PREVENÇÃO DE PERDAS NO VAREJO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PREVENÇÃO DE PERDAS NO VAREJO"

Transcrição

1 PREVENÇÃO DE PERDAS NO VAREJO Gustavo Carrer I. /gustavocarrer Prevenção de Perdas

2 O que são perdas no Varejo? Toda e qualquer interferência negativa no resultado da empresa, gerando como consequência final a redução do lucro. Prevenção de Perdas

3 Conceito de prevenção de perdas Técnicas e ações de controle e proteção sobre quaisquer tipos e prejuízos ao negócio

4 Exemplos de perdas no setor Furtos praticados por clientes Furtos praticados por funcionários Inadimplência Problemas com fornecedores Erros administrativos e operacionais Produto quebrado, danificado

5 Índice das perdas nas MPE do segmento O Varejo em geral registrou um índice de 1,8% em perdas Grandes varejistas registraram um índice de 1,2% em perdas As MPEs registraram um índice de 7,8% em perdas Pesquisa de perdas nas pequenas empresas do varejo realizada em 2013 pelo Ibevar, Nielsen e Provar com uma amostragem de lojas (96,5% do Estado de São Paulo)

6 Origens das Perdas no Varejo Brasileiro Pesquisa de perdas Segundo estudos da ABRAS, GPP, Provar-FIA e Nielsen.

7 Principais Tipos de Perdas Classificação das Perdas Comerciais Administrativas Produtividade Financeiras Operações

8 Perdas Comerciais Ocorrem quando o produto não está disponível para a venda Embalagens inadequadas Falha de reposição do produto na loja Falha na entrega do produto pelo fornecedor Ruptura! Considerada a pior experiência no varejo por 77% dos consumidores Fonte: Pesquisa IBM Smarter Commerce Retail

9 Perdas Administrativas Ocorrem por falhas no gerenciamento da loja. Erro de precificação Erro de cadastramento de produto Deficiência na gestão de compras

10 Perdas Produtividade Ocorrem por ausência de padrões, controles e processos operacionais previamente estabelecidos. Demora no atendimento Desperdício de tempo Retrabalho Considerada a segunda pior experiência no varejo por 69% dos consumidores Fonte: Pesquisa IBM Smarter Commerce Retail

11 Perdas Financeiras Ocorrem por inexistência ou ineficiência de sistemas antifurtos e falta de treinamento do pessoal Furtos Deficiência nos meios de pagamentos Inadimplência e Fraudes

12 Perdas Operacionais Ocorrem na operação diária da loja. Armazenamento Exposição inadequada de produtos Falhas no recebimento de mercadoria

13 Evitando perdas na operação da loja Introduza controles e implemente melhorias nas etapas críticas: 1. Recebimento das mercadorias 2. Armazenamento 3. Trocas e devoluções 4. Inventário 5. Frente de caixa

14 1. Recebimento das Mercadorias Possibilidade de ocorrer falhas na conferência e conciliação das quantidades e tipos de produtos. Oportunidade de furtos (entregadores) ou quebras na movimentação de cargas.

15 Dicas para Recebimento de Mercadorias Definição de responsável Movimentação de produtos deve ocorrer na presença de pessoal treinado para a tarefa Conferência de mercadorias deve ocorrer em local separado do armazenamento Necessidade de identificação de fornecedores e entregadores na área

16 2. Armazenamento das mercadorias Depósito desorganizado facilita furtos, danos nas mercadorias e dificulta a movimentação e rotação dos produtos (PEPS). Depósito organizado evita rupturas por produto não encontrado e reduz tempo de retaguarda da equipe de vendas

17 Dicas para Armazenamento de Mercadorias Definição de responsável pela rotina da área A disposição dos produtos na armazenagem deve considerar incompatibilidade de vizinhança Utilizar o sistema primeiro produto a Entrar, primeiro produto a Sair (PEPS), para abastecimento da loja e evitar vencimento de validades Observar o nível máximo de empilhamento, e não deixar caixas abertas no depósito. Lorem impsum sit amet

18 3. Trocas e devoluções A mercadoria devolvida ou oriunda de troca, mesmo que em perfeito estado de conservação, pode ser uma perda se não der entrada novamente no estoque da loja.

19 Dicas para Trocas e Devoluções Estabelecer um procedimento para troca e devoluções Garantir que seja cumprida a política comercial de relacionamento com os clientes Garantir que a mercadoria seja reconduzida corretamente para o estoque da loja ou devolvida ao fornecedor

20 4. Inventário Principal e mais importante processo para apuração de perdas A realização sistemática do inventário permite mensurar as diferenças entre os estoques físicos e contábil Orienta todo o processo de compra e evita as perdas por falta do produto (ruptura)

21

22 Dicas para Inventário Mensurar suas perdas, possíveis causas e implementar ações para redução desse índice Priorizar produtos de alto giro e/ou alto valor (curva ABC)

23 5. Frente de Caixa Fator humano é determinante Recrutamento, seleção e contratação cuidadosa Supervisão humana e eletrônica

24 Dicas para Frente de Caixa Estabelecer regras para pagamentos e acompanhar exceções Atenção máxima aos registros: grandes quantidades, identificação, códigos e pesos de produtos corretos. Treinamento e supervisão constantes Realizar auditoria sem aviso prévio

25 Para implementar um Programa de Prevenção Priorização do tema Mapeamento de processos, identificação de riscos e pontos de controles Conhecimento do negócio Treinamento de equipe Conhecimento de perdas Definição de metas e campanhas de incentivo Organização de um grupo de discussão (comitê) Criar indicadores de monitoramento

26

PREVENÇÃO DE PERDAS NO VAREJO

PREVENÇÃO DE PERDAS NO VAREJO PREVENÇÃO DE PERDAS NO VAREJO O que são perdas no varejo? São consideradas perdas no varejo, toda e qualquer interferência negativa no resultado da empresa, gerando como consequência final a redução do

Leia mais

Prevenção de Perdas. Prof. Anderson Ozawa. Presidente Prevenção de Perdas Brasil Diretor Boucinhas Consultoria

Prevenção de Perdas. Prof. Anderson Ozawa. Presidente Prevenção de Perdas Brasil Diretor Boucinhas Consultoria Prevenção de Perdas Reduza os Custos da Farmácia Aplicando Boas Práticas na Prevenção de Perdas: Inventário Rotativo, Produtos Vencidos, Produtos Danificados, Furtos, etc. Prof. Anderson Ozawa Presidente

Leia mais

Gestão Perdas e Quebras Operacionais FCN 2008 (APAS) Ronaldo Jarnyk

Gestão Perdas e Quebras Operacionais FCN 2008 (APAS) Ronaldo Jarnyk Gestão Perdas e Quebras Operacionais FCN 2008 (APAS) Ronaldo Jarnyk 1- Abertura 2- Cenário do Varejo Brasileiro 3- Quebra Contabil Conceitos 4- Quebra Operacional Agenda 5- Perdas, fraudes e furtos 6-

Leia mais

Capítulo 4 - Gestão do Estoque Inventário Físico de Estoques

Capítulo 4 - Gestão do Estoque Inventário Físico de Estoques Capítulo 4 - Gestão do Estoque Inventário Físico de Estoques Celso Ferreira Alves Júnior [email protected] 1. INVENTÁRIO DO ESTOQUE DE MERCADORIAS Inventário ou Balanço (linguagem comercial) é o processo

Leia mais

SIAC SISTEMA ITAUTEC DE AUTOMAÇÃO COMERCIAL

SIAC SISTEMA ITAUTEC DE AUTOMAÇÃO COMERCIAL SIAC SISTEMA ITAUTEC DE AUTOMAÇÃO COMERCIAL O SIAC é a solução integrada de automação comercial da Itautec para frente de loja. Um sistema que integra toda a área de vendas, fazendo com que a loja trabalhe

Leia mais

Prof. Gustavo Boudoux

Prof. Gustavo Boudoux ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Recursos à disposição das Empresas Recursos Materiais Patrimoniais Capital Humanos Tecnológicos Martins, (2005.p.4) O que é Administração de Materiais?

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO AMBIENTAL

IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO AMBIENTAL PARTE: I Conceitos da gestão ambiental Aplicação: micro, pequenas e médias empresas. Referência: Norma NBR ISO 14001:2004 Tempo para implantação: de 5 à 12 meses. Duas Momentos (fases): planejamento implementação

Leia mais

TOTVS COLABORAÇÃO 2.0 FISCAL powered by NeoGrid

TOTVS COLABORAÇÃO 2.0 FISCAL powered by NeoGrid TOTVS COLABORAÇÃO 2.0 FISCAL powered by NeoGrid Recebimento de NF-e e CT-e Emissão de NF-e, CT-e, MDF-e e NFS-e Integração nativa com o seu ERP Exija a solução que é o melhor investimento para a gestão

Leia mais

Portfólio de Treinamentos. Exo Excelência Operacional // 2014

Portfólio de Treinamentos. Exo Excelência Operacional // 2014 Portfólio de Treinamentos Exo Excelência Operacional // 2014 Treinamentos Exo Excelência Operacional A Exo Excelência Operacional traz para você e sua empresa treinamentos fundamentais para o desenvolvimento

Leia mais

FRAUDES EM CONTABILIDADE

FRAUDES EM CONTABILIDADE AUDITORIA COM ENFOQUE EM FRAUDES. AUDITORIA COM ENFOQUE EM FRAUDES Prof. Cláudio Marcelo R Cordeiro 1 O Auditor não tem responsabilidade profissional por detecção de fraudes A administração e o público

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora à vencer as barreiras internacionais.

Leia mais

Módulo 8 Gerenciamento de Nível de Serviço

Módulo 8 Gerenciamento de Nível de Serviço Módulo 8 Gerenciamento de Nível de Serviço Módulo 8 Gerenciamento de Nível de Serviço Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão

Leia mais

DATA: 07/05 AUDITÓRIO OPERAÇÕES TEMA: REDUZINDO DESPERDÍCIOS, RUPTURAS, PERDAS E QUEBRAS PALESTRANTE: ANDRÉ CARNEIRO DE LUCENA

DATA: 07/05 AUDITÓRIO OPERAÇÕES TEMA: REDUZINDO DESPERDÍCIOS, RUPTURAS, PERDAS E QUEBRAS PALESTRANTE: ANDRÉ CARNEIRO DE LUCENA DATA: 07/05 AUDITÓRIO OPERAÇÕES TEMA: REDUZINDO DESPERDÍCIOS, RUPTURAS, PERDAS E QUEBRAS PALESTRANTE: ANDRÉ CARNEIRO DE LUCENA Sumário REDUZINDO DESPERDÍCIOS, RUPTURAS, PERDAS E QUEBRAS ANDRÉ CARNEIRO

Leia mais

Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade. Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas

Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade. Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas O que é qualidade? Qualidade é a adequação ao uso. É a conformidade às exigências. (ISO International

Leia mais

COMPRAS Cotação Sugestão Pesquisa Concorrentes

COMPRAS Cotação Sugestão Pesquisa Concorrentes GERÊNCIA Analises de Vendas Analises de Estoques Compras Financeiras Analises de Preço FINANCEIRO A Receber A Pagar Administração de Créditos Comissões ENTRADA Pedidos de Compra Sem pedidos Outras Entradas

Leia mais

Política de Gerenciamento do Risco Operacional Banco Opportunity e Opportunity DTVM Março/2015

Política de Gerenciamento do Risco Operacional Banco Opportunity e Opportunity DTVM Março/2015 Política de Gerenciamento do Risco Operacional Banco Opportunity e Opportunity DTVM Março/2015 1. OBJETIVO Esta política tem como objetivo estabelecer as diretrizes necessárias para o adequado gerenciamento

Leia mais

13ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro: Supermercados

13ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro: Supermercados 13ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro: Supermercados Amostra Empresas respondentes 214 Faturamento anual bruto R$ 83.094.932.979,00 Representatividade em relação ao faturamento Brasil 34% Faturamento

Leia mais

WMS Warehouse Management System

WMS Warehouse Management System WMS Warehouse Management System [Digite seu endereço] [Digite seu telefone] [Digite seu endereço de email] MANUAL MANUAL AVANÇO INFORMÁTICA AVANÇO INFORMÁTICA Material Desenvolvido para a Célula Materiais

Leia mais

Gerenciamento da Segurança Operacional GSO. Conceitos

Gerenciamento da Segurança Operacional GSO. Conceitos Gerenciamento da Segurança Operacional GSO Conceitos 1º SEMINÁRIO SOBRE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL ANAC - 05/12/2008 1 Objetivos Identificar conceitos de gerenciamento

Leia mais

TECNOLOGIAS PARA ESTOQUE EFICIENTE E REDUÇÃO DE RUPTURAS

TECNOLOGIAS PARA ESTOQUE EFICIENTE E REDUÇÃO DE RUPTURAS TECNOLOGIAS PARA ESTOQUE EFICIENTE E REDUÇÃO DE RUPTURAS DISPONIBILIDADE EM GÔNDOLA Claudia Fajuri 21/05/2014 QUAL É O LUCRO DO SETOR SUPERMERCADISTA? Para cada R$100,00que entram no caixa, quantos Reais

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 Versão 1.0 1 APRESENTAÇÃO O Planejamento

Leia mais

SISTEMA DA QUALIDADE. Garantia da Qualidade Controle de Qualidade Rastreabilidade Não conformidade

SISTEMA DA QUALIDADE. Garantia da Qualidade Controle de Qualidade Rastreabilidade Não conformidade SISTEMA DA QUALIDADE Garantia da Qualidade Controle de Qualidade Rastreabilidade Não conformidade GARANTIA DA QUALIDADE Definição: Portaria 348/1997 RDC 48/2013 Todas as ações sistemáticas necessárias

Leia mais

Gestão de Estoque. Grupo Oyama. Por que a Contem1g existe? Para colaborar com a felicidade do maior número possível de pessoas. Esta é a nossa missão!

Gestão de Estoque. Grupo Oyama. Por que a Contem1g existe? Para colaborar com a felicidade do maior número possível de pessoas. Esta é a nossa missão! Gestão de Estoque Grupo Oyama Responsabilidades Compras Pedidos Semanais Recebimento e conferência eletrônica dos pedidos Análise Curva ABC / XYZ Rupturas /Faltas de produtos Transferências entre lojas

Leia mais

DIGA ADEUS AOS PROBLEMAS FINANCEIROS DE SUA EMPRESA.

DIGA ADEUS AOS PROBLEMAS FINANCEIROS DE SUA EMPRESA. DIGA ADEUS AOS PROBLEMAS FINANCEIROS DE SUA EMPRESA. Ter uma boa gestão financeira em seu negócio garante a saúde de sua empresa e a tranquilidade do empresário. Mantendo dinheiro em caixa, os compromissos

Leia mais

QUALIDADE DA INFORMAÇÃO Sem Precisar Trocar o Sistema da Sua Empresa

QUALIDADE DA INFORMAÇÃO Sem Precisar Trocar o Sistema da Sua Empresa PERFIL Nome: SILVIO LUIZ DO PRADO Contato: (062) 8201-2226 - Goiânia GO E-mail: [email protected] Skype: silvio.prado1 Profissão: Contador CRC-GO 60645 Formação: Bacharel em Ciências Contábeis

Leia mais

Sistemas de Processamento de Transações

Sistemas de Processamento de Transações Sistemas de Processamento de Transações Ampliando o Conceito SPT - Conceito Sistemas de Processamento de Transações processam os dados necessários para a automação das tarefas operacionais de uma organização.

Leia mais

Faturamento Finanças Controle de Crédito Sintegra Cobrança Eletrônica. Clientes / Fornecedores Comercial Expedição Estoque Compras

Faturamento Finanças Controle de Crédito Sintegra Cobrança Eletrônica. Clientes / Fornecedores Comercial Expedição Estoque Compras MÓDULO Básico ÍNDICE Clientes / Fornecedores Comercial Expedição Estoque Compras 03 04 05 06 07 Faturamento Finanças Controle de Crédito Sintegra Cobrança Eletrônica 08 09 10 10 11 Esta apresentação exemplifica

Leia mais

Matriz de Especificação de Prova da Habilitação Técnica de Nível Médio. Habilitação Técnica de Nível Médio: Técnico em Logística

Matriz de Especificação de Prova da Habilitação Técnica de Nível Médio. Habilitação Técnica de Nível Médio: Técnico em Logística : Técnico em Logística Descrição do Perfil Profissional: Planejar, programar e controlar o fluxo de materiais e informações correlatas desde a origem dos insumos até o cliente final, abrangendo as atividades

Leia mais

Isabella relacionados à função. 02 27/08/09 Alterado o Título do cargo. Isabella 03 30/01/10 Alterado item 12. Isabella

Isabella relacionados à função. 02 27/08/09 Alterado o Título do cargo. Isabella 03 30/01/10 Alterado item 12. Isabella FUNÇÃO: Auxiliar Administrativo de Ponto de Venda PÁGINA: 1 de 5 ATRIBUIÇÃO OPERACIONAL AUXILIAR ADMINISTRATIVO I APLICAÇÃO: PONTOS DE VENDA Nº da Revisão Data da revisão Descrição da alteração Responsável

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

Tem por objetivo garantir a existência contínua de um estoque organizado, de modo a não faltar nenhum dos itens necessários à produção.

Tem por objetivo garantir a existência contínua de um estoque organizado, de modo a não faltar nenhum dos itens necessários à produção. Resumo aula 3 Introdução à gestão de materiais A gestão de materiais é um conjunto de ações destinadas a suprir a unidade com materiais necessários ao desenvolvimento das suas atribuições. Abrange: previsão

Leia mais

Perfil do Franqueado. Procuramos empreendedores com o seguinte perfil: Experiência em varejo ou rede de negócio.

Perfil do Franqueado. Procuramos empreendedores com o seguinte perfil: Experiência em varejo ou rede de negócio. F R A N Q U I A Benefícios do Modelo Uma das marcas mais fortes e reconhecidas do país. A marca faz parte de um conglomerado que se consolida como um dos maiores do país (Alpargatas - Grupo Camargo Corrêa).

Leia mais

Política de Gerenciamento de Risco Operacional

Política de Gerenciamento de Risco Operacional Política de Gerenciamento de Risco Operacional Departamento Controles Internos e Compliance Fevereiro/2011 Versão 4.0 Conteúdo 1. Introdução... 3 2. Definição de Risco Operacional... 3 3. Estrutura de

Leia mais

IV. Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI)

IV. Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI) IV. Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI) 1. Funcionamento do EDI 2. EDI tradicional X WEB EDI 3. EDI Tradicional 4. WEB EDI Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI) EDI: Electronic Data Interchange Troca

Leia mais

20/03/2014. A Auditoria de Sistemas em Sistemas Integrados de Informações (ERP s)

20/03/2014. A Auditoria de Sistemas em Sistemas Integrados de Informações (ERP s) Conforme introdução sobre o assunto em parágrafos anteriores, as grandes e médias corporações e os escritórios de contabilidade, fazem uso de sistemas de processamento de dados próprios para execução de

Leia mais

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL Versão Março de 2015 POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL (Política e procedimentos relacionados ao gerenciamento de risco operacional da Gávea DTVM nos termos da Resolução BCB no 3.380, de 29

Leia mais

MIX DE TREINAMENTOS A ÚNICA QUE TEM O DNA DO SUPERMERCADO

MIX DE TREINAMENTOS A ÚNICA QUE TEM O DNA DO SUPERMERCADO MIX DE TREINAMENTOS A ÚNICA QUE TEM O DNA DO SUPERMERCADO OPERAÇÃO DE LOJA Açougue Prático e Teórico Açougue Prático e Verticalizado Atendimento - amenizando filas em supermercados Cartazista Cartazista

Leia mais

SLA - Service Level Agreement (Acordo de Nível de Serviço) Gerenciamento de Estoque

SLA - Service Level Agreement (Acordo de Nível de Serviço) Gerenciamento de Estoque 1 / 7 SLA - Service Level Agreement (Acordo de Nível de Serviço) Gerenciamento de Estoque Código: : Data de Publicação: Cliente: Faculdade de Tecnologia SENAC-GO 2 / 7 Identificação e Histórico do Documento

Leia mais

Software de gestão para pequenas empresas excelentes.

Software de gestão para pequenas empresas excelentes. Software de gestão para pequenas empresas excelentes. Qual sua estratégia para o sucesso? Seja qual for a estratégia, para o pequeno empresário do varejo entender o que o cliente quer, se antecipar e ter

Leia mais

A solução ideal para a gestão do comércio varejista

A solução ideal para a gestão do comércio varejista A solução ideal para a gestão do comércio varejista Principais Segmentos Auto Peças Material Elétrico / Construção Material Cirúrgico e Hospitalar Papelaria Informática Brinquedo Vestuários em Geral Cosméticos

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Qualificação: Assistente de Logística

Plano de Trabalho Docente 2014. Qualificação: Assistente de Logística Plano de Trabalho Docente 2014 ETEC Paulino Botelho (Extensão Esterina Placco) Ensino Técnico Código: 091.01 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnico

Leia mais

DECISÃO TÉCNICA DT-124/2007 R-00

DECISÃO TÉCNICA DT-124/2007 R-00 /27 R- RECEBIMENTO, ARMAZENAMENTO, EXPEDIÇÃO E CONTROLE DE MATERIAIS DE ESTOQUE NAS DOCUMENTO NORMATIVO I MAR/27 Í N D I C E 1 OBJETIVO...1 2 DISPOSIÇÕES GERAIS...1 2.1 APLICAÇÃO...1 2.2 RESPONSABILIDADE...1

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Standard Chartered Bank, Brasil Página 1 de 8 ÍNDICE I. OBJETIVO... 3 II. CICLO DE REVISÃO... 3 III. DISPOSIÇÕES GERAIS... 3 IV. ESTRUTURA DE GOVERNANÇA... 4

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL DO BANCO COOPERATIVO SICREDI E EMPRESAS CONTROLADAS

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL DO BANCO COOPERATIVO SICREDI E EMPRESAS CONTROLADAS ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL DO BANCO COOPERATIVO SICREDI E EMPRESAS CONTROLADAS Versão : 31 de dezembro de 2008 CONTEÚDO 1. INTRODUÇÃO...3 2. ORGANIZAÇÃO DA GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL...3

Leia mais

Universidade Presidente Antônio Carlos Faculdade de Ciências Humanas e Exatas Curso de Administração Campus VI

Universidade Presidente Antônio Carlos Faculdade de Ciências Humanas e Exatas Curso de Administração Campus VI A) Área de Administração Geral ÁREAS E ATIVIDADES DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO O estagiário desta área de interesse deverá participar de atividades essenciais de uma empresa, tais como: marketing, produção,

Leia mais

Banco Western Union do Brasil S.A.

Banco Western Union do Brasil S.A. Banco Western Union do Brasil S.A. Relatório de Gerenciamento Risco Operacional para atender aos requisitos estabelecidos na Resolução no. 3.380 do Conselho Monetário Nacional. Data base 31/12/2011 1 Índice

Leia mais

RFID. RFID - Identificação por Radiofreqüência

RFID. RFID - Identificação por Radiofreqüência RFID RFID - Identificação por Radiofreqüência Sistema de Identificação por Radio Frequência O que é RFID? Objetivo e utilidade similares ao código de barras; Composto por 3 elementos: Uma antena; Um leitor;

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico ETEC Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos (SP) Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de Auxiliar

Leia mais

Avenida Presidente Wilson, 231 11 andar 20030-905 Rio de Janeiro- RJ ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL

Avenida Presidente Wilson, 231 11 andar 20030-905 Rio de Janeiro- RJ ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL MARÇO, 2015 ÍNDICE OBJETIVO 3 ESCOPO 3 DEFINIÇÕES Risco Inerente 4 DEFINIÇÕES Risco Operacional 4 DEFINIÇÕES Evento de Risco Operacional 4 FUNÇÕES E RESPONSABILIDADES

Leia mais

Planejamento de Manutenção e Fiscalização de Obras Industriais, Gestão de Materiais, Inventário de Estoques e Bens Patrimoniais.

Planejamento de Manutenção e Fiscalização de Obras Industriais, Gestão de Materiais, Inventário de Estoques e Bens Patrimoniais. Planejamento de Manutenção e Fiscalização de Obras Industriais, Gestão de Materiais, Inventário de Estoques e Bens Patrimoniais. Quem Somos A MDS soluções é uma prestadora de serviços que procura apoiar

Leia mais

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009 Gestão da Qualidade Políticas Manutenção (corretiva, preventiva, preditiva). Elementos chaves da Qualidade Total satisfação do cliente Priorizar a qualidade Melhoria contínua Participação e comprometimento

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

Manual de Risco Operacional

Manual de Risco Operacional Manual de Risco Operacional Atualizado em maio/2014 Índice 1. Definição 3 2. Política e Premissas 4 3. Estrutura de Gestão de Risco Operacional 5 3a. Competências 6 3b. Modelo de Gestão do Risco Operacional

Leia mais

Descubra aqui os benefícios de possuir um sistema de NF-e integrado com o software de gestão de empresas da Indústria da Construção.

Descubra aqui os benefícios de possuir um sistema de NF-e integrado com o software de gestão de empresas da Indústria da Construção. Descubra aqui os benefícios de possuir um sistema de NF-e integrado com o software de gestão de empresas da Indústria da Construção. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01 OS IMPACTOS GERADOS COM A IMPLANTAÇÃO

Leia mais

Controle da Cadeia de Suprimentos/Logística. Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT

Controle da Cadeia de Suprimentos/Logística. Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT Controle da Cadeia de Suprimentos/Logística Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT Mensuração Auditoria Indicadores de desempenho Relatórios Padrões/ Objetivos Metas de desempenho Correção Ajuste fino Grande

Leia mais

Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional

Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional Atualização: FEV/2009 GESTÃO DE RISCOS Com as constantes mudanças no cenário financeiro mundial mercado globalizado, diversidade de produtos e serviços financeiros

Leia mais

Harilaus G. Xenos. Gerenciando a Manutenção Produtiva

Harilaus G. Xenos. Gerenciando a Manutenção Produtiva Harilaus G. Xenos Gerenciando a Manutenção Produtiva PREFÁCIO....................................................................... 11 1. Uma Visão Geral da Manutenção de Equipamentos....................................

Leia mais

SITE - INFORMAÇÕES DE FRANQUIA

SITE - INFORMAÇÕES DE FRANQUIA SITE - INFORMAÇÕES DE FRANQUIA PROJETO As lojas Havaianas foram idealizadas para oferecer aos consumidores uma experiência completa com a marca. O modelo de franquia foi adotado porque acreditamos que

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Data da Criação: 09/11/2012 Dara de revisão: 18/12/2012 1 - Sumário - 1. A Instant Solutions... 3 1.1. Perfil da empresa... 3 1.2. Responsabilidade ambiental...

Leia mais

9 Plano de Marketing 9.1 Estratégias de Produto

9 Plano de Marketing 9.1 Estratégias de Produto 1 Sumário Executivo (O que é o plano de negócios) 2 Agradecimentos 3 Dedicatória 4 Sumário ( tópicos e suas respectivas páginas) 5 Administrativo - Introdução (O que foi feito no módulo administrativo)

Leia mais

GERENCIAMENTO DE MATERIAIS HOSPITALARES. Farm. Tatiana Rocha Santana 1 Coordenadora de Suprimentos do CC

GERENCIAMENTO DE MATERIAIS HOSPITALARES. Farm. Tatiana Rocha Santana 1 Coordenadora de Suprimentos do CC GERENCIAMENTO DE MATERIAIS HOSPITALARES Farm. Tatiana Rocha Santana 1 Coordenadora de Suprimentos do CC DEFINIÇÕES GERENCIAR Ato ou efeito de manter a integridade física e funcional para algo proposta

Leia mais

Gerenciamento de Riscos Pilar 3

Gerenciamento de Riscos Pilar 3 Gerenciamento de Riscos Pilar 3 2º Trimestre de 2014 ÍNDICE I - INTRODUÇÃO 3 II OBJETIVO 3 III PERFIL CORPORATIVO 3 IV GOVERNANÇA CORPORATIVA 4 V RISCO DE CRÉDITO 4 VI RISCO DE MERCADO 5 VII RISCO DE LIQUIDEZ

Leia mais

Logistica e Distribuição

Logistica e Distribuição Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993 Logística e Distribuição Armazenagem e Movimentação Primárias Apoio 1 2 A armazenagem corresponde a atividades de estocagem ordenada e a distribuição

Leia mais

Como integrar a estrutura de Controles Internos à gestão de Risco Operacional

Como integrar a estrutura de Controles Internos à gestão de Risco Operacional Como integrar a estrutura de Controles Internos à gestão de Risco Operacional Wagner S. Almeida Departamento de Supervisão de Bancos e Conglomerados Bancários Divisão de Equipes Especializadas I Comissão

Leia mais

Política de Gerenciamento de Riscos de Crédito. RB Capital DTVM

Política de Gerenciamento de Riscos de Crédito. RB Capital DTVM Política de Gerenciamento de Riscos de Crédito RB Capital DTVM Maio 2011 Objetivo Esta política estabelece diretrizes e responsabilidades para a implementação e manutenção de sistema de Gerenciamento de

Leia mais

AUDITORIA DE DIAGNÓSTICO

AUDITORIA DE DIAGNÓSTICO 1.1 POLíTICA AMBIENTAL 1.1 - Política Ambiental - Como está estabelecida e documentada a política e os objetivos e metas ambientais dentro da organização? - A política é apropriada à natureza e impactos

Leia mais

Curso Intensivo. Prevenção de Perdas e sua Aplicação Estratégica no Varejo

Curso Intensivo. Prevenção de Perdas e sua Aplicação Estratégica no Varejo Curso Intensivo e sua Aplicação Estratégica no Varejo O EaDPLUS é um dos melhores portais de cursos à distância do Brasil e conta com um ambiente virtual de aprendizagem que visa a capacitação profissional

Leia mais

Business Intelligence na área de Compras

Business Intelligence na área de Compras Business Intelligence na área de Compras - Caso de Sucesso DeciLogic - 2007 Agenda Introdução - Business Intelligence Eric Sarzana - Diretor - DeciLogic O projeto de BI da Telhanorte Marcelo Dalbone -

Leia mais

Plano de Controle de Qualidade. Resolução 3.954

Plano de Controle de Qualidade. Resolução 3.954 Plano de Controle de Qualidade Resolução 3.954 1. DA RESOLUÇÃO 3.954, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2011 Com as alterações advindas pela Resolução 3.954/11, um dos objetivos do Conselho Monetário Nacional é que

Leia mais

MÓDULO. Básico. Grupo Acert - 1

MÓDULO. Básico. Grupo Acert - 1 MÓDULO Básico Grupo Acert - 1 ÍNDICE Clientes / Fornecedores Comercial Expedição Estoque Compras 03 04 05 06 07 Faturamento Finanças Controle de Crédito Sintegra Cobrança Eletrônica 08 09 10 10 11 Esta

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE Questionamento a alta direção: 1. Quais os objetivos e metas da organização? 2. quais os principais Produtos e/ou serviços da organização? 3. Qual o escopo da certificação? 4. qual é a Visão e Missão?

Leia mais

GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL

GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL Definição de Risco Operacional Riscos Operacionais cobrem as instâncias onde a corretora pode sofrer perdas inerentes direta ou indiretamente a processos internos falhos ou

Leia mais

Varejo. A gestão definitiva para sua empresa

Varejo. A gestão definitiva para sua empresa Varejo A gestão definitiva para sua empresa Introdução Indicado para estabelecimentos comerciais, rede de lojas ou franquias, o sistema FENÍCIA AUTOMAÇÃO COMERCIAL traz uma série de tecnologias de alto

Leia mais

Estrutura da Gestão de Risco Operacional

Estrutura da Gestão de Risco Operacional Conceito No Brasil a Resolução n.º 3380, emitida pelo BACEN em 29 de junho de 2006, seguindo as diretrizes estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional, definiu como: A possibilidade de ocorrência de

Leia mais

Logística e Gestão da Distribuição

Logística e Gestão da Distribuição Logística e Gestão da Distribuição Logística integrada e sistemas de distribuição (Porto, 1995) Luís Manuel Borges Gouveia 1 1 Sistemas integrados de logística e distribuição necessidade de integrar as

Leia mais

OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING

OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING 1. Estabelecer a constância de propósitos para a melhoria dos bens e serviços A alta administração deve demonstrar constantemente seu comprometimento com os objetivos

Leia mais

Líder em consultoria no agronegócio

Líder em consultoria no agronegócio MPRADO COOPERATIVAS mprado.com.br COOPERATIVAS 15 ANOS 70 Consultores 25 Estados 300 cidade s 500 clientes Líder em consultoria no agronegócio 3. Gestão empresarial 3.1 Gestão empresarial Objetivo: prover

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Versão Julho de 2015 POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL (Política e procedimentos relacionados à responsabilidade socioambiental da Gávea DTVM nos termos da Resolução BCB no 4.327, de 25 de abril

Leia mais

SOFTWARE PROFIT 2011.

SOFTWARE PROFIT 2011. apresenta o SOFTWARE PROFIT 2011. GESTÃO COMERCIAL O software PROFIT é um programa direcionado ao gerenciamento integrando de empresas de pequeno e médio porte, compreendendo todo o processo de negócio,

Leia mais

Trabalho resgatado da época do Sinac. Título: Desenvolvimento de Recursos Humanos para a Comercialização Hortigranjeiro Autor: Equipe do CDRH

Trabalho resgatado da época do Sinac. Título: Desenvolvimento de Recursos Humanos para a Comercialização Hortigranjeiro Autor: Equipe do CDRH Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA Companhia Nacional de Abastecimento Conab Diretoria de Gestões de Estoques Diges Superintendência de Programas Institucionais e Sociais de Abastecimento

Leia mais

Gestão de Estoques. Leader Magazine

Gestão de Estoques. Leader Magazine Gestão de Estoques Leader Magazine Maio 2005 Índice O Projeto Gestão de Estoques Resultados Índice O Projeto Gestão de Estoques Resultados Objetivos Implementar e Controlar todos os processos de Compra

Leia mais

ORÇAMENTO DE DESPESAS ADMINISTRATIVAS E DESPESAS DE VENDAS. Jéssica Pacheco Kayro Felix

ORÇAMENTO DE DESPESAS ADMINISTRATIVAS E DESPESAS DE VENDAS. Jéssica Pacheco Kayro Felix ORÇAMENTO DE DESPESAS ADMINISTRATIVAS E DESPESAS DE VENDAS Jéssica Pacheco Kayro Felix Orçamento de Despesas Operacionais Orçamento das Despesas Administrativas Orçamento das Despesas Comerciais / Vendas

Leia mais

Procuramos empreendedores com as seguintes características:

Procuramos empreendedores com as seguintes características: SOBRE A ALPARGATAS Quem nunca usou um Bamba? Ou uma calça US Top, um tênis Rainha, uma sandália Havaianas, ou jogou com uma bola Topper? A Alpargatas e suas marcas estiveram e estarão sempre presentes

Leia mais

PLANO DA QUALIDADE (MAPEAMENTO DOS ELEMENTOS DO PROCESSO)

PLANO DA QUALIDADE (MAPEAMENTO DOS ELEMENTOS DO PROCESSO) Página: 1 de 5 NOME DO PROCESSO: GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS SUBPROCESSO: Capacitação e Desenvolvimento de Servidores. 1. Objetivos do. Principais benefícios esperado pelos clientes; Razão da existência

Leia mais

REDE CONCEPCIONISTA DE ENSINO

REDE CONCEPCIONISTA DE ENSINO REDE CONCEPCIONISTA DE ENSINO SETOR: ALMOXARIFADO MANUAL DE PROCESSOS MP = Manual de Processos 1 Nº DOC.: MP 11 FOLHA: 2/10 MATRIZ DE PROCESSOS E ATIVIDADES Missão: Apoiar a Direção Geral e Administrativa

Leia mais

Gestão da Qualidade. Gestão da. Qualidade

Gestão da Qualidade. Gestão da. Qualidade Gestão da Qualidade Gestão da Qualidade 1621131 - Produzido em Abril/2011 Gestão da Qualidade A Gestão da Qualidade é um modelo de mudança cultural e comportamental, através de uma liderança persistente

Leia mais

UM FRANQUEADOR A DOR E A DELÍCIA DE SE TORNAR

UM FRANQUEADOR A DOR E A DELÍCIA DE SE TORNAR CANAL DE VENDAS MERCADO DE SEGUROS QUER GANHAR CAPILARIDADE EM PARCERIA COM O VAREJO NO VAREJO 29 NO VAREJO O MAIS IMPORTANTE NO VAREJO PARA OS MAIS IMPORTANTES DO VAREJO ANO 5 maio/junho 2013 R$15,50

Leia mais

E&L ERP Almoxarifado

E&L ERP Almoxarifado Apresentação 1 PostgreSQL 8.2/ 8.3 Domingos Martins ES v. 1.0 2 Introdução: Prevendo todas as rotinas necessárias ao bom funcionamento da administração de materiais, o produz automaticamente as médias

Leia mais

Política de Gerenciamento de Risco Operacional. Departamento Controles Internos e Risco

Política de Gerenciamento de Risco Operacional. Departamento Controles Internos e Risco Política de Gerenciamento de Risco Operacional Departamento Controles Internos e Risco PROPRIEDADE DA FUTURAINVEST DTVM LTDA. PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL SEM PRÉVIA AUTORIZAÇÃO SALVADOR, 31

Leia mais

Agenda. 1. Perfil. 2. Criação Área Prevenção Perdas. 3. Mensuração Índice. 4. Ações 2008

Agenda. 1. Perfil. 2. Criação Área Prevenção Perdas. 3. Mensuração Índice. 4. Ações 2008 Agenda 1. Perfil 2. Criação Área Prevenção Perdas 3. Mensuração Índice 4. Ações 2008 Perfil 1954 2008 Maior 26 Número 11 600 Faturamento 01 Unidades Área Produtos 7.000 Centro 2.000 Cooperativa Check-outs

Leia mais

AULA 9 - OPERAÇÕES COM MERCADORIAS

AULA 9 - OPERAÇÕES COM MERCADORIAS AS EMPRESAS COMERCIAIS SÃO AQUELAS CUJO OBJETO SOCIAL É A COMPRA E A REVENDA DE COM OBJETIVO DE LUCRO. O LUCRO OU PREJUÍZO OBTIDO NESSAS OPERAÇÕES É DENOMINADO RESULTADO COM. 21/11/2009 PROF. PAULO VICECONTI

Leia mais