Aula 1 Elder André Zuin

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Aula 1 Elder André Zuin"

Transcrição

1 Desperdício: O Custo da Não Qualidade Aula 1 Elder André Zuin

2 Objetivos Identificar a importância da Qualidade nas organizações; Apresentar a relação entre desperdício e custo. 2

3 Introdução ao Custo da Qualidade Os primeiros relatos sobre custos da qualidade foram realizados em 1951, por Joseph Moses Juran, que comparava esses custos como sendo o ouro da mina. Nos anos 50, os custos da qualidade eram associados às inspeções e testes e também eram parte integrante das operações produtivas. 3

4 Introdução ao Custo da Qualidade Nesta época: Os gastos e desperdícios relacionados com a qualidade eram bem maiores do que os reportados. Em alguns casos, correspondia de 20 a 40% do total de vendas; As áreas de suporte eram as que mais contribuíam com essas perdas; Muitos desperdícios eram considerados normais e tolerados por normas e procedimentos; 4 Não existia uma responsabilidade clara a respeito de quem deveria tomar as medidas ou desencadear as ações necessárias para reduzir esses gastos e desperdícios.

5 Introdução ao Custo da Qualidade Em 1963, o departamento de defesa americano publicou a MIL-Q-9858A (procedimento do programa da qualidade), cujos custos relacionados à qualidade eram uma obrigação para muitos contratos do Governo dos Estados Unidos. Recentemente, com a popularização das normas ISO 9000, os custos da qualidade continuam sendo considerados como uma importante ferramenta de melhoria e medição de gerenciamento da qualidade. 5

6 Introdução ao Custo da Qualidade Custo da Qualidade Custo Indireto Custo Operacional Custo de Investimento Custo de Prevenção Custo de Avaliação Custo das falhas internas Custo das falhas externas 6

7 Introdução ao Custo da Qualidade Custo da Qualidade Custo Indireto Custo Operacional Custo de Investimento Custo de Prevenção Custo de Avaliação Custo das falhas internas Custo das falhas externas 7

8 Definição de Custo da Qualidade É o custo associado a obtenção e manutenção da qualidade em uma organização, tanto em manufatura como em serviços. Custos da qualidade são aqueles que não deveriam existir se o produto saísse perfeito da primeira vez Juran Associação com desperdícios! 8

9 Definição de Custo Operacional Custo da Qualidade Custo Indireto Custo Operacional Custo de Investimento Custo de Prevenção Custo de Avaliação Custo das falhas internas Custo das falhas externas 9

10 Definição de Custo Operacional Quantia despendida para a obtenção de produtos e/ou serviços com um determinado nível de qualidade. Somatório de custos de prevenção de falhas, erros, defeitos e não conformidades, avaliação da qualidade, falhas internas e externas. 10

11 Definição de Custo das Falhas Internas Custo da Qualidade Custo Indireto Custo Operacional Custo de Investimento Custo de Prevenção Custo de Avaliação Custo das falhas internas Custo das falhas externas 11

12 Definição de Custo das Falhas Internas Somatório dos custos decorrentes de produtos/serviços que não atendam as especificações da qualidade mesmo antes da entrega. Quanto mais cedo os erros forem detectados, menores serão os custos envolvidos para corrigi-los. 12

13 Definição de Custo das Falhas Internas Exemplos Refugos; Paradas; Re-ensaios; Retrabalhos; Re-inspeção; Outros. 13

14 Definição de Desperdício A definição de desperdício não tem mudado desde Henry Ford. Qualquer entrada desnecessária ou qualquer saída indesejável em um sistema e, especificamente, no processo fabril, é desperdício. Assim, desperdício é todo e qualquer recurso que se gasta na execução de um produto ou serviço além do estritamente necessário. 14

15 Definição de Desperdício É qualquer coisa que não adiciona valor ao produto final ou não contribui para sua transformação. É tudo aquilo que faz o fluxo contínuo de produtos parar e, portanto, é uma das causas para a não competitividade. Eliminar desperdícios significa analisar todas as atividades realizadas na fábrica e eliminar aquelas que não agregam valor à produção. 15

16 Definição de Desperdício Portanto: Desperdício somente adiciona tempo e custo, não valor! 16

17 Definição de Desperdício Outras definições: Desperdício é o ato ou efeito de gastar sem proveito; esbanjamento, desbaratamento, desbarato, desbarate. Dicionário Aurélio 17 Desperdício é qualquer quantidade maior que o mínimo necessário de equipamentos, materiais, componentes, espaço e tempo de trabalho essencial para agregar valor ao produto. Shoichiro Toyoda Presidente de honra da Toyota

18 A Toyota identificou sete grandes tipos de desperdícios sem agregação de valor em processos administrativos ou produtivos: 1. Super produção Produzir mais e/ou mais cedo que o necessário. 2. Movimento desnecessário Qualquer movimentação de pessoas ou máquinas que não agrega valor ao produto ou serviço. 18

19 3. Processamento Esforços/passos desnecessários que não agregam valor ao produto ou serviço. 4. Excesso de estoque Qualquer produto armazenado além da quantidade requerida pelo cliente Espera Tempo ocioso entre operações durante uma produção, quando duas etapas são dependentes e as atividades não estão sincronizadas.

20 6. Transporte de Material Qualquer movimentação de material que não suporta diretamente o sincronismo do sistema. 7. Correção Refugo, retrabalho ou seleção de um produto ou serviço. 20

21 1. Super produção Causas Planejamento deficiente; Produção desnecessária: comunicação deficiente; Processos não eficientes; Longos tempos de preparação e ciclos dos processos; Otimização local (interesses de um departamento); Insuficiente confiabilidade dos equipamentos; Uso inadequado de automação; Falta de nivelamento de produção; Pensamento em todo caso... 21

22 1. Super produção continuação Sintomas Estoques excessivos; Sistema de produção empurrado; Alto índice de refugo/retrabalho; Equipamentos extras; Áreas extras de armazenamento; Força de trabalho extra. 22

23 1. Super produção continuação Técnicas para eliminar Produção em lotes pequenos (fluxo de 1 peça); Sistema de produção puxado; Nivelamento de produção. 23

24 1. Super produção continuação Exemplos a) As peças que foram produzidas para antecipar uma encomenda futura, acabam por ser descartadas devido a alterações na configuração do produto. b) As peças armazenadas para atender futuras encomendas ocupam espaço de armazenamento valioso, tem de ser controladas à entrada e à saída do armazenamento, e correm o risco de sofrer danos, tendo posteriormente de ser reparadas ou descartadas. 24

25 2. Movimento Desnecessário Causas Equipamento e layout da planta / escritório com falhas; Falta de organização do local de trabalho; Método de trabalho inconsistente; Projeto ergonômico deficiente; Falta de controle visual. 25

26 2. Movimento Desnecessário continuação Sintomas Inclinação / esforço de alcance excessivo; Caminhada excessiva; Facilidades do posto de trabalho inadequadas; Procura por ferramentas; Máquinas / material muito distantes; Movimentos extras enquanto espera. 26

27 2. Movimento Desnecessário continuação Técnicas para eliminar Melhorar o projeto do posto de trabalho; Aproximar equipamentos e implementar o tamanho de lote reduzido; Designar e demarcar área de estoque ao lado da linha. 27

28 2. Movimento Desnecessário continuação Exemplos a) Operários que tem de se deslocar repetidamente ao almoxarifado de ferramentas para encontrarem a ferramenta adequada. b) Operários que perdem tempo ao terem de se deslocar entre postos de trabalho muito afastados. 28

29 3. Processamento Causas Equipamento e layout da planta / escritório com falhas; Falta de organização do local de trabalho; Método de trabalho inconsistente; Projeto ergonômico deficiente; Falta de controle visual. 29

30 3. Processamento continuação Sintomas Material superdimensionado; Especificações de processo superdimensionadas; Equipamento superdimensionado ou obsoleto; Cópias extras / informações excessivas; Usinando o ar; Tempo de processamento elevado. 30

31 3. Processamento continuação Técnicas para eliminar Comparar a situação atual com o requerido pelo cliente; Melhoria contínua no processo. 31

32 3. Processamento continuação Exemplos a) O tempo gasto na produção de um produto com características irrelevantes para um cliente, ou pelas quais o cliente não está disposto a pagar mais. b) A execução de tarefas que possam ser incorporadas em outros processos. 32

33 4. Excesso de Estoque Causas Longos tempos de preparação e ciclos dos processos; Processo não confiável; Fornecedor não confiável; Processos de produção desajustados; Produção não nivelada; Baixa disponibilidade operacional. 33

34 4. Excesso de Estoque continuação Sintomas Área de estoque intermediário e final; Grandes pulmões entre operações; Espaço extra na área de recebimento; Alto índice de retrabalho e refugo. 34

35 4. Excesso de Estoque continuação Técnicas para eliminar Produção em pequenos lotes; Nivelamento de produção; Reduzir o índice de retrabalhos e refugos; Utilizar o kanban. 35

36 4. Excesso de Estoque continuação Exemplos a) A compra de grandes lotes de matérias-primas que necessitam de armazenamento durante semanas ou meses. b) Produtos químicos que perdem a validade ainda no almoxarifado. 36

37 5. Espera Causas Carga de trabalho desbalanceada; Falta de equipamento / materiais adequados; Manutenção deficiente do equipamento; Tempo de preparação excessivo; Métodos de trabalho mal documentados e não padronizados; Paradas não programadas. 37

38 5. Espera continuação Sintomas Operador esperando pela máquina; Operador esperando pelo material; Máquina esperando peça; Máquina esperando pelo operador; Um operador esperando por outro operador; Operações desbalanceadas. 38

39 5. Espera continuação Técnicas para eliminar Balanceamento da distribuição de trabalho; Treinamento / rodízio de operadores; Sistema puxado de produção; Manutenção preventiva das máquinas. 39

40 5. Espera continuação Exemplos a) Um operador chega ao seu local de trabalho, mas precisa aguardar que outro operador finalize a sua tarefa e libere o equipamento. b) Uma peça do equipamento encontra-se danificada, e o operador precisa aguardar a chegada da equipe de manutenção para repará-la ou trocá-la. 40

41 6. Transporte de Material Causas Programação desnivelada; Múltiplos locais de estoque; Layout inadequado; Falta de organização no posto de trabalho; Falta de rastreabilidade; Excesso de inventário; Inspeções redundantes. 41

42 6. Transporte de Material continuação Sintomas Falta de sistema puxado de produção; Lotes grandes; Empilhadeiras extras; Áreas de armazenamentos extras; Perda de espaço. 42

43 6. Transporte de Material continuação Técnicas para eliminar Rotas pré-determinadas; Embalagens intermediárias menores; Sistema puxado de produção; Melhorar layout da fábrica; Reduzir o fluxograma do processo. 43

44 6. Transporte de Material continuação Exemplos a) Lotes de produção que são direcionados para a área de inspeção final do produto. b) Lotes completos que precisam ser enviados ao outro extremo da fábrica para atender o processo seguinte. 44

45 7. Correção Causas Fraco controle do processo; Material de fornecedores com defeito; Formação / treinamento deficiente dos colaboradores; Disposição inadequada, gerando movimentação desnecessária; Ferramentas / equipamentos inadequados. 45

46 7. Correção continuação Sintomas Existência de produto que necessita ser retrabalhado ou descartado; Tempo gasto na seleção de produtos com defeito; Alto índice de devolução de produtos; Áreas de refugo, retrabalho e seleção. 46

47 7. Correção continuação Técnicas para eliminar Melhoria na cadeia de fornecedores; Utilização de dispositivos à prova de erros; Redução da variação do processo; Implementação de controles preventivos no processo. 47

48 7. Correção continuação Exemplos a) Custos envolvidos na devolução de um produto ou cancelamento de um serviço. b) Tempo de funcionários gasto com a seleção de produtos com defeito. 48

49 Comentários Segundo Philip Crosby, a estimativa de desperdícios nas empresas industriais, em média, corresponde a 20% das vendas, enquanto nas prestadoras de serviços chega a alcançar 40% dos gastos operacionais. O custo da não conformidade é incorporado ao custo total da produção e, muitas vezes, entendido como normal parte do processo produtivo. 49

50 Conclusões Nos processos de produção, em geral, há vários tipos de desperdícios; Os desperdícios impactam negativamente nos resultados das organizações; Muitas vezes, os desperdícios são ignorados ou negligenciados pelos gestores dos processos; Um processo de produção enxuta reduz os custos de produção e, consequentemente, eleva a competitividade da empresa. 50

51 Referências Bibliográficas LEAL, M.; KOBAIASHI, F. M. Sessão 1 - Introdução. Piracicaba: Delphi Automotive Systems do Brasil, p. Apostila para treinamento e formação de green belt. NETTO, A. Custos da Qualidade. São Paulo: PECE - Universidade de São Paulo, p. Apostila da disciplina Técnicas Avançadas para a Qualidade Total. 51

52 Dados sobre o autor Elder André Zuin Formado em Engenharia Mecânica pela Escola de Engenharia Mauá (1998) e MBA em Engenharia da Qualidade pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (2009). Master Black Belt Seis Sigma pela Setec (2015). 52 Mais de uma década dedicada às áreas de qualidade e manufatura e. Grande parte deste processo vivido em indústrias automotivas, tais como: ZF, Melling, Ifer, entre outras. Expertise em desenvolvimento de novos produtos e processos em conjunto com a aplicação de ferramentas avançadas da qualidade, como CEP, MSA, FMEA, APQP e PPAP, maximizando o sucesso no lançamento. Professor universitário do curso de Engenharia de Produção na Universidade de Santo Amaro e do curso de Administração na Fundação Santo André.

53 Contatos (11) (11)

Clovis Alvarenga-Netto

Clovis Alvarenga-Netto Escola Politécnica da USP Departamento de Engenharia de Produção Materiais e processos de produção IV Maio/2009 Prof. Clovis Alvarenga Netto Aula 10 Planejamento, programação e controle da produção e estoques

Leia mais

7 DESPERDÍCIOS DA TOYOTA

7 DESPERDÍCIOS DA TOYOTA 7 DESPERDÍCIOS DA TOYOTA 7 DESPERDÍCIOS 1 WWW.VALUESTREAM.PT VSTREAM.WORDPRESS.COM EXCESSO DE PRODUÇÃO Produzir quantidades que o cliente não pediu e/ou antes de serem precisas Grandes quantidades são

Leia mais

Produção Enxuta SUMÁRIO 20/10/ Apresentação do professor; 2. Bibliografia; 3. Método de trabalho; 4. Introdução à Produção Enxuta;

Produção Enxuta SUMÁRIO 20/10/ Apresentação do professor; 2. Bibliografia; 3. Método de trabalho; 4. Introdução à Produção Enxuta; Produção Enxuta Prof. MSc. Hugo J. Ribeiro Junior Engenharia de Produção - 8º período Setembro de 2010 SUMÁRIO 1. Apresentação do professor; 2. Bibliografia; 3. Método de trabalho; 4. Introdução à Produção

Leia mais

APQP. Advanced Product Quality Planning. Fundamentos do APQP. Objetivos do APQP 16/11/2008. Organização do Desenvolvimento de Produto

APQP. Advanced Product Quality Planning. Fundamentos do APQP. Objetivos do APQP 16/11/2008. Organização do Desenvolvimento de Produto APQP Advanced Product Quality Planning (Planejamento Avançado da Qualidade do Produto) Fundamentos do APQP Organização do Desenvolvimento de Produto Comunicação Interativa Treinamento Objetivos do APQP

Leia mais

O aumento da produtividade com o uso do Value Stream Mapping

O aumento da produtividade com o uso do Value Stream Mapping O aumento da produtividade com o uso do Value Stream Mapping Por Rodrigo Valillo Pensar Lean pode significar um aumento da capacidade produtiva, fazendo com que a necessidade de se investir em novos equipamentos

Leia mais

Manutenção Produtiva Total - A Bíblia do TPM Plano de Aula - 36 Aulas (Aulas de 1 Hora).

Manutenção Produtiva Total - A Bíblia do TPM Plano de Aula - 36 Aulas (Aulas de 1 Hora). 5453 - Manutenção Produtiva Total - A Bíblia do TPM Plano de Aula - 36 Aulas (Aulas de 1 Hora). Aula 1 Capítulo 1 - Fundamentos do TPM 1. Origem...26 2. Conceitos...28 3. Etapas de Implantação... 31 4.

Leia mais

OEE como ferramenta de melhoria da eficiência de equipamentos e processos industriais

OEE como ferramenta de melhoria da eficiência de equipamentos e processos industriais Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Engenharia de Manutenção - Turma nº 04 28 de janeiro 2017 OEE como ferramenta de melhoria da eficiência de equipamentos e processos industriais Túlio da

Leia mais

Sistema de Produção Lean Gestão da Produção

Sistema de Produção Lean Gestão da Produção UDESC/DEPS Sistema de Produção Lean Gestão da Produção Prof. Silene Seibel, Dra. [email protected] Obje6vos da Disciplina Cap 1: Compreender como a redução do lead+me impacta na lucra6vidade da empresa.

Leia mais

PME 3463 Introdução à Qualidade - T4. Produção Enxuta Grupo - 04

PME 3463 Introdução à Qualidade - T4. Produção Enxuta Grupo - 04 Introdução à Qualidade - T4 Produção Enxuta Grupo - 04 Roteiro da Apresentação 1. Definição 2. Fundamentos 3. Mapeamento da Cadeia de Valor 4. Heijunka 5. KanBan 6. Poka-Yoke 7. Evento Kaizen 8. Gestão

Leia mais

Roteiro. Definição de conceitos Ferramentas presentes Aplicação do método Seis Sigma, uma comparação Produção enxuta

Roteiro. Definição de conceitos Ferramentas presentes Aplicação do método Seis Sigma, uma comparação Produção enxuta PRODUÇÃO ENXUTA PME3463 - Engenharia da Qualidade Grupo T2G4 Andre Ferreira Jesus Emanuel (11-979677200 / [email protected]) Lucas Ruffenach Vinicius Madarazzo Roteiro Definição de conceitos Ferramentas

Leia mais

MANUAL DO FORNECEDOR

MANUAL DO FORNECEDOR MANUAL DO FORNECEDOR Requisitos e diretrizes para o sistema de gestão Elaborado Camila Amaro dos Santos Gerente de Compras Aprovado Tiago Ricciardi de Oliveira Diretor Industrial Revisão 02 01/08/2018

Leia mais

JUST IN TIME. O JIT visa atender a demanda instantantaneamente, com qualidade perfeita e sem desperdícios. SLACK. AJPaglia 1 GS&L

JUST IN TIME. O JIT visa atender a demanda instantantaneamente, com qualidade perfeita e sem desperdícios. SLACK. AJPaglia 1 GS&L O JIT visa atender a demanda instantantaneamente, com qualidade perfeita e sem desperdícios. 1 O just in time é uma abordagem disciplinada, que visa aprimorar a produtividade global e eliminar os desperdícios.

Leia mais

Políticas de Qualidade em TI

Políticas de Qualidade em TI Políticas de Qualidade em TI Aula 01 - Conceitos Iniciais Prof. www.edilms.eti.br [email protected] Agenda História. Definindo a qualidade, Qualidade Total. Os pilares da qualidade de software. Custos da

Leia mais

Pergunta importante:

Pergunta importante: Conceitos e visões sobre os custos da Qualidade PPGEP / UFRGS ENGENHARIA DE PRODUÇÃO A qualidade é custo ou investimento? Pergunta importante: O custo da qualidade da sua organização está revertendo em

Leia mais

PROGRAMAS DE GESTÃO EMPRESARIAL JIT JUST-IN-TIME PROCESSOS OPERACIONAIS.

PROGRAMAS DE GESTÃO EMPRESARIAL JIT JUST-IN-TIME PROCESSOS OPERACIONAIS. PROCESSOS OPERACIONAIS JIT JUST-IN-TIME O sistema Just in time, denominado JIT, foi desenvolvido no início da década de 50 na Toyota Motors Company, no Japão, como método para aumentar a produtividade,

Leia mais

Perdas, Produção Mais Limpa e Racionalização

Perdas, Produção Mais Limpa e Racionalização Universidade Federal da Bahia Escola Politécnica Mestrado em Engenharia Ambiental Urbana Perdas, Produção Mais Limpa e Racionalização Prof. Dayana Bastos Costa Conteúdo Programático Perdas na Construção

Leia mais

04 Parte III - Planejamento e Controle

04 Parte III - Planejamento e Controle 04 Parte III - Planejamento e Controle Recursos a serem Transformados Materiais Informações Consumidores Ambiente Estratégia da produção Objetivos estratégicos da produção Papel e posição competitiva da

Leia mais

ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA

ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA Avaliação da Conformidade de Produtos com especificação GD&T Tolerância Geométrica e Dimensionamento Joel Alves da Silva JAS-METRO Soluções

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE PRODUÇÃO

ADMINISTRAÇÃO DE PRODUÇÃO Unidade III ADMINISTRAÇÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES Profa. Lérida Malagueta Planejamento e Controle de Produção (PCP) O PCP é uma função de apoio da administração de produção. Desenvolve funções de planejar

Leia mais

Apostila de Treinamento UNIDADE IV KANBAN

Apostila de Treinamento UNIDADE IV KANBAN Apostila de Treinamento UNIDADE IV ABRIL DE 2018 HISTÓRIA DO PRATICANDO CÁLCULO EXERCÍCIO UNIDADE 4 TREINAMENTO HISTÓRIA DO COMO SURGIU O Como lidar com esses problemas? (Taiichi Ohno) Compra somente o

Leia mais

M odelo J a ponês S istem a Toyota. S egura nça do T ra ba lho

M odelo J a ponês S istem a Toyota. S egura nça do T ra ba lho M odelo J a ponês S istem a Toyota S egura nça do T ra ba lho P AR T E I M odelo J a ponês I ntroduçã o Do início do século XX até perto da metade dos anos 70, o mundo das organizações foi dominado pelos

Leia mais

Lean na gestão de frotas

Lean na gestão de frotas Lean na gestão de frotas VI CONGRESSO AIAFA BRASIL São Paulo, novembro de 2018 lean.org.br O Lean Institute Brasil é uma instituição de educação e pesquisa sem fins lucrativos, dedicada à disseminação

Leia mais

SISTEMA LEAN DE PRODUÇÃO. Prof. Fabiano da Veiga

SISTEMA LEAN DE PRODUÇÃO. Prof. Fabiano da Veiga SISTEMA LEAN DE PRODUÇÃO Prof. Fabiano da Veiga NASCIMENTO DA PRODUÇÃO LEAN Produção artesanal NASCIMENTO DA PRODUÇÃO LEAN Produção em massa (Taylorismo) NASCIMENTO DA PRODUÇÃO LEAN Sistema Ford SISTEMA

Leia mais

Organização da Produção MAPEAMENTO DO FLUXO DE VALOR

Organização da Produção MAPEAMENTO DO FLUXO DE VALOR Organização da Produção MAPEAMENTO DO FLUXO DE VALOR Jorge Muniz J. Muniz 2011 1 Mapeamento do Fluxo de Valor - Video J. Muniz 2 Mapeamento do Fluxo de Valor Mapear o fluxo de valor significa andar pela

Leia mais

Reflexões: O maior desperdício é fazer eficientemente aquilo que não é necessário (que não agrega valor)

Reflexões: O maior desperdício é fazer eficientemente aquilo que não é necessário (que não agrega valor) . 1 Reflexões: O maior desperdício é fazer eficientemente aquilo que não é necessário (que não agrega valor) Não gerencie seus negócios no terceiro milênio com um sistema de contabilidade de custos dos

Leia mais

Unidade III. ADMINISTRAÇÃO DAS OPERAÇÕES PRODUTIVAS O planejamento e controle da produção. Prof. Fabio Uchôas

Unidade III. ADMINISTRAÇÃO DAS OPERAÇÕES PRODUTIVAS O planejamento e controle da produção. Prof. Fabio Uchôas Unidade III ADMINISTRAÇÃO DAS OPERAÇÕES PRODUTIVAS O planejamento e controle da produção Prof. Fabio Uchôas Planejamento e controle da produção Planejamento e controle Objetiva garantir que os processos

Leia mais

Reflexões: O maior desperdício é fazer eficientemente aquilo que não é necessário (que não agrega valor)

Reflexões: O maior desperdício é fazer eficientemente aquilo que não é necessário (que não agrega valor) . 1 Reflexões: O maior desperdício é fazer eficientemente aquilo que não é necessário (que não agrega valor) Não gerencie seus negócios no terceiro milênio com um sistema de contabilidade de custos dos

Leia mais

Marcelo Ferreira. Consultor de Lean Printing Manufatura Enxuta da Indústria Gráfica

Marcelo Ferreira. Consultor de Lean Printing Manufatura Enxuta da Indústria Gráfica Especialista do Segmento Gráfico Marcelo Ferreira Consultor de Lean Printing Manufatura Enxuta da Indústria Gráfica Conhecimentos práticos e teóricos de toda a cadeia produtiva, administrativa e de custeio

Leia mais

Sistema de Produção Lean Cap 4 Ferramentas Lean

Sistema de Produção Lean Cap 4 Ferramentas Lean UDESC/DEPS Sistema de Produção Lean Cap 4 Ferramentas Lean Prof. Silene Seibel, Dra. [email protected] UDESC/DEPS Cap 4 Fluxo Con9nuo Prof. Silene Seibel, Dra. [email protected] 2 Conteúdo do Capitulo

Leia mais

Desempenho máximo em operação.

Desempenho máximo em operação. 1 2 3 4 5 Garantindo Produtividade Desempenho máximo em operação. Fácil assim. 1 2 Desenvolvendo ideias Você esta procurando construir a melhor máquina possível e já tem algumas ideias iniciais? Então

Leia mais

Mais controle. Maior rendimento

Mais controle. Maior rendimento Mais controle Maior rendimento REdUção de custos com FERRaMEntaS EM até 30% 60% MaiS RáPido na LocaLização de FERRaMEntaS MEnoR tempo PaRa SoLicitaR FERRaMEntaS MEnoR tempo de implantação do MERcado Atualmente

Leia mais

Desperdício, o mal das organizações: como identificá-lo e eliminá-lo

Desperdício, o mal das organizações: como identificá-lo e eliminá-lo Desperdício, o mal das organizações: como identificá-lo e eliminá-lo Porquefalardedesperdício?? Organização Definições Segundo Maximiano (1992) "uma organização é uma combinação de esforços individuais

Leia mais

MAPEAMENTO DO FLUXO DE VALOR. FEG UNESP Bruno Franco 2010

MAPEAMENTO DO FLUXO DE VALOR. FEG UNESP Bruno Franco 2010 MAPEAMENTO DO FLUXO DE VALOR FEG UNESP Bruno Franco 2010 Mapeamento do Fluxo de Valor Video Organização da Produção - FEG/UNESP - 2010 2 Mapeamento do Fluxo de Valor Mapear o fluxo de valor significa andar

Leia mais

Modelagem de Problemas Gerenciais Gerenciamento da Capacidade

Modelagem de Problemas Gerenciais Gerenciamento da Capacidade Pesquisa Operacional II Professor: Roberto César Atividade que lida com o descompasso entre a demanda sobre uma operação e sua habilidade para suprir. Ex.:Operaçãodeumhoteldeluxo Antecipar-se às necessidades

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA PRODUÇÃO ENXUTA PARA A REDUÇÃO DOS DESPERDÍCIOS NAS EMPRESAS: UMA ABORDAGEM TEÓRICA

A IMPORTÂNCIA DA PRODUÇÃO ENXUTA PARA A REDUÇÃO DOS DESPERDÍCIOS NAS EMPRESAS: UMA ABORDAGEM TEÓRICA A IMPORTÂNCIA DA PRODUÇÃO ENXUTA PARA A REDUÇÃO DOS DESPERDÍCIOS NAS EMPRESAS: UMA ABORDAGEM TEÓRICA Márcia Maria Teresa Baptistella (UNITOLEDO) [email protected] Resumo A produção enxuta (manufatura enxuta,

Leia mais

22/08/2014. Planejamento e Controle da Produção: Conceito, Finalidades, Funções e Princípios. Conceito de Planejamento. Conceito de Controle

22/08/2014. Planejamento e Controle da Produção: Conceito, Finalidades, Funções e Princípios. Conceito de Planejamento. Conceito de Controle Planejamento e Controle da Produção: Conceito, Finalidades, Funções e Princípios Conceito de Planejamento É a função administrativa que determina antecipadamente quais os objetivos a serem atingidos e

Leia mais

KANBAN. Aula de Luiz Eduardo Guarino de Vasconcelos

KANBAN. Aula de Luiz Eduardo Guarino de Vasconcelos KANBAN Aula de Luiz Eduardo Guarino de Vasconcelos Lean O Sistema Toyota de Produção, também chamado de Produção enxuta ou Lean Manufacturing, surgiu no Japão, na fábrica de automóveis Toyota, logo após

Leia mais

Técnicas Industriais Japonesas. Fernando Deschamps

Técnicas Industriais Japonesas. Fernando Deschamps Técnicas Industriais Japonesas Fernando Deschamps [email protected] Técnicas Industriais Japonesas QUALIDADE, DESPERDÍCIO E VARIABILIDADE Bibliografia recomendada CORREA, H.L.; CORREA, C.A. Administração

Leia mais

(DESENVOLVIMENTO, QUALIFICAÇÃO, MANUTENÇÃO E CONTROLE)

(DESENVOLVIMENTO, QUALIFICAÇÃO, MANUTENÇÃO E CONTROLE) 1/9 (DESENVOLVIMENTO, QUALIFICAÇÃO, MANUTENÇÃO E CONTROLE) Elaborado Aprovado Adilson Ferreira Nunes (Gestor do SGQ) Mauricio de Souza (Supervisor Compras) 2/9 Índice 1. O MANUAL DO FORNECEDOR... 3 INTRUDUÇÃO...

Leia mais

O Módulo Injet Básico

O Módulo Injet Básico O Módulo Injet Básico O Módulo Básico oferece a supervisão e avaliação dos principais indicadores de desempenho, em tempo real, de uma ou mais Fabricas. Detalhando, em níveis hierárquicos, as máquinas,

Leia mais

MANUFATURA ENXUTA NA CONFECÇÃO DE MOLDES E FERRAMENTAS

MANUFATURA ENXUTA NA CONFECÇÃO DE MOLDES E FERRAMENTAS MANUFATURA ENXUTA NA CONFECÇÃO DE MOLDES E FERRAMENTAS AGENDA Apresentação da Empresa 2BLean Tempo de desenvolvimento de um Molde de Injeção O que é Lean Aplicações Desperdícios SMED para reduzir o tempo

Leia mais

08/11/2011 ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS PRODUTOS OU SERVIÇOS FLUXO DE MATERIAIS

08/11/2011 ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS PRODUTOS OU SERVIÇOS FLUXO DE MATERIAIS Uma Abordagem Introdutória ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS Na realidade, toda indústria é um fluxo contínuo de materiais que são processados ao longo de várias atividades no sistema produtivo. Essa dinâmica

Leia mais

Introdução à Qualidade

Introdução à Qualidade Introdução à Qualidade Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT 1 Introdução A Gerência da Qualidade quando focada na busca pela Qualidade Total possibilita a empresa dirigir seus esforços para: Melhorar de

Leia mais

Apostila de Treinamento UNIDADE I CONCEITOS BÁSICOS

Apostila de Treinamento UNIDADE I CONCEITOS BÁSICOS Apostila de Treinamento UNIDADE I CONCEITOS BÁSICOS FEVEREIRO DE 2018 UNIDADE I CONCEITOS BÁSICOS A BUSCA DA FILOSOFIA LEAN PELO GRUPO WOLPAC A BUSCA DA FILOSOFIA LEAN PELO GRUPO WOLPAC NOSSA EMPRESA EM

Leia mais

BINS Indústria de Artefatos de Borracha Ltda. Questionário de Seleção e Homologação de Fornecedores

BINS Indústria de Artefatos de Borracha Ltda. Questionário de Seleção e Homologação de Fornecedores BINS Indústria de Artefatos de Borracha Ltda. Questionário de Seleção e Homologação de Fornecedores ESCOPO Este questionário de auto-avaliação tem como objetivo proporcionar um conhecimento geral do fornecedor,

Leia mais

Qualquer anormalidade detectada no processamento pode ser classificada

Qualquer anormalidade detectada no processamento pode ser classificada O Movimento ZD no Japão Começou com a disseminação massiva de métodos de CEQ (Deming e Juran) em todos os níveis hierárquicos - baseado em amostragens - pressupõe nível aceitável de defeitos A Detecção

Leia mais

Treinamento e-learning CUSTOS DA QUALIDADE

Treinamento e-learning CUSTOS DA QUALIDADE Treinamento e-learning CUSTOS DA QUALIDADE Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa do autor. 1 Objetivos do curso

Leia mais

CEP. Como integrar FMEA, Plano de Controle, CEP e CAPA. Por Marc Schaeffers Tradução e revisão por Ana Luiza Rezende

CEP. Como integrar FMEA, Plano de Controle, CEP e CAPA. Por Marc Schaeffers Tradução e revisão por Ana Luiza Rezende CEP Como integrar FMEA, Plano de Controle, CEP e CAPA Por Marc Schaeffers Tradução e revisão por Ana Luiza Rezende Metodologias e conjuntos de práticas voltados para a qualidade como a IATF 16949 ou o

Leia mais

Missão e objetivos da empresa X X X X X. Objetivos por área X X Qualidade das informações X X X X X Integração dos orçamentos por área

Missão e objetivos da empresa X X X X X. Objetivos por área X X Qualidade das informações X X X X X Integração dos orçamentos por área Visão por meio das atividades de valor) Preço Prazo Assistência Técnica Modelo de gestão Análise de aspectos políticos governamentais, econômicos e legais Planejamento estratégico Orçamento empresarial

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL (SIG) - SISTEMA INJET DE COLETA E CONTROLE DE DADOS

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL (SIG) - SISTEMA INJET DE COLETA E CONTROLE DE DADOS UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS - CCT CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL (SIG) - SISTEMA INJET DE COLETA E CONTROLE DE

Leia mais

Projeto e Planejamento da Indústria Química

Projeto e Planejamento da Indústria Química Indústria Química Prof. Marcus V. Americano da Costa F o Departamento de Engenharia Química Universidade Federal da Bahia Salvador-BA, 16 de maio de 2017. Sumário Sumário Projeto Um projeto é definido

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II. Just in Time: Controle Kanban. Profª Luani Back

ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II. Just in Time: Controle Kanban. Profª Luani Back ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II Just in Time: Controle Kanban Profª Luani Back Sistema Kanban Abastecimento e controle de estoques Idealizado pela Toyota na década de 1960 O objetivo desta técnica é tornar

Leia mais

Just in Time e Kanban. Prof.ª Rosana Abbud

Just in Time e Kanban. Prof.ª Rosana Abbud Just in Time e anban Prof.ª Rosana Abbud Just in Time Just in Time SURGIMENTO Japão Década de 70 Toyota Motor CONCEITO Administração Qualidade Organização Cada processo deve ser abastecido com os itens

Leia mais

A terceira onda de Toffler

A terceira onda de Toffler A terceira onda de Toffler A velha riqueza das empresas Máquinas, edificações, dinheiro, recursos Poder de baixo nível A nova riqueza das empresas Cultura de aprendizagem, inovação e melhoria Pessoas,

Leia mais

Manutenções Corretiva Preventiva Preditiva MANUTENÇÃO CORRETIVA

Manutenções Corretiva Preventiva Preditiva MANUTENÇÃO CORRETIVA Manutenções Corretiva Preventiva Preditiva 1 MANUTENÇÃO CORRETIVA 2 1 Manutenção Corretiva A manutenção corretiva é aquela de atendimento imediato à produção. A manutenção corretiva é a realizada em equipamento,

Leia mais

AULA 1/4 ASSUNTOS ABORDADOS:

AULA 1/4 ASSUNTOS ABORDADOS: AULA 1/4 ASSUNTOS ABORDADOS: Gestão de sistemas de produção e operações. Planejamento, Programação e controle da produção. 27/07/2013 9:00 10:30 Assunto: Gestão de sistemas de produção e operações Classificação

Leia mais

MAPEAMENTO DE FLUXO DE VALOR NA CADEIA PRODUTIVA

MAPEAMENTO DE FLUXO DE VALOR NA CADEIA PRODUTIVA MAPEAMENTO DE FLUXO DE VALOR NA CADEIA PRODUTIVA Curso: Engenharia de Produção e Sistemas Disciplina: EO2MFV1 Mapeamento de Fluxo de Valor na Cadeia Produtiva Professor: Adalberto José Tavares Vieira 1.

Leia mais

Mapeamento do fluxo de valor: aplicações e melhorias Cyro Augusto Gaspar

Mapeamento do fluxo de valor: aplicações e melhorias Cyro Augusto Gaspar Mapeamento do fluxo de valor: aplicações e melhorias Cyro Augusto Gaspar Resumo: Diante da necessidade de aplicar ferramentas para a melhoria de processos, o Mapeamento do Fluxo de Valor destaca-se como

Leia mais

TP GESTÃO DA QUALIDADE. FABIANO OSCAR DROZDA

TP GESTÃO DA QUALIDADE. FABIANO OSCAR DROZDA TP 069 - GESTÃO DA QUALIDADE FABIANO OSCAR DROZDA [email protected] 1 AULA 04 CUSTOS DA MÁ QUALIDADE (CMQ) 2 CMQ Custo da má qualidade é o resultado proveniente do fato de uma organização não produzir

Leia mais

Quebra de Máquinas. 3ª Edição Março/2016

Quebra de Máquinas. 3ª Edição Março/2016 Quebra de Máquinas A Revolução Industrial significou um grande avanço no processo de produção de bens. O trabalho exclusivamente manual foi substituído pelo uso de máquinas, resultando na produção de maior

Leia mais

Mini Curso STP Simulação Sistema toyota de produção

Mini Curso STP Simulação Sistema toyota de produção Mini Curso STP Simulação Sistema toyota de produção Prof. : Adriano Rissi Graduação: Administração Habilitações: Administração de Empresas Sistemas de Informação Especialização: Marketing e Gestão de Negócios

Leia mais

Engenharia da Qualidade. Introdução à Engenharia de Produção

Engenharia da Qualidade. Introdução à Engenharia de Produção Engenharia da Qualidade Introdução à Engenharia de Produção 1 O que é qualidade? A qualidade de um produto pode ser avaliada de várias maneiras. Definição Tradicional Significa Adequação ao Uso Definição

Leia mais

setor da construção civil Construção Civil, Cliente Final

setor da construção civil Construção Civil, Cliente Final O setor da construção civil está em um momento de transição com as empresas sofrendo crescentes pressões do mercado em busca de menores custos, melhorias em qualidade e flexibilidade no atendimento das

Leia mais

MANUTENÇÃO MECÂNICA GESTÃO ESTRATÉGICA DA MANUTENÇÃO. João Mario Fernandes

MANUTENÇÃO MECÂNICA GESTÃO ESTRATÉGICA DA MANUTENÇÃO. João Mario Fernandes MANUTENÇÃO MECÂNICA GESTÃO ESTRATÉGICA DA MANUTENÇÃO João Mario Fernandes Conceito: A manutenção para ser estratégica precisa estar voltada para os resultados empresariais da organização. A Função Manutenção

Leia mais

6 MODELO JAPONÊS DE ADMINISTRAÇÃO

6 MODELO JAPONÊS DE ADMINISTRAÇÃO 6 MODELO JAPONÊS DE ADMINISTRAÇÃO Qualidade e eficiência são palavras que faziam parte do cotidiano no Japão. Como era um país privado de recursos naturais, a exportação de produtos manufaturados sempre

Leia mais

Gerenciamento Dimensional de Produtos

Gerenciamento Dimensional de Produtos Formação Avançada em Metrologia 3D Gerenciamento Dimensional de Produtos O Gerenciamento corresponde ao conjunto de operações sistêmicas destinadas a prever, evitar e reduzir a ocorrência de variações

Leia mais

FAMEBLU Engenharia Civil

FAMEBLU Engenharia Civil Disciplina LOGÍSTICA EMPRESARIAL FAMEBLU Engenharia Civil Aula 5: Revisão Geral Professor: Eng. Daniel Funchal, Esp. Estratégia Corporativa Estratégia corporativa é o processo essencial dentro das organizações,

Leia mais

TEMA: O que é o Lean? 19/12/2016 Rev02

TEMA: O que é o Lean? 19/12/2016 Rev02 Lean Manufacturing Menos desperdício, mais produtividade. TEMA: O que é o Lean? O que é o Lean? Lean é uma filosofia de gestão inspirada em práticas e resultados do Sistema Toyota. Se você nem imagina

Leia mais

APLICAÇÃO DE CONCEITOS DO LEAN MANUFACTURING E DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO PARA MELHORIAS NO PROCESSO DE PRODUÇÃO

APLICAÇÃO DE CONCEITOS DO LEAN MANUFACTURING E DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO PARA MELHORIAS NO PROCESSO DE PRODUÇÃO APLICAÇÃO DE CONCEITOS DO LEAN MANUFACTURING E DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO PARA MELHORIAS NO PROCESSO DE PRODUÇÃO Dalila Regina Fernandes 1, Sérgio Augusto Rodrigues 2 1 Discente do curso de Produção Industrial

Leia mais

TÓPICO 10 OPERAÇÕES ENXUTAS E JUST IN TIME. Aulas 18 e 19

TÓPICO 10 OPERAÇÕES ENXUTAS E JUST IN TIME. Aulas 18 e 19 TÓPICO 10 OPERAÇÕES ENXUTAS E JUST IN TIME Aulas 18 e 19 Objetivos O que é abordagem enxuta e como difere das práticas tradicionais de gestão de operações? Quais os principais elementos da filosofia enxuta

Leia mais

SISTEMA PRODUTTARE DE PRODUÇÃO Alavancando a produtividade das empresas

SISTEMA PRODUTTARE DE PRODUÇÃO Alavancando a produtividade das empresas SISTEMA PRODUTTARE DE PRODUÇÃO Alavancando a produtividade das empresas PARA REFLEXÃO... Por que fazemos o que fazemos? Como treinamos um novo colaborador? Como funciona o processo de melhoria em nossas

Leia mais

DEFINIÇÃO DE CAPACIDADE DE PRODUÇÃO PELO CONCEITO DE TEMPO-TAKT

DEFINIÇÃO DE CAPACIDADE DE PRODUÇÃO PELO CONCEITO DE TEMPO-TAKT DEFINIÇÃO DE CAPACIDADE DE PRODUÇÃO PELO CONCEITO DE TEMPO-TAKT Jessica Syrio Callefi Universidade Estadual de Maringá [email protected] Daiane Maria De Genaro Chiroli Universidade Estadual de Maringá

Leia mais

PRODUÇÃO LEAN. Prof. Jéssica Galdino de Freitas M.Sc. Aula 1 24/11/2016

PRODUÇÃO LEAN. Prof. Jéssica Galdino de Freitas M.Sc. Aula 1 24/11/2016 PRODUÇÃO LEAN Prof. Jéssica Galdino de Freitas M.Sc. Aula 1 24/11/2016 Não há nada tão inútil quanto fazer eficientemente o que não deve ser feito de jeito nenhum. Peter Drucker Jéssica Galdino de Freitas

Leia mais

Manutenção de Software. Engenharia de Software Profa. Dra. Elisa Yumi Nakagawa 1º semestre de 2015

Manutenção de Software. Engenharia de Software Profa. Dra. Elisa Yumi Nakagawa 1º semestre de 2015 Manutenção de Software Engenharia de Software Profa. Dra. Elisa Yumi Nakagawa 1º semestre de 2015 Processos de Ciclo de Vida de Software Processos Fundamentais Aquisição Processos de Apoio Documentação

Leia mais

OTIMIZAÇÃO NO PROCESSO DE ABASTECIMENTO INTERNO DE PRODUÇÃO UTILIZANDO TÉCNICAS DE MANUFATURA ENXUTA

OTIMIZAÇÃO NO PROCESSO DE ABASTECIMENTO INTERNO DE PRODUÇÃO UTILIZANDO TÉCNICAS DE MANUFATURA ENXUTA OTIMIZAÇÃO NO PROCESSO DE ABASTECIMENTO INTERNO DE PRODUÇÃO UTILIZANDO TÉCNICAS DE MANUFATURA ENXUTA Fernando Doriguel 1 1 Faculdade de Tecnologia de Botucatu, Email: [email protected] 1 INTRODUÇÃO

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS. Desempenho, enfoques e tendências da Administração de Materiais

ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS. Desempenho, enfoques e tendências da Administração de Materiais ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS Desempenho, enfoques e tendências da Administração de Materiais Objetivos Compreender: O que são e qual é a importância das medidas de desempenho; Conhecer os enfoques da administração

Leia mais

Módulo 8 Estrutura da norma ISO Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Requisitos 8.4 e 8.5

Módulo 8 Estrutura da norma ISO Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Requisitos 8.4 e 8.5 Módulo 8 Estrutura da norma ISO 9001-2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Requisitos 8.4 e 8.5 Estrutura da norma Sistema de Gestão da Qualidade 4 C L I E N R E Q U I S 5 Responsabilidade da

Leia mais

Apêndice do Criando o Sistema Puxado Nivelado Pontos adicionais para a produção de baixo volume e alta variedade

Apêndice do Criando o Sistema Puxado Nivelado Pontos adicionais para a produção de baixo volume e alta variedade Apêndice do Criando o Sistema Puxado Nivelado Pontos adicionais para a produção de baixo volume e alta variedade Art Smalley Tradução: Odier Araújo Introdução Em 2004 escrevi um manual para o Lean Enterprise

Leia mais

Exercícios. Custos da Qualidade

Exercícios. Custos da Qualidade Exercícios Custos da Qualidade Qual da categorias de custos que se reduz drasticamente à medida que as não-conformidades tendem a zero? Justifique sua reposta. Resposta: Custo de falhas (internas + externas),

Leia mais

Níveis de Estoque e Reposição

Níveis de Estoque e Reposição Níveis de Estoque e Reposição Gráfico Dente de Serra - relação entre o consumo do estoque e sua reposição (saída e entrada). Consumo, prazo e lotes constantes. 1 Níveis de Estoque e Reposição Gráfico Dente

Leia mais

O planejamento e o controle da qualidade preocupa-se com os sistemas e procedimentos que governam a qualidade dos bens

O planejamento e o controle da qualidade preocupa-se com os sistemas e procedimentos que governam a qualidade dos bens 07 Fornecimento de produtos e serviços Planejamento e Controle da Qualidade Demanda de produtos e serviços Recursos de produção A qualidade dos produtos e serviços que a operação produz Consumidores da

Leia mais

GESTÃO DA MANUTENÇÃO

GESTÃO DA MANUTENÇÃO Manutenção Preditiva é a atuação realizada com base em modificações de parâmetro de CONDIÇÂO ou DESEMPENHO, cujo acompanhamento obedece a uma sistemática. A manutenção preditiva é a primeira grande quebra

Leia mais

Faculdade de Imperatriz FACIMP

Faculdade de Imperatriz FACIMP Faculdade de Imperatriz FACIMP Disciplina: Controle de Qualidade de Medicamentos Prof. Dr. Paulo Roberto da Silva Ribeiro 5 o Período de Farmácia e Bioquímica 1 o Semestre de 2007 Prof. Dr. Paulo Roberto

Leia mais

Fonte : sistemaerp.org

Fonte : sistemaerp.org Fonte : sistemaerp.org O QUE É SISTEMA ERP? ERP- ENTERPRISE RESOURCE PLANNING É um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais

Leia mais