Introdução à Qualidade de Software
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- Lavínia Vilanova Fonseca
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1 FACULDADE DOS GUARARAPES Introdução à Qualidade de Software Prof. Rômulo César 1/41
2 Objetivo do Curso Apresentar os conceitos básicos sobre Qualidade de Software Abordar a questão da qualidade de software, com ênfase em modelos de qualidade de processo de software. 2/41
3 Situação atual da maioria das empresas de SW Acúmulo de trabalho Abandono de planos e procedimentos Produto funciona, mas com defeitos; prazo e custo maiores; e menos funcionalidade Sucesso depende muito do esforço heróico das pessoas Pouca repetibilidade Clientes e funcionários insatisfeitos 3/41
4 Contextualização Globalização Novas exigências, alta competitividade, concorrência internacional Qualidade como Arma Competitiva Equiparação com padrões internacionais, garantia de conformidade do produto, garantia da satisfação do cliente No contexto dos Sistemas de Informação Garantia de conformidade do software com os requisitos especificados qualidade de software 4/41
5 O que é Qualidade? É atender plenamente os requisitos do cliente É superar a expectativa do cliente A totalidade das características de uma entidade que lhe confere a capacidade de satisfazer às necessidades explícitas e implícitas (NBR ISO 8402) 5/41
6 Evolução da Qualidade Estratégia de qualidade Grupos de trabalho Envolvimento de clientes e fornecedores Sistemas da Qualidade Custo da qualidade Solução de problemas Planejamento da qualidade Total Quality Management Garantia da Qualidade Controle da Qualidade Inspeção Métodos estatísticos Desempenho de processo Padrões de qualidade Detecção de Erro Retificação 6/41
7 Total Quality Management (TQM) Aspectos Fundamentais Atender as necessidades e expectativas do cliente (a parte mais importante da organização). Consideração ao cliente e fornecedor interno. Envolver todas as pessoas da organização. Examinar custos relacionados com a qualidade. Desenvolver sistemas e procedimentos que suportem qualidade e melhoria. Desenvolver um processo de melhoria contínua. 7/41
8 Benefícios da Qualidade Na visão do fornecedor (ex: equipe interna de TI ou fornecedor externo do mercado) Maior produtividade Maior precisão nas estimativas Redução de defeitos no produto Aumento da confiabilidade do produto Menos esforço de re-trabalho Menos horas extras de trabalho Redução do tempo para atender o mercado Redução de custo de desenvolvimento e manutenção Maior competitividade Maior índice de satisfação do cliente/usuário final 8/41
9 Benefícios da Qualidade Na visão do contratante Auxilia a definição de critérios para seleção e descredenciamento de fornecedores Auxilia a definição de processos de acompanhamento do progresso e desempenho dos fornecedores nas etapas de desenvolvimento, entrega e pós-entrega dos produtos Auxilia a definição de critérios para avaliação e aceitação dos produtos entregues pelo fornecedor 9/41
10 Gestão da Qualidade Atividades coordenadas para orientar e controlar uma organização com relação à qualidade (ISO9000:2008). Princípios da ISO9001:2008 Foco no cliente Liderança Envolvimento das pessoas Abordagem de processo Abordagem sistêmica Melhoria contínua Tomada de decisão baseada em fatos Relacões de ganha-ganha. 10/41
11 Controle da Qualidade Controle da Qualidade Evita que produtos defeituosos sejam entregues aos clientes; Natureza reativa. X Garantia da Qualidade Objetiva monitoração de processo, e detecção e correção de defeitos. Ex: Inspeções e testes. 11/41
12 Controle da Qualidade X Garantia da Qualidade Garantia da Qualidade Tenta produzir software com uma baixa taxa de defeitos; Natureza proativa. Definição de procedimentos, padrões, treinamentos. Gerência e melhoria de processo. 12/41
13 Certificação da Qualidade Não basta que a qualidade exista, ela deve ser reconhecida pelo cliente; Deve existir uma certificação oficial emitida com base em um padrão; As certificações são dadas por instituições competentes; Exemplos de certificação: Selo SIF de qualidade de produtos alimentícios; Selo ABIC de qualidade do café; Classificação da rede hoteleira. 13/41
14 Certificação da Qualidade Por que Normalização Internacional? Garantir a confiabilidade do produto; Reduzir custos e evitar desperdícios e retrabalhos; Implementar e utilizar práticas reconhecidas internacionalmente; Estabelecer confiança no relacionamento com o cliente; Cartão de visita para o mercado internacional. 14/41
15 Auditorias Uma validação independente de produtos de trabalho ou processos para verificar sua conformidade a padrões, procedimentos e especificações com base em critérios objetivos. IEEE 1028 Obtenção de evidências objetivas Informação com a qual pode ser comprovada uma verdade, baseado em fatos obtidos através de: Observação Medição Teste Outros meios Evidências observadas ou documentadas independente de preconceito ou emoção 15/41
16 Tipos de Auditorias As auditorias podem ser classificadas como: Auditorias de Produto focadas na conformidade de produtos com os padrões estabelecidos Auditorias de Processo concentra-se na garantia da execução efetiva de todos os aspectos do procedimento Auditorias de Sistemas de Qualidade avalia a eficácia da implementação desse sistema e determina o grau com o qual os objetivos do sistema estão sendo atingidos 16/41
17 Auditorias de Sistemas da Qualidade Primeira parte: realizada por uma organização sobre si mesma. Segunda parte: conduzida por uma organização sobre uma outra para fins da organização condutora da auditoria. Terceira parte: realizadas por uma terceira parte independente sem interesse nos resultados da auditoria. Nesta classe se incluem as auditorias de certificação (ex: auditorias ISO9001): Inicial: completa, abrangendo todo o escopo de certificação. De Manutenção: periódica, conduzida para determinar a manutenção da auditoria inicial. De Re-certificação: realizada no final do período de certificação no sentido de re-emitir o certificado par um novo período. 17/41
18 Avaliações Internas (Assessments) Auxilia a organização a melhorar através da identificação de problemas críticos e estabelecimento de ações de melhoria. Objetivos Conhecer como a organização trabalha; Identificar principais problemas; Identificar pontos fortes. Foco em revisão/melhoria e não simplesmente em auditoria. 18/41
19 Custos da Qualidade Custos de Falhas e Correção Custos de refazer atividades devido a erros na execução do processo ou no produto. Custos da Prevenção Atividades de planejamento e implementação de sistemas da qualidade. Custos de Avaliação/Certificação Verificações no processo de produção. 19/41
20 Custo da Correção de Defeitos de Software O custo aumenta exponencialmente, quanto mais tarde no ciclo de vida o defeito for descoberto $ Custo Requisitos A&P Implementação Testes Em campo Fase do Ciclo de Vida 20/41
21 Qualidade de Software O principal objetivo da Engenharia de Software (ES) é ajudar a produzir software de qualidade; Empresas que desenvolvem software de qualidade são mais competitivas; Empresas que utilizam software de alta qualidade podem, em geral, oferecer um melhor serviço ao seu cliente final. 21/41
22 Conceito de Qualidade de Software Conformidade a requisitos funcionais e de desempenho explicitamente declarados, a padrões de desenvolvimento claramente documentados e a características implícitas que são esperadas de todo software profissionalmente desenvolvido (Pressman). 22/41
23 Qualidade de Software O que o cliente quer? Atendimento aos requisitos especificados Defeito zero Alto desempenho Baixo custo Desenvolvimento rápido Facilidade de uso Eficiência nos serviços associados Inovação 23/41
24 Fatores que Dificultam a Qualidade de Software Complexidade dos projetos de software Custo focado no conhecimento e no desenvolvimento Produção específica e não em série Imaturidade da área de Engenharia de Software 24/41
25 Dimensões da Qualidade do Software Tecnologia de Desenvolvimento Qualidade do Processo Qualidade do Produto Qualidade das Pessoas Custo, tempo e cronograma 25/41
26 Qualidade de Software: processo x produto QUALIDADE DO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO QUALIDADE DO PRODUTO DE SOFTWARE 26/41
27 Produto Normas e Modelos de Qualidade de SW ISO Norma para qualidade de produtos de software ISO Guias para avaliação de produtos de software Processo ISO Processos de ciclo de vida do software. ISO 90003: Diretrizes para aplicação da norma ISO 9001 ao desenvolvimento, fornecimento e manutenção de software. ISO (SPICE) - Projeto da ISO/IEC para avaliação dos processos de desenvolvimento de software. CMMI - Capability Maturity Model Integrated. Modelo do SEI que estende o CMM para avaliação de processos de software. mps.br - Modelo Brasileiro de qualidade de processo de software, baseado nas normas ISO e 15504, e no modelo CMMI. 27/41
28 Qualidade do Processo Processo uma seqüência de passos realizados para um determinado propósito. (IEEE) conjunto de recursos e atividades interrelacionados que transformam insumos em produtos. (ISO 8402) Processo de software um conjunto de atividades, métodos, práticas e transformações que as pessoas utilizam para desenvolver e manter software e produtos relacionados. (CMMI) 28/41
29 Processo de Software Métodos, Procedimentos, Padrões, Técnicas PROCESSO FATORES DE QUALIDADE o procedimento que descreve o método escolhido as ferramentas para darem apoio e facilitarem o trabalho pessoas treinadas, que compreendam e usem o processo Pessoas habilitadas, treinadas, motivadas Ferramentas 29/41
30 Princípios Básicos da Qualidade do Processo de Software Satisfação do Cliente Redução de Custo de Qualidade Controle do Projeto Melhoria Contínua de Processos 30/41
31 Qualidade do Processo de Software REQUISITOS Desenvolvimento do SW Análise Projeto verificação PRODUTO DE SW validação 31/41
32 Qualidade do Processo de Software Pontos Relevantes Planejamento e gerenciamento efetivo Definição de um modelo de ciclo de vida Padronização Conformidade com requisitos especificados Integridade dos produtos do desenvolvimento com os requisitos Controle de versões Testes e Inspeções 32/41
33 Melhoria de Processo de Software Ações realizadas para alterar os processos de software de uma organização para que eles satisfaçam de forma mais eficiente os objetivos e necessidades de negócio da organização. Princípios Grandes mudanças devem ser iniciadas de cima pra baixo. Todos devem ser envolvidos. Mudanças efetivas devem ser construídas com base em conhecimento. Mudanças são contínuas. Mudanças no processo são incorporadas através de motivação e esforço. Melhoria de processo de software requer investimento. 33/41
34 Abordagem de um Programa de Melhoria de Processo Decisão e comprometimento para a melhoria Avalia práticas correntes Planeja ações de melhoria Inicia ciclo de melhoria Realiza ações de melhoria Melhoria da Organização Institucionaliza a melhoria Prepara institucionalização da melhoria 34/41
35 Exemplo de estrutura organizacional de programa de MPS Descrições de processo; procedimentos Material de Treinamento Material de Comunicação SEPG (Grupo de Processos) Definições EQUIPE DO PROJETO MPS (Workteams) Apoio, Treinamento, Divulgação PROJETOS COMITÊ ORIENTADOR (PATROCINADOR) EQUIPE DA QUALIDADE (SQA) Auditorias ÁREAS FUNCIONAIS Indicador de Aderência 35/41
36 Conclusão Estamos na fase em que a qualidade não é mais um diferencial Precisamos ter não apenas qualidade, mas qualidade com excelência A qualidade que mais se adeqüe à nossa realidade e a de nossos clientes!!! Qualidade é um conceito complexo, porque significa diferentes coisas para diferentes pessoas Não há uma simples medida para qualidade de software que seja aceitável para todos os projetos de todas as empresas 36/41
37 Conclusão A implantação de um sistema de qualidade permite um aumento de produtividade, uma melhoria da qualidade do produto final e um aumento da satisfação dos clientes e da própria empresa Apesar dos custos elevados, é importante introduzir sistemas de gerenciamento de qualidade de software, pois permitem um aumento de produtividade, uma melhoria da qualidade do produto final e um aumento da satisfação dos clientes e da própria empresa A demanda por produtos mais eficazes e de baixo custo agregado, somada com a alta competição no mercado, tornou a qualidade um aspecto fundamental a qualquer organização 37/41
38 Conclusão No contexto da qualidade de software, vários modelos vêm sendo publicados e são, hoje, largamente adotados por várias organizações no mundo Conceitos como prevenção e detecção, avaliações e auditorias, coleta e análise de métricas, entre outros, devem ser bem entendidos para se garantir uma visão clara do cenário da qualidade de software A falta de consciência de muitas empresas e profissionais que lidam com sistemas complexos tem sido um dos maiores problemas em adotarem uma política de qualidade 38/41
39 Referências NBR ISO Diretrizes para a aplicação da ISO9001 ao desenvolvimento, fornecimento e manutenção de software Normas ISO/IEC NBR ISO/IEC Processos de Ciclo de Vida Côrtes, Mario Lúcio; et al, "Modelos de Qualidade de Software", Editora UNICAMP, Mary Beth Chrissis et al, CMMI - Guidelines for Process Integration and Product Improvement Rocha, Ana Regina Cavalcanti da; et al, "Qualidade de Software - Teoria e Prática", Prentice Hall, /41
40 Referências Watts S. Humphrey, Managing the Software Process, ADDISON WESLEY G. Gordon Schulmeyer, James I. McManus, Handbook of Software Quality Assurance, Prentice Hall Joseph M. Juran, Juran s Quality Handbook, McGraw Hill IEEE Standards Software Engineering, Volume 1, IEEE Std Lynn Carter et al, The road to CMMI: Results of the First Technology Transition Workshop Appraisal Requirements for CMMI (ARC), V1.1 SCAMPI Method Definition Document (SMDD), V1.1 40/41
41 Referências Sites www. cin.ufpe.br/~processos Site oficial do MPS.BR ( 41/41
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