em que F F, F F, F F Definições Um campo vectorial F di-se conservativo quando eiste um campo escalar tal que F Di-se, neste caso, que é o potencial associado a F Um campo vectorial F di-se solenoidal quando F Um campo vectorial F di-se irrotacional quando F Facilmente se verificam as seguintes identidades: F, Por eemplo, F F F F F F F F F F F F F Página
5 Prof Carlos R Paiva uma ve que F F, F F, F F Assim, se um campo F é solenoidal, eiste um campo vectorial A tal que Por outro lado, se o campo F é irrotacional, então é conservativo Ou seja, F F A, F F F A Também de define o operador laplaciano F F F F e e e Demonstra-se que F F F, Tem-se, Vejamos, agora, a definição de derivada direccional do campo escalar,, ao longo de uma dada direcção Seja, então, u ue ue ue um vector constante que caracteria a direcção em causa O correspondente vector unitário û (em que u ˆ ) é dado por u u e u e u e uˆ e e e, a a a u u u u em que Página 4
6 Prof Carlos R Paiva u u a, a, a u u u u u u u u u u Seja agora dado um ponto P,, e seja,, P um ponto tal que s a s a s a em que s é um parâmetro que mede a distância entre o ponto P e o ponto P, tendo-se (note-se que P P PP ) portanto P P P P e e e s a e a e a e su ˆ Nestas condições, a derivada direccional de ao longo da direcção u é d d d d a a a d s d s d s d s d u ˆ ds Por eemplo: se u e e e, vem uˆ e e e e ainda e e e e, de forma que d 4 ds u ˆ a que corresponde, eg, um valor d ds 5 notando que se tem d cos, ds para o ponto,, Em geral, onde é o ângulo entre o vector e o vector unitário û, infere-se que a derivada direccional d d s é a projecção do gradiente ao longo da direcção u O valor Página 5
7 Prof Carlos R Paiva máimo da derivada direccional obtém-se quando, ie, quando a direcção de u coincide com a direcção de O gradiente dá-nos, portanto, o valor máimo da derivada direccional do campo no ponto em causa Faendo, ainda, dr u ˆ ds vem d dr Quando se considera um deslocamento dr sobre uma superfície de nível,,, é d pelo que dr, donde se tira que dr : a direcção dada por é, assim, ortogonal à superfície de nível No caso específico em que, trajectórias ortogonais das curvas de nível, as linhas de força do campo vectorial são as EXEMPLO Consideremos o campo de temperaturas absolutas (ie, medidas em graus Kelvin) T,, 7 Vejamos, então, qual a direcção em que a temperatura cresce mais rapidamente quando se considera o ponto,, Tem-se T e e e e, no ponto em questão, obtém-se T 4e 7e e, a que corresponde a direcção de máimo crescimento da temperatura Com efeito, d ds dá-nos precisamente a taa desse crescimento máimo Note-se, porém, que a transferência de calor se dá na direcção q T, ie, das temperaturas mais altas para as temperaturas mais baias Em electrostática, por raões análogas, escreve-se E, ie, as linhas de força do campo eléctrico dirigem-se dos potenciais mais altos para os potenciais mais baios Página 6
8 Prof Carlos R Paiva EXEMPLO Consideremos, agora, a superfície Comecemos por determinar o vector unitário n correspondente à respectiva normal no ponto,, P Como a direcção da normal é determinada por (dado que o gradiente é perpendicular às superfícies,, ), tem-se e e e, 6 e e 4 e 9 e e e 9 e e e n A equação da linha recta normal à superfície no ponto r é (com t t, 9 r r v v e e e Logo, faendo v n) r e e e r e e e P,, r a equação da normal será vt vt 9 v t O plano tangente, por sua ve, é o lugar geométrico dos vectores u P P P P e e e que são perpendiculares ao vector v 9 n 9e e e, ie, tais que uv 9 pelo que a respectiva equação será 9 EXEMPLO Consideremos as equações de Mawell Página 7
9 Prof Carlos R Paiva homogéneas não-homogéneas B E t B D H J t D Em regime estacionário é B t D t pelo que o campo eléctrico é conservativo (pois E e, consequentemente, E ) e a densidade de corrente eléctrica J é solenoidal (pois H J e, consequentemente, J ) Notese que apenas em regime estacionário é que, em rigor, se podem definir tensão e corrente eléctricas pois, apenas neste caso, quer a lei das malhas quer a lei dos nós (dos circuitos) são válidas No vácuo, sem fontes do campo (ie, e J ), tem-se D E E B H H de forma que H E E E E E t H E E E H H t t t t E E c t Esta última equação é a equação (de d Alembert) de propagação das ondas electromagnéticas no vácuo Com efeito, a velocidade da lu no vácuo é c ms (valor eacto, por definição) e é dada por c onde 4 Hm 7, de modo que Página 8
10 Prof Carlos R Paiva F m c Analogamente, vem H H H H E H H E t t t H H c t Ou seja, no vácuo verifica-se sempre E t H c Introduindo o operador dalembertiano c t a equação de d Alembert escreve-se, então, nas duas formas alternativas E, H EXEMPLO 4 Consideremos o campo vectorial e e F,,, A intensidade deste campo é constante e dada por F,,, Facilmente se verifica que se trata de um campo solenoidal pois F F F F F Página 9
11 Prof Carlos R Paiva Porém, este campo que não é conservativo: e e e F e F F F e O laplaciano deste campo vectorial é dado por F F e F e de forma que F F F 5 5 F F F 5 5 e e F Note-se que, como F, se tem e e e F F e e o que, naturalmente, confirma o resultado anteriormente obtido Num campo solenoidal as linhas de força são fechadas Isto significa que não eistem pontos que sejam «fontes» ou «sorvedouros» do campo Num campo vectorial, F uma curva di-se uma linha de força se, em cada ponto,, o vector, tangente à curva Assim, num campo vectorial, F, F, F e e, as linhas de força respectivas satisfaem a equação diferencial F é Página
12 Prof Carlos R Paiva d F, d F, No eemplo em análise, vem então d d d d k, onde k é uma constante de integração Logo, faendo c c k, obtém-se Isto mostra que as linhas de força são circunferências centradas na origem EXEMPLO 5 Consideremos, agora, o campo vectorial e e,,, F Trata-se, tal como o eemplo anterior, de um campo vectorial de amplitude constante, com F Notemos, para começar, que se trata de um campo irrotacional: e e e F F F Isto significa que este campo vectorial é conservativo: eiste um potencial, tal que F, ie, F F, d d, Admitindo então que,, infere-se que e, portanto, Página
13 Prof Carlos R Paiva, Este campo não é solenoidal: F F F Note-se que F Logo, como o campo não é solenoidal, as linhas de forças são abertas Com efeito, estas satisfaem a equação diferencial d d d k ln ln k ln k e d em que k é uma constante de integração Mas então, introduindo as linhas de força são as rectas que passam pela origem, ie, k c e, infere-se que c Com efeito, as equipotenciais serão as circunferências a Como o campo é irrotacional, tem-se F F F F F, a, ie, tais que e e F e e A origem,, é o ponto onde se localia a fonte do campo Se, em ve deste campo, se tiver o campo e e,,, G F, a origem corresponderia, então, a um sorvedouro de G pois G Consideremos, agora, um vector constante u, tal que Página
14 Prof Carlos R Paiva u u e u e u u ˆ e ue u u u u A derivada direccional de ao longo do vector u é então dada por d e e u e u e u u ds u u u u uˆ F u ˆ um que s é a coordenada medida ao longo do eio correspondente a u Por eemplo, se u e e é uˆ e e e, consequentemente, d ds Assim, eg, no ponto,, obtém-se d ds, O valor máimo da derivada direccional é precisamente e corresponde a F em qualquer ponto Já a derivada direccional ao longo de u, calculada no ponto,,, assume o valor d ds, EXEMPLO 6 Vamos agora comparar o rotacional dos seguintes campos vectoriais: v, e e, v v a b c Tem-se vep e, b vep e a Página
15 Prof Carlos R Paiva v v a b e,, vc v a a ep e O primeiro campo vectorial, v a, tem um rotacional que é dirigido segundo o eio : podemos imaginar que se trata de um fluido, em movimento, em que cada ponto tem, em função do tempo, as coordenadas t a cos t, t a sin t Assim, o campo vectorial da velocidade é, efectivamente, dado por v d d a, a sin t cos t dt e dt e e e e e Note-se que a intensidade deste campo de velocidades é constante e dada por a,, sin cos v v a t t a a As linhas de força deste campo v a são tais que d d k c c d d k Um torniquete, formado por uma roda hidráulica com pás (ie, um roda de palhetas), colocado em qualquer ponto do fluido irá rodar sempre com a mesma velocidade angular Já no caso do campo de velocidades v b, em nenhum ponto o torniquete irá rodar: em qualquer ponto a velocidade do fluido dirige-se, sempre, segundo, ie, as linhas de força são as rectas d v b d c d Finalmente, no terceiro caso, em que se considera o campo de velocidades torniquete roda com uma velocidade angular que depende da coordenada : apesar de a velocidade linear estar sempre orientada ao longo do eio, o fluido eerce um momento angular que não é nulo e, assim, provoca a rotação de uma roda de palhetas (ecepto quando, caso em que o momento angular se anula) v c, o Página 4
16 Prof Carlos R Paiva EXEMPLO 7 Consideremos o campo vectorial c c c c F e e e 4 Determinemos as constantes c, c, c e c 4 de forma que este campo vectorial seja simultaneamente irrotacional (e, portanto, conservativo) e solenoidal Como, e e e F F F F F F F F F F e e e F F F c c c F F F c e c e c e Logo, se o campo é irrotacional, deverá ter-se c c F e e c e c 4 de modo que o campo será ainda solenoidal desde que F F F F c4 c4 Ou seja, deverá ter-se: F e e e Admitamos, agora, que o respectivo potencial é tal que vem F Nestas condições, F, F d F d Página 5
17 Prof Carlos R Paiva d d Portanto, deve ter-se Admitindo, então, que o potencial é nulo em,,, infere-se por fim que,, EXEMPLO 8 Um campo vectorial,, constante real tal que F F F F di-se um campo de Beltrami se eistir uma Isto significa que um campo de Beltrami é paralelo ao seu próprio rotacional Para um certo valor próprio, um campo de Beltrami é o campo próprio do operador rotacional Uma definição alternativa para um campo F de Beltrami é a seguinte:, F F uma ve que FF Note-se que, em rigor, não é necessário que seja uma constante para que F seja um campo de Beltrami: o que é necessário, apenas, é que F F, ie, que se tenha F F Comecemos por verificar que um campo de Beltrami é necessariamente solenoidal Com efeito, no caso em que é uma constante, vem F F Portanto, as linhas de força de um campo de Beltrami são fechadas Consideremos, a título de eemplo, o campo F F F e e Facilmente se verifica que e e e d df df F e e d d d F F Página 6
18 Prof Carlos R Paiva pelo que, para ser um campo de Beltrami, terá de verificar as condições d F d F F F F cos sin d d df d F F F F cos sin d d cos sin F cos sin e e Note-se que um campo de Beltrami tem um rotacional que também é um campo de Beltrami De facto, seja G F em que F é um campo de Beltrami Então, F F G G F G G G o que prova a afirmação EXEMPLO 9 São eemplos importantes de campos de Beltrami as ondas electromagnéticas com polariações circulares ortogonais Para uma onda (no vácuo) com PCD (polariação circular direita) o campo eléctrico escreve-se, t E ep i t E E E e e i epi k E E de forma que e e e d de d E E E e e k e i e ep i k d d d E E E PCD E k E o que prova que, efectivamente, se trata de um campo de Beltrami Analogamente, para uma onda com PCE (polariação circular esquerda), vem, t E ep i t E E E e e i epi k E E e, consequentemente, Página 7
19 Prof Carlos R Paiva e e e d de d E E E e e k e i e ep i k d d d E E E PCE E k E EXEMPLO Consideremos, agora, o campo de Beltrami e e F Comecemos por notar que e e e d df df e e F e e d d d F F F F Portanto, neste caso, trata-se de um campo de Beltrami F uma constante pois F em que não é A definição geral de um campo de Beltrami F é, portanto, a de que se deve ter F F o que se verifica neste eemplo O campo é, ainda neste caso, solenoidal Com efeito, tem-se F F F F e as linhas de força do campo satisfaem, no plano, a equação diferencial d F d F c No plano as linhas de força correspondem a d, ie, às rectas c Notemos que, em geral, se tem Página 8
20 Prof Carlos R Paiva G G G Assim, no caso geral em que,, e e e, obtém-se No caso concreto deste eemplo, em que d e e d Assim, neste caso, G F F G F, vem simplesmente G G F G F F e e e Este resultado coincide, como não podia deiar de ser, com o facto de se ter F F F F G F G EXEMPLO Consideremos, agora, a questão seguinte: em que condições é que a forma diferencial d Fdr corresponde a uma forma diferencial eacta? Por definição, uma forma diferencial (ou simplesmente uma diferencial) é eacta desde que F, ie, desde que o campo vectorial,, F seja irrotacional ou conservativo: F e e e Logo, em geral, para se ter uma diferencial eacta,,,,,, d Fdr F d F d F d é necessário que Página 9
21 Prof Carlos R Paiva F F F F F F F F F uma ve que se tem,, Isto é equivalente a dier que F Consideremos, a título de eemplo, a forma diferencial d d d d Notando que, neste caso, se tem e e e F e e 6 e, infere-se que F não é conservativo e, consequentemente, a diferencial em causa não é eacta Já a forma diferencial d d d d, em que se tem e e e F e e, é uma forma diferencial eacta Para determinar o potencial,, de verificar-se então neste caso, tem Página
22 Prof Carlos R Paiva,, d d d d Conclui-se, deste modo, que o potencial procurado é dado por,, Por vees, na literatura, uma diferencial eacta é também designada por forma diferencial de Pfaff em memória do matemático Johann Friedrich Pfaff (765-85) Página
9. Derivadas de ordem superior
9. Derivadas de ordem superior Se uma função f for derivável, então f é chamada a derivada primeira de f (ou de ordem 1). Se a derivada de f eistir, então ela será chamada derivada segunda de f (ou de
Engenharia Informática. Física II. 1º Ano 2º Semestre. Instituto politécnico de Bragança Escola Superior de Tecnologia e de Gestão
1º no º Semestre 1. Cálculo vectorial 1.1. Introdução análise vectorial é um assunto do âmbito da matemática e não propriamente da Engenharia. No entanto, é quase impossível estudar Electrostática e Magnetismo
INSTITUTO POLITÉCNICO DE BRAGANÇA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E DE GESTÃO ONDAS 2004 / 05. Exercícios teórico-práticos FILIPE SANTOS MOREIRA
INSTITUTO POLITÉCNICO DE BRAGANÇA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E DE GESTÃO ONDAS 004 / 05 Eercícios teórico-práticos FILIPE SANTOS MOREIRA Ondas (EE) Eercícios TP Índice ÍNDICE I DERIVADAS E INTEGRAIS
Notas sobre a Fórmula de Taylor e o estudo de extremos
Notas sobre a Fórmula de Taylor e o estudo de etremos O Teorema de Taylor estabelece que sob certas condições) uma função pode ser aproimada na proimidade de algum ponto dado) por um polinómio, de modo
Campo Magnético de Espiras e a Lei de Faraday
Campo Magnético de Espiras e a Lei de Faraday Semestre I - 005/006 1.Objectivos 1) Estudo do campo magnético de espiras percorridas por corrente eléctrica. ) Estudo da lei de indução de Faraday.. Introdução
CDI-II. Trabalho. Teorema Fundamental do Cálculo
Instituto Superior Técnico Departamento de Matemática Secção de Álgebra e Análise Prof. Gabriel Pires CDI-II Trabalho. Teorema Fundamental do Cálculo 1 Trabalho. Potencial Escalar Uma das noções mais importantes
Todos os exercícios sugeridos nesta apostila se referem ao volume 1. MATEMÁTICA I 1 FUNÇÃO DO 1º GRAU
FUNÇÃO IDENTIDADE... FUNÇÃO LINEAR... FUNÇÃO AFIM... GRÁFICO DA FUNÇÃO DO º GRAU... IMAGEM... COEFICIENTES DA FUNÇÃO AFIM... ZERO DA FUNÇÃO AFIM... 8 FUNÇÕES CRESCENTES OU DECRESCENTES... 9 SINAL DE UMA
4. Curvas planas. T = κn, N = κt, B = 0.
4. CURVAS PLANAS 35 4. Curvas planas Nesta secção veremos que no caso planar é possível refinar a definição de curvatura, de modo a dar-lhe uma interpretação geométrica interessante. Provaremos ainda o
PARTE 2 FUNÇÕES VETORIAIS DE UMA VARIÁVEL REAL
PARTE FUNÇÕES VETORIAIS DE UMA VARIÁVEL REAL.1 Funções Vetoriais de Uma Variável Real Vamos agora tratar de um caso particular de funções vetoriais F : Dom(f R n R m, que são as funções vetoriais de uma
Análise Matemática III - Turma Especial
Análise Matemática III - Turma Especial Ficha Extra 6 - Equações de Maxwell Não precisam de entregar esta ficha omo com todas as equações básicas da Física, não é possível deduzir as equações de Maxwell;
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE MATEMÁTICA 5 0 Encontro da RPM TRANSFORMAÇÕES NO PLANO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE MATEMÁTICA 5 0 Encontro da RPM TRANSFORMAÇÕES NO PLANO Jorge Costa do Nascimento Introdução Na produção desse texto utilizamos como fonte de pesquisa material
Ondas Eletromagnéticas. E=0, 1 B=0, 2 E= B t, 3 E
Ondas Eletromagnéticas. (a) Ondas Planas: - Tendo introduzido dinâmica no sistema, podemos nos perguntar se isto converte o campo eletromagnético de Maxwell em uma entidade com existência própria. Em outras
Exercícios Resolvidos Integral de Linha de um Campo Vectorial
Instituto Superior Técnico Departamento de Matemática Secção de Álgebra e Análise ercícios Resolvidos Integral de inha de um ampo Vectorial ercício onsidere o campo vectorial F,, z =,, z. alcule o integral
1 Módulo ou norma de um vetor
Álgebra Linear I - Aula 3-2005.2 Roteiro 1 Módulo ou norma de um vetor A norma ou módulo do vetor ū = (u 1, u 2, u 3 ) de R 3 é ū = u 2 1 + u2 2 + u2 3. Geometricamente a fórmula significa que o módulo
1.5 O oscilador harmónico unidimensional
1.5 O oscilador harmónico unidimensional A energia potencial do oscilador harmónico é da forma U = 2 2, (1.29) onde é a constante de elasticidade e a deformação da mola. Substituindo (1.29) em (1.24) obtemos
IBM1018 Física Básica II FFCLRP USP Prof. Antônio Roque Aula 4
Lei de Gauss Considere uma distribuição arbitrária de cargas ou um corpo carregado no espaço. Imagine agora uma superfície fechada qualquer envolvendo essa distribuição ou corpo. A superfície é imaginária,
CAMPOS CONSERVATIVOS NO PLANO
CAMPOS CONSERVATIVOS NO PLANO Ricardo Bianconi Primeiro Semestre de 2008 Revisado em Fevereiro de 2015 Resumo Relacionamos os conceitos de campos irrotacionais, campos conservativos e forma do domínio
Medições de Ondas Sinusoidais
Medições de Ondas Sinusoidais A figura 6 apresenta a forma de onda de saída de um gerador. Se o condutor executar uma rotação num segundo, a frequência da onda sinusoidal produzida pelo gerador é de um
Resolução dos Exercícios sobre Derivadas
Resolução dos Eercícios sobre Derivadas Eercício Utilizando a idéia do eemplo anterior, encontre a reta tangente à curva nos pontos onde e Vamos determinar a reta tangente à curva nos pontos de abscissas
Equações Diferenciais Ordinárias
Equações Diferenciais Ordinárias Uma equação diferencial é uma equação que relaciona uma ou mais funções (desconhecidas com uma ou mais das suas derivadas. Eemplos: ( t dt ( t, u t d u ( cos( ( t d u +
Ivan Guilhon Mitoso Rocha. As grandezas fundamentais que serão adotadas por nós daqui em frente:
Rumo ao ITA Física Análise Dimensional Ivan Guilhon Mitoso Rocha A análise dimensional é um assunto básico que estuda as grandezas físicas em geral, com respeito a suas unidades de medida. Como as grandezas
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS Terminologia e Definições Básicas No curso de cálculo você aprendeu que, dada uma função y f ( ), a derivada f '( ) d é também, ela mesma, uma função de e
Capítulo 7 Conservação de Energia
Função de mais de uma variável: Capítulo 7 Conservação de Energia Que para acréscimos pequenos escrevemos Onde usamos o símbolo da derivada parcial: significa derivar U parcialmente em relação a x, mantendo
IBM1018 Física Básica II FFCLRP USP Prof. Antônio Roque Aula 6. O trabalho feito pela força para deslocar o corpo de a para b é dado por: = =
Energia Potencial Elétrica Física I revisitada 1 Seja um corpo de massa m que se move em linha reta sob ação de uma força F que atua ao longo da linha. O trabalho feito pela força para deslocar o corpo
INTRODUÇÃO AOS MÉTODOS FACTORIAIS
Capítulo II INTRODUÇÃO AOS MÉTODOS FACTORIAIS A Análise Factorial de Correspondências é uma técnica simples do ponto de vista matemático e computacional. Porém, devido ao elevado suporte geométrico desta
C mp m o p o Eléctr t ico o Un U i n fo f r o me
Campo Eléctrico Uniforme Tal como o campo gravítico pode ser considerado uniforme numa estreita região perto da superfície da Terra, também o campo eléctrico pode ser uniforme numa determinada região do
Mudança de Coordenadas
Mudança de Coordenadas Reginaldo J. Santos Departamento de Matemática-ICE Universidade Federal de Minas Gerais http://www.mat.ufmg.br/~regi [email protected] 13 de deembro de 2001 1 Rotação e Translação
x 1 f(x) f(a) f (a) = lim x a
Capítulo 27 Regras de L Hôpital 27. Formas indeterminadas Suponha que desejamos traçar o gráfico da função F () = 2. Embora F não esteja definida em =, para traçar o seu gráfico precisamos conhecer o comportamento
CAPACITORES. Vestibular1 A melhor ajuda ao vestibulando na Internet Acesse Agora! www.vestibular1.com.br
CAPACITORES DEFINIÇÕES Quando as placas do capacitor estão carregadas com cargas iguais e de sinais diferentes, estabelece-se entre as placas uma diferença de potencial V que é proporcional à carga. Q
Potenciação no Conjunto dos Números Inteiros - Z
Rua Oto de Alencar nº 5-9, Maracanã/RJ - tel. 04-98/4-98 Potenciação no Conjunto dos Números Inteiros - Z Podemos epressar o produto de quatro fatores iguais a.... por meio de uma potência de base e epoente
5910170 Física II Ondas, Fluidos e Termodinâmica USP Prof. Antônio Roque Aula 15
Ondas (continuação) Ondas propagando-se em uma dimensão Vamos agora estudar propagação de ondas. Vamos considerar o caso simples de ondas transversais propagando-se ao longo da direção x, como o caso de
Vestibular1 A melhor ajuda ao vestibulando na Internet Acesse Agora! www.vestibular1.com.br. Cinemática escalar
Cinemática escalar A cinemática escalar considera apenas o aspecto escalar das grandezas físicas envolvidas. Ex. A grandeza física velocidade não pode ser definida apenas por seu valor numérico e por sua
Aula 5 - Matemática (Gestão e Marketing)
ISCTE, Escola de Gestão Aula 5 - Matemática (Gestão e Marketing) Diana Aldea Mendes 29 de Outubro de 2008 Espaços Vectoriais Definição (vector): Chama-se vector edesigna-sepor v um objecto matemático caracterizado
2 A Derivada. 2.1 Velocidade Média e Velocidade Instantânea
2 O objetivo geral desse curso de Cálculo será o de estudar dois conceitos básicos: a Derivada e a Integral. No decorrer do curso esses dois conceitos, embora motivados de formas distintas, serão por mais
Objetivos. Apresentar as superfícies regradas e superfícies de revolução. Analisar as propriedades que caracterizam as superfícies regradas e
MÓDULO 2 - AULA 13 Aula 13 Superfícies regradas e de revolução Objetivos Apresentar as superfícies regradas e superfícies de revolução. Analisar as propriedades que caracterizam as superfícies regradas
2. MÓDULO DE UM NÚMERO REAL
18 2. MÓDULO DE UM NÚMERO REAL como segue: Dado R, definimos o módulo (ou valor absoluto) de, e indicamos por,, se 0 =, se < 0. Interpretação Geométrica O valor absoluto de um número é, na reta, a distância
GAAL - 2013/1 - Simulado - 1 Vetores e Produto Escalar
GAAL - 201/1 - Simulado - 1 Vetores e Produto Escalar SOLUÇÕES Exercício 1: Determinar os três vértices de um triângulo sabendo que os pontos médios de seus lados são M = (5, 0, 2), N = (, 1, ) e P = (4,
Cálculo diferencial em IR n
Cálculo diferencial em IR n (Eercícios) DMAT Abril 2003 1 Eercícios propostos 1.1 Funções de IR n em IR m Eercício 1 Determine os domínios das funções seguintes e represente-os graficamente. 2 + 2 9 ;
Aula 7 Valores Máximo e Mínimo (e Pontos de Sela)
Aula 7 Valores Máximo e Mínimo (e Pontos de Sela) MA - Cálculo II Marcos Eduardo Valle Departamento de Matemática Aplicada Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica Universidade Estadual
CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA
Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa T3 Física Experimental I - 2007/08 CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA 1. Objectivo Verificar a conservação da energia mecânica de
I. Cálculo Diferencial em R n
Análise Matemática II Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Ano Lectivo 2010/2011 2 o Semestre Exercícios propostos para as aulas práticas I. Cálculo Diferencial em R n Departamento
ANÁLISE MATEMÁTICA II
ANÁLISE MATEMÁTICA II Acetatos de Ana Matos Noções Básicas de Funções em R n Topologia DMAT Noções Básicas sobre funções em n Introdução Vamos generalizar os conceitos de limite, continuidade e diferenciabilidade,
GEOMETRIA NO PLANO. Linha Conjunto infinito de pontos que pode ser desenhado por um único movimento contínuo (objecto geométrico a uma dimensão).
GEOMETRIA NO PLANO 1 Noções Elementares Ponto O objecto geométrico mais elementar (sem dimensão). Linha Conjunto infinito de pontos que pode ser desenhado por um único movimento contínuo (objecto geométrico
www.e-lee.net Temática Circuitos Eléctricos Capítulo Teoria dos Circuitos COMPONENTES INTRODUÇÃO
Temática Circuitos Eléctricos Capítulo Teoria dos Circuitos COMPONENTES INTRODUÇÃO Nesta secção, estuda-se o comportamento ideal de alguns dos dipolos que mais frequentemente se podem encontrar nos circuitos
Que imagens têm ou não têm simetria?
O mundo da simetria Que imagens têm ou não têm simetria? Isometrias Isometria: Transformação geométrica que preserva as distâncias; as figuras do plano são transformadas noutras geometricamente iguais.
Complementos de Análise Matemática
Instituto Politécnico de Viseu Escola Superior de Tecnologia Departamento: Matemática Ficha prática n o 1 - Cálculo Diferencial em IR n 1. Para cada um dos seguintes subconjuntos de IR, IR 2 e IR 3, determine
Conjuntos numéricos. Notasdeaula. Fonte: Leithold 1 e Cálculo A - Flemming. Dr. Régis Quadros
Conjuntos numéricos Notasdeaula Fonte: Leithold 1 e Cálculo A - Flemming Dr. Régis Quadros Conjuntos numéricos Os primeiros conjuntos numéricos conhecidos pela humanidade são os chamados inteiros positivos
CAPÍTULO 1 MEDIÇÃO E O ERRO DE MEDIÇÃO
CAPÍTULO 1 MEDIÇÃO E O ERRO DE MEDIÇÃO 1.1. Definições do Vocabulário Internacional de Metrologia (VIM) Metrologia: Ciência das medições [VIM 2.2]. Medição: Conjunto de operações que têm por objectivo
Capítulo 2. Funções complexas. 2.1. Introdução
Capítulo Funções complexas 1 Introdução Neste capítulo consideram-se vários exemplos de funções complexas e ilustram-se formas de representação geométrica destas funções que contribuem para a apreensão
Exercícios resolvidos P2
Exercícios resolvidos P Questão 1 Dena as funções seno hiperbólico e cosseno hiperbólico, respectivamente, por sinh(t) = et e t e cosh(t) = et + e t. (1) 1. Verique que estas funções satisfazem a seguinte
UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA
UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CURSO BIETÁPICO EM ENGENHARIA CIVIL º ciclo Regime Diurno/Nocturno Disciplina de COMPLEMENTOS DE MATEMÁTICA Ano lectivo de 7/8 - º Semestre Etremos
5/Dez/2012 Aula 21. 21. Polarização das ondas EM 21.1 Por absorção 21.2 Por reflexão 21.3 Por birrefringência 21.4 Equações de Fresnell
5/Dez/2012 Aula 21 21. Polarização das ondas EM 21.1 Por absorção 21.2 Por reflexão 21.3 Por birrefringência 21.4 Equações de Fresnell 7/Dez/2012 Aula 22 22. Óptica geométrica 22.1 Espelhos planos 22.2
Introdução ao estudo de equações diferenciais
Matemática (AP) - 2008/09 - Introdução ao estudo de equações diferenciais 77 Introdução ao estudo de equações diferenciais Introdução e de nição de equação diferencial Existe uma grande variedade de situações
Cap. 4 - MOS 1. Gate Dreno. Fonte
Cap. 4 - MO 1 Fonte ate reno O princípio de funcionamento do transístor de efeito de campo (TEC ou FET, na designação anglo-saxónica) assenta no controlo de uma carga móvel associada a uma camada muito
MATEMÁTICA I AULA 07: TESTES PARA EXTREMOS LOCAIS, CONVEXIDADE, CONCAVIDADE E GRÁFICO TÓPICO 02: CONVEXIDADE, CONCAVIDADE E GRÁFICO Este tópico tem o objetivo de mostrar como a derivada pode ser usada
REFLEXÃO DA LUZ: ESPELHOS 412EE TEORIA
1 TEORIA 1 DEFININDO ESPELHOS PLANOS Podemos definir espelhos planos como toda superfície plana e polida, portanto, regular, capaz de refletir a luz nela incidente (Figura 1). Figura 1: Reflexão regular
Controle II. Estudo e sintonia de controladores industriais
Controle II Estudo e sintonia de controladores industriais Introdução A introdução de controladores visa modificar o comportamento de um dado sistema, o objetivo é, normalmente, fazer com que a resposta
Definição. A expressão M(x,y) dx + N(x,y)dy é chamada de diferencial exata se existe uma função f(x,y) tal que f x (x,y)=m(x,y) e f y (x,y)=n(x,y).
PUCRS FACULDADE DE ATEÁTICA EQUAÇÕES DIFERENCIAIS PROF. LUIZ EDUARDO OURIQUE EQUAÇÔES EXATAS E FATOR INTEGRANTE Definição. A diferencial de uma função de duas variáveis f(x,) é definida por df = f x (x,)dx
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Princípios de Instrumentação Biomédica. Módulo 4
Universidade Federal do Rio de Janeiro Princípios de Instrumentação Biomédica Módulo 4 Faraday Lenz Henry Weber Maxwell Oersted Conteúdo 4 - Capacitores e Indutores...1 4.1 - Capacitores...1 4.2 - Capacitor
4.2 Modelação da estrutura interna
4.2 Modelação da estrutura interna AST434: C4-25/83 Para calcular a estrutura interna de uma estrela como o Sol é necessário descrever como o gás que o compõe se comporta. Assim, determinar a estrutura
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA DE CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I
1) Considerações gerais sobre os conjuntos numéricos. Ao iniciar o estudo de qualquer tipo de matemática não podemos provar tudo. Cada vez que introduzimos um novo conceito precisamos defini-lo em termos
2. Função polinomial do 2 o grau
2. Função polinomial do 2 o grau Uma função f: IR IR que associa a cada IR o número y=f()=a 2 +b+c com a,b,c IR e a0 é denominada função polinomial do 2 o grau ou função quadrática. Forma fatorada: a(-r
Considere um triângulo eqüilátero T 1
Considere um triângulo eqüilátero T de área 6 cm. Unindo-se os pontos médios dos lados desse triângulo, obtém-se um segundo triângulo eqüilátero T, que tem os pontos médios dos lados de T como vértices.
Testa os conhecimentos de Geometria Descritiva
Testa os conhecimentos de Geometria Descritiva Para testar os conhecimentos de Geometria Descritiva, procede da seguinte forma: responde por escrito à questão escolhida; em seguida, clica no Hiperlink
(Testes intermédios e exames 2005/2006)
158. Indique o conjunto dos números reais que são soluções da inequação log 3 (1 ) 1 (A) [,1[ (B) [ 1,[ (C) ], ] (D) [, [ 159. Na figura abaio estão representadas, em referencial o. n. Oy: parte do gráfico
MATEMÁTICA A VERSÃO 1
gabinete de avaliação educacional T E S T E I N T E R M É D I O 11.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) Duração da Prova: 90 minutos 10/Maio/2007 MATEMÁTICA A VERSÃO 1 Na sua
Problemas de Mecânica e Ondas 11
Problemas de Mecânica e Ondas 11 P. 11.1 ( Exercícios de Física, A. Noronha, P. Brogueira) Dois carros com igual massa movem-se sem atrito sobre uma mesa horizontal (ver figura). Estão ligados por uma
Prova Escrita de MATEMÁTICA
Prova Escrita de MATEMÁTICA Identi que claramente os grupos e as questões a que responde. As funções trigonométricas estão escritas no idioma anglo saxónico. Utilize apenas caneta ou esferográ ca de tinta
Fenómenos Ondulatórios. Reflexão, refracção, difracção
Fenómenos Ondulatórios Reflexão, refracção, difracção Natureza dualística da radiação electromagnética A radiação electromagnética é um fenómeno ondulatório envolvendo a propagação de um campo magnético
ActivALEA. active e actualize a sua literacia
ActivALEA active e actualize a sua literacia N.º 0 - DIIAGRAMA DE EXTREMOS E QUARTIIS Por: Maria Eugénia Graça Martins Departamento de Estatística e Investigação Operacional da FCUL [email protected]
3.3 Espaço Tridimensional - R 3 - versão α 1 1
1 3.3 Espaço Tridimensional - R 3 - versão α 1 1 3.3.1 Sistema de Coordenadas Tridimensionais Como vimos no caso do R, para localizar um ponto no plano precisamos de duas informações e assim um ponto P
ficha 3 espaços lineares
Exercícios de Álgebra Linear ficha 3 espaços lineares Exercícios coligidos por Jorge Almeida e Lina Oliveira Departamento de Matemática, Instituto Superior Técnico 2 o semestre 2011/12 3 Notação Sendo
2. O número de vectores da base de L construída na alínea anterior é a soma do número de vectores das bases de M e N.
2.4. PROJECÇÕES 2. dim(l)=dim(m)+dim(n) Demonstração. Se L=M N, qualquer vector x L se pode escrever de forma única como a soma de um vector x M M e outro vector x N N. 1. Dada uma base de M, x M pode
Análise Dimensional Notas de Aula
Primeira Edição Análise Dimensional Notas de Aula Prof. Ubirajara Neves Fórmulas dimensionais 1 As fórmulas dimensionais são formas usadas para expressar as diferentes grandezas físicas em função das grandezas
A EQUAÇÃO DO MOVIMENTO EM OCEANOGRAFIA
A EQUAÇÃO DO MOVIMENTO EM OCEANOGRAFIA Escrever a equação do movimento corresponde a escrever a 2ª Lei de Newton (F = ma) numa forma que possa ser aplicada à oceanografia. Esta Lei diz-nos que como resultado
Matemática A. Teste Intermédio Matemática A. Versão 1. Teste Intermédio. Versão 1. Duração do Teste: 90 minutos 24.01.2008. 11.º Ano de Escolaridade
Teste Intermédio Matemática A Versão 1 Teste Intermédio Matemática A Versão 1 Duração do Teste: 90 minutos 24.01.2008 11.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Na sua folha de respostas,
Só Matemática O seu portal matemático http://www.somatematica.com.br FUNÇÕES
FUNÇÕES O conceito de função é um dos mais importantes em toda a matemática. O conceito básico de função é o seguinte: toda vez que temos dois conjuntos e algum tipo de associação entre eles, que faça
Mecânica Aplicada. Engenharia Biomédica ESFORÇOS INTERNOS EM PEÇAS LINEARES
Mecânica plicada Engenharia iomédica ESFORÇOS INTERNOS EM PEÇS INERES Versão 0.2 Setembro de 2008 1. Peça linear Uma peça linear é um corpo que se pode considerar gerado por uma figura plana cujo centro
Seja D R. Uma função vetorial r(t) com domínio D é uma correspondência que associa a cada número t em D exatamente um vetor r(t) em R 3
1 Universidade Salvador UNIFACS Cursos de Engenharia Cálculo IV Profa: Ilka Rebouças Freire Cálculo Vetorial Texto 01: Funções Vetoriais Até agora nos cursos de Cálculo só tratamos de funções cujas imagens
Medição de Tensões e Correntes Eléctricas Leis de Ohm e de Kirchoff (Rev. 03/2008) 1. Objectivo:
LEO - MEBiom Medição de Tensões e Correntes Eléctricas Leis de Ohm e de Kirchoff (Rev. 03/2008) 1. Objectivo: Aprender a medir tensões e correntes eléctricas com um osciloscópio e um multímetro digital
O caso estacionário em uma dimensão
O caso estacionário em uma dimensão A U L A 6 Meta da aula Aplicar o formalismo quântico no caso de o potencial ser independente do tempo. objetivos verificar que, no caso de o potencial ser independente
ENERGIA POTENCIAL E CONSERVAÇÃO DE ENERGIA Física Geral I (1108030) - Capítulo 04
ENERGIA POTENCIAL E CONSERVAÇÃO DE ENERGIA Física Geral I (1108030) - Capítulo 04 I. Paulino* *UAF/CCT/UFCG - Brasil 2012.2 1 / 15 Sumário Trabalho e EP Energia potencial Forças conservativas Calculando
POTENCIAL ELÉTRICO. por unidade de carga
POTENCIAL ELÉTRICO A lei de Newton da Gravitação e a lei de Coulomb da eletrostática são matematicamente idênticas, então os aspectos gerais discutidos para a força gravitacional podem ser aplicadas para
CÁLCULO DE ZEROS DE FUNÇÕES REAIS
15 CÁLCULO DE ZEROS DE FUNÇÕES REAIS Um dos problemas que ocorrem mais frequentemente em trabalhos científicos é calcular as raízes de equações da forma: f() = 0. A função f() pode ser um polinômio em
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2 ME262
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS (CTG) DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA (DEMEC) MECÂNICA DOS FLUIDOS ME6 Prof. ALEX MAURÍCIO ARAÚJO (Capítulo 5) Recife - PE Capítulo
PROBLEMAS DE OTIMIZAÇÃO
(Tóp. Teto Complementar) PROBLEMAS DE OTIMIZAÇÃO 1 PROBLEMAS DE OTIMIZAÇÃO Este teto estuda um grupo de problemas, conhecido como problemas de otimização, em tais problemas, quando possuem soluções, é
CÁLCULO: VOLUME III MAURICIO A. VILCHES - MARIA LUIZA CORRÊA. Departamento de Análise - IME UERJ
CÁLCULO: VOLUME III MAURICIO A. VILCHES - MARIA LUIZA CORRÊA Departamento de Análise - IME UERJ 2 Copyright by Mauricio A. Vilches Todos os direitos reservados Proibida a reprodução parcial ou total 3
4.1 MOVIMENTO UNIDIMENSIONAL COM FORÇAS CONSTANTES
CAPÍTULO 4 67 4. MOVIMENTO UNIDIMENSIONAL COM FORÇAS CONSTANTES Consideremos um bloco em contato com uma superfície horizontal, conforme mostra a figura 4.. Vamos determinar o trabalho efetuado por uma
João Manuel R. S. Tavares / JOF
Introdução ao Controlo Numérico Computorizado II Referencial, Trajectórias João Manuel R. S. Tavares / JOF Introdução As ferramentas de uma máquina CNC podem realizar certos movimentos conforme o tipo
Ponto, reta e plano no espaço tridimensional, cont.
Ponto, reta e plano no espaço tridimensional, cont. Matemática para arquitetura Ton Marar 1. Posições relativas Posição relativa entre pontos Dois pontos estão sempre alinhados. Três pontos P 1 = (x 1,
Força atrito. Forças. dissipativas
Veículo motorizado 1 Trabalho Ocorrem variações predominantes de Por ex: Forças constantes Sistema Termodinâmico Onde atuam Força atrito É simultaneamente Onde atuam Sistema Mecânico Resistente Ocorrem
Antena Escrito por André
Antena Escrito por André Antenas A antena é um dispositivo passivo que emite ou recebe energia eletromagnéticas irradiada. Em comunicações radioelétricas é um dispositivo fundamental. Alcance de uma Antena
4. Tangentes e normais; orientabilidade
4. TANGENTES E NORMAIS; ORIENTABILIDADE 91 4. Tangentes e normais; orientabilidade Uma maneira natural de estudar uma superfície S consiste em considerar curvas γ cujas imagens estão contidas em S. Se
Matemática. Resolução das atividades complementares. M20 Geometria Analítica: Circunferência
Resolução das atividades complementares Matemática M Geometria Analítica: ircunferência p. (Uneb-A) A condição para que a equação 6 m 9 represente uma circunferência é: a), m, ou, m, c) < m < e), m, ou,
ponto P terá as projecções P 1 e P 2. E o eixo X passa para X. Vamos ver o que acontece no plano do
Mudança de planos 1- Introdução As projecções de uma figura só representam as suas verdadeiras grandezas se essa figura está contida num plano paralelo aos planos de projecção. Caso contrário as projecções
Equações diferencias são equações que contém derivadas.
Equações diferencias são equações que contém derivadas. Os seguintes problemas são exemplos de fenômenos físicos que envolvem taxas de variação de alguma quantidade: Escoamento de fluidos Deslocamento
AS LEIS DE NEWTON PROFESSOR ANDERSON VIEIRA
CAPÍTULO 1 AS LEIS DE NEWTON PROFESSOR ANDERSON VIEIRA Talvez o conceito físico mais intuitivo que carregamos conosco, seja a noção do que é uma força. Muito embora, formalmente, seja algo bastante complicado
Microfone e altifalante. Conversão de um sinal sonoro num sinal elétrico. sinal elétrico num sinal sonoro.
Microfone e altifalante Conversão de um sinal sonoro num sinal elétrico. Conversão de um sinal elétrico num sinal sonoro. O funcionamento dos microfones e dos altifalantes baseia-se na: - acústica; - no
( ) ( ) ( ( ) ( )) ( )
Física 0 Duas partículas A e, de massa m, executam movimentos circulares uniormes sobre o plano x (x e representam eixos perpendiculares) com equações horárias dadas por xa ( t ) = a+acos ( ωt ), ( t )
FÍSICA DAS RADIAÇÕES
FÍSICA DAS RADIAÇÕES Curso de Radiologia Escola Superior de Saúde de Faro 2008/2009 1º semestre Docente (aulas teóricas): Carla Quintão Silva DEPARTAMENTO DE FÍSICAF DA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA
