MATEMÁTICA A - 10o Ano Geometria Propostas de resolução
|
|
|
- Neusa de Almada Fraga
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 MATEMÁTIA A - 10o Ano Geometria Propostas de resolução Eercícios de eames e testes intermédios 1. omo os pontos A, B e têm abcissa 1, todos pertencem ao plano de equação = 1. Assim a secção produida no cilindro pelo plano de equação = 1, é o retângulo que contem estes pontos, ou seja o retângulo cujos lados são o diâmetro da base () e a altura (3) do cilindro, pelo que a sua área é: A = 3 = 6 1 A B Eame 017, Época especial. bservando que ( + 1) + ( + 1) 1 ( ( 1)) + ( ( 1)) 1, temos que esta condição representa o círculo de centro no ponto ( 1, 1) e raio 1 bservando que + + 0, temos que esta condição representa o semiplano superior limitado pela reta de declive 1 e ordenada na origem Representando a sombreado a interseção dos dois conjuntos de pontos, como na figura ao lado, podemos observar que corresponde a um semi-círculo de raio 1 Assim, o perímetro da região definida pela condição é a soma do semi-perímetro do círculo com o diâmetro do círculo (r): P = πr π 1 + r = + 1 = π + Resposta: pção Eame 017, a Fase Página 1 de
2 3. omo o ponto T pertence ao eio tem abcissa e ordenada nulas e como pertence ao plano = 3, as suas coordenadas são (0,0,3) Assim, o ponto T simétrico do ponto T relativamente à origem do referencial tem de coordenadas (0,0, 3) Assim temos que o centro da superfície esférica é o ponto médio do diâmetro [T T ], ou seja, a origem do referencial (como se pretende ilustrar na figura ao lado), e o raio é a distância do ponto T ao centro, ou seja 3, pelo que a equação da superfície esférica é: ( 0) + ( 0) + ( 0) = = 9 T U P R S V Q T 4. declive da reta AB é dado por: m AB = B A B A = 4 3 ( 1) = = 1 3 Eame 017, 1 a Fase omo retas paralelas têm o mesmo declive, de entre as opções apresentadas a única reta paralela à reta AB é a que tem declive 1 3 Resposta: pção B Eame 016, Época especial 5. Representando o quadrado definido pela condição dada, podemos verificar que o centro da circunferência é o ponto médio de uma das diagonais, ou seja o ponto : (,3) Da mesma forma, o raio da circunferência é metade do comprimento do lado: r = 4 = E assim, temos que a equação da circunferência inscrita no quadrado é: Resposta: pção ( ) + ( 3) = ( ) + ( 3) = 4 4 Eame 016, a Fase 6. omo o ponto A tem cota 1, está à distância 1 do plano, pelo que o raio da superfície esférica de centro no ponto A e que é tangente ao plano tem raio 1. Assim, a equação da superfície esférica é: V D ( ( 1)) + ( 1) + ( 1) = 1 ( + 1) + ( 1) + ( 1) = 1 A B Eame 016, 1 a Fase Página de
3 7. raio r, da superfície esférica da qual o segmento de reta [AB] é um diâmetro, é igual a metade da distância entre os pontos A e B. alculado a distância e depois o raio, temos AB = (4 0) + (0 0) + (0 ) = = 0 = 4 5 = 5 = 5 r = AB = 5 = 5 centro da superfície esférica é ponto médio do diâmetro, ou seja ( M [AB] =,0 + 0,0 + ) = (,0,1) pelo que, uma equação cartesiana da superfície esférica da qual o segmento de reta [AB] é um diâmetro, é ( ) + ( 0) + ( 1) = ( 5 ) ( ) + + ( 1) = 5 Eame 015, 1 a Fase 8. omo [ABDEF GH] é um cubo então as arestas são iguais, ou seja, o raio da superfície esférica (r) é igual à norma do vetor F A: r = F G = F A = F A = = = 49 = 7 Desta forma uma condição cartesiana que define a superfície esférica de centro no ponto F (1,3, 4) e de raio 7, é: ( 1) + ( 3) + ( ( 4) ) = 7 ( 1) + ( 3) + ( + 4) = 49 G H B F A D Teste Intermédio 11 o ano vetor diretor de uma reta paralela à reta r é colinear com o vetor diretor da reta r. Assim, como os vetores u = (3,5,4) e u D = (0,1,0) não são colineares com o vetor diretor da reta r, u r = (1,0,0) então as retas definidas pelas equações das opções () e (D) não são paralelas à reta r Verificando que o vetor diretor da reta r, tem a direção do eio e representado os planos de equação = 5 e = 6 e também os planos de equação = 3 e = 4, podemos verificar que a interseção dos dois planos é uma reta paralela ao eio apenas no primeiro caso, pelo que, de entre as opções apresentadas, apenas a reta definida por = 5 = 6 é paralela à reta r Resposta: pção A Teste Intermédio 11 o ano Página 3 de
4 omo a reta QN é paralela ao eio, e como se pretende que o plano seja perpendicular à reta QN também será perpendicular ao eio, ou seja, é definido por uma equação do tipo = k,k R omo se pretende que o plano contenha o ponto V, então o valor de k é a abcissa do ponto V,(k = V ). A abcissa do ponto V é metade da abcissa do ponto Q, ou do ponto U, então temos que a equação do plano perpendicular à reta QN e que passa no ponto V é: = U = 4 = V 10.. omo a superfície esférica de centro em U e passa no ponto T, então o raio da superfície esférica é igual à medida da aresta do cubo, ou seja 4, pelo que a equação da superfície esférica é: ( 4) + ( ( 4)) + ( ( 4)) = 4 ( 4) + ( + 4) + ( + 4) = 16 Q U N R P T S Teste Intermédio 11 o ano Pela observação da equação da superfície esférica ( + + ( ) = 4 ), podemos verificar que: tem centro no ponto (0,0,) o comprimento r do raio é r = 4 = Assim podemos identificar que o centro da superfície esférica está a unidades de distância do plano, e que esta distância é igual ao raio, pelo que a superfície esférica é tangente ao plano na origem do referencial, (como se pretende representar na figura ao lado), ou seja, a intersecção da superfície com o plano é um ponto. A Resposta: pção B Teste Intermédio 11 o ano Verificando que o ponto simétrico do ponto V, em relação ao plano tem a mesma abcissa, a mesma ordenada e cota simétrica, temos que as coordenadas do ponto W são: W ( V, V, V ) = W (1,, 6) 6 V Para definir o segmento de reta [W V ], podemos verificar que o vetor W V é paralelo ao eio das cotas e tem 1 unidades de comprimento, ou seja: W V = V W = (1,,6) (1,, 6) = (0,0,1) E assim, uma condição vetorial do segmento de reta [W V ], é, por eemplo: (,,) = (1,, 6) + λ(0,0,1), λ [0,1] 6 W Teste Intermédio 11 o ano Página 4 de
5 13. vetor diretor de uma reta paralela à reta r é colinear com o vetor diretor da reta r. Assim, como os vetores u A = (0,1,0) e u B = (1,,3) não são colineares com o vetor diretor da reta r, u r = (0,0,1) então as retas definidas pelas equações das opções (A) e (B) não são paralelas à reta r Verificando que o vetor diretor da reta r, tem a direção do eio e representado os planos de equação = e = 1 e também os planos de equação = e = 1, podemos verificar que a interseção dos dois planos é uma reta paralela ao eio apenas no primeiro caso, pelo que, de entre as opções apresentadas, apenas a reta definida por = = 1 é paralela à reta r 1 1 Resposta: pção Teste Intermédio 11 o ano omo o ponto A pertence ao eio das abcissas tem ordenada nula ( A = 0), e como pertence à circunferência de raio 5, centrada na origem, dista 5 unidades da origem, pelo que a abcissa é 5, ( A = 5). Assim, podemos calcular o valor da ordenada na origem (b)( da reta AB, substituindo as coordenadas de um ponto da reta (ponto A) e o valor do declive m = 1 ) na forma geral da equação reduida ( = m + b): A = m A + b 0 = 1 ( 5) + b 0 = 5 + b 5 = b E assim, uma equação da reta AB é: = = = = omo o ponto B pertence simultaneamente à reta AB e à circunferência, as coordenadas do ponto B devem verificar as duas equações - a da reta AB ( + 5 = 0) e a da circunferência de raio 5 e centro na origem ( + = 5 ) Assim, substituindo as coordenadas (3,4) nas duas equações anteriores, temos que: (3) (4) + 5 = = 0 0 = 0 (Proposição verdadeira) = = 5 5 = 5 (Proposição verdadeira) Assim, podemos concluir que o ponto B tem coordenadas (3,4), porque, para além das coordenadas do ponto A, estas são as coordenadas do outro ponto que pertence simultaneamente à reta AB e à circunferência descrita, ou seja são as coordenadas do ponto B Teste Intermédio 11 o ano Página 5 de
6 15. Pela observação das equações, podemos verificar que: o centro de uma das circunferências tem coordenadas (0,,0) o centro da outra circunferência tem coordenadas (0,3,0) o raio de ambas é Assim podemos verificar que as distâncias entre os centros das circunferências é de 1 unidade e que o raio de ambas é superior a esta distância ( > 1) pelo que as duas circunferências se intersectam segundo uma circunferência, (como se pretende representar na figura ao lado). 3 Resposta: pção B Eame 001, Prova de reserva (cód. 135) 16. omo o ponto G pertence ao eio tem abcissa e cota nulas ( G = 0 e G = 0) e como pertence à superfície esféricas, as suas coordenadas devem verificar a equação, pelo que, substituindo os valores da abcissa e da cota, podemos calcular o valor da ordenada: ( G 1) + ( G 1) + ( G 1) = 11 (0 1) + G G (0 1) = G G = 0 G G 8 = 0 G = ( ) ± ( ) 4(1)( 8) 1 G = ± G = ± 6 G = ± 36 = 4 = omo o ponto G tem ordenada negativa, temos que as coordenadas do ponto G são (0,,0) omo o ponto H tem abcissa igual ao ponto A, e ordenada e cota iguais ao ponto G, vem que: H( A, G, G ), ou seja, H(1,,0) D H G V A E B F Eame 001, Prova de reserva (cód. 135) 17. omo o ponto A pertencente ao semieio positivo, então as coordenadas são da forma (a,0,0), a R + omo o ponto B pertencente ao semieio positivo, então as coordenadas são da forma (0,b,0), b R + Assim as coordenadas do vetor AB são da forma: AB = B A = (0,b,0) (a,0,0) = ( a,b,0) omo a e b são valores reais positivos, de entre as opções apresentadas, a única que é compatível com a forma identificada para as coordenadas do vetor AB é (,1,0) Resposta: pção Eame 001, Época especial (cód. 135) Página 6 de
7 18. vértice T tem cota e abcissa respetivamente iguais às do vértice U, e ordenada nula (porque pertence ao plano P S, ou seja ao plano ), ou seja, temos que T ( U,0, U ) = T (,0,4) Assim, podemos calcular as coordenadas do vetor T U: T U = U T = (,,4) (,0,4) = (0,,0) Pelo que uma condição que define a reta T U é uma equação vetorial da reta T U: T S U V (,,) = T + k. T U, k R (,,) = (,0,4) + k(0,,0), k R *** utra resolução: *** omo a reta T U é a interseção dos planos P T U e ST U ou seja, dos planos = e = 4, então que uma condição que define a reta T U é: = = 4 P Q R Eame 001, Época especial (cód. 135) 19. omo a reta contém o vértice T (,0,) e tem a direção do vetor u = (0,0,1), a reta r é a reta T P, pelo que o ponto de intersecção da reta r com o plano UV é o ponto P, que também pertence ao plano UV T S U V Resposta: pção A R P Q Eame 001, a fase (cód. 135) Página 7 de
8 0. omo o vértice F pertence ao plano, o vértice B pertence ao plano e o vértice E pertence ao plano, então o segmento [AF ] é paralelo ao eio Desta forma temos que: o centro da superfície esférica é o ponto médio de [AF ], ou seja, M(1,1,1) o raio da superfície esférica é metade de AF, ou seja, r = AF = = 1 A Assim, uma equação da superfície esférica que contém os seis vértices do octaedro é: P ( 1) + ( 1) + ( 1) = 1 ( 1) + ( 1) + ( 1) = 1 F 1. omo interseção da superfície esférica com o plano de equação = 3 é uma circunferência de perímetro 8π, podemos determinar a medida do raio (r c ) desta circunferência: P = 8π πr c = 8π r c = 8π π r c = 4 Desta forma, observando que o raio da circunferência é perpendicular ao eio, que o centro da circunferência é a origem do referencial, podemos verificar que eiste um triângulo retângulo cujos catetos medem 3 e 4 unidades e cuja hipotenusa é o raio da circunferência (como se pretende ilustrar na figura ao lado). Eame 001, a fase (cód. 135) Assim, recorrendo ao teorema de Pitágoras, podemos determinar a medida (r) do raio da superfície esférica: r = r = r = 5 r = 5 r>0 Desta forma podemos concluir que a superfície esférica tem centro no ponto de coordenadas (0,0,0) e raio 5, pelo que a equação que a define é: Resposta: pção ( 0) + ( 0) + ( 0) = = Eame 001, 1 a fase - a chamada (cód. 135) 4 5 Página 8 de
9 . Analisando as alternativas apresentadas, verificamos que: podemos ecluir as opções () e (D) porque as coordenadas dos centros das duas superfícies esféricas são (0,0,) e (,0,0), respetivamente, e desta forma podemos verificar que nas duas alternativas, o centro pertence ao plano = 0, pelo que a superfície esférica não é tangente a este plano; relativamente à opção (B) as coordenadas do centro da superfície esférica é (,,0) e o raio é 4 (4 = 16), e assim verificamos que o centro da superfície esférica não está a 4 unidades de distância dos planos = 4 e = 0, pelo que não é tangente a nenhum destes planos. Relativamente à opção (A), as coordenadas do centro da superfície esférica é (,,0) e o raio é ( = 4), e assim verificamos que o centro da superfície esférica está a unidades de distância dos planos = 4 e = 0, pelo que é tangente aos dois planos nos pontos de coordenadas (4,,0) e (,0,0), (como se pretende ilustrar na figura anterior). Resposta: pção A Eame 001, 1 a fase - 1 a chamada (cód. 135) 3. Analisando as alternativas apresentadas, verificamos que: podemos ecluir as opções (B) e (D) porque as coordenadas do centro das duas superfícies esféricas são (0,0,4), e desta forma podemos verificar que nestas duas alternativas, o centro está a uma unidade de distância do plano = 5 e a 3 unidades de distância do plano = 1, pelo que a superfície esférica não é tangente aos dois planos; relativamente à opção (A) as coordenadas do centro da superfície esférica são (0,0,3) e o raio é 5 (5 = 5), e assim verificamos que como o centro da superfície esférica está a unidades de distância dos planos = 1 e = 5, interseta os planos identificados e é tangente aos planos = e = Relativamente à opção (), as coordenadas do centro da superfície esférica são (0,0,3) e o raio é ( = 4), e assim verificamos que como o centro da superfície esférica está a unidades de distância dos planos = 1 e = 5, pelo que é tangente aos planos identificados nos pontos de coordenadas (0,0,1) e (0,0,5), (como se pretende ilustrar na figura anterior). Resposta: pção Eame 001, Prova Modelo (cód. 135) Eame 000, a Fase (cód. 135) 4. Analisando as alternativas apresentadas, verificamos que: A opção (A) é falsa porque a reta r é paralela ao plano ; A opção (B) não é necessariamente verdadeira porque a reta r pode ser um conjunto de pontos com cota não nula; A opção () é falsa porque a reta r é paralela ao eio ; Relativamente à opção (D),como a reta r é perpendicular ao plano também é perpendicular a todas as retas contidas no plano, em particular aos eios e, e assim, é paralela ao eio (como se pretende ilustrar na figura anterior). r Resposta: pção D Eame 000, Prova para Militares (cód. 135) Eame 000, Prova de reserva (cód. 135) Página 9 de
10 5. A partir da equação da superfície esférica, podemos observar que o centro é o ponto de coordenadas (,,) e o raio é 1,41, e desta forma, relativamente a cada uma das alternativas apresentadas, podemos verificar que: a interseção com os planos de equação = 1, = 0 e = 4 é o conjunto vaio porque a diferença entre a abcissa do centro e as abcissas dos pontos de cada um dos planos é maior que o raio da circunferência; relativamente ao plano de equação = 3, a distância do centro da superfície esférica ao plano é 3 = 3 = 1, ou seja, esta distância é menor que o raio da superfície esférica, pelo que a interseção é uma circunferência (como se pretende ilustrar na figura ao lado). 3 Resposta: pção Eame 000, Prova para Militares (cód. 135) Eame 000, Prova de reserva (cód. 135) 6. omo a base está contida no plano, o centro é a origem do referencial e o vértice pertence ao semieio positivo, então a altura do cone é a abcissa do vértice ( V ), ou seja a abcissa do ponto da reta r, com ordenada e cota nulas ( V = 0 e V = 0) A partir da equação da reta r, podemos verificar que as coordenadas de todos os pontos da reta r são da forma (3k,3 k,0), k R (,,) = (0,3,0)+k(3, 1,0), k R (,,) = (0,3,0)+(3k, k,0), k R (,,) = (3k,3 k,0), k R omo a ordenada é nula, temos que: V = 0 3 k = 0 3 = k E assim podemos determinar a abcissa do vértice, ou seja, a altura do cone: V = 3k = k=3 3 3 = 9 Eame 000, Prova para Militares (cód. 135) Eame 000, Época Especial (cód. 135) 7. Analisando as alternativas apresentadas, verificamos que as coordenadas do centro das quatro superfícies esféricas são (,0,0), pelo que a distância do centro ao plano é, ou seja, a única superfície esférica (de entes as alternativas apresentadas) é a que tem raio, ou seja: ( ) + + = ( ) + + = 4 Eame 000, Ép. Especial (setembro) (cód. 135) Página 10 de
11 8. omo o ponto A tem coordenadas (8,8,7), o ponto D pertence ao plano e que a base da pirâmide é paralela ao plano, então as coordenadas do ponto D são (8,0,7) e o lado da base da pirâmide é: B DA = (8 8) + (0 8) + (7 7) = = 8 D(8,0,7) A(8,8,7) omo a o vértice V da pirâmide pertence ao plano tem cota nula como a pirâmide é regular as restantes coordenadas são metade das coordenadas respetivas do ponto A, ou seja as coordenadas do vértice V são ((4,4,0)). omo a pirâmide é regular, as arestas laterais têm o mesmo comprimento (DV = AV ), e calculado o valor do comprimento, temos: V (4,4,0) DV = (8 4) + (0 4) + (7 0) = = = 81 = 9 Desta forma o perímetro de uma face lateral da pirâmide é: P [DAV ] = DA + DV + AV = DA + DV = = = 6 Eame 000, Época Especial (setembro) (cód. 135) Eame 1999, Prova de reserva (cód. 135) 9. Sabendo que a área lateral do prisma é 7, e que a área lateral é a soma das áreas de três retângulos, temos que a área de cada retângulo, em particular do retângulo [QRST ] é: A [QRST ] = 7 3 = 4 omo o segmento [QR] tem comprimento 6, podemos determinar o comprimento do segmento [QS]: A [QRST ] = QR QS 4 = 6QS 4 6 = QS QS = 4 omo o prisma é regular, as bases são poolígonos regulares, ou seja, o triângulo [P QS] é equilátero (QP = QS = 4), e por isso considerando M o ponto médio do lado [P Q], temos que S QM = QP = = P M Q Desta forma, recorrendo ao teorema de Pitágoras, podemos calcular a cota do ponto S: QS = QM + MS 4 = + MS 16 4 = MS MS = 1 MS>0 E assim, verificando que o ponto S tem a mesma abcissa que o ponto P, a mesma ordenada que o ponto M e a cota calculada, temos que as coordenadas do ponto S são ( 6,, 1 ) Eame 000, 1 a fase - a chamada (cód. 135) Página 11 de
12 30. Determinando uma equação do plano mediador do segmento de reta [P Q], temos: ( 0) + ( 0) + ( 4) = ( 0) + ( 4) + ( 0) + + ( 4) = + ( 4) = P 8 = 8 = E assim, observando as coordenadas dos pontos de cada uma das opções, podemos verificar que apenas o ponto de coordenadas (1,0,0), verifica a equação do plano mediador. Podemos, em alternativa, representar os pontos P e Q e verificar que o plano mediador do segmento de reta [P Q] contém o eio, pelo que o ponto de coordenadas (1,0,0), pertence ao plano mediador (como se pretende ilustrar na figura ao lado). (1,0,0) 4 Q Resposta: pção A Eame 000, 1 a fase - 1 a chamada (cód. 135) 31. bservando as coordenadas dos vetores diretores de cada uma das retas relativas às opções apresentadas, podemos verificar que: vetor de coordenadas (1,0,0) tem a mesma direção do eio, pelo que a reta com a direção deste vetor não intersecta nem o plano, nem o plano vetor de coordenadas (0,,0) tem a mesma direção do eio, pelo que a reta com a direção deste vetor não intersecta nem o plano, nem o plano vetor de coordenadas (1,,0) tem uma direção do plano, e como a reta contém o ponto de coordenadas (1,1,1) pelo que a reta não intersecta nem o plano vetor de coordenadas (1,1,1) não é paralelo a nenhum dos eios, pelo que a reta com a direção deste vetor interseta os três planos coordenados. Resposta: pção D Eame 000, 1 a fase - 1 a chamada (cód. 135) Página 1 de
13 3. omo o vértice E do poliedro tem coordenadas (,,), e a altura de cada uma das pirâmides é igual ao comprimento da aresta do cubo, os pontos P e Q são simétricos relativamente ao ponto R, o centro geométrico do cubo, ou seja, a superfície esférica de diâmetro [P Q], tem centro no ponto R de coordenadas (1,1,1) Sabemos também que o raio da superfície esférica de diâmetro [P Q] é 3, correspondendo à soma de metade da aresta do cubo (1 unidade que é distância entre o dentro e a base de qualquer uma das pirâmides) e a aresta do cubo ( unidades que é a altura das duas pirâmides). Assim, a equação da superfície esférica é: ( 1) + ( 1) + ( 1) = 3 Q omo o ponto F tem a mesma cota e ordenada do ponto E e pertence ao plano, as suas coordenadas são (0,,), pelo que podemos verificar que este ponto não pertence à superfície esférica, porque não verifica a respetiva equação: (0 1) + ( 1) + ( 1) < < 9 3 < 9 E R F Em conclusão, sendo R o centro da superfície esférica de diâmetro [P Q], o ponto F não pertence à superfície esférica, porque RF < RP (como se pretende ilustrar na figura ao lado). P Eame 000, 1 a fase - 1 a chamada (cód. 135) 33. Pela observação das equações, podemos verificar que: o centro de uma das superfície esférica tem coordenadas (0,0,10) o centro da outra superfície esférica tem coordenadas (0,0,4) o raio de ambas é 9 = 3 Assim podemos verificar que as distâncias entre os centros das superfícies esféricas é de 6 unidades (10 4 = 6) e que a soma dos raios é igual a esta distância pelo que as duas superfícies esféricas são tangentes entre si, ou seja, intersetam-se no ponto de coordenadas (0,0,7) (como se pretende representar na figura ao lado). Resposta: pção A Eame 1999, Prova para Militares (cód. 135) Página 13 de
14 alculando as coordenadas dos vetores, temos: AB = B A = (10,13,5) (,3,10) = (8,10,15) A = A = (98,13,190) (,3,10) = (96,10,180) Verificando que os vetores são colineares, vem que: A = λ AB, λ R\{0} (96,10,180) = λ(8,10,15) 96 = 8λ 10 = 10λ 180 = 15λ 96 8 = λ = λ = λ λ = 1 λ = 1 λ = 1 Assim temos que A = 1 AB, ou seja, os vetores AB e A são colineares, o que permite garantir que os pontos A, B e devem ser colineares, logo se o projétil seguir uma trajetória retilínea, o alvo é atingido alculando a distância entre os pontos (o alvo) e o ponto A (o local onde o projétil é disparado), temos: A = (98 ) + (13 3) + (190 10) = = ,7 Assim, como A < 300, ou seja, o alvo encontra-se a menos de 300 unidades do local onde o projétil é disparado, pelo que é garantida a trajetória retilínea,no caso presente. Eame 1999, Prova para Militares (cód. 135) 35. omo o raio da esfera é 3 (3 = 9) e o centro é o ponto de coordenadas (0,7,0), podemos analisar cada uma das afirmações e obter as conclusões que se ilustram na figura seguinte: ponto de coordenadas (0,4,0) é o ponto da esfera mais próimo do eio, pelo que a esfera não interseta este eio centro da esfera é um ponto do eio que pertence à esfera (assim como os pontos com ordenada compreendida entre 3 e 10, abcissa e ordenada nulas) Substituindo as coordenadas do ponto (7,7,0) na condição que define a espera, é possível verificar que o ponto não pertence à esfera: (0,0,7) 7 +(7 7) (Proposição falsa) Substituindo as coordenadas do ponto (0,0,7) na condição que define a espera, é possível verificar que o ponto não pertence à esfera: (7,7,0) 0 +(0 7) (Proposição falsa) Resposta: pção B Eame 1999, Época Especial (cód. 135) Página 14 de
15 36. A condição = 0 define um plano perpendicular ao eio e a condição = 3 define um plano perpendicular ao eio s dois planos intersectam-se segunda uma reta que é definida pela condição: = 0 = 0 = 3 = 3 Resposta: pção 3 Eame 1999, Época Especial (cód. 135) alculando o comprimento da aresta do cubo, ou seja, a distância entre os vértices A e D, temos: AD = (3 ( 3)) + (5 3) + (3 6) = ( 3) = = 49 = 7 Assim, o volume do cubo é: V = AD 3 = 7 3 = omo as arestas [AD] e [EH] são paralelas (e têm o mesmo comprimento) temos que AD = EH, pelo que podemos calcular as coordenadas do ponto H observando que H = AD + E Assim, calculando as coordenadas do vetor AD e do ponto H, temos: AD = D A = ( 3,3,6) (3,5,3) = ( 3 3,3 5,6 3) = ( 6,,3) H = AD + E = ( 6,,3) + (1,, 3) = ( 6 + 1, +,3 3) = ( 5,0,0) omo duas das coordenadas do ponto H são nulas, então o ponto H pertence a um dos eios coordenados. Eame 1999, Época Especial (cód. 135) A partir da equação vetorial da reta B, podemos verificar que o ponto B, e também o ponto, são da forma: (,,) = (5,4, 1) + k(1,, 1), k R (,,) = (5 + k,4 + k, 1 k), k R Assim, temos que: omo o ponto B pertence ao plano, tem ordenada nula ( B ordenada genérica dos pontos da reta B, vem que: = 0), e assim, anulando a 4 + k = 0 k = 4 k = E assim, as coordenadas do ponto B, podem ser obtidas substituindo o valor de k: (,,) = (5+k,4+k, 1 k) = k= ( 5+( ),4+( ), 1 ( ) ) = (5,4 4, 1+) = (3,0,1) Da mesma forma, como o ponto pertence ao plano, tem cota nula ( = 0), e assim, anulando a cota genérica dos pontos da reta B, vem que: 1 k = 0 1 = k E assim, as coordenadas do ponto, podem ser obtidas substituindo o valor de k: (,,) = (5+k,4+k, 1 k) = k= 1 ( 5+( 1),4+( 1), 1 ( 1) ) = (5 1,4, 1+1) = (4,,0) Página 15 de
16 38.. omo o centro da superfície esférica tem é o ponto A, a distância do centro ao plano é omo se pretende que o raio da circunferência seja 3, calculando o raio (r) da superfície esférica como a medida da hipotenusa de um triângulo retângulo cujos catetos medem respetivamente 3 e : r = 3 + r = r>0 r = 13 B A Assim, a equação da superfície esférica de centro no ponto A e raio r, é: 3 ( 0) + ( 5) + ( ) = ( 13 ) + ( 5) + ( ) = 13 Eame 1999, a fase (cód. 135) 39. omo o volume do cubo é 7, a medida (a) da aresta é: a = 3 7 = 3 S T E assim temos que as coordenadas do ponto U são: (3,3,3) V U omo o centro da superfície esférica é o simétrico do ponto U, em relação ao plano, tem abcissa e ordenada iguais às do ponto U e cota simétrica, ou seja o centro da superfície esférica é o ponto (3,3, 3) R Q P omo o ponto Q pertence ao plano, e está sobre a reta U tem cota nula e é o ponto médio do segmento do segmento de reta [U], pelo que o raio da superfície esférica, é: Q = QU = 3 E assim, a equação da superfície esférica de centro no ponto e raio Q, é: ( 3) + ( 3) + ( ( 3)) = 3 ( 3) + ( 3) + ( + 3) = 9 Eame 1999, 1 a fase - a chamada (cód. 135) 40. A condição = 1 define um plano perpendicular ao eio e a condição = define um plano perpendicular ao eio. Assim, os dois planos intersectam-se segunda uma reta paralela ao eio, pelo que, observando as opções apresentadas, podemos identificar as coordenadas do vetor diretor da reta: v r = (0,0,) omo os pontos da reta têm abcissa igual a 1 e ordenada igual a, de entre as opções apresentadas, a equação deve ser definida com o ponto de coordenadas (1,,0), ou seja, a reta = 1 = é definida pela equação vetorial (,,) = (1,,0) + k(0,0,), k R Resposta: pção A Eame 1999, 1 a fase - 1 a chamada (cód. 135) Página 16 de
17 41. omo o comprimento do raio da base é 3 e a altura do cone é 4, podemos determinar o raio da esfera através do teorema de Pitágoras: r = r = r = 5 r>0 r = 5 omo a altura do cone é 4, o vértice V pertence ao semieio positivo e a base do cone está contida no plano, então as coordenadas do ponto V, ou seja, o centro da esfera são (0,0,4) V Desta forma, uma condição que define a esfera cujo centro é o ponto V e cuja intersecção com o plano é a base do cone, é: 4 ( 0) + ( 0) + ( 4) = ( 4) = 5 D A 3 B Eame 1999, 1 a fase - 1 a chamada (cód. 135) 4. omo o centro da esfera é a origem do referencial, a distância do centro da esfera ao plano de equação = 4 é de 4 unidades. omo o raio da esfera é 5 (5 = 5), a interseção da esfera com o plano é um círculo, cujo raio r pode ser calculado como a medida de um cateto de um triângulo retângulo em que a hipotenusa é o raio da esfera e o restante cateto é a distância do plano ao centro da esfera: 4 5 r + 4 = 5 r = 5 16 r = 9 r>0 r = 3 Assim, a área da secção, ou seja, do círculo de raio 3, é: A = πr = π 3 = 9π Resposta: pção D Eame 1999, Prova Modelo (cód. 135) 43. Analisando cada uma das opções apresentadas, temos que: A condição = 1 = = 3 representa o ponto de coordenadas (1,,3) A condição = = 1 é a interseção de dois planos paralelos aos planos e, respetivamente, ou, em alternativa todos os pontos da forma (,k,1), k R (como se pretende ilustrar na figura ao lado) A condição = = representa todos os pontos da forma (k,k,k), k R, ou seja a reta que contém a origem e, por eemplo o ponto (1,1,1), pelo que não é paralela ao eio A condição = 1 representa um plano perpendicular ao eio Resposta: pção B Eame 1998, Prova para militares (cód. 135) Página 17 de
18 44. Pela observação das equações, podemos verificar que: o centro da superfície esférica E tem coordenadas (0,,0) o raio de E é 4 = Assim podemos verificar que a distância entre o centro da superfície esférica E e o plano α é de unidades (4 = ) e que o raio de E é igual a esta distância pelo que a superfície esférica E é tangente ao plano α, ou seja, intersetam-se no ponto de coordenadas (0,4,0) (como se pretende representar na figura ao lado). 4 Resposta: pção A Eame 1998, Prova de reserva (cód. 135) 45. Pela observação da condição da esfera, podemos verificar que o centro da esfera é o ponto de coordenadas (,3,4) omo [AB] é um diâmetro da esfera, então é o ponto médio de [AB], e assim, temos que: A = B + B = B Logo, calculando as coordenadas do vetor A, temos: B A = A = (,3,4) (1,1,1) = (1,,3) E assim, podemos calcular as coordenadas do ponto B: B = + B = (,3,4) + (1,,3) = (3,5,7) A Resposta: pção B Eame 1998, a fase (cód. 135) 46. Analisando cada uma das opções apresentadas, temos que: A condição = 0 representa um plano A condição = 3 = 5 = 4 representa o ponto de coordenadas (3,4,5) A condição (,,) = (3,0, 4) + k(3,5,0), k R representa uma reta que contém o ponto (3,0, 4), ou seja que interseta o plano, ao contrário da reta P Q paralela ao eio A condição (,,) = (3,5,0) + k(3,0, 4), k R representa a reta que contém o ponto Q e tem a direção do vetor P Q = Q P = (3,5,0) (0,5,4) = (3,0, 4), ou seja, a reta P Q Resposta: pção D Eame 1998, 1 a fase - a chamada (cód. 135) Página 18 de
19 47. omo o centro da base que está contida no plano tem coordenadas (3,0,3), e a outra base é paralela e está contida no plano de equação = 1, então as coordenadas do centro da outra base são (3,1,3) Desta forma, podemos verificar que os centros das bases, das esferas e os pontos de tangência estão todos sobre a reta definida por = 3 = 3 e as ordenadas estão a 3 unidades de distância, ou seja, distanciadas pelo raio das esferas Desta forma o centro da esfera mais afastada do plano tem de coordenadas (3, ,3), ou seja, (3,9,3) Assim, temos que uma equação da superfície esférica é: ( 3) + ( 9) + ( 3) = 3 3 E o ponto de coordenadas (1,8,1) pertence à superfície esférica porque obtemos uma proposição verdadeira na substituição das suas coordenadas na equação que define a superfície esférica: (1 3) + (8 9) + (1 3) = 3 3 ( ) + ( 1) + ( ) = = 9 9 = 9 Eame 1998, 1 a fase - a chamada (cód. 135) 48. Identificando o centro da esfera ε, podemos verificar que é o ponto de coordenadas (1,,3) e que é um ponto da reta r Assim, temos que a intersecção da reta r com a esfera ε é um diâmetro da esfera. Desta forma, identificando o raio da esfera ( 36 = 6) calculamos o comprimento do diâmetro, ou seja do segmento de reta que é a intersecção da reta r com a esfera ε: 6 = Resposta: pção Eame 1998, 1 a fase - 1 a chamada (cód. 135) omo a altura da pirâmide é igual ao comprimento da aresta do cubo (V M = UQ), e a base da pirâmide coincide com a face superior do cubo, e a face inferior do cubo tem cota ero (está contida no plano ) ao então a cota do vértice ( V ) é a soma da aresta do cubo (UQ) com a altura da pirâmide(v M): UQ+V M = V UQ+UQ = V UQ = V UQ = 1 UQ = 1 V M=UQ V =1 UQ = 6 Assim, como [N], [P ] e [S] são arestas do cubo, têm comprimento 6 e assim, temos que as coordenadas do ponto U são (6,6,6), pelo que a distância entre os pontos U e V, é: UV = (6 3) + (6 3) + (6 1) = ( 6) = = = 54 = 9 6 = 9 6 = 3 6 Página 19 de
20 49.. Para escrever uma equação vetorial da reta U V, determinamos as coordenadas do vetor UV : UV = V U = (3,3,1) (6,6,6,) = ( 3, 3,6) E assim, a reta UV é definida pela equação vetorial (,,) = (6,6,6) + k( 3, 3,6), k R Desta forma sabemos que as coordenadas de todos os pontos da reta UV são da forma (6 3k,6 3k,6 + 6k), k R Assim, podemos calcular o valor dde k relativo ao ponto que é a intersecção da reta UV com o plano de equação = 4, igualando a abcissa do ponto genérico a 4: 4 = 6 3k 3k = 6 4 3k = k = 3 E desta forma, calculamos as coordenadas do ponto de interseção: ( 6 3 3,6 3 3,6 + 6 ) = (6,6,6 + 4) = (4,4,10) 3 Eame 1998, 1 a fase - 1 a chamada (cód. 135) 50. omo a abcissa do ponto R é e [R] é uma aresta do cubo, temos que a medida das arestas do cubo é Assim, como [N], [P ] e [S] são arestas do cubo, têm comprimento e assim, temos que as coordenadas do ponto U são (,,), pelo que o raio (r) da superfície esférica que contém os oito vértices do cubo, é metade da distância entre os vértices U e ), e pode ser calculado por: r = U ( = 0) + ( 0) + ( 0) = = = = = 3 = 3 E assim, observando que o centro da superfície esférica que contém os oito vértices do cubo, é o ponto médio de dois vértice opostos (por eemplo U e, temos que as coordenadas do centro são: ( 0, 0, 0 ) ( ) =,, = (1,1,1) E assim, uma equação da superfície esférica que contém os oito vértices do cubo, é: ( 1) + ( 1) + ( 1) = ( 3 ) ( 1) + ( 1) + ( 1) = 3 Eame 1998, Prova Modelo (cód. 135) 51. omo a superfície esférica é tangente ao plano, ou seja ao plano de equação = 0, então o raio é igual ao valor absoluto da cota do centro, ou seja, a superfície esférica tem raio 4 (como se pretende ilustrar na figura ao lado). omo as coordenadas do centro da circunferência são (,3,4), então a equação da superfície esférica é: ( ) + ( 3) + ( 4) = Resposta: pção D Eame 1997, Prova para militares (cód. 135) Página 0 de
21 5. omo a equação vetorial da reta r é (,,) = (1,,0)+k(3,0, 1),k R, então as coordenadas de todos os pontos da reta r são da forma (1 + 3k,, k), k R, ou seja, têm todos ordenada, pelo que a reta r está contida no plano = omo o plano de equação = é paralelo ao plano de equação = 0, ou seja o plano, então a reta r é paralela ao plano (como se pretende ilustrar na figura ao lado). 1 P Resposta: pção B Eame 1997, Prova para militares (cód. 135) omo o ponto G tem coordenadas (4,4,0), e o ponto coincide com a origem do referencial então a área da base do prisma é: A [EGF ] = 4 4 = 16 E assim, calculando a altura do prisma (B), temos que: V [ABDEF G] = A [EGF ] B 96 = 16 B 96 = B 6 = B 16 Assim, como o vértice da pirâmide, ou seja, o ponto H, coincide com o centro da base superior do prisma, as suas coordenadas são metade da abcissa do ponto G, metade da ordenada do ponto G e a cota igual à altura do prisma, ou seja, as coordenadas do pontos H são: ( G ) ( ), G 4, B =,4, 6 = (,,6) 53.. omo a interseção do plano EH com o plano AB é uma reta paralela ao eio (como se pretende ilustrar na figura ao lado), então tem a direção do vetor A B H D E = E = (4,0,0) (0,0,0 = (4,0,0) omo a reta contém o ponto H uma equação vetorial da reta é: (,,) = H + λ E, λ R E G F (,,) = (,,6) + λ(4,0,0), λ R Eame 1997, Prova para militares (cód. 135) 54. omo o centro de ambas as superfícies esféricas é comum (a origem do referencial) e o raio é diferente (respetivamente e 3), as duas superfícies esféricas não se intersetam (como se pretende ilustrar na figura ao lado), pelo que a interseção é o conjunto vaio. Resposta: pção D Eame 1997, a fase (cód. 135) Página 1 de
22 55. omo a reta r e é paralela ao eio, tem a direção do vetor u = (0,0,1) e como passa no ponto B, uma equação vetorial da reta r é: (,,) = B + λ u, λ R (,,) = (0,5,0) + λ(0,0,1), λ R Eame 1997, 1 a fase - 1 a chamada (cód. 135) Página de
MATEMÁTICA A - 10o Ano Geometria
MTEMÁTI - 10o no Geometria Eercícios de eames e testes intermédios 1. Na figura ao lado, está representado, num referencial o.n., um cilindro de revolução de altura 3 o ponto tem coordenadas (1,2,0) e
MATEMÁTICA A - 11o Ano Geometria - Produto escalar Propostas de resolução
MTEMÁTI - 11o no Geometria - Produto escalar Propostas de resolução Eercícios de eames e testes intermédios 1. omo para qualquer ponto P da circunferência de diâmetro [RS] o ângulo RP Q é reto, então para
MATEMÁTICA A - 11o Ano Geometria - Equações de retas e planos
MTMÁTI - 11o no Geometria - quações de retas e planos ercícios de eames e testes intermédios 1. Na figura ao lado, está representado, num referencial o.n., um cilindro de revolução de altura 3 o ponto
MATEMÁTICA A - 11o Ano Geometria -Trigonometria Propostas de resolução
MTEMÁTI - o no Geometria -Trigonometria ropostas de resolução Eercícios de eames e testes intermédios. bservando que os ângulos e RQ têm a mesma amplitude porque são ângulos de lados paralelos), relativamente
MATEMÁTICA - 3o ciclo Teorema de Pitágoras (8 o ano) Propostas de resolução
MTEMÁTI - 3o ciclo Teorema de Pitágoras (8 o ano) Propostas de resolução Exercícios de provas nacionais e testes intermédios 1. omo o triângulo [] é um triângulo retângulo em, (porque [EF GH] é paralelepípedo
MATEMÁTICA - 3o ciclo Teorema de Pitágoras (8 o ano) Propostas de resolução
MTEMÁTI - 3o ciclo Teorema de Pitágoras (8 o ano) Propostas de resolução Exercícios de provas nacionais e testes intermédios 1. omo a base do prisma é um quadrado, os lados adjacentes são perpendiculares,
(0,0,4). Qual a condição que define essa superfície esférica? (A) (C) (B) (D) define a. 7. A condição região do plano:
Escola Secundária de Francisco Franco Matemática A (métodos curriculares) 10.º ano Eercícios saídos em eames, provas globais e em testes intermédios Tema III: GEMETRIA ANALÍTICA 1. Num referencial o.n.
Matemática A - 10 o Ano
Matemática A - 10 o Ano Resolução da Prova Modelo Teste 4 1 Nuno Miguel Guerreiro I Chave da Escolha Múltipla CCDBA 1. Tem-se quanto à proposição p: F A + AO + }{{ OB } 1 DC A + AB 1 AB 5 }{{}}{{ 5 } AB
BANCO DE QUESTÕES MATEMÁTICA A 10. O ANO
BANCO DE QUESTÕES MATEMÁTICA A 0 O ANO DOMÍNIO: Geometria Analítica Para um certo valor de k real, o ponto de coordenadas (, k 4) contém as bissetrizes dos quadrante pares Qual é esse valor de k? pertence
MATEMÁTICA A - 11o Ano Geometria - Produto escalar
MMÁI - 11o no Geometria - roduto escalar ercícios de eames e testes intermédios 1. onsidere, num referencial o.n., dois pontos distintos, e eja o conjunto dos pontos desse plano que verificam a condição.
Escola Secundária com 3º ciclo D. Dinis 10º Ano de Matemática A TEMA 1 GEOMETRIA NO PLANO E NO ESPAÇO I. 3º Teste de avaliação versão2.
Escola Secundária com 3º ciclo D. Dinis 10º no de Matemática TEM 1 GEMETRI N PLN E N ESPÇ I 3º Teste de avaliação versão Grupo I s cinco questões deste grupo são de escolha mqaúltipla. Para cada uma delas
MATEMÁTICA - 3o ciclo Teorema de Pitágoras (8 o ano) Propostas de resolução
MTEMÁTI - 3o ciclo Teorema de Pitágoras (8 o ano) Propostas de resolução Exercícios de provas nacionais e testes intermédios 1. omo a reta T P é tangente à circunferência no ponto T é perpendicular ao
Preparação para o Teste de Maio 2012 (GEOMETRIA)
Nº8 Matemática: ºA Preparação para o Teste de Maio (GEOMETIA) Grupo I. Num referencial o.n. Oy, considera um ponto A pertencente ao semieio positivo O e um ponto B pertencente ao semieio positivo Oy. Quais
Prova Escrita de MATEMÁTICA A - 12o Ano a Fase
Prova Escrita de MATEMÁTICA A - o Ano 06 - a Fase Proposta de resolução GRUPO I. Como P A B ) P A B ) P A B), temos que: P A B ) 0,6 P A B) 0,6 P A B) 0,6 P A B) 0,4 Como P A B) P A) + P B) P A B) P A
RaizDoito. 1. Num referencial o.m. do plano, considere a reta r de equação x = -5.
1. Num referencial o.m. do plano, considere a reta r de equação x = -5. Qual dos seguintes pares de pontos define uma reta perpendicular à reta r? (A) (B) ( C) (D) 2. A condição que define o domínio plano
Prova final de MATEMÁTICA - 3o ciclo a Fase
Prova final de MATEMÁTICA - 3o ciclo 2016-2 a Fase Proposta de resolução Caderno 1 1. Calculando a diferença entre 3 1 e cada uma das opções apresentadas, arredondada às centésimas, temos que: 3 1 2,2
TURMAS:11.ºA/11.ºB. e é perpendicular à reta definida pela condição x 2 z 0.
FICHA DE TRABALHO N.º 3 (GEOMETRIA ANALÍTICA DO ESPAÇO) TURMAS:11.ºA/11.ºB 2017/2018 (JANEIRO DE 2018) No âmbito da Diferenciação Pedagógica (conjunto de exercícios com diferentes níveis de dificuldade:
Matemática B Semi-Extensivo V. 3
GRITO Matemática Semi-Etensivo V. (, e (, M, Então: M = M = M = M = Eercícios D Substituindo em I, temos: = =. = = Então, = ( = 8 M(, (, (, M = M = 8 M = M = D Sabendo que o eio é o da abcissa e que o
Novo Espaço Matemática A 11.º ano Proposta de Teste Intermédio [janeiro 2015]
Proposta de Teste Intermédio [janeiro 015] Nome: Ano / Turma: N.º: Data: - - GRUPO I Na resposta a cada um dos itens deste grupo, seleciona a única opção correta. Escreve, na folha de respostas: o número
Proposta de teste de avaliação
Matemática A 0. O ANO DE ESCOLARIDADE Duração: 90 minutos Data: Grupo I Na resposta aos itens deste grupo, selecione a opção correta. Escreva, na folha de respostas, o número do item e a letra que identifica
Proposta de teste de avaliação
. Proposta de teste de avaliação Matemática 0. N E ESLRIE uração: 90 minutos ata: Grupo I Na resposta aos itens deste grupo, selecione a opção correta. Escreva, na folha de respostas, o número do item
MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Conjuntos e condições Propostas de resolução
MATEMÁTICA A - o Ano N o s Complexos - Conjuntos e condições Propostas de resolução Exercícios de exames e testes intermédios. Escrevendo i na f.t. temos i i = ρe iα, onde: ρ = i i = + ) = tg α = = ; como
MATEMÁTICA A - 11o Ano Geometria -Trigonometria
MTEMÁTI - 11o no Geometria -Trigonometria Eercícios de eames e testes intermédios 1. Na figura ao lado, está representada uma circunferência de centro no ponto e raio 1 os diâmetros [ e [ são perpendiculares;
MATEMÁTICA A - 11o Ano Geometria - Produto escalar
MTMÁTI - o no Geometria - roduto escalar ercícios de eames e testes intermédios. s segmentos de reta [] e [] são lados consecutivos de um heágono regular de perímetro 2 ual é o valor do produto escalar.?
MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Conjuntos e condições
MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Conjuntos e condições Exercícios de exames e testes intermédios 1. Em C, conjunto dos números complexos, considere: z 1 = 1 i ] π [, com θ 2e iθ 12,π 4 w = z 1
MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Conjuntos e condições Propostas de resolução
MATEMÁTICA A - o Ano N o s Complexos - Conjuntos e condições Propostas de resolução Exercícios de exames e testes intermédios. Escrevendo i na f.t. temos i i = ρ cis α, onde: ρ = i i = + ) = tg α = = ;
Nome do aluno: N.º: Turma:
Teste de Matemática A 2018 / 2019 Teste N.º 2 Matemática A Duração do Teste: 90 minutos NÃO É PERMITIDO O USO DE CALCULADORA 10.º Ano de Escolaridade Nome do aluno: N.º: Turma: Na resposta aos itens de
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 10.º Ano Versão 2
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 10.º Ano Versão Nome: N.º Turma: Apresente o seu raciocínio de forma clara, indicando todos os cálculos que tiver de efetuar e todas as justificações necessárias. Quando,
MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Conjuntos e condições
MATEMÁTICA A - 1o Ano N o s Complexos - Conjuntos e condições Exercícios de exames e testes intermédios 1. Na figura ao lado, está representado, no plano complexo, um quadrado cujo centro coincide com
Escola Secundária com 3º ciclo D. Dinis 10º Ano de Matemática A TEMA 1 GEOMETRIA NO PLANO E NO ESPAÇO I. TPC nº 7 entregar no dia
Escola Secundária com 3º ciclo D. Dinis 10º Ano de Matemática A TEMA 1 GEOMETRIA NO PLANO E NO ESPAÇO I TPC nº 7 entregar no dia 4 0 013 1. O cubo da figura tem as faces paralelas aos planos coordenados
Exercícios de Matemática Geometria Analítica
Eercícios de Matemática Geometria Analítica. (UFRGS) Considere um sistema cartesiano ortogonal e o ponto P(. ) de intersecção das duas diagonais de um losango. Se a equação da reta que contém uma das diagonais
Prova de Aferição de MATEMÁTICA - 8o Ano 2018
Prova de Aferição de MATMÁTICA - 8o Ano 2018 Proposta de resolução 1. 1.1. Como os dados se reportam a um conjunto de 6 dados, podemos escrever os dados numa lista ordenada e dividi-la em duas com dados
Matemática B Extensivo V. 7
GRITO Matemática Etensivo V. 7 Eercícios ) D ) D ) I. Falso. O diâmetro é dado por. r. cm. II. Verdadeiro. o volume é dado por π. r² π. ² π cm² III. Verdadeiro. (, ) (, ) e assim, ( )² + ( )² r² fica ²
TESTE DE LÓGICA, ÁLGEBRA E GEOMETRIA 10.º ANO
TESTE DE LÓGICA, ÁLGEBRA E GEOMETRIA 10.º ANO NOME: N.º: TURMA: ANO LETIVO: / DATA: / / DURAÇÃO DO TESTE: 90 MINUTOS O teste é constituído por dois grupos. O Grupo I é constituído por itens de seleção
TEMA 3 GEOMETRIA FICHAS DE TRABALHO 10.º ANO COMPILAÇÃO TEMA 3 GEOMETRIA. Jorge Penalva José Carlos Pereira Vítor Pereira MathSuccess
FICHAS DE TRAALHO 10.º ANO COMPILAÇÃO TEMA 3 GEOMETRIA Site: http://www.mathsuccess.pt Facebook: https://www.facebook.com/mathsuccess TEMA 3 GEOMETRIA 016 017 Matemática A 10.º Ano Fichas de Trabalho Compilação
Teste de Matemática A 2018 / Teste N.º 3 Matemática A. Duração do Teste: 90 minutos NÃO É PERMITIDO O USO DE CALCULADORA
Teste de Matemática A 018 / 019 Teste N.º 3 Matemática A Duração do Teste: 90 minutos NÃO É PERMITIDO O USO DE CALCULADORA 10.º Ano de Escolaridade Nome do aluno: N.º: Turma: Na resposta aos itens de escolha
Exercícios de testes intermédios
Exercícios de testes intermédios 1. Na figura abaixo, está representado, num referencial o.n. Oxyz, o cubo [OPQRSTUV] de aresta 2. Os pontos, P, R e T pertencem aos semieixos positivos. Numa das opções
Prova final de MATEMÁTICA - 3o ciclo Época especial
Prova final de MTEMÁTI - o ciclo 018 - Época especial Proposta de resolução aderno 1 1. omo os dados da tabela já estão ordenados podemos verificar que os valores centrais, são 61,6 e 6,4. Logo a mediana,
Escola Secundária com 3º ciclo D. Dinis 10º Ano de Matemática A Funções e Gráficos Generalidades. Funções polinomiais. Função módulo.
Escola Secundária com 3º ciclo D. Dinis 10º Ano de Matemática A Funções e Gráficos Generalidades. Funções polinomiais. Função módulo. Trabalho de casa nº 10 1. Na figura está representado, num referencial
Prova final de MATEMÁTICA - 3o ciclo a Fase
Prova final de MATEMÁTICA - 3o ciclo 017-1 a Fase Proposta de resolução Caderno 1 1. Como 9 =,5 e 5,, temos que 5 < 9 indicados na definição do conjunto, vem que: e assim, representando na reta real os
Prova final de MATEMÁTICA - 3o ciclo a Chamada
Prova final de MATEMÁTICA - 3o ciclo 013-1 a Chamada Proposta de resolução 1. Como o João escolhe 1 de entre 9 bolas, o número de casos possíveis para as escolhas do João são 9. Como os números, 3, 5 e
Proposta de teste de avaliação
. Proposta de teste de avaliação Matemática 0. N E ESLRIE uração: 90 minutos ata: Grupo I Na resposta aos itens deste grupo, selecione a opção correta. Escreva, na folha de respostas, o número do item
Prova final de MATEMÁTICA - 3o ciclo a Fase
Prova final de MATEMÁTICA - 3o ciclo 015-1 a Fase Proposta de resolução Caderno 1 1. 1.1. Os alunos que têm uma altura inferior a 155 cm são os que medem 150 cm ou 15 cm. Assim, o número de alunos com
TESTE GLOBAL 11.º ANO
TESTE GLOBAL º ANO NOME: Nº: TURMA: ANO LETIVO: / AVALIAÇÃO: PROFESSOR: ENC EDUCAÇÃO: DURAÇÃO DO TESTE: 90 MINUTOS O teste é constituído por dois grupos O Grupo I é constituído por itens de escolha múltipla
Tema III Geometria analítica
Tema III Geometria analítica Unidade 1 Geometria analítica no plano Páginas 154 a 181 1. a) A(1, ) B( 3, 1) d(a, B) = ( 3 1) + (1 ( )) = ( 4) + 3 = 16 + 9 = 5 = 5 b) C ( 3, 3) O(0, 0) d(c, O) = (0 3 )
Escola Secundária com 3º ciclo D. Dinis 10º Ano de Matemática A TEMA 1 GEOMETRIA NO PLANO E NO ESPAÇO I
Escola Secundária com º ciclo D. Dinis 10º Ano de Matemática A TEMA 1 GEOMETRIA NO PLANO E NO ESPAÇO I TPC nº entregar no dia 25 02 201 1. Uma jovem, sentada num baloiço, é largada de uma certa altura.
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MORTÁGUA
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MORTÁGUA Ficha de Trabalho nº 4 - Geometria - 11º ano Exames 014-017 1. Na figura, está representada, num referencial o.n. Oxyz, uma pirâmide quadrangular regular [ABCDV], cuja
Seja AB = BC = CA = 4a. Sendo D o ponto de interseção da reta s com o lado AC temos, pelo teorema de Tales, AD = 3a e DC = a.
GABARITO MA1 Geometria I - Avaliação 2-201/2 Questão 1. (pontuação: 2) As retas r, s e t são paralelas, como mostra a figura abaixo. A distância entre r e s é igual a e a distância entre s e t é igual
Prova Escrita de MATEMÁTICA A - 12o Ano a Fase
Prova Escrita de MATEMÁTICA A - o Ano 05 - a Fase Proposta de resolução GRUPO I. Escolhendo os lugares das etremidades para os dois rapazes, eistem hipóteses correspondentes a uma troca entre os rapazes.
FICHA DE TRABALHO N.º 7 MATEMÁTICA A - 10.º ANO CÁLCULO VECTORIAL NO ESPAÇO
álculo Vectorial no spaço FIH TRLH N.º 7 MTMÁTI - 0.º N ÁLUL VTRIL N SPÇ onhece a Matemática e dominarás o Mundo. Galileu Galilei. Na figura estão representados oito cubos. GRUP I ITNS SLH MÚLTIPL é um
Teste Intermédio de MATEMÁTICA - 9o ano 10 de maio de 2012
Teste Intermédio de MATEMÁTICA - 9o ano 10 de maio de 01 Proposta de resolução 1. 1.1. Como, na turma A os alunos com 15 anos são 7% do total, a probabilidade de escolher ao acaso um aluno desta turma
Proposta de teste de avaliação
Matemática A. O ANO DE ESCOLARIDADE Duração: 9 minutos Data: Grupo I Na resposta aos itens deste grupo, selecione a opção correta. Escreva, na folha de respostas, o número do item e a letra que identifica
MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Conjuntos e condições Propostas de resolução
MATEMÁTICA A - o Ano N o s Complexos - Conjuntos e condições Propostas de resolução Exercícios de exames e testes intermédios. Analisando cada uma das afirmações temos (A) z z = z z é uma afirmação verdadeira
Prova final de MATEMÁTICA - 3o ciclo a Fase
Prova final de MTMÁTI - o ciclo 017 - a ase Proposta de resolução aderno 1 1. omo no histograma estão representados todos os alunos a probabilidade de um aluno, escolhido ao acaso, ter uma massa corporal
Prova Escrita de MATEMÁTICA A - 12o Ano Época especial
Prova Escrita de MATEMÁTICA A - o Ano 07 - Época especial Proposta de resolução GRUPO I. Como o número a formar deve ser maior que 0 000, então para o algarismo das dezenas de milhar existem apenas 3 escolhas
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 10.º Ano Versão 1
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 10º Ano Versão 1 Nome: Nº Turma: Apresente o seu raciocínio de forma clara, indicando todos os cálculos que tiver de efetuar e todas as justificações necessárias Quando,
Grupo I V V V V F F F V F F F V. Qual das proposições seguintes pode ser a proposição c? (B) a b a b. (D) a b a
5 5 s cinco itens deste grupo são de escolha múltipla. Para cada um deles, escolhe a única opção correta.. onsidera a tabela de verdade seguinte, em que a, b e c são proposições. a b c Teste valiação V
Teste de Avaliação. Nome N. o Turma Data / / Avaliação E. Educação Professor. Duração (Caderno 1 + Caderno 2): 90 minutos. MATEMÁTICA 9.
Teste de Avaliação Nome N. o Turma Data / / Avaliação E. Educação Professor MATEMÁTICA 9. o ANO Duração (Caderno 1 + Caderno ): 90 minutos O teste é constituído por dois cadernos (Caderno 1 e Caderno ).
Prova final de MATEMÁTICA - 3o ciclo a Chamada
Prova final de MATEMÁTICA - 3o ciclo 200-2 a Chamada Proposta de resolução. Como são 20 as pessoas entrevistadas e 0 reponderam que a relação entre o seu cão e o seu gato é boa, temos que, calculando a
J. Delgado - K. Frensel - L. Crissaff Geometria Analítica e Cálculo Vetorial
178 Capítulo 10 Equação da reta e do plano no espaço 1. Equações paramétricas da reta no espaço Sejam A e B dois pontos distintos no espaço e seja r a reta que os contém. Então, P r existe t R tal que
Matemática A. Versão 1. Na sua folha de respostas, indique de forma legível a versão do teste. Teste Intermédio de Matemática A.
Teste Intermédio de Matemática A Versão 1 Teste Intermédio Matemática A Versão 1 Duração do Teste: 90 minutos 16.03.01 10.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 74/004, de 6 de março Na sua folha de respostas,
3º trimestre SALA DE ESTUDOS Data: 11/17 Ensino Médio 3º ano A, B e C. Prof. Maurício Nome: nº
º trimestre SALA DE ESTUDOS Data: 11/17 Ensino Médio º ano A, B e C. Prof. Maurício Nome: nº CONTEÚDOS: EQUAÇÃO DA RETA E EQUAÇÃO DA CIRCUNFERÊNCIA. 1. (Eear 017) O triângulo ABC a) escaleno b) isósceles
Prova final de MATEMÁTICA - 3o ciclo a Chamada
Prova final de MTEMÁTI - 3o ciclo 01 - a hamada Proposta de resolução aderno 1 1. 1.1. omo o ponto de coordenadas (,) pertence ao gráfico de f, então f() = 1.. omo a função f é uma função de proporcionalidade
Prova Escrita de MATEMÁTICA A - 12o Ano Época especial
Prova Escrita de MATEMÁTICA A - o Ano 04 - Época especial Proposta de resolução GRUPO I. Para que os números de cinco algarismos sejam ímpares e tenham 4 algarismo pares, todos os números devem ser pares
Teste de avaliação (Versão B) Grupo I
ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. DINIS 0º ANO DE MATEMÁTICA A 2-03 - 2007 Teste de avaliação (Versão B) Grupo I As cinco questões deste grupo são de escolha múltipla. Para cada uma delas são indicadas
Matemática A. Versão 1 RESOLUÇÃO GRUPO I. Teste Intermédio de Matemática A. Versão 1. Teste Intermédio. Duração do Teste: 90 minutos
Teste Intermédio de Matemática A Versão Teste Intermédio Matemática A Versão Duração do Teste: 90 minutos 7.0.0.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 7/00, de 6 de Março RESOLUÇÃO GRUPO I. Resposta (B)
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 10.º Ano Versão 3
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 0.º Ano Versão Nome: N.º Turma: Apresente o seu raciocínio de forma clara, indicando todos os cálculos que tiver de efetuar e todas as justificações necessárias. Quando,
TESTE INTERMÉDIO 11.º ANO
TESTE INTERMÉDIO 11.º ANO NOME: N.º: TURMA: ANO LETIVO: / DATA: / / CLASSIFICAÇÃO: PROFESSOR(A): ENC. EDUCAÇÃO: DURAÇÃO DO TESTE: 90 MINUTOS GRUPO I Os cinco itens deste grupo são de escolha múltipla.
Novo Espaço Matemática A, 10.º ano Proposta de teste de avaliação [janeiro 2019]
Proposta de teste de avaliação [janeiro 09] Nome: Ano / Turma: N.º: Data: - - Não é permitido o uso de corretor. Deves riscar aquilo que pretendes que não seja classificado. As cotações dos itens encontram-se
Tarefa nº_ 2.2. (A) Um ponto (B) Uma reta (C) Um plano (D) Nenhuma das anteriores
Tarefa nº_. MATEMÁTICA Geometria Nome: 11º Ano Data / / 1. Num referencial o.n. Oxyz, qual das seguintes condições define uma recta paralela ao eixo Oz? (A) x = y = 1 (C) z = 1 (B) (x, y, z) = (1,,0) +
MATEMÁTICA MÓDULO 16 CONE E CILINDRO. Professor Haroldo Filho
MATEMÁTICA Professor Haroldo Filho MÓDULO 16 CONE E CILINDRO 1. CILINDRO CIRCULAR Considere dois planos paralelos, α e β, seja R um círculo no plano α, seja s uma reta secante aos dois planos que não intersecta
MATEMÁTICA - 3o ciclo Posição relativa de retas e planos (9 o ano) Propostas de resolução
MTMÁT - 3o ciclo Posição relativa de retas e planos (9 o ano) Propostas de resolução xercícios de provas nacionais e testes intermédios 1. s retas e não são complanares, porque os pontos, e pertencem à
MATEMÁTICA A - 11o Ano. Propostas de resolução
MATEMÁTICA A - o Ano Funções racionais Propostas de resolução Eercícios de eames e testes intermédios. Como o conjunto solução da condição f 0 é o conjunto das abcissas dos pontos do gráfico da função
Inscrição e circunscrição de sólidos geométricos. Esfera e cubo Esfera e cilindro Esfera e cone reto Cilindro e cone reto
Inscrição e circunscrição de sólidos geométricos Esfera e cubo Esfera e cilindro Esfera e cone reto Cilindro e cone reto Introdução Nosso último estudo em Geometria será destinado aos sólidos inscritos
2 a Lista de Exercícios de MAT2457 Escola Politécnica 1 o semestre de 2014
a Lista de Eercícios de MAT4 Escola Politécnica o semestre de 4. Determine u tal que u = e u é ortogonal a v = (,, ) e a w = (, 4, 6). Dos u s encontrados, qual é o que forma um ângulo agudo com o vetor
Teste de Matemática A 2017 / Teste N.º 4 Matemática A. Duração do Teste: 90 minutos NÃO É PERMITIDO O USO DE CALCULADORA
Teste de Matemática A 017 / 018 Teste N.º 4 Matemática A Duração do Teste: 90 minutos NÃO É PERMITIDO O USO DE CALCULADORA 10.º Ano de Escolaridade Nome do aluno: N.º: Turma: Na resposta aos itens de escolha
Teste de Matemática A 2015 / 2016
Teste de Matemática A 2015 / 2016 Teste N.º 5 Matemática A Duração do Teste: 90 minutos 10.º Ano de Escolaridade Nome do aluno: Turma: Grupo I Os cinco itens deste grupo são de escolha múltipla. Em cada
Escola Secundária de Alberto Sampaio Ficha Formativa de Matemática A Geometria II O produto escalar na definição de lugares geométricos
Escola Secundária de Alberto Sampaio Ficha Formativa de Matemática A Geometria II O produto escalar na definição de lugares geométricos º Ano No plano Mediatriz de um segmento de reta [AB] Sendo M o ponto
RETA E CIRCUNFERÊNCIA
RETA E CIRCUNFERÊNCIA - 016 1. (Unifesp 016) Na figura, as retas r, s e t estão em um mesmo plano cartesiano. Sabe-se que r e t passam pela origem desse sistema, e que PQRS é um trapézio. a) Determine
MATEMÁTICA A - 11o Ano Funções - Derivada (extremos, monotonia e retas tangentes) Propostas de resolução
MATEMÁTICA A - o Ano Funções - Derivada extremos, monotonia e retas tangentes) Propostas de resolução Exercícios de exames e testes intermédios. Temos que, pela definição de derivada num ponto, f ) fx)
Escola Secundária com 3º ciclo D. Dinis 10º Ano de Matemática A TEMA 1 GEOMETRIA NO PLANO E NO ESPAÇO I. 2º Teste de avaliação versão1 Grupo I
Escola Secundária com º ciclo D. Dinis 10º Ano de Matemática A TEMA 1 GEOMETRIA NO PLANO E NO ESPAÇO I º Teste de avaliação versão1 Grupo I As cinco questões deste grupo são de escolha múltipla. Para cada
Prova Escrita de MATEMÁTICA A - 12o Ano a Fase
Prova Escrita de MATEMÁTICA A - o Ano 06 - a Fase Proposta de resolução GRUPO I. Como P (A B) P (A B) P (B) P (A B) P (A B) P (B) vem que: P (A B) 6 0 60 0 Como P (A B) P (A) + P (B) P (A B), temos que:
Matemática A. Versão 2 RESOLUÇÃO GRUPO I. Teste Intermédio de Matemática A. Versão 2. Teste Intermédio. Duração do Teste: 90 minutos
Teste Intermédio de Matemática A Versão Teste Intermédio Matemática A Versão Duração do Teste: 90 minutos 7.0.0.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 74/004, de 6 de Março RESOLUÇÃO GRUPO I. Resposta (A)
DO ENSINO MÉDIO. ELABORAÇÃO: PROFESSOR OCTAMAR MARQUES. RESOLUÇÃO: PROFESSORA MARIA ANTÔNIA GOUVEIA.
RESOLUÇÃO DA AVALIAÇÃO FINAL DE MATEMÁTICA APLICADA EM 008 NO COLÉGIO ANCHIETA-BA, AOS ALUNOS DA a SÉRIE DO ENSINO MÉDIO. ELABORAÇÃO: PROFESSOR OCTAMAR MARQUES. PROFESSORA MARIA ANTÔNIA GOUVEIA. 0. D C
Prova final de MATEMÁTICA - 3o ciclo Época especial
Prova final de MATEMÁTICA - 3o ciclo 017 - Época especial Proposta de resolução Caderno 1 1. Como 3π 9,7 então vem que 9, < 3π < 9,3, pelo que, de entre as opções apresentadas, o número 9,3 é a única aproximação
3ª Ficha de Trabalho
SOL SUNÁRI LRTO SMPIO 3ª icha de Trabalho MTMÁTI - 10º no 01/013 1ª. Parte : ( Questões Múltiplas ) 1. O perímetro do retângulo é igual a: ( ) 0 8 ( ) 10 8 ( ) 5 3 10 ( ) 100 15 15 75. diagonal de um quadrado
Escola Secundária com 3º ciclo D. Dinis. 10º Ano de Matemática A. Geometria no Plano e no Espaço I
Escola Secundária com 3º ciclo D. Dinis 10º Ano de Matemática A Geometria no Plano e no Espaço I Trabalho de casa nº 7 GRUPO I 1. Num certo prisma, cada uma das bases tem n vértices. Quantas faces e quantas
OS PRISMAS. 1) Definição e Elementos :
1 OS PRISMAS 1) Definição e Elementos : Dados dois planos paralelos α e β, um polígono contido em um desses planos e um reta r, que intercepta esses planos, chamamos de PRISMA o conjunto de todos os segmentos
Matemática A (métodos curriculares) 11.º ano Exercícios saídos em exames nacionais e em testes intermédios (desde 2006) GEOMETRIA ANALÍTICA
http://www.prof000.pt/users/roliveira0/ano11.htm Escola Secundária de Francisco Franco Matemática A (métodos curriculares) 11.º ano Exercícios saídos em exames nacionais e em testes intermédios (desde
3. São dadas as coordenadas de u e v em relação a uma base ortonormal fixada. Calcule a medida angular entre u e v.
1 a Produto escalar, produto vetorial 2 a Lista de Exercícios MAT 105 1. Sendo ABCD um tetraedro regular de aresta unitária, calcule AB, DA. 2. Determine x de modo que u e v sejam ortogonais. (a) u = (x
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 10.º Ano Versão 2
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 0.º Ano Versão Nome: N.º Turma: Apresente o seu raciocínio de forma clara, indicando todos os cálculos que tiver de efetuar e todas as justificações necessárias. Quando,
