Conceitos Modelo canvas
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- Aníbal Filipe Varejão
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2 Modelos de negócios - Aula 19 Desenvolver a habilidade de análise estratégica e operacional das empresas sob a ótica de Modelos de, utilizando o modelo Canvas. OBJETIVO NESTA AULA Conceitos Modelo canvas
3 QUESTÃO: O que é um Modelo de Negócio e o que é o Modelo CANVAS? Diferentes abordagens em administração estratégica incluindo as teorias da organização industrial, a visão baseada em recursos, capacidades dinâmicas e a teoria dos jogos ajudaram pesquisadores no entendimento da dinâmica da competição, desenvolvendo recomendações sobre como as firmas deveriam definir suas estratégias competitivas e corporativas. Condutores como a globalização, desregulamentação e mudança tecnológica (entre outros), estão mudando profundamente o jogo competitivo (CASADESUS-MASANELL; RICART, 2010, p. 195). É nesse contexto atual que empresas se aproveitam dessas mudanças estruturais para inovar em seus modelos de negócio (CHESBROUGH, 2010, p. 356), inclusive do ponto de vista dos custos, tendo em vista a expansão dos mercados emergentes (WILLIAMSON, 2010, p. 344).
4 CONCEITOS Shafer, Smith e Linder (2005) definem que um modelo de negócio é uma representação da lógica central essencial e da escolha estratégica para criar e capturar valor dentro de uma cadeia de valor. Conforme Casadesus-Masanell e Ricart (2010), a escolha de um modelo de negócio consiste em um plano de ação para diferentes situações. Osterwalder e Pigneur (2010) propõem como conceito que um modelo de negócio descreve a lógica de como uma organização cria, entrega e captura valor. Essa descrição deve ser realizada através de nove blocos construtivos, cobrindo as quatro principais áreas de um negócio: clientes; oferta; infra-estrutura; e viabilidade financeira. A peça central do plano estratégico de uma empresa deveria ser sua estratégica genérica, porque supre o contexto para a tomada de ações em cada área funcional. Na prática, entretanto, muitos planos estratégicos são relações de ações sem uma articulação clara da vantagem competitiva que uma empresa tem ou busca conseguir e de que modo (PORTER, 1989, p. 22). Conforme destaca Chesbrough (2010), mesmo a melhor tecnologia pode resultar em fracasso caso o modelo de negócio não seja desenhado adequadamente.
5 Porter (2001) afirma que, por um lado, estratégia se refere ao posicionamento de uma empresa ante a concorrência; por outro, modelos de negócio procuram estabelecem a troca econômica com parceiros externos, incluindo clientes. Para Casadesus-Masanell e Ricart (2007), um modelo de negócio é não só um conjunto de escolhas da administração sobre como a organização deve operar, mas também um conjunto de consequências derivadas dessas escolhas. O modelo de negócio é o elo de articulação entre escolhas estratégicas e resultados (CASADESUS- MASANELL; RICART, 2010, p. 201). Chesbrough (2010, p. 358) contribui nessa discussão: o sucesso dos modelos de negócios existentes influencia fortemente a informação que subsequentemente fica enraizada dentro ou filtrada para fora dos processos de decisão corporativa. Klang (2010) pondera que o conceito de modelos de negócio diferencia-se de outros conceitos no contexto das ciências de negócios e administração na medida em que inclui tanto a criação de valor quanto a captura de valor. Segundo o autor, toda organização viável é construída sobre um sólido modelo de negócio, e que um modelo de negócio novo ou inovador pode criar uma vantagem competitiva estratégica e ser o alicerce para sobrevivência, crescimento e retorno superior.
6 Johnson, Christensen e Kagermann (2008) manifestam que grandes modelos de negócios podem refazer a configuração das indústrias e conduzir a crescimento espetacular e, mesmo assim, muitas companhias crêem que a inovação do modelo de negócio é difícil. Isto porque seus gestores não entendem o modelo existente tão bem a ponto de saberem quando ou como mudar. uma empresa ou organização visa à criação de valor nos produtos e serviços que leva aos mercados, qual a estrutura organizacional empregada, e os processos de interação com seus stakeholders. Ricart et al. (2004) argumentam que novas estratégias para a base da pirâmide em mercados emergentes provocou o estudo sistemático dos modelos de negócio. Prahalad e Hart (2002), e London e Hart (2004) sinalizam a necessidade das empresas serem efetivas em tais ambientes diferentes, necessitando desenvolver novos modelos de negócios. Concluindo este tópico, entende-se que modelos de negócio é a descrição do caminho pelo qual
7 Figura 1: Dimensões e componentes de um Modelo de Negócio O MODELO CANVAS A abordagem de modelos de negócio demanda uma visão holística sobre a lógica de negócio de uma organização, em conformidade com as proposições de Osterwalder (2006), e Osterwalder e Pigneur (2010). De acordo com o modelo
8 Canvas proposto por estes autores, um modelo de negócio é constituído por 9 blocos que descrevem a lógica de como uma companhia pretende ganhar dinheiro: Proposta de Valor; Segmentos de Clientes; Canais; Relacionamentos com Clientes; Fontes de Receitas; Recursos-chave; Atividades-chave; Rede de Parceiros/Parcerias-chave; Estrutura de Custos.
9 Osterwalder e Pigneur (2010) representam a interação entre os 9 blocos através da figura a seguir: Os blocos constitutivos de Modelos de Os conceitos embutidos nos 9 blocos propostos por Osterwalder e Pigneur (2010), são detalhados na sequência.
10 Proposição de Valor Conforme Osterwalder e Pigneur (2010), a proposição de valor envolve o entendimento da natureza do problema do cliente e como prover a solução adequada. De acordo com Osterwalder e Pigneur (2010), as proposições de valor são a descrição do conjunto de produtos e serviços que criam valor específico para um segmento de clientes. Um conjunto de ofertas elementares juntas representa uma proposição de valor (OSTERWALDER, 2004, p. 50). Valores podem ser quantitativos, como preço e velocidade do serviço; também podem ser qualitativos, como design e a experiência do cliente (OSTERWALDER; PIGNEUR, 2010, p. 23). Segmentos de Clientes Este bloco serve para definir os clientes ou organizações que uma empresa tem como alvo. Uma organização deve fazer uma decisão consciente sobre quais segmentos atender e quais segmentos ignorar, uma vez que, feita a decisão, um modelo de negócio pode ser cuidadosamente projetado com um entendimento forte de necessidades específicas do cliente (OSTERWALDER; PIGNEUR, 2010, p. 20). Conforme Osterwalder e Pigneur (2010), uma organização serve um ou vários segmentos de clientes se suas as necessidades requererem ofertas distintas, diferentes canais, diversos tipos de relacionamentos e lucratividades diferentes; e se os clientes quiserem pagar mais por ofertas distintas.
11 Existem diferentes tipos de segmentos de clientes: mercado de massa, mercado -nicho, segmentado, diversificado e plataformas multifacetadas (OSTERWALDER; PIGNEUR, 2010, p. 21). Canais Um canal de distribuição descreve como uma companhia entra em contato com seus clientes e entrega valor para um segmento de clientes-alvo, direta ou indiretamente (OSTERWALDER, 2004, p. 63; OSTERWALDER, 2006, p. 12; OSTER- WALDER; PIGNEUR, 2010, p. 26). Segundo Osterwalder (2004), enquanto o elemento canal concede a visão agregada pela qual uma companhia atinge os clientes, pode ser decomposta em conexões. Uma conexão descreve parte do canal de uma firma e representa ações particulares de marketing. Ainda de acordo com Osterwalder e Pigneur (2010), os tipos de canais podem diretos e indiretos. Canais diretos ou próprios são representados pela equipe de vendas; as vendas pela Internet; e por lojas próprias. Canais indiretos ou em parceria, são as lojas dos parceiros e os atacadistas, com ambos os tipos de canais seguindo cinco fases: conhecimento, avaliação, compra, entrega e pós-venda.
12 Relacionamento com Clientes Trata-se da descrição dos tipos de relacionamento que uma companhia estabelece com segmentos de clientes específicos (OSTERWALDER; PIGNEUR, 2010, p. 28). Obter a administração correta do relacionamento no modelo de negócio é crucial hoje em dia para satisfazer as expectativas do cliente, e um bom modelo de negócio possui uma estratégia clara nesse sentido (OSTERWALDER, 2006, p. 14). A categorização dos relacionamentos, na proposta de Osterwalder e Pigneur (2010) inclui: assistência personalizada; assistência personalizada dedicada; self service; serviços automatizados; comunidades; e a criação conjunta. Fontes de Receita Esse bloco é a conversão da proposição de valor em um fluxo de receitas, para manutenção do modelo de negócio em progresso. O bloco de fluxo de receitas representa o caixa que uma companhia obtém de cada segmento de clientes custos devem ser subtraídos das receitas para criar ganhos (OSTERWALDER; PIGNEUR, 2010, p. 30). A questão que as empresas encaram não é somente quando, onde e quanto investir. A empresa também deve selecionar ou criar um modelo de negócio específico que defina sua estratégia de comercialização e suas prioridades de investimento (TEECE, 2007, p. 1327). Zott e Amit (2010) afirmam que as empresas devem definir o tamanho do valor do bolo, ou o va-
13 lor total criado nas transações, o qual pode ser considerado o limite superior do potencial de captura de valor. Recursos-Chave Segundo Osterwalder e Pigneur (2010), o bloco de recursos-chave descreve os ativos mais importantes que são requeridos para o funcionamento de um modelo de negócio. Inspirado na definição de recursos de Penrose (1959), os autores afirmam que recursos-chave podem ser físicos, financeiros, intelectuais ou humanos e podem ser detidos ou arrendados pela companhia ou adquiridos de parceiros-chave. Os recursos físicos podem ser representados por fábricas, edifícios, veículos, máquinas, sistemas, pontos de venda e redes de distribuição. Os recursos intelectuais são as marcas, direitos, patentes, parcerias e bancos de dados. Os recursos humanos são definidos como singulares para cada empresa. Os recursos financeiros também são específicos para cada modelo de negócio, variando desde caixa próprio a linhas de crédito. (OSTERWALDER; PIGNEUR, 2010, p. 34). Atividades-Chave Atividades são o coração de um modelo de negócio, sendo as ações que uma companhia desempenha de modo a criar e comercializar valor e gerar lucro
14 (OSTERWALDER, 2004, p ). Atividades-chave são a essência das ações necessárias para uma empresa fazer com que seu modelo de negócio funcione (OSTERWALDER; PIGNEUR, 2010, p. 36). Conforme Osterwalder (2004), as atividades estão vinculadas aos recursos, quer sejam próprias ou de parceiros; conseqüentemente, valor se vincula a processos e atividades internos e externos. Rede de Parceiros/Parcerias-Chave De acordo com Osterwalder (2006) os modelos de negócio cada vez mais são resultado de uma rede de parcerias, associações, cooperação e alianças entre as empresas. As parcerias-chave descrevem a rede de fornecedores e parceiros que fazem o modelo de negócio funcionar (OSTERWALDER; PIGNEUR, 2010, p. 38). O objetivo das parcerias é a complementação da proposição de valor e a melhoria das posições competitivas dos parceiros, envolvendo motivações como a otimização e economia de escala; a redução de risco e incerteza; e a aquisição de recursos e atividades específicos (OSTERWALDER; PIGNEUR, 2010). Estrutura de Custos Segundo Osterwalder e Pigneur (2010), a estrutura de custos descreve todos os custos incorridos na operação de um modelo de negócio, ou seja, todos os custos que uma firma incorre ao criar, comercializar e entregar valor a seus clientes
15 (OSTERWALDER, 2004, p. 101). A estrutura de custos é o resultado direto de todos os outros blocos construtivos do modelo de negócio e deve ser passível de monitoramento em cada um dos blocos (OSTERWALDER, 2006, p. 19). Sequência dinâmica dos modelos de negócio Vejamos como exemplo, como é o Modelo de Negócio do Facebook (na página a seguir):
16 REFERÊNCIAS GUEDES, Alberto Augusto. Modelos de aplicados pela Indústria Brasileira de Construção Civil em Empreendimentos Habitacionais Populares no Âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida. Universidade Presbiteriana Mackenzie, 2013, Dissertação de Mestrado. Disponível em: Cópia disponível em mídia eletrônica (CD) na Biblioteca da Cidade Universitária, 2013.
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