MATEMÁTICA PARA CEF PROFESSOR: GUILHERME NEVES
|
|
|
- Madalena Silveira Guterres
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Aula 4 Parte 2 1 Análise de Investimentos Conceito Valor Presente Líquido (VPL) Taxa Interna de Retorno (TIR) Payback Descontado Exercícios Resolvidos Relação das questões comentadas Prof. Guilherme Neves 1
2 1 Análise de Investimentos 1.1 Conceito MATEMÁTICA PARA CEF Utilizaremos os principais conceitos da Matemática Financeira para abordar alguns critérios de avaliação de investimentos. Aproveitaremos os modelos já desenvolvidos para aplicá-los à tomada de decisão financeira em seus aspectos quantitativos. De um modo geral, a classificação dos investimentos é a mais variável possível. Deixaremos os aspectos qualitativos dos investimentos de lado e focaremos nosso objetivo no aspecto quantitativo da avaliação de investimentos. Consideraremos os fluxos de caixa de certas alternativas de investimentos para compará-las entre si e formar uma escala de prioridades na consecução da mais lucrativa. Sob esse aspecto de avaliação, estudaremos dois critérios básicos de análise de investimentos que são: - Critério do Valor Presente Líquido (VPL) ou Valor Atual. - Critério da Taxa Interna de Retorno. - Critério do Payback Descontado Esses critérios levam em consideração a taxa mínima de atratividade (TMA). É taxa mínima que o investidor se propõe a ganhar quando faz um investimento. No método do Valor Presente Líquido (VPL), utilizaremos a Taxa Mínima de Atratividade (TMA) para efetuar o transporte dos valores. A visualização de um problema envolvendo receitas e despesas que ocorrem em instantes diferentes do tempo é bastante facilitada por uma representação gráfica simples chamada diagrama de fluxo de caixa. Ou seja, quando desejamos analisar diferentes valores muitas vezes é difícil imaginar a sua distribuição nas datas disponíveis, sem que para isso não lancemos mão de um esquema financeiro que nos permita visualizar, ao longo do tempo, todos aqueles recebimentos a serem auferidos (entradas de recursos) e todos aqueles pagamentos a serem realizados (saída de recursos). Representamos com setas para cima um recebimento (positivo) e setas para baixo no caso de pagamentos (negativo). Prof. Guilherme Neves 2
3 1.2 Valor Presente Líquido (VPL) MATEMÁTICA PARA CEF O valor presente de um projeto é o valor presente (data 0) de seu fluxo de caixa, valor este obtido mediante o desconto do fluxo de caixa a uma taxa que reflita o custo de oportunidade do capital investido. Lembrando que para retroceder um valor para o presente dividimos por (1 i) n. Quanto maior o valor presente, melhor é o projeto. Caso existam duas ou mais formas de investimento, será escolhida aquela que possuir o maior valor presente líquido. No caso de haver apenas uma alternativa para o projeto, o VPL de seu fluxo de caixa indicará se o projeto é viável, inviável ou indiferente. Nesse caso, caso VPL > 0, o projeto é viável. Se VPL < 0, então o projeto é inviável. E se VPL = 0, então o projeto é indiferente. No método do Valor Presente Líquido (VPL), utilizaremos a Taxa Mínima de Atratividade (TMA) para efetuar o transporte dos valores. 1.3 Taxa Interna de Retorno (TIR) É a taxa de juros que anula o valor presente líquido do fluxo de caixa do investimento. A TIR é aquela que torna VPL = 0. E já que o valor presente líquido é zero, então o fluxo de caixa será 0 em qualquer outra data. Assim, daremos preferência em usar como data focal aquela que estiver mais a direita do fluxo. Podemos utilizar o método da taxa interna de retorno em diversas situações, como por exemplo: - Existe apenas uma alternativa de investimento e esta será considerada viável se a taxa interna de retorno for maior que um valor aceitável (taxa mínima de atratividade), o qual representa o custo de oportunidade do capital. Ou seja, se TIR > TMA, então o projeto é viável. Se TIR = TMA, então o projeto é indiferente. Se TIR < TMA, então o projeto é inviável. 1.4 Payback Descontado O que significa Payback? É o tempo necessário para recuperação do investimento. Prof. Guilherme Neves 3
4 O Payback descontado atualiza os fluxos de caixa por meio de operações de desconto racional composto. Em suma, o Payback Descontado é o tempo decorrido até que o VPL (Valor Presente Líquido) se iguale ao investimento inicial do projeto em análise. 1.5 Exercícios Resolvidos 01. (APOFP/SEFAZ-SP/FCC/2010) O fluxo de caixa abaixo corresponde a um projeto de investimento (com os valores em reais), em que se apurou uma taxa interna de retorno igual a 20% ao ano. O valor de X é igual a a) R$ ,00 b) R$ ,00 c) R$ ,00 d) R$ ,00 e) R$ ,00 Por definição, a taxa interna de retorno é aquela que torna o valor presente líquido igual a 0. Se o valor presente líquido é igual a 0, então em qualquer outra data o somatório de entradas e saídas será igual a 0. Adotaremos como data focal a data 3. Prof. Guilherme Neves 4
5 Para avançar um valor para o futuro multiplicamos por (1 i) n. Assim, a equação de equivalência de capitais será: Letra B 02. (BB Escriturário FCC 2006) Considere o seguinte fluxo de caixa cuja taxa interna de retorno é igual a 10% ao ano: O valor de X é igual a a) R$ ,00 b) R$ ,00 c) R$ ,00 d) R$ ,00 e) R$ ,00 A taxa interna de retorno é a taxa de juros que anula o valor presente líquido do fluxo de caixa do investimento. A TIR é aquela que torna VPL = 0. E já que o valor presente líquido é zero, então o fluxo de caixa será 0 em qualquer outra data. Assim, daremos preferência em usar como data focal aquela que estiver mais a direita do fluxo. Para avançar um valor para o futuro multiplicamos por (1 i) n. Prof. Guilherme Neves 5
6 Letra E 03. (Agente Fiscal de Rendas 2006 FCC) A representação gráfica abaixo corresponde ao fluxo de caixa de um projeto de investimento com a escala horizontal em anos. Se a taxa interna de retorno referente a este projeto é igual a 10% ao ano e (X+Y) = R$ ,00, tem-se que X é igual a a) R$ 3.025,00 b) R$ 3.267,00 c) R$ 3.388,00 d) R$ 3.509,00 e) R$ 3.630,00 A taxa interna de retorno é a taxa de juros que anula o valor presente líquido do fluxo de caixa do investimento. A TIR é aquela que torna VPL = 0. E já que o valor presente líquido é zero, então o fluxo de caixa será 0 em qualquer outra data. Assim, daremos preferência em usar como data focal aquela que estiver mais a direita do fluxo. A data focal será a data 3. Para avançar um valor para o futuro multiplicamos por (1 i) n. Representamos com setas para cima um recebimento (positivo) e setas para baixo no caso de pagamentos (negativo). Prof. Guilherme Neves 6
7 Como o enunciado nos disse que X + Y = , então Y = X. Substituindo na equação anterior: Letra E 04. (AFRE-SC 2010/FEPESE) Considerando o Gráfico abaixo, onde o eixo Y representa os VPL(s) em $ e o Eixo X, as taxas em %. Assinale a alternativa que identifica corretamente a Taxa Interna de Retorno (TIR). a) 30% b) 25% c) 20% d) 15% e) 0% A Taxa Interna de Retorno é a taxa de juros que anula o valor presente líquido do fluxo de caixa do investimento. A TIR é aquela que torna VPL = 0. O gráfico mostra claramente que VPL = 0 para uma taxa de 20%. Letra C 05. (Prefeitura Municipal de Brusque Auditor Fiscal Tributário FEPESE) Considerando o fluxo de caixa de $50.000, $30.000, $ e $ para o 1 o, 2 o, 3 o e 4 o ano, respectivamente, assinale a alternativa que Prof. Guilherme Neves 7
8 demonstra corretamente o valor presente desse fluxo, no ano zero, com a aplicação das taxas de desconto de 10% a.a., 5% a.a. e 0% a.a., respectivamente. a) $ ; $ ; $ b) $ ; $ ; $ c) $ ; $ ; $ d) $ ; $ ; $ e) $ ; $ ; $ Vejamos o desenho do fluxo de caixa ano 2 anos 3 anos 4 anos X Para retroceder um valor para o presente dividimos por (1 i) n. Dessa forma, o valor presente líquido desse fluxo de caixa (X) será igual a Calcularemos o valor presente líquido com a aplicação das taxas de desconto de 10% a.a. = 0,10 a.a., 5% a.a. = 0,05 a.a. e 0% a.a i) i = 0,10 Vamos reduzir as frações ao um mesmo denominador comum. O m.m.c. dos denominadores é igual a 1,10 4. Então dividiremos esse valor pelo denominador e multiplicaremos o resultado pelo numerador. Por exemplo, olhemos para a Prof. Guilherme Neves 8
9 primeira fração. 1,10 4 dividido por 1,10 1 é igual a 1,10 3, isso porque para dividir potências de mesma base repetimos a base e subtraímos os expoentes. Então o numerador será vezes 1,10 3. Repetiremos o mesmo processo nas 4 frações. i) i = 0,05 Vamos reduzir as frações ao um mesmo denominador comum. O m.m.c. dos denominadores é igual a 1,05 4. Então dividiremos esse valor pelo denominador e multiplicaremos o resultado pelo numerador. Por exemplo, olhemos para a primeira fração. 1,05 4 dividido por 1,05 1 é igual a 1,05 3, isso porque para dividir potências de mesma base repetimos a base e subtraímos os expoentes. Então o numerador será vezes 1,05 3. Repetiremos o mesmo processo nas 4 frações. iii) i = 0% Se a taxa é de 0%, então os valores não serão alterados ao longo do tempo. Em qualquer época, a soma dos valores será igual a R$ ,00. Basta somar os 4 valores. Na verdade, você nem precisava fazer as contas acima. Se você percebesse que quando a taxa é de 0% o VPL é reais, já dava para marcar a resposta. Letra D 06. (AFRE-SC 2010/FEPESE) Podemos afirmar que o resultado do Valor Presente Líquido (VPL) depende do custo inicial, dos retornos e suas datas de ocorrência, e da taxa requerida ajustada ao nível de risco de um determinado projeto. A partir da análise do fluxo de caixa abaixo, considerando uma taxa de juros de 10% ao ano, Prof. Guilherme Neves 9
10 Calcule o VPL e assinale a alternativa que indica a resposta correta. a) $ ,57 b) $ ,57 c) $ ,57 d) $ ,57 e) $ ,57 O valor presente de um projeto é o valor presente (data 0) de seu fluxo de caixa, valor este obtido mediante o desconto do fluxo de caixa a uma taxa que reflita o custo de oportunidade do capital investido. Lembrando que para retroceder um valor para o presente dividimos por (1 i) n. Quanto maior o valor presente, melhor é o projeto. Para calcular o VPL devemos transportar todos os valores para a data 0. Letra B 07. (Universidade Federal da Fronteira Sul Economista 2009 FEPESE) Os métodos de análise de investimentos do valor presente líquido e da taxa interna de retorno estão de certa forma relacionados. Considerando um Prof. Guilherme Neves 10
11 determinado valor presente líquido (VPL), uma taxa interna de retorno (TIR), e um custo de oportunidade i%, o critério aceitar-rejeitar dos métodos de avaliação de investimentos deve estar de acordo com a seguinte alternativa: a) Se VPL > 0, a TIR < i%. b) Se VPL > 0, a TIR = i%. c) Se VPL = 0, a TIR > i%. d) Se VPL > 0, a TIR > i%. e) Se VPL < 0, a TIR = i%. Para que o projeto seja viável o VPL deve ser positivo e taxa interna de retorno deve ser maior do que a taxa mínima de atratividade. Letra D 08. (CVM 2003/FCC) A empresa "Y" realiza certo investimento em projeto que apresenta o fluxo de caixa a seguir: Se a taxa mínima de atratividade for de 25% ao ano (capitalização anual), o valor presente líquido deste investimento no ano 0 será de a) Zero b) R$ 448,00 c) R$ 480,00 d) R$ 960,00 e) R$ 1.560,00 O valor presente de um projeto é o valor presente (data 0) de seu fluxo de caixa, valor este obtido mediante o desconto do fluxo de caixa a uma taxa que reflita o custo de oportunidade do capital investido. Lembrando que para retroceder um valor para o presente dividimos por (1 i) n. Para calcular o VPL devemos transportar todos os valores para a data 0. Prof. Guilherme Neves 11
12 Letra B 09. (CVM 2003/FCC) O esquema abaixo representa o fluxo de caixa de um investimento no período de 3 anos, valores em reais: Sabendo-se que a taxa interna de retorno (TIR) é de 10% ao ano, o valor do desembolso inicial (D) é de a) R$ ,00 b) R$ ,00 c) R$ ,00 d) R$ ,00 e) R$ ,00 A taxa interna de retorno é a taxa de juros que anula o valor presente líquido do fluxo de caixa do investimento. A TIR é aquela que torna VPL = 0. E já que o valor presente líquido é zero, então o fluxo de caixa será 0 em qualquer outra data. Assim, daremos preferência em usar como data focal aquela que estiver mais a direita do fluxo. A data focal será a data 3. Para avançar um valor para o futuro multiplicamos por (1 i) n. Representamos com setas para cima um recebimento (positivo) e setas para baixo no caso de pagamentos (negativo). Prof. Guilherme Neves 12
13 Para efetuar a divisão, devemos igualar a quantidade de casas decimais e apagar a vírgula. Letra D 10. (BB 2006/FCC) Uma empresa deverá escolher um entre dois projetos X e Y, mutuamente excludentes, que apresentam os seguintes fluxos de caixa: A taxa mínima de atratividade é de 8% ao ano (capitalização anual) e verificase que os valores atuais líquidos referentes aos dois projetos são iguais. Então, o desembolso D referente ao projeto X é igual a a) R$ ,00 b) R$ ,00 c) R$ ,00 d) R$ ,00 e) R$ ,00 No regime de juros compostos, se dois conjuntos de capitais são equivalentes em certa data, o serão em qualquer outra data. Dizer que os valores atuais líquidos referentes aos dois projetos são iguais é o mesmo que dizer que os dois conjuntos de capitais são equivalentes na data 0. Desta forma, podemos afirmar que os conjuntos de capitais também são equivalentes na data 2. Vamos, então, utilizar a data 2 como data focal. Para transportar um valor para o futuro, devemos multiplicá-lo por Prof. Guilherme Neves 13
14 Letra A 11. (APOFP/SEFAZ-SP/FCC/2010) A tabela abaixo registra o fluxo de caixa anual de um projeto de investimento com duração de 4 anos. A terceira coluna fornece os respectivos valores atuais (na data 0) em função da taxa mínima requerida de 10% ao ano. Utilizando interpolação linear, obtém-se que, pelo método do Payback descontado, o tempo necessário para recuperar o investimento é a) 3,2 anos b) 2,8 anos c) 2,6 anos d) 2,4 anos e) 2,2 anos O Payback descontado atualiza os fluxos de caixa por meio de operações de desconto racional composto. E o que significa Payback? É o tempo necessário para recuperação do investimento. No segundo ano, o somatório das receitas é de R$ 1.800,00. Já que o investimento inicial foi de R$ 2.000,00 precisamos de R$ 200,00 para recuperar o investimento. No terceiro ano, recuperamos mais R$ 1.000,00. Então fazemos a interpolação. Prof. Guilherme Neves 14
15 Período (ano) Capital X 200 Assim o payback descontado é de 2 + 0,2 = 2,2 anos. Letra E Prof. Guilherme Neves 15
16 2 Relação das questões comentadas 01. (APOFP/SEFAZ-SP/FCC/2010) O fluxo de caixa abaixo corresponde a um projeto de investimento (com os valores em reais), em que se apurou uma taxa interna de retorno igual a 20% ao ano. O valor de X é igual a a) R$ ,00 b) R$ ,00 c) R$ ,00 d) R$ ,00 e) R$ , (BB Escriturário FCC 2006) Considere o seguinte fluxo de caixa cuja taxa interna de retorno é igual a 10% ao ano: O valor de X é igual a a) R$ ,00 b) R$ ,00 Prof. Guilherme Neves 16
17 c) R$ ,00 d) R$ ,00 e) R$ , (Agente Fiscal de Rendas 2006 FCC) A representação gráfica abaixo corresponde ao fluxo de caixa de um projeto de investimento com a escala horizontal em anos. Se a taxa interna de retorno referente a este projeto é igual a 10% ao ano e (X+Y) = R$ ,00, tem-se que X é igual a a) R$ 3.025,00 b) R$ 3.267,00 c) R$ 3.388,00 d) R$ 3.509,00 e) R$ 3.630, (AFRE-SC 2010/FEPESE) Considerando o Gráfico abaixo, onde o eixo Y representa os VPL(s) em $ e o Eixo X, as taxas em %. Assinale a alternativa que identifica corretamente a Taxa Interna de Retorno (TIR). a) 30% Prof. Guilherme Neves 17
18 b) 25% c) 20% d) 15% e) 0% 05. (Prefeitura Municipal de Brusque Auditor Fiscal Tributário FEPESE) Considerando o fluxo de caixa de $50.000, $30.000, $ e $ para o 1 o, 2 o, 3 o e 4 o ano, respectivamente, assinale a alternativa que demonstra corretamente o valor presente desse fluxo, no ano zero, com a aplicação das taxas de desconto de 10% a.a., 5% a.a. e 0% a.a., respectivamente. a) $ ; $ ; $ b) $ ; $ ; $ c) $ ; $ ; $ d) $ ; $ ; $ e) $ ; $ ; $ (AFRE-SC 2010/FEPESE) Podemos afirmar que o resultado do Valor Presente Líquido (VPL) depende do custo inicial, dos retornos e suas datas de ocorrência, e da taxa requerida ajustada ao nível de risco de um determinado projeto. A partir da análise do fluxo de caixa abaixo, considerando uma taxa de juros de 10% ao ano, Calcule o VPL e assinale a alternativa que indica a resposta correta. a) $ ,57 b) $ ,57 c) $ ,57 d) $ ,57 e) $ ,57 Prof. Guilherme Neves 18
19 07. (Universidade Federal da Fronteira Sul Economista 2009 FEPESE) Os métodos de análise de investimentos do valor presente líquido e da taxa interna de retorno estão de certa forma relacionados. Considerando um determinado valor presente líquido (VPL), uma taxa interna de retorno (TIR), e um custo de oportunidade i%, o critério aceitar-rejeitar dos métodos de avaliação de investimentos deve estar de acordo com a seguinte alternativa: a) Se VPL > 0, a TIR < i%. b) Se VPL > 0, a TIR = i%. c) Se VPL = 0, a TIR > i%. d) Se VPL > 0, a TIR > i%. e) Se VPL < 0, a TIR = i%. 08. (CVM 2003/FCC) A empresa "Y" realiza certo investimento em projeto que apresenta o fluxo de caixa a seguir: Se a taxa mínima de atratividade for de 25% ao ano (capitalização anual), o valor presente líquido deste investimento no ano 0 será de a) Zero b) R$ 448,00 c) R$ 480,00 d) R$ 960,00 e) R$ 1.560, (CVM 2003/FCC) O esquema abaixo representa o fluxo de caixa de um investimento no período de 3 anos, valores em reais: Sabendo-se que a taxa interna de retorno (TIR) é de 10% ao ano, o valor do desembolso inicial (D) é de a) R$ ,00 b) R$ ,00 Prof. Guilherme Neves 19
20 c) R$ ,00 d) R$ ,00 e) R$ , (BB 2006/FCC) Uma empresa deverá escolher um entre dois projetos X e Y, mutuamente excludentes, que apresentam os seguintes fluxos de caixa: A taxa mínima de atratividade é de 8% ao ano (capitalização anual) e verificase que os valores atuais líquidos referentes aos dois projetos são iguais. Então, o desembolso D referente ao projeto X é igual a a) R$ ,00 b) R$ ,00 c) R$ ,00 d) R$ ,00 e) R$ , (APOFP/SEFAZ-SP/FCC/2010) A tabela abaixo registra o fluxo de caixa anual de um projeto de investimento com duração de 4 anos. A terceira coluna fornece os respectivos valores atuais (na data 0) em função da taxa mínima requerida de 10% ao ano. Utilizando interpolação linear, obtém-se que, pelo método do Payback descontado, o tempo necessário para recuperar o investimento é a) 3,2 anos b) 2,8 anos c) 2,6 anos d) 2,4 anos e) 2,2 anos Prof. Guilherme Neves 20
21 01. B 02. E 03. E 04. C 05. D 06. B 07. D 08. B 09. D 10. A 11. E Prof. Guilherme Neves 21
CURSO ON LINE MATEMÁTICA FINANCEIRA CURSO REGULAR PROFESSOR: GUILHERME NEVES
1 Aula 04 1 Progressão Geométrica... 2 1.1 Conceito... 2 1.2 Cálculo da razão... 2 1.3 Termo Geral... 3 1.4 Soma dos termos de uma Progressão Geométrica finita... 3 1.5 Soma dos termos de uma Progressão
Aula demonstrativa Apresentação... 2 Prova Comentada Matemática Financeira TRF 3 a R... 3
Aula demonstrativa Apresentação... 2 Prova Comentada Matemática Financeira TRF 3 a R... 3 www.pontodosconcursos.com.br 1 Apresentação Olá, pessoal! Tudo bem com vocês? Para quem ainda não me conhece, meu
Aula demonstrativa Apresentação... 2 Relação das Questões Comentadas... 8 Gabaritos... 11
Aula demonstrativa Apresentação... Relação das Questões Comentadas... 8 Gabaritos... 11 1 Apresentação Olá pessoal! Saiu o edital para o TJ-SP. A banca organizadora é a VUNESP e esta é a aula demonstrativa
Aula demonstrativa Apresentação... 2 Prova Comentada Matemática Financeira TRF 3 a R... 4
Aula demonstrativa Apresentação... 2 Prova Comentada Matemática Financeira TRF 3 a R... 4 www.pontodosconcursos.com.br 1 Apresentação Olá, pessoal! Tudo bem com vocês? Para quem ainda não me conhece, meu
Análise econômica de projetos
Análise econômica de projetos (Analista dos correios, economista, correios, Cespe, 2011) Com relação aos fundamentos de análise de projetos, julgue os itens subsequentes. Entre dois projetos mutuamente
RACIOCÍNIO LÓGICO QUANTITATIVO PARA AFRFB PROFESSOR: GUILHERME NEVES
Aula 9 Parte 2 1 Juros Compostos... 2 1.1 Período de Capitalização... 2 1.2 Fórmula do Montante Composto... 3 2 Comparação entre as Capitalizações Simples e Composta... 3 3 Convenção Linear e Convenção
Aula demonstrativa Apresentação... 2 Prova Resolvida Matemática Financeira... 3
Aula demonstrativa Apresentação... 2 Prova Resolvida Matemática Financeira... 3 1 Apresentação Olá, pessoal! Tudo bem com vocês? Saiu o edital do TRE-SP. Esta é a aula demonstrativa de Matemática Financeira.
RACIOCÍNIO LÓGICO QUANTITATIVO PARA AFRFB PROFESSOR: GUILHERME NEVES
Aula 0 Parte Equivalência Composta de Capitais... 2 Progressão Geométrica.... 8 Cálculo da razão.... 8 Termo Geral... 8 Séries Uniformes... 20 Elementos de uma série uniforme... 2 Classificação das Séries
Matemática Financeira
AULA 00 Matemática Financeira Aula Demonstrativa Professor Henrique Tiezzi www.pontodosconcursos.com.br www.pontodosconcursos.com.br Professor Henrique Tiezzi 1 Aula 00 Aula Demonstrativa Aula Conteúdo
RACIOCÍNIO LÓGICO QUANTITATIVO PARA AFRFB PROFESSOR: GUILHERME NEVES
Aula 0 Parte 2 Sistemas de Amortização... 2. Conceito.... 2.2 Sistema Francês de Amortização... 2.2. Tabela Price... 4.2.2 Descrição das parcelas no Sistema Francês... 4.2.3 Exercícios Resolvidos... 5.3
Deixando de odiar Matemática Parte 5
Deixando de odiar Matemática Parte Adição e Subtração de Frações Multiplicação de frações Divisão de Frações 7 1 Adição e Subtração de Frações Para somar (ou subtrair) duas ou mais frações de mesmo denominador,
ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO DE FRAÇÕES 1A
ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO DE FRAÇÕES A Exemplos: 9 7 9 9 7 7 9 0 0 0 0 0 0 Denominadores iguais: Na adição e subtração de duas ou mais frações que têm denominadores iguais, conservamos o denominador comum e somamos
Primeira aplicação: Capital no valor de R$ ,00, durante 3 meses, sob o regime de capitalização simples a uma taxa de 10% ao ano.
95. (Analista Judiciário Contadoria TRF 3ª Região 2016/FCC) Em um contrato é estabelecido que uma pessoa deverá pagar o valor de R$ 5.000,00 daqui a 3 meses e o valor de R$ 10.665,50 daqui a 6 meses. Esta
Aula 1 Parte 2 MATEMÁTICA FINANCEIRA P/ O BDMG (TEORIA E EXERCÍCIOS) PROFESSOR: GUILHERME NEVES. 1 Juros Compostos...
Aula 1 Parte 2 1 Juros Compostos... 2 1.1 Período de Capitalização... 2 1.2 Fórmula do Montante Composto... 3 2 Comparação entre as Capitalizações Simples e Composta... 3 3 Convenção Linear e Convenção
Capítulo 15 Métodos de Avaliação Econômica de Investimentos
ANÁLISE Financeira Capítulo 15 Métodos de Avaliação Econômica de Investimentos Introdução Os métodos de análise de investimentos dividem-se em dois grandes segmentos: 1 Modelos quantitativos de análise
Taxa Interna de Retorno (TIR)
Problemas com o Método da TIR (Taxa Interna de Retorno) Hoje vamos falar do método da TIR (Taxa Interna de Retorno) e de alguns problemas que podem ocorrer quando utilizamos essa técnica na análise de
MATEMÁTICA 1 ARITMÉTICA Professor Matheus Secco
MATEMÁTICA 1 ARITMÉTICA Professor Matheus Secco MÓDULO 3 Números Racionais e Operações com Frações 1.INTRODUÇÃO Quando dividimos um objeto em partes iguais, uma dessas partes ou a reunião de várias delas
Pré-Cálculo. Camila Perraro Sehn Eduardo de Sá Bueno Nóbrega. FURG - Universidade Federal de Rio Grande
Pré-Cálculo Camila Perraro Sehn Eduardo de Sá Bueno Nóbrega Projeto Pré-Cálculo Este projeto consiste na formulação de uma apostila contendo os principais assuntos trabalhados na disciplina de Matemática
Deixando de odiar Matemática Parte 4
Deixando de odiar Matemática Parte 4 Fatoração 2 Quantidade de divisores de um número natural 3 Mínimo Múltiplo Comum 5 Simplificação de Frações 7 Máximo Divisor Comum 8 Método da Fatoração Simultânea
REVISÃO DOS CONTEÚDOS
REVISÃO DOS CONTEÚDOS As quatro operações fundamentais As operações fundamentais da matemática são quatro: Adição (+), Subtração (-), Multiplicação (* ou x ou.) e Divisão (: ou / ou ). Em linguagem comum,
Podemos concluir que o surgimento do número fracionário veio da necessidade de representar quantidades menores que inteiros, por exemplo, 1 bolo é um
FRAÇÕES Podemos concluir que o surgimento do número fracionário veio da necessidade de representar quantidades menores que inteiros, por exemplo, 1 bolo é um inteiro, mas se comermos um pedaço, qual seria
Prof. a : Patrícia Caldana
CONJUNTOS NUMÉRICOS Podemos caracterizar um conjunto como sendo uma reunião de elementos que possuem características semelhantes. Caso esses elementos sejam números, temos então a representação dos conjuntos
Racionalização de denominadores
Racionalização de denominadores Para racionalizar o denominador de uma fração, devemos multiplicar os termos desta fração por uma expressão com radical, denominado fator racionalizante, de modo a obter
FEA RP - USP. Matemática Financeira 3 - Séries e Avaliação de Investimentos
FEA RP - USP Matemática Financeira 3 - Séries e Avaliação de Investimentos Prof. Dr. Daphnis Theodoro da Silva Jr. Daphnis Theodoro da Silva Jr 1 Séries uniformes - Juros Compostos Series uniformes são
Técnicas de Orçamento de Capital
MBA em Gestão de Negócios Universidade Federal Fluminense Gestão Financeira de Empresas Aula 4 Prof. Dr. Osiris Marques Agosto/2016 Técnicas de Orçamento de Capital Objetivos de aprendizagem 1. Compreender
Aula 00 Matemática Financeira p/ Exame de Suficiência do CFC (Técnico em Contabilidade) - Com videoaulas
Aula 00 Matemática Financeira p/ Exame de Suficiência do CFC (Técnico em Contabilidade) - Com videoaulas Professor: Arthur Lima AULA 00 (demonstrativa) SUMÁRIO PÁGINA 1. Apresentação 01 2. Cronograma do
MATEMÁTICA FINANCEIRA
AULA DEMONSTRATIVA MATEMÁTICA FINANCEIRA Professor Guilherme Neves www.pontodosconcursos.com.br Aula 00 Aula Demonstrativa www.pontodosconcursos.com.br Professor Guilherme Neves 1 www.pontodosconcursos.com.br
PROFICIÊNCIA EM MATEMÁTICA Conjuntos Numéricos, Potenciação e Radiciação
PROFICIÊNCIA EM MATEMÁTICA Conjuntos Numéricos, Potenciação e Radiciação Professor Alexandre M. M. P. Ferreira Sumário Definição dos conjuntos numéricos... 3 Operações com números relativos: adição, subtração,
REVISÃO DE MATEMÁTICA BÁSICA
REVISÃO DE MATEMÁTICA BÁSICA AULA 2 Frações Profe. Kátia FRAÇÕES Uma fração é a representação de uma ou mais partes de algo que foi dividido em partes iguais. Partes de um inteiro. Todo objeto original
Capítulo 11 Métodos de Análise de Investimentos
Capítulo 11 Métodos de Análise de Investimentos Copyright@ Abelardo Puccini. 2009. Editora Saraiva. Taxa Mínima de Atratividade - 1 Taxa Mínima de Atratividade (i Min ) é o custo de oportunidadedo investidor.
GST0071- Administração Financeira
GST0071- Administração Financeira Objetivos üentender o valor do dinheiro no tempo; üsaber como decidir sobre um projeto; üidentificar a Taxa interna de retorno do investimento. 4 October 2016 CCE0370
CONTABILIDADE GERAL. Balanço Patrimonial. Situação Líquida e VPL. Prof. Cláudio Alves
CONTABILIDADE GERAL Balanço Patrimonial Situação Líquida e VPL Prof. Cláudio Alves Equação Patrimonial ATIVO PASSIVO = SITUAÇÃO LÍQUIDA (Bens + Direito) - (Obrigações) = ( Capital Próprio ) O item 4.4
NDMAT Núcleo de Desenvolvimentos Matemáticos
As resoluções que são apresentadas, foram feitas, em cima das questões que seguiam a ordem da prova GABARITO 5. Por isso, todos os problemas estão com numeração que obedecem a ordem da referida prova.
O valor nominal do título é de R$ 500,00, a taxa é de 1% ao mês e o prazo é de 45 dias = 1,5 mês.
13. (ISS-Cuiabá 2016/FGV) Suponha um título de R$ 500,00, cujo prazo de vencimento se encerra em 45 dias. Se a taxa de desconto por fora é de 1% ao mês, o valor do desconto simples será igual a a) R$ 7,00.
II.4 - Técnicas de Integração Integração de funções racionais:
Nesta aula, em complemento ao da aula anterior iremos resolver integrais de funções racionais utilizando expandindo estas funções em frações parciais. O uso deste procedimento é útil para resolução de
Módulo 2 Finanças e Economias Aplicadas a Compras
Módulo 2 Finanças e Economias Aplicadas a Compras Framework Valor Strategic Sourcing Gestão de Fornecedores Gestão por Categorias Planejamento, Estrutura e Gestão de Compras Finanças e Economias aplicadas
E essa procura pela abstração da natureza foi fundamental para a evolução, não só, mas também, dos conjuntos numéricos
A história nos mostra que desde muito tempo o homem sempre teve a preocupação em contar objetos e ter registros numéricos. Seja através de pedras, ossos, desenhos, dos dedos ou outra forma qualquer, em
Expoentes fracionários
A UUL AL A Expoentes fracionários Nesta aula faremos uma revisão de potências com expoente inteiro, particularmente quando o expoente é um número negativo. Estudaremos o significado de potências com expoentes
REVISÃO DOS CONTEÚDOS
REVISÃO DOS CONTEÚDOS As quatro operações fundamentais As operações fundamentais da matemática são quatro: Adição (+), Subtração (-), Multiplicação (* ou x ou.) e Divisão (: ou / ou ). Em linguagem comum,
CURSO PRF 2017 MATEMÁTICA
AULA 001 1 MATEMÁTICA PROFESSOR AULA 001 MATEMÁTICA DAVIDSON VICTOR 2 AULA 01 - CONJUNTOS NUMÉRICOS CONJUNTO DOS NÚMEROS NATURAIS É o primeiro e o mais básico de todos os conjuntos numéricos. Pertencem
Fundamentos de Finanças Curso de Ciências Econonômicas Universidade Federal de Pelotas (UFPel)
Fundamentos de Finanças Curso de Ciências Econonômicas Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Prof. Regis A. Ely Departamento de Economia Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Regis A. Ely Matemática
MATEMÁTICA PARA CEF PROFESSOR: GUILHERME NEVES
Aula 4 Parte 1 1 Sistemas de Amortização... 2 1.1 Conceito... 2 1.2 Sistema Francês de Amortização... 2 1.2.1 Tabela Price... 4 1.2.2 Descrição das parcelas no Sistema Francês... 4 1.2.3 Exercícios Resolvidos...
MATEMÁTICA FINANCEIRA. Prof. Walter Sousa
MATEMÁTICA FINANCEIRA Prof. Walter Sousa O que é Fluxo de Caixa? Um fluxo de caixa (PMT) representa o movimento de entradas (recebimentos) e saídas (desembolsos) de capitais ao longo de um universo temporal.
Representação: 2 5. Resposta: Cada pessoa receberá R$ 6,25 (seis reais e vinte e cinco centavos)
MATEMÁTICA FRAÇÕES E NÚMEROS DECIMAIS Fração quer dizer pedaços do mesmo tamanho. Você tem um chocolate dividido em 5 partes iguais. Dessas 5 partes você comeu 2. A fração que representa essa situação
Matemática. Operações Básicas. Professor Dudan.
Matemática Operações Básicas Professor Dudan www.acasadoconcurseiro.com.br Matemática OPERAÇÕES MATEMÁTICAS Observe que cada operação tem nomes especiais: Adição: + 4 = 7, em que os números e 4 são as
Matéria: Matemática Assunto: Frações Prof. Dudan
Matéria: Matemática Assunto: Frações Prof. Dudan Matemática FRAÇÕES Definição Fração é um modo de expressar uma quantidade a partir de uma razão de dois números inteiros. A palavra vem do latim fractus
OPERAÇÕES COM NÚMEROS RACIONAIS
Sumário OPERAÇÕES COM NÚMEROS RACIONAIS... 2 Adição e Subtração com Números Racionais... 2 OPERAÇÕES COM NÚMEROS RACIONAIS NA FORMA DECIMAL... 4 Comparação de números racionais na forma decimal... 4 Adição
Disciplina: Economia Para Engenharia Elétrica (TE142) Capítulo II. ANÁLISE DE ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTOS
Universidade Federal de Paraná Setor de Tecnologia Departamento de Engenharia Elétrica Disciplina: Economia Para Engenharia Elétrica (TE142) Capítulo II. ANÁLISE DE ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTOS Professor:
05/06/2017. Representar graficamente uma análise econômica de investimentos;
As decisões de investimento em alternativas e projetos de economia e uso eficiente da energia passam, necessariamente, por uma análise de viabilidade econômica. Estas análises, em geral, utilizam-se de
Roteiro de Recuperação do 3º Bimestre - Matemática
Roteiro de Recuperação do 3º Bimestre - Matemática Nome: Nº 6º Ano Data: / /2015 Professores Leandro e Renan Nota: (valor 1,0) 1. Apresentação: Prezado aluno, A estrutura da recuperação bimestral paralela
Métodos de Payback. Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia. Fonte: Projetos de Invest. Na Empresa, J.C.
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia Métodos de Payback Fonte: Projetos de Invest. Na Empresa, J.C. Lapponi, 2000 Elaborado por: Prof. Ricardo Rezende, D.S. Adaptado por
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO UNIVERSITÁRIO NORTE DO ESPÍRITO SANTO DISCIPLINA: ECONOMIA DA ENGENHARIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO UNIVERSITÁRIO NORTE DO ESPÍRITO SANTO DISCIPLINA: ECONOMIA DA ENGENHARIA Métodos para Análise de Fluxos de Caixa A análise econômico-financeira e a decisão
Aula demonstrativa Apresentação... 2 Prova Resolvida Matemática Financeira TCE/SC... 3
Aula demonstrativa Apresentação... 2 Prova Resolvida Matemática Financeira TCE/SC... 3 1 Apresentação Olá, pessoal! Tudo bem com vocês? Saiu o edital para Analista de Controle do TCE/PR. Esta é a aula
MÓDULO 2 POTÊNCIA. Capítulos do módulo:
MÓDULO 2 POTÊNCIA Sabendo que as potências tem grande importância no mundo da lógica matemática, nosso curso terá por objetivo demonstrar onde podemos utilizar esses conceitos no nosso cotidiano e vida
Conjuntos. Notações e Símbolos
Conjuntos A linguagem de conjuntos é interessante para designar uma coleção de objetos. Quando os estatísticos selecionam indivíduos de uma população eles usam a palavra amostra, frequentemente. Todas
Prof. Marcelo Delsoto
Orçamento de Capital Sem Riscos Orçamento de capital refere-se aos métodos para avaliar, comparar e selecionar projetos que obtenham o máximo retorno (lucro) ou, a máxima riqueza (valor das ações no mercado)
MATEMÁTICA II. Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari
MATEMÁTICA II Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari [email protected] PARTE 1: INTEGRAÇÃO DE FUNÇÕES RACIONAIS FRACIONÁRIAS A integração das funções racionais fracionárias poderá recair
MATEMÁTICA FINANCEIRA, ESTATÍSTICA E RACIOCÍNIO CRÍTICO PARA ICMS/SP PROFESSOR: GUILHERME NEVES
Aula demonstrativa Apresentação... 2 Juros Simples - Introdução... 4 Juros... 4 Formas de Representação da Taxa de Juros... 6 Elementos da Operação de Juros... 6 Regimes de Capitalização... 7 Capitalização
Exemplos: -5+7=2; 12-5=7; -4-3=-7; -9+5=-4; -8+9=1; -4-2=-6; -6+10=4
0 - OPERAÇÕES NUMÉRICAS ) Adição algébrica de números inteiros envolve dois casos: os números têm sinais iguais: soma-se os números e conserva-se o sinal; os números têm sinais diferentes: subtrai-se o
D 7 C 4 U 5. MATEMÁTICA Revisão Geral Aula 1 - Parte 1. Professor Me. Álvaro Emílio Leite. Valor posicional dos números. milésimos décimos.
MATEMÁTICA Revisão Geral Aula 1 - Parte 1 Professor Me. Álvaro Emílio Leite O que é um algarismo? É um símbolo que utilizamos para formar e representar os números. Exemplo: Os algarismos que compõem o
Matemática Financeira 5ª edição
Capítulo 5 Matemática Financeira 5ª edição por Carlos Patricio Samanez 1 11. Todos os reservados. Séries periódicas uniformes As séries periódicas uniformes (ou rendas certas) podem ser divididas em séries
FRAÇÕES. O QUE É UMA FRAÇÃO? Fração é um número que exprime uma ou mais partes iguais em que foi dividida uma unidade ou um inteiro.
FRAÇÕES O QUE É UMA FRAÇÃO? Fração é um número que exprime uma ou mais partes iguais em que foi dividida uma unidade ou um inteiro. Assim, por exemplo, se tivermos uma pizza inteira e a dividimos em quatro
AULA DEMONSTRATIVA RACIOCÍNIO LÓGICO. Professor Guilherme Neves. Aula 00 Aula Demonstrativa
AULA DEMONSTRATIVA RACIOCÍNIO LÓGICO Professor Guilherme Neves www.pontodosconcursos.com.br Aula 00 Aula Demonstrativa www.pontodosconcursos.com.br Professor Guilherme Neves 1 Aula Demonstrativa Apresentação...
Aula 3 Matemática Financeira para BDMG
Aula 3 Matemática Financeira para BDMG Sistemas de Amortização... 2. Conceito... 2.2 Sistema Francês de Amortização (Sistema de Amortização Progressiva)... 2.2. Tabela Price... 3.2.2 Descrição das parcelas
Aula 00 Aula Demonstrativa
Aula 00 Aula Demonstrativa Juros... 4 Formas de Representação da Taxa de Juros... 5 Elementos da Operação de Juros... 6 Regimes de Capitalização... 7 Capitalização Simples... 8 Capitalização Composta...
Análise de Viabilidade Econômica de Projetos de Investimento
Análise de Viabilidade Econômica de Projetos de Investimento ANÁLISE DE CENÁRIOS Prof. Luciel Henrique de Oliveira - [email protected] UNIFAE - São João da Boa Vista http://gp2unifae.wikispaces.com Análise
Aula 00. Raciocínio Lógico-Matemático para TRF 3 a Região. Raciocínio Lógico-Matemático Professor: Guilherme Neves
Aula 00 Raciocínio Lógico-Matemático Professor: Guilherme Neves www.pontodosconcursos.com.br 1 Aula 00 Aula Demonstrativa Raciocínio Lógico-Matemático para TRF 3 a Região Apresentação... 3 Relação das
SEFAZ RS AUDITOR FISCAL DA RECEITA ESTADUAL MATEMÁTICA
SEFAZ RS AUDITOR FISCAL DA RECEITA ESTADUAL MATEMÁTICA Atente às tabelas financeiras que encontram-se nas páginas 0 e. QUESTÃO 5 A sequência numérica (6, x,, y,...) é uma progressão aritmética. A partir
Fonte: Adaptado de Avaliação de Projetos de Invest., J.C. Lapponi, ENG 1920 Análise Econômica de Investimentos
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia Curso de Graduação em Engª de Produção Métodos de Payback Fonte: Adaptado de Avaliação de Projetos de Invest., J.C. Lapponi, 2000 ENG
Reunião 10. Análise Financeira
Reunião 10 Análise Financeira Pauta Respostas às perguntas sobre o plano financeiro, ou seja, análise do negócio: É um bom negócio? É um bom investimento? A Análise Intuitiva Investimento Inicial R$ 47.500,00
Capítulo 1: Fração e Potenciação
1 Capítulo 1: Fração e Potenciação 1.1. Fração Fração é uma forma de expressar uma quantidade sobre o todo. De início, dividimos o todo em n partes iguais e, em seguida, reunimos um número m dessas partes.
25/09/2018. Financiamento e viabilidade do projeto. Viabilidade. A análise econômico-financeira
Financiamento e viabilidade do projeto Viabilidade econômico-financeira do projeto Cálculo de payback VPL Valor presente líquido TIR Taxa interna de retorno Principais indicadores financeiros de um projeto
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS
2 RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS Revisão de Matemática Faremos aqui uma pequena revisão de matemática necessária à nossa matéria, e sem a qual poderemos ter dificuldades em apreender os conceitos básicos e
OPERAÇÕES COM FRAÇÕES. Neste caso, adicionamos ou subtraímos os numeradores e conservamos os mesmos denominadores.
ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO Há dois casos possíveis: º) Frações com denominadores iguais OPERAÇÕES COM FRAÇÕES Neste caso, adicionamos ou subtraímos os numeradores e conservamos os mesmos denominadores. Exemplos:
AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS EM EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS EM EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Prof Panesi São Paulo 2017 Sumário INTRODUÇÃO... 1 MÉTODOS DE AVALIAÇÃO... 3 1) Tempo de Retorno (Tr ) ou Payback... 3 2) Taxa interna de retorno
Critérios alternativos para orçamento de capital
Critérios alternativos para orçamento de capital Roberto Guena de Oliveira 15 de setembro de 2014 Roberto Guena de Oliveira Critérios alternativos 15 de setembro de 2014 1 / 34 Tempo de payback O tempo
Unidade I MATEMÁTICA. Prof. Celso Ribeiro Campos
Unidade I MATEMÁTICA Prof. Celso Ribeiro Campos Números reais Três noções básicas são consideradas primitivas, isto é, são aceitas sem a necessidade de definição. São elas: a) Conjunto. b) Elemento. c)
Aula 00. Matemática Financeira para TRF 3 a Região. Matemática Financeira Professor: Guilherme Neves
Aula 00 Matemática Financeira Professor: Guilherme Neves www.pontodosconcursos.com.br 1 Aula 00 Aula Demonstrativa Matemática Financeira para TRF 3 a Região Apresentação... 3 Juros Simples - Introdução...
Aula 00. Matemática Financeira para ISS-Cuiabá. Matemática Financeira Professor: Guilherme Neves. Prof.
Aula 00 Matemática Financeira Professor: Guilherme Neves www.pontodosconcursos.com.br 1 Aula 00 Aula Demonstrativa Matemática Financeira Apresentação... 3 Modelos de questões resolvidas FGV... 4 Relação
Tabela I - Fator de Acumulação de Capital: a n = (1 + i) n. Profs. Alexandre Lima e Moraes Junior 1
Aula 15 - Questões Comentadas e Resolvidas Juros Compostos. Montante e juros. Desconto Composto. Taxa real e taxa efetiva. Taxas equivalentes. Capitais equivalentes. Capitalização contínua. Equivalência
MATEMÁTICA FINANCEIRA, ESTATÍSTICA E RAC. CRÍTICO PARA ICMS/SP PROFESSOR: GUILHERME NEVES
Aula 1 Juros Compostos... 2 Fórmula do Montante Composto... 3 Comparação entre as Capitalizações Simples e Composta... 3 Convenção Linear e Convenção Exponencial... 5 Taxas Equivalentes... 20 Taxa Nominal
Aula demonstrativa Apresentação... 2 Prova Resolvida TRF 3ª Região... 2
Aula demonstrativa Apresentação... 2 Prova Resolvida TRF 3ª Região... 2 www.pontodosconcursos.com.br 1 Apresentação Olá, pessoal! Tudo bem com vocês? Saiu o edital para Prefeitura de Teresina. Esta é a
Para se adicionar (ou subtrair) frações com o mesmo denominador devemos somar (ou subtrair) os numeradores e conservar o denominador comum. = - %/!
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Professor: Ms. Edson Vaz de Andrade Fundamentos de Matemática No estudo de Física frequentemente nos deparamos com a necessidade de realizar cálculos matemáticos
PLANEJAMENTO E TÉCNICAS DE ANÁLISE PARA PROJETOS
PLANEJAMENTO E TÉCNICAS DE ANÁLISE DE INVESTIMENTO PARA PROJETOS PLANEJAMENTO Embora existam diferentes definições, planejamento (ou planificação) é, antes de mais nada, a formulação sistemática de um
Matemática Financeira Juros Simples 1
1 Toda a Matemática Financeira é alicerçada em dois princípios básicos: Não se pode comparar ou somar dinheiro, a menos que ele esteja no mesmo instante de tempo; Uma vez que os dinheiros não estejam no
Tema: Análise de Investimentos
Tema: Análise de Investimentos Aula - Métodos e dinâmica de avaliação de investimentos Agosto de 2016 Conteúdo Conteúdo Decisões de investimentos na empresa Origem das propostas Tipos de investimento Fluxos
PROJETO KALI MATEMÁTICA B AULA 3 FRAÇÕES
PROJETO KALI - 20 MATEMÁTICA B AULA FRAÇÕES Uma ideia sobre as frações Frações são partes de um todo. Imagine que, em uma lanchonete, são vendidos pedaços de pizza. A pizza é cortada em seis pedaços, como
COM A HP 12 C. 8º encontro
MATEMÁTICA FINANCEIRA COM A HP 12 C 8º encontro 09/09/2016 1 [email protected] 16 981057062 (Tim, WhatsApp) Blog admfreework.wordpress.com Facebook admfreework 09/09/2016 2 3 O VPL e a TIR permitem
= 0,333 = 0, = 0,4343 = 0, = 1,0222 = 1,02
1 1.1 Conjuntos Numéricos Neste capítulo, serão apresentados conjuntos cujos elementos são números e, por isso, são denominados conjuntos numéricos. 1.1.1 Números Naturais (N) O conjunto dos números naturais
JUSPODIVM
MATERIAL ETRA COMENTÁRIOS DAS QUESTÕES DA PROVA AFRF - 2005 31 - Ana quer vender um apartamento por R$ 400.000,00 à vista ou financiado pelo sistema de juros compostos a taxa de 5% ao semestre. Paulo está
Critérios de divisibilidade Para alguns números como o dois, o três, o cinco e outros, existem regras que permitem verificar a divisibilidade sem se
Critérios de divisibilidade Para alguns números como o dois, o três, o cinco e outros, existem regras que permitem verificar a divisibilidade sem se efetuar a divisão. Essas regras são chamadas de critérios
AULA DEMONSTRATIVA RACIOCÍNIO LÓGICO. Professor Guilherme Neves. Aula 00 Aula Demonstrativa
AULA DEMONSTRATIVA RACIOCÍNIO LÓGICO Professor Guilherme Neves www.pontodosconcursos.com.br Aula 00 Aula Demonstrativa www.pontodosconcursos.com.br Professor Guilherme Neves 1 Conteúdo Apresentação...
Capítulo 4 CONCEITOS FINANCEIROS BÁSICOS
Capítulo 4 CONCEITOS FINANCEIROS BÁSICOS 4.1 Juros simples 4.2 Juros compostos 4.3 Valor do dinheiro no tempo 4.4 Equivalência de capitais Administração Financeira: uma abordagem prática (HOJI) 4.1 Juros
Matemática Financeira Moderna ANÁLISE DE INVESTIMENTOS EM ATIVOS REAIS
Matemática Financeira Moderna ANÁLISE DE INVESTIMENTOS EM ATIVOS REAIS ANÁLISE DE INVESTIMENTOS Os bens podem ser classificados em bens de consumo corrente e durável e ativos. Os bens de consumo corrente
Taxa Interna de Retorno
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia Curso de Graduação em Engª de Produção Taxa Interna de Retorno Fonte: Adaptado de Avaliação de Projetos de Invest., J.C. Lapponi, 2000
