1 Desempenho Lumínico
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- Osvaldo Gonçalves Fraga
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1 Desempenho Lumínico 1
2 2 Desempenho Lumínico Níveis requeridos de iluminância natural - processo de simulação CRIT PT 1 Contando unicamente com iluminação natural, os níveis gerais de iluminância devem atender ao disposto na Tabela. As simulações devem ser realizadas com emprego do algoritmo apresentado na NBR , atendendo diversas condições relacionadas no critério acima indicado. ABNT NBR ISO/CIE :2013 Iluminação de ambientes de trabalho Parte 1: Interior
3 3 Desempenho Lumínico Medição in loco: níveis requeridos de Fator de Luz Diurna (FLD) CRIT PT 1 Contando unicamente com iluminação natural, o Fator de Luz Diurna (FLD) nas diferentes dependências das construções habitacionais deve atender ao disposto na Tabela. FLD deve ser determinado de acordo com a ISO : Daylight In Interiors - General Requirements. Fator de Luz Diurna: Parcela da luz difusa proveniente do exterior que atinge o ponto interno de medida. Razão percentual entre a iluminância interna no ponto de referência (centro do cômodo, a 0,75m de altura) e a iluminãncia externa disponível, sem incidência da radiação direta do sol.
4 4 Desempenho Lumínico Níveis requeridos de iluminação artificial CRIT PT 1
5 Durabilidade 5
6 6 Durabilidade A durabilidade das edificações depende de muitos fatores que interferem isolada ou conjuntamente, todos influindo fortemente desde a concepção e projeto até os cuidados mais corriqueiros de limpeza, uso e conservação. Até o advento da NBR não havia no país referencial técnico ou jurídico sobre o prazo que deveria durar a estrutura de um prédio ou de uma simples torneira, transferindo-se muitas vezes para o Judiciário decisões e responsabilidades da engenharia, da arquitetura e da sociedade como um todo. Na busca cada vez mais crescente da sustentabilidade, ganha importância relevante o ciclo de vida dos produtos. Quanto maior a sua durabilidade, menor a exploração de recursos naturais, renováveis ou não, menor o consumo de água e de energia, menor o teor de poluentes gerados nas fábricas e no transporte das matérias primas e dos produtos.
7 7 Durabilidade Anexo C da NBR : nas definições dos prazos de vida útil de projeto, a norma parte da durabilidade desejável e passível de ser atendida pelas edificações habitacionais, respeitando condicionantes técnicas e econômicas, incorporando para a estrutura e demais elementos da construção três conceitos essenciais: Os efeitos nocivos acarretados por uma falha no desempenho do sistema ou elemento; A maior facilidade ou dificuldade de manutenção e reparação em caso de falha; O custo de correção da falha, considerando inclusive o custo com outros elementos afetados.
8 8 Durabilidade Vida útil de projeto da edificação habitacional e de suas partes CRIT PT 1 Tabela C.5 - Vida Útil de Projeto mínima, intermediária e superior (VUP)*
9 9
10 10
11 11 Durabilidade Os prazos de vida útil iniciam-se na data de conclusão da edificação habitacional, a qual, para efeitos da NBR 15575, é a data de expedição do Auto de Conclusão de Edificação, Habite-se ou outro documento legal que ateste a conclusão das obras. A norma ainda esclarece que: A avaliação da Vida Útil de Projeto VUP de qualquer um dos sistemas ou do edifício pode ser substituída pela garantia do desempenho por uma terceira parte (companhia de seguros); Decorridos 50% dos prazos da VUP apresentados na Tabela anterior, desde que não exista histórico de necessidade de intervenções significativas, considera-se atendido o requisito de VUP, salvo prova objetiva em contrário. Como intervenções significativas, a título de exemplo, consideram-se aquelas enquadradas na categoria D ou E da Tabela C.3 da NBR (custo de reposição superior ao custo inicial, comprometimento da durabilidade afeta outras partes do edifício, etc); Os prazos de Vida Útil de Projeto também podem ser comprovados por verificações de atendimento das normas nacionais prescritivas na data do projeto, bem como constatações em obra do atendimento integral do projeto pela construtora.
12 Durabilidade 12
13 Durabilidade 13
14 Durabilidade 14
15 15 Durabilidade Comportamento de pisos molhados e molháveis sob ação da umidade Resistência a agentes químicos de pisos de áreas secas Resistência a agentes químicos de pisos molhados e molháveis
16 16 Durabilidade 13.6 Resistência ao desgaste por abrasão CRIT PT 3
17 17 Durabilidade Ação de calor e choque térmico em paredes de fachada CRIT PT 4 As paredes externas, incluindo seus revestimentos, submetidas a dez ciclos sucessivos de exposição ao calor e resfriamento por meio de jato de água, não podem apresentar: Deslocamento horizontal instantâneo, no plano perpendicular ao corpo de prova, superior a h/300, onde h é a altura do corpo de prova; Ocorrência de falhas como fissuras, destacamentos, empolamentos, descoloramentos e outros danos que possam comprometer a durabilidade da fachada.
18 Sistemas, elementos, componentes e instalações Fundações, estrutura principal, estruturas periféricas, contenções e arrimos Paredes de vedação, estruturas auxiliares, estruturas de cobertura, estrutura das escadarias internas ou externas, guarda-corpos, muros de divisa e telhados Equipamentos industrializados (aquecedores de passagem ou acumulação, motobombas, filtros, interfone, automação de portões, elevadores e outros) Sistemas de dados e voz, telefonia, vídeo e televisão Sistema de proteção contra descargas atmosféricas, sistema de combate a incêndio, pressurização das escadas, iluminação de emergência, sistema de segurança patrimonial Porta corta-fogo Instalações elétricas tomadas/interruptores/disjuntores/fios/cabos/eletroduto s/caixas e quadros Instalações hidráulicas - colunas de água fria, colunas de água quente, tubos de queda de esgoto. Instalação Prazos de garantia sugeridos na NBR ano 2 anos 3 anos 5 anos Equipamentos Instalação Equipamentos Dobradiças e molas Equipamentos Instalações de gás - colunas de gás. Instalações hidráulicas e gás coletores/ramais/louças/caixas de Equipamentos descarga/bancadas/metais sanitários/sifões/ligações flexíveis/ válvulas/registros/ralos/tanques Impermeabilização Empenamento Esquadrias de madeira Descolamento, Fix Esquadrias de aço Fixação, Oxidação Esquadrias de alumínio e de PVC Partes móveis (inclusive recolhedores de palhetas, motores e conjuntos elétricos de acionamento) Borrachas, escovas, articulações, fechos e roldanas Instalação Instalação Segurança e estabilidade global Estanqueidade de fundações e contençõ Segurança e integridade Integridade de portas e batentes Integridade e estanqueidade Estanqueidade Perfis de alumínio, fixadores e revestimentos em painel de alumínio 18
19 19 Durabilidade Prazos de garantia sugeridos na NBR 15575
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