3. TIPOS DE MANUTENÇÃO:
|
|
|
- Luiz Henrique Laranjeira Salgado
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 3. TIPOS DE MANUTENÇÃO: 3.1 MANUTENÇÃO CORRETIVA A manutençã crretiva é a frma mais óbvia e mais primária de manutençã; pde sintetizar-se pel cicl "quebra-repara", u seja, repar ds equipaments após a avaria. Cnstitui a frma mais cara de manutençã quand encarada d pnt de vista ttal d sistema. Pura e simples, cnduz a: Baixa utilizaçã anual ds equipaments e máquinas e, prtant, das cadeias prdutivas; Diminuiçã da vida útil ds equipaments, máquinas e instalações; Paradas para manutençã em mments aleatóris e muitas vezes, inprtuns pr crrespnderem a épcas de pnta de prduçã, a períds de crngrama apertad, u até a épcas de crise geral; É clar que se trna impssível eliminar cmpletamente este tip de manutençã, pis nã se pde prever em muits cass mment exat em que se verificará um defeit que brigará a uma manutençã crretiva de emergência. Apesar de rudimentar, a rganizaçã crretiva necessita de: Pessal previamente treinad para atuar cm rapidez e prficiência em tds s cass de defeits previsíveis e cm quadr e hráris bem estabelecids; Existência de tds s meis materiais necessáris para a açã crretiva que sejam: aparelhs de mediçã e teste adaptads as equipaments existentes e dispníveis, rapidamente, n própri lcal; Existência das ferramentas necessárias para tds s tips de intervenções necessárias que se cnvencinu realizar n lcal; Existência de manuais detalhads de manutençã crretiva referentes as equipaments e às cadeias prdutivas, e sua fácil acessibilidade; Existência de desenhs detalhads ds equipaments e ds circuits que crrespndam às instalações atualizads; Almxarifad racinalmente rganizad, em cntat íntim cm a manutençã e cntend, em tds s instantes, bm númer de itens acima d pnt crític de encmenda; Cntrats bem estudads, estabelecids cm entidades nacinais u internacinais, n cas de equipaments de alta tecnlgia cuja manutençã lcal seja impssível; Reciclagem e atualizaçã periódicas ds chefes e ds técnics de manutençã; Registrs ds defeits e ds temps de repar, classificads pr equipaments e pr cadeias prdutivas (nrmalmente assciadas a cadeias de manutençã); Registr das perdas de prduçã (efetuad de acrd cm a peraçã-prduçã) resultantes das paradas devidas a defeits e a parada para manutençã;
2 3.2 MANUTENÇÃO PREVENTIVA A Manutençã Preventiva, cm própri nme sugere, cnsiste em um trabalh de prevençã de defeits que pssam riginar a parada u um baix rendiment ds equipaments em peraçã. Esta prevençã é feita baseada em estuds estatístics, estad d equipament, lcal de instalaçã, cndições elétricas que suprem, dads frnecids pel fabricante (cndições ótimas de funcinament, pnts e peridicidade de lubrificaçã, etc.), entre utrs. Dentre as vantagens, pdems citar: Diminuiçã d númer ttal de intervenções crretivas, aligeirand cust da crretiva; Grande diminuiçã d númer de intervenções crretivas crrend em mments inprtuns cm pr ex: em períds nturns, em fins de semana, durante períds crítics de prduçã e distribuiçã, etc; Aument cnsiderável da taxa de utilizaçã anual ds sistemas de prduçã e de distribuiçã. A rganizaçã preventiva --> Para que a manutençã preventiva funcine é necessári:
3 Existência de um escritóri de planejament da manutençã (Gabinete de Métds) cmpst pelas pessas mais altamente capacitadas da manutençã e tend funções de preparaçã de trabalh e de racinalizaçã e timizaçã de tdas as ações. Daqui advém uma manutençã de mair prdutividade e mais eficaz. Existência de uma bibliteca rganizada cntend: manuais de manutençã, manuais de pesquisas de defeits, catálgs cnstrutivs ds equipaments, catálgs de manutençã (dads pels fabricantes) e desenhs de prjet atualizads (as-built). Existência de ficháris cntend as seguintes infrmações: Fichas históricas ds equipaments cntend registr das manutenções efetuadas e defeits encntrads; Fichas de temps de repar, cm cálcul atualizad de valres médis; Fichas de planejament prévi nrmalizad ds trabalhs repetitivs de manutençã. Nestas fichas cntém-se: cmpsiçã das equipes de manutençã, materiais, peças de repsiçã e ferramentas, PRRT, cm a seqüência lógica das várias atividades implicadas; Existência de plannings ns quais se mstram s trabalhs em curs e a realizar n próxim futur. Devem existir plannings lcais nas ficinas; Existência de um serviç de emissã de requisições u pedids de trabalh, cntend a descriçã d trabalh, s temps prevists, a lista de itens a requisitar e a cmpsiçã da equipe especializada; Emissã de mapas de rtinas diárias; Existência de um serviç de cntrle, habilitad a calcular dads estatístics destinads à cnfiabilidade e à prduçã; Existência de um serviç de emissã de relatóris resumids das grandes manutenções periódicas; Existência de interações rganizadas cm almxarifad e s serviçs de prduçã.
4 3.3 MANUTENÇÃO PREDITIVA Manutençã preditiva é a atuaçã realizada cm base em mdificaçã de parâmetr de CONDIÇÃO u DESEMPENHO, cuj acmpanhament bedece a uma sistemática. O bjetiv deste tip de manutençã é prevenir falhas ns equipaments u sistemas através de acmpanhament de parâmetrs diverss, permitind a peraçã cntínua d equipament pel mair temp pssível. É a primeira grande quebra de paradigma na manutençã, e tant mais se intensifica quant mais cnheciment tecnlógic desenvlve equipaments que permitam avaliaçã cnfiável das instalações e sistemas peracinais em funcinament. A figura 03 ilustra prcess de manutençã preditiva: quand grau de degradaçã se aprxima u atinge limite estabelecid, é tmada a decisã de intervençã. Nrmalmente esse tip de acmpanhament permite a preparaçã prévia d serviç, além de utras decisões e alternativas relacinadas cm a prduçã. cndições básicas: fig Gráfic ilustrativ da manutençã preditiva. O equipament, sistema u a instalaçã devem permitir algum tip de mnitrament/mediçã; O equipament, sistema u a instalaçã devem merecer esse tip de açã, em funçã ds custs envlvids; As falhas devem ser riundas de causas que pssam ser mnitradas e ter sua prgressã acmpanhada; Deve ser estabelecid um prgrama de acmpanhament, análise e diagnóstic, sistematizad; É fundamental que a mã-de-bra da manutençã respnsável pela análise e diagnóstic seja bem treinada. Nã basta medir; é precis analisar s resultads e frmular diagnóstics. 3.4 MANUTENÇÃO DETECTIVA Manutençã detectiva é a atuaçã efetuada em sistemas de prteçã buscand detectar FALHAS OCULTAS u nã-perceptíveis a pessal de peraçã e manutençã.
5 Ex.: btã de lâmpadas de sinalizaçã e alarme em painéis. A identificaçã de falhas cultas é primrdial para garantir a cnfiabilidade. Em sistemas cmplexs, essas ações só devem ser levadas a efeit pr pessal da área de manutençã, cm treinament e habilitaçã para tal, assessrad pel pessal de peraçã. É cada vez mair a utilizaçã de cmputadres digitais em instrumentaçã e cntrle de prcess ns mais diverss tips de plantas industriais. Sã sistemas de aquisiçã de dads, cntrladres lógics prgramáveis, sistemas digitais de cntrle distribuíds - SDCD, multi-lps cm cmputadr supervisóri e utra infinidade de arquiteturas de cntrle smente pssíveis cm advent de cmputadres de prcess. A principal diferença, é nível de autmatizaçã. Na manutençã preditiva, fazse necessári diagnóstic a partir da mediçã de parâmetrs; na manutençã detectiva, diagnóstic é btid de frma direta a partir d prcessament das infrmações clhidas junt a planta. Há apenas que se cnsiderar, a pssibilidade de falha ns própris sistemas de detecçã de falhas, send esta pssibilidade muit remta. De uma frma u de utra, a reduçã ds níveis de paradas indesejadas pr manutenções nã prgramadas, fica extremamente reduzida. 3.5 ENGENHARIA DE MANUTENÇÃO É uma nva cncepçã que cnstitui a segunda quebra de paradigma na manutençã. Praticar engenharia de manutençã é deixar de ficar cnsertand cntinuadamente, para prcurar as causas básicas, mdificar situações permanentes de mau desempen, deixar de cnviver cm prblemas crônics, melhrar padrões e sistemáticas, desenvlver a manutenibilidade, das feedback a prjet, interferir tecnicamente nas cmpras. Ainda mais: aplicar técnicas mdernas, estar nivelad cm a manutençã de primeir mund.
6 O gráfic acima mstra a melhria de resultads, à medida que se evlui dentre s tips de manutençã. As duas mudanças de inclinaçã representam as quebras de paradigma. Observe salt significativ quand se adta engenharia de manutençã. Em seguida tems alguns gráfics cmparativs cm relaçã as diverss tips de manutençã: fig Cmparaçã de custs (1998) fig Evluçã ds tips de manutençã.
5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO:
5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO: 5.1 INTRODUÇÃO A rganizaçã da manutençã era cnceituada, até há puc temp, cm planejament e administraçã ds recurss para a adequaçã à carga de trabalh esperada.
MANUTENÇÃO ELÉTRICA INDUSTRIAL
MANUTENÇÃO ELÉTRICA INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO: O nível da rganizaçã da manutençã reflete as particularidades d estági de desenvlviment industrial de um país. A partir d mment em que cmeça a crrer envelheciment
Vensis Manutenção. Rua Américo Vespúcio, 71 Porto Alegre / RS (51) 3012-4444 [email protected] www.vensis.com.br
Vensis Manutençã Vensis Manutençã É módul que permite gerenciament da manutençã de máquinas e equipaments. Prgramaçã de manutenções preventivas u registr de manutenções crretivas pdem ser feits de frma
Vensis PCP. Rua Américo Vespúcio, 71 Porto Alegre / RS (51) 3012-4444 [email protected] www.vensis.com.br
Vensis PCP Vensis PCP O PCP é módul de planejament e cntrle de prduçã da Vensis. Utilizad n segment industrial, módul PCP funcina de frma ttalmente integrada a Vensis ERP e permite às indústrias elabrar
Código: Data: Revisão: Página: SUMÁRIO
UC_REQ-MK_ACF-001 27/01/2015 00 1 / 12 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 2 Objetiv... 2 Públic Alv... 2 Escp... 2 Referências... 2 DESCRIÇÃO GERAL DO PRODUTO... 2 Características d Usuári... 2 Limites, Supsições e
REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL
REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL Intrduçã O presente Regulament cnstitui um dcument intern d curs de Ciências Cntábeis e tem pr bjetiv reger as atividades relativas a Estági de Iniciaçã
MANUAL DO USUÁRIO FINANCEIRO
SIGIO Sistema Integrad de Gestã de Imprensa Oficial MANUAL DO USUÁRIO FINANCEIRO S I G I O M A N U A L D O U S U Á R I O P á g i n a 2 Cnteúd 1 Intrduçã... 3 2 Acess restrit a sistema... 4 2.1 Tips de
III.3. SISTEMAS HÍBRIDOS FIBRA/COAXIAL (HFC)
1 III.3. SISTEMAS HÍBRIDOS FIBRA/COAXIAL (HFC) III.3.1. DEFINIÇÃO A tecnlgia HFC refere-se a qualquer cnfiguraçã de fibra ótica e cab caxial que é usada para distribuiçã lcal de serviçs de cmunicaçã faixa
SMART CONTROLE DO ESTOQUE DE GONDOLA
SMART CONTROLE DO ESTOQUE DE GONDOLA O prcess de cntrle de estque de gôndla fi desenvlvid cm uma prcess de auxili a cliente que deseja cntrlar a quantidade de cada item deve estar dispnível para venda
Gestão do Escopo 1. Planejamento da Gestão do Escopo: 2. Definição do Escopo: 3. Elaboração da EDT(EAP): 4. Verificação do Escopo:
Gestã d Escp 1. Planejament da Gestã d Escp: i. Autrizaçã d prjet ii. Definiçã d escp (preliminar) iii. Ativs em cnheciments rganizacinais iv. Fatres ambientais e rganizacinais v. Plan d prjet i. Plan
XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica
XVIII Seminári Nacinal de Distribuiçã de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de utubr 7.2 Olinda - Pernambuc - Brasil Autmaçã na Distribuiçã: O Prcess de autmaçã ds equipaments de linha na rede CELPE.
A atuação do Síndico Profissional é a busca do pleno funcionamento do condomínio. Manuel Pereira
A atuaçã d Síndic Prfissinal é a busca d plen funcinament d cndmíni Manuel Pereira Missã e Atividades Habilidade - Cnhecems prfundamente a rtina ds cndmínis e seus prblemas administrativs. A atuaçã é feita
TESTE DE SOFTWARE (Versão 2.0)
Universidade Luterana d Brasil Faculdade de Infrmática Disciplina de Engenharia de Sftware Prfessr Luís Fernand Garcia www.garcia.pr.br TESTE DE SOFTWARE (Versã 2.0) 9 Teste de Sftware Imprtância Dependência
DISCIPLINA: Matemática. MACEDO, Luiz Roberto de, CASTANHEIRA, Nelson Pereira, ROCHA, Alex. Tópicos de matemática aplicada. Curitiba: Ibpex, 2006.
DISCIPLINA: Matemática 1- BIBLIOGRAFIA INDICADA Bibliteca Virtual Pearsn MACEDO, Luiz Rbert de, CASTANHEIRA, Nelsn Pereira, ROCHA, Alex. Tópics de matemática aplicada. Curitiba: Ibpex, 2006. PARKIN, Michael.
Matemática / 1ª série / ICC Prof. Eduardo. Unidade 1: Fundamentos. 1 - Introdução ao Computador
Unidade 1: Fundaments 1 - Intrduçã a Cmputadr Cnceits básics e Terminlgias O cmputadr é uma máquina eletrônica capaz de realizar uma grande variedade de tarefas cm alta velcidade e precisã, desde que receba
ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000
ISO 9001:2008 alterações à versã de 2000 Já passaram quase it ans desde que a versã da ISO 9001 d an 2000 fi publicada, que cnduziu à necessidade de uma grande mudança para muitas rganizações, incluind
Florianópolis, 25 de janeiro de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017
Flrianóplis, 25 de janeir de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017 1) Cnsiderações Gerais: A Federaçã Nacinal ds Estudantes de Engenharia Civil
Workflow. José Palazzo Moreira de Oliveira. Mirella Moura Moro
Pdems definir Wrkflw cm: Wrkflw Jsé Palazz Mreira de Oliveira Mirella Mura Mr "Qualquer tarefa executada em série u em paralel pr dis u mais membrs de um grup de trabalh (wrkgrup) visand um bjetiv cmum".
APLICAÇÃO DO SOFTWARE ELIPSE E3 NAS USINAS HIDRELÉTRICAS ILHA SOLTEIRA E ENGENHEIRO SOUZA DIAS (JUPIÁ)
APLICAÇÃO DO SOFTWARE ELIPSE E3 NAS USINAS HIDRELÉTRICAS ILHA SOLTEIRA E ENGENHEIRO SOUZA DIAS (JUPIÁ) Este case apresenta a aplicaçã da sluçã Elipse E3 para aprimrar mnitrament da temperatura encntrada
DISCIPLINA: Matemática e Matemática Aplicada
DISCIPLINA: Matemática e Matemática Aplicada 1- BIBLIOGRAFIA INDICADA Bibliteca Virtual Pearsn MACEDO, Luiz Rbert de, CASTANHEIRA, Nelsn Pereira, ROCHA, Alex. Tópics de matemática aplicada. Curitiba: Ibpex,
Plano de curso Planejamento e Controle da Manutenção de Máquinas e Equipamentos
PLANO DE CURSO MSOBRPCMME PAG1 Plan de curs Planejament e Cntrle da Manutençã de Máquinas e Equipaments Justificativa d curs Nã é fácil encntrar uma definiçã cmpleta para Gestã da manutençã de máquinas
Aula 11 Bibliotecas de função
Universidade Federal d Espírit Sant Centr Tecnlógic Departament de Infrmática Prgramaçã Básica de Cmputadres Prf. Vítr E. Silva Suza Aula 11 Biblitecas de funçã 1. Intrduçã À medida que um prgrama cresce
T12 Resolução de problemas operacionais numa Companhia Aérea
T12 Resluçã de prblemas peracinais numa Cmpanhia Aérea Objectiv Criar um Sistema Multi-Agente (SMA) que permita mnitrizar e reslver s prblemas relacinads cm s aviões, tripulações e passageirs de uma cmpanhia
1 Institucional. 1.1 Sobre a Vensis. 1.2 Missão, Políticas e Valores. 1.2.1 Missão. 1.2.2 Política da Qualidade
Institucinal 1 Institucinal 1.1 Sbre a Vensis A Vensis é uma empresa especializada n desenvlviment de sluções integradas para gestã de empresas. Atuand n mercad de tecnlgia da infrmaçã desde 1998, a empresa
Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso
Universidade Federal d Ceará Campus de Sbral Curs de Engenharia da Cmputaçã Regulament para realizaçã d Trabalh de Cnclusã de Curs Intrduçã Este dcument estabelece as regras básicas para funcinament das
3 Formulação da Metodologia 3.1. Considerações Iniciais
53 3 Frmulaçã da Metdlgia 3.1. Cnsiderações Iniciais O presente capítul tem cm finalidade prpr e descrever um mdel de referencia para gerenciament de prjets de sftware que pssa ser mensurável e repetível,
MASTERCOMP ESCOLA DE INFORMÁTICA
www.mastercmp.net 1 www.mastercmp.net www.mastercmp.net INFORMAÇO ES ADICIONAIS DO CURSO DE PROMODEL E MS PROJECT Prgramaçã: Carga hrária: 32 Hras Lcal: Sã Sebastiã d Paraís MG Prgramas usads n curs: MS
AULA 3 GERENCIAMENTO DE CUSTOS E GESTÃO DE OPERAÇÕES PARA A QUALIDADE TOTAL. Prof. Glauce Almeida Figueira
AULA 3 GERENCIAMENTO DE CUSTOS E GESTÃO DE OPERAÇÕES PARA A QUALIDADE TOTAL Prf. Glauce Almeida Figueira EMENTA AULA TÓPICOS 31/08 Intrduçã a Cntabilidade de Custs ; Terminlgia Cntábil; Tips de Custei;
Supply Chain Game. EXERCÍCIOS PRÁTICOS DE LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS Autor: Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves
Supply Chain Game EXERCÍCIOS PRÁTICOS DE LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS Autr: Prf. Dr. Daniel Bertli Gnçalves Exercíci Prátic Simuland Cadeias de Supriments v2.0 Lcal: em sala de aula Material Necessári:
Anexo 01 - Mapeamento Documentos ISO. Mapeamento dos Documentos ISO. Pasta/ forma Sala Supervisão. Pasta documentos da ISO
Item 01 02 03 04 05 06 Refere a dcument PQN-02 PQN-02 07 PQN-05 08 09 10 Identificaçã Nme d registr Cntrle de emissã e distribuiçã de dcuments Matriz ds registrs da qualidade Ficha de cntrle de atualizações
Manual. Autorizador da UNIMED
Manual Prtal Autrizadr da UNIMED Pass a Pass para um jeit simples de trabalhar cm Nv Prtal Unimed 1. Períd de Atualizaçã Prezads Cperads e Rede Credenciada, A Unimed Sul Capixaba irá atualizar seu sistema
CERTIFICAÇÃO DE RESPONSABILIDADE AMBIENTAL
Pól Mveleir de Arapngas PR Revisã: 00 Pól Mveleir de Arapngas PR Revisã: 01 TERMOS DE USO DO ECOSELO EQUIPE TÉCNICA RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DESTE DOCUMENTO: Irineu Antni Brrasca Presidente d CETEC
GESTÃO DE PROJETOS. Uma visão geral Baseado nas diretrizes do PMI
GESTÃO DE PROJETOS Uma visã geral Bead n diretrizes d PMI 1 Intrduçã Objetiv da Apresentaçã O bjetiv é frnecer uma visã geral ds prcesss de Gestã de Prjets aplicads à Gestã de Empreendiments. O que é Prjet?
MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTO DE. Técnicos de Instalação e Manutenção de Edifícios e Sistemas. (TIMs)
MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTO DE Técnics de Instalaçã e Manutençã de Edifícis e Sistemas (TIMs) NO SISTEMA INFORMÁTICO DO SISTEMA NACIONAL DE CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA NOS EDIFÍCIOS (SCE) 17/07/2014
CONTROLE INTERNO NA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA: Um Estudo de Caso
CONTROLE INTERNO NA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA: Um Estud de Cas Camila Gmes da Silva 1, Vilma da Silva Sant 2, Paul César Ribeir Quintairs 3, Edsn Aparecida de Araúj Querid Oliveira 4 1 Pós-graduada em
MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA INSCRIÇÕES ON-LINE
MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA INSCRIÇÕES ON-LINE N prcess de renvaçã de matrículas para an lectiv 2008/2009, e na sequência d plan de melhria cntínua ds serviçs a dispnibilizar as aluns, IPVC ferece, pela
Projetos, Programas e Portfólios
Prjets, Prgramas e Prtfólis pr Juliana Klb em julianaklb.cm Prjet Segund PMBOK (2008): um prjet é um esfrç temprári empreendid para criar um nv prdut, serviç u resultad exclusiv. Esta definiçã, apesar
Faculdade de Tecnologia SENAI Florianópolis e Faculdade de Tecnologia SENAI Jaraguá do Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO
Faculdade de Tecnlgia SENAI Flrianóplis e Faculdade de Tecnlgia SENAI Jaraguá d Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO Pós-Graduaçã Lat Sensu em Gestã da Segurança da Infrmaçã em Redes de Cmputadres A Faculdade
MODALIDADE DE FORMAÇÃO
CURSO 7855 PLANO DE NEGÓCIO - CRIAÇÃO DE PEQUENOS E MÉDIOS NEGÓCIOS Iníci ------ Duraçã 50h Hrári(s) ------ OBJECTIVOS GERAIS - Identificar s principais métds e técnicas de gestã d temp e d trabalh. -
Relatório de Gerenciamento de Riscos
Relatóri de Gerenciament de Riscs 2º Semestre de 2015 1 Sumári 1. Intrduçã... 3 2. Gerenciament de Riscs... 3 2.1. Organgrama... 4 3. Risc de Crédit... 4 3.1. Definiçã... 4 3.2. Gerenciament... 4 3.3.
Versão 14.0 Junho 2015 www.psr-inc.com Contato: [email protected]. Representação mais detalhada da operação em cada estágio: 21 blocos
Versã 14.0 Junh 2015 www.psr-inc.cm Cntat: [email protected] SDDP VERSÃO 14.0 Nvidades Representaçã mais detalhada da peraçã em cada estági: 21 blcs Tradicinalmente, a peraçã de cada estági (semana u mês)
Sistema de Gestão de BPM
1/13 ESTA FOLHA ÍNDICE INDICA EM QUE REVISÃO ESTÁ CADA FOLHA NA EMISSÃO CITADA R. 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 R. 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 FL. FL. 01 X 26 02 X 27 03 X 28 04 X 29 05 X 30 06 X
SGCT - Sistema de Gerenciamento de Conferências Tecnológicas
SGCT - Sistema de Gerenciament de Cnferências Tecnlógicas Versã 1.0 09 de Setembr de 2009 Institut de Cmputaçã - UNICAMP Grup 02 Andre Petris Esteve - 070168 Henrique Baggi - 071139 Rafael Ghussn Can -
COORDENADORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Suporte técnico
COORDENADORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Suprte técnic O serviç de suprte técnic tem pr bjetiv frnecer atendiment as usuáris de prduts e serviçs de infrmática da Defensria Pública. Este serviç é prvid
Os novos usos da tecnologia da informação nas empresas Sistemas de Informação
Os nvs uss da tecnlgia da infrmaçã nas empresas Sistemas de Infrmaçã Prf. Marcel da Silveira Siedler [email protected] SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC PELOTAS Planejament
Capítulo V. Técnicas de Análise de Circuitos
Capítul V Técnicas de Análise de Circuits 5.1 Intrduçã Analisar um circuit é bter um cnjunt de equações u valres que demnstram as características de funcinament d circuit. A análise é fundamental para
12. PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO PARA ECONOMIA DE ENERGIA
12. PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO PARA ECONOMIA DE ENERGIA 12.1 MANUTENÇÃO: ELEMENTO CHAVE PARA A UTILIZAÇÃO RACIONAL DE ENERGIA Um prgrama bem elabrad de manutençã é um pnt imprtante de qualquer plítica
Manual do Novo Pátio. Revenda. Versão 2.0
Manual d Nv Páti Revenda Versã 2.0 1 Cnteúd INTRODUÇÃO... 3 1.LOGIN... 4 2.ANUNCIANTE... 4 2.1 Listar Usuáris... 4 2.2 Criar Usuári... 5 2.2.1 Permissões:... 6 3.SERVIÇOS... 7 3.1 Serviçs... 7 3.2 Feirã...
Passo 1 - Conheça as vantagens do employeeship para a empresa
Manual Cm intrduzir emplyeeship na empresa Índice Intrduçã Pass 1 - Cnheça as vantagens d emplyeeship para a empresa Pass 2 - Saiba que é a cultura emplyeeship Pass 3 - Aprenda a ter "bns" empregads Pass
Nome do programa, pesquisa ou produto: Projeto Censo GIFE 2005/2006
1 GIFE Grup de Instituts, Fundações e Empresas Dads da rganizaçã Data de elabraçã da ficha: Fev 2008 Nme: GIFE Grup de Instituts, Fundações e Empresas Endereç: Av. Brigadeir Faria Lima, 2.413 1º andar
HARDWARE e SOFTWARE. O Computador é composto por duas partes: uma parte física (hardware) e outra parte lógica (software).
HARDWARE e SOFTWARE O Cmputadr é cmpst pr duas partes: uma parte física (hardware) e utra parte lógica (sftware). Vcê sabe qual é a diferença entre "Hardware" e "Sftware"? Hardware: é nme dad a cnjunt
PM 3.5 Versão 2 PdC Versão 1
Prcediment de Cmercializaçã Cntrle de Alterações SAZONALIZAÇAO DE CONTRATO DE LEILÃO DE VENDA EDITAL DE LEILÃO Nº 001 / 2002 - MAE PM 3.5 Versã 2 PdC Versã 1 Alterad Layut d dcument. Alterad term de Prcediment
Processos de desumidificação visam manter a Umidade Relativa do Ar em níveis abaixo de 50%.
1. TEORIA Para prcesss específics de utilizaçã, é necessári manter cndições de temperatura e umidade relativa d ar em cndições específicas para prduçã e u trabalh. Prcesss de desumidificaçã visam manter
Gestão de Complexos Desportivos
2013-2016 Gestão das Instalações Desportivas Gestão de Complexos Desportivos Módulo 5 Aula 8 Sumário. 1. Tipos de ocorrências e sua inventariação; 2. Controlo e verificação de materiais; 3. Técnicas e
MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA INSCRIÇÕES ON-LINE
MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA INSCRIÇÕES ON-LINE N prcess de renvaçã de matrículas para an lectiv 2010/2011, e na sequência d plan de melhria cntínua ds serviçs a dispnibilizar as aluns, IPVC ferece, pela
Para a sua Casa Para a sua Casa A Shamah sabe a dificuldade que s clientes têm em arrumar uma empresa de cnfiança para slucinar a manutençã da sua casa, sabems a dificuldade de hráris que nsss clientes
Supply Chain Game. EXERCÍCIOS PRÁTICOS DE LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS Autor: Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves
Supply Chain Game EXERCÍCIOS PRÁTICOS DE LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS Autr: Prf. Dr. Daniel Bertli Gnçalves Exercíci Prátic 1 Simuland uma Cadeia e planejand seus estques Lcal: em sala de aula Material
Manual do DEC Domicílio Eletrônico do Contribuinte
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DA FAZENDA Crdenadria da Administraçã Tributária Diretria Executiva da Administraçã Tributária Manual d DEC Dmicíli Eletrônic d Cntribuinte Manual DEC (dezembr
INDICE DE PREÇOS TURISTICO. Desenvolvido no quadro do Programa Comum de Estatística CPLP com o apoio técnico do INE de Portugal
INDICE DE PREÇOS TURISTICO Desenvlvid n quadr d Prgrama Cmum de Estatística CPLP cm api técnic d INE de Prtugal Estrutura da Apresentaçã INTRODUÇÃO. METODOLOGIA. FORMA DE CÁLCULO. PROCESSO DE TRATAMENTO.
Número de cédula profissional (se médico); Nome completo; 20/06/2014 1/7
Mdel de Cmunicaçã Sistema Nacinal de Vigilância Epidemilógica Âmbit d Dcument O presente dcument traduz mdel de cmunicaçã entre Centr de Suprte da SPMS e clientes d Sistema Nacinal de Vigilância Epidemilógica.
Desenho centrado em utilização
Desenh centrad em utilizaçã Engenharia de Usabilidade Prf.: Clarind Isaías Pereira da Silva e Pádua Departament de Ciência da Cmputaçã - UFMG Desenh centrad em utilizaçã Referências Cnstantine, L.L., &
Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher E s c r i t ó r i o R e g i o n a l p a r a o B r a s i l e o C o n e S u l
Fund de Desenvlviment das Nações Unidas para a Mulher E s c r i t ó r i R e g i n a l p a r a B r a s i l e C n e S u l Fnd de Desarrll de las Nacines Unidas para la Mujer O f i c i n a R e g i n a l p
CÂMARA DOS DEPUTADOS Gabinete do Deputado FERNANDO JORDÃO - PMDB/RJ Brasília, 21 de março de 2011.
Gabinete d Deputad FERNANDO JORDÃO - PMDB/RJ Brasília, 21 de març de 2011. Quand ingressei cm Requeriment slicitand a presença de Vssas Senhrias na Cmissã, estava assustad, cm, aliás, tda a ppulaçã, cm
CLIENTE: CYRELA COMMERCIAL PROPERTIES
Autmaçã Predial e Segurança Patrimnial - Cndições para Frneciment OBRA: CLIENTE: CYRELA COMMERCIAL PROPERTIES Pasta: cyrella_metrplitan-pr-cf-1-0-2012.dc DATA: 14/05/2012 0 Emissã de Cndições para Frneciment
Integração com coletores de ponto, catracas, dispositivos de abertura de portas, fechaduras eletromagnéticas,
Vsft ids Pnt Web Cntrle de acess e pnt A Vsft desenvlveu uma sluçã baseada em sftware e hardware para cntrle de acess e u pnt que pde ser utilizada pr empresas de qualquer prte. Cm us da tecnlgia bimétrica
Fundamentos de Informática 1ºSemestre
Fundaments de Infrmática 1ºSemestre Aula 4 Prf. Nataniel Vieira [email protected] SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC PELOTAS Descrevend Sistemas de um Cmputadr
- COMO PROCURAR EMPREGO -
GUIA PRÁTICO - COMO PROCURAR EMPREGO - e 1 de 7 Técnicas de Prcura de Empreg...3 1. Aut Avaliaçã...3 2. Meis de Divulgaçã de Ofertas de Empreg...3 3. Carta de Apresentaçã...4 4. Curriculum Vitae...4 4.1.1.
Por favor, considere a proteção ao meio ambiente antes de imprimir esse documento
Interbrs Tecnlgia e Sluções de Internet Ltda. Rua Dr. Guilherme Bannitz, 126 2º andar Cnj. 21 /179 Itaim Bibi - Sã Paul- SP - 04532-060 Fne: 55 11 9209-3717 / 55 11 8162-0161 Pr favr, cnsidere a prteçã
Para você que procura o máximo em atendimento!
Para vcê que prcura máxim em atendiment! Sftware de Gestã Cnsultria em T.I. Manutençã de Equipaments Redes Hspedagem de Sistemas Web Design Distribuidra de Infrmática Nssa Empresa Para vcê que prcura máxim
Integração com coletores de ponto, catracas, dispositivos de abertura de portas, fechaduras eletromagnéticas,
Vsft ids Acess Web Cntrle de acess e pnt A Vsft desenvlveu uma sluçã baseada em sftware e hardware para cntrle de acess e u pnt que pde ser utilizada pr empresas de qualquer prte. Cm us da tecnlgia bimétrica
Agenda. A interface de Agendamento é encontrada no Modulo Salão de Vendas Agendamento Controle de Agendamento, e será apresentada conforme figura 01.
Agenda Intrduçã Diariamente cada um ds trabalhadres de uma empresa executam diversas atividades, muitas vezes estas atividades tem praz para serem executadas e devem ser planejadas juntamente cm utras
Aplicações Clinicas. Patologia Clínica. Luís Lito
0 Aplicações Clinicas Patlgia Clínica Luís Lit 1 Evluçã 1. 1993 - Infrmatizaçã parcial d Lab. de Química Clinica 2. 1996 - Inici da infrmatizaçã d Serviç de Patlgia Clínica Clinidata (sistema UNIX/COBOL
PIM TECNOLOGIA EM GERENCIAMENTO DE REDES DE COMPUTADORES (GR3P30)
UNIP Brasília - Crdenaçã CG/CW/GR/AD Senhres Aluns, Seguem infrmações imprtantes sbre PIM: 1. O QUE É? - Os PIM (Prjet Integrad Multidisciplinar) sã prjets brigatóris realizads els aluns ds curss de graduaçã
Informações Importantes 2015
Infrmações Imprtantes 2015 CURSOS EXTRACURRICULARES N intuit de prprcinar uma frmaçã cmpleta para alun, Clégi Vértice ferece curss extracurriculares, que acntecem lg após as aulas regulares, tant n períd
ANÁLISE DE DESEMPENHO DOS GRAFICOS DE x E R.
ANÁLISE DE DESEMPENHO DOS GAFICOS DE E. Vims cm cnstruir e utilizar s gráfics de cntrle. Agra vams estudar sua capacidade de detectar perturbações n prcess. GÁFICO de Em um julgament, veredict final será
