Modelos de Iluminação e Reflexão
|
|
|
- Manuela Fontes Estrada
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Modelos de Iluminação e Reflexão Edward Angel, Cap. 6 Instituto Superior Técnico Computação Gráfica 2009/2010 1
2 Na última aula... Recorte 2D Cyrus-Beck Sutherland-Hodgman Recorte 3D
3 Sumário Iluminação e Reflexão Modelo de Iluminação de Phong Aproximação de Blinn Modelo de Iluminação de Blinn-Phong
4 Computação Gráfica Pipeline de Visualização 3D
5 Pipeline de Visualização 3D 5
6 Pipeline de Visualização 3D 6
7 Pipeline de Visualização 3D 7
8 Pipeline de Visualização 3D 8
9 Computação Gráfica Luz e Materiais
10 Interacção Luz - Materiais Energia luminosa reflectida na direcção da câmara Define a cor representada Objecto vermelho e fonte de luz branca material absorve a energia luminosa em todos os comprimentos de onda excepto no vermelho Objecto transparente toda a energia luminosa é transmitida/refractada Resultado diferente se alterada posição de câmara objecto fonte de luz 10
11 Fontes de Energia Luminosa Compostas por múltiplos pontos de emissão Cada ponto pode emitir de modo diferente I(x 1, y 1, z 1, θ 1, ϕ 1, λ) I(x 2, y 2, z 2, θ 2, ϕ 2, λ) Na prática L=(I R, I G, I B ) 11
12 Fontes de Luz Simplificadas Pontual Posição e cor Intensidade diminui com a distância Direccional Cor e direcção (localizada no infinito) Spotlight Posição, cor, emissão num dado um ângulo sólido Luz Ambiente Contribuição de múltiplas fontes Constante em todos os pontos da cena Não tem direcção 12
13 Tipos de Materiais Modo como reflectem a energia luminosa: Especular: numa só direcção Difusa: igual em todas as direcções Especificação dos materiais Cor Coeficientes de reflexão Especular Difusa 13
14 Vectores Envolvidos Direcção da fonte de luz ( l ) Direcção da câmara ( v ) Normal à superfície ( n ) Direcção de reflexão perfeita ( r ) n v l r 14
15 Computação Gráfica Modelos de Iluminação e Reflexão
16 Iluminação e Reflexão (1/2) Modelos de Iluminação e Reflexão Essenciais para representação de cenas 3D a duas dimensões com um significativo grau de realismo 16
17 Iluminação e Reflexão (2/2) Modelo de Reflexão descreve como luz interage com superfície dos objectos Em função de propriedades dessas superfícies natureza da luz incidente Modelo de Iluminação descreve a natureza e a distribuição de intensidade da luz emanada pelas fontes luminosas presentes na cena 17
18 Sombreamento Depois de se ter Definido modelos de iluminação e reflexão Determinado as posições e orientações relativas de objectos fontes de luz Pode-se proceder ao Cálculo de sombreamento das superfícies dos objectos Shading No terceiro andar do pipeline. 18
19 Computação Gráfica Modelo de Iluminação de Phong
20 Modelo de Iluminação de Phong Garante compromisso equilibrado entre grau de realismo carga computacional Modela a intensidade luminosa Combinação linear de três componentes Reflexão Ambiente Reflexão Difusa Reflexão Especular 20
21 Modelo de Iluminação de Phong Reflexão Ambiente Permite iluminar objectos que não estão directamente iluminados Complementa iluminação Objectos directamente iluminados Definida por Onde: I a = k a L a K a : coeficiente de reflexão de luz ambiente (0 k a 1) L a : valor de luz ambiente global ou contribuição de fontes de luz individuais 21
22 Modelo de Iluminação de Phong Reflexão Difusa Superfície difusora perfeita difunde igual intensidade luminosa em todas as direcções a luminosidade apreendida por um observador não depende do seu ponto de vista n l v Intensidade da luz Difusa Estimada pela lei de Lambert 22
23 Lei de Lambert Estima intensidade da energia luminosa difundida Dada por: Onde: I d =L d. k d cos Θ Θ : ângulo entre fonte de luz e normal à superfície (0 Θ π/2) k d : coeficiente de reflexão difusa (0 k d 1 ) L d : intensidade da componente difusa da fonte de luz n Θ l 23
24 Modelo de Iluminação de Phong Reflexão Difusa Intensidade da luz Difusa Estimada pela lei de Lambert Dada por: I d = k d L d r max l n,0 ( r ) n l Θ v 24
25 Modelo de Iluminação de Phong Reflexão Especular Superfícies reflectoras perfeitas (especulares) Energia luminosa reflectida numa única direcção n raio incidente Θ Θ raio reflectido Superfície especular perfeita 25
26 Modelo de Iluminação de Phong Reflexão Especular Modela grau de brilho de uma superfície Representada pela quantidade de luz reflectida de modo especular em torno da direcção de reflexão ideal (ângulo de reflexão igual ao ângulo de incidência) l n r v 26
27 Modelo de Iluminação de Phong Reflexão Especular Superfícies especulares imperfeitas 27
28 Modelo de Iluminação de Phong Reflexão Especular Intensidade diminui cos n com o aumento do ângulo entre R e V Intensidade dada por: Onde: I s = k s L s max r r ( ),0) α r v α : coeficiente de brilho (shininess) k s : coeficiente de reflexão especular L s : intensidade da componente especular da fonte de luz l n r Θ Θ φ v 28
29 Modelo de Iluminação de Phong Coeficiente de Brilho Metais α entre 100 e 200 Plásticos α entre 5 e 10 cos α φ -90 φ 90 29
30 Superfícies especulares Exemplo 30
31 Modelo de Iluminação de Phong Resultado Global n especular l (α <<) (α >>) r ambiente + difusa v I = k a L a + k d L d max P r r (,0) max( ),0) α l n + k L r v s s r r 31
32 Modelo de Iluminação de Phong Resultado Global Várias (i) fontes de luz Componente Especular I s = k s Componente Difusa i L is r ( r v) i α I d = k d L i id r r ( l n) i 32
33 Modelo de Iluminação de Phong Atenuação Atmosférica Valor da energia luminosa depende da distância Entre superfície e fonte de luz Intensidade de luz é dada por: Onde L I = a + bd + cd d: distância do objecto à fonte de luz a, b,e c: constantes empíricas L: intensidade de luz na fonte 2 33
34 Modelo de Iluminação de Phong Resultado Global Intensidade de luz num ponto da superfície Dada pela expressão: I = 1 r r r r + a + bd + cd i i 2 i ( ) α kd Lid max( li n) + kslis max( ri v) kalia L 1 n v L 2 l r 1 1 l r 2 2 r 3 l 3 L 3 P
35 Modelo de Iluminação de Phong Controlo da Cor No objecto k ra, k ga, k ba : coeficientes de reflexão ambiente k rd, k gd, k bd : coeficientes de reflexão difusa k rs, k gs, k bs : coeficientes de reflexão especular Na fonte de luz L ra, L ga, L ba : intensidade de luz ambiente L rd, L gd, L ba : intensidade de luz difusa L rs, L gs, L bs : intensidade de luz especular 35
36 Modelo de Iluminação de Phong Controlo da Cor Definido por matrizes 3x3 No objecto Na fonte de luz k ra k ga k ba k rd k gd k bd k rs k gs k bs L ra L ga L ba L rd L gd L ba L rs L gs L bs 36
37 Modelo de Iluminação de Phong Resultado Global Intensidade de luz num ponto da superfície Dada pelas expressões: I = 1 r r r r r + a + bd + cd i i i i 2 i 2 i ( ) α krd Lird max( li n) + krslirs max( ri v) kralira I = 1 r r r r g + a + bd + cd i i 2 i ( ) α kgd Ligd max( li n) + kgsligs max( ri v) kgaliga I = 1 r r r r b + a + bd + cd ( ) α kbd Libd max( li n) + kbslibs max( ri v) kbaliba
38 Computação Gráfica Modelo de Phong Modificado
39 Modelo de Iluminação de Phong Na aplicação do modelo de Phong original Tem de se determinar r Para todos os pontos da superfície Na determinação da componente especular l n r v Pode-se obter uma aproximação do valor da componente especular de forma mais eficiente 39
40 Aproximação de Blinn (1/2) Cálculo de vector é caro Calcula-se h r r r Vector normal a uma hipotética faceta reflectora pura Vector médio normalizado (halfway vector) l v l h r r r r + = r r = + l + v 2 r v Vectores l e v unitários l n h v 40
41 Aproximação de Blinn (2/2) No cálculo da componente especular Usar r r ( n h ) β em vez de r r ( r v ) α escolhendo β de modo a que r r β r r n h v ( ) ( ) α 41
42 Modelo de Phong Modificado (Modelo de Blinn-Phong) I Intensidade de luz num ponto da superfície = Dada pela expressão: k a L a + i a + bd 1 i + cd 2 i ( k L l n + k L n h ) α max( ) max( ) d i r i r s i r i r i L 1 h h 1 2 n v r 3 l 1 L 2 l 2 L 3 l 3 P
43 Modelo de Phong Modificado (Modelo de Blinn-Phong) Modelo usado por omissão no OpenGL Aplicado a todos as vértices Que passem ao 3º passo do 2º andar do pipeline 43
44 Computação Gráfica Pipeline de Visualização 3D
45 Pipeline de Visualização 3D 45
46 Pipeline de Visualização 3D 46
47 Pipeline de Visualização 3D 47
48 Pipeline de Visualização 3D 48
49 Pipeline de Visualização 3D Próxima aula 49
50 Pipeline de Visualização 3D Próxima aula 50
Modelos de Iluminação Locais
Modelos de luminação Locais Sistemas Gráficos/ Computação Gráfica e nterfaces 1 Modelos de luminação Locais Os modelos de iluminação expressam as componentes de iluminação que definem a intensidade de
Iluminando o Cenário
Iluminando o Cenário O realismo da cena é reforçada pela iluminação; A iluminação dos objetos cria a ilusão de volume: http://mech.fsv.cvut.cz/~dr/papers/habil/node51.html Fundamentos: Fisicamente: a percepção
Iluminaçao. Os modelos de Iluminação são técnicas usadas para calcular a intensidade da cor de um ponto a ser exibido.
Iluminaçao Os modelos de Iluminação são técnicas usadas para calcular a intensidade da cor de um ponto a ser exibido. Também chamados modelos de reflexão, utilizam: a cor do objeto a cor da luz a posição
2º Exame Computação Gráfica
2º Exame Computação Gráfica LEIC-T Prof. Mário Rui Gomes 17 de Julho 2007 Nº Nome: Antes de começar: Identifique todas as folhas com o seu número. Responda às questões seguintes justificando adequadamente
Cap. 7 Coloração (Shading) e Iluminação Global
Cap. 7 Coloração (Shading) e Iluminação Global Engenharia Informática (5385) - 2º ano, 2º semestre Revisão sobre Modelos de Iluminação Dependentes da Luz Modelos dependentes da luz Ambiente Normais à superfície
Modelos de Iluminação
Universidade Católica de Pelotas Centro Politécnico Modelos de Iluminação por Flávia Santos Computação Gráfica Prof. Dr. Paulo Roberto Gomes Luzzardi Universidade Católica de Pelotas Centro Politécnico
x d z θ i Figura 2.1: Geometria das placas paralelas (Vista Superior).
2 Lentes Metálicas Este capítulo destina-se a apresentar os princípios básicos de funcionamento e dimensionamento de lentes metálicas. Apresenta, ainda, comparações com as lentes dielétricas, cujas técnicas
DISCIPLINA EFEITOS BIOLÓGICOS DA RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES 1º. QUADRIMESTRE DE 2012
INTERAÇÃO LASER-TECIDO DISCIPLINA EFEITOS BIOLÓGICOS DA RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES 1º. QUADRIMESTRE DE 2012 1 INTERAÇÃO LUZ-TECIDOS Reflexão Espalhamento Transmissão Refração Absorção Ar Tecido Absorção
CONTROLO DE SISTEMAS
UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELECTROMECÂNICA CONTROLO DE SISTEMAS Lugar Geométrico das Raízes PROJECTO E ANÁLISE DA RESPOSTA TRANSITÓRIA E ESTABILIDADE Parte 1/3 - Compensação
1º Teste Computação Gráfica
1º Teste Computação Gráfica LEIC-Tagus/LERCI Prof. Mário Rui Gomes Prof. João Brisson Lopes 23 de Abril de 25 Nº Nome: Responda às questões seguintes justificando adequadamente todas as respostas. O Teste
Computação Gráfica - 13
Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Computação Computação Gráfica - 13 Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti www.twitter.com/jorgecav
Circuitos Eletrónicos Básicos
Circuitos Eletrónicos Básicos Licenciatura em Engenharia Eletrónica Transparências de apoio às aulas Cap. 3: Fontes de corrente 1º semestre 2013/2014 João Costa Freire Instituto Superior Técnico Setembro
Computação Gráfica. Modelo de sombreamento Determina como o modelo de iluminação será aplicado e quais seus argumentos
Computação Gráfica Iluminação Prof. Rodrigo Rocha [email protected] Introdução Determinação da cor envolve Além das propriedades da superfícies Cor, textura, material,... Incidência da luz Shading
Iluminação e Sombreamento
luminação e Sombreamento Computação Gráfica Carlos Guedes @ 2006 SEL/DEETC/SP Computação Gráfica 1 Computação Gráfica Carlos Guedes @ 2006 SEL/DEETC/SP Computação Gráfica http://www.oyonale.com/ldc/english/classroom.htm
Apontamentos de Computação Gráfica
Apontamentos de Computação Gráfica Capítulo 9 - Iluminação e Texturas em Gráficos 3D Prof. João Beleza Sousa Prof. Arnaldo Abrantes LEIC/DEETC/ISEL Novembro de 2008 Introdução Luzes Modelos de Iluminação
Antenas e Propagação. Artur Andrade Moura. [email protected]
1 Antenas e Propagação Artur Andrade Moura [email protected] 2 Parâmetros fundamentais das antenas Permitem caracterizar o desempenho, sobre vários aspectos, das antenas Apresentam-se definições e utilização
UniposRio - FÍSICA. Leia atentamente as oito (8) questões e responda nas folhas de respostas fornecidas.
UniposRio - FÍSICA Exame Unificado de Acesso às Pós-Graduações em Física do Rio de Janeiro 9 de novembro de 00 Nome (legível): Assinatura: Leia atentamente as oito (8) questões e responda nas folhas de
SEL 705 - FUNDAMENTOS FÍSICOS DOS PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS. Prof. Homero Schiabel (Sub-área de Imagens Médicas)
SEL 705 - FUNDAMENTOS FÍSICOS DOS PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS Prof. Homero Schiabel (Sub-área de Imagens Médicas) 3. INTERAÇÃO DOS RAIOS X COM A MATÉRIA 3.1. Atenuação e Absorção ATENUAÇÃO:
Modelos de Iluminação
C A P Í T U L O 4 Modelos de Iluminação Um modelo de iluminação é um conjunto de equações que determinam quantitativamente qual é a cor sobre um ponto da superfície de um objeto em função das propriedades
Iluminação e sombreamento
OpenGL Iluminação e sombreamento Sombreamento OpenGL calcula a cor de cada pixel e parte disso depende de qual é a iluminação usada no cenário e de como os objetos no cenário refletem ou absorvem a luz
Luz e Visão. Capítulo 8 8º ano - CSA
Luz e Visão Capítulo 8 8º ano - CSA 2014 Afinal, o que é luz? Luz é uma forma de transmissão de energia pelo espaço. Como a luz se propaga? Propagação da luz Corpos luminosos: emitem a própria luz. São
RAIOS E FRENTES DE ONDA
RAIOS E FRENTES DE ONDA 17. 1, ONDAS SONORAS ONDAS SONORAS SÃO ONDAS DE PRESSÃO 1 ONDAS SONORAS s Onda sonora harmônica progressiva Deslocamento das partículas do ar: s (x,t) s( x, t) = s cos( kx ωt) m
CÁLCULOS DE ILUMINAÇÃO E SOMBREAMENTO
CÁLCULOS DE ILUMINAÇÃO E SOMBREAMENTO Prof. João Carlos Bernardo Prof. João Madeiras Pereira Instituto Superior Técnico 1998/1999 MODELOS DE ILUMINAÇÃO E REFLEXÃO Essencial na construção de representações,
24/Abril/2013 Aula 19. Equação de Schrödinger. Aplicações: 1º partícula numa caixa de potencial. 22/Abr/2013 Aula 18
/Abr/013 Aula 18 Princípio de Incerteza de Heisenberg. Probabilidade de encontrar uma partícula numa certa região. Posição média de uma partícula. Partícula numa caixa de potencial: funções de onda e níveis
Remoção de Faces Traseiras Recorte
Remoção de Faces Traseiras Recorte Edward Angel, Cap. 7 Instituto Superior Técnico Computação Gráfica 2009/2010 1 Na última aula... Câmara Virtual Simples Transformação de Visualização Volumes canónicos
3ª Série de Problemas Mecânica e Ondas MEBM, MEFT, LMAC, LEGM
3ª Série de Problemas Mecânica e Ondas MEBM, MEFT, LMAC, LEGM 1. Um cientista está no seu moinho, no topo de uma falésia junto à costa marítima, apontando o seu pequeno radiotelescópio para uma estrela
ÓPTICA GEOMÉTRICA ÓPTICA REFLEXÃO MEIOS DE PROPAGAÇÃO DA LUZ CORPOS TRANSPARENTES CORPOS TRANSLÚCIDOS CORPOS OPACOS
12. Num calorímetro de capacidade térmica 8,0 cal/ o C inicialmente a 10º C são colocados 200g de um líquido de calor específico 0,40 cal/g. o C. Verifica-se que o equilíbrio térmico se estabelece a 50º
Fenômeno Físico Como a cor acontece
Fenômeno Físico Como a cor acontece Teoria das Cores Definição Expressa uma sensação visual que nos oferece a natureza através dos raios de luz irradiados em nosso planeta. A cor não existe, materialmente
Além do Modelo de Bohr
Além do Modelo de Bor Como conseqüência do princípio de incerteza de Heisenberg, o conceito de órbita não pode ser mantido numa descrição quântica do átomo. O que podemos calcular é apenas a probabilidade
CAP. 3 - EXTENSÔMETROS - "STRAIN GAGES" Exemplo: extensômetro Huggenberger
CAP. 3 - EXTENSÔMETOS - "STAIN GAGES" 3. - Extensômetros Mecânicos Exemplo: extensômetro Huggenberger Baseia-se na multiplicação do deslocamento através de mecanismos de alavancas. Da figura: l' = (w /
As galáxias emitem radiação ao longo do espectro desde altas freqüências (raios gama) até baixas freqüências (ondas de radio).
Luz integrada das Galáxias, magnitudes e cores 2.1 Radiação de corpo negro As galáxias emitem radiação ao longo do espectro desde altas freqüências (raios gama) até baixas freqüências (ondas de radio).
RELATÓRIO TÉCNICO ANÁLISE DA REFLECTÂNCIA DE ARGAMASSAS. Joaquim Carneiro. Cliente. C - T A C Centro de Território, Ambiente e Construção
Escola de Ciências RELATÓRIO TÉCNICO ANÁLISE DA REFLECTÂNCIA DE ARGAMASSAS Joaquim Carneiro Cliente C - T A C Centro de Território, Ambiente e Construção (Prof. Doutor Said Jalali) Janeiro de 2010 ÍNDICE
29/Abril/2015 Aula 17
4/Abril/015 Aula 16 Princípio de Incerteza de Heisenberg. Probabilidade de encontrar uma partícula numa certa região. Posição média de uma partícula. Partícula numa caixa de potencial: funções de onda
MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE VARREDURA E MICROANÁLISE QUÍMICA PMT-5858
MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE VARREDURA E MICROANÁLISE QUÍMICA PMT-5858 1ª AULA Introdução Óptica Eletrônica Prof. Dr. André Paulo Tschiptschin (PMT-EPUSP) PMT-5858 - TÉCNICAS DE MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE
PUCGoiás Física I. Lilian R. Rios. Rotação
PUCGoiás Física I Lilian R. Rios Rotação O movimento de um cd, de um ventilador de teto, de uma roda gigante, entre outros, não podem ser representados como o movimento de um ponto cada um deles envolve
CALIBRAÇÃO DE UM ESPECTROSCÓPIO DE PRISMA
TRABALHO PRÁTICO CALIBRAÇÃO DE UM ESPECTROSCÓPIO DE PRISMA Objectivo: Neste trabalho prático pretende-se: na 1ª parte, determinar o índice de refracção de um poliedro de vidro; na 2ª parte, proceder à
f = Polícia Federal - Papiloscopista Física Prof. Rodrigo Luis Rocha ONDULATÓRIA duas cristas consecutivas, ou dois pontos equivalentes.
ONDULATÓRIA O conceito de onda na diz que onda é uma propagação de energia sem transporte de matéria. As ondas podem ser classificadas quanto à natureza e quanto ao tipo de propagação. Classificação em
Iluminação artificial
Iluminação artificial 1. Conceitos: 1.1. Luz Luz é a radiação eletromagnética capaz de produzir sensação visual. Essa faixa de radiação eletromagnética tem com comprimento de onda entre 380 a 780 nm (nanômetros),
I. Cálculo Diferencial em R n
Análise Matemática II Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Ano Lectivo 2010/2011 2 o Semestre Exercícios propostos para as aulas práticas I. Cálculo Diferencial em R n Departamento
3º Bimestre. Física II. Autor: Geraldo Velazquez
3º Bimestre Autor: Geraldo Velazquez SUMÁRIO UNIDADE I Óptica Geométrica... 4 1 Natureza Da Luz... 4 2 Conceitos Preliminares... 5 2.1 Raios e Feixes... 5 2.2 Fontes De Luz... 6 2.3 MEIOS ÓPTICOS... 6
O Princípio da Complementaridade e o papel do observador na Mecânica Quântica
O Princípio da Complementaridade e o papel do observador na Mecânica Quântica A U L A 3 Metas da aula Descrever a experiência de interferência por uma fenda dupla com elétrons, na qual a trajetória destes
Matriz do Teste de Avaliação de Física e Química A - 11.º ano 1 de fevereiro de 2016 120 minutos
Ano Letivo 2015/ 2016 Matriz do Teste de Avaliação de Física e Química A - 11.º ano 1 de fevereiro de 2016 120 minutos Objeto de avaliação O teste tem por referência o programa de Física e Química A para
Lista de Exercícios de Física II Refração Prof: Tadeu Turma: 2 Ano do Ensino Médio Data: 03/08/2009
Lista de Exercícios de Física II Refração Prof: Tadeu Turma: 2 Ano do Ensino Médio Data: 03/08/2009 1. Na figura a seguir, está esquematizado um aparato experimental que é utilizado para estudar o aumento
PROCESSO SELETIVO TURMA DE 2010 FASE 1 PROVA DE FÍSICA E SEU ENSINO
PROCESSO SELETIVO TURM DE 2010 FSE 1 PROV DE FÍSIC E SEU ENSINO Caro professor, esta prova tem 4 (quatro) questões, com valores diferentes indicados nas próprias questões. Duas das questões são objetivas,
Estrelas Variáveis Cefeidas Como Indicadores de Distâncias
1 Estrelas Variáveis Cefeidas Como Indicadores de Distâncias Eduardo Brescansin de Amôres, Raquel Yumi Shida (IAG-USP) 1. INTRODUÇÃO O que aprenderei nesta atividade? Você aprenderá como os astrônomos
ILUMINAÇÃO NA ARQUITETURA. Prof. Arq. Minéia Johann Scherer
NA ARQUITETURA Prof. Arq. Minéia Johann Scherer Objetivo da iluminação em atividades laborativas e produtivas: Obtenção de boas condições de visão associadas à visibilidade, segurança e orientação dentro
Resolução da Questão 1 Item I Texto definitivo
Questão A seguir, é apresentada uma expressão referente à velocidade (v) de um ciclista, em km/min, em função do tempo t, computado em minutos. 0,t, se 0 t < 0,, se t < v ( t) = 0, + 0,t,
C5. Formação e evolução estelar
AST434: C5-1/68 AST434: Planetas e Estrelas C5. Formação e evolução estelar Mário João P. F. G. Monteiro Mestrado em Desenvolvimento Curricular pela Astronomia Mestrado em Física e Química em Contexto
Iluminação (lighting) e Sombreamento (shading)
Iluminação (lighting) e Sombreamento (shading) Cap 16: Foley Cap 5: OpenGL Aula 11: Notas do Dave Revisão Coordenadas padrão Ponto Coordenadas da janela Matriz Modelview Transformação p/ Viewport Coordenadas
Telémetro a laser STABILA: O produto adequado para qualquer uso.
Classe compacta: LD 320 Génio da medição: LD 420 Visor telescópico: LD 500 STABILA: O produto adequado para qualquer uso. Preciso. Robusto. Fiável. Manuseio fácil. O telémetro a laser STABILA Quase todos
Espectrofotometria Molecular UV-VIS
Controlo Controlo da Qualidade Qualidade e Segurança e Segurança Química Alimentar dos Alimentos II Espectrofotometria Molecular UV-VIS 1 Controlo Controlo da Qualidade Qualidade e Segurança e Segurança
Matéria Escura. Introdução à Cosmologia 2012/02
Matéria Escura Introdução à Cosmologia 2012/02 Introdução Determinação do parâmetro de densidade da matéria não relativística. Estudo da história e evolução do Universo. Conhecimento da composição do Universo.
V - Correcção de perspectiva
V - Correcção de perspectiva E se o afastamento do ponto de tomada de vista e a utilização de uma altura média em relação ao elemento a fotografar reduzem a necessidade de movimentos de correcção da perspectiva,
ÓPTICA GEOMÉTRICA. Lista de Problemas
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Física FIS01044 UNIDADE II ÓPTICA GEOMÉTRICA Lista de Problemas Problemas extraídos de HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J.
INFORMAÇÕES TÉCNICAS
INFORMAÇÕES TÉCNICAS Luminotécnica - Conceitos Básicos Iluminância Símbolo E Unidade lux (lx) É o fluxo luminoso que incide sobre uma superfície situada a uma certa distância da fonte, ou seja, é a quantidade
PP 301 Engenharia de Reservatórios I 11/05/2011
PP 301 Engenharia de Reservatórios I 11/05/2011 As informações abaixo têm como objetivo auxiliar o aluno quanto à organização dos tópicos principais abordados em sala e não excluem a necessidade de estudo
CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO DE ANÁLISE LABORATORIAL
DIREÇÃO GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES DIREÇÃO DE SERVIÇOS DA REGIÃO CENTRO ANO LECTIVO 2015 2016 CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO DE ANÁLISE LABORATORIAL MÉTODOS OPTICOS ESPECTROFOTOMETRIA MOLECULAR (UV
Classificação da imagem (ou reconhecimento de padrões): objectivos Métodos de reconhecimento de padrões
Classificação de imagens Autor: Gil Gonçalves Disciplinas: Detecção Remota/Detecção Remota Aplicada Cursos: MEG/MTIG Ano Lectivo: 11/12 Sumário Classificação da imagem (ou reconhecimento de padrões): objectivos
Modelos de Iluminação Métodos de surface-rendering
Modelos de Iluminação Métodos de surface-rendering VI / CG 2012/2013 Beatriz Sousa Santos, J. Madeira 1 As imagens realistas obtêm-se : usando projecções perspectivas da cena aplicando efeitos de iluminação
4. Tangentes e normais; orientabilidade
4. TANGENTES E NORMAIS; ORIENTABILIDADE 91 4. Tangentes e normais; orientabilidade Uma maneira natural de estudar uma superfície S consiste em considerar curvas γ cujas imagens estão contidas em S. Se
Verificação e Validação em CFD
Erro de arredondamento. Erro iterativo. Erro de discretização. As três componentes do erro numérico têm comportamentos diferentes com o aumento do número de graus de liberdade (refinamento da malha). Erro
Espectrofotometria. centrifugação. electroforese. cromatografia. Métodos (p.ex:) radioisótopos. espectroscopia (espectrofotometria)
Espectrofotometria Estudos de metabolismo Métodos de separação, purificação e análise Métodos de separação e análise: - procura de métodos que permitam distinguir o composto que nos interessa de outros
6 Efeito do Tratamento Térmico nas Propriedades Supercondutoras e Microestruturas de Multicamadas Nb/Co
6 Efeito do Tratamento Térmico nas Propriedades Supercondutoras e Microestruturas de Multicamadas Nb/Co Com objetivo de observar a possibilidade da formação de nanopartículas de Co por tratamento térmico,
[email protected] Rua 13 de junho, 1882-3043-0109
LISTA 17 RELAÇÕES MÉTRICAS 1. (Uerj 01) Um modelo de macaco, ferramenta utilizada para levantar carros, consiste em uma estrutura composta por dois triângulos isósceles congruentes, AMN e BMN, e por um
Métodos Físicos de Análise - ESPECTROFOTOMETRIA ULTRAVIOLETA / VISÍVEL MÉTODOS FÍSICOS DE ANÁLISE MÉTODOS FÍSICOS DE ANÁLISE
Métodos Físicos de Análise - ESPECTROFOTOMETRIA ULTRAVIOLETA / VISÍVEL Prof. Dr. Leonardo Lucchetti Mestre e Doutor em Ciências Química de Produtos Naturais NPPN/UFRJ Depto. de Química de Produtos Naturais
2) A área da parte mostarda dos 100 padrões é 6. 9. 2. 3) A área total bordada com a cor mostarda é (5400 + 3700) cm 2 = 9100 cm 2
MATEMÁTICA 1 Um tapete deve ser bordado sobre uma tela de m por m, com as cores marrom, mostarda, verde e laranja, da seguinte forma: o padrão quadrado de 18 cm por 18 cm, mostrado abaio, será repetido
Óptica Geométrica: Óptica de raios com matrizes
Óptica 0/007 UFRJ - IF Prof. Paulo H. S. Ribeiro Óptica Geométrica: Óptica de raios com matrizes Aula 4 Adriano Henrique de Oliveira Aragão Sumário Ótica Geométrica: postulados Princípio de Fermat A equação
Enunciados de Problemas
INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E DE COMPUTADORES Enunciados de Problemas de Sistemas de Telecomunicações I Ano Lectivo de 2002/2003 2.17 Admita que o coeficiente de
INSTRUMENTAÇÃO AULA XI
INSTRUMENTAÇÃO AULA XI Transdutores Eletromagnéticos Princípio de Funcionamento Lei de Faraday Um fluxo magnético variável ao atravessar perpendicularmente uma espira de área A ef induz uma tensão elétrica
1 Propagação de Onda Livre ao Longo de um Guia de Ondas Estreito.
1 I-projeto do campus Programa Sobre Mecânica dos Fluidos Módulos Sobre Ondas em Fluidos T. R. Akylas & C. C. Mei CAPÍTULO SEIS ONDAS DISPERSIVAS FORÇADAS AO LONGO DE UM CANAL ESTREITO As ondas de gravidade
The Graphics Pipeline
O Pipeline de Renderização Processamento Gráfico Marcelo Walter - UFPE 1 The Graphics Pipeline Processo de sintetizar imagens bidimensionais a partir de câmeras e objetos virtuais Visão em alto nível inicial
PROCESSO SELETIVO DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2015 PROVA DE PROCESSOS DE TRANSFORMAÇÃO METAL-MECÂNICA
PROVA DE PROCESSOS DE TRANSFORMAÇÃO METAL-MECÂNICA Um metal deforma-se plasticamente segundo a curva Y = 400 + 700 e 0,4. Deseja-se trefilar um fio circular deste metal do diâmetro inicial 8 mm, promovendo
Computação Gráfica. GLSL - Programação de Shaders Iluminação
Computação Gráfica GLSL - Programação de Shaders Iluminação António Ramires Fernandes - Computação Gráfica 07/08 Resumo Tipos de Dados, Funções e Controle de Fluxo GLSL - Minimal GLSL - Cores GLSL - Iluminação
Tópicos de Física Moderna ano 2005/2006
Trabalho Prático Nº 3 ESTUDO DA DIFRAÇÃO Tópicos de Física Moderna ano 005/006 Objectivos: Familiarização com os fenómenos de interferência e difracção da luz, com utilização de uma rede de difracção para
Faculdade Sagrada Família
AULA 12 - AJUSTAMENTO DE CURVAS E O MÉTODO DOS MÍNIMOS QUADRADOS Ajustamento de Curvas Sempre que desejamos estudar determinada variável em função de outra, fazemos uma análise de regressão. Podemos dizer
Computação Gráfica. GLSL - Programação de Shaders Iluminação
Computação Gráfica GLSL - Programação de Shaders Iluminação António nio Ramires Fernandes - Multimédia Resumo Tipos de Dados, Funções e Controle de Fluxo GLSL - Minimal GLSL - Cores GLSL - Iluminação Direcional
Seleção de comprimento de onda com espectrômetro de rede
Seleção de comprimento de onda com espectrômetro de rede Fig. 1: Arranjo do experimento P2510502 O que você vai necessitar: Fotocélula sem caixa 06779.00 1 Rede de difração, 600 linhas/mm 08546.00 1 Filtro
Curvas em coordenadas polares
1 Curvas em coordenadas polares As coordenadas polares nos dão uma maneira alternativa de localizar pontos no plano e são especialmente adequadas para expressar certas situações, como veremos a seguir.
Problemas de Valor Inicial para Equações Diferenciais Ordinárias
Problemas de Valor Inicial para Equações Diferenciais Ordinárias Carlos Balsa [email protected] Departamento de Matemática Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Bragança Matemática Aplicada - Mestrados
ISOLAMENTOS ACÚSTICOS
ISOLAMENTOS ACÚSTICOS Ruídos de impacto (intra inquilinos): Aplicação em pisos Außer ia02 Außer ia0 Außer ia1 Außer ia Ruídos aéreos: Aplicação em divisórias verticais Außer ia1 Außer ia Außer ia60 Außer
Determinação de Massas e Raios Estelares
Determinação de Massas e Raios Estelares 1 Introdução A massa de uma estrela é a sua característica mais importante. Conhecendo-se a massa inicial e a composição química inicial de uma estrela, devemos
Refração da Luz Prismas
Refração da Luz Prismas 1. (Fuvest 014) Um prisma triangular desvia um feixe de luz verde de um ângulo θ A, em relação à direção de incidência, como ilustra a figura A, abaixo. Se uma placa plana, do mesmo
AMARELA EFOMM-2008 AMARELA
PROVA DE MATEMÁTICA EFOMM-008 1ª Questão: A figura acima representa uma caixa de presente de papelão que mede 16 por 30 centímetros. Ao cortarmos fora os quadrados do mesmo tamanho dos quatro cantos e
Manual de Laboratório Física Experimental I- Hatsumi Mukai e Paulo R.G. Fernandes
Pêndulo Simples 6.1 Introdução: Capítulo 6 Um pêndulo simples se define como uma massa m suspensa por um fio inextensível, de comprimento com massa desprezível em relação ao valor de m. Se a massa se desloca
PROGRAMA VIV_STOCK - Versão 1.0 MANUAL DO USUÁRIO. Junho de 2011
PROGRAMA VIV_STOCK - Versão 1.0 MANUAL DO USUÁRIO Junho de 2011 Página 1 de 19 ÍNDICE 1. VISÃO GERAL DO PROGRAMA VIV STOCK...3 2. ESTRUTURA DO PROGRAMA VIV STOCK...3 3. ENTRADA DE DADOS...4 3.1. DADOS
Síntese de Imagens de Alta Fidelidade
Síntese de Imagens de Alta Fidelidade Iluminação e FotoRealismo http://www.di.uminho.pt/uce-cg/index.php Luís Paulo Peixoto dos Santos Competências GERAIS : Caracterizar a iluminação global e descrever
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL Laboratório de Física Moderna I
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL Laboratório de Física Moderna I Espectro Atômico do Hidrogênio Série de Balmer Determinação da Constante de Rydberg Objetivo
] 1 λ V. Modelo Analítico de TMOS. Triodo: Resistência controlada por tensão: Saturação: Fonte de corrente controlada por tensão: V gs.
Triodo: Modelo Analítico de TMOS Resistência controlada por tensão: Saturação: L [ I ds =μ C ox W V I ds = gs V T V ds Fonte de corrente controlada por tensão: 2 V ds ] 1 λ V 2 ds para 0 V ds V gs V T
C O L O R I M E T R I A
C O L O R I M E T R I A FUNDAMENTOS DA COLORIMETRIA Coleta da amostra Preparação da amostra Procedimento de teste O teste Amostra na cubeta Reagentes adicionados Período de espera Branco da amostra Leitura
UNIVESIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLGIA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM METEOROLOGA
UNIVESIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLGIA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM METEOROLOGA Disciplina: Introdução ao sensoriamento remoto por satélite
Animação e Visualização Tridimensional
Animação e Visualização Tridimensional Mestrado em Engenharia Informática e de Computadores Alameda º mini-teste 22 de Outubro de 204 O mini-teste tem a duração máxima de 45 minutos, tolerância incluída.
5 Equipamentos e materiais utilizados
Equipamentos e materiais utilizados 5 Equipamentos e materiais utilizados O presente capítulo descreve objetivamente os principais equipamentos e materiais utilizados bem como as suas características técnicas
UFMG - 2005 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR
UFMG - 2005 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Física Questão 01 Durante um voo, um avião lança uma caixa presa a um paraquedas. Após esse lançamento, o paraquedas abre-se e uma força F,
TE 1 - Fenómenos ondulatórios em tina de ondas
Curso de Óptica Aplicada TE 1 Documento de preparação do Trabalho Experimental TE 1 Finalidade A finalidade deste documento é contribuir para que todos os alunos se preparem e se possam credenciar para
Exercícios 1. Determinar x de modo que a matriz
setor 08 080509 080509-SP Aula 35 MATRIZ INVERSA Uma matriz quadrada A de ordem n diz-se invertível, ou não singular, se, e somente se, existir uma matriz que indicamos por A, tal que: A A = A A = I n
