CAPÍTULO - 6 CICLOCONVERSORES
|
|
|
- Sofia Marroquim Branco
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 CAPÍTULO 6 CICLOCONERSORES 6.1 INTRODUÇÃO O ciclcnversr é destinad a cnverter uma determinada freqüência numa freqüência inferir, sem passagem pr estági intermediári de crrente cntínua. A cnversã de uma freqüência em utra é prtant direta. Os empregs mais difundids ds ciclcnversres sã s seguintes: a) Acinament de mtres de crrente alternada. A partir da freqüência fixa da rede, btémse uma freqüência variável que a ser aplicada a um mtr de induçã u síncrn permite a variaçã da velcidade. b) Prduçã de freqüência cnstante a partir de um alternadr de velcidade variável. Nessa funçã ciclcnversr é muit difundid em aernaves. 6.2 PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO Seja um cnversr dual de 3 pulss a tiristr ideal, alimentand uma carga indutiva, de md a garantir cnduçã cntínua. Assim a tensã média é dada pela expressã (6.1). Lmed 117, cs (6.1) que: Seja cas em que ângul varie n temp segund uma certa funçã de tal md cs F( t ) (6.2) Assim 117, F( t) (6.3) Lmed Prtant, a tensã média na carga variará prprcinalmente à funçã F(t) cm a representada na figura 6.1.a.
2 150 F(t) +1 1 T/2 T/2 t Fig. 6.1.a v L v 1 v 2 v 3 v 1 v 2 v 3 v 1 v 2 v 3 v 1 v 2 v 3 v 1 v 2 v 3 t Fig. 6.1.b Fig. 6.1 Tensões de um ciclcnversr. Cm cnseqüência é gerada na carga uma tensã cm a frma mstrada na figura 6.1.b, que é alternada cm períd T. Pdese cncluir entã que um cnversr dual, quand cmandad adequadamente, pde funcinar cm uma fnte de tensã alternada. O cnversr dual, quand realiza essa funçã de cnverter uma tensã alternada em utra, é denminad ciclcnversr. Cas se deseje prduzir uma tensã alternada senidal, basta fazer F(t) variar senidalmente. É que está representad na figura 6.2. F(t) T/2 T/2 t Fig. 6.2.a v L t Retificaçã Inversã Fig. 6.2.b i L Crrente n Grup Psitiv t Crrente n Grup Negativ Fig. 6.2.c Fig. 6.2 Tensões e crrentes senidais.
3 151 Na figura 6.2, representa ângul de atras da fundamental da crrente de carga em relaçã à fundamental da tensã de carga. As frmas de nda apresentadas referemse prtant a uma carga indutiva. A cada cicl de funcinament, s dis grups retificam e invertem uma vez cada um, cm está representad na tabela a seguir. v L i L Grup P Grup N + + Retificadr + Inversr Retificadr + Inversr Na figura 6.3.a está representad um ciclcnversr mnfásic, btid a partir de um cnversr dual de 3 pulss. A sua representaçã esquemática está representada na figura 6.3.b. v1( t) v2( t) v3( t) T1 T2 T 3 T4 T5 T 6 GRUPO P L/2 L/2 GRUPO N N + v L Z i L N Z Fig. 6.3.a Fig. 6.3 Ciclcnversr mnfásic de 3 pulss. Fig. 6.3.b 6.3 EQUAÇÃO DA TENSÃO DE SAÍDA Quand = 0, a tensã média prduzida pr um grup é dada pela expressã (6.4). L m 2 sen m (6.4) Onde: valr eficaz de um cicl da frma de nda de entrada que é aplicada na carga. m númer de pulss. L tensã média máxima.
4 152 Seja LM valr eficaz máxim da tensã prduzida pel ciclcnversr. 2 2 m LM sen m (6.5) Prtant: LM m sen m (6.6) A expressã (6.6) representa a máxima tensã eficaz teórica que ciclcnversr pde prduzir na saída. A expressã (6.6) representa valr eficaz da tensã prduzida pel ciclcnversr, se frem ignradas as quedas de tensã internas, sbretud aquelas devid à cmutaçã. O ângul P nã pde jamais ser nul, pis ist implicará num N = 180. Cm a cmutaçã nã é instantânea, ângul N deve ser sempre inferir a 180. Pr ist P deve ser sempre mair d que zer. Seja min menr valr que ângul P pde assumir sem falha de cmutaçã. Nesse cas valr eficaz da tensã de carga passa a ser representad pela expressã (6.7). LM m sen cs m min (6.7) 6.4 ESTRUTURAS DOS CICLOCONERSORES A partir d princípi de funcinament ds ciclcnversres, várias estruturas pdem ser empregadas cm diferentes graus de cmplexidade. Em geral as tensões de entrada sã trifásicas balanceadas. As tensões de saída pdem ser mnfásicas u trifásicas. A exempl ds retificadres e ds cnversres duais, um aument d númer de pulss reduz cnteúd harmônic das tensões de saída. Cm cnseqüência, há necessidade de um mair númer de tiristres, que aumenta cust d equipament. Os circuits apresentads a seguir sã s de mair interesse prátic e de us mais difundid na Indústria. O ciclcnversr trifásic mais simples é de 3 pulss que está representad na figura 6.4. É cnstituíd de 3 cnversres duais de 3 pulss, que sã alimentads pel mesm secundári d transfrmadr. A funçã d transfrmadr é a adaptaçã da tensã da rede à carga. A sua exclusã nã altera em nada funcinament da estrutura d ciclcnversr. Nas figuras 6.5 e 6.6 estã representads s ciclcnversres trifásics de 6 pulss em pnte.
5 153 I 2 Rede + LM LM R I S I T I Circuit A Fig. 6.4 Ciclcnversr de 3 pulss cm pnt médi. Sã cnstituíds de 3 cnversres duais de 6 pulss. Cm nã há pnt cmum entre a fnte e a carga d circuit, há necessidade de islament na entrada u na saída. A sluçã mais ecnômica está representada na figura 6.5, na qual a entrada é cmum as 3 grups e as cargas sã isladas entre si. Esse circuit é recmendad para a alimentaçã de máquinas trifásicas de crrente alternada pis elas pssuem enrlaments estatórics islads um d utr. Também nesse cas transfrmadr pde ser excluíd, pis sua única funçã é mdificar, quand necessári, a tensã de alimentaçã. Cas as três fases da carga nã pssam ser isladas entre si, é necessári empreg de um transfrmadr cm 3 saídas isladas, cm está representad na figura 6.6. A cnfiguraçã d ciclcnversr é a mesma d cas anterir. A capacidade ttal em A d secundári d transfrmadr, tem que ser 22% mair que primári. As relações quantitativas básicas, para s circuits apresentads, estã representadas na Tabela 1. Cm elas pdese fazer dimensinament ds transfrmadres. Pdese também determinar as crrentes e as ptências ativa e reativa cnsumidas pels ciclcnversres em questã. Tabela 1 Relações Quantitativas Básicas ds Ciclcnversres (*) Circuit r cs i N i N P N S A 1,0 0,843 1, 32( 3LM I ) 1, 32( 3 LM I ) 1, 32( 3 LM I ) 0,1 0,078 1, 32( 3LM I ) 1, 32( 3 LM I ) 1, 32( 3 LM I ) B 1,0 0,843 1, 21( 3LM I ) 1, 21( 3 LM I ) 1, 21( 3 LM I ) 0,1 0,078 1, 32( 3LM I ) 1, 32( 3 LM I ) 1, 32( 3 LM I ) C 1,0 0,843 1, 21( 3LM I ) 1, 21( 3 LM I ) 1, 48( 3 LM I ) 0,1 0,078 1, 32( 3LM I ) 1, 32( 3 LM I ) 1, 48( 3 LM I ) (*) cs i válid para cs i = 1
6 154 r cs (determina a amplitude da fundamental da tensã na saída). N i ptência aparente ttal na entrada d circuit. N P ptência aparente ttal n primári d transfrmadr. N S ptência aparente ttal n secundári d transfrmadr. I crrente eficaz na carga. cs i fatr de deslcament da entrada. cs fatr de deslcament da carga. I 2 Rede LM + LM R I S I T I Circuit B Fig. 6.5 Ciclcnversr de 6 pulss, em pnte, paras cargas isladas. I 2 + Rede + + LM LM R I S I Circuit C Fig. 6.6 Ciclcnversr de 6 pulss, em pnte, paras cargas nã isladas. T I
7 155 LM LM (Estrutura A) (Estrutura B e C) valr eficaz da tensã faseneutr n secundári d transfrmadr. LM valr eficaz máxim da tensã faseneutr na carga. 6.5 HARMÔNICAS DA TENSÃO DE SAÍDA Freqüências das Harmônicas Essas harmônicas têm a sua rigem na frma cm a tensã de saída é prduzida, a partir de fragments de senóides das tensões de entrada. As freqüências das harmônicas presentes sã dadas pelas relações apresentadas a seguir. Serã cnsiderads apenas s ciclcnversres cm crrente de circulaçã. a) Cnversr de 3 pulss f 3( 2p 1) f 2n f (6.8) H i Onde: n 3( 2p 1) 1 (6.9) e f 6pf ( 2n 1) f (6.10) H i Onde: ( 2n 1) ( 6p 1) (6.11) Onde: p númer inteir de 1 a. n númer inteir de 0 a. f H freqüência das harmônicas. f i freqüência de alimentaçã. f freqüência de saída d ciclcnversr. b) Cnversr de 6 pulss f 6pf ( 2n 1) f (6.12) H i Onde: ( 2n 1) ( 6p 1) (6.13)
8 156 c) Cnversr de 12 pulss f 12pf ( 2n 1) f (6.14) H i Onde: ( 2n 1) ( 12p 1) (6.15) As expressões apresentadas mstram que as freqüências das harmônicas presentes na tensã de saída de um ciclcnversr cm circulaçã de crrente dependem ds seguintes fatres: Númer de pulss da estrutura de base que dá rigem a ciclcnversr; Freqüência das tensões de entrada; Freqüência das tensões de saída; As expressões apresentadas indicam a existência de subharmônicas na tensã de saída. A expressã (6.8) tmada a títul de exempl pde ser rescrita d md apresentad pela expressã (6.16) fh f f 3( 2p 1) i 2n (6.16) f Seja: p = 1 e n = 3 fh fi f 3 6 (6.16) fi A expressã (6.17) está representada graficamente na figura 6.7. fh fi f 3 i f 3 2 6f 3 i f Curva Desejada 0 f 0 0,2 0,333 0,4 0,6 0,8 1,0 fi Fig. 6.7 Freqüências das harmônicas da tensã de saída para ciclcnversr de 3 pulss.
9 157 Pela figura 6.7, verificase que para 1/3 < f i /f < 2/3 existem tensões subharmônicas na saída. Além da existência de crrente de circulaçã, há duas restrições adicinais que devem ser respeitadas para que as cnclusões estabelecidas sejam crretas: a) A mdulaçã d ângul de dispar ds tiristres deve ser d tip cssenidal. b) A crrente de carga nã pde sfrer descntinuidade Amplitudes das Harmônicas da Tensã de Carga Para s ciclcnversres cm crrente de circulaçã, as amplitudes das harmônicas da tensã de saída nã dependem d fatr de ptência da carga. Dependem prém d valr da tensã de saída em relaçã a seu própri valr máxim, u seja, dependem de r = cs. As freqüências das amplitudes predminantes crrem para p = 1. Desse md, a partir das expressões (6.8), (6.12) e (6.14) btémse as expressões (6.18), (6.19) e (6.20). f 3f 2 n f (6.18) H i Para n < 4 fh 6 fi ( 2n 1) f (6.19) Para n < 3 fh 12 fi ( 2n 1) f (6.20) Para n < 6 Nas tabelas 2 e 3 estã representadas as amplitudes das harmônicas mais imprtantes para s ciclcnversres de 3 e 6 pulss em funçã de r. Os valres sã apresentads em P.U. tend cm tensã de base valr de pic da tensã de fase de saída, u seja: base 2 (6.21) LM
10 158 Tabela 2 Amplitudes das Harmônicas da Tensã de Carga para Ciclcnversr de 3 Pulss n r f 3f 2 n f H i ,0 0,000 0,250 0,125 0,9 0,027 0,279 0,082 0,8 0,097 0,275 0,051 0,7 0,195 0,247 0,030 0,6 0,307 0,205 0,016 0,5 0,422 0,156 0,008 0,4 0,529 0,107 0,003 0,3 0,621 0,063 0,001 0,2 0,691 0,029 0,000 0,1 0,735 0,007 0,000 Tabela 3 Amplitudes das Harmônicas da Tensã de Carga para s Ciclcnversres de 3 e 6 Pulss fh 6 fi 2 n f n r 1,0 0,000 0,000 0,100 0,071 0,9 0,033 0,039 0,115 0,034 0,8 0,062 0,100 0,092 0,015 0,7 0,041 0,134 0,060 0,006 0,6 0,025 0,133 0,033 0,002 0,5 0,105 0,105 0,015 0,001 0,4 0,169 0,068 0,005 0,000 0,3 0,193 0,034 0,001 0,000 0,2 0,166 0,011 0,000 0,000 0,1 0,096 0,001 0,000 0,000 Quand f = 0, as freqüências mais imprtantes para s ciclcnversres de 3 e 6 pulss respectivamente sã: f f H H 3 f (6.22) i 6 f (6.23) i que sã as harmônicas fundamentais ds retificadres simples.
11 Exercíci Reslvid Cnsidere um ciclcnversr de 6 pulss, cm uma tensã eficaz máxima de saída igual a 220. Determinar, a partir da Tabela 3, qual a freqüência e a amplitude da harmônica de mair valr da tensã de saída. Cnsiderar f = 20Hz e f i = 60Hz. Sluçã: LM 220 LM pic A harmônica de mair amplitude crre para n = 0 e r = 0,3 e seu valr em P.U. é igual a 0,193. Seja f = 20Hz e f i = 60Hz f 6 f f f H i H 340 Hz e fh 380 Hz H pic 0, Obviamente, a se variar f, f H variará, prém Hpic permanecerá cnstante. Para r = 0,3 a tensã de saída será: L pic 0, , 3 (alr de Pic) H pic L pic 0, , , 193 0, 64 0, 3 O valr dessas harmônicas é muit imprtante em relaçã a valr da tensã de saída. 6.6 LIMITES DA FREQÜÊNCIA DE SAÍDA Fi dit anterirmente que as freqüências das harmônicas das tensões de saída dependem da freqüência de saída f. Alguns valres de f H diminuem cm aument de f. Essas harmônicas de baixas freqüências sã mais difíceis de serem filtradas. Pr iss para s ciclcnversres de três pulss é recmendad limitar a freqüência de saída a um valr máxim igual a um terç da freqüência de entrada, u seja: f fi (6.24) CORRENTES DE ENTRADA DOS CICLOCONERSORES
12 160 A crrente em uma fase de alimentaçã d ciclcnversr pssui três cmpnentes: a) Cmpnente ativ I d respnsável pela transferência da ptência da fnte para a carga. b) Cmpnente em quadratura u reativ I q que depende d fatr de ptência da carga e d valr d cs. c) Cmpnente que reúne cnjunt de harmônicas I h. O valr eficaz da crrente de entrada é dad entã pela expressã (6.25) ef d q h I I I I (6.25) Mesm para uma carga cm fatr de ptência unitári, a cmpnente I q existe, que significa que fatr de ptência que ciclcnversr ferece à rede é sempre inferir a um. Além diss, as crrentes harmônicas também cntribuem para a reduçã d fatr de ptência, na medida em que nã prpiciam transferência de ptência ativa para a carga. O Fatr de Deslcament de um ciclcnversr, cs i, é definid pela relaçã (6.26). cs i I I d d 2 Iq 2 (6.26) O fatr de deslcament de um ciclcnversr simétric nã depende d númer de pulss nem d númer de fases na saída. Depende smente d fatr de ptência da carga cs, e d parâmetr r, cm está representad na figura 6.8. O valr eficaz da cmpnente fundamental da crrente na entrada d ciclcnversr é dad pela expressã (6.27). 2 2 d q I I I (6.27) 1 cs i Id I1 (6.28) (6.29). O Fatr de Ptência que ciclcnversr apresenta à rede é definid pela expressã cs I d Ief (6.29) Cm as expressões (6.25) a (6.29), cm a Tabela 1 e cm a figura 6.7 usuári de um ciclcnversr pde dimensinar transfrmadr e s cabs de alimentaçã, bem cm definir cnsum de reativ de sua instalaçã.
13 161 1,0 cs i 0,9 0,843 r 1, 0 0,8 r 0, 9 0,7 r 0, 8 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0, ,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 1,0 cs r 0, 7 r 0, 6 r 0, 5 r 0, 4 r 0, 3 r 0, 2 r 0, 1 Fig. 6.8 Fatr de deslcament em funçã d fatr de ptência da carga, tmand r cm parâmetr, para tds s ciclcnversres estátics. 6.8 FREQÜÊNCIAS DAS HARMÔNICAS DA CORRENTE DE ENTRADA a) Harmônicas Características As harmônicas características apresentamse cm freqüências que independem da cnfiguraçã d circuit cnversr u d númer de pulss. Onde: a.1) Para Saída Mnfásica fh fi 2 n f (6.30) a.2) Para Saída Trifásica fh fi 2 n f (6.31) n 1, 2, 3, 4,..., f i freqüência de entrada. f freqüência de saída. f H freqüência das harmônicas.
14 162 b) Harmônicas Dependentes da Cnfiguraçã d Ciclcnversr b.1) Ciclcnversr de 3 Pulss b.1.1) Saída Mnfásica f [ 3( 2p 1) 1] f ( 2n 1 ) f (6.32) H i f ( 6p 1) f 2 n f (6.33) H i b.1.2) Saída Trifásica Balanceada f [ 3( 2p 1) 1] f 3( 2n 1 ) f (6.34) H i f ( 6p 1) f 6 n f (6.35) H i Onde: p 1, 2, 3, 4,..., n 0, 1, 2, 3,..., b.2) Ciclcnversr de 6 Pulss b.2.1) Saída Mnfásica f ( 6p 1) f 2 n f (6.36) H i b.2.2) Saída Trifásica Balanceada f ( 6p 1) f 6 n f (6.37) H i 6.9 EXERCÍCIO RESOLIDO Seja ciclcnversr trifásic de 3 pulss representad na figura 6.9. Cnsiderar s seguintes valres numérics. I 20A r 1 f f i LM 220 cs 0, 7 20Hz 60Hz R 220
15 163 R cs i cs LM I R f i I i Ciclcnversr de 3 Pulss I f P i N i Q i P Fig. 6.9 Ciclcnversr trifásic de 3 pulss. Determinar: (a) O Fatr de Deslcament cs i. (b) A crrente eficaz de entrada I i. (c) As ptências aparente, ativa e reativa slicitadas da rede. (d) A tensã faseneutr d secundári d transfrmadr. (e) A crrente n primári d transfrmadr. (f) A cmpnente ativa da crrente de entrada d cnversr. (g) O fatr de ptência que ciclcnversr apresenta à rede. (h) As freqüências e as amplitudes das tensões de saída. Sluçã: (a) Tmandse cs = 0,7 e r = 1,0 e entrandse na figura 6.8 btémse cs i = 0,65 (b) Ni 132, ( 3LM I) I 20 A LM 220 Ni 132, A Ni 3 Ii Ii Ni , 83A , 34 Send I i a crrente eficaz de entrada. (c) P P i P 3LM I cs P , W Pi 9240 W Ni Pi Qi
16 Qi Ar send Q i a ptência reativa na entrada. (d) LM , (e) Np 3 R IR I R (f) Pi 3 Ip 26, 4A I p , A send I p a cmpnente ativa da crrente de entrada , 00 Pi 9240 (g) cs 0, 53 send cs fatr de ptência na entrada. N (h) Seja p = 1 f 3f 2 n f f f H i H i 20 Hz fi 60 Hz 180 Hz para n = 0 fh Hz para n = 1 fh Hz para n = 1 fh Hz para n = 2 fh Hz para n = 2 As amplitudes dessas harmônicas em P.U. têm s seguintes valres: n = 0 v H0 = 0,0 n = 1 v H1 = 0,250 n = 2 v H2 = 0,125 (Dads btids na Tabela 2) LM = 220
17 165 H1 vh1 H1 0, , 75 LM pic vh2 H2 H2 0125, , 88 LM pic Pis: LM pic LM EXERCÍCIOS PROPOSTOS 1 Cnsidere a seguinte estrutura: T 1 v( t) T 2 R v( t) 2 sen ( t) f 60Hz erificar se é pssível bter na carga R uma freqüência inferir a 60Hz. Cas afirmativ, descrever as seqüências de funcinament, as frmas de nda da crrente e da tensã de carga. 2 Seja a estrutura representada na figura seguinte. Ela representa um ciclcnversr mnfásic de 2 pulss em pnte. Descrever princípi de funcinament e as frmas de nda. Estabelecer a expressã de em funçã de 2 e d cs. L/2 L/2 T 1 T 2 T 5 T 6 I + T 3 T 4 T 7 T v ( t) 1
18 166 3 Seja a estrutura representada na figura seguinte, que representa um ciclcnversr de 2 pulss, mnfásic de pnt médi. Descrever princípi de funcinament e desenhar as frmas de nda. T 3 v ( t) 1 i T 1 v + T 2 T 4 Os tiristres T 3 e T 2 cnstituem grup psitiv e T 1 e T 4 cnstituem grup negativ d ciclcnversr. 4 Seja a estrutura genérica de um ciclcnversr representada na figura seguinte. GRUPO P + i P i + R v i N GRUPO N L + v e i sã senidais. Representar um períd de funcinament da estrutura e indicar s intervals de temp ns quais cada grup pera cm retificadr u inversr, para s seguintes cass: a) cs = 1 b) cs = 0,866 c) cs = 0,5 5 Repetir exercíci reslvid n item 6.9 d text para ciclcnversr de 6 pulss representad na figura Seja a figura seguinte.
19 167 Rede C 1 C 2 C 3 i c + i Ciclcnversr i L de 3 Pulss r v O ciclcnversr alimenta uma carga puramente indutiva. Pr iss fatr de deslcament mstrad à rede é igual a zer, cm está indicad nas curvas da figura 6.7. A estrutura cm s capacitres na entrada é empregada cm cmpensadr estátic de energia reativa. Explicar seu funcinament.
CAPÍTULO - 3 RETIFICADORES A TIRISTOR RETIFICADOR MONOFÁSICO DE MEIA ONDA A) CARGA RESISTIVA (FIGURAS 3.1.a E 3.1.b)
Cap. 3 etificadres a Tiristr 5 CAPÍTUO 3 ETFCADOES A TSTO 3.1 ETFCADO MONOFÁSCO DE MEA ONDA A) CAGA ESSTVA (FGUAS 3.1.a E 3.1.b) T i v Fig. 3.1.a. etificadr mnfásic de meia nda. v v i ωt i G 0 ωt 3 Fig.
Pontifícia Universidade Católica do RS Faculdade de Engenharia
Pntifícia Universidade Católica d S Faculdade de Engenharia LABOATÓO DE ELETÔNCA DE POTÊNCA EXPEÊNCA 4: ETFCADO TFÁSCO COM PONTO MÉDO ( PULSOS) OBJETO erificar qualitativa e quantitativamente cmprtament
Lista de exercícios Conceitos Fundamentais
Curs: Engenharia Industrial Elétrica Disciplina: Análise Dinâmica Prfessr: Lissandr Lista de exercícis Cnceits Fundamentais 1) Em um circuit trifásic balancead a tensã V ab é 173 0 V. Determine tdas as
CIRCUITO SÉRIE/PARALELO Prof. Antonio Sergio-D.E.E-CEAR-UFPB.
CIRCUITO SÉRIE/PARALELO Prf. Antni Sergi-D.E.E-CEAR-UFPB. Os circuit reativs sã classificads, assim cm s resistivs, em a) Circuits série. b) Circuits paralel c) Circuit série-paralel. Em qualquer cas acima,
CAPÍTULO 2 RETIFICADORES A DIODO 2.1 - RETIFICADOR MONOFÁSICO DE MEIA ONDA A DIODO
Cap. etificadres a Did 7 CAPÍTUO ETFCADOES A DODO. ETFCADO MONOFÁSCO DE MEA ONDA A DODO a) Carga esistia Pura (Figura.) () D D Fig.. etificadr mnfásic de meia nda cm carga resistia. Onde: ( ) sen( ) sen(
Sistemas Elétricos de Potência 1 Lista de Exercícios No. 1 Revisão de Circuitos em Corrente Alternada
Sistemas Elétrics de Ptência Lista de Exercícis N. Revisã de ircuits em rrente lternada Parte : Ptência em Sistemas Mnfásics. Duas cargas em paralel cnsmem respectivamente 20 W cm um fatr de ptência de
Transdutor de corrente alternada (analógico)
Transdutr de crrente (analógic) Revisã 1.1 22/04/2014 [1] Intrduçã Os transdutres de crrente têm pr finalidade cnverter um determinad sinal de crrente em um sinal cntínu islad galvanicamente. Sã dispnibilizads
CAPÍTULO 2 RETIFICADORES A DIODO 2.1 - RETIFICADOR MONOFÁSICO DE MEIA ONDA A DIODO. a) Carga Resistiva Pura
CAPÍTULO ETFCADOES A DODO.1 ETFCADO MONOFÁSCO DE MEA ONDA A DODO a) Carga esistiva Pura A estrutura d retificadr mnfásic de meia nda alimentand uma carga resistiva está representada na figura.1. v D D
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA
UNIERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA LISTA DE EXERCICIOS #4 () O circuit a seguir é usad cm pré-amplificadr e
Capítulo 6 - Medidores de Grandezas Elétricas Periódicas
Capítul 6 - Medidres de Grandezas Elétricas Periódicas 6. Intrduçã Neste capítul será estudad princípi de funcinament ds instruments utilizads para medir grandezas (tensões e crrentes) periódicas. Em circuits
Modulação AM - DSB. Sinal Modulante + = () ( ) ( ) k = Eficiência do modulador. Sinal Portador AM - DSB
Mdulaçã AM - DSB Sinal Mdulante DC + = et = E kem cs ωmt * cs ω AM + t () ( ) ( ) x k = Eficiência d mduladr AM - DSB Sinal Prtadr Espectr d AM-DSB Sinal mdulante cssenidal et ( ) = cs ( ) * cs ( ) = AM
Circuitos em CA Série, Paralelo e Misto
Institut Federal de Educaçã, Ciência e ecnlgia de Santa Catarina Departament Acadêmic de Eletrônica Retificadres Circuits em CA Série, Paralel e Mist Prf. Clóvis Antôni Petry. Flrianóplis, març de 2009.
Como Z constitui-se claramente a hipotenusa de um triângulo retângulo, tem-se
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA CENTRO DE TENOLOGIA DEPARTAMENTO DE TECNLOGIA MECÂNICA PROF. ANTONIO SERGIO NUMEROS COMPLEXOS Os númers cmplexs representam uma imprtante ferramenta em matemática. Um númer
Roteiro-Relatório da Experiência N o 3 RESSONÂNCIA SÉRIE E SELETIVIDADE
Rteir-Relatóri da Experiência N 3 1. COMPONENTES DA EQUIPE: AUNOS NOTA 1 3 4 Prf.: Cels Jsé Faria de Araúj 5 Data: / / : hs. OBJETIVOS:.1. Nesta experiência será mntad um circuit RC série ressnante, a
KIT PARA O REPARO DO CIRCUITO ELETRÔNICO DOS PROCESSADORES RI3172 / RI3173
KIT PR O REPRO DO IRUITO ELETRÔNIO DOS PROESSDORES RI3172 / RI3173 Em funçã da descntinuidade de frneciment da placa de circuit ds prcessadres RI3172 e RI3173 e devid a grande quantidade de aparelhs existentes
Vantagens do Sistema Trifásico
Vantagens d Sistema Trifásic Original: 6-06-03 Hmer Sette Revisã: 30-06-03 Agra que sistema trifásic chegu as amplificadres, cm advent d TRI 6000 S da Etelj, interesse pel assunt na cmunidade de áudi aumentu
TIPO DE PROVA: A. Questão 1. Questão 3. Questão 4. Questão 2. alternativa B. alternativa A. alternativa D. alternativa C
Questã TIPO DE PROVA: A Ds n aluns de uma escla, 0% têm 0% de descnt na mensalidade e 0% têm 0% de descnt na mesma mensalidade. Cas equivalente a esses descnts fsse distribuíd igualmente para cada um ds
Aula 03 Circuitos CA
Campus I Jã Pessa Disciplina: Análise de Circuits Curs Técnic Integrad em Eletrônica Prfª: Rafaelle Felician 1. Elements de Circuits n dmíni de Fasres Intrduçã Para cmpreender a respsta de dispsitivs básics
Circuitos de Corrente Alternada I
Institut de Física de Sã Carls Labratóri de Eletricidade e Magnetism: Circuits de Crrente Alternada I Circuits de Crrente Alternada I Nesta prática, estudarems circuits de crrente alternada e intrduzirems
REDUÇÃO DE HARMÔNICOS DE CORRENTE EM RETIFICADORES DE MÚLTIPLOS PULSOS - GENERALIZAÇÃO DAS CONEXÕES DIFERENCIAIS
UIERSIDADE ESTADUAL PAULISTA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EGEHARIA ELÉTRICA REDUÇÃO DE HARMÔICOS DE CORRETE EM RETIFICADORES DE MÚLTIPLOS PULSOS - GEERALIZAÇÃO DAS COEXÕES DIFERECIAIS Dissertaçã submetida
AMPLIFICADOR OPERACIONAL
AMPLIFICADO OPEACIONAL Intrduçã O amplificadr peracinal (ampp) é um amplificadr integrad cnstruíd para facilitar a análise e a utilizaçã de amplificadres realimentads. Análise baseada em cnceits de realimentaçã
4.2 - DESCRIÇÃO DA COMUTAÇÃO. Seja o Retificador trifásico de ponto médio (Fig. 4.1)
Cap. 4 Estd da Ctaçã 80 CAPÍTULO 4 ESTUDO DA COMUTAÇÃO 4.1 NTRODUÇÃO Capítls anterires as fntes de tensã fra cnsideradas ideais, Fntes Reais psse ipedância interna (nflência na peraçã estrtras). Origens:
ELETRÔNICA DE POTÊNCIA II
ELETRÔCA E POTÊCA AULA 9 COERORE OLAO - COEROR FLYBACK Prf. Marci Kimpara UFM - Universidade Federal de Mat Grss d ul FAEG Faculdade de Engenharias, Arquitetura e Urbanism e Gegrafia Prf. Marci Kimpara
Transformadores. Transformadores 1.1- INTRODUÇÃO 1.2- PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO
Transfrmadres 1.1- INTRODUÇÃO N estud da crrente alternada bservams algumas vantagens da CA em relaçã a CC. A mair vantagem da CA está relacinada cm a facilidade de se elevar u abaixar a tensã em um circuit,
Capítulo V. Técnicas de Análise de Circuitos
Capítul V Técnicas de Análise de Circuits 5.1 Intrduçã Analisar um circuit é bter um cnjunt de equações u valres que demnstram as características de funcinament d circuit. A análise é fundamental para
grau) é de nida por:
CÁLCULO I Prf. Edilsn Neri Júnir Prf. André Almeida : Funções Elementares e Transfrmações n Grác de uma Funçã. Objetivs da Aula Denir perações cm funções; Apresentar algumas funções essenciais; Recnhecer,
CIRCUITOS DE CORRENTE ALTERNADA
3 IUITOS DE OENTE TEND 3. INTODUÇÃO O estud de circuits de crrente alternada (..) é sbremd imprtante dad que a grande mairia das instalações elétricas utiliza este tip de circuits. Inicia-se desenvlviment
TIPO DE PROVA: A. Questão 1. Questão 2. Questão 4. Questão 3. alternativa A. alternativa B. alternativa C
Questã TIPO DE PROVA: A de dias decrrids para que a temperatura vlte a ser igual àquela d iníci das bservações é: A ser dividid pr 5, númer 4758 + 8a 5847 deixa rest. Um pssível valr d algarism a, das
AULA CORRENTE CONTÍNUA E ALTERNADA
APOSTILA ELÉTRIA PARA AULA 11 MÓDULO - 1 ORRENTE ONTÍNUA E ALTERNADA Induçã Eletrmagnética Geraçã de crrente cntínua e alternada Frmas de nda - icl - Períd - Frequência lts de pic e pic-a-pic Tensã eficaz
Transdutor de tensão ou corrente contínua (analógico)
Transdutr de tensã u crrente cntínua (analógic) Revisã 3.3-18/11/2015 [1] Intrduçã Os transdutres de tensã u crrente cntínua têm pr finalidade cnverter um determinad sinal de tensã u crrente em um sinal
Exame: Matemática Nº Questões: 58 Duração: 120 minutos Alternativas por questão: 4 Ano: 2009
Eame: Matemática Nº Questões: 8 Duraçã: 0 minuts Alternativas pr questã: An: 009 INSTRUÇÕES. Preencha as suas respstas na FOLHA DE RESPOSTAS que lhe fi frnecida n iníci desta prva. Nã será aceite qualquer
UFRJ / POLI / DEL - Laboratório de Eletrônica III AULA PRÁTICA #4 OSCILADORES SENOIDAIS EM PONTE DE WIEN
AULA PRÁTICA #4 OSCILADORES SEOIDAIS EM POTE DE WIE Obs: Prnuncia-se pnte de in. O nme vem d pesquisadr alemã Max Karl Werner Wien (866-938), que estudu a pnte RC que realimenta amplificadr, que leva seu
Retificadores (ENG ) Lista de Exercícios (Selecionados) de Dispositivos Eletrônicos
ista de Exercícis de ispsitivs Eletrônics etificadres (ENG - 20301) ista de Exercícis (Selecinads) de ispsitivs Eletrônics 06) etermine a queda de tensã direta através d did cujas características aparecem
PROVA DE FÍSICA MÓDULO III DO PISM (triênio )
QUESTÕES OBJETIVAS PROVA DE FÍSICA MÓDULO III DO PISM (triêni 2004-2006) Use, se necessári: cnstante de Planck, h = 6,63x10-34 J.s; carga d elétrn, q = 1,60x10-19 C; cnstante eletrstática, k = 9x10 9 N.M
Diagramas líquido-vapor
Diagramas líquid-vapr ara uma sluçã líquida cntend 2 cmpnentes vláteis que bedecem (pel mens em primeira aprximaçã) a lei de Rault, e prtant cnsiderada cm uma sluçã ideal, a pressã de vapr () em equilíbri
EEL211 - LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS II
EEL2 - LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS II LABORATÓRIO N O 9: RESPOSTA EM FREQÜÊNCIA (BW) FILTROS Filtrs sã circuits que permitem a passagem d sinal alternad para uma determinada faixa de frequência.
CORREÇÃO ATIVA DO FATOR DE POTÊNCIA RETIFICADORES MONOFÁSICOS OPERANDO EM CONDUÇÃO DESCONTINUA
CORREÇÃO ATA DO FATOR DE POTÊNCA RETFCADORES MONOFÁSCOS OPERANDO EM CONDUÇÃO DESCONTNUA CONERSOR BOOST CONERSOR FLYBACK CONERSOR SEPC CONERSOR ZETA CONERSOR CUK Prf. v Barbi Universidade Federal de Santa
Halliday & Resnick Fundamentos de Física
Halliday & Resnick Fundaments de Física Mecânica Vlume 1 www.grupgen.cm.br http://gen-i.grupgen.cm.br O GEN Grup Editrial Nacinal reúne as editras Guanabara Kgan, Sants, Rca, AC Farmacêutica, LTC, Frense,
Análise de Circuitos em Regime Forçado Sinusoidal
Teria ds Circuits e Fundaments de Electrónica Análise de Circuits em egime Frçad Sinusidal Teresa endes de Almeida [email protected] DEEC Área Científica de Electrónica T..Almeida ST-DEEC- ACElectrónica
matemática 2 Questão 7
Questã TIPO DE PROVA: A Na figura, a diferença entre as áreas ds quadrads ABCD e EFGC é 56. Se BE =,a área d triângul CDE vale: a) 8,5 b) 0,5 c),5 d),5 e) 6,5 pr semana. Eventuais aulas de refrç sã pagas
2. SISTEMA TRIFÁSICO
2. EMA RÁCO 2.1 ntrduçã a istema rifásic Circuits u sistemas nas quais as fntes em crrente alternada eram na mesma frequência, mas cm fases diferentes sã denminads lifásics. O circuit trifásic é um cas
A) O volume de cada bloco é igual à área da base multiplicada pela altura, isto é, 4 1
OBMEP Nível 3 ª Fase Sluções QUESTÃO. Quincas Brba uniu quatr blcs retangulares de madeira, cada um cm 4 cm de cmpriment, cm de largura e cm de altura, frmand bjet mstrad na figura. A) Qual é vlume deste
Capacitância e Capacitores
Nessa prática, farems um estud sbre capacitres. erá intrduzid cnceit de capacitância e estudarems as leis de carga e descarga de capacitres, bem cm as regras de assciaçã desses elements de circuit. empre
UFSC. Matemática (Amarela)
Respsta da UFSC: 0 + 0 + 08 = Respsta d Energia: 0 + 08 = 09 Resluçã 0. Crreta. 0. Crreta. C x x + y = 80 y = 80 x y y = x + 3 30 x + 3 30 = 80 x x = 80 3 30 x = 90 6 5 x = 73 45 8 N x z 6 MN // BC segue
COMPARAÇÃO DE CURVAS DE SOBREVIVÊNCIA
COMPARAÇÃO DE CURVAS DE SOBREVIVÊNCIA O prblema de cmparaçã de distribuições de sbrevivências surge cm freqüência em estuds de sbrevivência. Pr exempl, pde ser de interesse cmparar dis trataments para
Transdutor de Potência (analógico)
Transdutr de Ptência (analógic) Revisã 3.2 21/08/2013 [1] Intrduçã Os transdutres analógics de ptência têm pr finalidade cnverter a ptência ativa e/u reativa de um sistema em um sinal cntínu (de tensã
CAPÍTULO VIII. Análise de Circuitos RL e RC
CAPÍTUO VIII Análise de Circuits e 8.1 Intrduçã Neste capítul serã estudads alguns circuits simples que utilizam elements armazenadres. Primeiramente, serã analisads s circuits (que pssuem apenas um resistr
Instituto de Física USP. Física V - Aula 10. Professora: Mazé Bechara
Institut de Física USP Física V - Aula 10 Prfessra: Mazé Bechara Material para leitura na Xerx d IF 1. Prduçã e ransfrmaçã de Luz; Albert instein (1905); Artig 5 d Livr O an Miraculs de instein (traduçã
L = R AULA 8 - TRIGONOMETRIA TRIGONOMETRIA NA CIRCUNFERÊNCIA TRIÂNGULO RETÂNGULO. sen. cos a b. sen. cos a tg b tg. sen cos 90 sen cos 1 tg tg.
AULA 8 - TRIGONOMETRIA TRIÂNGULO RETÂNGULO TRIGONOMETRIA NA CIRCUNFERÊNCIA COMO MEDIR UM ARCO CATETO OPOSTO sen HIPOTENUSA. cs tg CATETO ADJACENTE HIPOTENUSA CATETO OPOSTO CATETO ADJACENTE Medir um arc
ELETRÔNICA DE POTÊNCIA I Retificadores trifásicos a diodo em ponte completa
UNESDADE DO ESTADO DE SANTA CATANA CENTO DE CÊNCAS TECNOLÓGCAS DEPATAMENTO DE ENGENHAA ELÉTCA CUSO DE ENGENHAA ELÉTCA ELETÔNCA DE POTÊNCA etificadres trifásics a did em pnte cmpleta Prf. Yales. De Nvaes
Caixas Ativas e Passivas. SKY 3000, SKY 2200, SKY 700, SKY 600 e NASH Áreas de Cobertura e Quantidade de Público
Caixas Ativas e Passivas SKY 3000, SKY 00, SKY 700, SKY 600 e NASH 144 Áreas de Cbertura e Quantidade de Públic www.studir.cm.br Hmer Sette 18-07 - 01 A área cberta pelas caixas acima, em funçã d psicinament
XXXIII OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA PRIMEIRA FASE NÍVEL 3 (Ensino Médio) GABARITO
XXXIII OLIMPÍD RSILEIR DE MTEMÁTI PRIMEIR FSE NÍVEL (Ensin Médi) GRITO GRITO NÍVEL ) 6) ) D 6) D ) ) 7) D ) 7) D ) D ) 8) ) 8) D ) ) 9) ) 9) ) D ) E 0) D ) D 0) E ) E ada questã da Primeira Fase vale pnt.
CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE GRADUAÇÃO FÍSICA FOLHA DE QUESTÕES
CONCURSO DE DMISSÃO O CURSO DE GRDUÇÃO FÍSIC FOLH DE QUESTÕES 007 1 a QUESTÃO Valr: 1,0 Um hmem está de pé diante de um espelh plan suspens d tet pr uma mla. Sabend-se que: a distância entre s lhs d hmem
Exercícios de Matemática Fatoração
Eercícis de Matemática Fatraçã ) (Vunesp-00) Pr hipótese, cnsidere a = b Multiplique ambs s membrs pr a a = ab Subtraia de ambs s membrs b a - b = ab - b Fatre s terms de ambs s membrs (a+(a- = b(a- Simplifique
Organização de Computadores Digitais. Cap.10: Conjunto de Instruções: Modos de Endereçamento e Formatos
Organizaçã de Cmputadres Digitais Cap.10: Cnjunt de Instruções: Mds de Endereçament e Frmats Mds de endereçament Os mds de endereçament sã um aspect da Arquitetura d cnjunt de instruções ns prjets das
QUESTÕES DISCURSIVAS
QUESTÕES DISCURSIVAS Questã 1 Um cliente tenta negciar n banc a taa de jurs de um empréstim pel praz de um an O gerente diz que é pssível baiar a taa de jurs de 40% para 5% a an, mas, nesse cas, um valr
Resposta de R, L e C em CA e Potência Média
Institut Federal de Educaçã, Ciência e Tecnlgia de Santa Catarina Departaent Acadêic de Eletrônica Retificadres Respsta de R, e C e CA e Ptência Média Prf. Clóvis Antôni Petry. Flrianóplis, fevereir de
S3 - Explicação sobre endereço e/ou número de telefone dos EUA
S3 - Explicaçã sbre endereç e/u númer de telefne ds EUA Nme Númer da Cnta (se huver) A preencher seu Frmulári W-8 d IRS, vcê afirma nã ser cidadã u residente ds EUA u utra cntraparte ds EUA para efeit
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA
UNVERSDADE ESTADUAL PAULSTA Júli de Mesquita Filh Faculdade de Engenharia Campus de lha Slteira Prgrama de Pós Graduaçã em Engenharia Elétrica Classificaçã, Metdlgia de Prjet e Aplicaçã de Retificadres
Para uma linha de transmissão, o fluxo de potência ativa entre duas barras é dado por:
Análise de Sisteas de tência (AS Flu de carga linearizad E funçã da grande siplificaçã prprcinada nas equações d flu de carga, s dels linearizads apresenta grande utilidade n planejaent da peraçã e da
FICHA TÉCNICA DE PRODUTO Folha: 1/5
FICHA TÉCNICA DE PRODUTO Flha: 1/5 Divisã: Varej e Última Revisã: é um verniz impermeabilizante inclr, que frma uma barreira cm acabament brilhante, que pssui alta resistência a abrasã, pressões hidrstáticas
Cœlum Australe. Jornal Pessoal de Astronomia, Física e Matemática - Produzido por Irineu Gomes Varella
Cœlum Australe Jrnal Pessal de Astrnmia, Física e Matemática - Prduzid pr Irineu Gmes Varella Criad em 1995 Retmad em Junh de 01 An III Nº 01 - Junh de 01 REFRAÇÃO ATMOSFÉRICA - I Prf. Irineu Gmes Varella,
Aula 05 Fontes Independentes e Dependentes
Campus I Jã Pessa Disciplina: Análise de Circuits Curs Técnic Integrad em Eletrônica Prfª: Rafaelle Felician 1. Mdels de Circuits Eletrônics Intrduçã Aula 05 Fntes Independentes e Dependentes Uma das funções
Exercícios de Eletroquímica
Material de api d Extensiv Exercícis de Eletrquímica Prfessr: Allan Rdrigues 1. Na dntlgia amálgama, que é cmpst basicamente pr uma mistura sólida na qual mercúri, a prata e estanh sã cmbinads, fi um material
Introdução às Redes e Serviços de Telecomunicações
Capítul 1 Intrduçã às Redes e Serviçs de Telecmunicações 1.1 Intrduçã Neste capítul apresenta-se a resluçã de alguns prblemas e prpõem-se alguns exercícis adicinais referentes à matéria d capítul 1 de
UMA ESTRATÉGIA DE CONTROLE SIMPLIFICADA PARA UM CONDICIONADOR UNIFICADO DE QUALIDADE DE ENERGIA
UMA ESTRATÉGIA DE CONTROLE SIMPLIFICADA PARA UM CONDICIONADOR UNIFICADO DE QUALIDADE DE ENERGIA Jsué Dias, Marcell Mezarba, Cassian Rech, Leandr Michels, Tiag D. C. Busarell Núcle de Prcessament de Energia
SUPERFÍCIE E CURVA. F(x, y, z) = 0
SUPERFÍIE E URVA SUPERFÍIE E URVA As superfícies sã estudadas numa área chamada de Gemetria Diferencial, desta frma nã se dispõe até nível da Gemetria Analítica de base matemática para estabelecer cnceit
Administração AULA- 7. Economia Mercados [3] Oferta & Procura
Administraçã AULA- 7 1 Ecnmia Mercads [3] Oferta & Prcura Prf. Isnard Martins Bibligrafia: Rsseti J. Intrduçã à Ecnmia. Atlas 06 Rbert Heilbrner Micr Ecnmia N.Gregry Mankiw Isnard Martins Pag - 1 Oferta,
DETECTOR FOTOELÉTRICO ATIVO, DE 3 FEIXES, COM CONVERSÃO DIGITAL DE FREQUÊNCIA MANUAL DE INSTALAÇÃO
DETECTOR FOTOELÉTRICO ATIVO, DE 3 FEIXES, COM CONVERSÃO DIGITAL DE FREQUÊNCIA MANUAL DE INSTALAÇÃO Faixas de alcance de cada mdel, cnfrme tip de instalaçã: ABE-50 Interna: 150 m; Externa : 50 m ABE-75
FKcorreiosg2_cp1 - Complemento Transportadoras
FKcrreisg2_cp1 - Cmplement Transprtadras Instalaçã d módul Faça dwnlad d arquiv FKcrreisg2_cp1.zip, salvand- em uma pasta em seu cmputadr. Entre na área administrativa de sua lja: Entre n menu Móduls/Móduls.
Questão 2. Questão 1. Questão 3. alternativa C. alternativa D
NOTAÇÕES C: cnjunt ds númers cmplexs. Q: cnjunt ds númers racinais. R: cnjunt ds númers reais. Z: cnjunt ds númers inteirs. N {0,,,,...}. N {,,,...}. i: unidade imaginária; i. z x + iy, x, y R. z: cnjugad
RESOLUÇÃO DA AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA 3 o ANO DO ENSINO MÉDIO DATA: 19/06/09
RESOLUÇÃO DA AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA 3 ANO DO ENSINO MÉDIO DATA: 9/0/09 PROFESSOR: CARIBÉ Td mund quer ajudar a refrescar planeta. Viru mda falar em aqueciment glbal. É precis nã esquecer que s recurss
Questão 46. Questão 48. Questão 47. Questão 49. alternativa C. alternativa D. alternativa D
Questã 46 Se uma pessa cnseguiu percrrer a distância de 3 000 m em 45 minuts, sua velcidade escalar média, nesse interval, fi: a),0 km/h d) 6,0 km/h b) 3,0 km/h e) 6,7 km/h alternativa C c) 4,0 km/h A
Catálogo de Aplicações. Catálogo de Aplicaciones
Índice AUDI CHERY CITROËN FIAT EFFA FORD GENERAL MOTORS GURGEL HONDA HYUNDAI JAC KIA MAZDA MITSUBISHI NISSAN PEUGEOT RENAULT SEAT SUZUKI TOYOTA TROLLER VOLKSWAGEN RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS 01 01 01 01 01
LÓGICA FORMAL parte 2 QUANTIFICADORES, PREDICADOS E VALIDADE
LÓGICA FORMAL parte 2 QUANTIFICADORES, PREDICADOS E VALIDADE Algumas sentenças nã pdem ser expressas apenas cm us de símbls prpsicinais, parênteses e cnectivs lógics exempl: a sentenç a Para td x, x >0
FÍSICA. Prof. SÉRGIO GOUVEIA PROMILITARES AFA/EFOMM/EN MÓDULO 3 SUMÁRIO
SUMÁRIO 1. MODELO DE UM CONDUTOR 3 2. EQUILÍBRIO ELETROSTÁTICO 3 3. TEOREMA DE FARADAY 3 4. O ELETROSCÓPIO UM INSTRUMENTO DE GRANDE SENSIBILIDADE PARA DETECTAR A PRESENÇA DE CARGAS ELÉTRICAS 4 5. PROVA
Modulação em Amplitude de Pulso PAM
Mdulaçã em Amplitude de Puls PAM PRINCÍPIOS DE COMUNICAÇÃO II O sistema PAM é aquele nde se aplica diretamente cnceit de um sinal amstrad, pis sinal mdulad pde ser cmpreendid cm prdut d sinal mdulante
Transdutor de temperatura ou resistência (analógico)
Transdutr de temperatura u resistência (analógic) Revisã 2.3 14/1/214 [1] Intrduçã Os transdutres de temperatura e resistência têm pr finalidade, respectivamente, cnverter temperatura (pr mei de sensres,
Questão 11. Questão 12. Resposta. Resposta S 600. Um veículo se desloca em trajetória retilínea e sua velocidade em função do tempo é apresentada
Questã Um veícul se deslca em trajetória retilínea e sua velcidade em funçã d temp é apresentada na fiura. a) Identifique tip de mviment d veícul ns intervals de temp de 0 a 0 s,de 0 a 30 s e de 30 a 0
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
PONTIFÍI UNIERSIDDE TÓLI DE GOIÁS DEPRTMENTO DE MTEMÁTI E FÍSI Prfessres: Edsn az e Renat Medeirs EXERÍIOS NOT DE UL II Giânia - 014 E X E R Í I OS: NOTS DE UL 1. Na figura abaix, quand um elétrn se deslca
SEJAFERA APOSTILA EXERCÍCIOS / QUESTÕES DE VESTIBULARES. Matrizes e Determinantes
SEJAFERA APOSTILA EXERCÍCIOS / QUESTÕES DE VESTIBULARES Matrizes e Determinantes Depis de estudad uma matéria em matemática é imprtante que vcê reslva um númer significativ de questões para fiaçã de cnteúd.
Questão 13. Questão 14. Resposta. Resposta
Questã 1 O velcímetr é um instrument que indica a velcidade de um veícul. A figura abai mstra velcímetr de um carr que pde atingir 40 km/h. Observe que pnteir n centr d velcímetr gira n sentid hrári à
