SIC OBSTETRÍCIA OBSTETRÍCIA VOL. 1
|
|
|
- Cecília Guterres Schmidt
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 SIC OBSTETRÍCIA OBSTETRÍCIA VOL. 1
2 Autoria e colaboração Fábio Roberto Cabar Graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Mestre e doutor em Obstetrícia e Ginecologia pelo HC-FMUSP, onde é médico preceptor do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia. Título de especialista pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). Atualização 2017 Fábio Roberto Cabar
3 Apresentação Os desafios da Medicina a serem vencidos por quem se decide pela área são tantos e tão diversos que é impossível tanto determiná-los quanto mensurá-los. O período de aulas práticas e de horas em plantões de vários blocos é apenas um dos antecedentes do que o estudante virá a enfrentar em pouco tempo, como a maratona da escolha por uma especialização e do ingresso em um programa de Residência Médica reconhecido, o que exigirá dele um preparo intenso, minucioso e objetivo. Trata-se do contexto em que foi pensada e desenvolvida a Coleção SIC Principais Temas para Provas, cujo material didático, preparado por profissionais das mais diversas especialidades médicas, traz capítulos com interações como vídeos e dicas sobre quadros clínicos, diagnósticos, tratamentos, temas frequentes em provas e outros destaques. As questões ao final, todas comen tadas, proporcionam a interpretação mais segura possível de cada resposta e reforçam o ideal de oferecer ao candidato uma preparação completa. Um excelente estudo!
4 Índice Capítulo 1 - Fisiologia da gestação Fisiologia da gestação Diagnóstico de gravidez...20 Resumo Capítulo 2 - Modificações locais e sistêmicas no organismo materno Introdução Modificações locais Modificações sistêmicas Metabolismo...35 Resumo Capítulo 3 - Assistência pré-natal D e fi n i ç ã o Anamnese Exame físico Exames subsidiários Vacinação Suplementação vitamínica...60 Resumo Capítulo 4 - Relações uterofetais D e fi n i ç ã o Atitude Situação Apresentação Posição Variedade de posição...68 Resumo Capítulo 5 - O trajeto Defi n i ç ã o Bacia obstétrica Bacia mole...76 Resumo Capítulo 6 - O parto Mecanismo de parto Assistência clínica ao parto Partograma Hemorragia puerperal Resumo Capítulo 7 - Tocurgia Cesárea Fórcipe Resumo Capítulo 8 - Gestação gemelar Introdução Incidência e epidemiologia Zigoticidade e corionicidade Diagnóstico Particularidades e complicações maternas relacionadas Complicações fetais Complicações específicas Gestação monoamniótica Gestações trigemelares ou de ordem maior Acompanhamento pré-natal Resolução da gestação e parto Resumo Capítulo 9 - Puerpério D e fi n i ç ã o Modificações locais Modificações sistêmicas Cuidados durante o puerpério Amamentação Recomendações de contracepção para mulheres lactantes Resumo
5 Fábio Roberto Cabar Várias são as alterações ocorridas no corpo durante a gestação. Este capítulo aborda, de maneira abrangente, tanto modificações locais do sistema reprodutor quanto modificações sistêmicas após a concepção. As alterações mais abordadas por questões ocorrem no sistema cardiovascular: a queda da pressão arterial é observada graças à diminuição da resistência periférica e à adição de um circuito de baixa pressão por meio da circulação uteroplacentária. Na gestação, ocorre aumento do volume sanguíneo acompanhando de menor aumento da celularidade vermelha, levando ao estado de hemodiluição, ou anemia fisiológica da gestação. Há diminuição da resistência vascular e aumento da frequência cardíaca, levando a queda dos níveis pressóricos. A síndrome hipercinética caracteriza o sistema cardiovascular na gestação. As alterações mais importantes acontecem no débito cardíaco e na distribuição dos fluxos sanguíneos aos diversos sistemas. 2 Modificações locais e sistêmicas no organismo materno
6 26 sic obstetrícia 1. Introdução Diversas alterações ocorrem em diferentes órgãos e sistemas da mulher grávida para possibilitar o adequado desenvolvimento do embrião durante a gestação. As modificações nos órgãos genitais ocorrem precocemente e ao longo de toda a gestação. As modificações sistêmicas, por sua vez, proporcionam o indispensável às necessidades metabólicas, possibilitando a formação dos tecidos e órgãos e fornecendo reservas nutricionais para a vida neonatal. As exigências da gestação podem atingir os limites da capacidade funcional de muitos sistemas maternos, ocasionando o aparecimento de quadros patológicos ou o agravamento dos preexistentes. 2. Modificações locais A - Útero Dica A progesterona tem importante papel na manutenção da quiescência miometrial durante a fase de hipertrofia e hiperplasia das fibras musculares do miométrio. As modificações locais ou genitais acontecem principalmente no útero, local onde o ovo se nidifica e se desenvolve. O útero apresenta modificações de volume, consistência, forma, situação e coloração. Durante a gestação, acontecem hipertrofia e hiperplasia celular, que modificam o peso e o volume uterinos. O estímulo hormonal (principalmente estrogênico) e o crescimento fetal fazem que, ao final da gestação, o útero gravídico pese cerca de 1.000g e tenha capacidade de 4 a 5L. O crescimento do útero não é regular ao longo da gestação: por volta da 12ª semana, o fundo uterino pode ser palpado pouco acima da sínfise púbica; ao redor de 16 semanas, está a meia distância entre a sínfise e a cicatriz umbilical, passando a crescer 1cm por semana a partir desse momento. As glândulas cervicais também sofrem hiperplasia e hipertrofia desde o início da gestação, resultando, na maioria das vezes, na exposição da junção escamocolunar. Esse fato torna a ectocérvice friável e mais suscetível a traumatismos e sangramentos. Após a nidação, é verificado amolecimento na zona de implantação do embrião. Este se propaga por todo o órgão, principalmente nas regiões do istmo (sinal de Hegar Figuras 1 e 2) e do colo uterino (sinal de Goodell). É a embebição gravídica que torna o útero mole e pastoso. Figura 1 - Avaliação para a presença do sinal de Hegar Figura 2 - Identificação de sinal de Hegar no útero
7 Fábio Roberto Cabar Este capítulo aborda as relações do feto com o útero materno e com ele mesmo. A atitude fetal é definida como a relação das diferentes partes fetais entre si. A atitude fetal fisiológica é a de flexão generalizada. Situação é a relação entre o maior eixo uterino com o maior eixo fetal; e pode ser longitudinal, quando ambos os eixos coincidem ou transversal, quando o feto se dispõe mais ou menos perpendicularmente ao maior eixo uterino. A apresentação é a região do feto que ocupa a área do estreito superior e nela vai se insinuar; só é definitiva no penúltimo ou até mesmo no último mês da gestação. Posição é a relação do dorso fetal com o lado direito ou esquerdo materno, podendo ser direita ou esquerda; a posição mais comum no final da gestação é à esquerda. E variedade de posição é a relação entre o ponto de referência da apresentação fetal e o ponto de referência da bacia materna. 4 Relações uterofetais
8 64 sic obstetrícia 1. Definição As relações do feto com a bacia materna e com o útero constituem a estática fetal. Seu estudo permite o conhecimento da nomenclatura obstétrica, fundamental para o tocoginecologista. 2. Atitude Figura 1 - Atitude fetal fisiológica: flexão generalizada A atitude fetal é definida como a relação das diferentes partes fetais entre si. A atitude fisiológica do feto é de flexão da coluna vertebral para diante, a cabeça levemente fletida e as coxas fletidas sobre a bacia. No todo, o feto tem a configuração de um ovoide com 2 extremidades: polos cefálico e pélvico. Na gestação a termo, o feto medindo aproximadamente 50cm de comprimento ocupa um espaço de 30cm na cavidade uterina. Durante o trabalho de parto, ocorre a retificação do feto, que adquire a forma de um cilindro. A quantidade de líquido amniótico influi sobre o grau de flexão. Quando em pequena quantidade, observa-se configuração ovoide mais acentuada. 3. Situação Situação é a relação entre o maior eixo uterino e o maior eixo fetal. Pode ser longitudinal, quando ambos os eixos coincidem, ou transversal, quando o feto se dispõe mais ou menos perpendicularmente ao maior eixo uterino. Na situação longitudinal, encontrada em 99,5% das gestações, distingue-se a apresentação do polo cefálico ou do polo pélvico. A situação transversa é exceção, encontrada em apenas 0,5% das gestações. Multiparidade, polidrâmnio, placentação anômala, anomalia uterina, miomas submucosos e malformações fetais são fatores predisponentes a esse tipo de situação fetal. Figura 2 - (A) Situação longitudinal e (B) situação transversa 4. Apresentação Trata-se da região do feto que ocupa a área do estreito superior e nela vai se insinuar.
9 SIC OBSTETRÍCIA VOL. 1 - REVALIDA QUESTÕES E COMENTÁRIOS
10 Índice QUESTÕES COMENTÁRIOS Cap. 1 - Fisiologia da gestação Cap. 2 - Modificações locais e sistêmicas no organismo materno Cap. 3 - Assistência pré-natal Cap. 4 - Relações uterofetais Cap. 5 - O trajeto Cap. 6 - O parto Cap. 7 - Tocurgia Cap. 8 - Gestação gemelar Cap. 9 - Puerpério Cap. 1 - Fisiologia da gestação Cap. 2 - Modificações locais e sistêmicas no organismo materno Cap. 3 - Assistência pré-natal Cap. 4 - Relações uterofetais Cap. 5 - O trajeto Cap. 6 - O parto Cap. 7 - Tocurgia Cap. 8 - Gestação gemelar Cap. 9 - Puerpério As questões INEP e UFMT, que compõem a maior parte dos testes utilizados neste volume, foram extraídas de provas de revalidação. Por isso, nos casos de temas ainda não abordados ou pouco explorados nas provas do Revalida, selecionamos questões de Residência Médica como complemento de estudo.
11 Questões Obstetrícia Fisiologia da gestação UFMT - REVALIDA 1. Os níveis de progesterona da fase lútea são responsáveis por: a) modificações proliferativas endometriais b) redução da pulsatilidade do LH c) filância do muco cervical d) extrusão do óvulo pelo ovário Tenho domínio do assunto Reler o comentário Refazer essa questão Encontrei dificuldade para responder Modificações locais e sistêmicas no organismo materno UFMT - REVALIDA 2. Na suplementação vitamínica para gestantes, um cuidado especial deve ser tomado com a ação teratogênica de altas doses da vitamina: a) B1 b) B6 c) A d) E Tenho domínio do assunto Reler o comentário Refazer essa questão Encontrei dificuldade para responder UFMT - REVALIDA 3. Com relação às modificações sistêmicas no organismo materno encontradas na gravidez com evolução normal, analise as afirmativas a seguir: I - Ocorre aumento da taxa de filtração glomerular. II - O volume plasmático encontra-se aumentado. III - A viscosidade plasmática encontra-se diminuída. IV - Ocorre aumento absoluto do volume eritrocitário. Está(ão) correta(s): a) I, II, IV b) III, apenas c) I, II, III, IV d) II, apenas Tenho domínio do assunto Reler o comentário Refazer essa questão Encontrei dificuldade para responder Assistência pré-natal INEP - REVALIDA 4. Uma mulher de 26 anos, G2P1, com 22 semanas de gestação; comparece à consulta de pré-natal para checar resultados de exames e situação vacinal. Os resultados dos exames revelam VDRL, anti-hiv, HBsAg e anti- -HBs negativos. Do cartão de vacinas constam 2 doses de vacina contra hepatite B, com a última há 3 anos, 1 dose de vacina contra febre amarela há 12 anos e 3 doses de vacina para difteria e tétano (dt) última dose há 4 anos. Para a atualização da situação vacinal dessa gestante, deve-se recomendar a aplicação de: a) 1 dose de vacina contra hepatite B + 1 dose de vacina contra febre amarela + 1 dose de vacina contra infl u e n z a, todas nessa consulta b) 1 dose de vacina contra hepatite B + 1 dose de vacina contra influenza, ambas nessa consulta, e 1 dose de vacina dtpa entre 27 e 36 semanas de gestação c) 3 doses de vacina contra hepatite B, com intervalos de 30 dias entre as doses, e 1 dose de vacina contra infl u e n z a + 1 dose de vacina dtpa, ambas nessa consulta d) 3 doses de vacina contra hepatite B, com intervalos de 30 dias entre as doses, 1 dose de vacina contra febre amarela, nessa consulta, e 1 dose de vacina dtpa entre 27 e 36 semanas de gestação Tenho domínio do assunto Reler o comentário Refazer essa questão Encontrei dificuldade para responder INEP - REVALIDA 5. Uma paciente de 24 anos, solteira, primigesta, comparece à Unidade Básica de Saúde para a sua 1ª consulta pré-natal. O tempo de amenorreia é de 14 semanas, além de queixar-se de náuseas e vômitos frequentes, principalmente no período da manha. Refere que os sintomas vêm piorando desde que soube estar grávida. O exame físico geral está normal, e o exame obstétrico é compatível com os de uma gestação de 14 semanas. As náuseas e os vômitos na forma descrita pela paciente: a) constituem sintomas precoces de gravidez múltipla, de modo que a principal medida no momento é aguardar o resultado da ultrassonografia para verificar a gemelaridade b) são sintomas de alerta para problemas com neoplasia trofoblástica gestacional, sendo recomendados antieméticos e monitorização dos níveis de gonadotrofina coriônica Obstetrícia Questões
12 Comentários Obstetrícia Fisiologia da gestação Questão 1. A fase lútea é caracterizada por elevação aguda dos níveis de progesterona, e tem duração de 11 a 17 dias. Os níveis elevados de progesterona atuam suprimindo um novo crescimento folicular, através da redução da produção de LH. Analisando as alternativas: a) Incorreta. A fase proliferativa é a fase estrogênica, que antecede a ovulação, a qual se segue a fase secretora, em que há predomínio da progesterona. b) Correta. c) Incorreta. A progesterona torna o muco mais espesso. d) Incorreta. Esse fenômeno se dá pelo pico de LH. Gabarito = B Modificações locais e sistêmicas no organismo materno Questão 2. A vitamina A em altas doses é teratogênica, pois interfere nos genes homeobox, que são envolvidos na embriogênese. Gabarito = C Questão 3. Durante a gestação, ocorrem diversas modificações no organismo materno. As principais modificações incluem: aumento da frequência cardíaca materna, aumento do débito cardíaco, aumento do volume plasmático, diminuição da viscosidade sanguínea (hemodiluição), aumento no número de hemácias (30%), leucocitose relativa e aumento de agentes pró-coagulantes. As 4 afirmativas estão corretas. Gabarito = C Assistência pré-natal Questão 4. Analisando as alternativas: a) Incorreta. Não há indicação de vacinação de rotina contra a febre amarela na gestação. Além disso, a gestante deve receber 1 dose de dtpa no 3º trimestre, a despeito de estar com a vacinação contra difteria e tétano em dia (DT), pois a vacina dtpa visa proteger o recém- -nascido da infecção coqueluche nos primeiros meses de vida. b) Correta. A gestante está com a vacinação contra hepatite B incompleta (são 3 doses), o que justifica a aplicação imediata de uma dose imediatamente. As gestantes também devem receber uma dose contra o vírus influenza na gravidez. Por último, a gestante deve receber 1 dose de dtpa no 3º trimestre, a despeito de estar com a vacinação contra difteria e tétano em dia (DT), pois a vacina dtpa visa proteger o recém-nascido da infecção coqueluche nos primeiros meses de vida. c) Incorreta. A gestante já recebeu 2 doses da vacina contra hepatite B (total de 3), o que torna desnecessária a aplicação de mais 3 doses dessa vacina. Além disso, não é rotina na gestação o uso de vacina contra a febre amarela. Faltou, ainda, 1 dose de dtpa no 3º trimestre. d) Incorreta. A gestante já recebeu 2 doses da vacina contra hepatite B (total de 3), o que torna desnecessária a aplicação de mais 3 doses dessa vacina. Além disso, não é rotina na gestação o uso de vacina contra a febre amarela. Gabarito = B Questão 5. Analisando as alternativas: a) Incorreta. Trata-se de êmese gravídica, sintoma comum no início da gestação. Não é possível caracterizar quadro de hiperêmese gravídica, pois não há história de vômitos incoercíveis, alteração de eletrólitos, perda de peso etc. Também não há motivo para a hipótese diagnóstica de gemelaridade, pois a êmese gravídica também ocorre em gestações únicas. b) Incorreta. Não há nenhum sinal clínico de doença trofoblástica gestacional: sangramento vaginal, útero maior do que o esperado para a idade gestacional, hiperêmese gravídica, aumento precoce dos níveis pressóricos com proteinúria, hipertireoidismo, cistos tecaluteínicos. Desta forma, esse diagnóstico é muito improvável. c) Incorreta. A êmese gravídica não é decorrente do aumento uterino, e esses sintomas não pioram ao longo da gestação; ao contrário, tendem a melhorar após o 1º trimestre. Não é conduta adequada evitar comer pela manhã, nem repouso após as refeições. d) Correta. A êmese gravídica é um quadro comum no começo da gestação que tende a melhorar a partir do fim do 1º trimestre. Acredita-se que são as alterações Obstetrícia Comentários
SIC OBSTETRÍCIA OBSTETRÍCIA VOL. 1
SIC OBSTETRÍCIA OBSTETRÍCIA VOL. 1 Autoria e colaboração Fábio Roberto Cabar Graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Mestre e doutor em Obstetrícia e Ginecologia pelo
Dr. Fábio Cabar FISIOLOGIA DA GESTAÇÃO. Dr. Fábio Cabar
Dr. Fábio Cabar Médico formado pela Faculdade de Medicina da USP. Residência Médica em Obstetrícia e Ginecologia no Hospital das Clínicas da USP. Foi médico preceptor do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia
Dr. Fábio Cabar ASSISTÊNCIA PRÉ NATAL REDE CEGONHA DR. FÁBIO R. CABAR
Dr. Fábio Cabar Médico formado pela Faculdade de Medicina da USP. Residência Médica em Obstetrícia e Ginecologia no Hospital das Clínicas da USP. Foi médico preceptor do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia
SIC OBSTETRÍCIA OBSTETRÍCIA VOL. 3
SIC OBSTETRÍCIA OBSTETRÍCIA VOL. 3 Autoria e colaboração Fábio Roberto Cabar Graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Mestre e doutor em Obstetrícia e Ginecologia pelo
Patologias Obstétricas
Patologias Obstétricas Do 1º Trimestre: HIPERÊMESE GRAVÍDICA É um quadro patológico constituído por vômitos intensos. Ocorre: nos primeiros 3 meses. Incidência: É mais comum em primigestas. Causas: Físicas
Aula 20 Pré-Natal de Alto Risco IV: Doenças. Prof. Ricardo Mattos UNIG,
Saúde Integral da Mulher Aula 20 Pré-Natal de Alto Risco IV: Doenças Obstétricas Prof. Ricardo Mattos UNIG, 2009.1 Neoplasia Trofoblástica Gestacional Mola Hidatiforme A freqüência é de 1 caso para cada
Dr. Fábio Cabar MODIFICAÇÕES SISTÊMICAS MODIFICAÇÕES SISTÊMICAS MODIFICAÇÕES SISTÊMICAS MODIFICAÇÕES SISTÊMICAS MODIFICAÇÕES SISTÊMICAS
Dr. Fábio Cabar Médico formado pela Faculdade de Medicina da USP. Residência Médica em Obstetrícia e Ginecologia no Hospital das Clínicas da USP. Foi médico preceptor do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia
Questão 01 Diagnóstico da gestação
Saúde Da Mulher: Diagnóstico Da Gestação, Modificações Gravídicas e Pré Natal. Prof. Enf. Obstetra Hygor Elias Questão 01 Diagnóstico da gestação Segundo o Ministério da Saúde (MS, 2000), o diagnóstico
SAÚDE DA MULHER NA ATENÇÃO BÁSICA Pré-natal
SAÚDE DA MULHER NA ATENÇÃO BÁSICA Pré-natal Profa. Dra. Carla Marins AVALIAÇÃO PRÉ-CONCEPCIONAL Consultas Pré-Natais: Durante o pré-natal deverá ser realizado no mínimo 6 consultas, preferencialmente 1
CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20
CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ATENÇÃO A SAÚDE DA MULHER E DO HOMEM II Código: ENF. 213 CH
RESIDÊNCIA MÉDICA 2015 PRÉ-REQUISITO (R4) PROVA ESCRITA
1 OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA / ULTRASSONOGRAFIA 1) Secundípara com 26 anos deu à luz por parto vaginal a recém-nascido (RN) a termo que pesou 3.450g. Ambos assintomáticos receberam alta no terceiro dia.
31/08/2015. Obstetrícia. Profa Elaine C. S. Ovalle. Diagnóstico. Beta- hch. hormônio gonadotrófico coriônico
Fisioterapia na Saúde da Mulher Obstetrícia Profa Elaine C. S. Ovalle Beta- hch Diagnóstico hormônio gonadotrófico coriônico 1 Conceitos - Embrião: até a 8ª semana - Feto: 9ª semana até o nascimento -
CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20
CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ATENÇÃO A SAÚDE DA MULHER E DO HOMEM II Código: ENF- 213 CH
CARTÃO DA GESTANTE. Agendamento. Nome. Endereço. Bairro Município UF. Telefone. Nome da Operadora. Registro ANS. Data Hora Nome do profissional Sala
CARTÃO DA GESTANTE Nome Endereço Bairro Município UF Telefone Nome da Operadora Registro ANS Agendamento Hora Nome do profissional Sala 1 Carta de Informação à Gestante O parto é um momento muito especial,
GESTANTE CARTÃO DA. Agendamento. Nome. Endereço. Bairro Município UF. Telefone. Nome da Operadora. Registro ANS. Data Hora Nome do profissional Sala
FUNDAÇÃO CHESF DE ASSISTÊNCIA E SEGURIDADE SOCIAL CARTÃO DA GESTANTE Nome Endereço Bairro Município UF Telefone Nome da Operadora Registro ANS Agendamento Hora Nome do profissional Sala 1 Carta de Informação
ENFERMAGEM OBSTÉTRICA PROVA TEÓRICO-PRÁTICO Situação/Cenário Clínico
ENFERMAGEM OBSTÉTRICA PROVA TEÓRICO-PRÁTICO Situação/Cenário Clínico Respondas as questões abaixo segundo o caso clínico W.P.B., 21 anos, solteira, vive em união consensual há 1 ano, primigesta. Compareceu
Sumário. 1. Visão geral da enfermagem materna Famílias e comunidades Investigação de saúde do paciente recém nascido...
Sumário Parte I Papéis e relacionamentos 1. Visão geral da enfermagem materna...23 O processo de enfermagem...25 Planejamento familiar...26 Gestação na infância ou na adolescência...26 Gestação após os
DIRETORIA DA FEBRASGO 2016 / 2019
DIRETORIA DA FEBRASGO 2016 / 2019 César Eduardo Fernandes Presidente Corintio Mariani Neto Diretor Administrativo/Financeiro Marcos Felipe Silva de Sá Diretor Científico Juvenal Barreto B. de Andrade Diretor
FATORES DO PARTO E AS RELAÇÕES UTERO FETAIS
Universidade de São Paulo Escola de enfermagem de Ribeirão Preto FATORES DO PARTO E AS RELAÇÕES UTERO FETAIS Profa Dra. Juliana Stefanello Fatores do parto: Objeto Trajeto Motor Posição da mãe Resposta
CARTÃO DA GESTANTE CARTÃO DA GESTANTE. Central de agendamento: Dúvidas sobre sua gestação: Nome.
CARTÃO DA GESTANTE CARTÃO DA GESTANTE Central de agendamento: 2463-6000 Dúvidas sobre sua gestação: 2463-6052 Nome Endereço Bairro Município UF www.nextsaude.com.br Telefone Anotações: Agendamento: Hora
CARTÃO DA GESTANTE AGENDAMENTO. (11) Opção 2 - Opção 2. Nome do Profissional. Data. Ligue!
[email protected] CARTÃO DA GESTANTE Nome: Endereço: Bairro: Município: UF: Telefone: Celular: AGENDAMENTO Hora Nome do Profissional Sala Ligue! (11) 3293 1515 Opção 2 - Opção 2 P R O G R A M
HIPERÊMESE GRAVÍDICA. Msc. Roberpaulo Anacleto
HIPERÊMESE GRAVÍDICA Msc. Roberpaulo Anacleto Introdução A ocorrência ocasional de náuseas e vômitos até 14 semanas de gestação, mais comum no período da manhã, é rotulada como êmese gravídica e pode ser
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA COORDENADORIA DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU EDITAL 2013
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA COORDENADORIA DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU EDITAL 2013 O Colegiado do Curso de Pós-Graduação Lato-Sensu Tocoginecologia faz saber
AUTORIA E COLABORAÇÃO. Autores. Assessoria didática. Luís Antônio Tobaru Tibana. Marcos Costenaro. Paulo Aguiar Kuriki
6ª AUTORIA E COLABORAÇÃO Autores Luís Antônio Tobaru Tibana Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Preceptor da Residência de Radiologia da Universidade Federal de
ANEXOS FETAIS. Profª: Karin
ANEXOS FETAIS Profª: Karin É um órgão formado por tecido materno e fetal, realiza a troca gasosa de O2 e CO2 e nutrientes entre mãe e feto, implantada no fundo do corpo do útero. A face materna é de cor
UNIVERSIDADE DE SANTO AMARO Faculdade de Medicina. Acadêmicas do 2º ano Priscilla Maquinêz Veloso Renata Maia de Souza
UNIVERSIDADE DE SANTO AMARO Faculdade de Medicina Acadêmicas do 2º ano Priscilla Maquinêz Veloso Renata Maia de Souza Fonte: Centro de Vigilância Epidemiológica, 2011 1. BCG: Caso a vacina BCG não tenha
ENFERMAGEM ATENÇÃO BÁSICA E SAÚDE DA FAMÍLIA. Parte 10. Profª. Lívia Bahia
ENFERMAGEM ATENÇÃO BÁSICA E SAÚDE DA FAMÍLIA Parte 10 Profª. Lívia Bahia Enfermagem no acompanhamento do Pré Natal de baixo risco na Atenção Básica Apesar da redução importante da mortalidade infantil
GRAVIDEZ. Profª: Karin
GRAVIDEZ Profª: Karin Diagnóstico da gravidez: Toque Exame de urina - Colhido após o repouso noturno, com atraso menstrual de 3 a 14 semanas. Teste (farmácia)- resultado positivo maior com 3 semanas
CARTÃO DA GESTANTE AGENDAMENTO. Nome. Endereço. Município. Bairro. Telefone. Nome da Operadora. Registro ANS. ANS- nº
CARTÃO DA GESTANTE Nome ANS- nº 0004 Endereço Município Bairro Telefone Nome da Operadora Registro ANS AGENDAMENTO Hora Nome do profissional Sala ANS- nº 0004 1 Idade Estado Civil Peso anterior Altura (cm)
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
PLANO DE CURSO GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA Objetivos do Programa Tornar o médico residente em Obstetrícia e Ginecologia apto a promover a saúde e prevenir, diagnosticar e tratar as afecções relacionadas
Dr. Fábio Cabar. Sangramentos genitais da segunda metade da gestação. Sangramentos de Segunda Metade da Gestação. Placenta Prévia.
Dr. Fábio Cabar Médico formado pela Faculdade de Medicina da USP. Residência Médica em Obstetrícia e Ginecologia no Hospital das Clínicas da USP. Foi médico preceptor do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia
Sistemas Humanos. Sistema Genital Compreende o conjunto de órgãos com função reprodutora, sendo diferente entre homens e mulheres.
Sistemas Humanos Prof. Leonardo F. Stahnke Sistema Compreende o conjunto de órgãos com função reprodutora, sendo diferente entre homens e mulheres. Hipófise 1 Além da produção de testosterona e androgênio
ÓBITO FETAL DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA DA FMABC DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA PROF. TITULAR: MAURO SANCOVSKI
DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA DA FMABC DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA PROF. TITULAR: MAURO SANCOVSKI ÓBITO FETAL EDUARDO AUGUSTO BROSCO FAMÁ PROFESSOR AFILIADO DO DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCA E GINECOLOGIA
Imagem da Semana: Partograma
Imagem da Semana: Partograma Figura 1: Partograma. Enunciado Gestante de 22 anos, primigesta, idade gestacional de 39 semanas (confirmada à ultrassonografia), admitida na maternidade com contrações dolorosas
ORGANIZADOR. Página 1 de 7
RESIDÊNCIA MÉDICA UERJ 07 ULTRASSONOGRAFIA (R) / 0 PROVA DISCURSIVA Página de 7 RESIDÊNCIA MÉDICA UERJ 07 ULTRASSONOGRAFIA (R) / 0 PROVA DISCURSIVA ULTRASSONOGRAFIA ) Mulher de 9 anos, DUM em 8//5, realizou
SIC. Casos Clínicos GINECOLOGIA
SIC Casos Clínicos GINECOLOGIA AUTORES Flavia Burim Scomparini Graduada em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Especialista em Ginecologia e Obstetrícia e em Reprodução Humana pela
ENFERMAGEM. SAÚDE DA MULHER Assistência de Enfermagem ao Parto/Aborto. Parte 1. Profª. Lívia Bahia
ENFERMAGEM SAÚDE DA MULHER Assistência de Enfermagem ao Parto/Aborto Parte 1 Profª. Lívia Bahia Assistência de Enfermagem ao Parto A assistência ao parto tem seu objetivo primordial recém-nascido e parturiente
ENFERMAGEM. SAÚDE DA MULHER Assistência de Enfermagem ao Parto/Aborto. Parte 3. Profª. Lívia Bahia
ENFERMAGEM SAÚDE DA MULHER Assistência de Enfermagem ao Parto/Aborto Parte 3 Profª. Lívia Bahia -> Lei Nº 11.108, de 07 de Abril de 2005 garante às parturientes o direito à presença de acompanhantes durante
ADULTO TAMBÉM TOMA VACINA!
ADULTO TAMBÉM TOMA VACINA! Não é só na infância que precisamos delas. Entenda por que a imunização nessa fase é fundamental e conheças as 6 vacinas que todos os adultos devem tomar. 1 TRÍPLICE BACTERIANA:
1- Aproximadamente qual percentagem de abortamentos espontâneos de primeiro trimestre apresenta anomalias cromossômicas?
Prova de obstetricia-20-5-18-1- Aproximadamente qual percentagem de abortamentos espontâneos de primeiro trimestre apresenta anomalias cromossômicas? a)1% b)10% c)25% d-50% 2- Uma paciente dá entrada no
A ASSISTÊNCIA IMEDIATA AO RECÉM- NASCIDO. Profa. Dra. Emilia Saito Abril 2018
A ASSISTÊNCIA IMEDIATA AO RECÉM- NASCIDO Profa. Dra. Emilia Saito Abril 2018 ASSISTÊNCIA IMEDIATA AO RECÉM-NASCIDO Ao nascimento, a maioria dos RN apresenta boa vitalidade e não necessita de manobras de
DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM MATERNO-INFANTIL E PSIQUIÁTRICA ENP375 - ENFERMAGEM NA SAÚDE DA MULHER, NA SAÚDE MATERNA E NEONATAL 2º SEMESTRE DE 2017
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENFERMAGEM Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 419 - CEP 05403-000 Tel.: (011) 3061-7602 - Fax: (011) 3061-7615 São Paulo - SP - Brasil e-mail: [email protected] DEPARTAMENTO
Disco germinativo bilaminar, gastrulação, neurulação e dobramento do corpo do embrião
Disco germinativo bilaminar, gastrulação, neurulação e dobramento do corpo do embrião Formação do Blastocisto Implantação do blastocisto Quando o blastocisto se liga ao epitélio do endométrio, o trofoblasto
ABDOME AGUDO NA GRAVIDEZ Waldemar Prandi Filho
ABDOME AGUDO NA GRAVIDEZ Waldemar Prandi Filho NÁUSEAS VÔMITOS DOR ABDOMINAL LEUCOCITOSE ABDOME AGUDO NA GRAVIDEZ Raro 1/500 Diagnóstico Difícil: Sinais e Sintomas Fisíológicos Alterações Anatômicas e
Obstetrícia Veterinária (Parto Fisiológico) Parto. Parto 29/10/2009. Prof. Msc. Marcelo Arne Feckinghaus
Obstetrícia Veterinária ( Fisiológico) Prof. Msc. Marcelo Arne Feckinghaus Conhecimento essencial Saber intervir Diferenciar fisiológico de patológico Segurança materna e fetal Mudanças fisiológicas e
Gravidez. Prof.ª Leticia Pedroso
Gravidez Prof.ª Leticia Pedroso Qual a sensação ao descobrir que você está grávida?? 23/03/20 18 DIAGNÓSTICO DE GESTAÇÃO Vem se tornando cada vez mais preciso e precoce, podendo ser feito pelo emprego
Disciplina: Específica
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Concurso Público para provimento de vagas de cargos Técnico-Administrativos Edital nº 293/2016 Resultado do julgamento dos recursos interpostos contra as questões
Ciências Naturais, 6º Ano. Ciências Naturais, 6º Ano FICHA DE TRABALHO 1. Escola: Nome: Turma: N.º:
Conteúdo: Carateres Sexuais FICHA DE TRABALHO 1 adolescência 9 e os 15 anos nascimento Conteúdo: Carateres Sexuais FICHA DE TRABALHO 1 adolescência 9 e os 15 anos nascimento 8 e os 12 anos secundários
Prof.ª Leticia pedroso
Prof.ª Leticia pedroso Alterações fisiológicas da gravidez São alterações que ocorrem no organismo da mulher durante a gestação e que desparecem após o parto. São inevitáveis, temporárias e que estão presentes
Escola: Nome: Turma: N.º: Data: / / FICHA DE TRABALHO 1. adolescência 9 e os 15 anos nascimento. 8 e os 12 anos secundários primários
Conteúdo: Carateres Sexuais FICHA DE TRABALHO 1 adolescência 9 e os 15 anos nascimento 8 e os 12 anos secundários primários comportamento psicológicas puberdade Os caracteres sexuais estão presentes desde
Principais temas para provas. Obstetrícia vol. 3 SIC OBSTETRÍCIA
Principais temas para provas Obstetrícia vol. 3 SIC OBSTETRÍCIA 2018 by PRINCIPAIS TEMAS EM OBSTETRÍCIA Fábio Roberto Cabar - Mariana Fabbri Guazzelli de Oliveira Pereira Sartorelli Produção Editorial:
Departamento de Ginecologia e Obstetrícia Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Universidade de São Paulo Como Evitar: Pré-eclâmpsia
Departamento de Ginecologia e Obstetrícia Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Universidade de São Paulo Como Evitar: Pré-eclâmpsia Ricardo Carvalho Cavalli DGO-FMRPUSP Epidemiologia da Hipertensão
DISCIPLINA DE PROPEDÊUTICA GINECOLÓGICA E OBSTÉTRICA Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da FCMSCSP
DISCIPLINA DE PROPEDÊUTICA GINECOLÓGICA E OBSTÉTRICA Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da FCMSCSP Coordenadora Coordenadora Profa. Dra. Tânia Di Giacomo do Lago Período do Curso: 1º Rodízio 01/02/12
PLANO DE CURSO. MÓDULO: Saúde Materno Infantil I CARGA HORÁRIA: 140 horas/aula CRÉDITOS: 07 6º PERÍODO - SEMESTRE:
1 FACULDADE DE MEDICINA NOVA ESPERANÇA Reconhecida pelo MEC: Portaria nº 1.084, de 28 de dezembro 2007, publicada no DOU de 31 de dezembro de 2007, página 36, seção 1. PLANO DE CURSO MÓDULO: Saúde Materno
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO DE ULTRASSONOGRAFIA EM GINECOLOGIA, OBSTETRÍCIA E MEDICINA INTERNA
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO DE ULTRASSONOGRAFIA EM GINECOLOGIA, OBSTETRÍCIA E MEDICINA INTERNA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU JOÃO PESSOA, OUTUBRO DE 2018 A NOVEMBRO DE 2020 Coordenador: Prof. Dr. Luiz Antônio Bailão
Saúde da Mulher Prof. Hygor Elias
Saúde da Mulher Prof. Hygor Elias Ano: 2016 Banca: CESPE Órgão: TCE PA Prova: Auditor de Controle Externo Área Administrativa Enfermagem Comrelaçãoàassistênciadeenfermagemnaatençãobásicaàgestantenoprénatal
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO DE ULTRASSONOGRAFIA EM GINECOLOGIA, OBSTETRÍCIA E MEDICINA INTERNA
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO DE ULTRASSONOGRAFIA EM GINECOLOGIA, OBSTETRÍCIA E MEDICINA INTERNA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU TERESINA, FEVEREIRO DE 2019 A MARÇO DE 2021 Coordenador: Prof. Dr. Luiz Antônio Bailão
FATORES DO PARTO. TRAJETO trajeto duro - bacia óssea feminina trajeto mole OBJETO. ovóide fetal MOTOR contração uterina
FATORES DO PARTO TRAJETO trajeto duro - bacia óssea feminina trajeto mole OBJETO ovóide fetal MOTOR contração uterina ESTUDO DO TRAJETO DURO OSSOS DA PELVE bacia óssea ílio + ísquio + pube = ilíaco ou
CENTRO UNIVERSITARIO SERRA DOS ÓRGÃOS UNIFESO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CCS CURSO DE MEDICINA
CENTRO UNIVERSITARIO SERRA DOS ÓRGÃOS UNIFESO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CCS CURSO DE MEDICINA PROGRAMA DE INTERNATO EM GINECOLOGIA/OBSTETRÍCIA - 10º Período 2017 INTRODUÇÃO Prezado estudante, O Internato,
Aparelho Reprodutor Feminino
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Biologia Aparelho Reprodutor Feminino Prof. Msc. Macks Wendhell Gonçalves [email protected] É formado por: Parte interna: - Dois ovários
ATUALIZAÇÃO DO CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO
ATUALIZAÇÃO DO CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO 2017 Seis vacinas terão seu público-alvo ampliado em 2017 Hepatite A: crianças Tetra Viral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela): crianças Meningocócica C: crianças
DISCURSIVA GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA ULTRASSONOGRAFIA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO. wwww.cepuerj.uerj.
HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO DISCURSIVA GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA ULTRASSONOGRAFIA ATIVIDADE DATA LOCAL Divulgação do gabarito
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA - CAMPINAS PLANO DE CURSO. 1. NOME DO PROGRAMA: Residência em Ginecologia e Obstetrícia
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA - CAMPINAS PLANO DE CURSO DADOS GERAIS: 1. NOME DO PROGRAMA: Residência em Ginecologia e Obstetrícia 2. DURAÇÃO: 3 (três) anos 3. PRÉ-REQUISITOS: Graduação em Medicina 4. CARGA
Departamento de Obstetrícia e Ginecologia Programa para o 3º ano - Disciplinas de Ginecologia e Obstetrícia (05/02 à 17/04/18)
Departamento de Obstetrícia e Ginecologia Programa para o 3º ano - Disciplinas de Ginecologia e Obstetrícia - 2018 (05/02 à 17/04/18) 3º ano B2 - sala 11 Data Dia Semana G&O Período Tema Professor 8h -
ENFERMAGEM OBSTÉTRICA
ENFERMAGEM OBSTÉTRICA Questão 16 A alternativa correta é C, pois estão corretos os itens I, II e III. Segundo Zugaib (2016, pág. 95): Esse hormônio pode ser encontrado no sangue e na urina de gestantes
IMPLANTE DE DISPOSITIVO INTRA-UTERINO (DIU) HORMONAL PARA CONTRACEPÇÃO - INCLUI O DISPOSITIVO
DISPOSITIVO INTRA UTERINO (DIU) De acordo com rol da ANS, RN 428, há cobertura para o implante de dispositivo intrauterino hormonal e não hormonal. CÓDIGO TUSS 31303269 IMPLANTE DE DISPOSITIVO INTRA-UTERINO
SANGRAMENTO DE PRIMEIRO TRIMESTRE NA EMERGÊNCIA- O PAPEL DO RADIOLOGISTA. Carla Milan
SANGRAMENTO DE PRIMEIRO TRIMESTRE NA EMERGÊNCIA- O PAPEL DO RADIOLOGISTA Carla Milan CAUSAS Gestação com evolução normal Ameaça de aborto Abortamentos Gestação ectópica Doença trofoblástica gestacional
CAPÍTULO 10. GRAVIDEZ ECTÓPICA: DIAGnÓSTICO PRECOCE. 1. DEfINIçãO:
Unidade 3 - Ginecologia Gravidez Ectópica: Diagnóstico Precoce CAPÍTULO 10 GRAVIDEZ ECTÓPICA: DIAGnÓSTICO PRECOCE 1. DEfINIçãO: Implatação do ovo fora da cavidade endometrial, como, por exemplo, nas tubas,
É a aplicação da vacina dupla adulto (dt) e Tríplice bacteriana acelular (difteria, tétano e coqueluche) nas gestantes, após prescrição médica.
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Vacinação de Dupla Adulto e Tríplice Bacteriana Acelular em Gestantes Responsável pela prescrição do POP Responsável pela execução do POP 1. Definição POP N 75 Área de Aplicação:
É composto por : Sistema reprodutor Vulva (órgão genital externo). Vagina Útero Duas tubas uterinas Tem Dois ovários Função: secretar o óvulo (célula
É composto por : Sistema reprodutor Vulva (órgão genital externo). Vagina Útero Duas tubas uterinas Tem Dois ovários Função: secretar o óvulo (célula sexual) e abrigar e fornecer condições para o desenvolvimento
DIAGNÓSTICO CLÍNICO E LABORATORIAL DA GRAVIDEZ
DIAGNÓSTICO CLÍNICO E LABORATORIAL DA GRAVIDEZ Aula disponível no site: www.rodrigodiasnunes.com.br Rodrigo Dias Nunes Diagnóstico da gravidez Na vida da mulher, o diagnóstico da gestação sempre provoca
Vigilância nutricional da criança e da mulher durante o pré-natal e. Profa Milena Bueno
Vigilância nutricional da criança e da mulher durante o pré-natal e puerpério. Gestação e Puerpério Atenção Pré natal e no puerpério: garantia do bem estar materno e neo natal. Primeira consulta: ate 120
Melhoria da Atenção ao Pré-natal e Puerpério na ESF 09 - Vila Ester, em São Borja-RS
Melhoria da Atenção ao Pré-natal e Puerpério na ESF 09 - Vila Ester, em São Borja-RS Tania Mara Fontella de Sá Orientadora: Lenise Patrocinio Pires Cecilio Co-orientadora: Aline Basso da Silva Introdução
60 horas Prof.ª Leticia Pedroso
60 horas Prof.ª Leticia Pedroso Trabalhos patologias obstétricas Grupo 1 Gravidez ectópica Grupo 2 - Mola Hidatiforme Grupo 3 Aborto Grupo 4 Hiperêmese Gravídico Grupo 5 Placenta Prévia Grupo 6 Descolamento
ANATOMIA E FISIOLOGIA. FSH, LH e. dos hormônios prolactina/posterior. ovarianos ocitocina) Regulação ciclo reprodutor e
16/5/2011 ANATOMIA E FISIOLOGIA A regulação hormonal é controlada por três estruturas MATERNO INFANTIL Hipotálamo Estimula a hipófise pelas gonadotrofinas Hipófise (anteriorcontrolam a secreção FSH, LH
Bacia obstétrica e Relação útero-fetal
Bacia obstétrica e Relação útero-fetal Bacia obstétrica Bacia ou pelve: 2 ossos ilíacos, sacro, cóccix, pubis e respectivas articulações: sínfise púbica, sacroilíacas, sacro coccígenas. Bacia grande ou
Vigilância no prénatal, puerpério 2017
Vigilância no prénatal, parto e puerpério 2017 Doenças de transmissão vertical Outras: HTLV Tuberculose Malária Chagas Dengue Zika Chikungunya Principais Doenças de Transmissão Vertical no Brasil Sífilis
Imunização. Prof. Hygor Elias. Calendário Vacinal da Criança
Imunização Prof. Hygor Elias Calendário Vacinal da Criança 1 Vacinação do Adolescente Vacinação do Adulto 2 Vacinação da Gestante Vacinação do Idoso 3 Ano: 2017 Banca: CONSULPLAN Órgão: TRE-RJ Prova: Técnico
hormônios do sistema genital masculino gônadas masculinas
Gônadas masculinas Os hormônios do sistema genital masculino são produzidos nas gônadas masculinas, muito conhecidas como testículos. São os hormônios que determinam as características sexuais secundárias,
INSERÇÃO DE DIU NO PÓS-PARTO E PÓS-ABORTO
OBSTETRÍCIA INSERÇÃO DE DIU NO PÓS-PARTO E PÓS-ABORTO Rotinas Assistenciais da Maternidade Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro Os Contraceptivos Reversíveis de Longa Duração podem ser oferecidos
Sistema Reprodutor Feminino. Acadêmica de Veterinária Carolina Wickboldt Fonseca
Sistema Reprodutor Feminino Acadêmica de Veterinária Carolina Wickboldt Fonseca Introdução Apresento este trabalho sobre o Sistema Reprodutor Feminino (SRF), histologicamente, descrevendo algumas estruturas
A g r u p a m e n t o d e E s c o l a s A n t ó n i o A l v e s A m o r i m
A g r u p a m e n t o d e E s c o l a s A n t ó n i o A l v e s A m o r i m L o u r o s a CIÊNCIAS NATURAIS 9º ANO FICHA DE AVALIAÇÃO Ano Letivo 2011/2012 Classificação: Professora: Enc. Educação: Nome:
Ano Lectivo 2009/2010
Ano Lectivo 2009/2010 Feito por: Carlos Grilo Caracteres sexuais primários e secundários.3 Sistema reprodutor masculino.4 Sistema reprodutor feminino.5 Ciclo ovário.5 Ciclo uterino.7 Fecundação 9 Caracteres
CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO CRIANÇA ATÉ 6 ANOS DE IDADE
CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO CRIANÇA ATÉ 6 ANOS DE IDADE CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO CRIANÇA ATÉ 6 ANOS DE IDADE 2013 IDADE VACINA A PARTIR DO NASCIMENTO 2 MESES BCG 1 HEPATITE B 2 VACINA VIP 3 PENTAVALENTE 7 ROTAVÍRUS
AULA Rede de atenção que garanta acesso, acolhimento e resolutividade
AULA 10 A Rede Cegonha Implementada em 2011, a Rede Cegonha é uma Rede de cuidados que assegura às MULHERES o direito ao planejamento reprodutivo, à atenção humanizada à gravidez, parto e puerpério, e
FECUNDAÇÃO SEGMENTAÇÃO
GRAVIDEZ e PARTO FECUNDAÇÃO SEGMENTAÇÃO GASTRULAÇÃO NIDAÇÃO NEURULAÇÃO ORGANOGÊNESE!2 GRAVIDEZ HUMANA 40 semanas. Segmentação (1ª semana). Nidação (final da 1ª semana e 2ª semana). Gastrulação (final da
COLÉGIO SHALOM Trabalho de recuperação 8º Ano ( ) - Ciências - Valor: Profª: Nize G. Chagas Pavinato
COLÉGIO SHALOM Trabalho de recuperação 8º Ano ( ) - Ciências - Valor: Profª: Nize G. Chagas Pavinato Aluno(a): Data: / / 1. Cite a função das plaquetas, componente do sangue. Quando há uma baixa quantidade
