APOSTILAS: NORMAS; ABNT NBR ISO; MPS BR
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- Raphaella da Conceição Ribeiro
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1 APOSTILAS: NORMAS; ABNT NBR ISO; MPS BR Fonte: Apostilas disponíveis no site 1
2 NORMAS: NBR ISO NBR ISO/IEC CMM SPICE Continuação... 2
3 NORMAS VISÃO GERAL NBR ISO/IEC SPICE AVALIAÇÃO Fonte: MPS.BR 3
4 NORMAS NBR ISO/IEC (SPICE) Em setembro de 1992, a ISO realizou um estudo chamado Necessidades e Exigências para uma Norma de Avaliação de Processos de Software. O trabalho concluiu que era pertinente a elaboração de uma norma que fosse aplicável à melhoria de processos e à determinação da capacidade. Este padrão deveria considerar os métodos e normas já existentes e também precisava abranger todos os processos de software e ser construído pelos especialistas que já desenvolviam e trabalhavam com os métodos e normas existentes à época. 4
5 NORMAS NBR ISO/IEC (SPICE) Como resultado desse primeiro trabalho, a ISO iniciou em janeiro de 1993 o projeto SPICE (Software Process Improvement and Capability Etermination). Seu o objetivo de produzir inicialmente um Relatório Técnico que fosse, ao mesmo tempo, mais geral e abrangente que os modelos existentes e mais específico que a norma ISO 9001 originando assim a Norma ISO/IEC 15504, A ISO/IEC presta se à realização de avaliações de processos de software com dois objetivos: Melhoria de processos; Determinação da capacidade de processos de uma unidade organizacional. 5
6 NORMAS NBR ISO/IEC (SPICE) A melhoria de processos tem como objetivo a unidade organizacional que poderá realizar uma avaliação com o objetivo de gerar um perfil dos processos que será usado para a elaboração de um plano de melhorias. Dessa forma a análise dos resultados identificaria: Os pontos fortes; Os pontos fracos; Os riscos inerentes aos processos. 6
7 NORMAS NBR ISO/IEC (SPICE) Já para o segundo caso, determinação da capacidade de processos de uma unidade organizacional, a organização tem o objetivo de avaliar um fornecedor em potencial, obtendo o seu perfil de capacidade. Dessa forma o perfil de capacidade permitiria ao contratante estimar o risco associado à contratação daquele fornecedor em potencial para auxiliar na tomada de decisão de contratá lo ou não. 7
8 NORMAS VISÃO GERAL CMMI MELHORIA DE PROCESSO Fonte: MPS.BR 8
9 NORMAS CMMI (Melhoria de Processos) O modelo SW CMM (Software Capability Maturity Model) foi definido no SEI (Software Engineering Institute) a pedido do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. A partir de 1991, foram desenvolvidos CMMs para várias disciplinas, como: Engenharia de Sistemas; Engenharia de Software; Aquisição de Software; Gerência e Desenvolvimento da Força de Trabalho; Desenvolvimento Integrado do Processo e do Produto. Embora estes modelos tenham mostrado sua utilidade, na época em que foi utilizado, o uso de múltiplos modelos se mostrou problemático. 9
10 NORMAS CMMI (Melhoria de Processos) O CMMI SM surgiu para tentar resolver o problema de se usar vários modelos. É o resultado da evolução do: SW CMM ; SECM (System Engineering Capability Model); IPD CMM (Integrated Product Development Capability Maturity Model). Sendo o sucessor destes modelos e desenvolvido para ser consistente e compatível com a ISO/IEC [SEI, 2002]. Existem dois tipos de representação CMMI SM : Em estágios; Contínua. 10
11 NORMAS CMMI (Melhoria de Processos) A representação em estágios é a representação usada no SW CMM. Esta representação define um conjunto de áreas de processo para definir um caminho de melhoria para a unidade organizacional, descrito em termos de níveis de maturidade. Já na representação contínua é o enfoque utilizado no SECM, noipd CMM e também na ISO/IEC 15504, já apresentado, permitindo assim que uma organização selecione uma área de processo específica e implemente melhorias com relação a área que se está atuando. A representação contínua usa níveis de capacidade para caracterizar melhoria relacionada a uma área de processo. OmétodocriadopeloSEI para avaliação CMMI éoscampi (Standard CMMI Appraisal Method for Process Improvement), também baseado nos requisitos para avaliação de processo da ISO/IEC
12 NORMAS VISÃO GERAL MPS.BR MELHORIA DE PROCESSO Fonte: MPS.BR 12
13 NORMAS MPS.BR (Melhoria de Processos) O MPS.BR é um programa para Melhoria de Processo do Software Brasileiro. Está em desenvolvimento desde dezembro de 2003 e é coordenado pela SOFTEX (Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro), contando com apoio do MCT (Ministério da Ciência e Tecnologia), da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos) edobid (Banco Interamericano de Desenvolvimento). A coordenação do Programa MPS.BR conta com duas estruturas de apoio para o desenvolvimento de suas atividades, o FCC (Fórum de Credenciamento e Controle)eaETM (Equipe Técnica do Modelo). 13
14 NORMAS MPS.BR (Melhoria de Processos) Através destas estruturas, o MPS.BR obtém a participação de representantes de: Universidades Instituições Governamentais; Centros de Pesquisa; Organizações privadas, os quais contribuem com suas visões complementares que agregam qualidade ao empreendimento. O FCC tem como principais objetivos assegurar que as Instituições Implementadoras (II) e Instituições Avaliadoras (IA) sejam submetidas a um processo adequado de credenciamento e que suas atuações não se afastem dos limites éticos e de qualidade esperados, além de avaliar e atuar sobre o controle dos resultados obtidos pelo MPS.BR. 14
15 NORMAS MPS.BR (Melhoria de Processos) Por outro lado, cabe a ETM atuar sobre os aspectos técnicos relacionados ao Modelo de Referência (MR MPS) e Método de Avaliação (MA MPS),taiscomo Concepção e evolução do modelo; Elaboração e atualização dos GuiasGeraisdoMPS.BR; Preparação de material e definição da forma de treinamento e de aplicação de provas; Publicação de Relatórios Técnicos e interação com a comunidade visando a identificação e aplicação de melhores práticas. 15
16 NORMAS MPS.BR (Melhoria de Processos) A criação eoaprimoramento deste Guia Geral são atribuições da ETM, sendo que este guia faz parte do seguinte conjunto de documentos de apoio ao MPS.BR: Guia Geral; Guia de Avaliação [MPS.BR, 2006a]; Guia de Aquisição [MPS.BR, 2006b]. A Guia de Geral do MPS.BR descreve de forma detalhada o Modelo de Referência MR MPS e fornece uma visão geral sobre os demais guias queapóiamosprocessosde avaliação edeaquisição, possuindo como referência a Norma Internacional ISO/IEC 12207, já apresentada. 16
17 NORMAS MPS.BR (Melhoria de Processos) OdetalhamentodoGuia Geral envolve a definição: Dos níveis de maturidade; Seus processos Sua capacidade; Além dos resultados esperados provendo uma estrutura de trabalho para uma instituição que deseje implementar o MR MPS. 17
18 AULAS DE APOIO Estarão disponibilizadas nos descritos a baixo para downloads os arquivos nos formatos: PowerPoints ou Word das aulas. Alguns estarão disponíveis para impressão, outros, somente para leitura, mas não para edição. Em alguns casos em que se fizer necessário a impressão, o professor estará liberando para um melhor desenvolvimento dos trabalhos a ser solicitados. ou Contato: [email protected] 18
19 FIM 19
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