Modelos de Crescimento Endógeno de 1ªgeração
|
|
|
- Ivan Canejo Salvado
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Teorias do Crescimeno Económico Mesrado de Economia Modelos de Crescimeno Endógeno de 1ªgeração Inrodução A primeira geração de modelos de crescimeno endógeno ena endogeneiar a axa de crescimeno de SSG eviando as dificuldades decorrenes da assunção da hipóese de concorrência imperfeia. Assim sendo, o crescimeno endógeno resula da aceiação da hipóese de rendimenos consanes do facor acumulável ou da aceiação da hipóese de rendimenos decrescenes do facor acumulável e da hipóese de violação da condição de Inada, - o limie da primeira derivada parcial da função de produção relaivamene ao facor acumulável quando o empo diverge para infinio é uma consane posiiva. Esa primeira geração de modelos de crescimeno endógeno fundamena o crescimeno de SSG do PIB real per capia em falhas de mercado, a que esão associados efeios de spillover. Eses modelos iveram, a par de ouras, duas consequências muio imporanes em maéria de Políica Económica que impora sublinhar. Em primeiro lugar, o Esado em uma função económica inequívoca a desempenhar em ermos de políicas de crescimeno. Na ausência dessas políicas, o equilíbrio privado será diferene do equilíbrio social. Em segundo lugar, as políicas públicas que visem reconciliar os dois ipos de equilíbrio, provocarão efeios de crescimeno permanenes ou efeios de crescimeno ransiórios durane um período de empo ão longo que poderão ser equiparados, em ermos práicos a permanenes. Falhas de mercado e modelos de crescimeno endógeno sem secor de I&D Modelos de Tipo AK A deerminação pelo modelo da axa de crescimeno do PIB real per capia passará necessariamene pela modelação de A() de forma a que passe a ser uma variável endógena do modelo, o conrário do que se passava nos modelos de crescimeno exógeno. Como faer isso? Num modelo neoclássico de crescimeno, com um facor acumulável,, a especificação da função de produção é a seguine: Y = A L com < 1 (1.1) g A = A(0) e com g v. exogena Num modelo de crescimeno endógeno de primeira geração com um facor acumulável,, a especificação da função de produção é a seguine: Y = A L (1.2) φ A = f (, ) ou ainda: A = B() com φ 0 > Nesa especificação, o nível ecnológico é uma função do soc de capial exisene na economia que é resulane da acumulação de capial, φ represena a exernalidade e B é uma consane. Subsiuindo na 1ª equação de (1.2) A() pela sua expressão obém-se: Adelaide Duare, Coimbra
2 Teorias do Crescimeno Económico Mesrado de Economia 1 + φ(1 ) = (1.3) Y B L A axa de crescimeno do PIB real per capia O que significa que a hipóese de rendimenos decrescenes do facor acumulável do modelo neoclássico é abandonada e subsiuída por rendimenos não decrescenes do facor acumulável. φ(1 ) 1 φ(1 ) (1 ) 0 ( φ 1)(1 ) 0 (1.4) Se 0< < 1 φ 1 ( φ 1)(1 ) 0 Se a elasicidade do PIB real relaivamene ao facor acumulável for posiiva e inferior à unidade e se a exernalidade for não inferior à unidade, enão o expoene do facor acumulável em (1.3) é não inferior à unidade. Por ouras palavras, endo em cona que o inervalo de variação de é o mesmo nos dois modelos, se φ1 enão o facor acumulável apresena rendimenos não decrescenes. O caso conrário, se φ<1, enão o facor acumulável apresena rendimenos decrescenes e o crescimeno é semiendógeno. O modelo neoclássico corresponde a φ=0. Crescimeno a axa consane Quais as condições que devem esar preenchidas para que enhamos um crescimeno a axa consane num modelo daquele ipo? É necessário analisar o inervalo de variação dos parâmeros para os quais a axa de crescimeno do facor acumulável é consane. Suponhamos as seguines hipóeses simplificadoras: o facor de acumulação não se deprecia (δ=0) e a população não cresce (n=0) Y 1 + φ(1 ) 1 1 (1.5) s s() B = = L d (1.6) Se 0 = = consane d d ( φ 1)(1 ) (1.7) = ( φ 1)(1 ) s B L d Tendo em cona (1.7) dois casos se podem verificar: = 0 se n=0 (1.8) φ = 1 = consane > 0 se n > 0 Casos raados por... Y B φ < 1 n> 0: = + φ(1 ) + (1 ) + (1 ) n Y B (1.9) Y n = γy = γk = Y 1 φ Caso raado por Jones Adelaide Duare, Coimbra
3 Teorias do Crescimeno Económico Mesrado de Economia Modelo AK sem dinâmica de ajusameno Admiindo que φ=1 e n=0 a função de produção virá: + 1 Y = () B L (1.10) Y = C C = B L com Subsiuindo C por A (consane que poderá represenar o nível ecnológico inicial) e por K reconhecemos a represenação de uma função AK. A produividade média é igual à produividade marginal do facor acumulável: Y (1.11), = F = C Y() (1.12), γ = s δ = δ (1.13)Se para =0 vier > δ, γ > 0 Qualquer que seja o, a axa de crescimeno do soc de capial é uma consane posiiva se o invesimeno bruo for superior ao invesimeno de reposição. Podemos represenar graficamene a siuação de crescimeno endógeno: γ δ Ou ainda: d/d δ Consideremos agora a hipóese mais geral de crescimeno da população (n>0). Vamos rescrever o modelo anerior na forma inensiva: (1.14) y = C A equação dinâmica alera-se: y() (1.15), γ = s ( δ + n) = ( δ +n) Adelaide Duare, Coimbra
4 Teorias do Crescimeno Económico Mesrado de Economia (1.16)Se para =0 vier > δ, γ > 0 Podemos represenar graficamene a siuação de crescimeno endógeno perpéuo: γ δ+n o Ou ainda: d/d δ+n o Num modelo AK sem dinâmica de ajusameno e sem progresso écnico a axa de crescimeno do soc do facor acumulável per capia é consane e posiiva qualquer que seja a daa, desde que seja posiiva no período inicial. Modelo AK (Romer 1986) Podemos repeir o esudo do modelo anerior considerando que o facor acumulável é o capial físico e que a exernalidade posiiva resula da aprendiagem aravés do invesimeno (learning by invesmen). y = f( ) (1.17) y = A A equação dinâmica alera-se: f( ) (1.18), γ = s ( δ + n) = sa ( δ + n) (1.19)Se para =0 vier sa > δ, γ > 0 sa γ δ+n o Adelaide Duare, Coimbra
5 Teorias do Crescimeno Económico Mesrado de Economia Ou ainda: sa d/d δ+n o Num modelo AK sem dinâmica de ajusameno e sem progresso écnico a axa de crescimeno do soc do facor físico per capia é consane e posiiva qualquer que seja a daa, desde que seja posiiva no período inicial. Predições de Políica Económica Políicas públicas que ajam direca ou indirecamene sobre os parâmeros da economia provocarão sempre um efeio de crescimeno. Uma políica que aumene a axa de poupança (s), ceeris paribus, provocará um efeio de crescimeno permanene porque a axa de crescimeno aumenará de forma duradoura. Uma políica que aumene a produividade marginal do capial (A), provocará ambém um efeio de crescimeno permanene. Da mesma forma, uma políica que redua a axa de crescimeno da população provocará um efeio de crescimeno permanene. Modelos AK com dinâmica de ajusameno Uma das críicas feias ao modelo anerior é a da ausência de dinâmica de ajusameno no modelo. Tal significa que não exise convergência no modelo, ora os resulados empíricos confirmam a exisência de convergência condicionada. A inrodução de dinâmica de ajusameno no modelo equivale à adopção da hipóese de rendimenos consanes do facor acumulável apenas assinoicamene. 1 Y F( K, L) AK BK = = + L (1.20) com A, B>0 e 0< <1 A produividade marginal do capial é posiiva quando K ende para infinio. (1.21) lim F = A K K Rescrevamos a função de produção na forma inensiva: y = f( ) = A+ B (1.22) com A, B>0 e 0< <1 Façamos a dedução da expressão da axa de crescimeno do soc de capial per capia sabendo que: a depreciação do capial é posiiva, a axa de crescimeno da população é posiiva e não exise progresso écnico: f( ) (1.23) γ = s ( δ + n) Uiliando a regra de L Hôpial deermina-se o limie, f( ) lim f '( ) lim f '( ) (1.24) lim = = = lim f '( ) lim ' 1 Adelaide Duare, Coimbra
6 Teorias do Crescimeno Económico Mesrado de Economia (1.25) ( 1 ) lim f '( ) = lim A+ B = A+ 0 = A n + δ (1.26)Se lim f '( ) >, γ >0 s f( ) d = B < d (1.27) f( ) d 2 ( 1) B( 1)( 2) 2 = >0 d A configuração da função invesimeno por unidade de capial é idênica nese modelo e no modelo de crescimeno neoclássico. Haverá pois um processo de convergência porque os rendimenos do facor acumulável são decrescenes, excepo no limie, em que são consanes, e endo em cona (1.25) e (1.26) a axa de crescimeno do soc de capial per capia converge para uma axa posiiva, mesmo na ausência de progresso écnico. Podemos represenar graficamene a siuação: γ [sf()/] sa γ n+δ (0) Adelaide Duare, Coimbra
UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS DEPARTAMENTO DE GESTÃO E ECONOMIA MACROECONOMIA III
UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR FACUDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS DEPARTAMENTO DE GESTÃO E ECONOMIA MACROECONOMIA III icenciaura de Economia (ºAno/1ºS) Ano ecivo 007/008 Caderno de Exercícios Nº 1
Teorias do Crescimento Licenciatura de Economia FEUC
Teorias do Crescimeno Licenciaura de Economia 3 O modelo de crescimeno ópimo de Ramsey-Cass-Koopmans (RCK) 3.1 Inrodução 3.2 Crescimeno ópimo 3.2.1 Uilidade ineremporal 3.2.2 Opimização dinâmica 3.2.3
Modelos Não-Lineares
Modelos ão-lineares O modelo malhusiano prevê que o crescimeno populacional é exponencial. Enreano, essa predição não pode ser válida por um empo muio longo. As funções exponenciais crescem muio rapidamene
AULA 22 PROCESSO DE TORNEAMENTO: CONDIÇÕES ECONÔMICAS DE USINAGEM
AULA 22 PROCESSO DE TORNEAMENTO: CONDIÇÕES ECONÔMICAS DE USINAGEM 163 22. PROCESSO DE TORNEAMENTO: CONDIÇÕES ECONÔMICAS DE USINAGEM 22.1. Inrodução Na Seção 9.2 foi falado sobre os Parâmeros de Core e
MACROECONOMIA DO DESENVOLVIMENTO PROFESSOR JOSÉ LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE QUESTÕES PARA DISCUSSÃO
MACROECONOMIA DO DESENVOLVIMENTO PROFESSOR JOSÉ LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE QUESTÕES PARA DISCUSSÃO 1 Quesão: Um fao esilizado sobre a dinâmica do crescimeno econômico mundial é a ocorrência de divergências
O modelo básico de Solow
O modelo básico de Solow Baseado nos slides do Prof. Fabio Freias para o Curso de Especialização em Desenolimeno Econômico e Social, BNDES-UFRJ e no exo Cesarao, S. e Serrano, F. (2002) "As Leis de Rendimeno
Exercícios sobre o Modelo Logístico Discreto
Exercícios sobre o Modelo Logísico Discreo 1. Faça uma abela e o gráfico do modelo logísico discreo descrio pela equação abaixo para = 0, 1,..., 10, N N = 1,3 N 1, N 0 = 1. 10 Solução. Usando o Excel,
Circuitos Elétricos I EEL420
Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuios Eléricos I EEL420 Coneúdo 1 - Circuios de primeira ordem...1 1.1 - Equação diferencial ordinária de primeira ordem...1 1.1.1 - Caso linear, homogênea, com
Tabela: Variáveis reais e nominais
Capíulo 1 Soluções: Inrodução à Macroeconomia Exercício 12 (Variáveis reais e nominais) Na abela seguine enconram se os dados iniciais do exercício (colunas 1, 2, 3) bem como as soluções relaivas a odas
Capítulo Cálculo com funções vetoriais
Cálculo - Capíulo 6 - Cálculo com funções veoriais - versão 0/009 Capíulo 6 - Cálculo com funções veoriais 6 - Limies 63 - Significado geomérico da derivada 6 - Derivadas 64 - Regras de derivação Uiliaremos
QUESTÕES ANPEC EQUAÇÕES DIFERENCIAIS E EQUAÇÕES DE DIFERENÇAS
QUESTÕES ANPEC EQUAÇÕES DIFERENCIAIS E EQUAÇÕES DE DIFERENÇAS QUESTÃO Assinale V (verdadeiro) ou F (falso): () A solução da equação diferencial y y y apresena equilíbrios esacionários quando, dependendo
DEMOGRAFIA. Assim, no processo de planeamento é muito importante conhecer a POPULAÇÃO porque:
DEMOGRAFIA Fone: Ferreira, J. Anunes Demografia, CESUR, Lisboa Inrodução A imporância da demografia no planeameno regional e urbano O processo de planeameno em como fim úlimo fomenar uma organização das
DIFERENCIAL DE INFLAÇÃO E CONVERGÊNCIA REAL DE PORTUGAL*
Arigos DIFERECIAL DE IFLAÇÃO E COVERGÊCIA REAL DE PORUGAL* Paulo Brio** Isabel Hora Correia*** Ese rabalho ena medir de que modo a convergência real observada em Porugal na década de 9 pode er conribuído
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuios Eléricos I EEL42 Coneúdo 8 - Inrodução aos Circuios Lineares e Invarianes...1 8.1 - Algumas definições e propriedades gerais...1 8.2 - Relação enre exciação
4 O Papel das Reservas no Custo da Crise
4 O Papel das Reservas no Cuso da Crise Nese capíulo buscamos analisar empiricamene o papel das reservas em miigar o cuso da crise uma vez que esa ocorre. Acrediamos que o produo seja a variável ideal
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CÁLCULO II - PROJETO NEWTON AULA 20. Palavras-chaves: derivada,derivada direcional, gradiente
Assuno: Derivada direcional UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CÁLCULO II - PROJETO NEWTON AULA 20 Palavras-chaves: derivada,derivada direcional, gradiene Derivada Direcional Sejam z = fx, y) uma função e x
Voo Nivelado - Avião a Hélice
- Avião a Hélice 763 º Ano da icenciaura em ngenharia Aeronáuica edro. Gamboa - 008. oo de ruzeiro De modo a prosseguir o esudo analíico do desempenho, é conveniene separar as aeronaves por ipo de moor
Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Critérios de Valorização e Selecção de Investimentos. Métodos Dinâmicos
Análise de Projecos ESAPL / IPVC Criérios de Valorização e Selecção de Invesimenos. Méodos Dinâmicos Criério do Valor Líquido Acualizado (VLA) O VLA de um invesimeno é a diferença enre os valores dos benefícios
Cinemática em uma dimensão. o Posição, deslocamento velocidade, aceleração. o Movimento com aceleração constante, o Queda livre
Cinemáica em uma dimensão o Posição, deslocameno velocidade, aceleração. o Movimeno com aceleração consane, o Queda livre Mecânica( Dinâmica! é! o! esudo! do! movimeno! de! um! corpo! e! da! relação!dese!movimeno!com!conceios!lsicos!como!força!
As novas teorias de crescimento econômico
As novas eorias de crescimeno econômico Sabino da Silva Poro Júnior 1. Inrodução A eoria de crescimeno 1 de Solow (1956) apresena algumas dificuldades decorrenes, principalmene, da sua persisene incapacidade
4. SINAL E CONDICIONAMENTO DE SINAL
4. SINAL E CONDICIONAMENO DE SINAL Sumário 4. SINAL E CONDICIONAMENO DE SINAL 4. CARACERÍSICAS DOS SINAIS 4.. Período e frequência 4..2 alor médio, valor eficaz e valor máximo 4.2 FILRAGEM 4.2. Circuio
Lista de Exercícios nº 3 - Parte IV
DISCIPLINA: SE503 TEORIA MACROECONOMIA 01/09/011 Prof. João Basilio Pereima Neo E-mail: [email protected] Lisa de Exercícios nº 3 - Pare IV 1ª Quesão (...) ª Quesão Considere um modelo algébrico
Capítulo 11. Corrente alternada
Capíulo 11 Correne alernada elerônica 1 CAPÍULO 11 1 Figura 11. Sinais siméricos e sinais assiméricos. -1 (ms) 1 15 3 - (ms) Em princípio, pode-se descrever um sinal (ensão ou correne) alernado como aquele
CINÉTICA QUÍMICA LEI DE VELOCIDADE - TEORIA
CINÉTICA QUÍMICA LEI DE VELOCIDADE - TEORIA Inrodução Ese arigo raa de um dos assunos mais recorrenes nas provas do IME e do ITA nos úlimos anos, que é a Cinéica Química. Aqui raamos principalmene dos
Confiabilidade e Taxa de Falhas
Prof. Lorí Viali, Dr. hp://www.pucrs.br/fama/viali/ [email protected] Definição A confiabilidade é a probabilidade de que de um sisema, equipameno ou componene desempenhe a função para o qual foi projeado
O potencial eléctrico de um condutor aumenta à medida que lhe fornecemos carga eléctrica. Estas duas grandezas são
O ondensador O poencial elécrico de um conduor aumena à medida que lhe fornecemos carga elécrica. Esas duas grandezas são direcamene proporcionais. No enano, para a mesma quanidade de carga, dois conduores
Exercícios Sobre Oscilações, Bifurcações e Caos
Exercícios Sobre Oscilações, Bifurcações e Caos Os ponos de equilíbrio de um modelo esão localizados onde o gráfico de + versus cora a rea definida pela equação +, cuja inclinação é (pois forma um ângulo
4 Análise de Sensibilidade
4 Análise de Sensibilidade 4.1 Considerações Gerais Conforme viso no Capíulo 2, os algorimos uilizados nese rabalho necessiam das derivadas da função objeivo e das resrições em relação às variáveis de
Econometria Semestre
Economeria Semesre 00.0 6 6 CAPÍTULO ECONOMETRIA DE SÉRIES TEMPORAIS CONCEITOS BÁSICOS.. ALGUMAS SÉRIES TEMPORAIS BRASILEIRAS Nesa seção apresenamos algumas séries econômicas, semelhanes às exibidas por
4 Metodologia Proposta para o Cálculo do Valor de Opções Reais por Simulação Monte Carlo com Aproximação por Números Fuzzy e Algoritmos Genéticos.
4 Meodologia Proposa para o Cálculo do Valor de Opções Reais por Simulação Mone Carlo com Aproximação por Números Fuzzy e Algorimos Genéicos. 4.1. Inrodução Nese capíulo descreve-se em duas pares a meodologia
ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. DINIS 12º ANO DE ESCOLARIDADE DE MATEMÁTICA A Tema II Introdução ao Cálculo Diferencial II
ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. DINIS 2º ANO DE ESCOLARIDADE DE MATEMÁTICA A Tema II Inrodução ao Cálculo Diferencial II TPC nº 9 Enregar em 4 2 29. Num loe de bolbos de úlipas a probabilidade de que
Movimento unidimensional. Prof. DSc. Anderson Cortines IFF campus Cabo Frio MECÂNICA GERAL
Movimeno unidimensional Prof. DSc. Anderson Corines IFF campus Cabo Frio MECÂNICA GERAL 218.1 Objeivos Ter uma noção inicial sobre: Referencial Movimeno e repouso Pono maerial e corpo exenso Posição Diferença
Calcule a área e o perímetro da superfície S. Calcule o volume do tronco de cone indicado na figura 1.
1. (Unesp 017) Um cone circular reo de gerariz medindo 1 cm e raio da base medindo 4 cm foi seccionado por um plano paralelo à sua base, gerando um ronco de cone, como mosra a figura 1. A figura mosra
Prof. Carlos H. C. Ribeiro ramal 5895 sala 106 IEC
MB770 Previsão usa ando modelos maemáicos Prof. Carlos H. C. Ribeiro [email protected] www.comp.ia.br/~carlos ramal 5895 sala 106 IEC Aula 14 Modelos de defasagem disribuída Modelos de auo-regressão Esacionariedade
EFICIÊNCIA NA FORMA SEMI-FORTE NO MERCADO PORTUGUÊS
EFICIÊNCIA NA SEMI-FORTE NO MERCADO PORTUGUÊS Mercados e Invesimenos Financeiros Dezembro, 2007 Inês Maos Liliana Araújo Pedro M. Dias Ricardo Sanos Sara Ledo Ferreira ÍNDICE 1. CONTEXTUALIZAÇÃO TEÓRICA
MACROECONOMIA II PROFESSOR JOSE LUIS OREIRO SEGUNDA LISTA DE EXERCÍCIOS
MACROECONOMIA II PROFESSOR JOSE LUIS OREIRO SEGUNDA LISTA DE EXERCÍCIOS 1 Quesão: Suponha que um governo de direia decida reduzir de forma permanene o nível do seguro desemprego. Pede-se: a) Quais seriam
ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. DINIS 11º ANO DE ESCOLARIDADE DE MATEMÁTICA A
Tarefa de revisão nº 17 1. Uma empresa lançou um produo no mercado. Esudos efecuados permiiram concluir que a evolução do preço se aproxima do seguine modelo maemáico: 7 se 0 1 p() =, p em euros e em anos.
Introdução às Medidas em Física
Inrodução às Medidas em Física 43152 Elisabeh Maeus Yoshimura [email protected] Bloco F Conjuno Alessandro Vola sl 18 agradecimenos a Nemiala Added por vários slides Conceios Básicos Lei Zero da Termodinâmica
MECÂNICA DE PRECISÃO - ELETRÔNICA I - Prof. NELSON M. KANASHIRO FILTRO CAPACITIVO
. INTRODUÇÃO Na saída dos circuios reificadores, viso na aula anerior, emos ensão pulsane que não adequada para o funcionameno da maioria dos aparelhos elerônicos. Esa ensão deve ser conínua, semelhane
Movimento unidimensional 25 MOVIMENTO UNIDIMENSIONAL
Movimeno unidimensional 5 MOVIMENTO UNIDIMENSIONAL. Inrodução Denre os vários movimenos que iremos esudar, o movimeno unidimensional é o mais simples, já que odas as grandezas veoriais que descrevem o
ECONOMETRIA. Prof. Patricia Maria Bortolon, D. Sc.
ECONOMETRIA Prof. Paricia Maria Borolon, D. Sc. Séries Temporais Fone: GUJARATI; D. N. Economeria Básica: 4ª Edição. Rio de Janeiro. Elsevier- Campus, 2006 Processos Esocásicos É um conjuno de variáveis
Séries temporais Modelos de suavização exponencial. Séries de temporais Modelos de suavização exponencial
Programa de Pós-graduação em Engenharia de Produção Análise de séries de empo: modelos de suavização exponencial Profa. Dra. Liane Werner Séries emporais A maioria dos méodos de previsão se baseiam na
4 O modelo econométrico
4 O modelo economérico O objeivo desse capíulo é o de apresenar um modelo economérico para as variáveis financeiras que servem de enrada para o modelo esocásico de fluxo de caixa que será apresenado no
3 Modelos de Markov Ocultos
23 3 Modelos de Markov Oculos 3.. Processos Esocásicos Um processo esocásico é definido como uma família de variáveis aleaórias X(), sendo geralmene a variável empo. X() represena uma caracerísica mensurável
Economia e Finanças Públicas Aula T21. Bibliografia. Conceitos a reter. Livro EFP, Cap. 14 e Cap. 15.
Economia e Finanças Públicas Aula T21 6.3 Resrição Orçamenal, Dívida Pública e Susenabilidade 6.3.1 A resrição orçamenal e as necessidades de financiameno 6.3.2. A divida pública 6.3.3 A susenabilidade
TRANSFORMADA DE FOURIER NOTAS DE AULA (CAP. 18 LIVRO DO NILSON)
TRANSFORMADA DE FOURIER NOTAS DE AULA (CAP. 8 LIVRO DO NILSON). CONSIDERAÇÕES INICIAIS SÉRIES DE FOURIER: descrevem funções periódicas no domínio da freqüência (ampliude e fase). TRANSFORMADA DE FOURIER:
4. A procura do setor privado. 4. A procura do setor privado 4.1. Consumo 4.2. Investimento. Burda & Wyplosz, 5ª Edição, Capítulo 8
4. A procura do seor privado 4. A procura do seor privado 4.. Consumo 4.2. Invesimeno Burda & Wyplosz, 5ª Edição, Capíulo 8 4.2. Invesimeno - sock de capial óimo Conceios Inroduórios Capial - Bens de produção
Análise de Pós-optimização e de Sensibilidade
CPÍULO nálise de Pós-opimização e de Sensibilidade. Inrodução Uma das arefas mais delicadas no desenvolvimeno práico dos modelos de PL, relaciona-se com a obenção de esimaivas credíveis para os parâmeros
CONVERSORES CC-CC COM ISOLAMENTO GALVÂNICO
ONERSORES ELETRÓNIOS DE POTÊNIA A ALTA FREQUÊNIA ONERSORES com isolameno galvânico ONERSORES OM ISOLAMENTO GALÂNIO FONTES DE DE ALIMENTAÇÃO OMUTADAS caracerísicas:.. saída saída regulada (regulação de
CINÉTICA RADIOATIVA. Introdução. Tempo de meia-vida (t 1/2 ou P) Atividade Radioativa
CIÉTIC RDIOTIV Inrodução Ese arigo em como objeivo analisar a velocidade dos diferenes processos radioaivos, no que chamamos de cinéica radioaiva. ão deixe de anes esudar o arigo anerior sobre radioaividade
GERAÇÃO DE PREÇOS DE ATIVOS FINANCEIROS E SUA UTILIZAÇÃO PELO MODELO DE BLACK AND SCHOLES
XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Mauridade e desafios da Engenharia de Produção: compeiividade das empresas, condições de rabalho, meio ambiene. São Carlos, SP, Brasil, 1 a15 de ouubro de
3 Metodologia do Estudo 3.1. Tipo de Pesquisa
42 3 Meodologia do Esudo 3.1. Tipo de Pesquisa A pesquisa nese rabalho pode ser classificada de acordo com 3 visões diferenes. Sob o pono de visa de seus objeivos, sob o pono de visa de abordagem do problema
Experiência IV (aulas 06 e 07) Queda livre
Experiência IV (aulas 06 e 07) Queda livre 1. Objeivos. Inrodução 3. Procedimeno experimenal 4. Análise de dados 5. Quesões 6. Referências 1. Objeivos Nesa experiência, esudaremos o movimeno da queda de
NOTA TÉCNICA. Nota Sobre Evolução da Produtividade no Brasil. Fernando de Holanda Barbosa Filho
NOTA TÉCNICA Noa Sobre Evolução da Produividade no Brasil Fernando de Holanda Barbosa Filho Fevereiro de 2014 1 Essa noa calcula a evolução da produividade no Brasil enre 2002 e 2013. Para ano uiliza duas
