SEMANA INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO

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1 SEMANA INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO Primeiros Socorros TST FILIPE MUNIZ RODRIGUES

2 Introdução Primeiros Socorros, são as medidas imediatas aplicadas à uma vítima fora do ambiente hospitalar, executada por pessoa treinada para realizar a manutenção dos sinais vitais e evitar o agravamento das lesões já existentes.

3 Ações do Socorrista Isolar a área, evitando o acesso de curiosos; Observar a vítima, verificando alterações ou ausência de respiração, hemorragias, fraturas, colorações diferentes da pele, presença de suor intenso, expressão de dor; Observar alteração da temperatura, esfriamento das mãos e/ou pés; Manter a calma, assumindo a liderança do atendimento; Procurar que haja comunicação imediata com hospitais, ambulâncias, bombeiros, polícia se necessário. A atitude do socorrista pode significar a vida ou a morte da pessoa socorrida.

4 Desmaios É a perda súbita ou temporária da consciência, devido à diminuição de sangue e oxigênio no cérebro. Principais Causas: Hipoglicemia; Ambientes fechados e quentes; Fome; Nervosismo intenso; Susto; Entre outros. Sintomas Fraqueza; Escurecimento da visão; Náusea ou ânsia de vômito; Palidez intensa ; Pressão arterial baixa; Entre outros.

5 Desmaios Como socorrer uma vítima consciente Verificar os sinais vitais; Senta-lá com a cabeça entre as pernas, pedir para ela forçar a cabeça para cima e o socorrista simultaneamente força para baixo.

6 Desmaios Como socorrer uma vítima inconsciente Afrouxar as vestes; Manter o local arejado; Manter o acidentado deitado, colocando sua cabeça e ombros em posição mais baixa em relação ao resto do corpo (elevar os membros inferiores de 20 a 30 cm do piso);

7 Convulsão ou Epilepsia São contrações musculares involuntárias de parte ou de todo o corpo, decorrentes do funcionamento anormal do cérebro. Têm duração aproximada de 3 a 5 minutos. Principais Causas: Doenças genéticas; Malformação cerebrais; Sequelas de derrames; Traumas (bateu a cabeça); Entre outros Sintomas Inconsciência; Queda desamparada; Olhar vago, fixo e/ou revirar os olhos; Perda de urina/ fezes; Entre outros. OBS: Mesmo que já tenha cessado a crise, é importante levar a vitima ao Pronto Atendimento, porque o risco de recorrência de crise é aumentado nas primeiras 48 horas.

8 Convulsão ou Epilepsia Como socorrer: Afastar os objetos perigosos, para que a vítima não machuque os membros inferiores e superiores ao se debater; Proteger a cabeça da vítima, inclinando-a levemente para o lado, se for um caso clínico; Afastar os curiosos; Ao voltar a consciência, converse com a vítima levando-a ao Pronto Socorro.

9 Queimaduras Queimaduras são lesões provocadas pela temperatura, geralmente calor, que podem atingir graves proporções de perigo para a vida ou para a integridade da pessoa, dependendo de sua localização, extensão e grau de profundidade. Tipos de Queimaduras: Química, térmica, radioativa, luz intensa ou elétrica.

10 Queimaduras O contato com chamas, substâncias super-aquecidas, a exposição excessiva à luz solar e mesmo à temperatura ambiente muito elevada, provocam reações no organismo, que podem se limitar à pele ou afetar funções vitais. As queimaduras podem ser de 1º grau, 2º grau e 3º grau, cada uma delas com suas próprias características.

11 QUEIMADURAS 1º GRAU Queimaduras Atinge somente a epiderme, sendo caracterizada por dor local e vermelhidão da área atingida Como socorrer: Lavar a queimadura com água corrente por 5 minutos. QUEIMADURAS 2º GRAU Atinge a epiderme e derme, caracterizada por dor local, vermelhidão e formação de bolhas (flictenas). Como socorrer: esfriar o local com água corrente; nunca romper as bolhas; nunca utilizar produtos caseiros, como: pó de café, pasta de dente, etc.

12 Queimaduras QUEIMADURAS 3º GRAU Atinge o tecido de revestimento, alcançando o tecido muscular, podendo chegar até os ossos, sendo caracterizado pela pele escurecida ou esbranquiçada e ausência de dor (aqui incluem-se todas as queimaduras elétricas). Como socorrer: não usar água; assistência médica é essencial; levar imediatamente ao médico.

13 Queimaduras Grau Causa Profundidade Cor Sensação de dor 1 2 Luz solar ou chamuscação pouco intensa Chamuscação ou liquídos ferventes Epiderme Vermelhidão Dolorosa Epiderme + derme Vermelhidão + bolhas 3º Chama direta Todas as camadas Escurecida ou esbranquiçada Dolorosa Pouca dor, anestesiada

14 Como socorrer nos casos de queimaduras do 1º e 2º grau: 1. Remova a fonte de calor abafando com pano se houver chama ou jogando água 2. Resfrie imediatamente a área queimada com água fria corrente da torneira, por alguns minutos (este procedimento é fundamental pois a área queimada está aquecida e continua a lesar a pele, podendo aprofunda-se, formando bolhas; quanto mais rapidamente for resfriada, menos grave será a queimadura) 3. Retire, se possível, anéis nas queimaduras das mãos e objetos que possam armazenar calor como colares, brincos, cinto, objetos de metal ou de couro nos bolsos, etc. 4. Proteja a área queimada com gaze, lenço ou pano limpo 5. Leve para um atendimento médico Se a queimadura for do 1º grau (não apresenta bolhas), não acomete área entre os dedos, face ou genital e só atinge alguns poucos centímetros quadrados da pele, pode-se fazer curativo com gaze vaselinada. Caso contrário, procure um médico. Nas de 2º grau, em geral as bolhas não devem ser furadas. As exceções existem mas esta decisão deve ficar por conta do médico.

15 Como socorrer nos casos de queimaduras do 3º grau: 1. Remova a fonte de calor 2. Leve imediatamente para um atendimento médico Nas queimaduras de 3º grau, o resfriamento com água pode aumentar a chance de infecção pela perda da proteção da pele, não devendo ser realizado, exceto para apagar o fogo.

16 Nunca use nas queimaduras de 1º, 2º e 3º grau: Pasta de dente Manteiga ou margarina Óleos de qualquer tipo Pomadas caseiras (sem orientação médica) Quaisquer outros produtos A pasta de dente, pelo resfriamento, oferece uma sensação de alívio. Entretanto, ela deverá a seguir ser removida para posterior aplicação dos medicamentos necessários. A remoção é um procedimento trabalhoso e doloroso. A mesma sensação de alívio ocorre com o resfriamento com água corrente por alguns minutos e sem os inconvenientes da pasta.

17 Engasgamento Se por qualquer motivo o caminho que o ar percorre até os pulmões estiver obstruído, é obvio que haverá interrupção do fluxo respiratório normal. Na maioria dos casos, esta obstrução pode ocorrer pela presença de corpos estranhos nas vias aéreas. Exemplos: Moedas; Brinquedos; Outros objetos.

18 Manobra de Heimlich Como socorrer uma vítima consciente: 1º Uma das mãos permanece fechada sobre a chamada boca do estômago (região epigástrica). 2º A outra mão, comprime a primeira, ao mesmo tempo em que empurra a "boca do estômago" para dentro e para cima, como se quisesse levantar a vítima do chão. Pressionar o abdome da vítima puxandoo para si e para cima cinco vezes.

19 Manobra de Heimlich Se a vítima da obstrução for a própria pessoa a fazer a manobra, deve utilizar-se do espaldar de uma cadeira. Se a vítima for excessivamente obesa ou gestante, realizar as compressões no meio do osso esterno. Manobra de Heimlich em vítimas inconscientes.

20 Manobra de Heimlich em crianças 1º Vire a criança de costas para você, incline a cabeça dela um pouco para baixo e sempre apoiando na sua coxa. 2º Bata entre as escápulas utilizando a parte hipotênar da sua mão. Realize este ato por até 5 vezes para desobstruir as vias aéreas. 3º Caso a criança permaneça engasgada, vire a criança de frente para você e realize até 5 compressões torácicas com os dois dedos (3 e 4º metacarpo).

21 Dados Morte súbita (Parada Cardíaca) mortes/ano; A cada 3 minutos, 1 pessoa sofre uma morte súbita. (parada cardíaca); Essa causa de morte é mais frequente depois dos 40 anos de idade; Mortes decorrentes de paradas cardíacas são maiores do que somados casos fatais de AIDS, acidentes com armas de fogo, acidentes automobilísticos, câncer de mama e câncer de pulmão; Em 5 minutos => 50% dos indivíduos com parada cardíaca morrem A partir daí => 10% morrem a cada minuto; Conclusão: 10 minutos sem os primeiros socorros, TODOS morrerão.

22 Tipos de Paradas Existem 2 (dois) tipos de parada: Parada Respiratória = Onde a vítima não respira, mas tem batimentos cardíacos; Parada Cardiorrespiratória = Onde a vítima não respira e não tem batimentos cardíacos. MANOBRAS Reanimação Cardio Pulmonar (RCP), consiste na combinação de respiração boca a boca com compressões externas sobre o peito. Reanimação Respiratória (RR), consiste em mandar ar para os pulmões

23 Parada Cardiorrespiratória PARADA RESPIRATÓRIA IDADE INSUFLAÇÃO TEMPO OBSERVAÇÃO De 0 à 1 ano 1 2 segundos (30 por minutos) Utilizando o ar das bochechas De 1 ano à 8 anos 1 3 segundos (20 por minutos) Utilizando o ar da boca Acima de 8 anos 1 5 segundos (12 por minutos) Utilizando o ar dos pulmões PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA IDADE INSUFLAÇÃO MASSAGEM OBSERVAÇÃO De 0 à 1 ano 2 30 Utilizando dois dedos (indicador e médio) De 1 ano à 8 anos 2 30 Utilizando uma mão Acima de 8 anos 2 30 Utilizando as duas mãos

24 Sequência de suporte básico de vida 1. Avaliação de cena; 2. Determinar nível de consciência; 3. Pedir auxílio se inconsciente; 4. Abrir vias aéreas; 5. Verificar respiração; Se ausente 6. Ventilar duas vezes; 7. Palpar pulso; Se ausente 8. Identificar se a vítima está engasgada, em parada respiratória ou parada cardiorrespiratória; 9. Iniciar manobras.

25 Sequência de suporte básico de vida

26 Agradecimentos Técnico de Segurança do Trabalho Filipe Muniz Rodrigues Nextel: Id: 100* OBRIGADO

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