INTRODUÇÃO À DISCIPLINA DE IPR
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- Alana Maria Júlia Malheiro Gameiro
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1 INTRODUÇÃO À DISCIPLINA DE IPR PROF. Msc. ROBISON NEGRI CONTEÚDO DA AULA VISÃO SISTÊMICA; SISTEMAS PREDIAIS; NORMAS TÉCNICAS. 1
2 ENFOQUE SISTÊMICO PRINCÍPIOS BÁSICOS: Enfoque reducionista: maneira de abordar problemas através da decomposição do todo em partes indivisíveis. Enfoque expansionista: é o princípio que sustenta que todo fenômeno é parte de um fenômeno maior. O desempenho de um sistema depende de como ele se relaciona com o todo maior que o envolve e do qual faz parte. O expansionismo não nega que cada fenômeno seja constituído de partes, mas a sua ênfase reside na focalização do todos do qual aquele fenômeno faz parte. ENFOQUE SISTÊMICO DEFINIÇÃO SISTEMA: pode ser definido como um conjunto de elementos interrelacionados que interagem no desempenho de uma função. 2
3 ENFOQUE SISTÊMICO Enfoque reducionista: maneira de abordar problemas através da decomposição do todo em partes indivisíveis. Enfoque expansionista: maneira de abordar subsistemas sem desmembrá-los funcionalmente do sistema a que pertencem. Também chamado ENFOQUE SISTÊMICO. BOA NOITE CINDERELA Edifício é um sistema? 3
4 EDIFICAÇÃO ENFOQUE SISTÊMICO Do ponto de vista de sua construção é visto como um sistema orgânico, munido de órgãos (ou subsistemas) interdependentes cuja cooperação é essencial para o seu adequado funcionamento. Exemplo de Subsistemas: fundações (ou infraestrutura); supe restrutura; vedos; cobertura; caixilharia; paramen tos (revestimentosem geral); e os diversos sistemas prediais adaptados a cada situação. EDIFICAÇÃO ENFOQUE SISTÊMICO 4
5 SISTEMAS PREDIAIS Definição: conjunto de insumos e serviços necessários para o desenvolvimento das atividades em um edifício. Sistemas Prediais são sistemas físicos, integrados a um edifício, e que dão suporte às atividades dos usuários do edifício. SISTEMAS PREDIAIS Sistemas Prediais de Água Fria Sistemas Prediais de Esgoto Sanitário Sistemas Prediais de Água Quente Sistemas Prediais de Águas Pluviais Sistemas Prediais de Prot. Descargas Atmosféricas Sistemas Prediais de Transporte Mecanizado Sistemas Prediais de Telefonia Sistemas Prediais de Comunicação Interna e Antena Sistemas Prediais de Gás Sistemas Prediais de Proteção e Combate a Incêndio 5
6 DESEMPENHO Desempenho: comportamento de um produto quando em uso. LICHTENSTEIN (1985) FOCO DA ANÁLISE: Edifício Todo; Seus Subsistemas; Componentes. DESEMPENHO 6
7 DESEMPENHO Requisito de desempenho: a formulação qualitativa das propriedades a serem alcançadas pelo edifício, ou por suas partes, de maneira a atender determinadas necessidades do usuário. CLASSES DE REQUISITOS: Relativos ao Uso; Desgaste e durabilidade; Consequências ao Meio Ambiente. DESEMPENHO 7
8 DESEMPENHO DESEMPENHO X PATOLOGIAS 8
9 INCONFORMIDADE X PATOLOGIAS Inconformidade: problema potencial ou já instalado e ainda sem sintomas aparentes; Patologia: problema real, com sintomas já manifestos. Todo sistema ou subsistema que não atende algum requisito de desempenho, particularmente aqueles textualmente exigidos por legislação específica, regulamentação ou normalização técnica. 9
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14 NORMAS TÉCNICAS OBJETIVOS: Economia (evitar desperdícios); Melhorar a confiabilidade das relações entre fabricantes e clientes; Segurança e saúde; Prover a sociedade de meios eficazes para aferir a qualidade dos produtos; Eliminação de barreiras técnicas e comerciais, facilitando assim o intercâmbio comercial entre diferentes países. Fonte: NORMAS TÉCNICAS NÍVEIS NORMATIVOS: Norma de Nível Internacional Ex: normas da ISO (International Organization for Standardization); Norma de Nível Regional Elaboradas por um limitado grupo de países de um mesmo continente. Ex: normas da AMN (Associação Mercosul de Normalização Mercado Comum do Cone Sul). 14
15 NORMAS TÉCNICAS NÍVEIS NORMATIVOS: Norma de Nível Nacional Elaboradas por consenso entre os interessados em uma organização nacional reconhecida como autoridade no respectivo país. Ex: normas da ABNT (Brasil); AFNOR (França); DIN (Alemanha); JISC (Japão) e BSI (Reino Unido). BOA NOITE CINDERELA Na sua opinião, o uso de normas técnicas nos projetos de engenharia e arquitetura é obrigatório? 15
16 NORMAS TÉCNICAS OBRIGATORIEDADE DE USO As Normas são desenvolvidas e utilizadas voluntariamente, isto é, não é Lei. Elas tornam-se obrigatórias somente quando explicitadas em um instrumento do Poder Público (Lei, Decreto, Portaria, Normativa, etc) ou quando citadas em contratos. Entretanto, mesmo não sendo obrigatórias, as normas são sistematicamente adotadas em questões judiciais por conta do Inciso VIII do Art. 39 do Código de Defesa do Consumidor. NORMAS TÉCNICAS OBRIGATORIEDADE DE USO Art. 39. É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas: VIII - colocar, no mercado de consumo, qualquer produto ou serviço em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes ou, se normas específicas não existirem, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas ou outra entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro); 16
17 NORMAS TÉCNICAS Inconformidades normativas verificadas nos sistemas hidráulicos prediais de uma edificação, relativas às normas técnicas correlatas da ABNT, sejam nos respectivos projetos, seja no que nela se encontra efetivamente instalado, constituem patologias, manifestas ou potenciais. (GNIPPER & MIKALDO) NORMAS TÉCNICAS As principais normas relacionadas com esta disciplina são: NBR Instalação Predial de Água Fria; NBR Projeto e execução de instalações prediais de água quente; NBR 8160Sistemas prediais de esgoto sanitário - Projeto e execução; NBR Instalações prediais de águas pluviais. 17
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