NORMA DE DESEMPENHO PARA EDIFICAÇÕES HABITACIONAIS
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- Agustina de Mendonça de Barros
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1 FONTE GRANDE ARQUITETURA Em fevereiro deste ano, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou a NBR Norma de Desempenho para Edificações Habitacionais, que entrará em vigor a partir do dia 19 de julho. A norma foi criada a partir de estudos de mercado e da participação de diversos agentes do setor de construção civil. A proposta é trazer uma série de requisitos que devem ser adotados pelas construtoras, garantindo normatização e, assim, estabelecendo critérios de qualidade para os empreendimentos em diferentes níveis, tais como: desempenho térmico, desempenho acústico, desempenho lumínico, adequação ambiental e avaliando o sistema estrutural de uma obra como um todo. NORMA DE DESEMPENHO PARA EDIFICAÇÕES HABITACIONAIS Em discussão desde 2008, a norma já era recomendada como base para os empreendimentos de grande porte da Copa do Mundo da FIFA 2014, como a reforma dos estádios. O Centro Brasileiro da Construção em Aço, por exemplo, desenvolveu um estudo em que considera a NBR como um excelente referencial para que todos os envolvidos nos projetos arquitetônicos do Mundial pudessem tomar como base para atender as exigências de sustentabilidade recomendadas pela FIFA. Nesse material, será possível conhecer os principais pontos da norma, quais são as recomendações do setor para as construções e pequenos negócios que já veem na nova NBR uma oportunidade de negócio. A norma aplica-se a edificações habitacionais com qualquer número de pavimentos. O texto normativo apresenta as ressalvas necessárias no caso de exigências aplicáveis somente para edificações de até cinco pavimentos
2 REGULAMENTAÇÃO DA NBR15575 A NBR tem como base a regulação de critérios para o desempenho das edificações. Em 2010, a primeira edição da medida previa ações para prédios de até cinco pavimentos, com critérios mínimos de exigência. Já na edição de 2013, o termo até cinco pavimentos foi retirado, como forma de garantir que todos os empreendimentos que sejam construídos no Brasil possam adotar novos parâmetros de qualidade. Definida pela Comissão de Estudo de Desempenho de Edificações, criada no âmbito do Comitê Brasileiro da Construção Civil (ABNT/CB-02) e apoiada pelo Sinduscon-SP, a norma valerá somente para obras novas, cujos projetos sejam protocolados a partir do dia 19 de julho de É importante destacar que a NBR não se aplica a obras de reforma, retrofit ou edificações provisórias. SEIS PARTES COMPÕEM A NBR 1575: 1. Requisitos gerais, 2. Sistemas estruturais, 3. Sistemas de pisos, 4. Sistemas de vedações verticais internas e externas; 5. Sistemas de cobertura; e 6. Sistemas hidrossanitários. GUIA ORIENTA PROFISSIONAIS NOS PROJETOS Além disso, a norma regulamenta as construções com níveis de desempenho, que vai do mínimo ao superior, passando pelo intermediário. Essa definição deverá ser feita logo no início do projeto, antes mesmo da construção, ou seja, o consumidor terá acesso na planta aos critérios que serão adotados para sua construção. Para orientar todos os setores envolvidos na cadeia da construção civil, como arquitetos, engenheiros, projetistas, fornecedores de matéria-prima etc., a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBC) desenvolveu, neste ano, um Guia Orientativo para Atendimento à Norma Entre os diferentes pontos que o guia destaca, um dos chaves é a definição da vida útil de cada empreendimento. Esse período é previsto a partir do cumprimento das especificações técnicas de desempenho. A próxima página apresenta o período de Vida Útil de Projeto (VUP), tempo que o projeto deve prever para que a construção tenha um período de vida útil estabelecido pela norma. Por exemplo, se um imóvel for de padrão mínimo, de acordo com a norma, a sua estrutura deverá ter um VUP menor ou igual a 50 anos. GUIA ORIENTATIVO PARA ATENDIMENTO À NORMA O material contém mais de 300 páginas, divididas em 15 capítulos, e está disponível on-line. Clique aqui e faça o download.
3 PERÍODO DE VIDA ÚTIL ESTABELECIDO PELA NORMA Vida útil considerando a periodicidade também de manutenção prevista pela NBR 5674 IMPACTOS NA EMPRESA E NA CADEIA PRODUTIVA Sistema VUP anos Mínimo Intermediário Superior Estrutura Pisos internos Vedação vertical externa Vedação vertical interna Cobertura Hidrossanitário Os impactos da nova norma serão grandes em toda a cadeia de construção civil. Para a vice-presidente da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (AsBEA), Miriam Addor, e para a coordenadora do Grupo de Trabalho de Normas Técnicas da AsBEA, Barbara Kelch, a NBR exigirá conhecimento maior dos arquitetos, engenheiros de cálculo, paisagistas, arquitetos de interiores, engenheiros de instalações das características requeridas durante o processo de especificação, que deve ser auxiliado pelas normas técnicas e pelas informações específicas passadas pelos fornecedores, explicam as arquitetas em artigo publicado no jornal O Estado de São Paulo. O Instituto Brasileiro de Impermeabilização, por exemplo, em carta escrita sobre a norma para o mercado de produtos químicos voltados para construção civil, considerou que a NBR será um estímulo para que o trabalho de impermeabilização tenha como base um projeto que seja feito por empresa capacitada e que empregue produtos normalizados. A impermeabilização garante, entre outros itens, a durabilidade das estruturas. Mudanças trazem oportunidade de inovação Para as empresas prestadoras de serviço, que compõem o setor de construção civil, o momento é de aprendizado. Terá mais vantagem competitiva no mercado os pequenos negócios que acumularem grande conhecimento do que será exigido pela norma, para que possam prestar melhor consultoria nesse sentido, pois as construtoras demandarão por técnicos capacitados.
4 MUDANÇA NOS NEGÓCIOS Em todo o país, os sindicatos que representam o setor da construção civil estão empenhados em disseminar os critérios estabelecidos na nova normativa, seja por meio de palestras, seja na orientação direta aos envolvidos nas construções. Em Natal (RN), o Sinduscon também está prevendo o lançamento de um guia orientativo sobre a NBR. É importante que os envolvidos na cadeia procurem os Sinduscon de sua região ou os Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia (CREA) para se capacitarem sobre a norma. O Sebrae poderá conceder o apoio técnico necessário para a nova mudança de gestão de negócio que envolverá mais conhecimento técnico, melhor entendimento dos critérios e observações estratégicas que vão orientar os novos modelos de construções no Brasil. Em artigo publicado no site Vibranews, o vice-presidente de Tecnologia e Qualidade do Secovi-SP, Carlos Alberto de Moraes Borges, disse que as empresas brasileiras, em especial, os pequenos negócios não têm a cultura de atendimento de normas técnicas e terão que evoluir tecnicamente para atender a NBR 15575, mas é um caminho irreversível. Na França, por exemplo, há muitas empresas de construção civil de pequeno porte, mas que tecnicamente são cobradas para atender normas técnicas como as grandes, salienta Borges. O atendimento de normas técnicas terão que evoluir tecnicamente para atender a NBR 15575, mas é um caminho irreversível Carlos Alberto de Moraes Borges Vice-presidente de Tecnologia e Qualidade do Secovi-SP As oportunidades também são grandes para empresas que queiram ingressar no ramo da construção civil. Isso porque os planos de negócios a serem formatados já deverão estar baseados no que a norma vai trazer de novo e qual o diferencial que o novo negócio poderá apresentar para as construtoras de forma que atenda de maneira mais eficaz aos critérios, em menos tempo e num custo igual ou inferior ao já praticado pelo mercado. Para as empresas que atuam com matérias-primas, outro desafio é apresentado por Cintia Figueiredo, no portal Brasil Engenharia, e está relacionado ao custo da obra. Para a gerente de Produtos para o Mercado de Construção Civil da Divisão de Produtos Extrudados da Alcoa (empresa mundial que trabalha com alumínio), a norma solicita produtos com mais qualidade, que atendam aos requisitos exigidos e ao mesmo tempo não onerem o setor. Portanto, se por um lado as construtoras querem viabilizar seus projetos com orçamentos reduzidos, a indústria de componentes tem o desafio de continuar apresentando qualidade e desempenho, com soluções viáveis para todas as faixas de mercado, observa.
5 VISÃO DE FUTURO Em Cuiabá (MT), o Sindicato da Construção Civil de Mato Grosso (Sinduscon- -MT) está distribuindo o Guia da CBIC para quem tiver interesse em se aperfeiçoar na nova normativa. Já no Distrito Federal, o Sinduscon-DF está desde 2010 desenvolvendo palestras orientativas como forma de expandir o conhecimento sobre o tema. Já no Rio Grande do Norte, a medida foi para a criação de um Fórum Técnico que irá debater a normativa, entre o Sinduscon-RN, instituições de ensino e entidades de classe. Em Florianópolis (SC), por exemplo, oito construtoras, em parceria com o Sindicato da Construção Civil da Grande Florianópolis (Sinduscon), se juntaram, em uma iniciativa pioneira, para assimilar as novas exigências e definir como serão aplicadas as determinações nos novos empreendimentos. Uma série de fornecedores estão envolvidos nesse processo, entre eles, a empresa Anima Acústica, que foi criada em 2008 em uma incubadora de base tecnológica. O pequeno negócio viu na NBR uma possibilidade de ampliar sua atuação. Como um dos itens da norma é atender ao conforto acústico e a empresa atua com serviços de medição de ruídos e análises nesse sentido, ela foi escolhida pelo grupo de construtoras de Florianópolis para fazer a avaliação dos novos projetos no que se refere ao tema acústica. Nesse caso, a empresa já saiu na frente por ter acompanhado desde 2008 a discussão sobre a NBR e por conhecer os requisitos técnicos previstos. Além disso, a expectativa da empresa é que seu conhecimento e a nova metodologia de trabalho expanda o mercado para esse tipo de análise técnica como um diferencial para os projetos construtivos. Em entrevista ao jornal Diário Catarinense, do mês de maio de 2013, o empreendedor Vítor Litwinckiz, da Anima Acústica, ressalta que a norma dará subsídios para as melhorias dos projetos construtivos em médio prazo, o que na sua opinião, reverterá em edificações melhor preparadas para a questão da atenuação acústica, gerando mais conforto aos usuários.
6 OPORTUNIDADES PARA COPA Participação de profissionais capacitados será imprescindível para auxiliar na escolha de materiais que atendam às recomendações. A Copa Mundial da FIFA 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 devem movimentar o setor de construção civil, principalmente, no que se refere ao turismo, com previsão de mais de 150 mil novos leitos em hotéis, pousadas, albergues e negócios do ramo de turismo e hotelaria. Além dos hotéis, os albergues ou hostels representam uma boa oportunidade para atendimento aos turistas e, esse é um mercado que tem crescido nos últimos anos. Dados do São Paulo Turismo (SPTuris), empresa responsável pela promoção do turismo paulistano, mostra que em 2012 havia 43 hostels em São Paulo, em uma alta de 187%, se comparados com números de 2010, quando existia apenas 12 hostels. O mercado está aquecido e as oportunidades de negócio crescem em todas as cidades-sede que receberão os jogos. 198 É A PREVISÃO NOVOS HOTÉIS EM TODO O PAÍS, SEGUNDO UM ESTUDO APRESENTADO EM UM SEMINÁRIO ORGANIZADO PELO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO (TCU) Se esses empreendimentos forem construídos a partir do próximo mês, já deverão atender a NBR Os pequenos negócios envolvidos na definição de projetos de arquitetura e engenharia já deverão, então, conhecer quais as formas e procedimentos que precisarão ser adotados para que as construções atendam à normativa. As obras que estão em andamento, mesmo que não seja obrigatório, poderão utilizar de materiais que já atendam aos requisitos como diferencial. Mesmo que o projeto inicial não tenha sido pensado nesse sentido, a utilização de itens da norma ao longo da construção já significará uma atenção maior aos consumidores. É importante salientar que a norma em si não determina certos tipos de materiais para que atendam ao desempenho, mas ela define os critérios que devem ser atendidos.
7 CONSIDERAÇÕES FINAIS O momento é muito mais de oportunidades do que se assustar frente às novas regras. Sairão na frente as empresas que estudarem a NBR e se apresentarem como diferencial nesse sentido. Esse é um momento de aprendizado para todos os envolvidos na cadeia e quem conhecer o tema e souber criar serviços já adequados à norma, ou mesmo, trabalhar com materiais para fornecimento às construtoras que já atendam as determinações técnicas, terá um diferencial que será significativo para o mercado. A Caixa Econômica Federal já anunciou que utilizará a normativa como requisito para avaliar os projetos que receberão financiamentos do banco - considerado um dos maiores financiadores públicos de obras no país de médio e pequeno porte. Além disso, é importante considerar que a adoção de critérios técnicos traz menos desvios e formata alguns padrões nos serviços, o que garante economia de matéria-prima e eficiência nos processos produtivos. O estabelecimento de regras também garante mais competitividade para as empresas, pois dá garantias que seu negócio é regulado e sistematizado para melhor atender aos consumidores. Quanto aos consumidores, eles terão um papel fundamental, pois receberão um memorial descritivo denominado Manual de Uso e Manutenção do que foi adotado no empreendimento e quais os critérios estabelecidos na obra. Será ele que vai optar por uma construtora que atenda as regras de conforto ou a que preferiu não se regular. Nessa linha, a expectativa de todo o setor é que o consumidor tenha uma nova força e que o mercado mude, assim como aconteceu quando foi criado o Código de Defesa do Consumidor, em É importante ressaltar que a NBR não tem força de lei, ou seja, ela não é obrigatória. Mas, as determinações técnicas de parâmetros trarão consumidores mais exigentes que terão na norma uma base para a adequação de seus desejos na compra de um imóvel.
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