Método de Análise de Malhas
|
|
|
- William Dinis Clementino
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 étodo de Análise de alhas. ntrodução Além da técnica de análise nodal já abordada, a análise de circuitos pode também ser eita de orma simples e sistemática por meio de análise de malhas, a qual pode ser considerada como a dual da análise de nós, uma ez que está baseada na Lei das Tensões de Kirchho (LTK) aplicada às malhas do circuito. Neste tipo de análise serão também empregadas ariáeis auxiliares conhecidas como correntes de malha, das quais todas as correntes e tensões dos ramos podem ser obtidas. Como no caso da análise de nós, não serão, portanto, utilizadas diretamente as ariáeis dos ramos. A antagem da utilização de correntes de malha é a redução no número de equações. Dee ser lembrado que uma malha é um caminho echado no circuito que não contém nenhum outro caminho dentro dele. A presente apostila apresenta o método de orma resumida, maior detalhes são encontradas na bibliograia da disciplina.. Procedimento Básico A análise de malhas enole sempre os cinco passos descritos a seguir.. Deinição das alhas e Sentidos de Percurso nicialmente dee ser determinado o número de malhas contidas no circuito. Para um circuito contendo b ramos (componentes) e n nós existirão sempre (b-n) malhas, as quais permitirão escreer um número de equações independentes igual a (b-n). Uma ez identiicadas as malhas, dee-se numerá-las e designá-las como,, K b n. Além disso, dee-se escolher um sentido de percurso para cada malha. A escolha do sentido não interere com as equações que serão obtidas, mas é importante na determinação das correntes e tensões de ramo. Também nesta etapa serão deinidas polaridades para as tensões nos ramos, as quais deinem as correntes de ramo que serão consideradas positias.. Aplicação da LTK para as alhas Após a deinição das malhas, dee-se percorrê-las de acordo com o sentido atribuído para cada uma delas, retornando-se ao ponto de partida após a malha ter sido percorrida. Pode-se adotar a seguinte conenção quanto às dierenças de potencial: quedas de potencial ao longo deste percurso serão consideradas positias, ao passo que eleações de potencial serão consideradas negatias. Como resultado desta etapa haerá (b-n) equações que representam os somatórios das tensões sobre os componentes que compõem cada malha, de acordo com a conenção adotada.. Consideração das elações Tensão-Corrente dos amos Considerando que as equações da etapa anterior oram escritas em unção das tensões dos ramos e sendo as correntes de malha as incógnitas, dee-se utilizar as relações de tensãocorrente para substituir as tensões dos ramos por relações enolendo as correntes de malha. Como resultado desta etapa, obtém-se (b-n) equações enolendo as correntes de malha. Dee-se atentar que existe uma relação tensão corrente para cada ramo (componente), existindo portanto b relações deste tipo.. Solução do Sistema de Equações Após a obtenção das equações de malha, dee-se utilizar algum método de solução de sistemas lineares - por exemplo, o étodo de Gauss - e determinar as (b-n) incógnitas. Num caso geral, obtém-se um sistema de equações íntegro-dierenciais, cuja solução é assegurada caso o circuito seja composto apenas de elementos lineares e inariantes. Caso o
2 PUCS- FENG - DEE - Disciplina de Circuitos Elétricos - Pro. Luís Alberto Pereira - ersão de //5 página /8 circuito seja composto apenas de resistores, obtém-se um sistema de (b-n) equações algébricas onde os coeicientes são obtidos a partir das resistências do circuito, sendo a solução neste caso mais ácil, uma ez que não enolem integrais e deriadas..5 Obtenção das Correntes e Tensões dos amos Depois de solucionado o sistema de equações, pode-se obter todas as correntes e tensões de ramo do circuito a partir das correntes de malha. Por exemplo a corrente de ramo, percorrido por um lado pela corrente de malha x e por outro pela corrente de malha y do circuito conorme a Figura, pode ser obtida pela seguinte equação: i i () x y Na equação acima, oi considerada como positia a corrente de malha que circula no mesmo sentido que a corrente do ramo, ao passo que oi considerada negatia a que circula em sentido contrário. Dee-se também atentar que a equação () pode ser obtida aplicando-se a LCK a qualquer um dos nós do ramo. Considerando-se os sentidos associados, a tensão no ramo será dada como: x y Figura - Tensão e corrente de ramo i ( ) () x y - resistência do ramo (ohms, ). Exemplo de Aplicação O método exposto será ilustrado por meio de um exemplo simples ilustrado na Figura, onde todos as etapas citadas serão realizadas passo a passo.. Deinição das alhas e Sentidos de Percurso Para o circuito da Figura, existem n nós e b5 componentes. Desta orma, o número de malhas echadas é (5-). Os sentidos adotados para os percursos das malhas serão todos no sentido horário, conorme mostra a Figura, podendo no entanto ser escolhido um outro sentido. Na Figura também são mostrados os sentidos considerados positios para as E malha malha Figura - Circuito de exemplo
3 PUCS- FENG - DEE - Disciplina de Circuitos Elétricos - Pro. Luís Alberto Pereira - ersão de //5 página /8 quedas de tensão (polaridade das tensões) para os componentes.. Aplicação da LTK para as alhas De acordo com conenção adotada, as equações para as malhas e são dadas pelas expressões que seguem: E E () (). Consideração das elações Tensão-Corrente dos amos As relações tensão corrente para os ramos do circuito são estabelecidas baseadas nas equações () e () da orma que segue: i (5) i (6) i (7) i (8) i (9) i () ( ) i () i () nserindo-se as relações tensão-corrente nas equações de malha, obtêm-se as equações em termos das correntes de malha. equação da malha : E E ( ) ( ) E () equação da malha : ( ) ( ) () É possíel também expressar as equações de orma matricial:
4 PUCS- FENG - DEE - Disciplina de Circuitos Elétricos - Pro. Luís Alberto Pereira - ersão de //5 página /8 ( ) ( ) E (5). Solução do Sistema de Equações Para a obtenção da solução serão considerados os seguintes alores: E olts 6 Desta orma, o sistema de equações terá a seguinte orma: (6) Solucionando-se o sistema obtém-se a resposta: A.5 Obtenção das Correntes e Tensões dos amos A partir das correntes de malha, as correntes e tensões em todos os ramos podem ser obtidas: i.8 A i.765 A i A i.765 A V V ( ) (.8.765) 6. 5 V V Uma ez conhecidas as correntes e tensões nos ramos podem ser também determinadas as potências em cada um dos componentes, bem como a potência total dissipada no circuito.. Obtenção das Equações de alha por nspeção Quando o circuito contém somente resistores lineares e ontes independentes de corrente, as equações de malha do circuito podem ser escritas diretamente. Dee-se obserar que a matriz
5 PUCS- FENG - DEE - Disciplina de Circuitos Elétricos - Pro. Luís Alberto Pereira - ersão de //5 página 5/8 de coeicientes do sistema de equações contém alores de resistência, sendo portanto denominada de matriz de resistências. Dee-se também obserar que, neste caso, o sentido de todas as correntes de malha dee ser atribuídos como horário. Com esta conenção, a matriz de resistências possui a seguinte orma geral, onde N(b-n): [ ] N N L L N N NN (7) A matriz de resistências é uma matriz do tipo simétrica com as seguintes propriedades, as quais permitem a sua montagem baseada apenas na topologia do circuito. soma das resistências da malha j j resistência comum entre a malha j e Dee-se atentar para o ato de que os elementos ora da diagonal principal são alores negatios na matriz de resistências O sistema de equações terá a seguinte orma geral: N [ ] [] [ E] N L L N N NN E E N E N (8) (9) [] [ L ] T () N [ E] [ E E L ] T () EN E - somatório das ontes das ontes de tensão existentes na malha, sendo que serão consideradas positias as ontes que atuam no sentido da corrente de malha e as demais negatias. Fontes que atuam no sentido da corrente de malha são aquelas que ao serem percorridas no sentido de percurso da malha são atraessadas do terminal negatio para o terminal positio. Baseado nas propriedades acima, pode-se montar diretamente as equações de malha do circuito, atentando-se para o ato que o circuito contenha apenas ontes de tensão independentes e resistores lineares. Pode-se comproar esta airmação para o exemplo anterior obtendo-se diretamente as equações de malha do circuito. 5. Análise de alhas com Fontes de Corrente A análise de malhas, sendo um método geral de análise, pode também ser empregada quando o circuito contier ontes de corrente, sejam elas dependentes ou independentes. As ontes de corrente impõem uma determinada corrente num ramo, não sendo contudo possíel determinar a tensão da mesma antes de solucionar o circuito. Na realidade a presença de uma onte de corrente não altera praticamente nada no método de análise descrito anteriormente. Estas características deem ser consideradas quando do estabelecimento das equações do
6 PUCS- FENG - DEE - Disciplina de Circuitos Elétricos - Pro. Luís Alberto Pereira - ersão de //5 página 6/8 circuito. Em muitos casos a onte de corrente em paralelo com um resistor pode ser transormada numa onte de tensão em série com o resistor, conorme já abordado. Este procedimento, no entanto, nem sempre é possíel ou óbio. Existem diersas métodos de considerar o eeito das ontes de corrente, sendo que um deles é descrito a seguir. Considerando que a onte de corrente está inserida entre os terminais x e y conorme a Figura, obsera-se que a tensão da onte aparecerá nas equações de ambas as malhas que possuem a onte de corrente em comum. Como não há uma relação entre a corrente da onte e a sua tensão, pode-se manter a tensão da onte como uma incógnita a ser determinada. Por outro lado, deido à presença da onte, as correntes das malhas x e y estão relacionadas pela seguinte relação: x y () malha x x malha y y Figura - Fonte de corrente entre duas malhas Desta orma, oi acrescentada uma incógnita ao sistema de equações ( ), mas também oi acrescentada uma equação ( x ), sendo ainda possíel solucionar o circuito. No total existirá, assim (n-b) equações. Também pode-se eliminar a tensão da onte do sistema de equações isolando-se a tensão na equação da malha x, por exemplo, e substituindo-a na equação da malha y. Desta orma, elimina-se a equação de malha x do sistema, icando o sistema noamente com (n-b) equações. y malha x x Figura - Fonte de corrente numa única malha Caso a onte de tensão estier inserida num caminho por onde apenas uma malha passa, signiica que a corrente da malha está determinada pela corrente da onte. Neste caso podese desconsiderar a equação desta malha e estabelecer o seguinte alor para a corrente da malha, conorme mostra a Figura : x () O procedimento descrito corresponde ao tratamento das duas malhas que incluem a onte como se ossem uma única malha e aplicando-se a LTK para esta malha composta, também chamada de super-malha ou malha generalizada (ide bibliograia). O exemplo mostrado na Figura 5 ilustra o procedimento. Para este circuito as equações de nós são as seguintes: malha : malha : E E ()
7 PUCS- FENG - DEE - Disciplina de Circuitos Elétricos - Pro. Luís Alberto Pereira - ersão de //5 página 7/8 E malha malha Figura 5 - Análise de malha com onte de corrente (5) As relações tensão-corrente são as seguintes: i (6) i (7) i (8) i (9) i () i () ( ) i () i () A equação adicional considerando a onte de corrente é: () substituindo as relações (6) a () obtém-se inalmente as equações do circuito. Dee-se notar que a tensão da onte de corrente aparece como uma incógnita a mais, haendo também uma equação a mais (equação ()). malha : E ( ) E
8 PUCS- FENG - DEE - Disciplina de Circuitos Elétricos - Pro. Luís Alberto Pereira - ersão de //5 página 8/8 ( ) E (5) malha : ( ) ( ) (6) As equações (), (5) e (6) são portanto as equações básicas do circuito, sendo as incógnitas, e. De orma matricial, o sistema de equações pode ser escrito como: ( ) ( ) E (7) Considerando-se os seguintes alores: E V 6 A 6 Obtém-se o sistema matricial que segue: (8) esolendo-se o sistema, obtém-se, inalmente, a solução: (9) 6. Exercícios Propostos Os exercícios abaixo oram selecionados da bibliograia da disciplina. ecomenda-se que todos os exercícios sejam resolidos. Charles K. Alexander e atthew N. O. Sadiu (). Fundamentos de Circuitos Elétricos. Booman (Central, Edição ) - Capítulo. Problemas:.5,.8,.,.,.6,.7,.8,.9,.,.8,.5,.5,.5,.57.
10 - LEIS DE KIRCHHOFF
0 - LS KRCHHOFF 0.- FNÇÃO NÓ, RAMO MALHA Quando em um circuito elétrico existe mais do que uma fonte de tensão e mais do que um resistor, geralmente são necessárias outras leis, além da lei de Ohm, para
Eletricidade Aplicada
Eletricidade Aplicada Profa. Grace S. Deaecto Instituto de Ciência e Tecnologia / UNIFESP 12231-280, São J. dos Campos, SP, Brasil. [email protected] Novembro, 2012 Profa. Grace S. Deaecto Eletricidade
Aula 01 TEOREMAS DA ANÁLISE DE CIRCUITOS. Aula 1_Teoremas da Análise de Circuitos.doc. Página 1 de 8
ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL ZONA SUL CURSO TÉCNICO EM ELETRÔNICA II. CIRCUITOS ELÉTRICOS Aula 0 TEOREMAS DA ANÁLISE DE CIRCUITOS Prof. Marcio Leite Página de 8 0 TEOREMA DA ANÁLISE DE CIRCUITOS.0 Introdução
Capítulo VI. Teoremas de Circuitos Elétricos
apítulo VI Teoremas de ircuitos Elétricos 6.1 Introdução No presente texto serão abordados alguns teoremas de circuitos elétricos empregados freqüentemente em análises de circuitos. Esses teoremas têm
Análise de Circuitos Lineares
Teoria dos Circuitos e Fundamentos de Electrónica Análise de Circuitos Lineares Teresa Mendes de Almeida [email protected] DEEC Área Científica de Electrónica T.M.Almeida ST-DEEC- ACElectrónica
defi departamento de física www.defi.isep.ipp.pt
defi departamento de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt Circuito série e paralelo de resistências Instituto Superior de Engenharia do Porto- Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino
INF01 118 Técnicas Digitais para Computação. Conceitos Básicos de Circuitos Elétricos. Aula 2
INF01 118 Técnicas Digitais para Computação Conceitos Básicos de Circuitos Elétricos Aula 2 1. Grandezas Elétricas 1.1 Carga A grandeza fundamental em circuitos elétricos é a carga elétrica Q. As cargas
TEOREMAS DE THÉVENIN E NORTON
TEOREMAS DE THÉVENIN E NORTON THÉVENIN O teorema de Thévenin estabelece que qualquer circuito linear visto de um ponto, pode ser representado por uma fonte de tensão (igual à tensão do ponto em circuito
TEOREMAS DE THÉVENIN E NORTON http://www.ezuim.com/downloads.html
TEOREMAS DE THÉVENIN E NORTON http://www.ezuim.com/downloads.html THÉVENIN O teorema de Thévenin estabelece que qualquer circuito linear visto de um ponto, pode ser representado por uma fonte de tensão
Circuito Elétrico - I
1 1. Um resistor de 32 ohms é ligado em paralelo a outro resistor de 20 ohms e o conjunto é ligado a uma fonte de tensão de 12VDC. a) Qual é a resistência da ligação em paralelo? b) Qual é a corrente total
Resolução de circuitos usando Teorema de Thévenin Exercícios Resolvidos
Resolução de circuitos usando Teorema de Thévenin Exercícios Resolvidos 1º) Para o circuito abaixo, calcular a tensão sobre R3. a) O Teorema de Thévenin estabelece que qualquer circuito linear visto de
CORRENTE E RESITÊNCIA
CORRENTE E RESITÊNCIA Até o momento estudamos cargas em repouso - a eletrostática. A partir de agora concentramos nossa atenção nas cargas em movmento, isto é, na corrente elétrica. Corrente elétrica :
Capítulo II. Elementos de Circuitos
Capítulo II Elementos de Circuitos.1 Introdução O objetivo da engenharia é projetar e produzir dispositivos que atendam às necessidades humanas. Para tanto, é necessário que se conheçam os componentes
Capítulo 4. Métodos de Análise
Capítulo 4 Métodos de Análise 4. Análise Nodal Análise de circuitos mais gerais acarreta na solução de um conjunto de equações. Análise nodal: Tensões são as incógnitas a serem determinadas. Dee-se escolher
Conceitos Básicos de Teoria dos Circuitos
Teoria dos Circuitos e Fundamentos de Electrónica 1 Conceitos Básicos de Teoria dos Circuitos Teresa Mendes de Almeida [email protected] DEEC Área Científica de Electrónica T.M.Almeida IST-DEEC-
defi departamento Lei de Ohm de física
defi departamento de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt Instituto Superior de Engenharia do Porto- Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino de Almeida, 572 4200-072 Porto. Telm.
Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Naturais e Exatas Departamento de Física Laboratório de Teoria da Matéria Condensada
Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Naturais e Exatas Departamento de Física Laboratório de Teoria da Matéria Condensada Sistema de equações lineares e não lineares Tiago de Souza Farias
CÁLCULO DE MATRIZ PARA ELEMENTOS FINITOS
CÁCUO DE MATRIZ PARA EEMENTOS FINITOS Sistemas de equações algébricas que relacionam Forças, Deslocamentos e Coeicientes de Rigidez podem ser representados e resolvidos de orma compacta e elegante com
entre a entrada e a saída, resultado que à primeira vista poderia parecer destituído de aplicação prática.
3 Circuitos com AmpOps As montagens inversora e não - inversora são utilizadas numa infinidade de aplicações de processamento de sinal, designadamente de amplificação, filtragem, retificação de sinais,
Equivalentes de Thévenin e Norton
Equivalentes de Thévenin e Norton Introdução Na análise muitas vezes nos interessa o que acontece em um par específico de terminais. Por exemplo, quando ligamos algum equipamento a uma tomada, estamos
Campo Magnético Girante de Máquinas CA
Apostila 3 Disciplina de Conversão de Energia B 1. Introdução Campo Magnético Girante de Máquinas CA Nesta apostila são descritas de forma sucinta as equações e os princípios relativos ao campo magnético
ESTUDO DE UM CIRCUITO RC COMO FILTRO
Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa T6 Física Experimental I - 2007/08 ESTUDO DE UM CIRCUITO RC COMO FILTRO 1. Objectivo Estudo do funcionamento, em regime estacionário,
Determinantes. ALGA 2008/2009 Mest. Int. Eng. Electrotécnica Determinantes 1 / 17
Capítulo 4 Determinantes ALGA 2008/2009 Mest Int Eng Electrotécnica Determinantes 1 / 17 Definições Seja M n n o conjunto das matrizes quadradas reais (ou complexas) de ordem n Chama-se determinante de
Definição de determinantes de primeira e segunda ordens. Seja A uma matriz quadrada. Representa-se o determinante de A por det(a) ou A.
Determinantes A cada matriz quadrada de números reais, pode associar-se um número real, que se designa por determinante da matriz Definição de determinantes de primeira e segunda ordens Seja A uma matriz
INTRODUÇÃO TEÓRICA. Existe uma dependência entre a tensão aplicada e a corrente que circula em um circuito.
OBJETIVOS: a) verificar experimentalmente a Lei de Ohm; b) determinar o valor de resistências pelas medidas de tensão e corrente e pelo gráfico da característica elétrica; c) familiarização com os gráficos
UTILIZAÇÃO DO VOLTÍMETRO E DO AMPERÍMETRO
UTILIZAÇÃO DO VOLTÍMETRO E DO AMPERÍMETRO OBJETIVOS: Aprender a utilizar um voltímetro e um amperímetro para medida de tensão e corrente contínua. INTRODUÇÃO TEÓRICA MEDIDA DE TENSÕES: A medida de tensões
Reguladores de Tensão
Reguladores de Tensão Diodo Zener - Introdução O diodo zener é um diodo de silício que o fabricante otimizou para operar na região de ruptura. O diodo zener é o elemento principal dos reguladores de tensão,
Resolução de sistemas de equações lineares: Método de eliminação de Gauss
Resolução de sistemas de equações lineares: Método de eliminação de Gauss Marina Andretta ICMC-USP 21 de março de 2012 Baseado no livro Análise Numérica, de R L Burden e J D Faires Marina Andretta (ICMC-USP)
CURSO DE MATEMÁTICA BÁSICA PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL CENTRO DE ENGENHARIA DA MOBILIDADE
CURSO DE MATEMÁTICA BÁSICA Fatoração Equação do 1º Grau Equação do 2º Grau Aula 02: Fatoração Fatorar é transformar uma soma em um produto. Fator comum: Agrupamentos: Fatoração Quadrado Perfeito Fatoração
Análise de Regressão. Notas de Aula
Análise de Regressão Notas de Aula 2 Modelos de Regressão Modelos de regressão são modelos matemáticos que relacionam o comportamento de uma variável Y com outra X. Quando a função f que relaciona duas
CDI-II. Derivadas de Ordem Superior. Extremos. ; k = 1,2,...,n.
Instituto Superior Técnico Departamento de Matemática Secção de Álgebra e Análise Pro. Gabriel Pires CDI-II Derivadas de Ordem Superior. Extremos 1 Derivadas de Ordem Superior Seja : D R n R, deinida num
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM PROCESSO. Matemática. 3ª Série do Ensino Médio Turma 2º bimestre de 2015 Data / / Escola Aluno
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM PROCESSO Matemática 3ª Série do Ensino Médio Turma 2º bimestre de 2015 Data / / Escola Aluno Questão 1 O perímetro de um piso retangular de cerâmica mede 14 m e sua área, 12
ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE VISEU
INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE VISEU Departamento Matemática Disciplina Matemática I Curso Gestão de Empresas Ano 1 o Ano Lectivo 2007/2008 Semestre 1 o Apontamentos Teóricos:
MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL II
MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL II 8. MÉDIA, MEDIANA E MODA 8. Mediana 8 7 A mediana divide um conjunto de dados pré-ordenados em duas porções iguais, ou seja, duas partes de 50% cada. Nesta divisão, 50%
Está CORRETO apenas o contido em: a) I e II. b) I e III. c) III e IV. d) I, II e IV. e) II, III e IV.
3. (Uern 013) Na figura, estão representadas duas associações de resistores. Lista de Exercícios Resolvida Associação de resistores Prof. Paulo Roberto 1. (Espcex (Aman) 01) Um circuito elétrico é constituído
CIRCUITOS DE CORRENTE ALTERNADA
CRCUTOS DE CORRENTE ALTERNADA NTRODUÇÃO As correntes e tensões na maioria dos circuitos não são estacionárias, possuindo uma variação com o tempo. A forma mais simples da variação temporal de tensão (corrente)
Matrizes. matriz de 2 linhas e 2 colunas. matriz de 3 linhas e 3 colunas. matriz de 3 linhas e 1 coluna. matriz de 1 linha e 4 colunas.
Definição Uma matriz do tipo m n (lê-se m por n), com m e n, sendo m e n números inteiros, é uma tabela formada por m n elementos dispostos em m linhas e n colunas. Estes elementos podem estar entre parênteses
Método Simplex Revisado
Método Simplex Revisado Prof. Fernando Augusto Silva Marins Departamento de Produção Faculdade de Engenharia Campus de Guaratinguetá UNESP www.feg.unesp.br/~fmarins [email protected] Introdução Método
ANÁLISE DE CIRCUITOS LABORATÓRIO
ANÁLISE DE CIRCUITOS LABORATÓRIO Ano Lectivo 20 / 20 Curso Grupo Classif. Rubrica Trabalho N.º 2 Equivalentes de Thévenin e de Norton. Transferência Plano de Trabalhos e Relatório: Máxima de Potência,
MATRIZ - FORMAÇÃO E IGUALDADE
MATRIZ - FORMAÇÃO E IGUALDADE 1. Seja X = (x ij ) uma matriz quadrada de ordem 2, onde i + j para i = j ;1 - j para i > j e 1 se i < j. A soma dos seus elementos é igual a: 2. Se M = ( a ij ) 3x2 é uma
Matrizes e Sistemas Lineares. Professor: Juliano de Bem Francisco. Departamento de Matemática Universidade Federal de Santa Catarina.
e Aula Zero - Álgebra Linear Professor: Juliano de Bem Francisco Departamento de Matemática Universidade Federal de Santa Catarina agosto de 2011 Outline e e Part I - Definição: e Consideremos o conjunto
CONCEITOS TEORICOS ESSESNCIAIS
EXPERIÊNCIA TENSÃO ELÉTRICA OBJETIVOS: - Observar experimentalmente o fenômeno da tensão elétrica; - Conhecer os conceitos da pilha elétrica - Aprender a medir corretamente tensões contínua e alternada
Exercícios de Aprofundamento Mat Polinômios e Matrizes
. (Unicamp 05) Considere a matriz A A e A é invertível, então a) a e b. b) a e b 0. c) a 0 e b 0. d) a 0 e b. a 0 A, b onde a e b são números reais. Se. (Espcex (Aman) 05) O polinômio q(x) x x deixa resto
Aula 02 Circuitos retificadores com e sem filtro capacitivo; Regulador Zener;
ELT 054 (LAB) Turmas D/D D3/D4 º. Sem 0 Aula 0 Circuitos retificadores com e sem filo capacitivo; egulador Zener; Objetivo. Simulação de tensões e correntes em circuitos retificadores Inodução O diodo
Determinantes. Matemática Prof. Mauricio José
Determinantes Matemática Prof. Mauricio José Determinantes Definição e Conceito Matriz de ordem 1 Dizemos que um determinante é um resultado (numérico) de operações que são realizadas em uma matriz quadrada.
DIMENSIONAMENTO DE BATERIAS Autor: Paulo Eduardo Mota Pellegrino - 2006
DIMENSIONAMENTO DE BATERIAS Autor: Paulo Eduardo Mota Pellegrino - 2006 Introdução O presente trabalho tem por objetivo conceituar, através de exemplos, as questões fundamentais para o dimensionamento
Notas de Aula Disciplina Matemática Tópico 08 Licenciatura em Matemática Osasco -2010
1. Função Eponencial Dado um número rela a > 0, e a 1, então chamamos de função eponencial de base a, a função f: R R tal que: f = a Por eemplo: f = 5 g = 1 2 = 3 Gráfico de uma função eponencial Para
CENTRO TECNOLÓGICO ESTADUAL PAROBÉ CURSO DE ELETRÔNICA
CENTRO TECNOLÓGICO ESTADUAL PAROBÉ CURSO DE ELETRÔNICA SISTEMAS ANALÓGICOS Prática: 4 Assunto: Amplificador Operacional - Parte IV Objetivos: Montar e testar as configurações de comparadores. Material
Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico
Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município:São Carlos Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Habilitação Profissional: Técnico em Mecatrônica
MOTORES DE INDUÇÃO MONOFÁSICOS
MOTORES DE INDUÇÃO MONOFÁSICOS Prof. Epaminondas de Souza Lage Introdução Os motores de indução monofásicos possuem uma grande aplicabilidade e funcionalidade, que se estendem desde as nossas residências
Medidas de Tendência Central. Introdução Média Aritmética Moda Mediana
Medidas de Tendência Central Introdução Média Aritmética Moda Mediana Introdução A maioria dos dados apresenta uma tendência de se concentrar em torno de um ponto central Portanto, é possível selecionar
Método Simplex das Duas Fases
Notas de aula da disciplina Pesquisa Operacional 1. 2003/1 c DECOM/ICEB/UFOP. Método Simplex das Duas Fases 1 Descrição do método Suponhamos inicialmente que tenham sido efetuadas transformações no PPL,
Ánalise de Circuitos. 1. Método Intuitivo
Ánalise de Circuitos 1. Método Intuitivo Ramo de um circuito: é um componente isolado tal como um resistor ou uma fonte. Este termo também é usado para um grupo de componentes sujeito a mesma corrente.
Bases Matemáticas. Daniel Miranda 1. 23 de maio de 2011. sala 819 - Bloco B página: daniel.miranda
Daniel 1 1 email: [email protected] sala 819 - Bloco B página: http://hostel.ufabc.edu.br/ daniel.miranda 23 de maio de 2011 Elementos de Lógica e Linguagem Matemática Definição Uma proposição
MODELAGEM MATEMÁTICA DE UM SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA TENSÃO 1. Gabriel Attuati 2, Paulo Sausen 3.
MODELAGEM MATEMÁTICA DE UM SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA TENSÃO 1 Gabriel Attuati 2, Paulo Sausen 3. 1 Parte integrante do Projeto de pesquisa Análise, Modelagem e Desenvolvimento
Matemática. A probabilidade pedida é p =
a) Uma urna contém 5 bolinhas numeradas de a 5. Uma bolinha é sorteada, tem observado seu número, e é recolocada na urna. Em seguida, uma segunda bolinha é sorteada e tem observado seu número. Qual a probabilidade
Equilíbrio de um corpo rígido
Equilíbrio de um corpo rígido Objetivos da aula: Desenvolver as equações de equilíbrio para um corpo rígido. Introduzir o conceito do diagrama de corpo livre para um corpo rígido. Mostrar como resolver
Onde: A é a matriz do sistema linear, X, a matriz das incógnitas e B a matriz dos termos independentes da equação
Onde: A é a matriz do sistema linear, X, a matriz das incógnitas e B a matriz dos termos independentes da equação À seguir eemplificaremos e analisaremos cada uma dessas três situações. : A X B Podemos
Lista de Exercícios Campo Elétrico
Considere k o = 9,0. 10 9 N. m 2 /C 2 Lista de Exercícios Campo Elétrico 1. Uma partícula de carga q = 2,5. 10-8 C e massa m = 5,0. 10-4 kg, colocada num determinado ponto P de uma região onde existe um
Ficha de Exercícios nº 2
Nova School of Business and Economics Álgebra Linear Ficha de Exercícios nº 2 Matrizes, Determinantes e Sistemas de Equações Lineares 1 O produto de duas matrizes, A e B, é a matriz nula (mxn). O que pode
Técnicas Digitais A AULA 08. Prof. João Marcos Meirelles da Silva. Sala 425
Técnicas Digitais A Prof. João Marcos Meirelles da Silva AULA 08 [email protected] Sala 425 www.professores.uff.br/jmarcos onversão de Expressões em TV Desenvolva uma Tabela-Verdade para a expressão de
Resistência Elétrica. Introdução Primeira Lei de Ohm Representação Características físicas Segunda Lei de Ohm Potência dissipada por um resistor
Resistência Elétrica Introdução Primeira Lei de Ohm Representação Características físicas Segunda Lei de Ohm Potência dissipada por um resistor Introdução Nas lâmpadas incandescente, os seus filamentos
Engenharia Biomédica ELECTRÓNICA UNIVERSIDADE DO MINHO ESCOLA DE ENGENHARIA. Ficha Técnica do trabalho prático: Aparelhos de Medida
DEI 1/15 DEI 2/15 DEI 3/15 DEI 4/15 DEI 5/15 DEI 6/15 Elementos Constituintes Breve Descrição: DEI 7/15 6. PONTAS DE PROVA DO OSCILOSCÓPIO As pontas de prova do osciloscópio têm num extremo um conector
Análise de Sistemas de Controle no Espaço de Estados
Análise de Sistemas de Controle no Espaço de Estados 9.1 INTRODUÇÃO* (Capítulo 11 do Ogata) Um sistema moderno complexo pode ter muitas entradas e muitas saídas e elas podem ser interrelacionadas de maneira
1 Transformadores de Corrente
1 Transformadores de Corrente 1.1 Conceito Os transformadores de corrente são equipamentos que permitem aos instrumentos de medição e proteção funcionarem adequadamente sem que seja necessário possuírem
DISPOSITIVOS OPTOELETRÔNICOS Leds e Fotodiodos
DISPOSITIVOS OPTOELETRÔNICOS Leds e Fotodiodos OBJETIVOS: Analisar o funcionamento de um acoplador optoeletrônico e a performance dos dispositivos emissores de luz (leds). INTRODUÇÃO TEÓRICA A optoeletrônica
(1, 6) é também uma solução da equação, pois 3 1 + 2 6 = 15, isto é, 15 = 15. ( 23,
Sistemas de equações lineares generalidades e notação matricial Definição Designa-se por equação linear sobre R a uma expressão do tipo com a 1, a 2,... a n, b R. a 1 x 1 + a 2 x 2 +... + a n x n = b (1)
GEOMETRIA ANALÍTICA II
Conteúdo 1 O PLANO 3 1.1 Equação Geral do Plano............................ 3 1.2 Determinação de um Plano........................... 7 1.3 Equação Paramétrica do Plano........................ 11 1.4 Ângulo
defi departamento de física www.defi.isep.ipp.pt
defi departamento de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt arga e descarga de um condensador em.. Instituto Superior de Engenharia do Porto- Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino
FIGURAS DE LISSAJOUS
FIGURAS DE LISSAJOUS OBJETIVOS: a) medir a diferença de fase entre dois sinais alternados e senoidais b) observar experimentalmente, as figuras de Lissajous c) comparar a frequência entre dois sinais alternados
ELETRÔNICA DIGITAL 1
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA UNIDADE SÃO JOSÉ CURSO DE TELECOMUNICAÇÕES ELETRÔNICA DIGITAL 1 CAPÍTULO 2 SUMÁRIO 2. Funções Lógicas 2 2.1 Introdução 2 2.2 Funções Lógicas Básicas
MÓDULO 2 ÓPTICA E ONDAS Ronaldo Filho e Rhafael Roger
ELEMENTOS DOS ESPELHOS Os elementos geométricos que caracterizam um espelho esférico são: CAPÍTULO 03 ESPELHOS ESFÉRICOS Seccionando-se uma esfera por um plano, ela ficará dividida em duas partes ou Calotas
Unidade III- Determinantes
Unidade III- Determinantes - Situando a Temática A teoria dos determinantes tem origem em meados do século XVII, quando eram estudados processos para resolução de sistemas lineares Hoje em dia, embora
GUIDG.COM PG. 1. Exercícios iniciais: Determine o conjunto solução das inequações: i) x 2 + 1< 2x 2 @ 3 @ 5x: Solução: Resolvendo em partes: y1)
5/7/011 CDI-1: Inequações, passo à passo, exercícios resolvidos. TAGS: Exercícios resolvidos, Inequações, passo à passo, soluções, cálculo 1, desigualdades, matemática básica. GUIDG.COM PG. 1 Exercícios
5. O Mapa de Karnaugh
Objetivos 5. O Mapa de Karnaugh Usar um mapa de Karnaugh para simplificar expressões Booleanas Usar um mapa de Karnaugh para simplificar funções de tabela-verdade Utilizar condições don t care para simplificar
Aula 8.2 Conteúdo: Associação de resistores em paralelo, potência elétrica de uma associação em paralelo de resistores. INTERATIVIDADE FINAL
Aula 8.2 Conteúdo: Associação de resistores em paralelo, potência elétrica de uma associação em paralelo de resistores. Habilidades: Diferenciar as formas de associação de resistores, bem como determinar
ALGA - Eng.Civil - ISE - 2009/2010 - Matrizes 1. Matrizes
ALGA - Eng.Civil - ISE - 00/010 - Matrizes 1 Matrizes Introdução Se m e n são números naturais, chama-se matriz real de tipo m n (m vezes n ou m por n) a uma aplicação A : f1; ; :::; mg f1; ; :::; ng R:
Através de suas realizações experimentais, mantendo constante a temperatura do condutor, Ohm pôde chegar às seguintes afirmações e conclusões:
5000 - Leis de Ohm: Primeira de Ohm George Simon Ohm foi um físico alemão que viveu entre os anos de 1789 e 1854 e verificou experimentalmente que existem resistores nos quais a variação da corrente elétrica
Alocação de Custos pelo Método Recíproco
1 ALOCAÇÃO DE CUSTOS PELO MÉTODO RECÍPROCO Autor: Luiz João Corrar Doutor em Controladoria e Contabilidade pela FEA/USP Professor do Departamento de Contabilidade e Atuária Introdução O objetivo deste
Resolução do exemplo 8.6a - pág 61 Apresente, analítica e geometricamente, a solução dos seguintes sistemas lineares.
Solução dos Exercícios de ALGA 2ª Avaliação EXEMPLO 8., pág. 61- Uma reta L passa pelos pontos P 0 (, -2, 1) e P 1 (5, 1, 0). Determine as equações paramétricas, vetorial e simétrica dessa reta. Determine
Capítulo 4. Retas e Planos. 4.1 A reta
Capítulo 4 Retas e Planos Neste capítulo veremos como utilizar a teoria dos vetores para caracterizar retas e planos, a saber, suas equações, posições relativas, ângulos e distâncias. 4.1 A reta Sejam
Figura 1 Circuito capacitivo em série.
ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DOM BOSCO FACULDADE DE ENGENHARIA DE RESENDE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA Disciplina: Laboratório de Circuitos Elétricos Corrente Contínua 1. Objetivo A característica de um dispositivo
Sistemas de equações do 1 grau com duas variáveis LISTA 1
Sistemas de equações do 1 grau com duas variáveis LISTA 1 INTRODUÇÃO Alguns problemas de matemática são resolvidos a partir de soluções comuns a duas equações do 1º a duas variáveis. Nesse caso, diz-se
MÉTODO SIMPLEX QUADRO SIMPLEX
MÉODO SIMPLEX QUDRO SIMPLEX O Método Simplex é um procedimento matricial para resolver o modelo de programação linear na forma normal. omeçando com X, o método localiza sucessivamente outras soluções básicas
RESOLVER EQUAÇÕES. EXEMPLO. Seja a equação:
RESOLVER EQUAÇÕES É vasto o conjunto de equações que podem apresentar-se no domínio da Matemática, bem como na vida corrente, em que aquela e os seus resultados têm de aplicar-se para resolver problemas
3º Ano do Ensino Médio. Aula nº09 Prof. Paulo Henrique
Nome: Ano: º Ano do E.M. Escola: Data: / / 3º Ano do Ensino Médio Aula nº09 Prof. Paulo Henrique Assunto: Funções do Segundo Grau 1. Conceitos básicos Definição: É uma função que segue a lei: onde, Tipos
Programação Linear - Parte 4
Mestrado em Modelagem e Otimização - CAC/UFG Programação Linear - Parte 4 Profs. Thiago Alves de Queiroz Muris Lage Júnior 1/2014 Thiago Queiroz (DM) Parte 4 1/2014 1 / 18 Solução Inicial O método simplex
Corrente Elétrica. Eletricidade e magnetismo - corrente elétrica 1
Corrente Elétrica Eletricidade e magnetismo - corrente elétrica 1 Corrente elétrica A corrente elétrica é definida como um fluxo de elétrons por unidade de tempo: = Q t [C/ segundo]ou[ A] Ampere Material
Capítulo IX. Carregamento de transformadores
42 Capítulo IX Carregamento de transformadores Por Manuel Luís Barreira Martinez* A tipificação dos transformadores contempla três agrupamentos distintos, o que em tese significa três diferentes tipos
4. Álgebra Booleana e Simplificação Lógica. 4. Álgebra Booleana e Simplificação Lógica 1. Operações e Expressões Booleanas. Objetivos.
Objetivos 4. Álgebra Booleana e Simplificação Lógica Aplicar as leis e regras básicas da álgebra Booleana Aplicar os teoremas de DeMorgan em expressões Booleanas Descrever circuitos de portas lógicas com
COLÉGIO PEDRO II CAMPUS TIJUCA II DEPARTAMENTO DE FÍSICA COORDENADOR: PROFESSOR JOSÉ FERNANDO
COLÉGIO PEDRO II CAMPUS TIJUCA II DEPARTAMENTO DE FÍSICA COORDENADOR: PROFESSOR JOSÉ FERNANDO 3 a SÉRIE PROFESSORES: ROBSON / JULIEN / JOSÉ FERNANDO / EDUARDO / BRUNO Questão 1 Um condutor metálico é percorrido
Matemática Básica Intervalos
Matemática Básica Intervalos 03 1. Intervalos Intervalos são conjuntos infinitos de números reais. Geometricamente correspondem a segmentos de reta sobre um eixo coordenado. Por exemplo, dados dois números
Sistema de Abastecimento de Água 1 CAPÍTULO 5 REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA
Sistema de Abastecimento de Água 1 CAPÍTUO 5 REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA Sistema de Abastecimento de Água 2 1. Considerações Gerais A rede de distribuição de água é constituída por um conjunto de condutos
Laboratório. Máquinas Eléctricas. Sistemas Trifásicos medida de potência. Manuel Vaz Guedes. O wattímetro. Núcleo de Estudos de Máquinas Eléctricas
Laboratório de áquinas Eléctricas istemas rifásicos medida de potência anuel Vaz Guedes úcleo de Estudos de áquinas Eléctricas FACULDADE DE EGEHAIA DA UIVEIDADE DO POO o estudo laboratorial das áquinas
Data: Experiência 01: LEI DE OHM
( ) Prova ( ) Prova Semestral ( ) Exercícios ( ) Prova Modular ( ) Segunda Chamada ( ) Exame Final ( ) Prática de Laboratório ( ) Aproveitamento Extraordinário de Estudos Nota: Disciplina: Turma: Aluno
= i= Com a aplicação ou uso da primeira expressão obtém-se 18,50m 2. Area=(1*(1 5 )+ 3*(2 6)+ 5*(5 5)+ 7*(6-4) + 9*(5-2)+4*(4-1)+3*(2-2))/2= 18,50m 2.
4.8.5 Avaliação de Área na Projeção UTM O valor numérico da área de um limite determinado por um conjunto de pontos unidos entre si por segmentos de linha reta sucessivos que não se cruzam pode ser calculado
Semana 7 Resolução de Sistemas Lineares
1 CÁLCULO NUMÉRICO Semana 7 Resolução de Sistemas Lineares Professor Luciano Nóbrega UNIDADE 1 2 INTRODUÇÃO Considere o problema de determinar as componentes horizontais e verticais das forças que atuam
Resolução Numérica de Equações Parte I
Cálculo Numérico Resolução Numérica de Equações Parte I Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] MATERIAL ADAPTADO DOS SLIDES DA DISCIPLINA CÁLCULO NUMÉRICO DA UFCG - www.dsc.ufcg.edu.br/~cnum/
