PROGRAMA SETORIAL DA QUALIDADE DE PORTAS DE MADEIRA PARA EDIFICAÇÕES
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- Amália Micaela Mascarenhas Bardini
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2 PROGRAMA SETORIAL DA QUALIDADE DE PORTAS DE MADEIRA PARA EDIFICAÇÕES O Programa Setorial da Qualidade de Portas de Madeira para Edificações (PSQ-PME), desenvolvido e coordenado pela Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci), através do seu Comitê de Portas, tem como um de seus principais objetivos o de promover a isonomia competitiva entre os fabricantes, por meio da conformidade técnica, adequando o desempenho dos produtos às normas existentes. Com abrangência nacional, reúne e representa os fabricantes de portas de madeira do Brasil, atuando em várias ações que visam o fortalecimento do segmento e o atendimento dos requisitos estabelecidos nas normas. Acompanhamento da elaboração e da revisão de normas técnicas. NORMALIZAÇÃO Realização e promoção do Encapp (Encontro da Cadeia Produtiva da Porta) que visa aproximar e gerar interação dos fabricantes de portas com as empresas fornecedoras da cadeia produtiva. EVENTOS ASSOCIATIVISMO Representação institucional das empresas participantes do Programa, atuando na defesa de interesses do setor. O PSQ-PME possibilita a certificação de portas de madeira de acordo com a NBR CERTIFICAÇÃO COMERCIAL Orientação aos participantes do Programa para a venda focada no desempenho do produto. Estímulo às empresas para que sejam realizadas ações para a inovação tecnológica com foco no desempenho dos produtos. PESQUISA E DESENVOLVIMENTO COMUNICAÇÃO E MARKETING Promoção do PSQ-PME por meio de estratégias de comunicação e marketing e palestras técnicas. Por meio de parcerias, como a firmada com o Senai no Paraná, é realizado o curso de instalador de portas para qualificação do profissional instalador de Kit Porta Pronta. QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL ESTÍMULO AO CONSUMO DE PRODUTOS MISSÕES TÉCNICAS INTERNACIONAIS Realização de missões internacionais visando benchmarking técnico e comercial das empresas e do Programa. A Abimci desenvolve iniciativas que visam o aumento do consumo per capita de produtos de madeira no Brasil, como a participação institucional do PSQ-PME em feiras e eventos ligados à cadeia da construção civil e da madeira.
3 OBJETIVOS Estimular a melhoria continua Dar garantias ao consumidor final Contribuir para o aumento da competitividade dos produtos brasileiros Possibilitar acesso a novos mercados Promover as empresas participantes Incentivar a fabricação de produtos que atendam às normas técnicas vigentes Agregar valor às marcas Garantir isonomia competitiva entre os fabricantes
4 CERTIFICAÇÃO Uma das ações de maior destaque dentro do PSQ-PME, que é reconhecido pelo Inmetro, é a certificação de produtos. As empresas certificadas podem disponibilizar ao mercado consumidor a garantia de produtos conformes. O processo de certificação consiste no atendimento às regras definidas pelo PE 267 (Procedimento Especifico de Certificação) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), que consiste na realização de auditorias do Sistema de Gestão da Qualidade da empresa e no cumprimento dos requisitos da norma técnica por meio da realização de ensaios. A Abimci é a entidade mantenedora do Programa e representante institucional das empresas que o integram. É a responsável pela interface com a ABNT, órgão certificador que audita o sistema de gestão da qualidade das empresas, e com o laboratório de ensaios IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), que executa os testes.
5 PESQUISA & DESENVOLVIMENTO Com o propósito de estimular as empresas participantes a investirem em inovação, pesquisa e desenvolvimento de produtos, o PSQ-PME promove ações como: Visitas a feiras internacionais para conhecer novas tecnologias e soluções para portas; Visitas ao laboratório de ensaios; Eventos da cadeia produtiva da porta; Reuniões técnicas entre os fabricantes e com associações representativas dos fornecedores da cadeia; Encontros com fornecedores. As empresas participantes do Programa também adotam como práticas: Valorização do capital humano; Realização de testes com novas matérias-primas; Desenvolvimento de fornecedores; Capacitação em temas voltados à sustentabilidade, produtividade, segurança, qualidade e normas.
6 NORMALIZAÇÃO Publicada em 2011, a NBR Portas de madeira para edificações foi desenvolvida através do Comitê Brasileiro da Madeira ABNT/CB-31, pela Comissão de Estudos de Portas de Madeira CE-12. Terminologia e simbologia PARTE 1 Define os termos adotados na classificação e nomenclatura de portas destinadas a edificações. NBR PARTE 2 Requisitos Especifica os requisitos para o perfil de desempenho e a respectiva classificação de portas de madeira para edificações de acordo com o nível de desempenho ocupação e uso. Esta parte da norma contempla também o recebimento dos produtos em condições mínimas de desempenho. PARTE 4 PARTE 3 Requisitos de desempenho adicionais Especifica os requisitos adicionais de desempenho (isolamento acústico, resistência ao fogo, isolamento as radiações, isolamento térmico, segurança anti-intrusão, acessibilidade e saída de emergência) e a respectiva classificação complementar de portas de madeira para edificações. Instalação e manutenção Estabelece condições mínimas adequadas de instalação e manutenção de tal forma a garantir o desempenho exigível de portas de madeira para edificações. Também define as atribuições de fabricantes, instalador, construtor, usuário e contratante. Publicadas Em estudo
7 COMO ESPECIFICAR PORTAS POR DESEMPENHO 1 NÍVEL DE DESEMPENHO: Durante a concepção do projeto deve ser definido o nível de desempenho da edificação ao longo da sua vida útil. De acordo com a norma de desempenho, os sistemas que compõem o edifício devem atender um dos níveis de desempenhos: mínimo, intermediário ou superior, devendo obrigatoriamente atender o nível de desempenho mínimo, o mesmo vale para as portas. Um aspecto importante são as condições de exposição a que a edificação está sujeita e que dependem dos agentes que atuarão sobre ela, podendo ser internos ou externos, e são relevantes para a manutenção dos níveis de desempenho esperados ao longo do tempo. a) Mínimo b) Intermediário c) Superior 2OCUPAÇÃO DA EDIFICAÇÃO: O nível de exigência do uso da porta muda conforme o tipo de edificação, que pode ser privada, coletiva ou pública. Para atender a este desempenho, deve-se considerar a quantidade de ciclos de abertura e fechamento da porta. A frequência de uso da porta, de acordo com sua ocupação, é classificada por tráfego moderado, regular e intenso. a) Privada (tráfego moderado) b) Coletiva (tráfego regular) c) Pública (tráfego intenso) 3 TIPO E USO DA PORTA: O tipo de uso da porta leva em consideração nível de desempenho e ocupação da edificação. Há vários tipos de porta, sendo os principais para uso residencial, corporativo, hotelaria, hospitalar, educacional e institucional. Requisitos Nível de desempenho da porta ABNT NBR Mínimo Intermediário Superior Ocupação Privada Coletiva Pública Tipo e uso Residencial Residencial (alto padrão) Corporativo Hotelaria Hospitalar Educacional Institucional Tráfego Moderado Regular Intenso Padrão dimensional da porta Leve Médio Médio Pesado Pesado Superpesado Padrão dimensional: Leve (de 6 a 10 kg/m²) Médio (acima de 10 a 20 kg/m²) Pesado (acima de 20 a 30 kg/m²) Superpesado (acima de 30 kg/m²)
8 4 LOCAL DE INSTALAÇÃO: Na fase do projeto, deve ser especificado pelo projetista o local de instalação das portas. No interior das ocupações as portas estão protegidas da ação do tempo e podem ser instaladas em locais secos ou molhados (lâmina de água uso normal, como banheiro com chuveiro) ou molháveis (respingos, como lavabo). Já a porta de uso exterior está sujeita as intempéries e podem estar abrigadas ou expostas. a) Interior - seco b) Interior - molhado ou molhável c) Exterior - abrigado ou exposto às intempéries 5 PERFIL DE DESEMPENHO DA PORTA: A norma de portas de madeira estabelece 5 perfis de desempenho conforme a localização de uso da porta, levando em conta o esforço e as situações às quais será submetida. As portas devem se enquadrar em um dos perfis de desempenho, considerado os critérios de cada perfil como mínimos para determinado uso especifico. Esses perfis são classificados como PIM, PIM RU, PEM, PEM RU ou PXM. a) PIM Porta interna de madeira b) PIM RU Porta interna de madeira resistente à umidade c) PEM Porta de entrada de madeira d) PEM RU Porta de entrada de madeira resistente à umidade e) PXM Porta externa de madeira D B B A A C LEGENDA A- Porta interna de madeira B- Porta interna de madeira resistente à umidade C- Porta de entrada de madeira D- Porta de entrada de madeira resistente à umidade
9 6 PADRÃO DIMENSIONAL DA PORTA: O padrão dimensional da porta considera medidas padronizadas das folhas da porta segundo sua massa. A norma estabelece 4 padrões que devem ser adequados de acordo com o uso e ocupação da porta, sendo leve, médio, pesado e superpesado. Ocupação x Perfil de desempenho da porta Privada Coletiva Pública PIM PIM PEM PIM RU PIM RU PEM RU PEM PEM PEM PEM RU PEM RU PEM RU Padrão dimensional: PXM PXM PXM Leve (de 6 a 10 kg/m²) Médio (acima de 10 a 20 kg/m²) Pesado (acima de 20 a 30 kg/m²) Superpesado (acima de 30 kg/m²) 7 DESEMPENHO ADICIONAL: Determinados projetos exigem performances adicionais, como a isolação acústica e resistência ao fogo. Para essas situações, a norma estabelece critérios que direcionam para que a porta atenda a esses requisitos. A porta com isolação sonora, possui 6 classes de desempenho correspondente ao valor do índice Rw. As portas resistentes ao fogo, para entrada de unidades autônomas, podem ser classificadas como PRF30 e PRF60 que correspondem ao tempo de resistência do fogo. Desempenho Adicional ABNT NBR Porta Isolante Acústica PIA Ocupação x Desempenho adicional da porta Privada Coletiva Pública PIA C1 Classe 1 (De 21 a 24 db) PIA C2 Classe 2 (De 25 a 28 db) PIA C3 Classe 3 (De 29 a 32 db) PIA C4 Classe 4 (De 33 a 36 db) PIA C5 Classe 5 (De 37 a 40 db) PIA C6 Classe 6 (Acima de 41 db) Porta Corta-Fogo - PRF (Entrada de unidades autônomas) PRF 30 (30 minutos) PRF 60 (60 minutos) PRF 30 (30 minutos) PRF 60 (60 minutos) PRF 30 (30 minutos) PRF 60 (60 minutos) 8 PADRÃO DE APARÊNCIA: Depois que todos os critérios que conduziram à escolha correta da porta para a aplicação desejada foram cumpridos, resta decidir o padrão estético a partir das diferentes opções de acabamento oferecidas pelo mercado. 9 QUALIFICAÇÃO DO FORNECEDOR: Com a definição da especificação do produto, o próximo passo é buscar no mercado um fornecedor que possua a qualificação e comprovação do desempenho da porta. Para as portas de madeira, deve ser solicitado ao fornecedor o Certificado de Conformidade do Produto ABNT NBR
10 EMPRESAS E PRODUTOS CERTIFICADOS No site do PSQ-PME é possível ter acesso à relação de empresas e produtos certificados, além de encontrar informações sobre todas as outras ações do Programa. PRODUTOS Quer ver todos os produtos certificados? Clique aqui. BUSCA Busque facilmente por empresas e produtos certificados. TABELA Quer um resumo com todas as empresas e produtos certificados? Baixe a tabela completa aqui. Acesse
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