5 Modelos para representação da ferrovia
|
|
|
- Marta Natal Guterres
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 5 Modelos para representação da ferrovia O modelo adotado para análise da interação dinâmica entre trilhopalmilha-dormente-lastro é mostrado na figura (5.1). O trilho é representado por um elemento de viga de Timoshenko sem amortecimento e sem base elástica, considerando-se sua inércia à rotação e deformação por esforço cortante. O dormente é modelado utilizando o mesmo elemento de viga considerando-se o amortecimento e a base elástica. A palmilha é modelada como um elemento de treliça com amortecimento e rigidez e o lastro como uma base elástica. Figura 5.1: Modelo global para os componentes estruturais da ferrovia. Figura 5.2: Vista frontal do modelo global para os componentes estruturais da ferrovia.
2 Capítulo 5. Modelos para representação da ferrovia Considerações iniciais A matriz de rigidez apresentada na equação (4-46) serve para cada elemento de trilho e cada dormente. Para o dormente, no entanto, é conveniente modificar a matriz, para que se tenha um menor número de graus de liberdade no modelo final. As seguintes modificações são feitas Consideração de uma metade de dormente como um único segmento de viga, com dois graus de liberdade localizados no ponto de apoio do trilho Sejam dois elementos de viga de Timoshenko, de comprimentos L e b e matrizes de rigidez K e K b, respectivamente, utilizados para a modelagem de meio dormente. Figura 5.3: Sistema 1 de coordenadas para o dormente. A condensação dos graus de liberdade 5 e 6, internos em 3 e 4, externos é dada pela seguinte expressão: K cond = K ee K ei K 1 ii K ie (5-1) onde K ee, K ei, K ii e K ie são submatrizes de K b : k 11 k 12 k 13 k 14 [ K b = k 21 k 22 k 23 k 24 k 31 k 32 k 33 k 34 = Kee K ei K ie K ii k 41 k 42 k 43 k 44 ] (5-2) Após a condensação, obtém-se uma nova matriz de rigidez K 2 do dormente, equação (5-3), correspondente ao sistema da figura (5.4), sendo que nos graus de liberdade 3 e 4 foram adicionadas as parcelas devidas à condensação dos graus 5 e 6. K 11 K 12 K 13 K 14 K 2 = K 21 K 22 K 23 K 24 K 31 K 32 K 33 K (5-3) 34 K 41 K 42 K 43 K 44
3 Capítulo 5. Modelos para representação da ferrovia 63 Figura 5.4: Sistema 2 de coordenadas para o dormente. 5.2 Modelo com 5 graus de liberdade por dormente para a ferrovia (modelo 5) O modelo resultante das modificações anteriores é mostrado na figura (5.5). Nesse o modelo o dormente é representado pelos graus 3, 4 e 5; 8, 9 e 10 e assim sucessivamente. Figura 5.5: Modelo 5 para representação da ferrovia. No entanto, vamos introduzir outras modificações de modo a reduzir ainda mais o número de graus de liberdade Eliminação do grau de liberdade 2 para a representação do engaste Figura 5.6: Representação do engaste, com eliminação de um grau de liberdade e indicação dos graus de liberdade condensados. A matriz de rigidez do sistema 3 da primeira das figuras (5.6) se expressa, a partir dos coeficientes de K 2 do sistema 2: K 11 K 13 K 14 K 3 = K 31 K 33 K 34 (5-4) K 41 K 43 K 44
4 Capítulo 5. Modelos para representação da ferrovia Condensação dos graus de liberdade 1 e 4, em função do grau 3 Renumeram-se inicialmente os graus de liberdade da matriz K 3 equação (5-4), na forma K 3 = K 11 K 14 K 13 K 41 K 44 K 43 K 31 K 34 K 33 da (5-5) Obtém-se finalmente a matriz condensada K 4 correspondente ao sistema 4 da segunda das figuras (5.6): [ K 4 = K 33 K 31 K 34 ] [ K 11 K 14 K 41 K 44 ] 1 [ K 13 K 43 ] (5-6) 5.3 Modelo com 3 graus de liberdade por dormente para a ferrovia (modelo 3) O modelo final global resultante das transformações sugeridas nas seções (5.1.1)-(5.2.2) é mostrado na figura (5.7). Nesse modelo o dormente é representado pelos graus 3, 6, 9, 12 e assim sucessivamente. Figura 5.7: Modelo 3 para representação da ferrovia. As matrizes globais de rigidez, massa e amortecimento são obtidas de acordo com a numeração indicada na figura (5.7), e desenvolvidas utilizando a abordagem mostrada na seção (3.4). 5.4 Modelo com 2 graus de liberdade por dormente para a ferrovia (modelo 2) Um modelo alternativo para modelagem da ferrovia, figura (5.8), é obtido pela condensação dinâmica dos graus de liberdade correspondente aos dormentes, figura (5.7), nos graus de liberdade verticais referentes ao trilho.
5 Capítulo 5. Modelos para representação da ferrovia 65 Obtém-se assim, um modelo simplificado com dois graus de liberdade por dormente, onde os graus de liberdade com numeração ímpar são os novos graus condensados. Figura 5.8: Modelo 2 para representação da ferrovia. 5.5 Modelo com 7 graus de liberdade por dormente para a ferrovia (modelo 7) Para uma melhor avaliação dos resultados, considera-se um quarto modelo, figura (5.9), onde as modificações realizadas nas seções (5.1.1) a (5.2.2) são ignoradas, com exceção da consideração da simetria da via férrea. Nesse o modelo o dormente é representado pelos graus de liberdade 3, 4, 5, 6 e 7; 10, 11, 12, 13 e 14 e assim sucessivamente. Figura 5.9: Modelo 7 para representação da ferrovia. 5.6 Propriedades dos elementos da via férrea Na maioria dos casos, a obtenção de resultados condizentes com o problema físico real é dificultada pela ausência de informações referentes à real distribuição de amortecimento e rigidez, principalmente ao longo da subestrutura de uma via férrea. Essas informações só podem ser obtidas pela realização de ensaios rigorosos, que requerem a utilização de equipamentos sofisticados e conseqüentemente geram altos custos.
6 Capítulo 5. Modelos para representação da ferrovia 66 Neste trabalho, os parâmetros físicos dos componentes estruturais da via férrea listados nas tabelas (5.1) a (5.3) são obtidos tomando-se como referência dados experimentais apresentados por (Zhai-2003). Para o trilho considera-se a seção UIC 60, padronizada e cujas dimensões são apresentadas na figura (5.10). Para o dormente, figura (5.11), adota-se o modelo NS90 de monobloco de concreto com pretensão. Figura 5.10: Medidas geométricas da seção transversal do trilho UIC 60 em milímetros (CORUS). Os valores numéricos dos parâmetros físicos e geométricos utilizados na implementação numérica foram obtidos levando-se em conta as definições dadas no capítulo 4. Para o elemento de palmilha, temos ζ = µ 2ρA (5-7) onde µ é definido como força por unidade de comprimento dividida por velocidade. O parâmetro ζ tem unidade de freqüência. A massa específica ρ é definida por unidade de volume. O módulo de elasticidade E tem a mesma unidade de tensão. Figura 5.11: Medidas geométricas do meio dormente e palmilha em metros. O meio dormente tem sua massa total distribuída ao longo de seu comprimento assim como seu amortecimento, de acordo com as definições de m e µ dadas anteriormente.
7 Capítulo 5. Modelos para representação da ferrovia 67 ζ = µ 2m (5-8) Em relação ao trilho, a massa m também é definida por unidade de comprimento. Para o trilho e dormentes, o módulo de elasticidade transversal é calculado utilizando a relação G = com ν igual a 0,25. Assim, G = E 2.5. E 2(1 + ν) (5-9) A rigidez w do lastro é definida da mesma forma que do módulo E e o coeficiente de amortecimento segue as definições anteriores de µ. L(m) A(m 2 ) I(m 4 ) κ E(N/m 2 ) m(kg/m) 0,545 76, , , ,640 Tabela 5.1: Propriedades físicas e geométricas para o trilho UIC 60. Fonte dos dados: (Zhai-2003). L(m) A(m 2 ) I(m 4 ) κ E(N/m 2 ) m(kg/m) ζ(1/s) 1,26 5, , /6 2, ,603 2, Tabela 5.2: Propriedades físicas e geométricas para o dormente. Fonte dos dados: (Zhai-2003). L(m) A(m 2 ) E(N/m 2 ) m(kg/m) ζ(1/s) 0,02 0,04 3, ,920 4, Tabela 5.3: Propriedades físicas e geométricas para a palmilha. Fonte dos dados: (Zhai-2003). O valor da rigidez do lastro é w = 1, em kn/m 2, (Zhai-2003). Utilizando as propriedades das tabelas (5.1)-(5.3) são plotados na figura (5.12) o módulo dos seis primeiros autovalores obtidos em cada modelo, variando-se o número de matrizes n na expansão em série de freqüências. Os modelos 3 e 5 apresentam melhores resultados, os módulos dos seus autovalores (freqüências) tendem a se aproximar a medida que aumentamos n.
8 Capítulo 5. Modelos para representação da ferrovia ω Autovalor (1/s) ω 5 ω 4 ω 3 ω 2 ω n=1 n=2 n=3n=1 n=2 n=3n=1 n=2 n=3n=1 n=2 n=3 modelo 2 modelo 3 modelo 5 modelo 7 Figura 5.12: Comparação dos autovalores obtidos em cada modelo para diferentes valores de n. Da figura (5.12), nota-se que o modelo 2 apresenta autovalores não tão próximos aos obtidos nos outros modelos, principalmente para n=1. A explicação é que, devido ao grande número de condensações envolvidas na obtenção das matrizes de rigidez, massa e amortecimento do dormente, algumas informações são perdidas. Porém nota-se a convergência dos autovalores quando aumentamos o valor de n. Para melhor visualização dos resultados, nas tabelas (5.4) a (5.7) são listados os valores dos dez primeiros autovalores obtidos em cada modelo, para cada valor de n.
9 Capítulo 5. Modelos para representação da ferrovia 69 n = 1 n = 2 n = 3 Real Imaginária Real Imaginária Real Imaginária 1061, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,8018 Tabela 5.4: Autovalores obtidos no modelo 2 para n=1, 2 e 3. n = 1 n = 2 n = 3 Real Imaginária Real Imaginária Real Imaginária 998, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,7098 Tabela 5.5: Autovalores obtidos no modelo 3 para n=1, 2 e 3. n = 1 n = 2 n = 3 Real Imaginária Real Imaginária Real Imaginária 980, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,6215 5, ,2413 6, ,7876 4, ,5926 3, ,2564 3, ,7029 2, ,4896 2, ,9471 2, ,1525 2, ,8563 2, ,2279 2, ,3351 2, ,2074 1,1989 Tabela 5.6: Autovalores obtidos no modelo 5 para n=1, 2 e 3.
10 Capítulo 5. Modelos para representação da ferrovia 70 n = 1 n = 2 n = 3 Real Imaginária Real Imaginária Real Imaginária 969, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,6474 6, ,4841 6, ,9428 6, ,3149 3, ,8841 3, ,3258 3, ,5100 3, ,9557 2, ,3898 2, ,0023 2, ,3954 2, ,8264 2, , , , , ,3954 2,7405 Tabela 5.7: Autovalores obtidos no modelo 7 para n=1, 2 e 3. Observando os valores, nota-se que os autovalores diminuem à medida que aumenta-se o número de matrizes. Comparando-se com modelo não condensando (model 7), melhores resultados foram obtidos para n = 3, principalmente nos modelos 3 e 5. Com a intenção de verificar a convergência dos autovalores obtidos no modelo 2, 3 e 5, utiliza-se um sistema com amortecimento pequeno, onde os elementos (trilho, palmilha e dormente) passam a ter as seguintes propriedades listadas a seguir: A (m 2 ) I (m 4 ) L (m) κ E (N/m 2 ) m (kg) 76, , , , ,5 Tabela 5.8: Propriedades físicas e geométricas para o trilho. A (m 2 ) I (m 4 ) L (m) κ E (N/m 2 ) m (kg/m) ζ(1/s) w (N/m 2 ) 0,09 0,0027 1, , ,25 0,49 1, Tabela 5.9: Propriedades físicas e geométricas para o dormente. A (m 2 ) L (m) E (N/m 2 ) ρ (kg/m 3 ) ζ(1/s) 0,09 0,02 6, ,98 0,30 Tabela 5.10: Propriedades físicas e geométricas para a palmilha. Na figura (5.13), pode-se verificar a convergência dos resultados. Os autovalores são menores comparados aos resultados anteriores pela redução nos valores das propriedades dos elementos. Observando os resultados da tabela (5.11) e comparando-se os primeiros autovalores, percebe-se que há convergência dos resultados à medida que se aumenta o número de matrizes.
11 Capítulo 5. Modelos para representação da ferrovia Autovalor (1/s) ω 6 ω 5 ω 4 ω 3 ω 2 ω 1 30 n=1 n=2 n=3 n=1 n=2 n=3 n=1 n=2 n=3 modelo 2 modelo 3 modelo 5 Figura 5.13: Comparação dos autovalores obtidos em cada modelo para diferentes valores de n para um sistema com pouco amortecimento. modelo 2 modelo 3 modelo 5 n = 1 n = 2 n = 3 n = 1 n = 2 n = 3 n = 1 n = 2 n = 3 38, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,1703 Tabela 5.11: Módulo dos seis primeiros autovalores obtidos nos modelos com a redução do amortecimento e rigidez. modelo 2. O modelo 3 apresenta autovalores mais próximos ao modelo 5 do que o Esse estudo é importante, pois verifica-se que há a convergência dos resultados obtidos nos modelos de interação dinâmica.
constante P(t) = 1000 em sua direção longitudinal, figura (5.1), com condições iniciais u(x, t) t=0 = 0 e u(x,t)
5 Exemplos numéricos Neste capítulo são apresentados os exemplos numéricos que permitem avaliar a eficiência computacional da técnica de superposição modal avançada e a técnica da transformada de Laplace.
Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas DECIV. Superestrutura de Ferrovias. Aula 10 DIMENSIONAMENTO DE DORMENTES
Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas DECIV CIV 259 Aula 10 DIMENSIONAMENTO DE DORMENTES Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas DECIV CIV 259 Universidade Federal de Ouro Preto
Programa de Pós-graduação em Engenharia Mecânica da UFABC. Disciplina: Fundamentos de Mecânica dos Sólidos II. Lista 2
Programa de Pós-graduação em Engenharia Mecânica da UFABC Disciplina: Fundamentos de Mecânica dos Sólidos II Quadrimestre: 019- Prof. Juan Avila Lista 1) Para as duas estruturas mostradas abaixo, forneça
7 Exemplos Numéricos do Caso Não-Linear
84 7 Exemplos Numéricos do Caso Não- Neste capítulo é apresentada uma série de exemplos numéricos mostrando a influência da não-linearidade da fundação na resposta do sistema, tanto para o caso de resposta
Adenilson Costa de Oliveira. Um modelo de interação dinâmica entre os elementos estruturais de uma via férrea. Dissertação de Mestrado
Adenilson Costa de Oliveira Um modelo de interação dinâmica entre os elementos estruturais de uma via férrea Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do grau
Prof. Dr. Eduardo Lenz Cardoso
Introdução ao Método dos Elementos Finitos Prof. Dr. Eduardo Lenz Cardoso [email protected] Breve Curriculo Dr. Eng Mecânica UFRGS/DTU Prof. Subst. UFRGS (Mecânica dos Sólidos I/ MEF/ Mecânica dos
6 Análise Dinâmica. 6.1 Modelagem computacional
6 Análise Dinâmica O presente capítulo apresenta um estudo do comportamento dinâmico da coluna de aço estaiada, abrangendo análises modais para determinação da freqüência natural, com e sem protensão [32]
6 Exemplos Numéricos no Domínio da Frequência
145 6 Exemplos Numéricos no Domínio da Frequência Neste Capítulo são apresentados exemplos numéricos para validar a formulação apresentada no Capítulo 5, assim como estudar a resposta em frequência de
TRELIÇA C/ SISTEMA TENSOR DE CABO
Q) RESPOSTA TRELIÇA C/ SISTEMA TENSOR DE CABO Obtidas as matrizes de rigidez dos elementos estruturais, deve-se remanejar tais coeficientes para a matriz de rigidez da estrutura (graus de liberdade ordenados).
PEF 3302 Mecânica das Estruturas I Segunda Prova (22/11/2016) - duração: 160 minutos Resolver cada questão em uma folha de papel almaço distinta
Questão 1 (5,0) A Figura abaixo ilustra um sólido com comportamento elástico linear, solicitado por ações externas. Este sólido possui espessura t sendo t c, t L e está sem qualquer impedimento a deslocamentos
Nesse item as frequências de vibrações obtidas pela modelagem numérica são comparadas com as frequências obtidas de soluções analíticas.
7 Resultados 7.. Modelagem numérica Nesse item são calculadas as frequências de vibrações obtidas através da formulação apresentada nos capítulos 3 e 4. As rotinas programadas em Mathcad são apresentadas
Ministério da Educação UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Pato Branco. Lista de Exercícios para Prova 1
Lista de Exercícios para Prova 1 1 - Para as estruturas hiperestáticas abaixo, determine um SISTEMA PRINCIPAL válido. No SISTEMA PRINCIPAL escolhido, determine os gráficos de momento fletor e as reações
5 Descrição do modelo estrutural
5 Descrição do modelo estrutural 5.1 Introdução No presente capítulo apresenta-se a descrição do modelo estrutural utilizado para avaliação do conforto humano. Trata-se de um modelo real formado por lajes
7. COMPARAÇÃO DOS MODELOS DE CÁLCULO
Estudo de Pontes de Madeira com Tabuleiro Multicelular Protendido 169 7. COMPARAÇÃO DOS MODELOS DE CÁLCULO Neste item é realizada a comparação entre os três modelos de cálculo estudados, Modelo de Viga
5 Análise dos Resultados
93 5 Análise dos Resultados Neste capítulo os resultados dos testes experimentais são discutidos e comparados com os resultados teóricos. 5.1. Cálculo de Momento de Inércia de uma Seção Mista 5.1.1. Momento
5. Exemplo De Aplicação e Análise dos Resultados
5. Exemplo De Aplicação e Análise dos Resultados Visando uma melhor compreensão do exposto no capítulo anterior, são apresentados dois exemplos de aplicação relacionados ao cálculo de lajes protendidas.
Figura 1 Viga poligonal de aço estrutural
PÓRTICO, QUADROS E ESTRUTURAS MISTAS MODELO 01 Para a viga poligonal contínua, indicada na Figura 1, determinar por Análise Matricial de Estruturas as rotações e as reações verticais nos apoios e. Dados:
Resumo. Palavras-chave. Pontes; distribuição transversal de carga; modelo bidimensional. Introdução
Modelo Bidimensional para Distribuição Transversal de Carga em Tabuleiros de Pontes de Vigas em Concreto Pré-moldado Leandro A. Souza 1, Emerson F. dos Santos 2 1 Universidade Tiradentes /[email protected]
Análise Experimental de Apoios para Simulação de Condições de Contorno Livre no Espaço de Placas Retangulares
Análise Experimental de Apoios para Simulação de Condições de Contorno Livre no Espaço de Placas Retangulares Ricardo Leiderman Benedito Luis Barbosa de Andrade Rubens Sampaio Departamento de Engenharia
Para fazer uma previsão do comportamento dinâmico dos protótipos propostos em termos das deformações aplicadas nas fibras e freqüências naturais de
3 Simulações Numéricas Para fazer uma previsão do comportamento dinâmico dos protótipos propostos em termos das deformações aplicadas nas fibras e freqüências naturais de vibração do sistema, foram feitas
ESTRUTURAS PARA LINHAS DE TRANSMISSÃO 6 MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS
LINHAS DE 6 MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS Método de Rayleigh - Ritz É um método de discretização, ou seja, a minimização de um conjunto restrito π = (a 1, a 2,... a n ), que depende de um número finito
CAPÍTULO VI FLEXÃO ELÁSTICA EM VIGAS
1 CAPÍTULO VI FLEXÃO ELÁSTICA EM VIGAS I. ASPECTOS GERAIS As vigas empregadas nas edificações devem apresentar adequada rigidez e resistência, isto é, devem resistir aos esforços sem ruptura e ainda não
CE2 ESTABILIDADE DAS CONSTRUÇÕES II LISTA DE EXERCÍCIOS PREPARATÓRIA PARA PROVA A1
CE2 ESTABIIDADE DAS CONSTRUÇÕES II ISTA DE EXERCÍCIOS PREPARATÓRIA PARA PROVA A1 1) Qual material atende ao Critério de Deslocamentos Excessivos e é o mais econômico para execução da viga abaixo? Determine
Pesagem em Movimento de Trens com Uso da Técnica B- WIM em um Viaduto de Concreto Armado
Pesagem em Movimento de Trens com Uso da Técnica B- WIM em um Viaduto de Concreto Armado José Alves de Carvalho Neto - [email protected] Luis Augusto Conte Mendes Veloso - [email protected] Universidade
Modelagem Numérica de Flexão de Placas Segundo a Teoria de Kirchhoff
Resumo odelagem Numérica de Flexão de Placas Segundo a Teoria de Kirchhoff aniel ias onnerat 1 1 Hiperestática Engenharia e Projetos Ltda. /[email protected] A teoria clássica ou teoria de Kirchhoff
Aplicação do Método da Anulação dos Deslocamentos via M.E.F. para Determinação das Forças de Protensão dos Cabos de Pontes Estaiadas
Aplicação do Método da Anulação dos Deslocamentos via M.E.F. para Determinação das Forças de Protensão dos Cabos de Pontes Estaiadas Carlos Augusto Moreira Filho 1 José Elias Laier 2 Resumo Os avanços
LOM Teoria da Elasticidade Aplicada
Departamento de Engenharia de Materiais (DEMAR) Escola de Engenharia de orena (EE) Universidade de São Paulo (USP) OM3 - Teoria da Elasticidade Aplicada Parte 4 - Análise Numérica de Tensões e Deformações
Instabilidade e Efeitos de 2.ª Ordem em Edifícios
Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil Capítulo Prof. Romel Dias Vanderlei Instabilidade e Efeitos de 2.ª Ordem em Edifícios Curso: Engenharia Civil Disciplina:
Elementos Finitos 2014/2015 Colectânea de trabalhos, exames e resoluções
Curso de Mestrado em Engenharia de Estruturas 1. a Edição (014/015) Elementos Finitos 014/015 Colectânea de trabalhos, exames e resoluções Lista dos trabalhos e exames incluídos: Ano lectivo 014/015 Trabalho
CE2 ESTABILIDADE DAS CONSTRUÇÕES II
CE2 ESTABILIDADE DAS CONSTRUÇÕES II TRABALHO FINAL DA DISCIPLINA Consonante com os objetivos, ementa e conteúdo programático presentes no plano de ensino, o trabalho final da disciplina será realizado
1) Determine a energia de deformação (energia interna) da estrutura abaixo. Rigidez flexional = 4200 knm²
CE2 ESTABILIDADE DAS CONSTRUÇÕES II LISTA DE EXERCÍCIOS PREPARATÓRIA PARA O ENADE 1) Determine a energia de deformação (energia interna) da estrutura abaixo. Rigidez flexional 42 knm² Formulário: equação
Teoria Clássica das Placas
Universidade Federal do Ceará Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Estrutural e Construção Civil Fleão de Placas ANÁLISE DE ESTRUTURAS I PROF. EVANDRO PARENTE JUNIOR (UFC) PROF. ANTÔNIO MACÁRIO
3 Implementação Computacional
3 Implementação Computacional Neste trabalho considerou-se o estudo da instabilidade elástica e inelástica de estruturas planas como vigas, colunas, pórticos e arcos. No estudo deste tipo de estruturas
Engenharia Biomédica EN2310 MODELAGEM, SIMULAÇÃO E CONTROLE APLICADOS A SISTEMAS BIOLÓGICOS. Professores: Ronny Calixto Carbonari
Engenharia Biomédica EN310 MODEAGEM, SIMUAÇÃO E CONTROE APICADOS A SISTEMAS BIOÓGICOS Professores: Ronny Calixto Carbonari Janeiro de 013 Método de Elementos Finitos (MEF): Elementos de Treliça Objetivo
1. Introdução 1.1. Considerações Gerais
1. Introdução 1.1. Considerações Gerais O desenvolvimento tecnológico das últimas décadas tem influenciado intensamente a dinâmica de crescimento das cidades, evidenciando novas técnicas de construção,
Análise Matricial de Estruturas com orientação a objetos
Análise Matricial de Estruturas com orientação a objetos Prefácio... IX Notação... XIII Capítulo 1 Introdução... 1 1.1. Processo de análise... 2 1.1.1. Modelo estrutural... 2 1.1.2. Modelo discreto...
Uma viga em balanço (figura abaixo), com comprimento 2c, engastada rigidamente na estrutura do túnel de vento é representada graficamente por:
1 a Série de exercícios Aeroelasticidade Estática Prof. Gil 2º semestre 2009 1ª Questão: Estude o problema de um modelo de uma bomba cuja geometria é axissimétrica, a ser testado em túnel de vento. Os
Estudo de Pontes de Madeira com Tabuleiro Multicelular Protendido O PROGRAMA OTB
Estudo de Pontes de Madeira com Tabuleiro Multicelular Protendido 48 3. O PROGRAMA O primeiro programa para cálculo dos esforços internos de pontes protendidas de madeira foi desenvolvido por Joe Murphy,
Universidade de Coimbra Faculdade de Ciências e Tecnologia 2001/02 Estruturas II (aulas teóricas)
Sumário da 1ª lição: Sumário da 2ª lição: - Apresentação. - Objectivos da Disciplina. - Programa. - Avaliação. - Bibliografia. - Método dos Deslocamentos. - Introdução. - Grau de Indeterminação Cinemática.
AULA J EXEMPLO VIGA-BALCÃO
AULA J INTRODUÇÃO O Projeto de Revisão da Norma NBR-6118 sugere que a descrição do comportamento estrutural seja feita de maneira mais rigorosa possível, utilizando-se programas computacionais baseados
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA. ) uma base ortonormal positiva de versores de V. Digamos que a lei de transformação do operador T seja dada por:
PME-00 - Mecânica dos Sólidos a ista de Exercícios Apresentar as unidades das seguintes grandezas, segundo o Sistema nternacional de Unidades (S..: a comprimento (l; i rotação (θ; b força concentrada (P;
CIDADE PASSO FUNDO INSTRUÇÕES GERAIS. a c d
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MEC / SETEC CIDADE PASSO FUNDO INSTRUÇÕES GERAIS 1 - Este caderno de prova é constituído por 40 (quarenta) questões objetivas. 2 - A prova terá duração máxima de 04 (quatro) horas.
Figura 4.1: a)elemento Sólido Tetraédrico Parabólico. b)elemento Sólido Tetraédrico Linear.
4 Método Numérico Foi utilizado o método dos elementos finitos como ferramenta de simulação com a finalidade de compreender e avaliar a resposta do tubo, elemento estrutural da bancada de teste utilizada
O centróide de área é definido como sendo o ponto correspondente ao centro de gravidade de uma placa de espessura infinitesimal.
CENTRÓIDES E MOMENTO DE INÉRCIA Centróide O centróide de área é definido como sendo o ponto correspondente ao centro de gravidade de uma placa de espessura infinitesimal. De uma maneira bem simples: centróide
Conteúdo. Resistência dos Materiais. Prof. Peterson Jaeger. 3. Concentração de tensões de tração. APOSTILA Versão 2013
Resistência dos Materiais APOSTILA Versão 2013 Prof. Peterson Jaeger Conteúdo 1. Propriedades mecânicas dos materiais 2. Deformação 3. Concentração de tensões de tração 4. Torção 1 A resistência de um
Resistência dos Materiais
- Flexão Acetatos e imagens baseados nos livros: - Mechanics of Materials - Beer & Jonhson - Mecânica e Resistência dos Materiais V. Dias da Silva - Resistência dos Materiais, R.C. Hibbeler Índice Flexão
TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES CÁLCULO ESTRUTURAL AULA 08
TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES CÁLCULO ESTRUTURAL AULA 08 Sumário 1 Flambagem... 3 1.1 Conceito... 3 1.2 Como amortizar o efeito de flambagem?... 4 1.3 Comprimento de flambagem... 5 2 Dimensionamento de Pilares...
Curso de Engenharia Civil. Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil CAPÍTULO 3: FLEXÃO
Curso de Engenharia Civil Universidade Estadual de aringá Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil CÍTULO 3: FLEXÃO 3. Revisão de Esforços nternos étodo das Seção: 3. Revisão de Esforços nternos
5 Formulação Dinâmica Não Linear no Domínio da Frequência
129 5 Formulação Dinâmica Não Linear no Domínio da Frequência No Capítulo 2, foram apresentadas as formulações para a análise dinâmica de estruturas reticuladas no domínio do tempo, sendo uma informação
Teoria das Estruturas - Aula 16
Teoria das Estruturas - Aula 16 Estruturas Hiperestáticas: Método dos Deslocamentos (2) Exemplo de Estrutura com 3 Graus de Hipergeometria; Simplificações do Método; Prof. Juliano J. Scremin 1 Aula 16
Capítulo 5. Torção Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados.
Capítulo 5 Torção slide 1 Deformação por torção de um eixo circular Torque é um momento que tende a torcer um elemento em torno de seu eixo longitudinal. Se o ângulo de rotação for pequeno, o comprimento
Exercícios de cargas axiais em barras rígidas - prof. Valério SA Universidade de São Paulo - USP
São Paulo, dezembro de 015. 1. A barra rígida AC representa um muro de contenção de terra. Ela está apoiada em A e conectada ao tirante flexível BD em D. Esse tirante possui comprimento de 4 metros e módulo
PTR Transporte Ferroviário e Transporte Aéreo. Aula 4. Cálculo Estrutural da Via Permanente. PTR Transporte Ferroviário e Transporte Aéreo
PTR- 2501 Transporte Ferroviário e Transporte Aéreo 1/ 26 Freight Action Along the Clark Fork River, Montana Prof. Dr. Telmo Giolito Porto PTR 2501 Transporte Ferroviário e Transporte Aéreo Ricardo Martins
FESP Faculdade de Engenharia São Paulo. CE2 Estabilidade das Construções II Prof. Douglas Pereira Agnelo Duração: 85 minutos
FESP Faculdade de Engenharia São Paulo Avaliação: A1 Data: 12/mai/ 2014 CE2 Estabilidade das Construções II Prof. Douglas Pereira Agnelo Duração: 85 minutos Nome: Matrícula ORIENTAÇÕES PARA PROVA a b c
Exame de. Licenciatura em Engenharia Civil 21 de Junho de ª Chamada 1ª Época Ano lectivo 96/97-2º Semestre
Exame de Licenciatura em Engenharia Civil 21 de Junho de 1997 1ª Chamada 1ª Época Ano lectivo 96/97-2º Semestre Observações: Duração de 3 horas; Consulta livre; Inicie cada um dos problemas numa folha
4 Esforços em Cascas Conoidais
4 Esforços em Cascas Conoidais Uma das principais vantagens do emprego de cascas esbeltas em engenharia e arquitetura é a sua capacidade de resistir às cargas aplicadas principalmente através de esforços
Prefácio... Notação... XIII
Sumário Prefácio... IX Notação... XIII Capítulo 1 Introdução... 1 1.1. Processo de análise... 2 1.1.1. Modelo estrutural... 2 1.1.2. Modelo discreto... 3 1.1.3. Modelo computacional... 1.2. Organização
ANÁLISE NÃO LINEAR DE SISTEMAS TRELIÇADOS ESPACIAIS UTILIZADOS PARA ESCORAMENTOS DE ESTRUTURAS DE AÇO E MISTAS
Blucher Mechanical Engineering Proceedings May 2014, vol. 1, num. 1 www.proceedings.blucher.com.br/evento/10wccm ANÁLISE NÃO LINEAR DE SISTEMAS TRELIÇADOS ESPACIAIS UTILIZADOS PARA ESCORAMENTOS DE ESTRUTURAS
4 Simulação numérica. 4.1 O Método dos Elementos Discretos
4 Simulação numérica Este estudo apresenta a modelagem de um ensaio de compressão sobre lastro ferroviário utilizando o método dos elementos discretos utilizando o programa EDEM 2.6. Utilizaram-se propriedades
Avaliação do coeficiente de reação vertical dos solos
Avaliação do coeficiente de reação vertical dos solos Eng. Frederico Falconi Eng. Wanderley Fava Jr Eng. Virgínia L. Maset Eng. Luiz Aurélio Fortes da Silva Modelos de cálculo de recalques para estacas
Deflexão em vigas e eixos
Capítulo 12: Deflexão em vigas e eixos Adaptado pela prof. Dra. Danielle Bond Deflexão em Vigas e Eixos Muitas vezes é preciso limitar o grau de deflexão que uma viga ou eixo pode sofrer quando submetido
Universidade Federal de Pelotas Centro de Engenharias. Resistência dos Materiais I. Capítulo 6 Flexão
Capítulo 6 Flexão 6.1 Deformação por flexão de um elemento reto A seção transversal de uma viga reta permanece plana quando a viga se deforma por flexão. Isso provoca uma tensão de tração de um lado da
Flexão Vamos lembrar os diagramas de força cortante e momento fletor
Flexão Vamos lembrar os diagramas de força cortante e momento fletor Elementos longos e retos que suportam cargas perpendiculares a seu eixo longitudinal são denominados vigas. Vigas são classificadas
Vibrações Mecânicas. Sistemas com 2 Graus de Liberdade DEMEC/CTG/UFPE. Ramiro Brito Willmersdorf
Vibrações Mecânicas Sistemas com 2 Graus de Liberdade DEMEC/CTG/UFPE Ramiro Brito Willmersdorf 2015.1 Introdução Sistemas que requerem 2 coordenadas generalizadas para especificar unicamente sua configuração;
ESTRUTURAS DE BETÃO ARMADO I 12 EFEITOS DE SEGUNDA ORDEM PROVOCADOS POR ESFORÇO AXIAL
fct - UL EFEITOS DE SEGUDA ORDE PROVOCADOS POR ESFORÇO AXIAL EFEITOS DE SEGUDA ORDE PROVOCADOS POR ESFORÇO AXIAL PROGRAA. Introdução ao betão armado. Bases de Projecto e Acções 3. Propriedades dos materiais:
Flexão. Diagramas de força cortante e momento fletor. Diagramas de força cortante e momento fletor
Capítulo 6: Flexão Adaptado pela prof. Dra. Danielle Bond Diagramas de força cortante e momento fletor Elementos delgados que suportam carregamentos aplicados perpendicularmente a seu eixo longitudinal
TENSÕES DE FLEXÃO e de CISALHAMENTO EM VIGAS
DIRETORIA ACADÊMICA DE CONSTRUÇÃO CIVIL Tecnologia em Construção de Edifícios Disciplina: Construções em Concreto Armado TENSÕES DE FLEXÃO e de CISALHAMENTO EM VIGAS Notas de Aula: Edilberto Vitorino de
José Santos * Marques Pinho ** DMTP - Departamento Materiais
** José Santos * Marques Pinho ** * DMTP - Departamento Materiais Apresentação em 3 partes I - Considerações teóricas sobre o módulo de elasticidade II - Descrição de ensaios laboratoriais III - Novas
6. Esforço normal, tensão normal e extensão
6. Esforço normal, tensão normal e etensão 1. Mecânica dos materiais Restrição dos conceitos da Mecânica dos sólidos para peças lineares Peça linear (ou elemento unidimensional): elemento estrutural que
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I Curso de Eletromecânica
Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina CEFET/SC Unidade Araranguá RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I Curso de Eletromecânica Prof. Fernando H. Milanese, Dr. Eng. [email protected] Conteúdo
Resistência dos. Materiais. Capítulo 3. - Flexão
Resistência dos Materiais - Flexão cetatos baseados nos livros: - Mechanics of Materials - Beer & Jonhson - Mecânica e Resistência dos Materiais V. Dias da Silva Índice Flexão Pura Flexão Simples Flexão
2 Amortecimento Amortecimento viscoso ou proporcional Sistemas de um grau de liberdade
2 Amortecimento Todo mecanismo de dissipação de energia introduz amortecimento na vibração de uma estrutura. Como mencionado anteriormente, em função do mecanismo relevante na dissipação de energia existem
