7.Noção de investimentos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "7.Noção de investimentos"

Transcrição

1 1 2 Sumário (18ª aula) 7.Noção de investimentos 7.2. Valor Actual de um investimento 7.3. Taxa Interna de Rentabilidade 7.4. Break Even Point 7.5 Rendas/prestações fixas Obrigações 30 Nov Um investimento é composto por entregas e recebimentos em instantes diferentes No geral, as entregas são feitas antes e os recebimentos depois Podemos considerar em cada instante as entregas líquidas como a soma das entregas com os recebimentos Temos fluxos e stocks de recursos 3 4 Noção de investimento Em termos líquidos, teremos: Esta área negativa mede a necessidade total de recursos (financiamento) Positivo: retorno tempo Mas a soma dos recursos investidos e dos retornos não acontecem no mesmo instante Têm que ser relativisados a um mesmo instante de tempo Capitalizados ou Descontados Se forem todos descontados ao presente denominam-se por Valor Actual ou Valor Actualizado 5 6 Na figura as entregas e recebimentos são fluxos. Por isso, o total é a área Actualizam-se com desconto contínuo VA = T t= 0 ( Et + Rt) e t i Et são as entregas, Rt os recebimentos e i a taxa de desconto Em termos práticos, dividimos o tempo em unidades aceitáveis: Meses, trimestres, Semestres ou Anos. Consideramos que dentro de cada período a capitalização é desprezável Transforma-se o contínuo em discreto VA = T t = 0 ( Et + Rt) (1 + i) t Et são as entregas, Rt os recebimentos durante o mês t e i é a taxa de desconto mensal

2 7 8 O limite temporal de análise é T. Para um investimento na criação de um empresa num sector com risco médio, T é 5 anos e a taxa de desconto é entre 15% e 25%, dependente da carteira do investidor. Para investimentos em crescimento com risco médio, T é de 5 anos e a taxa de desconto na casa dos 10% Para grandes obras com pouco risco como barragens, autoestradas, grandes pontes, T poderá ser até 25 anos com taxas de desconto de 5% Notar que a uma taxa de desconto de 20%, o factor de desconto a 6 anos é 1,2^-6 = 0,335 E uma taxa de desconta de 5%, o factor de desconto a 26 anos é 1,05^26 = 0, de daqui a 26 anos têm o efeito de 281 de agora 9 10 A análise do investimento é no curto prazo e com taxas de desconto elevadas porque existe muito risco nas previsões a médio-longo prazo Eu vou aplicar CEM MILHÔES DE EUROS num projecto petrolífero que começa a produzir daqui a 5 anos e que será rentável se a cotação se mantiver acima dos 35. Desses CEM, eu tenho apenas UM. Será que se vai manter acima dos 35? A alavancagem expõe-me a um risco muito elevado Ter uma percentagem elevada de capitais alheios Para melhorar a minha capacidade de previsão, vou decompor o meu negócio em parcelas Umas parcelas são entregas outras receitas E somo as parcelas todas Vendas 500,00 600,00 720,00 864, ,80 C. Vendas 480,00 560,00 656,00 771,20 909,44 R. Vendas 20,00 40,00 64,00 92,80 127,36 Investimento 60,00 30,00 10,00 Stock Capital 60,00 72,00 60,40 42,28 29,60 0,00 Amortizações 18,00 21,60 18,12 12,68 29,60 Lucro 2,00 18,40 45,88 80,12 97,76 Impostos 0,5 4,6 11,47 20,029 24,441 Caixa -60,00-10,50 25,40 52,53 72,77 102,92 Como vou somar as entradas em caixa?

3 13 14 Esta análise de entradas em caixa é denominada por análise de cash-flow. Temos que descontar todos os valores ao presente a uma determinada taxa. Vamos supor uma i = 15% Vendas 500,00 600,00 720,00 864, ,80 C. Vendas 480,00 560,00 656,00 771,20 909,44 R. Vendas 20,00 40,00 64,00 92,80 127,36 Investimento 60,00 30,00 10,00 Stock Capital 60,00 72,00 60,40 42,28 29,60 0,00 Amortizações 18,00 21,60 18,12 12,68 29,60 Lucro 2,00 18,40 45,88 80,12 97,76 Impostos 0,5 4,6 11,47 20,029 24,441 Caixa -60,00-10,50 25,40 52,53 72,77 102,92-60,00-9,13 19,21 34,54 41,61 51,17 VAL 77,39 O valor da ideia do negócio vale 77, Chama-se Valor Actual por ser a actualização de todas as entregas e recebimentos ao presente Chama-se Liquido porque considera a amortização de todo o capital entregue. Não existe nenhum factor que falte remunerar É o valor actual de entrepreneurship O goodwill da ideia Chama-se Valor Actual por ser a actualização de todas as entregas e recebimentos ao presente Chama-se Liquido porque considera a amortização de todo o capital entregue. Não existe nenhum factor que falte remunerar É o valor actual de entrepreneurship O goodwill da ideia Exercício de aplicação Questão 1: Num investimento, entregam-se 100 no ano zero e 10 no ano um e recebe-se 15 no ano um e 150 no ano dois. Sendo que a taxa de A) 25,0 B) 28,5 C) 30,3 C) 55,0 Exercícios de aplicação Questão 1: Num investimento, entregam-se 100 no ano zero e 10 no ano um e recebe-se 15 no ano um e 150 no ano dois. Sendo que a taxa de A) 25,0 B) 28,5 C) 30,3 C) 55,0 VAL = -100x1,1^0 + (-10+15)x 1,1^ x 1,1^-2 VAL = , ,0 = 28,5, resposta B

4 19 20 Exercícios de aplicação Questão 2: Num investimento, entregam-se 1000 no ano zero e 100 no ano um e recebe-se 150 no ano um e no ano dois. Sendo que a taxa de A) 37,2 B) 105,5 C) 175,9 C) 250,0 Exercícios de aplicação Questão 2: Num investimento, entregam-se 1000 no ano zero e 100 no ano um e recebe-se 150 no ano um e 1200 no ano dois. Sendo que a taxa de A) 37,2 B) 105,5 C) 175,9 C) 250,0 VAL = -1000x1,1^0 + ( )x 1,1^ x 1,1^-2 VAL = 37,2, resposta A TIR Taxa Interna de Rentabilidade Mas será que o segundo investimento é melhor que o primeiro? O VAL não permite uma comparação conveniente entre os investimentos em que os valores são muito diferentes Podemos usar uma medida relativa aos montantes TIR Taxa Interna de Rentabilidade A TIR é a taxa de desconto que faz o VAL do investimento igual a zero. No exemplo 1 a TIR é de 25,0% No exemplo 2 a TIR é de 12,1% Em termos de rentabilidade relativa, o primeiro investimento tem rentabilidade muito mais elevada TIR Taxa Interna de Rentabilidade A TIR determina-se facilmente numa folha de cálculo Por tentativa e erro Usando o Goal Seek do Microsoft-Excel Usando o Solver do Microsoft-Excel Em termos manuais, torna-se difícil Sendo que as entregas são mais próximas e os recebimentos são mais distantes do presente Se diminuirmos o horizonte temporal T, diminui o VAL Cada empreendedor tem uma TIR mínima, e.g. 15%

5 25 26 t= Vendas 500,00 600,00 720,00 864, ,80 C. Vendas 480,00 560,00 656,00 771,20 909,44 R. Vendas 20,00 40,00 64,00 92,80 127,36 Investimento 60,00 30,00 10,00 Stock Capital 60,00 72,00 60,40 42,28 29,60 0,00 Amortizações 18,00 21,60 18,12 12,68 29,60 Lucro 2,00 18,40 45,88 80,12 97,76 Impostos 0,5 4,6 11,47 20,029 24,441 Caixa -60,00-10,50 25,40 52,53 72,77 102,92-60,00-9,13 19,21 34,54 41,61 51,17 VAL 77,39 VAL T = t -60,00-69,13-49,92-15,39 26,22 77,39 Algures durante o ano 4, há um instante em que considerando apenas um horizonte temporal até ai, O VAL dá zero A partir desse ponto, temos lucro Podemos dizer que o Break-even point deste investimento são 4 anos O Break even point não tem em atenção as quantidades (como a TIR) Quanto menor for o Break-even point, menos tempo estamos expostos ao risco Isto porque já recuperamos as entregas e em principio a partir dai haverá mais recebimentos que entregas Mas pode não ser. O custo de liquidação pode ser muito alto e incerto Por exemplo, quanto custa desmantelar Uma central nuclear? Uma empresa com muitos empregados? Uma refinaria que contaminou os terrenos? Pode ser viável manter a empresa para não pagar isso! Como analisar um investimento? Em termos genéricos, serão melhores investimentos os que têm: Um VAL maior Uma TIR Maior Um Break-even point menor Rendas Há um investimento tipo que se traduz em Uma entrega inicial Muitos recebimentos periódicos futuros Por exemplo, eu entrego 1000 ao SLB e recebo 100 por mês durante 10 anos. Este contrato denomina-se de RENDA É um contrato que em termos nominais não tem risco

6 31 Rendas Este contrato (entrego 1000 e recebo 100 por mês durante 10 anos) tem como TAE implícita 3,8%. Vejamos outro exemplo Eu compro uma casa por e cobro uma renda de 400 por mês durante 100 anos (a duração da casa) A TAE implícita é 4,86%

1 Pay Back 2 Pay Back O período de recuperação é um critério de avaliação de projecto que atende apenas ao período de tempo que o projecto leva a recuperar o capital investido. Qualquer projecto de investimento

Leia mais

Estudos sobre a dimensão (capacidade) da instalação

Estudos sobre a dimensão (capacidade) da instalação Estudos sobre a dimensão (capacidade) da instalação O conceito de capacidade não é exclusivamente técnico (máximo de produção possível dado um certo equipamento) mas também económico (nível de produção

Leia mais

AULA 9 SUMÁRIO. Critérios de avaliação de investimentos reais. Comparação de critérios

AULA 9 SUMÁRIO. Critérios de avaliação de investimentos reais. Comparação de critérios AULA 9 SUMÁRIO Critérios de avaliação de investimentos reais O Valor Actual Líquido (VAL) [ou Net Present Value (NPV)] A Taxa Interna de Rendibilidade (TIR) [ou Internal Rate of Return (IRR)] O Índice

Leia mais

Yield-to-maturity (YTM) Taxa de rendimento realizado (TRR) Comparação entre YTM e TRR. Investimentos. António M. R. G. Barbosa.

Yield-to-maturity (YTM) Taxa de rendimento realizado (TRR) Comparação entre YTM e TRR. Investimentos. António M. R. G. Barbosa. Investimentos António M. R. G. Barbosa Dia 10: 01/Mar/12 António Barbosa (IBS) Investimentos Dia 10: 01/Mar/12 1 / 26 Sumário 1 Yield-to-maturity (YTM) 2 Taxa de rendimento realizado (TRR) 3 Comparação

Leia mais

Avaliação de projetos de investimento

Avaliação de projetos de investimento Gestão Empresarial e Economia Avaliação de projetos de investimento Caracterização do projeto e conceito de valor Sumário Caracterização do projecto Conceito de valor 1. Caracterização do projecto 1.1

Leia mais

Gestão Capítulo 6: Avaliação de projectos de investimento

Gestão Capítulo 6: Avaliação de projectos de investimento Gestão Capítulo 6: Avaliação de projectos de investimento Inflação aumento generalizado do nível de preço medida a posteriori (1,5% valor da inflação) Preço corrente etiqueta dos produtos sem inflação

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA - SUPERINTENSIVO 8 AULAS

MATEMÁTICA FINANCEIRA - SUPERINTENSIVO 8 AULAS MATEMÁTICA FINANCEIRA - SUPERINTENSIVO 8 AULAS SEFAZ-SALVADOR BANCA: FUNCAB 1. Juros simples. 2. Juros compostos. Taxa nominal, taxa real e taxa efetiva. Taxas equivalentes. Capitais equivalentes. Capitalizacao

Leia mais

INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS EXAME 1ª ÉPOCA 5 de Junho de 2007 Duração 2 horas

INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS EXAME 1ª ÉPOCA 5 de Junho de 2007 Duração 2 horas INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS EXAME 1ª ÉPOCA 5 de Junho de 007 Duração horas Responda a apenas duas das três questões seguintes: 1. Uma empresa tem um imobilizado líquido superior aos seus capitais permanentes.

Leia mais

FEA RP - USP. Matemática Financeira 3 - Séries e Avaliação de Investimentos

FEA RP - USP. Matemática Financeira 3 - Séries e Avaliação de Investimentos FEA RP - USP Matemática Financeira 3 - Séries e Avaliação de Investimentos Prof. Dr. Daphnis Theodoro da Silva Jr. Daphnis Theodoro da Silva Jr 1 Séries uniformes - Juros Compostos Series uniformes são

Leia mais

Exercício Avaliativo

Exercício Avaliativo 1 Exercício Avaliativo Alunos: Data: / / Data: / / Fórmulas: Juros simples: Juros Compostos: ou ou Taxas De uma taxa menor para uma taxa maior: { } { ( ) } ou De uma taxa maior para uma taxa menor: {[

Leia mais

Matemática Financeira Aplicada

Matemática Financeira Aplicada MATEMÁTICA FINANCEIRA BÁSICA... 3 1.1 Introdução... 3 1.2 Conceitos básicos da Matemática Financeira... 3 1.2.1) Valor do dinheiro no tempo... 3 1.2.2) Capital inicial, montante e prazo... 4 1.2.3) Operação

Leia mais

Antônio fez os dois investimentos seguintes, em que ambos pagam juros compostos de 3% ao mês. I Três depósitos mensais, consecutivos e iguais a R$

Antônio fez os dois investimentos seguintes, em que ambos pagam juros compostos de 3% ao mês. I Três depósitos mensais, consecutivos e iguais a R$ Antônio fez os dois investimentos seguintes, em que ambos pagam juros compostos de 3% ao mês. I Três depósitos mensais, consecutivos e iguais a R$ 2.000,00; o primeiro foi feito no dia 1.º/3/2009. II Dois

Leia mais

ENSINO SECUNDÁRIO / PROFISSIONAL VIABILIDADE FINANCEIRA

ENSINO SECUNDÁRIO / PROFISSIONAL VIABILIDADE FINANCEIRA ENSINO SECUNDÁRIO / PROFISSIONAL VIABILIDADE FINANCEIRA VIABILIDADE Esta folha da Matriz Financeira é calculada automaticamente com base nos pressupostos que preencheram. Vários indicadores são calculados

Leia mais

Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais. CURSO DE ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE EMPRESAS Ano Lectivo 2008/09 2º Semestre Mini Teste Teórico

Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais. CURSO DE ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE EMPRESAS Ano Lectivo 2008/09 2º Semestre Mini Teste Teórico UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais CURSO DE ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE EMPRESAS Ano Lectivo 2008/09 2º Semestre DISCIPLINA: FINANÇAS II 3º ANO I (60 min.) 1.

Leia mais

Matemática Financeira

Matemática Financeira Capítulo Matemática Financeira Juros Simples Adriano Leal Bruni [email protected] Conceito de juros simples Juros sempre incidem sobre o VALOR PRESENTE Preste atenção!!! Empréstimo Valor atual

Leia mais

O total das vendas foi de 500 mil reais. A vendeu 225 mil reais, B vendeu 175 mil reais. Portanto, C vendeu = 100 mil reais.

O total das vendas foi de 500 mil reais. A vendeu 225 mil reais, B vendeu 175 mil reais. Portanto, C vendeu = 100 mil reais. (TCE-SC 2016/CESPE-UnB) Em cada um dos itens a seguir, é apresentada uma situação hipotética relativa a proporcionalidade, porcentagem e juros, seguida de uma assertiva a ser julgada. 111. A participação

Leia mais

FINANÇAS EMPRESARIAIS CADERNO DE EXERCÍCIOS I

FINANÇAS EMPRESARIAIS CADERNO DE EXERCÍCIOS I FINANÇAS EMPRESARIAIS CADERNO DE EXERCÍCIOS I Suponha que lhe fazem a seguinte proposta : "Se me entregar 00/ano, durante dez anos, eu devolver-lhe-ei 00/ano, perpetuamente". Aceita a proposta? 2 Uma máquina

Leia mais

1. As parcelas são pagas ao final de cada período. Neste caso denomina-se pagamento postecipado.

1. As parcelas são pagas ao final de cada período. Neste caso denomina-se pagamento postecipado. PARTE 5 SÉRIE UNIFORME DE PAGAMENTOS CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução 2. Prestações e Valor presente 3. Prestações e Valor futuro 4. Renda perpétua 5. Exercícios Resolvidos 1. Introdução Quando se contrai

Leia mais

Respostas Capítulo 3: Juros Simples Fórmulas Básicas

Respostas Capítulo 3: Juros Simples Fórmulas Básicas Respostas Capítulo 3: Juros Simples Fórmulas Básicas Seção Problemas Propostos (3.9) 1) Calcule o montante acumulado no final de quatro semestres e a renda recebida a partir da aplicação de um principal

Leia mais

Lista de Exercícios Análise de Investimentos.

Lista de Exercícios Análise de Investimentos. Lista de Exercícios Análise de Investimentos. 1. Em um investimento que está sob o regime de capitalização composta: a) A taxa de juro em cada período de capitalização incide sobre o capital inicial investido

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA AULA 01

MATEMÁTICA FINANCEIRA AULA 01 MATEMÁTICA FINANCEIRA AULA 01 Conceito A MATEMÁTICA FINANCEIRA tem por objetivo estudar as diversas formas de evolução do valor do dinheiro no tempo, bem como as formas de análise e comparação de alternativas

Leia mais

Exercícios Avaliativos 1 Juros simples e compostos (5 pontos)

Exercícios Avaliativos 1 Juros simples e compostos (5 pontos) Exercícios Avaliativos 1 Juros simples e compostos (5 pontos) Lista-se os conhecimentos: - Introdução à matemática financeira - Capitalização Simples - Descontos racional e comercial simples - Taxas proporcionais

Leia mais

15/07/2014. Empreendedorismo ASPECTOS LEGAIS: ESTRUTURA DE CAPITALIZAÇÃO PLANO FINANCEIRO PARTE II. Objetivos de Aprendizagem. Atuação Empreendedora

15/07/2014. Empreendedorismo ASPECTOS LEGAIS: ESTRUTURA DE CAPITALIZAÇÃO PLANO FINANCEIRO PARTE II. Objetivos de Aprendizagem. Atuação Empreendedora Empreendedorismo Atuação Empreendedora Professor Mestre Humberto Fernandes Villela ASPECTOS LEGAIS: ESTRUTURA DE CAPITALIZAÇÃO PLANO FINANCEIRO PARTE II Objetivos de Aprendizagem Ao final deste módulo

Leia mais

AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS EM EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS EM EFICIÊNCIA ENERGÉTICA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS EM EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Prof Panesi São Paulo 2017 Sumário INTRODUÇÃO... 1 MÉTODOS DE AVALIAÇÃO... 3 1) Tempo de Retorno (Tr ) ou Payback... 3 2) Taxa interna de retorno

Leia mais

O valor do dinheiro no tempo

O valor do dinheiro no tempo 2011 O valor do dinheiro no tempo O valor do dinheiro no tempo A matemática financeira trata do estudo do valor do dinheiro ao longo do tempo. O seu objetivo básico é o de efetuar análises e comparações

Leia mais

RESPOSTAS DAS ATIVIDADES DE INTRODUÇÃO AO CÁLCULO ATUARIAL

RESPOSTAS DAS ATIVIDADES DE INTRODUÇÃO AO CÁLCULO ATUARIAL Atividade 01 RESPOSTAS DAS ATIVIDADES DE INTRODUÇÃO AO CÁLCULO ATUARIAL 1) Qual o valor da prestação de uma venda de R$ 1.000,00 sabendo-se que a mesma será paga em 4 prestações (postecipadas) e que a

Leia mais

RESPOSTAS DAS ATIVIDADES DE INTRODUÇÃO AO CÁLCULO ATUARIAL

RESPOSTAS DAS ATIVIDADES DE INTRODUÇÃO AO CÁLCULO ATUARIAL RESPOSTAS DAS ATIVIDADES DE INTRODUÇÃO AO CÁLCULO ATUARIAL Atividade 01 1) Qual o valor da prestação de uma venda de R$ 1.000,00 sabendo-se que a mesma será paga em 4 prestações (postecipadas) e que a

Leia mais

1. A taxa de juros de um financiamento está fixada em 3,3% a,m, em determinado momento, Qual o percentual desta taxa acumulada para um ano?

1. A taxa de juros de um financiamento está fixada em 3,3% a,m, em determinado momento, Qual o percentual desta taxa acumulada para um ano? MATEMÁTICA FINANCEIRA APLICADA 2 a LISTA DE EXERCÍCIOS Prof, Ânderson Vieira 1. A taxa de juros de um financiamento está fixada em 3,3% a,m, em determinado momento, Qual o percentual desta taxa acumulada

Leia mais

Prof. Eugênio Carlos Stieler

Prof. Eugênio Carlos Stieler CAPITALIZAÇÃO COMPOSTA CAPITALIZAÇÁO COMPOSTA: MONTANTE E VALOR ATUAL PARA PAGAMENTO ÚNICO Capitalização composta é aquela em que a taxa de juros incide sobre o capital inicial, acrescido dos juros acumulados

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA

MATEMÁTICA FINANCEIRA MATEMÁTICA FINANCEIRA A Matemática Financeira é uma ferramenta útil na análise de algumas alternativas de investimentos ou financiamentos de bens de consumo. Consiste em empregar procedimentos matemáticos

Leia mais

Solução dos Problemas Propostos - CAPÍTULO 5 e CAPÍTULO 6

Solução dos Problemas Propostos - CAPÍTULO 5 e CAPÍTULO 6 Solução dos Problemas Propostos - CAPÍTULO 5 e CAPÍTULO 6 As respostas indicam como resolver os problemas. Vocês devem utilizar a formulas financeiras do Excel e resolver os problemas em casa ou nas aulas

Leia mais

Tipo de Prova: Teste Final/Exame Data de realização: 9 de Janeiro de 2010 Duração: 120 minutos. Nome: N.º de aluno: Turma: Classificação:

Tipo de Prova: Teste Final/Exame Data de realização: 9 de Janeiro de 2010 Duração: 120 minutos. Nome: N.º de aluno: Turma: Classificação: INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS Tipo de Prova: Teste Final/Exame Data de realização: 9 de Janeiro de 21 Duração: 12 minutos Nome: N.º de aluno: Turma: Classificação: Seleccione o tipo de prova que realiza: Teste

Leia mais

Fundamentos de Finanças Curso de Ciências Econonômicas Universidade Federal de Pelotas (UFPel)

Fundamentos de Finanças Curso de Ciências Econonômicas Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Fundamentos de Finanças Curso de Ciências Econonômicas Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Prof. Regis A. Ely Departamento de Economia Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Regis A. Ely Matemática

Leia mais

CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO

CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO c E v I CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO MÓDULO: Financiamentos e Apoios Ricardo Gouveia Rodrigues Professor Auxiliar do DGE UBI Objectivos Programa Conteúdo Lista de Questões Relatório

Leia mais

Solução dos Problemas Propostos CAPÍTULO 7 e CAPÍTULO 8

Solução dos Problemas Propostos CAPÍTULO 7 e CAPÍTULO 8 Solução dos Problemas Propostos CAPÍTULO 7 e CAPÍTULO 8 CAPÍTULO 7 1) Cálculo do Valor Futuro de 10 parcelas mensais de $1.000,00 10 1,00 0,00-1.000,00 10.462,21 que fornece o Valor Futuro de $9.368,53

Leia mais

Fundamentos de Finanças Curso de Ciências Econonômicas Universidade Federal de Pelotas (UFPel)

Fundamentos de Finanças Curso de Ciências Econonômicas Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Fundamentos de Finanças Curso de Ciências Econonômicas Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Prof. Regis A. Ely Departamento de Economia Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Regis A. Ely Matemática

Leia mais

05/06/2017. Representar graficamente uma análise econômica de investimentos;

05/06/2017. Representar graficamente uma análise econômica de investimentos; As decisões de investimento em alternativas e projetos de economia e uso eficiente da energia passam, necessariamente, por uma análise de viabilidade econômica. Estas análises, em geral, utilizam-se de

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA

MATEMÁTICA FINANCEIRA AULA DEMONSTRATIVA MATEMÁTICA FINANCEIRA Professor Guilherme Neves www.pontodosconcursos.com.br Aula 00 Aula Demonstrativa www.pontodosconcursos.com.br Professor Guilherme Neves 1 www.pontodosconcursos.com.br

Leia mais

Grupo 1 1-A (7,5 valores) Defina concisamente os conceitos seguintes: a) Valor Contabilístico do Imobilizado. (1,5 val.)

Grupo 1 1-A (7,5 valores) Defina concisamente os conceitos seguintes: a) Valor Contabilístico do Imobilizado. (1,5 val.) versão A Avaliação de Projectos Teste Preliminar Licenciatura de Economia, Gestão e MAEG 2º Semestre Duração da Prova: 1h 45 min Cada grupo do enunciado deve ser respondido em folhas ou cadernos separados

Leia mais

PREPARATÓRIO EXAME CFC MATEMÁTICA FINANCEIRA

PREPARATÓRIO EXAME CFC MATEMÁTICA FINANCEIRA PREPARATÓRIO EXAME CFC 2017.1 MATEMÁTICA FINANCEIRA EDITAL CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 7. MATEMÁTICA FINANCEIRA E ESTATÍSTICA a) Juros Simples e Compostos. b) Taxas Nominal, Proporcional, Efetiva e Equivalente.

Leia mais

Aula demonstrativa Apresentação... 2 Prova Resolvida Matemática Financeira TCE/SC... 3

Aula demonstrativa Apresentação... 2 Prova Resolvida Matemática Financeira TCE/SC... 3 Aula demonstrativa Apresentação... 2 Prova Resolvida Matemática Financeira TCE/SC... 3 1 Apresentação Olá, pessoal! Tudo bem com vocês? Saiu o edital para Analista de Controle do TCE/PR. Esta é a aula

Leia mais

Matemática Aplicada em C. Contábeis/Mário FUNÇÃO QUADRÁTICA

Matemática Aplicada em C. Contábeis/Mário FUNÇÃO QUADRÁTICA FUNÇÃO QUADRÁTICA Definição A função f: R R dada por f(x) = ax² + bx + c, com a, b, c reais e a 0, denomina-se função quadrática. Exemplos: f(x) = x² - 4x 3 (a = 1, b = -4, c = -3) f(x) = x² - 9 (a = 1,

Leia mais

INRODUÇÃO ÀS FINANÇAS EXAME 2ª ÉPOCA - Gestão /07 27 de Janeiro de 2007 Duração de 2 horas

INRODUÇÃO ÀS FINANÇAS EXAME 2ª ÉPOCA - Gestão /07 27 de Janeiro de 2007 Duração de 2 horas INRODUÇÃO ÀS FINANÇAS EXAME 2ª ÉPOCA - Gestão - 2006/07 27 de Janeiro de 2007 Duração de 2 horas NOME NÚMERO TURMA 1. Um investidor português trocou 800 euros por dólares e seguidamente trocou os dólares

Leia mais

FEA RP - USP. Matemática Financeira 3 - Séries e Avaliação de Investimentos

FEA RP - USP. Matemática Financeira 3 - Séries e Avaliação de Investimentos FEA RP - USP Matemática Financeira 3 - Séries e Avaliação de Investimentos Prof. Dr. Daphnis Theodoro da Silva Jr. Daphnis Theodoro da Silva Jr 1 Séries uniformes - Juros Compostos Series uniformes são

Leia mais

08/08/2017 MATEMÁTICA FINANCEIRA. Capítulo 1 Conceitos iniciais e diagrama de fluxo de caixa. Prof. Msc. Roberto Otuzi de Oliveira

08/08/2017 MATEMÁTICA FINANCEIRA. Capítulo 1 Conceitos iniciais e diagrama de fluxo de caixa. Prof. Msc. Roberto Otuzi de Oliveira MATEMÁTICA FINANCEIRA Prof. Msc. Roberto Otuzi de Oliveira Capítulo 1 Conceitos iniciais e diagrama de fluxo de caixa Três objetivos do capítulo Entender os propósitos da Matemática Financeira; Saber construir

Leia mais

Para uma taxa de juro expressa ao ano o valor dos juros é maior sob qual sistema de capitalização?

Para uma taxa de juro expressa ao ano o valor dos juros é maior sob qual sistema de capitalização? 1 2 3 4 5 6 Primeira Avaliação AFO II Para uma taxa de juro expressa ao ano o valor dos juros é maior sob qual sistema de capitalização? a) Sistema de capitalização composta para prazos menores que um

Leia mais

Capítulo 11 Métodos de Análise de Investimentos

Capítulo 11 Métodos de Análise de Investimentos Capítulo 11 Métodos de Análise de Investimentos Copyright@ Abelardo Puccini. 2009. Editora Saraiva. Taxa Mínima de Atratividade - 1 Taxa Mínima de Atratividade (i Min ) é o custo de oportunidadedo investidor.

Leia mais

Gestão do Crédito e Risco - Especial Banca

Gestão do Crédito e Risco - Especial Banca Objetivos Gerais: Gestão do Crédito e Risco - Especial Banca Este curso tem como objetivo dotar os participantes das competências que lhes permitam compreender as diferentes abordagens de avaliação de

Leia mais

ISCTE/ISCEE FINANÇAS EMPRESARIAIS 2/2007 (Duração 2h 30m) I (4,5 valores) Estas questões devem ser respondidas num máximo de 10 linhas cada.

ISCTE/ISCEE FINANÇAS EMPRESARIAIS 2/2007 (Duração 2h 30m) I (4,5 valores) Estas questões devem ser respondidas num máximo de 10 linhas cada. ISCTE/ISCEE FINANÇAS EMPRESARIAIS 2/2007 (Duração 2h 30m) I (4,5 valores) Estas questões devem ser respondidas num máximo de 10 linhas cada. 1 Quando o mercado de capitais está menos desenvolvido é mais

Leia mais

Matemática Financeira. Parte I. Professor: Rafael D Andréa

Matemática Financeira. Parte I. Professor: Rafael D Andréa Matemática Financeira Parte I Professor: Rafael D Andréa O Valor do Dinheiro no Tempo A matemática financeira trata do estudo do valor do dinheiro ao longo do tempo. Conceito de Investimento Sacrificiozinho

Leia mais

XXXII. Compensações ÍNDICE

XXXII. Compensações ÍNDICE XXXII Compensações ÍNDICE SECÇÃO I COMPENSAÇÕES DA ENTIDADE GESTORA DO ESTABELECIMENTO... 2 1. Compensação em caso de resgate... 2 2. Compensação em caso de rescisão por interesse público... 6 3. Compensação

Leia mais

Universidade Nova de Lisboa. Faculdade de Economia. Semestre de Primavera 2003/2004 FINANÇAS I. Aulas Práticas

Universidade Nova de Lisboa. Faculdade de Economia. Semestre de Primavera 2003/2004 FINANÇAS I. Aulas Práticas Universidade Nova de Lisboa Faculdade de Economia Semestre de Primavera 2003/2004 FINANÇAS I Aulas Práticas Custo de capital, Estrutura de Financiamento e Avaliação de Projectos CUSTO DE CAPITAL, ESTRUTURA

Leia mais

FINANÇAS APLICADAS À SAÚDE II. Professor Cristóvão Pereira

FINANÇAS APLICADAS À SAÚDE II. Professor Cristóvão Pereira FINANÇAS APLICADAS À SAÚDE II Professor Cristóvão Pereira Cristóvão Pereira Mestre em Gestão Empresarial FGV Engenheiro Eletricista PUC/RJ MBA New York University MBA Ibmec/RJ CEO Takeover Ltda. Contato

Leia mais

Fórmula de avaliação Estrutura temporal das taxas de juro Avaliação e decisão de trading. Investimentos. António M. R. G. Barbosa.

Fórmula de avaliação Estrutura temporal das taxas de juro Avaliação e decisão de trading. Investimentos. António M. R. G. Barbosa. Investimentos António M. R. G. Barbosa Dia 7: 16/Fev/12 António Barbosa (IBS) Investimentos Dia 7: 16/Fev/12 1 / 22 Sumário 1 Avaliação de obrigações (introdução) 2 Estrutura temporal das taxas de juro

Leia mais

MATEMÁTICA PARA CEF PROFESSOR: GUILHERME NEVES

MATEMÁTICA PARA CEF PROFESSOR: GUILHERME NEVES Aula 4 Parte 2 1 Análise de Investimentos... 2 1.1 Conceito... 2 1.2 Valor Presente Líquido (VPL)... 3 1.3 Taxa Interna de Retorno (TIR)... 3 1.4 Payback Descontado... 3 1.5 Exercícios Resolvidos... 4

Leia mais

Aplicação do modelo Energy Service Company (ESCO) em retrofitting industrial no contexto português. Componente Económica

Aplicação do modelo Energy Service Company (ESCO) em retrofitting industrial no contexto português. Componente Económica Bilobite Engenharia Lda. Serviços de Engenharia Aplicação do modelo Energy Service Company (ESCO) em retrofitting industrial no contexto português Componente Económica Identificação de Oportunidades de

Leia mais

MÓDULO 1 - Exercícios complementares

MÓDULO 1 - Exercícios complementares MÓDULO 1 - Exercícios complementares a. Juros Simples 1. As ações do Banco Porto apresentam uma taxa de rentabilidade de 20% ao ano. Qual será o valor futuro obtido, se você aplicar R$ 2.000,00 a juros

Leia mais

Reunião 10. Análise Financeira

Reunião 10. Análise Financeira Reunião 10 Análise Financeira Pauta Respostas às perguntas sobre o plano financeiro, ou seja, análise do negócio: É um bom negócio? É um bom investimento? A Análise Intuitiva Investimento Inicial R$ 47.500,00

Leia mais

Engenharia Econômica. Prof. Fernando Deschamps

Engenharia Econômica. Prof. Fernando Deschamps Engenharia Econômica Prof. Fernando Deschamps [email protected] Pergunta #1 Você tem R$100.000,00 aplicados em uma caderneta de poupança que tem uma expectativa de render, mensalmente, em torno

Leia mais

CÁLCULO FINANCEIRO NOME: Nº: GRUPO I (4 Valores)

CÁLCULO FINANCEIRO NOME: Nº: GRUPO I (4 Valores) CÁLCULO FINANCEIRO * EXAME DE ÉPOCA NORMAL: 22 DE JUNHO DE 2010 DURAÇÃO DA PROVA: 2h NOME: Nº: Antes de iniciar a resolução da prova leia com muita atenção esta parte: Em cima da mesa deverá ter apenas

Leia mais

Mercado de Capitais Mercado Cambial Taxas juro. Investimentos. António M. R. G. Barbosa. Dia 3: 07/Fev/12

Mercado de Capitais Mercado Cambial Taxas juro. Investimentos. António M. R. G. Barbosa. Dia 3: 07/Fev/12 Investimentos António M. R. G. Barbosa Dia 3: 07/Fev/12 António Barbosa (IBS) Investimentos Dia 3: 07/Fev/12 1 / 26 Sumário 1 Mercado de Capitais Mercados de Obrigações Mercados de Acções Mercados de Derivados

Leia mais

SEFAZ RS AUDITOR FISCAL DA RECEITA ESTADUAL MATEMÁTICA

SEFAZ RS AUDITOR FISCAL DA RECEITA ESTADUAL MATEMÁTICA SEFAZ RS AUDITOR FISCAL DA RECEITA ESTADUAL MATEMÁTICA Atente às tabelas financeiras que encontram-se nas páginas 0 e. QUESTÃO 5 A sequência numérica (6, x,, y,...) é uma progressão aritmética. A partir

Leia mais

Matemática Financeira 5ª edição

Matemática Financeira 5ª edição Capítulo 5 Matemática Financeira 5ª edição por Carlos Patricio Samanez 1 11. Todos os reservados. Séries periódicas uniformes As séries periódicas uniformes (ou rendas certas) podem ser divididas em séries

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA

MATEMÁTICA FINANCEIRA MATEMÁTICA FINANCEIRA Exercícios Resolvidos Marcus Vinicius Quintella Cury E-mail: [email protected] Internet: www.marvin.pro.br 1) Calcule o montante acumulado em 6 trimestres, à taxa de 2,75% a.m., a partir

Leia mais

Análise de Viabilidade Econômica de Projetos de Investimento

Análise de Viabilidade Econômica de Projetos de Investimento Análise de Viabilidade Econômica de Projetos de Investimento ANÁLISE DE CENÁRIOS Prof. Luciel Henrique de Oliveira - [email protected] UNIFAE - São João da Boa Vista http://gp2unifae.wikispaces.com Análise

Leia mais

Matemática Financeira

Matemática Financeira Matemática Financeira Conceitos Básicos Regimes de Juro Taxas de Juro Equivalência de Capitais Rendas Reembolso de Empréstimos Exemplos 1 Matemática Financeira Conceitos Básicos Capital (Financeiro) Tempo

Leia mais

Central de cursos Prof.Pimentel Curso CPA 10 Educare

Central de cursos Prof.Pimentel Curso CPA 10 Educare QUESTÕES CPA 10 MÓDULO 3 1) O Produto Interno Bruto de uma economia representa, em valores monetários e para determinado período, a soma de todos os bens e serviços a) intermediários e finais, a preço

Leia mais

Matemática Financeira

Matemática Financeira AULA 00 Matemática Financeira Aula Demonstrativa Professor Henrique Tiezzi www.pontodosconcursos.com.br www.pontodosconcursos.com.br Professor Henrique Tiezzi 1 Aula 00 Aula Demonstrativa Aula Conteúdo

Leia mais

Exame final de Finanças I. 5 de Junho de 2004

Exame final de Finanças I. 5 de Junho de 2004 Universidade Nova de Lisboa Faculdade de Economia Exame final de Finanças I Paula Antão Maria Manuel Correia Ana Isabel Lacerda 5 de Junho de 2004 Por favor, responda a cada grupo numa folha separada.

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA prof. Nivaldo Cândido de Oliveira Jr.

MATEMÁTICA FINANCEIRA prof. Nivaldo Cândido de Oliveira Jr. MATEMÁTICA FINANCEIRA prof. Nivaldo Cândido de Oliveira Jr. AGENDA 1. Conceitos Básicos 2. Juros Simples Exemplo 3. Desconto Comercial Exemplo Desconto Bancário 4. Juros Compostos Aplicações 5. Fator de

Leia mais

INVESTIMENTO, FINANCIAMENTO E VIABILIDADE ECONÓMICO-FINANCEIRA

INVESTIMENTO, FINANCIAMENTO E VIABILIDADE ECONÓMICO-FINANCEIRA INVESTIMENTO, FINANCIAMENTO E VIABILIDADE ECONÓMICO-FINANCEIRA Agenda: Introdução Plano de Investimento Plano de Financiamento Plano de Exploração Análise de Viabilidade Económico-Financeira INTRODUÇÃO

Leia mais

Avaliação de Empresas Profa. Patricia Maria Bortolon

Avaliação de Empresas Profa. Patricia Maria Bortolon Avaliação de Empresas RISCO E RETORNO Aula 2 Retorno Total É a variação total da riqueza proporcionada por um ativo ao seu detentor. Fonte: Notas de Aula do Prof. Claudio Cunha Retorno Total Exemplo 1

Leia mais

Taxa de juros efetiva mensal com encargos = ((45.000/ ) ^ (30/42)) - 1 = 5,32%

Taxa de juros efetiva mensal com encargos = ((45.000/ ) ^ (30/42)) - 1 = 5,32% 1 Universidade de São Paulo Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade LISTA 3a - Disciplina de Matemática Financeira Professora Ana Carolina Maia Monitora Pg: Paola Londero / Monitor: Álvaro

Leia mais

FERRAMENTAS DE ANALISE FINANCEIRA & COMO ESTRUTURAR UM PLANO DE NEGÓCIOS

FERRAMENTAS DE ANALISE FINANCEIRA & COMO ESTRUTURAR UM PLANO DE NEGÓCIOS MODULO V e VI FERRAMENTAS DE ANALISE FINANCEIRA & COMO ESTRUTURAR UM PLANO DE NEGÓCIOS CURSO INTENSIVO EM EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO EMPRESARIAL António Gaspar / [email protected] Rui Ferreira /

Leia mais

EXERCÍCIOS FINANÇAS CORPORATIVAS E VALOR ASSAF NETO CAPÍTULO 2 CÁLCULO FINANCEIRO E APLICAÇÕES

EXERCÍCIOS FINANÇAS CORPORATIVAS E VALOR ASSAF NETO CAPÍTULO 2 CÁLCULO FINANCEIRO E APLICAÇÕES 1. Explique o que são taxas: 1. Nominais: Taxa de juro contratada numa operação. Normalmente é expressa para um período superior ao da incidência dos juros. 2. Proporcionais: Duas taxas expressas em diferentes

Leia mais

Algumas Funções Financeiras do Microsoft Excel Versão 1.0

Algumas Funções Financeiras do Microsoft Excel Versão 1.0 Algumas Funções Financeiras do Microsoft Excel Versão 1.0 Documentação de apoio ao livro Rogério Matias Escolar Editora (2004) ISBN 972-592-176-3 i EFECTIVA (EFFECT) Calcula a taxa anual efectiva =EFECTIVA(12%;4)

Leia mais

VERSÃO XXXX com resoluções NOME: Nº ALUNO: CURSO:

VERSÃO XXXX com resoluções NOME: Nº ALUNO: CURSO: VERSÃO XXXX com resoluções NOME: Nº ALUNO: CURSO: Instituto Superior Técnico -DEG ALAMEDA LEMat, LEAmb, LMAC, LET, LEGM, MEC, MEBiol, MEQ, LEAN, MEAer, MEMec, MEBiom, MEFT Ano Lectivo 2007/2008 2º Semestre

Leia mais

MATEMÁTICA COMERCIAL MÓDULO 1 CONCEITOS INICIAIS

MATEMÁTICA COMERCIAL MÓDULO 1 CONCEITOS INICIAIS MATEMÁTICA COMERCIAL MÓDULO 1 CONCEITOS INICIAIS Índice 1. Introdução...3 2. Taxa de Juros...3 3. Fluxo de caixa...4 4. Juros Simples...5 5. Exemplos de Juros Simples...6 6. Valor Nominal e Valor Atual...8

Leia mais

Administração - UniFAI

Administração - UniFAI CENTRO UNIVERSITÁRIO ASSUNÇÃO UniFAI Matemática Financeira Exercícios - Parte I Juros Simples Juros Compostos 1 Juros Simples 1) Determine os juros simples obtidos nas seguintes condições: Capital Taxa

Leia mais

Unidade II ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA. Prof. Me. Evandro Rafael

Unidade II ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA. Prof. Me. Evandro Rafael Unidade II ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Prof. Me. Evandro Rafael Decisões de financiamento a curto prazo Serão examinadas, as condições para uma apropriada administração das contas que configuram o ativo circulante

Leia mais

ANÁLI L SE S S E S F I F NANCE C I E RA R S 1

ANÁLI L SE S S E S F I F NANCE C I E RA R S 1 ANÁLISES FINANCEIRAS 1 O Projeto de Negócios deve estar acompanhado do Quadro de Usos e Fontes, no qual constará o detalhamento dos investimentos a serem realizados para a construção e a operação e os

Leia mais