EVOLUÇÃO DA COMPLEXIDADE EM GESTÃO
|
|
|
- Cármen Olivares Amarante
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 EVOLUÇÃO DA COMPLEXIDADE EM GESTÃO Custo Custo Custo Custo + Qualidade Custo Custo + Qualidade + Inovação Custo Custo + Qualidade + Inovação + Ambiental Custo Custo + Qualidade + Inovação + Ambiental + Saúde Saúde Ocupacional Custo Custo + Qualidade + Inovação + Ambiental + Saúde Saúde Ocupacional + Resp. Resp. social social 2
3 AMBIENTE DA SUSTENTABILIDADE PARA A EMPRESA TECNOLOGIAS DE PRODUTO, PROCESSO E GESTÃO REQUISITOS REGULATÓRIOS REQUERIMENTOS DE MERCADO FORNECEDORES EMPRESA MERCADO (CONSUMIDOR) CERTIFICAÇÃO CERTIFICAÇÃO SISTEMAS, PRODUTOS, PROCESSOS E PESSOAL METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE
4 REGULAMENTO TÉCNICO ATO NORMATIVO DE CARATER COMPULSÓRIO, EMANADO DE AUTORIDADE ESTATAL COM COMPETÊNCIA ESPECÍFICA PARA EDITÁ LO, QUE CONTÉM REGRAS LEGISLATIVAS, REGULATÓRIAS OU ADMINISTRATIVAS E QUE ESTATUI AS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS PARA UM PRODUTO. 4
5 NORMA TÉCNICA DOCUMENTO ESTABELECIDO POR CONSENSO E APROVADO POR UM ORGANISMO RECONHECIDO, QUE FORNECE, PARA USO COMUM E REPETITIVO, REGRAS, DIRETRIZES OU CARACTERÍSTICAS PARA ATIVIDADES OU SEUS RESULTADOS. 5
6 NORMA X REGULAMENTO
7 PRINCÍPIOS DA NORMALIZAÇÃO SIMPLIFICAÇÃO ATUALIZAÇÃO TRANSPARÊNCIA CONSENSO VOLUNTARIEDADE REPRESENTATIVIDADE PARIDADE
8 International Organization for Standardization Organização privada, sem fins de lucro, fundada em 1947 Federação Mundial cujos membros são ONN de 157 países 100 Membros Plenos 47 Correspondentes 10 Subscritores 112 países em desenvolvimento normas em vigor Um único ONN membro por país Atua em todos os campos, exceto nas áreas eletro eletrônica eletrônica (IEC) e telecomunicações (ITU)
9 ISO E O CONSUMIDOR
10 HISTÓRICO DO COPOLCO COPOLCO é o comitê responsável pelo estabelecimento e fomento de políticas voltadas para a defesa de interesse do consumidor no âmbito de atuação da ISO. Criado em 1978, com 60 membros participantes e 44 observadores, que representam 157 países Mantém m estreito relacionamento com o Consumers International (CI) e a Organização para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento (OECD).
11 OBJETIVOS COPOLCO Estudar meios para ajudar os consumidores a se beneficiarem com a normalização; Estudar meios de aumentar a participação dos consumidores na normalização nacional e internacional; Assessorar o Conselho da ISO sobre os pontos de vista dos consumidores em assuntos relevantes para os trabalhos em andamento e potenciais de normalização e avaliação da conformidade da ISO; Assessorar o Conselho da ISO sobre a necessidade de criar ou revisar políticas ou ações a da ISO no que se refere às s necessidades dos consumidores.
12 GRUPOS DE TRABALHO DO COPOLCO O comitê é subdividido em 9 grupos de trabalho: COPOLCO/WG1: Grupo do Presidente e outros Participantes COPOLCO/WG2: Prioridades do Ponto de Vista do Consumidor COPOLCO/WG3: Participação do Consumidor COPOLCO/WG4: Produtos Seguros COPOLCO/WG5: Proteção do Consumidor no Mercado Global COPOLCO/WG6: Grupos de Treinamento COPOLCO/WG7: Revisão do Guia ISO/IEC 37 (instruções para uso de produtos de interesse do consumidor) COPOLCO/WG8: Diretrizes em Normalização de Serviços COPOLCO/WG9: Grupo Prioritário de Pessoas Chaves
13 PUBLICAÇÕES DO COPOLCO Relatório de Política: ISO/IEC, Participação dos consumidores no trabalho de normalização Publicações Informativas: Por que os consumidores devem participar na preparação de normas e como se envolver Os consumidores e as normas, diretrizes e princípios pios para a participação dos consumidores no desenvolvimento de normas
14 PUBLICAÇÕES DO COPOLCO Guias: ISO/IEC GUIA 14 Informações de compra de bens e serviços endereçadas ao consumidor ISO/IEC GUIA 37 Instruções para uso de produtos de interesse do consumidor ISO/IEC GUIA 41 Embalagens Recomendações dirigidas aos consumidores ISO/IEC GUIA 74 Símbolos Gráficos Guia técnico t para consideração das necessidades do consumidor ISO/IEC GUIA 76 Normalização de Serviços Recomendações endereçadas às s necessidades do consumidor
15 TEMAS PRIORITÁRIOS RIOS Segurança Nanotecnologia Serviços Questões ambientais Responsabilidade Social Dispositivos Contraceptivos Segurança de brinquedos Segurança de alimentos Terceira idade e portadores de deficiência Mercado global Produtos de segunda mão Cosméticos Produtos relacionados à criança Segurança de produtos
16 PRÓXIMA REUNIÃO Interoperability: does it fit, will it work, and can standards help? h elp? Interoperabilidade: é conveniente, funcionará,, e como normas podem ajudar? Nova Déli, D Índia 25 a 29, Maio/2009
17 PLAYGROUND
18 TOMADAS
19 GARRAFÃO DE ÁGUA
20 FILTROS DE ÁGUA
21 ALIMENTOS
22 ELEVADORES
23 PNEUS
24 MANGUEIRA DE INCÊNDIO
25 ABNT Fundada em 1940 Privada, sem fins lucrativos e de utilidade pública Reconhecida pelo governo brasileiro como único Foro Nacional de Normalização Membro fundador da ISO, COPANT e AMN e membro da IEC desde a criação da ABNT Responsável pela gestão do processo de elaboração de Normas Brasileiras Signatária do código de boas práticas em normalização da OMC Certificadora de produtos, sistemas e serviços
26 COMITÊS TÉCNICOS (ABNT/CB, ABNT/ONS e ABNT/CEE) Órgãos de coordenação, planejamento e execução das atividades de normalização técnica relacionadas com seu âmbito de atuação, que devem compatibilizar os interesses dos produtores com os dos consumidores. A ABNT conta atualmente com 121 Comitês Técnicos.
27 COMITÊS TÉCNICOS T ABNT/CB 01 MINERAÇÃO E METALURGIA ABNT/CB 02 CONSTRUÇÃO CIVIL ABNT/CB 03 ELETRICIDADE ABNT/CB 04 MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS MECÂNICOS ABNT/CB 05 AUTOMOTIVO ABNT/CB 06 METROVIÁRIO ABNT/CB 07 NAVIOS, EMBARCAÇÕES E TECNOLOGIA MARÍTIMA ABNT/CB 08 AERONÂUTICA E ESPAÇO ABNT/CB 09 GASES COMBUSTÍVEIS ABNT/CB 10 QUÍMICA ABNT/CB 11 COURO, CALÇADOS E ARTEFATOS DE COURO ABNT/CB 12 AGRICULTURA E PECUÁRIA ABNT/CB 13 BEBIDAS ABNT/CB 14 INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO ABNT/CB 15 MOBILIÁRIO ABNT/CB 16 TRANSPORTES E TRÁFEGO ABNT/CB 17 TÊXTEIS E DO VESTUÁRIO ABNT/CB 18 CIMENTO, CONCRETO E AGREGADOS ABNT/CB 19 REFRATÁRIOS ABNT/CB 20 ENERGIA NUCLEAR 31/8/2008 ABNT/CIT
28 COMITÊS TÉCNICOS T ABNT/CB 21 COMPUTADORES E PROCESSAMENTO DE DADOS ABNT/CB 22 IMPERMEABILIZAÇÃO ABNT/CB 23 EMBALAGEM E ACONDICIONAMENTO ABNT/CB 24 SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO ABNT/CB 25 QUALIDADE ABNT/CB 26 ODONTO MÉDICO HOSPITALAR ABNT/CB 28 SIDERURGIA ABNT/CB 29 CELULOSE E PAPEL ABNT/CB 30 TECNOLOGIA ALIMENTAR ABNT/CB 31 MADEIRA ABNT/CB 32 EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL ABNT/CB 33 JOALHERIA, GEMAS, MET. PREC. E BIJOUTERIA ABNT/CB 35 ALUMÍNIO ABNT/CB 36 ANÁLISES CLÍNICAS E DIAGNÓSTICOS IN VITRO ABNT/CB 37 VIDROS PLANOS ABNT/CB 38 GESTÃO AMBIENTAL ABNT/CB 39 IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS ABNT/CB 40 ACESSIBILIDADE ABNT/CB41 Minérios de Ferro 31/8/2008 ABNT/CIT
29 COMITÊS TÉCNICOS T ABNT/CB 42 Soldagem ABNT/CB 43 Corrosão ABNT/CB 44 Cobre ABNT/CB 45 Pneus e Aros ABNT/CB 46 Áreas Limpas e Controladas ABNT/CB 47 Amianto Crisotila ABNT/CB 48 Máquinas Rodoviárias ABNT/CB 49 Óptica e Instrumentos Ópticos ABNT/CB 50 Materiais, Equipamentos e Estruturas de Off shore para a Indústria do Petróleo e Gás Natural ABNT/CB 52 Café ABNT/CB 53 Normalização em Metrologia ABNT/CB 54 Normalização em Turismo ABNT/CB 55 Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento ABNT/CB 56 Carne e do Leite ABNT/CB 57 Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos ABNT/CB 59 Fundição ABNT/ONS 27 Tecnologia Gráfica ABNT/ONS 34 Petróleo ABNT/ONS 51 Embalagem e Acondicionamento Plásticos ABNT/ONS 58 Ensaios não Destrutivos ABNT/CB 60 Ferramentas Manuais e de Usinagem
30 COMISSÃO DE ESTUDO NEUTRO (Universidade, Instituto de pesquisa, governo etc.) PRODUTOR CONSUMIDOR
31 DESENVOLVIMENTO DA NORMA BRASILEIRA PROGRAMA DE NORMALIZAÇÃO DEMANDA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE NORMA CONSULTA NACIONAL A ABNT faz a gestão deste processo ANÁLISE DO RESULTADO NORMA SIM OK NÃO
32 Associação Brasileira de Normas Técnicas Rua Minas Gerais 190 Higienópolis São Paulo SP Fone (11)
DA IEC DESDE A SUA CRIAÇÃO SIGNATÁRIO DO ACORDO TBT/WTO - CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS DE NORMALIZAÇÃO ASSOCIADOS
ABNT QUEM SOMOS FUNDADA EM 1940 PRIVADA, SEM FINS LUCRATIVOS RECONHECIDA PELO GOVERNO COMO ÚNICO FORO DE NORMALIZAÇÃO NO BRASIL - RESOLUÇÃO Nº7 DO CONMETRO DE 24/08/1992 MEMBRO FUNDADOR DA ISO, COPANT
ALBERT EINSTEIN INSTITUTO ISRAELITA DE ENSINO E PESQUISA CENTRO DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE ABRAM SZAJMAN
ALBERT EINSTEIN INSTITUTO ISRAELITA DE ENSINO E PESQUISA CENTRO DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE ABRAM SZAJMAN CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA CLÍNICA DISCIPLINA: GESTÃO DE TECNOLOGIAS MÉDICAS TEMA:REGULAÇÃO
ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas. Entidade privada, sem fins lucrativos, de utilidade pública, fundada em 1940
www.abnt.org.br 1 Quem é a ABNT? ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas Entidade privada, sem fins lucrativos, de utilidade pública, fundada em 1940 Fórum Nacional de Normalização único Membro fundador
Signatária do código de boas práticas em normalização da OMC Certificadora de produtos, serviços, sistemas e pessoas
1 2 Entidade privada, sem fins lucrativos, de utilidade pública, fundada em 1940 Oficialmente reconhecida pelo governo brasileiro como único foro nacional de normalização (Resolução nº 07 do CONMETRO,
ABNT/CB-02 Comitê Brasileiro da Construção Civil. Paulo Eduardo Fonseca de Campos Superintendente Professor Doutor da Universidade de São Paulo (USP)
ABNT/CB-02 Comitê Brasileiro da Construção Civil Paulo Eduardo Fonseca de Campos Superintendente Professor Doutor da Universidade de São Paulo (USP) Entidade privada, sem fins lucrativos, de utilidade
Indústria da Construção Civil: Introdução Parte II
Indústria da Construção Civil: Introdução Parte II Grupo de Materiais de Construção 1 Especialistas Engenheiro Residente Engenheiro de Estruturas Engenheiro de Fundações Engenheiro de Instalações Arquiteto
ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT. Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Sinmetro)
ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas Denise Peixoto de Araújo ABNT T Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Sinmetro) O que é Normalização? Normas x Regulamentos
ABNT/CB-002 ABNT/CB-002
ABNT/CB-002 Comitê Brasileiro da Construção Civil ABNT NBR 15575 Norma de Desempenho de Edificação Quem é a ABNT? Entidade privada, de utilidade pública, fundada em 1940 Oficialmente reconhecida pelo governo
Palestra sobre Segurança em Piscinas
Palestra sobre Segurança em Piscinas Clube de Engenharia/RJ 25.09.2017 GERÊNCIA DO PROCESSO DE NORMALIZAÇÃO PROCESSO DE NORMALIZAÇÃO SOBRE A ABNT Fundada em 1940 Entidade privada, sem fins lucrativos,
Qualidade Ambiental ABNT. PROGRAMA ABNT DE ROTULAGEM AMBIENTAL - O Rótulo Colibri. Guy Ladvocat
Qualidade Ambiental ABNT PROGRAMA ABNT DE ROTULAGEM AMBIENTAL - O Rótulo Colibri Guy Ladvocat ABNT Fundação em 1940; Entidade privada, sem fins lucrativos e considerada de utilidade pública; Único fórum
Normalização Técnica Brasileira Acústica - Processo, tendências e perspectivas. Krisdany Cavalcante
Normalização Técnica Brasileira Acústica - Processo, tendências e perspectivas Krisdany Cavalcante Normalização Técnica ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas Entidade privada, sem fins lucrativos,
Unidade II ADMNISTRAÇÃO INTEGRADA. Prof. Flavio Martin
Unidade II ADMNISTRAÇÃO INTEGRADA Prof. Flavio Martin Objetivos da unidade Importância da adoção de mecanismos de padronização. Conhecimento das normas dos sistemas de gestão. família ISO 9000 família
Workshop: ESTRATÉGIAS PARA A NORMALIZAÇÃO. Fiesp
Workshop: ESTRATÉGIAS PARA A NORMALIZAÇÃO Fiesp São Paulo 23 de Fevereiro de 2015 ABNT ISO OMC/TBT Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT Fundada em 1940 Associação privada, sem fins lucrativos
EDITAL Nº. 10:2011. Período de 01 de Outubro de 2011 a 31 de Outubro de 2011
EDITAL Nº. 10:2011 Período de 01 de Outubro de 2011 a 31 de Outubro de 2011 PROJETOS DE NORMA BRASILEIRA Os Projetos de Norma da ABNT podem ser visualizados e impressos pelo site www.abnt.org.br/consultanacional
AGOSTO 2017 ABNT/CB-002
AGOSTO 2017 ABNT/CB-002 Salvador Benevides ABNT NBR 15575 Norma de Desempenho de Edificação Normalização - Princípios gerais ATUALI- ZAÇÃO OU CRIAÇÃO PARIDADE SIMPLIFICA- ÇÃO CONSENSO TÉCNICO REPRESENTA
NORMALIZAÇÃO OPORTUNIDADES E DESAFIOS. Eng. Fernando Matos Gerente da Qualidade Instituto Aço Brasil
NORMALIZAÇÃO OPORTUNIDADES E DESAFIOS Eng. Fernando Matos Gerente da Qualidade Instituto Aço Brasil Sumário Princípios e objetivos da Normalização Objetivos e estrutura do CB-28 Conceitos / terminologia
Sistema Nacional de Metrologia
Sistema Nacional de Metrologia Devido a necessidade de se criar uma infraestrutura de serviços tecnológicos para atender às necessidades da indústria, do governo e do consumidor, em 11 de dezembro de 1973
EDITAL Nº. 12:2013. Período de 01 de dezembro de 2013 a 31 de dezembro de 2013 PROJETOS DE NORMA BRASILEIRA
EDITAL Nº. 12:2013 Período de 01 de dezembro de 2013 a 31 de dezembro de 2013 PROJETOS DE NORMA BRASILEIRA Os Projetos de Norma da ABNT podem ser visualizados e impressos pelo site www.abnt.org.br/consultanacional
Normalização ambiental para produtos eletroeletrônicos
Normalização ambiental para produtos eletroeletrônicos Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer CTI Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação MCTI Campinas SP - Brasil Normalização e sustentabilidade
EDITAL Nº. 09:2012. Período de 01 de Setembro de 2012 a 30 de Setembro de 2012 PROJETOS DE NORMA BRASILEIRA
EDITAL Nº. 09:2012 Período de 01 de Setembro de 2012 a 30 de Setembro de 2012 PROJETOS DE NORMA BRASILEIRA Os Projetos de Norma da ABNT podem ser visualizados e impressos pelo site www.abnt.org.br/consultanacional
Normalização e controle da qualidade dos materiais e componentes das construções MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO 1
Normalização e controle da qualidade dos materiais e componentes das construções NORMA Documento técnico que descreve Objetivamente um PADRÃO TÉCNICO aceito pela sociedade. Estabelecido por consenso e
Edital nº 04:2015. Período de 01 de abril a 30 de abril de 2015 PROJETOS DE NORMA BRASILEIRA
Edital nº 04:2015 Período de 01 de abril a 30 de abril de 2015 PROJETOS DE NORMA BRASILEIRA Os Projetos de Norma da ABNT podem ser visualizados e impressos pelo site http://www.abntonline.com.br/consultanacional/
PROCEDIMENTOS INTERNOS DOCUMENTO TÉCNICO ABNT TERMINOLOGIA
1/10 Histórico das revisões Edição Descrição Cancela e substitui a IA (NI) 07.20., de 03.03.1993. Responsabilidades Nome/Unidade Organizacional Assinatura Data Elaboração Gerência de Planejamento e Projetos
RELAÇÃO DE CURSOS SUPERIORES DA ÁREA TECNOLÓGICA DO SISTEMA CONFEA-CREA
APÊNDICE I RELAÇÃO DE CURSOS SUPERIORES DA ÁREA TECNOLÓGICA DO SISTEMA CONFEA-CREA Agrimensor Engenheiro Aeronáutico Engenheiro Agrícola Engenheiro Agrimensor Engenheiro Agrônomo Engenheiro Ambiental Engenheiro
Coeficientes de Exportação e Importação
Coeficientes de Exportação e Importação Divulgação dos Resultados da Indústria Geral e Setorial 1º Trimestre de 2011 Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior Maio de 2011 Objetivos Calcular
Produção Física - Subsetores Industriais Variação % em Relação ao Mesmo Mês do Ano Anterior
Abate e fabricação de produtos de carne -3,7 4,3-3,7-7,1-3,8 0,5 2,0-0,9 4,9-11,8 2,4 5,0 Abate de reses, exceto suínos 0,1 1,1-9,2-9,2-10,0-7,3-6,0-4,3 4,9-19,6-1,8 6,9 Abate de suínos, aves e outros
R$ ,50 R$ ,00 R$ ,50 19/08/ /08/ /2015 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DO ARROZ
Categoria do Convênio: Projeto Setorial - PS Objetivo: Promover as exportações e a internacionalização de empresas brasileiras 33-08/2015 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DO ARROZ R$ 1.991.957,50 R$
Atualização: 14/02/17 Comunicado: 012/17 Homologação: - Versão: 15/05/17
Atualização: 14/02/17 Comunicado: 012/17 Homologação: - Versão: 15/05/17 Índice 1 Atualizações... 3 2 Receber Arquivos... 4 3.1 DQUANTCOTISTAS_FIDC... 4 3.2 DQUANTCOTISTAS_FIP... 8 2 1 Atualizações Atualizado
Coeficientes de Exportação e Importação
Coeficientes de Exportação e Importação Resultados de 2011 Roberto Giannetti da Fonseca Diretor Titular São Paulo, 07 de fevereiro de 2012 Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior -
Índice de Preços ao Produtor
Diretoria de Pesquisas COIND Índice de Preços ao Produtor Indústrias Extrativas e de Transformação Indústrias Extrativas e de Transformação Resultados Novembro de 2016 Principais Indicadores Indústria
IGP-M registra variação de 0,51% em março
Segundo Decêndio Março de 2014 IGP-M registra variação de 0,51% em março O Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M) variou 0,51%, em março. Em fevereiro, o índice variou 1,29%. Em março de 2015, a variação
IGP-M registra variação de 0,33% em abril
Segundo Decêndio Março de 2014 IGP-M registra variação de 0,33% em abril O Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M) variou 0,33%, em abril. Em março, o índice variou 0,51%. Em abril de 2015, a variação foi
FORMAÇÃO SOBRE NORMAS E A NORMALIZAÇÃO
FORMAÇÃO SOBRE NORMAS E A NORMALIZAÇÃO PROFESSORES outubro 2017 1 ENSINO DAS NORMAS E DA NORMALIZAÇÃO NAS ESCOLAS INSTITUTO PORTUGUÊS DA QUALIDADE METROLOGIA Científica (Fundamental) Aplicada Legal QUALIFICAÇÃO
Normalização no Mercosul
Normalização no Mercosul Eng. Fabián Yaksic Presidente do CBAC Secretário do CSM 01 Eletricidade da AMN Associação Mercosul de Normalização Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica Organismos
CONVENÇÃO NACIONAL DA LABRE SEMINÁRIO DE GESTÃO E DEFESA ESPECTRAL. Estrutura técnica normativa para a promoção da Compatibilidade Eletromagnética
CONVENÇÃO NACIONAL DA LABRE SEMINÁRIO DE GESTÃO E DEFESA ESPECTRAL Estrutura técnica normativa para a promoção da Compatibilidade Eletromagnética Victor Vellano Neto 17/10/2014 Fontes Naturais Sistemas
IGP-DI registra variação de 0,79% em fevereiro
Segundo Decêndio Março de 2014 Segundo Decêndio Março de 2014 IGP-DI registra variação de 0,79% em fevereiro O Índice Geral de Preços Disponibilidade Interna (IGP-DI) variou 0,79%, em fevereiro. A variação
Índice de Preços ao Produtor
Diretoria de Pesquisas COIND Índice de Preços ao Produtor Indústrias Extrativas e de Transformação Indústrias Extrativas e de Transformação Resultados Fevereiro de 2017 Principais Indicadores Indústria
CAPÍTULO 1 NORMALIZAÇÃO TÉCNICA
CAPÍTULO 1 NORMALIZAÇÃO TÉCNICA 1. INTRODUÇÃO E HISTÓRICO RESUMIDO Passado: - mão de obra barata - Abundância de matérias-primas Atualidade: - Modernização - Competitividade - Qualidade - Produtividade
O SENAI-SP é a maior instituição de educação profissional e tecnológica da América Latina
abril de 2016 O SENAI-SP é a maior instituição de educação profissional e tecnológica da América Latina MISSÃO Promover a educação profissional e tecnológica, a inovação e a transferência de tecnologias
RAD1504-Gestão da Qualidade. Modelos Normatizados: ISO 9000; ISO Profa. Dra. Márcia Mazzeo Grande Prof. Dr.
RAD1504-Gestão da Qualidade Modelos Normatizados: ISO 9000; ISO 14000 Profa. Dra. Márcia Mazzeo Grande Prof. Dr. Erasmo José Gomes Econômica Modelo de negócio sustentável Social Ambiental Triple Bottom
O PAPEL DA CT 37 INDÚSTRIA DE ALIMENTOS PARA ANIMAIS. Ilídia Felgueiras. 27 de junho de 2017
O PAPEL DA CT 37 INDÚSTRIA DE ALIMENTOS PARA ANIMAIS Ilídia Felgueiras 27 de junho de 2017 Comissão Técnica de Normalização CT 37-Alimentos para animais PRINCIPAIS ATIVIDADES Elaboração de documentos normativos
O papel do INMETRO e os Requisitos de Avaliação da Conformidade para a Produção Integrada Agropecuária PI Brasil
O papel do INMETRO e os Requisitos de Avaliação da Conformidade para a Produção Integrada Agropecuária PI Brasil Aline Cristine Garcia de Oliveira Pesquisadora-Tecnologista do Inmetro Agenda Sobre o Inmetro
Instituto SENAI de Tecnologia Ambiental
Instituto SENAI de Tecnologia Ambiental Programa SENAI + Competitividade LOCALIZAÇÃO DOS INSTITUTOS SENAI DE TECNOLOGIA (62) DF - Construção AC - Madeira e Mobiliário MT Bio-energia MT - Alimentos e Bebidas
