Análise de Custo do Crédito

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1 Análise de Custo do Crédito 07 de Março de 2013 O Departamento de Economia (Depecon) da FIESP elaborou um estudo comparativo das taxas de juros aplicadas pelos grandes bancos de varejo no Brasil, com o intuito de auxiliar os industriais e a sociedade a negociar as melhores condições para suas operações de crédito. Além disso, o estudo vai ao encontro dos esforços da entidade na busca pela redução do custo do capital. Atualizado semanalmente, o Custo de Crédito do Brasil toma como base os dados médios do Banco Central sobre financiamento de capital de giro e crédito pessoal. Deste modo, é possível que empresas maiores e com risco baixo consigam taxas menores do que empresas com alto grau de risco. Nota: aprimoramento metodológico do Banco Central Na semana passada, o Banco Central divulgou os dados de crédito do Sistema Financeiro Nacional e o grande destaque foram os aprimoramentos metodológicos utilizados pela primeira vez após treze anos sem alterações relevantes. A última mudança havia sido feita em junho de 2000, com a motivação de aperfeiçoar o acompanhamento dos canais de transmissão da política monetária após a adoção do regime de metas de inflação em Desta vez, as transformações ocorridas no mercado de crédito e no cenário macroeconômico tornaram imprescindível a disponibilidade de novas informações, especialmente as que possibilitem o acompanhamento mais detalhado das modalidades de crédito com recursos direcionados, em particular os financiamentos imobiliários, que têm contribuído de forma relevante com o aumento da oferta de habitação no país. Nesta mudança, além de passar a ter uma cobertura ampliada das modalidades de crédito, incorporando o crédito direcionado, também se fez necessário aprofundar o detalhamento do arcabouço estatístico, de modo a possibilitar a identificação das modalidades mais relevantes, bem como reduzir a participação das operações de crédito não classificadas. Um dos principais avanços dessa nova metodologia corresponde à extensão de informações referentes a taxa de juros, concessões, prazos e inadimplência das modalidades de crédito direcionado e das operações de arrendamento mercantil (leasing). Além disso, ao contrário do que acontecia anteriormente, as principais informações apresentadas na nova estrutura são fornecidas sob um único escopo metodológico, conferido maior homogeneidade aos dados. Na nova estrutura, uma nova abertura dos dados por modalidade foi desenvolvida, com o objetivo de explicitar linhas de crédito que ganharam força nos últimos anos, como, por exemplo, o crédito consignado, que passou a ter informações na totalidade do sistema financeiro e a ser segmentado em empréstimo para beneficiários do INSS, servidores públicos (ativos e inativos) e trabalhadores da iniciativa privada. Outros exemplos de modalidades que passaram a apresentar maior detalhamento foram: antecipação de faturas de cartão de crédito, arrendamentos mercantis (de veículos e de outros bens) e financiamentos à exportação e à importação. Já os empréstimos de capital de giro foram classificados em três subdivisões: com prazo superior/inferior a 365 dias e com teto rotativo. 1

2 Por conta das mudanças supracitadas, o relatório do custo do crédito desenvolvido pelo DEPECON/FIESP não foi divulgado na semana passada e apresentará, a partir desta edição, algumas mudanças, sempre com o objetivo de informar, da melhor maneira possível, a situação do custo do crédito no país. Com esse intuito, as linhas de crédito que serão analisadas semanalmente pelo DEPECON/FIESP são apresentadas a seguir: Pessoa Física: o Aquisição de Veículos; o Cheque Especial; o Crédito Pessoal Consignado Público; o Crédito Pessoal Não Consignado. Pessoa Jurídica: o Capital de Giro com prazo até 365 dias; o Capital de Giro com prazo superior a 365 dias; o Conta Garantida; o Desconto de Duplicata; o Adiantamento sobre Contratos de Câmbio. Período Analisado: de 13/02/2013 a 19/02/2013 Pessoa Física Crédito Pessoal Não Consignado Na semana em análise, as taxas de juros aplicadas para o Crédito Pessoal Não Consignado prefixado foram em média de 63,6% ao ano nas principais instituições bancárias do país, nível acima da média anterior, na ordem de 61,9%. Com base na média móvel quadrissemanal, os juros para essa modalidade de crédito aumentaram de 60,0%% a.a. para 61,0% a.a. nas quatro semanas encerradas no dia 19 de fevereiro. No período delimitado entre 12 de fevereiro e 19 de fevereiro, os bancos públicos mostraram taxas muito menores que os privados. A média da semana em questão foi de 44,9% a.a., contra 73,0% a.a. dos bancos privados. O Banco do Brasil registrou taxa de 42,6% a.a., e a Caixa Econômica Federal cobrou 47,2% a.a. Entre as instituições privadas, o Santander encerrou a semana com a menor taxa de juros (65,57% a.a.), seguido por Itaú-Unibanco (65,60% a.a.), HSBC (60,7% a.a.) e Bradesco (86.7% a.a.). Pessoa Física Aquisição de Veículos Na semana compreendida entre 13/02/2013 a 19/02/2013, a média das taxas de juros dos principais bancos do país para a linha prefixada de crédito de Aquisição de Veículos ficou em 17,17% ao ano, abaixo 2

3 da média registrada na semana anterior (17,41% a.a.). A taxa média móvel quadrissemanal, por sua vez, decresceu ligeiramente de 17,20% a.a. para 17,19% a.a. na semana analisada. Os bancos públicos apresentaram a média de 16,0% a.a. na semana encerrada no dia 19/03. A Caixa Econômica Federal aplicou juros de 16,1% a.a., e o Banco do Brasil cobrou 15,8% a.a. Já os bancos privados terminaram a semana com juros na ordem de 18,0% a.a. Entre as grandes instituições analisadas, a menor foi apresentada pelo Itaú-Unibanco (17,8% a.a.), seguido por Bradesco (18,0% a.a.) e Santander (18,1% a.a.). Pessoa Jurídica Desconto de Duplicata Na semana em análise, as taxas de juros aplicadas para o Desconto de Duplicata prefixado foram em média de 26,7% ao ano nas principais instituições bancárias do país, nível abaixo da média anterior, na ordem de 27,4%. Com base na média móvel quadrissemanal, os juros para essa modalidade de crédito acresceram de 26,89% a.a. para 26,92% a.a. nas quatro semanas encerradas no dia 19 de fevereiro. No período delimitado entre 12 de fevereiro e 19 de fevereiro, os bancos públicos mostraram taxas muito menores que os privados. A média da semana em questão foi de 19,9% a.a., contra 30,1% a.a. dos bancos privados. O Banco do Brasil registrou taxa de 20,7% a.a., e a Caixa Econômica Federal registrou taxa de 19,2% a.a. Entre as instituições privadas, o HSBC encerrou a semana com a menor taxa de juros (26,7% a.a.), seguido por Santander (26,9% a.a.), Itaú-Unibanco (32,0% a.a.) e Bradesco (35,1% a.a.). Pessoa Jurídica - Capital de Giro com prazo até 365 dias Na semana compreendida entre 13/02/2013 e 19/02/2013, a média das taxas de juros dos principais bancos do país para a linha prefixada de crédito de Capital de Giro com prazo até 365 dias ficou em 25,7% ao ano, ligeiramente acima da média registrada na semana anterior (25,6% a.a.). A taxa média móvel quadrissemanal, por sua vez, cresceu de 25,0% a.a. para 25,2% a.a. na semana analisada. Os bancos públicos apresentaram média de 21,2% a.a. na semana encerrada no dia 19/02. O Banco do Brasil aplicou juros de 12,4% a.a., enquanto que a Caixa Econômica Federal cobrou 30,0%. Já os bancos privados terminaram a semana com juros na ordem de 28,0% a.a. Entre as grandes instituições analisadas, destacaram-se com as menores taxas o Santander (22,3% a.a.) e o Itaú-Unibanco (24,0% a.a.), seguidos por Bradesco (24,5% a.a.) e HSBC (41,3% a.a.). Em relação ao spread bancário dessa modalidade de crédito, a média foi de 17,1% a.a. no período avaliado, superior ao valor da semana precedente (17,0% a.a.). Os bancos públicos registraram taxas médias de 12,9% a.a., abaixo da média da semana anterior (13,6% a.a.). O Banco do Brasil registrou 3

4 spread de 4,6% a.a., ao passo que a Caixa Econômica Federal obteve spread de 3,1% a.a. Os bancos privados, por sua vez, tiveram média de 19,2% a.a., maior do que o valor da semana anterior (18,7% a.a.). Em ordem crescente, os principais bancos privados registraram os seguintes spreads: Santander (13,9% a.a.), Itaú-Unibanco (15,5% a.a.), Bradesco (15,9% a.a.) e HSBC (31,7% a.a.). 4

5 Seguem as tabelas com as taxas de juros praticadas pelas instituições financeiras na semana de 13/02/2013 a 19/02/2013, considerando as linhas de Crédito Pessoal Não Consignado e Capital de Giro com prazo até 365 dias. Modalidade: PESSOA FISÍCA - CRÉDITO PESSOAL NÃO CONSIGNADO Tipo: Prefixado Período: de 13/02/2013 a 19/02/2013 Posição Instituição Taxa % a.m. Taxa % a.a. 1 BCO SOFISA S.A. 1,00 12,68 2 BCO LUSO BRASILEIRO S.A. 1,08 13,71 3 BCO BGN S.A. 1,32 17,08 4 BCO INDUSTRIAL DO BRASIL S.A. 1,57 20,60 5 BCO DA AMAZONIA S.A. 1,63 21,43 6 BANCO BONSUCESSO S.A. 1,72 22,68 7 BCO INDUSTRIAL E COMERCIAL S.A 1,76 23,32 8 BCO ARBI S.A. 1,77 23,38 9 BARIGUI S.A. CFI 1,82 24,18 10 BCO ITAUCARD S.A. 2,03 27,24 11 BCO A.J. RENNER S.A. 2,12 28,62 12 BCO MAXINVEST S.A. 2,12 28,70 13 BANCOOB 2,13 28,70 14 BCO DO EST. DO RS S.A. 2,15 29,08 15 BCO DO EST. DE SE S.A. 2,21 30,05 16 SENFF S.A. - CFI 2,24 30,42 17 BCO DO NORDESTE DO BRASIL S.A. 2,30 31,36 18 MÚLTIPLA CFI S/A 2,33 31,77 19 BANCO AZTECA DO BRASIL S.A. 2,5 34,52 20 BRB - BCO DE BRASILIA S.A. 2,55 35,32 21 BRB - CFI S/A 2,98 42,27 22 BCO DO BRASIL S.A. 3,00 42,61 23 BCO MERCANTIL DO BRASIL S.A. 3,16 45,25 24 PORTOSEG S.A. CFI 3,18 45,63 25 CAIXA ECONOMICA FEDERAL 3,28 47,27 26 DIRECAO S.A. CFI 3,45 50,3 27 BANCO SEMEAR 3,53 51,70 28 GAZINCRED S.A. SCFI 3,55 51,99 29 BCO BANESTES S.A. 3,67 54,08 30 BCO SAFRA S.A. 3,69 54,46 31 BANIF BRASIL BM S.A. 4,01 60,36 32 BCO CITIBANK S.A. 4,05 60,98 5

6 33 OMNI SA CFI 4,17 63,19 34 BCO SANTANDER (BRASIL) S.A. 4,29 65,57 35 ITAÚ UNIBANCO BM S.A. 4,29 65,60 36 CREDITÁ S.A. CFI 4,31 65,98 37 FINANSINOS S.A. CFI 4,64 72,27 38 HSBC BANK BRASIL SA BCO MULTIP 4,73 74,16 39 SANTANA S.A. - CFI 5,12 81,98 40 BCO DO EST. DO PA S.A. 5,25 84,85 41 BCO BRADESCO S.A. 5,34 86,71 42 CETELEM BRASIL S.A. CFI 6,21 106,03 43 HS FINANCEIRA 6,58 114,88 44 FACTA S.A. CFI 7,14 128,80 45 GOLCRED S/A - CFI 7,53 138,88 46 KREDILIG S.A. - CFI 8,02 152,29 47 BCO CACIQUE S.A. 8,55 167,58 48 FINAMAX S.A. CFI 8,68 171,43 49 FINANC ALFA S.A. CFI 9,06 183,08 50 BCO DAYCOVAL S.A 9,23 188,31 51 CREDIARE CFI S.A. 9,43 194,75 52 BANCO INTERMEDIUM S/A 9,85 208,76 53 GRAZZIOTIN FINANCIADORA SA CFI 10,02 214,45 54 BCO FIBRA S.A. 10,29 223,77 55 BV FINANCEIRA S.A. CFI 10,32 224,91 56 SOROCRED CFI S.A. 11,41 265,49 57 PERNAMBUCANAS FINANC S.A. CFI 11,55 271,10 58 MIDWAY S.A. - SCFI 11,85 283,35 59 VIA CERTA FINANCIADORA S.A. - CFI 11,90 285,43 60 PORTOCRED S.A. - CFI 12,20 298,06 61 PARANA BCO S.A. 12,26 300,8 62 NEGRESCO S.A. - CFI 12,66 317,98 63 SAX S.A. CFI 12,92 329,76 64 BANCO BRADESCARD 13,77 370,01 65 LECCA CFI S.A. 14,20 392,21 66 CREFISA S.A. CFI 14,53 409,32 67 AGIPLAN FINANCEIRA S.A. - CFI 17,26 575,51 6

7 Modalidade: PESSOA FISÍCA - CAPITAL DE GIRO COM PRAZO ATÉ 365 DIAS Tipo: Prefixado Período: de 13/02/2013 a 19/02/2013 Posição Instituição Taxa % a.m. Taxa % a.a. 1 BCO DO BRASIL S.A. 0,98 12,39 2 BCO ITAÚ BBA S.A. 0,98 12,44 3 BCO PINE S.A. 1,02 12,94 4 BCO ABC BRASIL S.A. 1,27 16,35 5 BCO FIBRA S.A. 1,27 16,41 6 BCO VOTORANTIM S.A. 1,31 16,95 7 NBC BANK BRASIL S.A. - BM 1,32 17,06 8 BCO DO NORDESTE DO BRASIL S.A. 1,34 17,25 9 BCO INDUSVAL S.A. 1,40 18,09 10 BCO INDUSTRIAL E COMERCIAL S.A 1,40 18,09 11 BCO CITIBANK S.A. 1,40 18,20 12 BCO DO EST. DO RS S.A. 1,41 18,35 13 BANCO JOHN DEERE S.A. 1,45 18,83 14 DEUTSCHE BANK S.A.BCO ALEMAO 1,47 19,13 15 LECCA CFI S.A. 1,53 20,02 16 BCO DAYCOVAL S.A 1,57 20,54 17 BANCO FIDIS 1,57 20,55 18 BCO SAFRA S.A. 1,60 21,00 19 MÚLTIPLA CFI S/A 1,67 21,93 20 BCO SANTANDER (BRASIL) S.A. 1,69 22,27 21 BCO INDUSTRIAL DO BRASIL S.A. 1,71 22,60 22 BCO RENDIMENTO S.A. 1,76 23,22 23 BANCO MONEO S.A. 1,78 23,65 24 ITAÚ UNIBANCO BM S.A. 1,81 24,07 25 BCO BRADESCO S.A. 1,84 24,46 26 PARANA BCO S.A. 1,87 24,93 27 BCO ARBI S.A. 1,91 25,45 28 SANTINVEST S.A. - CFI 1,93 25,77 29 BRICKELL S.A. CFI 1,96 26,23 30 CARUANA SCFI 2,02 27,11 31 BCO PAULISTA S.A. 2,05 27,61 32 BANCO SEMEAR 2,10 28,35 33 BCO TRICURY S.A. 2,10 28,39 34 BCO BANESTES S.A. 2,17 29,35 35 BANCO RANDON S.A. 2,18 29,49 36 CAIXA ECONOMICA FEDERAL 2,21 30,01 37 BCO DO EST. DE SE S.A. 2,26 30,71 7

8 38 BANCO TOPÁZIO S.A. 2,34 31,93 39 BIORC FINANCEIRA - CFI S.A. 2,37 32,50 40 BCO MERCANTIL DO BRASIL S.A. 2,44 33,57 41 BCO GERADOR S.A. 2,52 34,87 42 BCO RURAL S.A. 2,57 35,51 43 GAZINCRED S.A. SCFI 2,70 37,72 44 BCO RODOBENS S.A. 2,87 40,38 45 HSBC BANK BRASIL SA BCO MULTIP 2,92 41,28 46 BRB - BCO DE BRASILIA S.A. 3,05 43,38 47 FINANSINOS S.A. CFI 3,21 46,17 48 BCO TRIANGULO S.A. 3,27 47,15 49 DIRECAO S.A. CFI 3,30 47,65 50 BANCO CR2 3,41 49,52 51 VIA CERTA FINANCIADORA S.A. - CFI 3,57 52,27 52 BCO ORIGINAL DO AGRO S/A 3,58 52,52 53 BCO A.J. RENNER S.A. 3,58 52,54 54 PORTOSEG S.A. CFI 4,08 61,60 Fonte: Instituições Financeiras/Bacen Elaboração: FIESP 8

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