ENCONTRO INTERNACIONAL SOBRE SUSTENTABILIDADE NA CONSTRUÇÃO
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- João Vítor Rijo de Oliveira
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1 ENCONTRO INTERNACIONAL SOBRE SUSTENTABILIDADE NA CONSTRUÇÃO 04 de junho de 2009 Realização: Carlos Alberto de Moraes Borges
2 Estrutura da apresentação Normalização e o Sistema regulatório da construção civil no Brasil Desempenho, prescrição e sustentabilidade NBR Edifícios Habitacionais de até cinco pavimentos - Desempenho e a vida útil Considerações finais
3 Normalização e o Sistema regulatório da construção civil no Brasil Todo setor da economia opera dentro de um ambiente legal Sistema regulatório Setor formal da Construção Civil Leis, Portarias e Normas Técnicas Função orientadora e purificadora do mercado e de garantia de níveis socialmente aceitos de saúde, segurança e bem estar dos usuários de imóveis
4 Normalização e o Sistema regulatório da construção civil no Brasil A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é o fórum brasileiro de normalização e é organizada através de Comitês Brasileiros CB 02 - Comitê Brasileiro da Construção Civil - acervo atual composto de 943 Normas Norm as gerais para viabilidade e contratação 27,6% 0,5% 3,4% Normas de projeto e es pecificações Normas de execução de serviços Normas de ensaios - Controle Tecnológico 10,3% 58,2% Norm as de m anutenção
5 Desempenho, Prescrição e Sustentabilidade Acervo técnico atual da construção civil é quase todo prescritivo e não baseado em desempenho; Normas prescritivas - fornecem a receita do bolo e baseiam-se em experiências passadas, repete-se o que deu certo e evita-se o que deu errado; Normas de Desempenho - definem o resultado desejado e não a forma de atingi-lo - consenso acadêmico antigo de que é a melhor forma de se atender aos usuários; Porque então todo o arcabouço normativo é prescritivo?
6 Desempenho, Prescrição e Sustentabilidade A cultura e tradição de elaboração de normas é prescritiva é difícil quebrar este processo; A mensuração das necessidade humanas é difícil variáveis, crescentes e subjetivas ainda faltam muitas pesquisas (sociologia, ergonomia, antropologia etc.); É mais fácil, seguro executar e fiscalizar normas prescritivas ( receitas de bolo ) do que apenas cobrar resultados; O usuário da construção civil participa pouco do processo de elaboração de normas, quem faz é o próprio setor produtivo: visão de processo; Desempenho está ligado a inovação tecnológica e o ambiente regulatório brasileiro é desfavorável a inovação.
7 Desempenho, Prescrição e Sustentabilidade De 1960 até Abordagem de desempenho estudos teóricos: arcabouço conceitual consolidado A partir de 1990 até os dias de hoje - grande investimento para aplicação prática do conceito de desempenho - elaboração de Normas técnicas Qual a razão básica para todo este investimento? A necessidade de determinação da vida útil das construções: SUSTENTABILIDADE
8 Desempenho, Prescrição e Sustentabilidade Abordagem de desempenho - questão temporal é essencial - pelo aspecto econômico e pela vida útil ser uma expectativa do usuário que precisa ser atendida (implícita nas normas prescritivas e de uma maneira adequada nos países desenvolvidos) Construção sustentável a determinação da vida útil de maneira mais explícita é fundamental. Exemplos: Análise do ciclo de vida de um produto; Vida útil de uma edificação afeta a quantidade e o período em que novos resíduos serão dispostos na natureza (demolição) e novas matérias primas serão extraídas.
9 Desempenho, Prescrição e Sustentabilidade Desempenho é o arcabouço conceitual para a construção sustentável e a Sustentabilidade é a razão filosófica para o investimento na aplicação prática do conceito de desempenho 2000 a Publicação da ISO Buildings and Constructed Assets - Service Life Plannning - Metodologia para estimativa da vida útil de sistemas e construções O grande desafio e objetivo é conceber e projetar para o desempenho ao longo de uma vida útil. Exemplo de obra recente com este conceito é o Aeroporto de Barajas
10 Novo terminal Aeroporto de Barajas - Madrid
11 NBR Edifícios Habitacionais de até cinco pavimentos - Desempenho - Partes 1 a 6 Publicada em 12 de maio de 2008, vigência a partir de 12 de maio de 2010 Estabelece o nível de desempenho mínimo que deve ser atendido ao longo de uma vida útil, para alguns sistemas dos edifícios. Composta por 6 Partes:
12 Metodologia consolidada: requisitos de desempenho - ISO 6241 Desempenho Estrutural; Segurança contra incêndio; Segurança no uso e operação; Estanqueidade; Desempenho térmico; Desempenho acústico; Desempenho lumínico; Durabilidade e manutenibilidade; Conforto tátil e antropodinâmico; Adequação ambiental. Tradução técnica e objetiva das necessidades dos usuários
13 Estrutura clássica da abordagem de desempenho - adotada na NBR Necessidades dos usuários Análises de projeto, (em outros casos ensaios laboratoriais, em protótipos, in loco, simulação em computador etc.) Edifício e suas partes Requisitos Critérios Métodos de avaliação Condições de Exposição QUALITATIVOS: Desempenho acústico: gerar conforto ao usuário através de um isolamento acústico adequado QUANTITATIVOS: Exemplo Nível tolerável de ruído no interior da edificação
14 Alguns Requisitos da NBR SISTEMA REQUISITO CRITÉRIO MÉTODO DE AVALIAÇÃO Estrutura Deformações, Estados limites de serviço Atendimento às Normas fissurações e ocorrência de outras falhas específicas e verificações estabelecidas nas partes 2 e 6 da NBR Manutenibilidade Manutenibilidade de edifício e dos seus sistemas Facilidade ou meios de acesso Análise de Projeto Desempenho lumínico Iluminação natural Níveis mínimos de iluminação natural Análise de várias premissas de projeto ou inspeção em protótipo
15 Adequação ambiental na NBR Recomendações sem obrigatoriedade Projeto e implantação de empreendimentos: considerações de riscos de desconfinamento do solo, deslizamento de taludes etc. Seleção adequada de materiais: busca de racionalização do consumo de matérias primas Consumo de água e deposição de esgotos: adoção de soluções que minimizem o consumo e o esgoto gerado e possibilitem o reuso Consumo de energia no uso e ocupação: adoção de soluções que minimizem o consumo como ventilação natural e energias alternativas
16 Vida útil obrigatória na NBR SISTEMA Estrutura VUP MÍNIMA (EM ANOS) 40 Pisos Internos Vedação vertical externa Vedação vertical interna Cobertura Hidrossanitário
17 Motivações para a vida útil na NBR Econômico e de regulação do mercado - Visão de longo prazo é essencial: Custo global - construção + uso e operação otimização dos recursos públicos < Custo construção - nunca é o menor custo global > Custo de construção - pode não ser o menor custo global Vida útil definida no nível do projeto tende a diminuir o custo global, sem regra definida o construtor tende a construir pelo menor custo de construção. Humano Bom para o consumidor, protege os usuários de baixa renda.
18 Metodologia para obtenção da vida útil: três conceitos essenciais a. o efeito que uma falha no desempenho do subsistema ou elemento acarreta; b. a maior facilidade ou dificuldade de manutenção e reparação em caso de falha no desempenho; c. o custo de correção da falha, considerando-se inclusive o custo de correção de outros subsistemas ou elementos afetados (por exemplo, a reparação de uma impermeabilização de banheiro pode implicar na substituição de todo o piso e o custo resultante é muito superior ao custo da própria impermeabilização).
19 Vida útil -Implicações Como projetar uma edificação para uma determinada vida útil? Que conhecimento os projetistas devem ter para projetar para uma vida útil? Qual a durabilidade dos sistemas e materiais utilizados nas construções? Qual a responsabilidade dos construtores e projetistas durante a vida útil do edifício?
20 Durabilidade dos produtos - Exemplo: PSQ Resistência à corrosão Comprometimento da durabilidade do produto Fonte: Tesis 20
21 Especificação: material reciclado pode não ser ecoeficiente: durabilidade inadequada Telha Reciclada após 2 anos Fonte: prof Vanderley John SBCS 08 set 2008
22 Considerações finais Sustentabilidade sem um nível de desempenho não tem lógica, o desempenho é o instrumento para o atendimento dos requisitos ambientais; Desempenho e sustentabilidade tem que ser tratado no nível do projeto: projetistas não estão preparados para conceber para o desempenho, mas rapidamente podem adquirir este conhecimento; O setor precisa se organizar mais rapidamente para uma auto-regulamentação sustentável elaborar normas técnicas sustentáveis ou será engolido por uma legislação feita por leigos;
23 Desenvolver cultura de cumprimento de normas: poder de compra do estado (CEF), utilização do SINAT Sistema Nacional de avaliação tecnológica baseado em desempenho e conscientização setorial Criar uma legislação sobre responsabilidades na construção civil: atual é complexa e difusa, vida útil é referência técnica e não garantia (EOTA) Trabalhar num ambiente de coordenação modular Padronizar a forma de apresentação do desempenho de elementos e componentes de construção fabricados no Brasil. Ex: durabilidade
24 NBR Edifícios Habitacionais de até cinco pavimentos - Desempenho Publicada em 12/05/2008 Vigente a partir de 12/05/2010 Faltavam 04/06/ dias Faltam 342dias
25 OBRIGADO!
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