Circuitos Elétricos I EEL420
|
|
|
- Alfredo Lacerda Franca
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuitos Elétricos I EEL420 Conteúdo 2 - Elementos básicos de circuito e suas associações Resistores lineares e invariantes Curto circuito Circuito aberto Resistor linear e variante Resistores não lineares e invariantes Interruptor Diodo Diodo túnel Associação de Resistores Série Paralelo Fonte de tensão independente (ideal) Associação de fontes de tensão Fonte de corrente independente (ideal) Associações de fontes de corrente Modelo de Thévenin e Norton Associação de fontes e resistores Divisor de tensão Divisor de corrente Fontes controladas...16
2 Exercícios...17 Circuitos Elétricos EEL420 UFRJ 2
3 2 Elementos básicos de circuito e suas associações Resistor, diodo, transistor, válvula, capacitor, indutor e transformador, entre outros elementos de circuito, são elementos reais que podem ser representados por modelos ou associação de modelos, cada qual apresentando apenas 1 propriedade física. 2.1 Resistores lineares e invariantes Os resistores são os elementos de circuito mais comuns e concentram a característica de resistência elétrica, ou seja de oposição a passagem da corrente elétrica. Existem diversos símbolos para o resistor: na Europa se utiliza um retângulo (como os elementos apresentados no capítulo anterior), nos Estados Unidos e no Brasil o símbolo mais comum é apresentado na figura abaixo. O resistor é caracterizado pelas seguintes relações: v t =R i t, onde R é resistência (Ohm Ω). i t =G v t, onde G é condutância (Siemens S) R=G 1 Normalmente R e G são lineares (como no gráfico da figura abaixo) e invariantes com o tempo, mas isto não é uma exigência. Circuitos Elétricos EEL420 UFRJ 1
4 OBS.: São condições essenciais para a linearidade: f x = f x f x 1 x 2 = f x 1 f x Curto circuito R=0. Isto significa que a diferença de tensão entre dois terminais de um curto circuito é zero, independente da corrente que circula por este elemento. Idealmente o curto circuito é representado por um fio. Num gráfico v x i o curto circuito se caracteriza por ser uma reta paralela ao eixo da corrente e que passa pela origem Circuito aberto R=. Isto significa que não há circulação de corrente pelo circuito aberto, independente da tensão aplicada a seus terminais. Idealmente o curto circuito é representado por dois nós não conectados. Num gráfico v x i o curto circuito se caracteriza por ser uma reta paralela ao eixo da tensão e que passa pela origem. 2.2 Resistor linear e variante Aquele que apresenta uma relação linear entre tensão e corrente porém com dependência temporal para o valor do resistor. Circuitos Elétricos EEL420 UFRJ 2
5 v t =R t i t Exemplo: Calcular v(t) quando R=R A R B cos 2 f 1 t e i t = A cos 2 f 2 t. v t =X cos 2 f 2 t Y cos[2 f 1 f 2 ] Z cos[2 f 1 f 2 ] Observe que para cada instante de tempo a resistência é um valor constante, logo a resistência é linear, porém este valor varia com o tempo. 2.3 Resistores não lineares e invariantes Aqueles que apresentam uma relação não linear entre tensão e corrente porém são invariantes com o tempo (não são funções do tempo) Interruptor Uma chave ideal pode ser modelada por por um curto circuito ou por circuito aberto dependendo de estar fechada ou aberta respectivamente. Um modelo mais realístico pode representar as resistência de contatos elétricos (R1) quando a chave está fechada e uma resistência de isolação (R2) de quando a chave esta aberta. Outros modelos para a chave podem ser utilizados, como na figura abaixo Diodo Um elemento com comportamento muito semelhante ao de uma chave comutada por tensão é o diodo eletrônico, cujo símbolo e curva v x i são apresentados na figura abaixo. Observe que a curva v x i não é simétrica o que significa que este elemento apresenta polaridade, ou seja, dependendo de como ele for ligado ao circuito este terá um comportamento diferente. Circuitos Elétricos EEL420 UFRJ 3
6 Tradicionalmente o diodo é modelado pela equação q v t i t =I S e 1 K T onde K T q 26mV para a temperatura ambiente. É muito comum, na prática, simplificar os cálculos de circuitos que utilizam diodos substituindo seu comportamento real (descrito pela exponencial acima) por uma chave controlada (um curto circuito ou circuito aberto). Eventualmente este modelo pode estar associada com outros elementos como fontes e resistores Diodo túnel O diodo túnel, cujo símbolo é apresentado na figura a seguir, é um diodo construído por processos especiais que levam a uma curva v x i bastante interessante e que pode ser visualizado no gráfico abaixo. Circuitos Elétricos EEL420 UFRJ 4
7 Observa-se, no gráfico, que a resistência do diodo túnel é não linear e controlada por tensão (o gráfico de i em função de v é uma função não inversível). Observa-se também, que R é negativo para uma faixa de valores (o que será útil em osciladores e filtros). Elementos com resistência positiva dissipam energia ao passo que resistências negativas podem fornecer energia. Resistências negativas, como a do diodo túnel e de outros elementos de circuito só existe para uma determinada faixa de operação e dependem de energia externa para serem obtidas. Não existe nenhum elemento que tenha resistência negativa em toda sua faixa de operação. Tanto o diodo comum como o diodo túnel apresentam curvas não simétricas com relação a origem o que significa que estes elementos tem polaridade. Circuitos Elétricos EEL420 UFRJ 5
8 2.4 Associação de Resistores Série A associação série de resistores é aquela onde um terminal de um resistor se conecta a um terminal do próximo formando uma seqüência de resistores. Esta associação, ilustrada na figura abaixo pelos resistores R 1 e R 2, tem um comportamento elétrico semelhante ao de uma resistência equivalente R EQ entre os nós A e C da associação. O valor da resistência equivalente pode ser calculada da seguinte maneira: v=v R1 v R2 v=i R 1 I R 2 v= I R 1 R 2 v=i R EQ R EQ =R 1 R 2 Genericamente R EQ = R n (a resistência equivalente é maior que todas as resistências individuais da associação). Cabe ressaltar que a resistência equivalente da associação é equivalente apenas do ponto de vista da tensão e da corrente nós A e C (na figura acima) pois a potência dissipada Circuitos Elétricos EEL420 UFRJ 6
9 por cada resistor será diferente da potência dissipada pelo equivalente assim como a tensão sobre cada resistor será diferente da tensão sobre o resistor equivalente. A figura acima também apresenta um símbolo não utilizado anteriormente. Um triângulo interligado ao nó C. Este símbolo marca o nó como se fosse um nome e costuma ser utilizado para representar uma referência de tensão (também chamado de terra, massa, chassi, retorno...). Quando ele está presente no circuito as medidas de diferença de tensão são dadas com relação a este ponto. Abaixo vemos curvas de tensão em função da corrente para a associação série apresentada anteriormente. A tensão V a equivale a diferença de tensão V A V C, a tensão V b equivale a diferença de tensão V B V C, por outro lado a tensão V A, B ou V AB equivale a diferença de tensão V A V B. Estas representações de diferenças de potencial são comuns em circuitos e sempre que se deseja expressar uma diferença de tensão entre a referência e um nó qualquer do circuito basta indicar o nome deste nó. Quando a diferença de potencial se refere a uma medida que não inclua o nó de referência então se indicam os dois nós para os quais a diferença de tensão esta sendo fornecida ou solicitada Paralelo A associação paralela de resistores é aquela onde um terminal de cada resistor se conecta a um determinado nó e todos os demais terminais se conectam a um outro nó. Esta Circuitos Elétricos EEL420 UFRJ 7
10 associação, ilustrada na figura abaixo pelos resistores R 1 e R 2, tem um comportamento elétrico semelhante ao de uma resistência equivalente R EQ entre os nós A e C da associação. O valor da condutância equivalente pode ser calculado da seguinte maneira. i TOTAL =i R1 i R2 i TOTAL =v G 1 v G 2 i TOTAL =v G 1 G2 i TOTAL =v G EQ G EQ =G 1 G 2 Genericamente G EQ = G n (a condutância equivalente é maior que todas as condutâncias individuais da associação, ou seja a resistência equivalente é menor que todas as resistências da associação). Novamente aqui, assim como em todas as associações realizadas nesta disciplina, o conceito de equivalente está diretamente relacionado com o comportamento da tensão e da corrente entre dois nós, ou seja, para que dois circuitos sejam equivalentes a equação de tensão em função de corrente para quaisquer dois nós deve ser igual em ambos os circuitos. A figura abaixo mostra o gráfico das condutâncias formadas por R 1, R 2 e R EQ Circuitos Elétricos EEL420 UFRJ 8
11 2.5 Fonte de tensão independente (ideal) As fontes de tensão são elementos capazes de absorver ou fornecer energia a circuitos mantendo constante a diferença de potencial entre seus terminais, independentemente da corrente que circule pela fonte. Existem diversos símbolos para a fonte mas o mais comum está representado na figura abaixo. Observe na figura abaixo que a curva v x i da fonte de tensão é uma reta paralela ao eixo da corrente, como se fosse um curto circuito (a resistência de uma fonte de tensão ideal é zero) porém esta curva não passa pela origem, ou seja não tem um comportamento linear. Correntes positivas estão associadas ao sentido de referência mostrado na figura acima e nesta região a fonte absorve energia (p>0) ou seja, esta sendo carregada. Quando a corrente é negativa (sentido contrario ao de referência) a fonte fornece energia (p<0). Circuitos Elétricos EEL420 UFRJ 9
12 Fontes de tensão reais apresentam uma diminuição da tensão em seus terminais que é proporcional a corrente fornecida para a carga. A figura abaixo apresenta um modelo para fonte de tensão real formado por uma fonte de tensão ideal vo em série com uma resistência R S,. Esta fonte está sendo utilizada para alimentar uma carga R L. O comportamento v x i da fonte de tensão real é semelhante ao mostrado na figura abaixo. Neste exemplo, vo=10v e R S =10. Observe que com estes valores a curva de tensão nos terminais da fonte está longe de ser considerada constante, mas a medida que Rs for diminuído a curva torna-se mais parecida com a da fonte ideal. Circuitos Elétricos EEL420 UFRJ 10
13 2.5.1 Associação de fontes de tensão Fontes de tensão podem ser associadas em série e em paralelo. Se forem conectadas em série a fonte de tensão equivalente será dada pela soma algébrica das tensões de cada fonte. Por outro lado, se as fontes forem conectadas em paralelo todas devem ter o mesmo valor e a mesma polaridade. Isto deve ocorrer para que o somatório das tensões em cada caminho fechado seja nulo, obedecendo a LTK. 2.6 Fonte de corrente independente (ideal) As fontes de corrente são elementos capazes de absorver ou fornecer energia a circuitos mantendo constante corrente que atravessa seus terminais, independentemente da diferença de tensão entre seus terminais. Existem diversos símbolos para a fonte mas o mais comum está representado na figura abaixo. Circuitos Elétricos EEL420 UFRJ 11
14 Observe na figura abaixo que a curva v x i da fonte de corrente é uma reta paralela ao eixo da tensão, como se fosse um circuito aberto (a resistência de uma fonte de corrente ideal é infinita) porém esta curva não passa pela origem, ou seja não tem um comportamento linear. Tensões positivas estão associadas ao sentido de referência mostrado na figura acima e nesta região a fonte absorve energia (p>0) ou seja, esta sendo carregada. Quando a tensão é negativa (sentido contrario ao de referência) a fonte fornece energia (p<0). Fontes de corrente reais apresentam uma diminuição da corrente de saída a medida que a tensão nos terminais da fonte aumenta. A figura abaixo apresenta um modelo de uma fonte de corrente real, representada por uma fonte de corrente ideal io e uma resistência R S. Esta fonte está sendo utilizada para alimentar a carga R L. Desenhe o gráfico de v com relação a i. Circuitos Elétricos EEL420 UFRJ 12
15 O comportamento v x i da fonte de corrente real é semelhante ao mostrado na figura abaixo. Neste exemplo, io=1a e R S =10. Observe que a curva abaixo é idêntica aquela obtida para o exemplo de fonte de tensão real com vo=10v e R S =10. Se estes dois circuitos apresentam a mesma característica v x i então os dois circuitos são equivalentes do ponto de vista dos seus terminais Associações de fontes de corrente Fontes de corrente podem ser associadas em série ou em paralelo. Se forem ligadas em série todas as fontes devem ter a mesma intensidade e o mesmo sentido para que seja respeitada a LCK. Se ligadas em paralelo podem ter qualquer valor e sentido e, neste caso, a fonte equivalente corresponde a uma fonte cuja intensidade e sentido é dada pela soma algébrica das correntes das fontes individuais. Circuitos Elétricos EEL420 UFRJ 13
16 2.7 Modelo de Thévenin e Norton Como foi mostrado os modelos de fontes de tensão e corrente reais apresentam a mesma equação para a curva v x i e portanto podem ser equivalentes. Estes equivalentes recebem nomes especiais (Thévenin e Norton respectivamente) e podem ser vistos na figura abaixo. Para substituir um equivalente Thévenin por um Norton basta igualar a equação V AC em função de I de ambos os modelos. A intersecção da curva com o eixo das tensões determina vo, a intersecção da curva com o eixo das correntes determina -io e a inclinação da reta determina Rs. 2.8 Associação de fontes e resistores Divisor de tensão Um problema muito comum em circuitos é o cálculo da tensão sobre um resistor numa ligação série de fonte de tensão e resistores conforme indicado na figura a seguir. Circuitos Elétricos EEL420 UFRJ 14
17 A tensão v pode ser obtida da seguinte maneira: vs i TOT = R 1 R 2 R 3 v=i TOT R 2 vs v= R R 1 R 2 R 2 3 Genericamente v i = vs R i R n Divisor de corrente Outro problema muito comum é o cálculo de uma determinada corrente num circuito paralelo entre uma fonte de corrente e resistores, como ilustrado na figura abaixo. A corrente i1 pode ser obtida da seguinte maneira is v TOT = G 1 G 2 G 3 i 1 =v TOT G 1 Circuitos Elétricos EEL420 UFRJ 15
18 is i 1 = G G 1 G 2 G 1 3 Genericamente i i = is G i G n 2.9 Fontes controladas Uma fonte controlada é um elemento de circuito com 2 braços onde o primeiro é formado por um curto circuito ou circuito aberto e o segundo por uma fonte de tensão ou corrente. A forma de onda na fonte do segundo braço é uma função na tensão de circuito aberto ou da corrente de curto circuito do primeiro braço ou seja a fonte do segundo braço é controlada pela tensão ou corrente no primeiro braço. Assim, existem quatro combinações possíveis de fontes controladas que estão representadas na figura abaixo. Fonte de corrente controlada por corrente: i 2 =α i 1 Fonte de corrente controlada por tensão: i 2 =gm v 1 Fonte de tensão controlada por tensão: v 2 = μ v 1 Fonte de tensão controlada por corrente: v 2 =rm i 1 Estas fontes são muito comuns em eletrônica e representam o funcionamento de circuitos ou elementos como transistores, amplificadores operacionais e válvulas. Os símbolos utilizados diferem um pouco na literatura e nos simuladores. Via de regra o símbolo da fonte continua o mesmo utilizado para fontes independentes ou assume um formato de losângulo. A Circuitos Elétricos EEL420 UFRJ 16
19 dependência com a corrente ou a tensão do primeiro braço é explicitada pela equação que governa o funcionamento da fonte. Diferente das fontes independentes, fontes controladas representadas por α, gm, µ e rm constantes são fontes lineares e invariantes com o tempo mas também podem existir fontes controladas não lineares e variantes. As fontes independentes representam fornecimento de energia ou seja a ação do mundo externo e são componentes não lineares por natureza. As fontes controladas representam comportamento de elementos eletrônicos (resistores, por exemplo) acoplados ou seja podem ser elementos lineares. Nos exemplos mostrados acima, com coeficientes constantes, a impedância de uma fonte de corrente controlada não é infinita e a impedância de uma fonte de tensão controlada não é zero. De resto as fontes controladas podem ser consideradas fontes de tensão ou corrente e assim são consideradas na análise de circuitos Exercícios polaridade? 1) Observando a curva v x i de um elemento é possível determinar se ele apresenta 2) Para um elemento cuja relação v x i é determinada por: v=50 i 0,5 i 3. a) Qual o valor da resistência desta elemento? Para 10 ma qual o erro em aproximar R por 10 Ω? Para 10 A qual o erro em aproximar R por 10 Ω? A corrente que circula por este elemento sempre Circuitos Elétricos EEL420 UFRJ 17
20 apresenta as mesmas freqüências da tensão sobre ele? 3) Calcule a resistência equivalente para os circuitos da figura abaixo 4) Apresente as curvas v x i para as figuras abaixo (considerar o diodo como uma chave ideal controlada por corrente). Com base nestes resultados determinar como seria possível modelar a curva do diodo real apresentada na secção sobre resistores não lineares e invariantes. 5) Projetar um circuito resistivo de um acesso com resistores lineares, diodos ideais e fontes independentes que tenha a característica v x i mostrada abaixo. Circuitos Elétricos EEL420 UFRJ 18
21 Solução: Um circuito possível é apresentado abaixo. No simulador do tipo Spice modifique o parâmetro N do diodo (N=0.001 ou menor) para obter um comportamento mais próximo do ideal. 6) Para os circuitos da figura abaixo calcule as tensões e as correntes sobre os elementos. Considere R 1 =1, R 2 =2 e R 1 =3. Determine quem absorve e quem fornece energia. Circuitos Elétricos EEL420 UFRJ 19
22 7) Determine a tensão, a corrente e a potência sobre cada elemento do circuito abaixo. 8) Para a figura abaixo calcule as tensões V 1 e V 2. 9) Determine o modelo equivalente para os dois circuitos abaixo. Circuitos Elétricos EEL420 UFRJ 20
23 10) Abaixo são apresentadas duas redes resistivas: uma rede chamada T ou Y e outra rede chamada Π ou. Dependendo dos valores dos resistores estas redes podem ser equivalentes do ponto de vista dos terminais A, B e C. a) Determine os valores de RA, RB e RC para que a rede T seja equivalente a uma dada rede Π. b) Determine os valores de R1, R2 e R3 para que a rede Π seja equivalente a uma dada rede T. 11) Utilizando apenas associação de resistores e transformação de modelos Thévenin- Norton determine o valor da tensão v. Resposta: v=14,82 V 12) Para a figura abaixo calcule a tensão sobre a carga (resistor R L ) 13) Para o circuito abaixo, calcular v L (tensão sobre o resistor R L ). Circuitos Elétricos EEL420 UFRJ 21
24 Solução: v µ v v = R = R 2 1 L L L R2 + RL R2 + RL v S v 1 = R R S R 1 1 μ v v L = S R 1 R L R L R 2 R S R 1 14) Para o circuito abaixo calcular a impedância vista pela fonte de corrente Solução: Z E = V = 1 a I Z 1 L = 1 a Z I S I L S Observe que dependendo do valor de a a impedância equivalente conectada em paralelo com a fonte de corrente varia. Se a=1 a impedância é nula e o circuito se comporta como um curto circuito. Se 0 a 1 a impedância será uma parcela da impedância da carga. Se a 1 a impedância é negativa. 15) Para os circuitos abaixo calcular o valor de v o considerando que o ganho A do amplificador operacional não é infinito. Determine o limite de v o quando o ganho A tende a Circuitos Elétricos EEL420 UFRJ 22
25 infinito. Refaça as contas considerando que a fonte controlada da saída é uma fonte de tensão independente de valor v o e que a diferença de tensão entre as duas entradas do operacional é nula. Compare os resultados e explique o que aconteceu. Solução para o primeiro circuito. Redesenhando o circuito para facilitar o equacionamento i 1 = v i v o R 1 R 2 v _ =i 1 R 2 v o = v i v o R 1 R 2 R 2 v o v _ = v i R 2 v o R 1 R 1 R 2 v o = A v + v _ Circuitos Elétricos EEL420 UFRJ 23
26 como v + =0 v _ = v o A = v i R 2 v o R 2 R 1 R 2 v o = R 2 R 1 R 1 R 2 A v i se lim v o = R 2 v A R i 1 Observe que se A tende a infinito e a saída v o é finita então a diferença de tensão entre as duas entradas do amplificador operacional obrigatoriamente deve ser ser nula. Considerando antecipadamente as duas entradas do operacional com o mesmo potencial podemos resolver o problema da seguinte forma: v + =v _ =0 logo i 1 = v i = v o, então R 1 R 2 v o = R 2 R 1 v i. Circuitos Elétricos EEL420 UFRJ 24
Programa de engenharia biomédica
Programa de engenharia biomédica princípios de instrumentação biomédica COB 781 Conteúdo 2 - Elementos básicos de circuito e suas associações...1 2.1 - Resistores lineares e invariantes...1 2.1.1 - Curto
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Princípios de Instrumentação Biomédica COB781. Módulo 2
Universidade Federal do Rio de Janeiro Princípios de Instrumentação Biomédica COB781 Módulo 2 Thévenin Norton Helmholtz Mayer Ohm Galvani Conteúdo 2 - Elementos básicos de circuito e suas associações...1
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Circuitos Elétricos I EEL420. Módulo 2
Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuitos Elétricos I EEL420 Módulo 2 Thévenin Norton Helmholtz Mayer Ohm Galvani Conteúdo 2 Elementos básicos de circuito e suas associações...1 2.1 Resistores lineares
CIRCUITOS CONCENTRADOS E LEIS DE KIRCCHOFF
UNIDADE 1 1. Circuitos Concentrados CIRCUITOS CONCENTRADOS E LEIS DE KIRCCHOFF É qualquer ligação de elemento concentrado, de tal forma que as dimensões sejam pequenas comparadas com o comprimento de onda
Circuitos Elétricos I EEL420
Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuitos Elétricos I EEL420 Conteúdo 5 - Capacitores e Indutores...1 5.1 - Capacitores...1 5.2 - Capacitor linear e invariante com o tempo...2 5.2.1 - Modelo Thévenin
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Princípios de Instrumentação Biomédica. Módulo 5. Heaviside Dirac Newton
Universidade Federal do Rio de Janeiro Princípios de Instrumentação Biomédica Módulo 5 Heaviside Dirac Newton Conteúdo 5 - Circuitos de primeira ordem...1 5.1 - Circuito linear invariante de primeira ordem
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Circuitos Elétricos I EEL 420. Módulo 11
Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuitos Elétricos I EEL 420 Módulo Laplace Bode Fourier Conteúdo - Transformada de Laplace.... - Propriedades básicas da transformada de Laplace....2 - Tabela de
Se no terminal b do circuito for conectado um terceiro componente, como na figura abaixo, os resistores R 1 e R 2 não estarão mais em série.
Circuitos em Série Um circuito consiste em um número qualquer de elementos unidos por seus terminais, com pelo menos um caminho fechado através do qual a carga possa fluir. Dois elementos de circuitos
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Circuitos Elétricos I EEL 420. Módulo 11
Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuitos Elétricos I EEL 420 Módulo Laplace Bode Fourier Conteúdo - Transformada de Laplace.... - Propriedades básicas da transformada de Laplace....2 - Tabela de
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Princípios de Instrumentação Biomédica COB781. Módulo 3
Universidade Federal do Rio de Janeiro Princípios de Instrumentação Biomédica COB781 Módulo 3 Conteúdo 3 - Teoremas e análise sistemática de redes...1 3.1 - Revisão de definições...1 3.2 - Teoremas de
Eletrotécnica. Circuitos Elétricos
Eletrotécnica Circuitos Elétricos Introdução Caracterizamos um circuito elétrico como sendo um conjunto de componentes elétricos / eletrônicos ligados entre si formando pelo menos um caminho para a passagem
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Circuitos Elétricos I - EEL420. Módulo 5
Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuitos Elétricos I - EEL420 Módulo 5 Faraday Lenz Henry Weber Maxwell Oersted Conteúdo 5 Capacitores e Indutores...1 5.1 Capacitores...1 5.2 Capacitor linear e
TEOREMAS: - SUPERPOSIÇÃO
TEOREMAS: - SUPERPOSIÇÃO - THEVENIN e NORTON - MILLMAN - MÁXIMA TRANSFERÊNCIA DE POTÊNCIA Professor: Paulo Cícero Fritzen E-mail: [email protected] TEOREMAS PARA ANÁLISE EM CIRCUITOS ELÉTRICOS Os
Capítulo 4. Análise de circuitos elétricos básicos: em série, em paralelo e misto. Figura 3.32 Associação em série-paralelo de geradores.
ELETRôNCA Figura 3.3 Associação em série-paralelo de geradores. Capítulo 4 A figura 3.33 mostra as simplificações sucessivas do circuito da figura 3.3. Figura 3.33 Simplificações sucessivas do circuito
Circuitos Elétricos I EEL420
Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuitos Elétricos I EEL420 Conteúdo 3 - Teoremas e análise sistemática de redes...1 3.1 - Revisão de definições...1 3.2 - Teoremas de rede e transformações de fontes...1
Aula 5. Divisor de tensão Divisor de corrente
Aula 5 Divisor de tensão Divisor de corrente Simulador de circuitos online Site: http://everycircuit.com/ Simulador online de circuito Exemplos desta aula: http://everycircuit.com/circuit/5500995385163776
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Circuitos Elétricos I - EEL420. Módulo 7
Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuitos Elétricos I - EEL420 Módulo 7 Musschenbroek Green Gauss Edison Tesla Lorentz Conteúdo 7 - Circuitos de Segunda Ordem...1 7.1 - Circuito RLC linear e invariante
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Circuitos Elétricos I EEL 420. Módulo 6
Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuitos Elétricos I EEL 420 Módulo 6 Heaviside Dirac Newton Conteúdo 6 Circuitos de primeira ordem...1 6.1 Equação diferencial ordinária de primeira ordem...1 6.1.1
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Circuitos Elétricos I EEL 420. Módulo 10
Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuitos Elétricos I EEL 40 Módulo 10 Drawing of Michael Faraday's 1831 experiment showing electromagnetic induction between coils of wire, using 19th century apparatus,
RESOLUÇÃO DA LISTA II P3
RESOLUÇÃO DA LISTA II P3 9.25) Determine a expressão em regime permanente i o (t) no circuito abaixo se v s = 750cos (5000t)mV Z L = jωl = 40 0 3 5000 Z L = 200j Z C = jωc = j 5000 0,4 0 6 Z C = 500j Sabemos
Aula 2. Revisão Circuitos Resistivos
Aula 2 Revisão Circuitos Resistivos Conceitos básicos Corrente (A) Tensão (V) Potência (W) i = dq dt v = dw dq p = dw dt Energia (J) w = න Pdt Corrente: Fluxo de cargas; Tensão: Diferença de potencial
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Circuitos Elétricos I EEL420. Módulo 3
Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuitos Elétricos I EEL420 Módulo 3 Conteúdo 3 Teoremas e análise sistemática de redes...1 3.1 Revisão de definições...1 3.2 Análise de nós e malhas...1 3.2.1 Análise
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Circuitos Elétricos I EEL 420. Módulo 9
Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuitos Elétricos I EEL 420 Módulo 9 Steinmetz Tesla Hertz Westinghouse Conteúdo 9 - Análise de Regime Permanente Senoidal...1 9.1 - Números complexos...1 9.2 -
Eletrônica Aula 06 CIN-UPPE
Eletrônica Aula 06 CIN-UPPE Amplificador básico (classe A)! Amplificador básico É um circuito eletrônico, baseado em um componente ativo, como o transistor ou a válvula, que tem como função amplificar
Aula 4 Análise Circuitos Elétricos Prof. Marcio Kimpara
ELETICIDADE Aula 4 Análise Circuitos Elétricos Prof. Marcio Kimpara Universidade Federal de Mato Grosso do Sul 2 Circuito Elétrico Chamamos de circuito elétrico a um caminho fechado, constituído de condutores,
Teorema da superposição
Teorema da superposição Esse teorema é mais uma ferramenta para encontrar solução de problemas que envolvam mais de uma fonte que não estejam em paralelo ou em série. A maior vantagem desse método é a
3) Cite 2 exemplos de fontes de Alimentação em Corrente Continua e 2 exemplos em Corrente Alternada.
Lista de exercícios Disciplina: Eletricidade Aplicada Curso: Engenharia da Computação Turma: N30 1 -) Assinale a alternativa correta. Descreva o que é tensão elétrica. a - A diferença de potencial elétrico
Programa de engenharia biomédica. Princípios de instrumentação biomédica cob 781
Programa de engenharia biomédica Princípios de instrumentação biomédica cob 781 5 Circuitos de primeira ordem 5.1 Circuito linear invariante de primeira ordem resposta a excitação zero 5.1.1 O circuito
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Princípios de Instrumentação Biomédica. Módulo 6
Universidade Federal do Rio de Janeiro Princípios de Instrumentação Biomédica Módulo 6 Steinmetz Tesla Hertz Westinghouse Conteúdo 6 - Análise de Regime Permanente Senoidal...1 6.1 - Números complexos...1
Aula 8.2 Conteúdo: Associação de resistores em paralelo, potência elétrica de uma associação em paralelo de resistores. INTERATIVIDADE FINAL
Aula 8.2 Conteúdo: Associação de resistores em paralelo, potência elétrica de uma associação em paralelo de resistores. Habilidades: Diferenciar as formas de associação de resistores, bem como determinar
Eletricidade (EL63A) LEIS BÁSICAS
Eletricidade (EL63A) LEIS BÁSICAS Prof. Luis C. Vieira [email protected] http://paginapessoal.utfpr.edu.br/vieira/el63a-eletricidade INTRODUÇÃO Como determinar os valores de tensão, corrente e potência
ASSOCIAÇÃO DE ENSINO E CULTURA PIODÉCIMO FACULDADE PIO DÉCIMO, CAMPUS III ARACAJU, SERGIPE QUESTÕES PARA AULA DO ENAD ÁREA ESPECÍFICA
ASSOCIAÇÃO DE ENSINO E CULTURA PIODÉCIMO FACULDADE PIO DÉCIMO, CAMPUS III ARACAJU, SERGIPE QUESTÕES PARA AULA DO ENAD ÁREA ESPECÍFICA CIRCUITO ELÉTRICOS (Revisão 00) ENGENHARIA ELÉTRICA Prof. Jether Fernandes
O símbolo usado em diagramas de circuito para fontes de tensão é:
Circuitos Elétricos Para fazer passar cargas elétricas por um resistor, precisamos estabelecer uma diferença de potencial entre as extremidades do dispositivo. Para produzir uma corrente estável é preciso
MÓDULO 5: RESPOSTA EM FREQÜÊNCIA DO AMPLIFICADOR DE PEQUENOS SINAIS A JFET.
DISCIPLINA: CIRCUITOS ELETRÔNICOS MÓDULO 5: RESPOSTA EM FREQÜÊNCIA DO AMPLIFICADOR DE PEQUENOS SINAIS A JFET. 1. Introdução: O circuito amplificador de sinal a JFET possui ganho alto, uma impedância alta
Eletricidade básica. Aula 06: Circuitos em série
Eletricidade básica Aula 06: Circuitos em série Fonte elétrica As fontes elétricas são fundamentais na compreensão da eletrodinâmica, pois elas que mantém a diferença de potencial (ddp) necessária para
Aula 4. Leis de Kirchhoff
Aula 4 Leis de Kirchhoff Revisão Corrente (A) i = dq dt Potência (W) p = dω dt Tensão (V) v = dω dq Energia (J) ω = p dt Para a corrente indicamos a direção do fluxo da corrente Para a tensão indicamos
208 TÉCNICO EM ELETRÔNICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE BRASÍLIA CONCURSO PÚBLICO NÍVEL MÉDIO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO 208 TÉCNICO EM ELETRÔNICA INSTRUÇÕES Verifique atentamente se este caderno
Aula 01. Análise de Circuitos Elétricos. Prof. Alexandre Akira Kida, Msc., Eng. IFBA
Aula 01 Análise de Circuitos Elétricos Prof. Alexandre Akira Kida, Msc., Eng. IFBA 1 Plano de aula 1. Associação de fontes de tensão 2. Leis de Kirchhoff 3. Método de Maxwell 4. Transformação Y - 2 Introdução
Figura 4.1: Circuito elétrico tipo RL com o indutor inicialmente carregado.
Guia de Atividades para abordar Equações Diferenciais Ordinárias através da exploração de situações-problema que envolvem queda de corpos e circuitos elétricos. Nestas atividades temos como objetivo abordar
Ánalise de Circuitos. 1. Método Intuitivo
Ánalise de Circuitos 1. Método Intuitivo Ramo de um circuito: é um componente isolado tal como um resistor ou uma fonte. Este termo também é usado para um grupo de componentes sujeito a mesma corrente.
Eletricidade II. Aula 1. Resolução de circuitos série de corrente contínua
Eletricidade II Aula 1 Resolução de circuitos série de corrente contínua Livro ELETRICIDADE II Avaliações Provas - 100 pontos lesp-ifmg.webnode.com 2 Conexão de um circuito série Um circuito série contém
ELETRICIDADE CAPÍTULO 2 ELEMENTOS DOS CIRCUITOS ELÉTRICOS
ELETRICIDADE CAPÍTULO 2 ELEMENTOS DOS CIRCUITOS ELÉTRICOS 2.1 - INTRODUÇÃO - EXISTEM CINCO ELEMENTOS BÁSICOS IDEAIS QUE SÃO UTILIZADOS EM CIRCUITOS ELÉTRICOS. - ELEMENTOS ATIVOS (GERAM ENERGIA ELÉTRICA)
Respostas Finais Lista 6. Corrente Elétrica e Circuitos de Corrente Contínua ( DC )
Respostas Finais Lista 6 Corrente Elétrica e Circuitos de Corrente Contínua ( DC ) Q 26.3) Essa diferença esta mais associada à energia entregue à corrente de um circuito por algum tipo de bateria e à
AULA 03 Exercícios Lista 01 Lista 02 Lista 03 Resolução de exercícios em sala
AULA 03 Exercícios Lista 01 Lista 02 Lista 03 Resolução de exercícios em sala AULA 04 Tensão e Corrente alternada Ondas senoidais Ondas quadradas Ondas triangulares Frequência e período Amplitude e valor
Universidade Federal de São João del-rei. Material Teórico de Suporte para as Práticas
Universidade Federal de São João del-rei Material Teórico de Suporte para as Práticas 1 Amplificador Operacional Um Amplificador Operacional, ou Amp Op, é um amplificador diferencial de ganho muito alto,
Aula 5 Análise de circuitos indutivos em CA circuitos RL
Aula 5 Análise de circuitos indutivos em CA circuitos RL Objetivos Aprender analisar circuitos RL em série e em paralelo em corrente alternada, utilizando as diversas formas de representação: números complexos,
CAPÍTULO 5 TRANSISTORES BIPOLARES
CAPÍTULO 5 TRANSSTORES BPOLARES O transistor é um dispositivo semicondutor de três terminais, formado por três camadas consistindo de duas camadas de material tipo "n", de negativo, e uma de tipo "p",
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA III EXERCÍCIO ESCOLAR (1) (A) Como se chama o fenômeno que ocorre quando
Campus de Guaratinguetá Colégio Técnico Industrial de Guaratinguetá Professor Carlos Augusto Patrício Amorim
unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Campus de Guaratinguetá Colégio Técnico Industrial de Guaratinguetá Professor Carlos Augusto Patrício Amorim 1 EXERCÍCIOS DE ELETRÔNICA BÁSICA II Prof. Marcelo Wendling
Resistores e Associação de Resistores
Resistores e Associação de Resistores Gabarito Parte I: O esquema a seguir ilustra a situação: Como mostrado, a resistência equivalente é Ω. Aplicando a lei de Ohm-Pouillet: = R eq i 60 = i i = 15 A. a)
I φ= V φ R. Fazendo a mesma análise para um circuito indutivo, se aplicarmos uma tensão v(t) = V m sen(ωt + I (φ 90)= V φ X L
Impedância Em um circuito de corrente alternada puramente resistivo, vimos que, se uma tensão v(t) = V m sen(ωt + ), a corrente que fluirá no resistor será i(t) = I m sen(ωt + ), onde I m = V m /R. Representando
Circuitos oscilantes e corrente alternada (CA)
Circuitos oscilantes e corrente alternada (CA) Os circuitos que veremos a seguir serão compostos dos seguintes elementos: Resistores: Nos resistores R a tensão V R aplicada sobre ele e a corrente I que
Amplificadores Operacionais
Amplificadores Operacionais Os amplificadores operacionais fazem hoje parte de uma grande quantidade de projetos eletrônicos. Criados originalmente para realizar operações matemáticas, hoje eles estão
MÉTODOS DE ANÁLISE DE CIRCUITOS (CORRENTE CONTÍNUA)
NOTA DE AULA POF. JOSÉ GOMES IBEIO FILHO MÉTODOS DE ANÁLISE DE CICUITOS (COENTE CONTÍNUA) INTODUÇÃO Os circuitos descritos nos capítulos anteriores tinham somente uma fonte ou duas ou mais fontes em série
5. PARTE PRÁTICA OBS:
EXPERIÊNCIA 6 PEA2502 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DE POTÊNCIA CONVERSOR CC / CC W. KAISER 02/2009 1. OBJETIVOS Familiarização com o funcionamento de um conversor CC/CC a tiristor e medições de desempenho.
Eletrônica Aula 06 CIN-UPPE
Eletrônica Aula 06 CIN-UPPE Amplificador básico Amplificador com transistor Exemplo: Análise Modelo CC Modelo CA V CC C 2 R L R G C 1 C E Análise CA Para se fazer a análise CA é necessário: Eliminar as
EELi04 Eletricidade Aplicada I Aula 4
UNIFEI - campus ITABIRA EELi04 Eletricidade Aplicada I Aula 4 Professor: Valmor Ricardi Junior Transparências: Prof. Clodualdo Sousa Prof. Tiago Ferreira Prof. Valmor Junior Sumário Circuito CC série (revisão):
PSI.3031 LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELETRICOS INTRODUÇÃO TEÓRICA EXPERIÊNCIA 10: REDES DE SEGUNDA ORDEM
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos PSI - EPUSP PSI.3031 LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELETRICOS INTRODUÇÃO TEÓRICA Edição 2017 E.Galeazzo / L.Yoshioka
Elementos de circuito Circuito é a interligação de vários elementos. Estes, por sua vez, são os blocos básicos de qualquer sistema
Elementos de circuito Circuito é a interligação de vários elementos. Estes, por sua vez, são os blocos básicos de qualquer sistema Um elemento pode ser ativo (capaz de gerar energia), passivo (apenas dissipam
Circuitos Série e a Associação Série de Resistores
1 Painel para análise de circuitos resistivos CC (Revisão 00) Circuitos Série e a Associação Série de Resistores 1 2 Circuitos Série e a Associação Série de Resistores Utilizando as chaves disponíveis
Transistor. Este dispositivo de controle de corrente recebeu o nome de transistor.
Transistor Em 1947, John Bardeen e Walter Brattain, sob a supervisão de William Shockley no AT&T Bell Labs, demonstraram que uma corrente fluindo no sentido de polaridade direta sobre uma junção semicondutora
Circuitos Elétricos I - Resistência e Lei de Ohm -
Universidade de Itaúna Faculdade de Engenharia A esistência Elétrica, : Os elétrons livres, durante o movimento em um condutor, colidem com os átomos desse condutor perdendo parte de sua energia cinética
Unidade III. 2. Circuitos mistos: RL, RC, RLC. Ressonância. Circuitos série-paralelo. Circuitos CA
Unidade III 2. Circuitos mistos: RL, RC, RLC. Ressonância. Circuitos série-paralelo. Circuito RL Circuitos RL são formados por resistências e indutâncias, em série ou paralelo. São usados para representar
Fundamentos de Eletrônica
6872 - Fundamentos de Eletrônica Lei de Ohm Última Aula Elvio J. Leonardo Universidade Estadual de Maringá Departamento de Informática Bacharelado em Ciência da Computação Associação de Resistores Análise
EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO CIRCUITOS 1
1. (Unesp 94) Por uma bateria de f.e.m. (E) e resistência interna desprezível, quando ligada a um pedaço de fio de comprimento Ø e resistência R, passa a corrente i (figura 1). Quando o pedaço de fio é
3 e I x = 0,2I E (considere inicialmente = ). (b) Recalcule I E (somente) para o caso do transistor apresentar = 100.
1) (271099) Para o circuito mostrado na figura abaixo, encontre as tensões indicadas no circuito para (a) = + (b) = 100 (c) = 10. 2) (271099) (a) Projete R C e R B para o circuito mostrado na figura abaixo
Amplificadores de Estágio Simples (1) Aula 5 Prof. Nobuo Oki
Amplificadores de Estágio Simples (1) Aula 5 Prof. Nobuo Oki Estágio Amplificadores Simples (1) Estágio Amplificadores Simples (2) Conceitos Básicos (1) Conceitos de grande e pequenos sinais : Quando x
Eletricidade (EL63A) TÉCNICAS ADICIONAIS DE ANÁLISE DE CIRCUITOS
Eletricidade (EL63A) TÉCNICAS ADICIONAIS DE ANÁLISE DE CIRCUITOS Prof. Luis C. Vieira [email protected] http://paginapessoal.utfpr.edu.br/vieira/el63a-eletricidade INTRODUÇÃO Teoremas de circuitos e
ENUNCIADO DOS EXERCÍCIOS ESTÃO NAS ULTIMAS PÁGINAS
ENUNCIADO DOS EXERCÍCIOS ESTÃO NAS ULTIMAS PÁGINAS ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO PEA - Departamento de Engenharia de Energia e Automação Elétricas Eletrotécnica Geral Lista de Exercícios
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA GERÊNCIA EDUCACIONAL DE ELETRÔNICA Fundamentos de Eletricidade LISTA DE EXERCÍCIOS 01
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA GERÊNCIA EDUCACIONAL DE ELETRÔNICA Fundamentos de Eletricidade LISTA DE EXERCÍCIOS 01 1) Um par de faróis de automóvel é ligado a uma bateria de
PEA2502 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DE POTÊNCIA
EXPERIÊNCIA N o 1 PEA2502 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DE POTÊNCIA RETIFICADORES NÃO CONTROLADOS DE UM CAMINHO W. KAI SER 02/2012 1. OBJETIVOS Estudo do funcionamento e processo de comutação em retificadores
Método das Malhas. Abordagem Geral
Método das Malhas Abordagem Geral Método das Malhas 1. Associe uma corrente no sentido horário a cada malha fechada e independente do circuito. Não é necessário escolher o sentido horário para todas as
CET ENERGIAS RENOVÁVEIS ELECTROTECNIA
CET ENERGIAS RENOVÁVEIS ELECTROTECNIA CADERNO DE EXERCÍCIOS 1. Duas cargas pontuais q1 = 30µ C e q2 = 100µ C encontram-se localizadas em P1 (2, 0) m e P2 (0, 2) m. Calcule a força eléctrica que age sobre
Painel para análise de circuitos resistivos CC. (Revisão 00) Circuitos Paralelos e a Associação Paralela de Resistores
1 Painel para análise de circuitos resistivos CC (Revisão 00) Circuitos Paralelos e a Associação Paralela de Resistores 1 2 Circuitos Paralelos e a Associação Paralela de Resistores Utilizando as chaves
Indução Magnética. E=N d Φ dt
Indução Magnética Se uma bobina de N espiras é colocada em uma região onde o fluxo magnético está variando, existirá uma tensão elétrica induzida na bobina, e que pode ser calculada com o auxílio da Lei
UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP FUNDAMENTOS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS INTRODUÇÃO CIRCUITOS SÉRIE DE CORRENTE CONTÍNUA
UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP FUNDAMENTOS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS INTRODUÇÃO CIRCUITOS SÉRIE DE CORRENTE CONTÍNUA Um circuito série é aquele que permite somente um percurso para a passagem da corrente. Nos
CIRCUITOS RETIFICADORES
CIRCUITOS RETIFICADORES Basicamente, um retificador tem a finalidade de converter uma tensão alternada em uma tensão contínua. Classificam-se em: retificadores de meia onda e retificadores de onda completa.
CENTRO UNIVERSITÁRIO ANHANGUERA DE CAMPO GRANDE. ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO. ATPS. Circuitos resistivos. Lei de Ohm.
CENTRO UNIVERSITÁRIO ANHANGUERA DE CAMPO GRANDE. ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Nome: Luciano dos Santos Benevides RA: 3773769606 ATPS. Circuitos resistivos. Lei de Ohm. CAMPO GRANDE-MS 2013 Nome:
Capítulo 27: Circuitos
Capítulo 7: Circuitos Índice Força letromotriz Trabalho, nergia e Força letromotriz Calculo da Corrente de um Circuito de uma Malha Diferença de Potencial entre dois Pontos Circuitos com mais de uma Malha
BIPOLOS NÃO ÔHMICOS INTRODUÇÃO TEÓRICA
BIPOLOS NÃO ÔHMICOS OBJETIVOS: a) verificar o comportamento de bipolos que não obedecem a lei de ohm; b) construir experimentalmente as características de bipolos não ôhmicos; c) distinguir a diferença
ELETROTÉCNICA ELM ROTEIRO DA AULA PRÁTICA 01 A LEI DE OHM e AS LEIS DE KIRCHHOFF
ELETROTÉCNICA ELM ROTEIRO DA AULA PRÁTICA 01 A LEI DE OHM e AS LEIS DE KIRCHHOFF NOME: TURMA: DATA: / / OBJETIVOS: Ler o valor nominal de cada resistor através do código de cores. Conhecer os tipos de
Circuitos Elétricos III
Circuitos Elétricos III Prof. Danilo Melges Depto. de Eng. Elétrica Universidade Federal de Minas Gerais Introdução aos circuitos de seleção de freqüência parte 2 Filtros passa-faixa: parâmetros 2 freqüências
PSI3213 CIRCUITOS ELÉTRICOS II Lista 7: Quadripolos
1 PSI3213 CIRCUITOS ELÉTRICOS II Lista 7: Quadripolos 1 Considere os quadripolos resistivos dos itens a) até g). Para cada quadripolo, determine as matrizes Z, Y, H e T, se existirem. Classifique-os quanto
Aquino, Josué Alexandre.
Aquino, Josué Alexandre. A657e Eletrotécnica para engenharia de produção : análise de circuitos : corrente e tensão alternada / Josué Alexandre Aquino. Varginha, 2015. 53 slides; il. Sistema requerido:
ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS II
ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS II Módulo III FASORES E IMPEDÂNCIA Números Complexos Forma Retangular: 2 Números Complexos Operações com o j: 3 Números Complexos Forma Retangular: z = x+jy sendo j=(-1)
Conceitos Básicos de Teoria dos Circuitos
Teoria dos Circuitos e Fundamentos de Electrónica Conceitos Básicos de Teoria dos Circuitos T.M.lmeida ST-DEEC- CElectrónica Teresa Mendes de lmeida [email protected] DEEC Área Científica de Electrónica
Circuitos Elétricos I EEL420 16/04/2015
Circuitos Elétricos I EE420 16/04/2015 Nome: 1) COOQUE SEU NOME E NUMERE AS FOHAS DOS CADERNOS DE RESPOSTA 2) RESPONDA AS QUESTÕES EM ORDEM UTIIZANDO ATÉ 2 PÁGINAS POR QUESTÃO (NO MÁXIMO 3) 3) REDESENHE
Aula 3. Conceitos Fundamentais II
Aula 3 Conceitos Fundamentais II Revisão A carga é uma propriedade elétrica das partículas atômicas que compõem a matéria. Carga elementar (A menor carga que se pode isolar): e = 1,6 10 19 C A carga é
Disciplina: Circuitos Elétricos I. Conceitos Preliminares
Disciplina: Circuitos Elétricos I Conceitos Preliminares Introdução O termo circuito elétrico se refere tanto a um sistema elétrico real quanto a um modelo matemático; É o instrumento básico para a compreensão
Estudo do Indutor em Corrente Contínua
Unidade 5 Estudo do Indutor em Corrente Contínua Nesta unidade, você estudará os conceitos, características e comportamento do componente eletrônico chamado indutor. Objetivos da Unidade Enumerar as principais
CIRCUITO AUTOPOLARIZAÇÃO Análise do modelo equivalente para o circuito amplificador em autopolarização a JFET.
MÓDULO 6: RESPOSTA EM FREQÜÊNCIA DO AMPLIFICADOR DE PEQUENOS SINAIS A JFET. 1. Introdução: O circuito amplificador de sinal a JFET possui ganho alto, uma impedância alta de entrada e ampla faixa de resposta
ELETRÔNICA II CAPÍTULO 3
ELETRÔNICA II CAPÍTULO 3 SUPERPOSIÇÃO DE AMPLIFICADORES O fato do sinal de áudio apresentar-se em corrente alternada (c.a.), a qual difere daquela que polariza o transistor (que é c.c., neste caso), nos
2 - Circuitos Basicos
2 - Circuitos Basicos Carlos Marcelo Pedroso 18 de março de 2010 1 Introdução A matéria é constituída por átomos, que por sua vez são compostos por 3 partículas fundamentais. Estas partículas são os prótons,
III. Análise de Pequenos Sinais do BJT. Anexo
III Anexo Análise de Pequenos Sinais do BJT Meta deste capítulo Relembrar os principais conceitos e técnicas envolvidos na análise de pequenos sinais de transistores bipolares objetivos Apresentar a importância
1. dois nós: B e F. 2. três ramos: BAEF, BDF e BCGF. 3. três malhas: ABDFEA, BCGFDB e ABCGFEA A SOMA ALGÉBRICA DAS CORRENTES EM UM NÓ
Capítulo 6 Leis de Kirchhoff 6.1 Definições Em alguns casos, um circuito não pode ser resolvido através de associações em série e paralelo. Nessas situações geralmente são necessárias outras leis, além
IMPEDÂNCIA Impedância
IMPEDÂNCIA Em um circuito real a resistência elétrica, que é propriedade física dos materiais que o constituem, está sempre presente. Ela pode ser minimizada, mas não eliminada. Portanto, circuitos indutivos
Aula 2 Circuito série de corrente contínua.
Aula 2 Circuito série de corrente contínua [email protected] Circuito em série Polaridade das quedas de tensão Potência total em circuito em série Queda de tensão por partes proporcionais Fontes de
