CAPÍTULO 1 NORMALIZAÇÃO TÉCNICA
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- Mônica de Almeida Rocha
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1 CAPÍTULO 1 NORMALIZAÇÃO TÉCNICA 1. INTRODUÇÃO E HISTÓRICO RESUMIDO Passado: - mão de obra barata - Abundância de matérias-primas Atualidade: - Modernização - Competitividade - Qualidade - Produtividade - Tecnologia - Direitos dos consumidores HISTÓRICO RESUMIDO DA NORMALIZAÇÃO 1800 Sistema métrico decimal como sistema legal da França Primeira norma do mundo: Joseph Withworth estabelece o primeiro sistema de roscas para parafusos VDI Associação de engenheiros alemães se ocupa de determinadas tarefas de normalização Primeiro catálogo de perfis de ferro laminado normalizados pela VDI Convenção internacional do metro em Paris Conferência internacional de Zurique aprova o sistema internacional (SI). Fundação ASTM (American Society for Testing and Materials) Primeiras normas no Japão Primeiras normas suecas no setor de eletrotécnica Comitê eletrotécnico húngaro publica suas primeiras normas Fundação em 28 de setembro da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). 1
2 Criação do SINMETRO (Sistema Nacional de metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) pela Lei nº 5966/73, composto por: CONMETRO INMETRO Entidades credenciadas pelo INMETRO. DEFINIÇÃO Processo de estabelecer e aplicar regras para abordar ordenadamente uma atividade específica, com a participação de todos os interessados e, em particular, para promover a otimização da economia levando em consideração as condições funcionais e as exigências de segurança. Três grandes atividades: Especificar; Simplificar; Unificar. Produto da Normalização: NORMA Processo de normalização realizada em um certo âmbito e aprovada por uma autoridade reconhecida que pode tomar a forma de um documento normativo, o qual contém uma séria de condições que devem ser cumpridas. CONSENSO Processo pelo qual um texto é submetido à apreciação, comentários e aprovação de uma comunidade técnica, a fim de que se tenha um texto o mais próximo possível da realidade de aceitação com o objetivo de atender as necessidades e interesse da comunidade. 2
3 OBJETIVOS FIXAÇÃO DO CONHECIMENTO TÉCNICO UNIFORMIZAR AS OPERAÇÕES REPETITIVAS PROPICIAR ECONOMIA E REDUÇÃO DE CUSTOS PRODUZIR COM QUALIDADE, SEGURANÇA E BAIXO CUSTO Representação gráfica do espaço de normalização Regional - Nacional - Associação- Empresa - Individual - NÍVEL - Mecânica - Eletro/Eletrônica - Civil - Transportes Ferroviários - Transportes Urbanos - Veículos Rodoviários - Naval - Aeronáutico - Alimentos e Bebidas - Metalurgia - Química - Procedimento SETOR - Especificação - Padronização - Métodos de Ensaio - Terminologia - Simbologia TIPO - Classificação 3
4 2. NÍVEIS DE NORMALIZAÇÃO INDIVIDUAL: cada indivíduo tem suas próprias normas para aquisição ou produção de bens. EMPRESA: PETROBRÁS, EMBRAER, BOFORS (Suécia), SAE (Suíça). ASSOCIAÇÃO: elaboradas por empresas do mesmo ramo. NACIONAL: ABNT (Brasil), AFNOR (França), DIN (Alemanha), ANSI (USA), JIS (Japão). REGIONAL: COPANT (Pan Americana), EURONORM (Européia). INTERNACIONAL: ISO, IEC. 3. BENEFÍCIOS DA NORMALIZAÇÃO Economia global na obtenção e utilização de bens e serviços; Aprimoramento do produto, do processo de produção, das técnicas de gerenciamento técnico e administrativo; Assegura a possibilidade de obter a qualidade desejada e, se alcançada, mantê-la e/ou melhorá-la continuamente; Reduz os casos de litígio ou concorrência desleal pela padronização que ela traz; Redução do custo dos produtos pela racionalização e otimização proporcionada pela normalização. 4
5 4. NORMALIZAÇÃO E SISTEMA DE GARANTIA DE QUALIDADE Política da Qualidade Administração da Qualidade Sistema da Qualidade Controle da Qualidade Garantia da Qualidade Programa de Garantia da Qualidade 5. NORMALIZAÇÃO DA EMPRESA UNIDADE CENTRAL (NÚCLEO DE NORMALIZAÇÃO) 4 NORMAS BÁSICAS MENTALIDADE NORMATIVA PLANEJAMENTO SISTÊMICO 5
6 Interação da Unidade Central de Normalização na Empresa PROJETO CONSUMIDORES VENDAS Adaptação aos requisitos do mercado Mais tempo para trabalho de projeto Serviço de normalização Economia na produção Ótima escolha de materiais e partes Compra simplificada FORNECEDORES DE MATERIAIS Estoques reduzidos FORNECEDORES PRODUÇÃO LADO DA SAÍDA Produtos acabados LADO DA ENTRADA Materiais e componentes Produtos semi-acabados 6
7 NORMAS BÁSICAS NN-1: Diretrizes para o Preparo e Apresentação de Normas Técnicas NN-2: Elaboração e Revisão de Normas Técnicas NN-3: Implantação de Normas Técnicas NN-4: Auditoria de Normas Técnicas PLANEJAMENTO PLANEJAMENTO PROGRAMAÇÃO REVISÕES NOVAS NECESSIDADES NN-1 NN-2 ELABORAÇÃO CONSENSO ADEQUAÇÃO APROVAÇÃO IMPLANTAÇÃO NN-3 ATUALIZAÇÃO PROVISÓRIA NORMA EM UTILIZAÇÃO AUDITORIA NN-4 SIM OK NÃO 7
8 6. TIPOS DE NORMAS PROCEDIMENTO: fixa condições para: execuções de cálculos, projetos, obras, serviços e instalações; emprego de materiais e produtos industriais; transações comerciais; elaboração de documentos e desenhos; operação de equipamentos; segurança de obras, instalações, etc. ESPECIFICAÇÃO: fixa condição para aceitação e/ou recebimento de matérias-primas, produto semi-acabados e acabados, visando garantir a adequação ao uso dos produtos de uma empresa, país, etc. PADRONIZAÇÃO: uniformiza características geométrica, físicas, químicas, mecânicas, etc., de elementos de construção, materiais, aparelhos, produtos industriais, desenhos e projetos. MÉTODO DE ENSAIO: prescrever a maneira de verificar ou determinar características, condições ou requisitos exigidos: - de produtos de acordo com a especificação; - obras ou instalações de acordo com o respectivos projeto. TERMINOLOGIA: destina a definir, relacionar e/ou dar a equivalência em diversas línguas de termos técnicos empregados, visando uniformização de linguagem. SIMBOLOGIA: destina a estabelecer convenções gráficas e/ou literais para conceitos, grandezas, sistemas ou partes de sistemas. CLASSIFICAÇÃO: destina a ordenar, designar, distribuir e/ou subdividir conceitos, materiais ou objetos, segundo uma determinada sistemática. 8
9 7. RESOLUÇÃO Nº 38 / 284 DE ABRIL DE 1985 DA ONU Diretrizes em defesa do consumidor ISO 9000 BRASIL: - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor - PROCON / CONDECON 8. NORMAS BRASILEIRAS Visam: Defesa dos interesses nacionais; Racionalização da produção de bem e de serviço; Proteção do consumidor; Segurança de pessoas e bens; Uniformidade e padronização dos meios de expressão e comunicação. Níveis da NBR: NBR1 COMPULSÓRIAS NBR2 REFERENDADAS NBR 3 REGISTRADAS NBR4 - PROBATÓRIAS 9
10 9. ABNT E SUA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Fórum nacional de normalização Elabora e fomenta o uso das normas técnicas NORMAS DEVE ATENDER A UMA NECESSIDADE REAL DEVE APRESENTAR UMA SOLUÇÃO ACEITÁVEL DEVE GERAR BENEFÍCIOS PARA A EMPRESA DEVE SER USADA A NORMA SÓ CUMPRE SUA FINALIDADE QUANDO EFETIVAMENTE IMPLANTADA 10
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