PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 17/04/2006 A 23/04/2006

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 17/04/2006 A 23/04/2006"

Transcrição

1 PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 17/04/2006 A 23/04/2006 RELATÓRIO ONS - 3/107/06 EMITIDO EM: 28/04/2006

2 PROCESSO: Análise de Perturbações Resumo: Este relatório, elaborado com periodicidade semanal, tem por objetivo relacionar as principais perturbações verificadas no Sistema Interligado Brasileiro, apresentando um sumário daquelas com maior impacto, acompanhamento de providências tomadas e uma tabela geral informando: - Data e hora; - Empresas envolvidas; - Origem e causa; - Interrupção de carga e normalização; - Desempenho de ECE's; 2

3 SUMÁRIO DAS PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO NA SEMANA DE 17/04/2006 A 23/04/ PERTURBAÇÃO DO DIA 17/04/2006 ÀS 04H43MIN EMPRESAS AFETADAS: FURNAS E ELETRONORTE. A perturbação consistiu no desligamento automático da LI 500 kv Gurupi - Miracema C1, devido a um curto-circuito monofásico, envolvendo a fase Azul (fase A FURNAS e C - ELETRONORTE) e a terra, de causa desconhecida, corretamente eliminado em 60 ms, pelas atuações das proteções Principais e Alternadas de distância para defeitos a terra, em segundas zonas, associadas aos esquemas de teleproteção da linha, em ambos os terminais. A falta foi localizada pelas proteções como tendo ocorrido a 77 km do terminal de Miracema. A LI 500 kv Gurupi - Miracema C2 assumiu parte do fluxo do circuito desligado, passando a Interligação Norte/Sudeste a operar com um fluxo de 1200 MW. Às 04h48min a LI 500 kv Gurupi-Miracema C1 foi normalizada. 3

4 Às 04h49min foi normalizada a Compensação Série Fixa da linha no terminal de Miracema e foi realizada tentativa de normalização da Compensação Série Fixa da linha no terminal de Gurupi, sem êxito. Às 10h56min foi normalizada a Compensação Série Fixa da linha no terminal de Gurupi. 2- PERTURBAÇÃO DO DIA 17/04/2006 ÀS 04H57MIN - EMPRESAS AFETADAS: FURNAS, CEMIG E ESCELSA. Desligamento automático da LT 345 kv Ouro Preto 2 Vitória devido a ocorrência de um curto-circuito interno, envolvendo a fase B e a terra, de causa indeterminada, eliminado em 67 ms pelas atuações das proteções Principais e Alternadas de distância para faltas à terra, associadas aos esquemas de teleproteção, em ambos os terminais. A falta foi localizada, com o auxílio de ferramentas computacionais, como estando localizada a cerca de 1% do comprimento da linha, medidos a partir do terminal de Vitória. Às 05h04min a linha foi liberada por FURNAS e CEMIG para energização, sendo normalizada somente às 05h46min devido a necessidade de realização de manobras internas no sistema da ESCELSA. 3- PERTURBAÇÃO DO DIA 17/04/2006 ÀS 13H26MIN - EMPRESAS AFETADAS: CEMIG E CI USIMINAS. A perturbação teve início com um curto-circuito monofásico interno, envolvendo a fase Azul e a terra (fase B CEMIG) da LT 500 kv Bom Despacho 3 Neves 1 C1, provocada por isoladores quebrados por ato de vandalismo, eliminada em 68 ms pelas atuações das proteções Principais e Alternadas de distância para falhas à terra, em primeiras zonas no terminal de Bom Despacho 3 e em zonas de sobrealcance, associadas aos esquemas de teleproteção permissivos no terminal de Neves 1. A falta foi localizada através do software WinUan, utilizando os dados dos dois terminais, como tendo ocorrido nos quatro primeiros quilômetros da LT, a partir da SE Neves 1, o que foi confirmado pela localização de isoladores quebrados nas três fases da estrutura 841, a 3,2 km da SE Neves 1. 4

5 Cerca de um segundo após o desligamento da LT, houve uma tentativa de religamento automático não satisfatória (RANS) do disjuntor 9U4 do terminal Líder da SE Bom Despacho 3, devido a um novo curto-circuito no mesmo ponto da LT, dessa vez, bifásicoterra, envolvendo as fases Vermelha, Azul e a terra (fases A e B CEMIG). As unidades de sobrealcance das proteções Principal e Alternada, associadas às lógicas de Eco das teleproteções, atuaram corretamente eliminando a falta em 134 ms. Durante o RANS, atuaram incorretamente as proteções da LT 500 kv Bom Despacho 3 - Neves 1 C2, no terminal de Bom Despacho 3, em primeiras zonas. Essas atuações incorretas foram devidas às condições da corrente de carga no momento da ocorrência, associada às características de direcionalidade das unidades de distância da proteção P437 de fabricação da AREVA, utilizada na LT, que provocaram sobrealcance das mesmas. Após o desligamento da LT 500 kv Bom Despacho 3 - Neves 1 C1 devido à primeira falta, houve um significativo aumento no carregamento do C2. O valor de corrente verificado neste circuito associado à queda de tensão devido ao segundo curto-circuito fez com que a impedância vista pelos relés 12U21/21 NP e NS da SE Bom Despacho 3 caísse dentro da característica da 1ª zona da função de distância, no quarto quadrante. Ressalta-se que a característica direcional das funções de distância dessa proteção é fixa e definida para a região compreendida entre -45 e Como não é possível alterar o ângulo que determina a direcionalidade, será feito um reajuste da unidade de partida por subimpedância, restringindo os valores de partida para ângulos de carga inferiores a 15. Houve interrupção de 125 MW de cargas para o CI USIMINAS e redução de cerca de 275 MW de cargas por subtensão. Às 13h29min foi normalizada a LT 500 kv Bom Despacho 3 Neves 1 C2. Às 19h37min foi normalizada a LT 500 kv Bom Despacho 3 Neves 1 C2, após a troca dos isoladores danificados. 5

6 4- PERTURBAÇÃO DO DIA 18/04/2006 ÀS 06H14MIN - EMPRESA AFETADA: ELETROSUL. A perturbação consistiu no desligamento automático do Barramento BR A de 525 kv da SE Nova Santa Rita e da LT 525 kv Gravataí Nova Santa Rita, devido a explosão do Transformador de Corrente da fase C do vão do disjuntor DJ 1102, associado à esta LT, que provocou um curto-circuito interno à Barra, envolvendo a fase C e a terra. No mesmo instante, houve o desligamento automático da LT 230 kv Cidade Industrial Gravataí 2 C 3, em ambos os terminais, devido a falha envolvendo a fase B e a terra, provocada pelo rompimento do cabo de cobertura da linha de transmissão. Houve atuação da proteção diferencial da barra BR A e das proteções Principal e Alternada da LT 525 kv Gravataí Nova Santa Rita. 6

7 Na LT 230 kv Cidade Industrial Gravataí 2 C 3 houve atuação da proteção Primária de distância no terminal de Gravataí 2 e da proteção direcional de sobrecorrente residual no terminal de Cidade Industrial. Às 06h18min foi normalizada a LT 230 kv Cidade Industrial Gravataí 2 C 3. Às 06h20min ocorreu o desligamento da LT 525 kv Itá Nova Santa Rita, no terminal de Itá, por recepção de transferência de disparo, devido a abertura manual do disjuntor da linha em Nova Santa Rita. Às 06h47min foi normalizado o Barramento de 525 kv da SE Nova Santa Rita e as LTs 525 kv Gravataí Nova Santa Rita e Itá Nova Santa Rita. 5- PERTURBAÇÃO DO DIA 18/04/2006 ÀS 07H31MIN - EMPRESA AFETADA: CTEEP. A perturbação consistiu no desligamento automático da LT 440 kv Bauru Embu Guaçu C2 pela atuação da proteção de distância do terminal de Embu Guaçu, em tempo de quinta zona, utilizada como função de retaguarda remota para falhas no Barramento de 440 kv da SE Bauru. O citado terminal de LT foi liberado para verificações e ensaios, sendo constatado que em função do carregamento da linha no momento da perturbação, associado ao alcance elevado do relé de distância deste terminal, em função da presença da SE Oeste, conectada em derivação neste circuito (o referido terminal de LT estava absorvendo cerca de 300 MVAr e fornecendo aproximadamente 10 MW), a proteção de distância mediu uma impedância com ângulo muito elevado, de 88 graus, dentro da característica de quinta zona, provocando o desligamento automático deste terminal. Após a identificação da causa, levando em consideração que os ajustes das proteções desta LT já estão otimizados da melhor forma possível em função da dificuldade de coordenação imposta pela SE Oeste conectada em derivação, a quinta zona da proteção de distância foi bloqueada, tendo em vista que para proteção de retaguarda remota para falhas no Barramento de 440 kv da SE Bauru já existem as zonas 2 e 3 das proteções Principal e Alternada de distância do terminal de Embu Guaçu. A LT foi normalizada às 16h13min. 7

8 6- PERTURBAÇÃO DO DIA 18/04/2006 ÀS 09H15MIN - EMPRESAS AFETADAS:.ELETROSUL E CEEE. A perturbação consistiu no desligamento automático da LT 230 kv São Borja 2 Santo Ângelo, apenas no terminal de Santo Ângelo, durante testes. Houve atuação acidental da proteção de discordância de pólos do disjuntor da linha. Às 09h21min foi normalizada a linha de transmissão. 7- PERTURBAÇÃO DO DIA 18/04/2006 ÀS 19H27MIN - EMPRESAS AFETADAS: FURNAS E CELG. A perturbação consistiu no desligamento automático da LI 138 kv Rio Verde (FURNAS) Rio Verde (CELG), por atuação da proteção Secundária de sobrecorrente residual, unidade temporizada, em 847 ms, devido a ocorrência de uma falta monofásica, envolvendo a fase Azul e a terra (fase C FURNAS), dentro do Sistema da CELG. FURNAS está verificando junto a CELG as coordenações das proteções envolvidas. Houve interrupção de 57 MW de cargas da CELG em Rio Verde. Às 19h31min foram normalizadas a LI e as cargas da CELG de Rio Verde. 8- PERTURBAÇÃO DO DIA 18/04/2006 ÀS 20H20MIN. - EMPRESA AFETADA: CHESF. A perturbação consistiu no desligamento automático da LT 230 kv Piripiri - Sobral II 04L1, devido a um curto-circuito monofásico envolvendo a fase B, de causa não identificada, eliminado corretamente pela atuação das proteções de sobrecorrente direcionais residuais instantâneas e lógicas de teleproteção associadas, em ambos os terminais, abrindo os disjuntores em Piripiri em 75 ms e em Sobral II em 108 ms. Às 20h13min a LT foi energizada por Piripiri. Às 20h19min foi normalizada a LT 230 kv Sobral II - Piripiri 04L1. 8

9 9- PERTURBAÇÃO DO DIA 19/04/2006 ÀS 20H23MIN. - EMPRESA AFETADA: FURNAS. A perturbação consistiu no desligamento automático da LT 345 kv Brasília Sul Corumbá devido a ocorrência de uma falta interna, envolvendo a fase Azul e a terra (fase C FURNAS), de causa indeterminada, eliminada em 73 ms pelas atuações das proteções Principais e Alternadas de distância para falhas à terra, em zonas 1, em ambos os terminais. A falha foi localizada a cerca de 66% do comprimento da linha, medidos a partir do terminal de Corumbá. Às 20h33min a linha foi normalizada. 10- PERTURBAÇÃO DO DIA 20/04/2006 ÀS 02H27MIN. - EMPRESA AFETADA: FURNAS. A perturbação consistiu no desligamento automático da LT 345 kv Brasília Sul Corumbá devido a ocorrência de uma falta interna, envolvendo a fase Vermelha e a terra (fase A FURNAS), de causa indeterminada, eliminada em 48 ms pelas atuações das proteções Principal e Alternada de distância para falhas à terra, em zonas 1, no terminal de Corumbá e pelas proteções Principais de distância para falhas à terra, através da lógica de teleproteção, em ambos os terminais. A falha foi localizada a cerca de 17% do comprimento da linha, medidos a partir do terminal de Corumbá. Às 02h33min a linha foi normalizada. 11- PERTURBAÇÃO DO DIA 20/04/2006 ÀS 11H50MIN. - EMPRESA AFETADA: CHESF. A perturbação consistiu no desligamento automático da LT 230 kv Rio Largo II - Penedo 04S9, devido a um curto-circuito monofásico envolvendo a fase C, provocado por descarga atmosférica, eliminado corretamente pela atuação da proteção de distância para 9

10 falhas à terra, em subalcance, em ambos os terminais e lógica de teleproteção associada, abrindo os disjuntores em Penedo em 58 ms e em Rio Largo II em 75 ms. Houve religamento automático com sucesso em ambos os terminais da LT. Como conseqüência do período em que a LT 230 kv Rio Largo II - Penedo 04S9 ficou desligada, ocorreu na SE Penedo a atuação correta do esquema de subtensão existente nessa subestação, que atua desligando o Transformador 04T2-230/69 kv, para possibilitar o religamento automático da LT 230 kv e do Transformador 04T1 230/69 kv, quando de contingências de perda de suprimento pelo desligamento automático da LT 230 kv Penedo - Rio Largo II 04S9. O LDL da linha indicou o defeito como tendo ocorrido a 90 km de distância da SE Rio Largo II. Às 11h56min foi normalizado na SE Penedo o Transformador 230/69 kv 04T PERTURBAÇÃO DO DIA 21/04/2006 ÀS 03H46MIN. - EMPRESA AFETADA: CEEE. A perturbação consistiu no desligamento automático da LT 230 kv Alegrete 2 Maçambará, devido a ocorrência de um curto-circuito bifásico-terra, provocado por temporal, localizado a 32 km da SE Alegrete 2, eliminado pelas atuações das proteções Principais e Alternadas de distância, associadas aos esquemas de teleproteção permissivos por sobrealcance, em ambos os terminais da linha. Houve atuação, com sucesso, do esquema de religamento automático da linha de transmissão. 13- PERTURBAÇÃO DO DIA 21/04/2006 ÀS 05H32MIN - EMPRESA AFETADA:.CEEE. A perturbação consistiu no desligamento automático da LT 230 kv Dona Francisca Itaúba, em ambos os terminais, devido a ocorrência de um curto-circuito bifásico à terra na linha de transmissão, envolvendo as fases A e C, localizado a 5 km da UHE Itaúba, de causa indeterminada, eliminado pelas atuações das proteções Primárias (diferencial de linha) e Alternadas (distância) em ambos os terminais. 10

11 Às 05h35min foi normalizada a linha de transmissão. 14- PERTURBAÇÃO DO DIA 21/04/2006 ÀS 05H39MIN - EMPRESA AFETADA: CEEE. A perturbação consistiu no desligamento automático da LT 230 kv Cidade Industrial Pelotas 3, em ambos os terminais, devido a ocorrência de um curto-circuito monofásico na linha de transmissão, envolvendo a fase B, localizado a 70 km da SE Cidade Industrial, eliminado pelas atuações das proteções Principais e Alternadas de distância em ambos os terminais. Houve atuação, com sucesso, do esquema de religamento automático da linha de transmissão. 15- PERTURBAÇÃO DO DIA 21/04/2006 ÀS 12H37MIN - EMPRESA AFETADA: FURNAS. Desligou o Pólo 2 do Sistema HVDC de FURNAS por atuação da proteção de sub-tensão da linha (critério da derivada de tensão DV/DT), devido a ocorrência de uma falha interna na LT deste Pólo, sendo religada com sucesso na primeira tentativa com tensão normal. A falta foi localizada, com o auxílio de ferramenta computacional, como tendo ocorrido a 171 km de Foz do Iguaçu. Não foi possível identificar a causa da falta. 16- PERTURBAÇÃO DO DIA 22/04/2006 ÀS 11H15MIN - EMPRESA AFETADA: FURNAS. Desligou o Pólo 1 do Sistema HVDC de FURNAS por atuação da proteção de linha (critério da derivada de tensão DV/DT), devido a ocorrência de uma falha interna na LT deste Pólo, sendo religada com sucesso na primeira tentativa com tensão normal. Não foi possível identificar a causa da falta. 11

12 17- PERTURBAÇÃO DO DIA 22/04/2006 ÀS 19H40MIN - EMPRESAS AFETADAS: FURNAS E CELG. A perturbação consistiu no desligamento automático da LI 138 kv Rio Verde (FURNAS) Rio Verde (CELG), por atuação da proteção Secundária de sobrecorrente residual, unidade temporizada, em 812 ms, devido a ocorrência de uma falta monofásica, envolvendo a fase Vermelha e a terra (fase A FURNAS), dentro do Sistema da CELG. FURNAS está verificando junto a CELG as coordenações das proteções envolvidas. Houve interrupção de cargas da CELG em Rio Verde, em montante não informado. Às 19h42min foram normalizadas a LI e as cargas da CELG de Rio Verde. 18- PERTURBAÇÃO DO DIA 23/04/2006 ÀS 12H42MIN - EMPRESA AFETADA: FURNAS. Desligou o Pólo 1 do Sistema HVDC de FURNAS por atuação da proteção de linha (critério da derivada de tensão DV/DT), devido a ocorrência de uma falha interna na LT deste Pólo, sendo religada com sucesso na primeira tentativa com tensão normal. A falta foi localizada a cerca de 246 km do terminal de Foz do Iguaçu. Não foi possível identificar a causa da falta. 19- PERTURBAÇÃO DO DIA 23/04/2006 ÀS 17H50MIN - EMPRESA AFETADA: ELETROSUL. A perturbação consistiu no desligamento automático do Autotransformador TF2 de 525/230/13,8 kv 672 MVA da SE Areia, devido a atuação acidental da proteção de gás (Buchholz), do comutador de tap s. Às 22h07min foi normalizado o Autotransformador. 12

13 20- PERTURBAÇÃO DO DIA 23/04/2006 ÀS 20H30MIN - EMPRESAS AFETADAS: CHESF, ELETRONORTE, CEPISA E CI SCHINCARIOL. A perturbação consistiu no desligamento automático da LT 230 kv Teresina - Coelho Neto - Peritoró (04F1), devido a um curto-circuito monofásico, envolvendo a fase Azul (fase A- - ELETRONORTE e CHESF), provavelmente provocado por descarga atmosférica, eliminado corretamente no terminal de Teresina pela atuação da proteção de distância para falhas a terra, em subalcance, e lógica de teleproteção associada, abrindo o terminal local em 114 ms e no terminal de Peritoró pela atuação da proteção de distância para faltas a terra, em 2ª zona, e de sobrecorrente direcional residual, ambas associadas ao esquema de teleproteção da linha, abrindo o terminal local em 103,0 ms. O defeito foi localizado pelas proteções como tendo ocorrido a 83 km da SE Teresina. Houve rejeição de 15 MW de cargas da CEPISA na SE Coelho Neto e de 1,5 MW de cargas do CI SCHINCARIOL. Às 20h53min foi normalizada a LT 230 kv Teresina - Coelho Neto - Peritoró (04F1). Às 21h26min foi normalizada a carga da SE Coelho Neto. Às 21h35min foi normalizada a carga do CI SCHINCARIOL. 13

14 ONS PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES NOS SISTEMAS INTERLIGADOS S/SE/CO E N/NE SÍNTESE GERENCIAL - SEMANA DE 17/04/2006 A 23/04/2006 DATA E HORA 17/04/ H43MIN 17/04/ H57MIN EMPRESAS ENVOLVIDAS FURNAS ELETRONORTE FURNAS CEMIG ESCELSA ORIGEM E CAUSA A perturbação consistiu no desligamento automático da LI 500 kv Gurupi - Miracema C1, devido a um curto-circuito monofásico, envolvendo a fase Azul (fase A FURNAS e C - ELETRONORTE) e a terra, de causa desconhecida, corretamente eliminado em 60 ms, pelas atuações das proteções Principais e Alternadas de distância para defeitos a terra, em segundas zonas, associadas aos esquemas de teleproteção da linha, em ambos os terminais. A falta foi localizada pelas proteções como tendo ocorrido a 77 km do terminal de Miracema. INTERRUPÇÃO DE CARGA E NORMALIZAÇÃO Às 04h48min a LI 500 kv Gurupi- Miracema C1 foi normalizada. Às 04h49min foi normalizada a Compensação Série Fixa da linha no terminal de Miracema e foi realizada tentativa de normalização da Compensação Série Fixa da linha no terminal de Gurupi, sem êxito. Às 10h56min foi normalizada a Compensação Série Fixa da linha no terminal de Gurupi. DESEMPENHO DOS ECEs Não houve atuação. - OBSERVAÇÕES Desligamento automático da LT 345 kv Ouro Preto 2 A linha foi normalizada às 05h46min. Não houve atuação. - Vitória devido a ocorrência de um curto-circuito interno, envolvendo a fase B e a terra, de causa indeterminada, eliminada em 67 ms pelas atuações das proteções Principais e Alternadas de distância para faltas à terra, associadas aos esquemas de teleproteção. A falta foi localizada, com o auxílio de ferramentas computacionais, como estando localizada a cerca de 1% do comprimento da linha, medidos a partir do terminal de Vitória. 14

15 ONS PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES NOS SISTEMAS INTERLIGADOS S/SE/CO E N/NE SÍNTESE GERENCIAL - SEMANA DE 17/04/2006 A 23/04/2006 DATA E HORA 17/04/ H26MIN 18/04/ H14MIN EMPRESAS ENVOLVIDAS CEMIG USIMINAS ELETROSUL CEEE ORIGEM E CAUSA A perturbação teve início com um curto-circuito monofásico interno, envolvendo a fase Azul e a terra (fase B CEMIG) da LT 500 kv Bom Despacho 3 Neves C1, provocada por isoladores quebrados por ato de vandalismo, eliminada em 68 ms pelas atuações das proteções Principais e Alternadas de distância para falhas à terra, em primeiras zonas no terminal de Bom Despacho 3 e em zonas de sobrealcance, associadas aos esquemas de teleproteção permissivos no terminal de Neves 1. Cerca de um segundo após o desligamento da LT, houve uma tentativa de religamento automático não satisfatória (RANS) do disjuntor 9U4 do terminal Líder da SE Bom Despacho 3, devido a um novo curto-circuito no mesmo ponto da LT, dessa vez, bifásico-terra, envolvendo as fases Vermelha, Azul e a terra (fases A e B CEMIG). As unidades de sobrealcance das proteções Principal e Alternada, associadas às lógicas de Eco das teleproteções, atuaram corretamente eliminando a falta em 134 ms.. A perturbação consistiu no desligamento automático do Barramento BR A de 525 kv da SE Nova Santa Rita e da LT 525 kv Gravataí Nova Santa Rita, devido a explosão do Transformador de Corrente da fase C do vão do disjuntor DJ 1102, associado à esta LT, que provocou um curto-circuito interno à Barra, envolvendo a fase C e a terra. No mesmo instante, houve o desligamento automático da LT 230 kv Cidade Industrial Gravataí 2 C 3, em ambos os terminais, devido a falha envolvendo a fase B e a terra, provocada pelo rompimento do cabo de cobertura da linha de transmissão INTERRUPÇÃO DE CARGA E NORMALIZAÇÃO Houve interrupção de 120 MW de cargas para o CI USIMINAS. Às 13h29min foi normalizada a LT 500 kv Bom Despacho 3 Neves C2. Às 19h37min foi normalizada a LT 500 kv Bom Despacho 3 Neves C2. DESEMPENHO DOS ECEs Não houve atuação. - OBSERVAÇÕES Às 06h18min foi normalizada a LT 230 kv Não houve atuação. - Cidade Industrial Gravataí 2 C 3. Às 06h20min ocorreu o desligamento da LT 525 kv Itá Nova Santa Rita, no terminal de Itá, por recepção de transferência de disparo, devido abertura manual do disjuntor da linha em Nova Santa Rita. Às 06h47min foi normalizado o Barramento de 525kV da SE Nova Santa Rita e as LTs 525kV Gravataí Nova Santa Rita e Itá Nova Santa Rita. 15

16 ONS PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES NOS SISTEMAS INTERLIGADOS S/SE/CO E N/NE SÍNTESE GERENCIAL - SEMANA DE 17/04/2006 A 23/04/2006 DATA E HORA 18/04/ H31MIN 18/04/ H15MIN EMPRESAS ENVOLVIDAS CTEEP ELETROSUL CEEE ORIGEM E CAUSA INTERRUPÇÃO DE CARGA E NORMALIZAÇÃO DESEMPENHO DOS ECEs OBSERVAÇÕES A perturbação consistiu no desligamento automático A LT foi normalizada às 16h13min. Não houve atuação. - da LT 440 kv Bauru Embu Guaçu C2 pela atuação da proteção de distância do terminal de Embu Guaçu, em tempo de quinta zona, utilizada como função de retaguarda remota para falhas no Barramento de 440 kv da SE Bauru. A perturbação consistiu no desligamento automático da LT 230 kv São Borja 2 Santo Ângelo, apenas no terminal de Santo Ângelo, durante testes. Houve atuação acidental da proteção de discordância de pólos do disjuntor da linha. Às 09h21min foi normalizada a linha de transmissão. Não houve atuação. - 18/04/ H37MIN AES URUGUAIANA A perturbação consistiu no desligamento forçado do grupo gerador G3 de 230kV 300 MVA da usina térmica de Uruguaiana, com causa ignorada. O grupo estava gerando 60MW. Houve atuação da proteção de sobretensão de neutro. A AES Uruguaiana informou que efetuou testes na proteção sendo que nada foi encontrado. Às 24h00min foi normalizado o grupo. Às 24h00min foi normalizado o grupo. 18/04/ H27MIN CGTEE A perturbação consistiu no desligamento forçado do Às 14h28min, do dia 19/04/2006, foi Não houve atuação. grupo gerador G-1 de 230 kv 82MVA da usina normalizado o grupo. térmica Presidente Médici, devido à extinção de chama da caldeira. O grupo estava gerando 50 MW. 16

17 ONS PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES NOS SISTEMAS INTERLIGADOS S/SE/CO E N/NE SÍNTESE GERENCIAL - SEMANA DE 17/04/2006 A 23/04/2006 DATA E HORA 18/04/ H27MIN EMPRESAS ENVOLVIDAS FURNAS CELG ORIGEM E CAUSA A perturbação consistiu no desligamento automático da LI 138 kv Rio Verde (FURNAS) Rio Verde (CELG), por atuação da proteção Secundária de sobrecorrente residual, unidade temporizada, em 847 ms, devido a ocorrência de uma falta monofásica, envolvendo a fase C e a terra (fase Azul FURNAS), dentro do Sistema da CELG. FURNAS está verificando junto a CELG as coordenações das proteções envolvidas. INTERRUPÇÃO DE CARGA E NORMALIZAÇÃO Houve interrupção de 57 MW de cargas em Rio Verde. Às 19h31min foram normalizadas a LI e as cargas de Rio Verde DESEMPENHO DOS ECEs Não houve atuação. - OBSERVAÇÕES 18/04/ H02MIN CHESF A perturbação consistiu no desligamento automático Às 20h13min a LT foi energizada por Não houve atuação. - da LT 230 kv Piripiri - Sobral II 04L1, devido a um Piripiri. curto-circuito monofásico envolvendo a fase B, de Às 20h19min foi normalizada a LT 230 kv causa não identificada, eliminado corretamente pela Sobral II - Piripiri 04L1. atuação das proteções de sobrecorrente direcionais residuais instantâneas e lógicas de teleproteção associada, em ambos os terminais, abrindo os disjuntores em Piripiri em 75 ms e em Sobral II em 108 ms. 19/04/ H23MIN FURNAS A perturbação consistiu no desligamento automático da LT 345 kv Brasília Sul Corumbá devido a ocorrência de uma falta interna, envolvendo a fase Azul e a terra (fase C FURNAS), de causa indeterminada, eliminada em 73 ms pelas atuações das proteções Principais e Alternadas de distância para falhas à terra, em zonas 1, em ambos os terminais. A falha foi localizada a cerca de 66% do comprimento da linha, medidos a partir do terminal de Corumbá. Às 20h33min a linha foi normalizada Não houve atuação. - 17

18 ONS PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES NOS SISTEMAS INTERLIGADOS S/SE/CO E N/NE SÍNTESE GERENCIAL - SEMANA DE 17/04/2006 A 23/04/2006 DATA E HORA 20/04/ H27MIN EMPRESAS ENVOLVIDAS FURNAS ORIGEM E CAUSA A perturbação consistiu no desligamento automático da LT 345 kv Brasília Sul Corumbá devido a ocorrência de uma falta interna, envolvendo a fase Vermelha e a terra (fase A FURNAS), de causa indeterminada, eliminada em 48 ms pelas atuações das proteções Principal e Alternada de distância para falhas à terra, em zonas 1, no terminal de Corumbá e pelas proteções Principais de distância para falhas à terra, através da lógica de teleproteção, em ambos os terminais. A falha foi localizada a cerca de 17% do comprimento da linha, medidos a partir do terminal de Corumbá. INTERRUPÇÃO DE CARGA E NORMALIZAÇÃO DESEMPENHO DOS ECEs OBSERVAÇÕES Às 02h33min a linha foi normalizada. Não houve atuação. - 18

19 ONS PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES NOS SISTEMAS INTERLIGADOS S/SE/CO E N/NE SÍNTESE GERENCIAL - SEMANA DE 17/04/2006 A 23/04/2006 DATA E HORA 20/04/ H50MIN EMPRESAS ENVOLVIDAS CHESF ORIGEM E CAUSA A perturbação consistiu no desligamento automático da LT 230 kv Rio Largo II - Penedo 04S9, devido a um curto-circuito monofásico envolvendo a fase C, provocado por descarga atmosférica, eliminado corretamente pela atuação da proteção de distância para falhas à terra, em subalcance, em ambos os terminais e lógica de teleproteção associada, abrindo os disjuntores em Penedo em 58 ms e em Rio Largo II em 75 ms. Houve religamento automático com sucesso em ambos os terminais da LT. Como conseqüência do período em que a LT 230 kv Rio Largo II - Penedo 04S9 ficou desligada, ocorreu na SE Penedo a atuação correta do esquema de subtensão existente nessa subestação, que atua desligando o Transformador 04T2-230/69 kv, para possibilitar o religamento automático da LT 230 kv e do Transformador 04T1 230/69 kv, quando de contingências de perda de suprimento pelo desligamento automático da LT 230 kv Penedo - Rio Largo II 04S9. O LDL da linha indicou o defeito como tendo ocorrido a 90 km de distância da SE Rio Largo II. INTERRUPÇÃO DE CARGA E NORMALIZAÇÃO Às 11h56min foi normalizado na SE Penedo o Transformador 230/69 kv 04T2. DESEMPENHO DOS ECEs Atuação Correta do ECE de subtensão de Penedo.. OBSERVAÇÕES - 21/04/ H46MIN CEEE A perturbação consistiu no desligamento automático Houve atuação, com sucesso, do esquema Não houve atuação. - da LT 230 kv Alegrete 2 Maçambará, devido a de religamento automático da linha de ocorrência de um curto-circuito bifásico-terra, transmissão. provocado por temporal, localizado a 32 km da SE Alegrete 2, eliminado pelas atuações das proteções Principal e Alternada de distância, associadas aos esquemas de teleproteção permissivos por sobrealcance, em ambos os terminais da linha. 19

20 ONS PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES NOS SISTEMAS INTERLIGADOS S/SE/CO E N/NE SÍNTESE GERENCIAL - SEMANA DE 17/04/2006 A 23/04/2006 DATA E HORA 21/04/ H32MIN 21/04/ H39MIN 21/04/ H22MIN EMPRESAS ENVOLVIDAS CEEE CEEE CEEE GERAÇÃO ORIGEM E CAUSA A perturbação consistiu no desligamento automático da LT 230 kv Dona Francisca Itaúba, em ambos os terminais, devido a ocorrência de um curto-circuito bifásico à terra na linha de transmissão, envolvendo as fases A e C, localizado a 5 km da UHE Itaúba, de causa indeterminada, eliminada pelas atuações das proteções Primárias (diferencial de linha) e Alternadas (distância) em ambos os terminais.. A perturbação consistiu no desligamento automático da LT 230 kv Cidade Industrial Pelotas 3, em ambos os terminais, devido a ocorrência de um curtocircuito monofásico na linha de transmissão, envolvendo a fase B, localizado a 70 km da SE Cidade Industrial, eliminado pelas atuações das proteções Principal e Alternada de distância em ambos os terminais. INTERRUPÇÃO DE CARGA E NORMALIZAÇÃO Às 05h35min foi normalizada a linha de transmissão DESEMPENHO OBSERVAÇÕES DOS ECEs Não houve atuação. - Houve atuação, com sucesso, do esquema Não houve atuação. - de religamento automático da linha de transmissão. A perturbação consistiu no desligamento forçado do Às 06h27min foi normalizado o grupo grupo gerador G4 de 230 kv 139 MVA da usina gerador. hidrelétrica Itaúba, devido à falha de condução dos tiristores da excitatriz. O grupo estava gerando 110MW. Houve atuação da proteção de perda de excitação. 20

21 ONS PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES NOS SISTEMAS INTERLIGADOS S/SE/CO E N/NE SÍNTESE GERENCIAL - SEMANA DE 17/04/2006 A 23/04/2006 DATA E HORA 21/04/ H58MIN 21/04/ H37MIN 22/04/ H15MIN EMPRESAS ENVOLVIDAS BAESA FURNAS FURNAS ORIGEM E CAUSA A perturbação consistiu no desligamento forçado do grupo gerador UG1 de 230 kv 245 MVA da usina de Barra Grande. O grupo estava gerando 80MW. Houve atuação da proteção para falhas em 100% do Estator. A BAESA informou que este desarme deve ter sido ocasionado pela sensibilidade da referida proteção com tensão de excitação em 15,2 kv (mínima). Informa também que deve se evitar operar com tensão abaixo de 15,7 kv, até que o fabricante e a equipe de comissionamento se posicionem. A BAESA informou que está providenciando o reajuste da proteção. INTERRUPÇÃO DE CARGA E NORMALIZAÇÃO Às 13h29min foi normalizado o grupo gerador. DESEMPENHO OBSERVAÇÕES DOS ECEs Não houve atuação. - Desligou o Pólo 2 do Sistema HVDC de FURNAS Religamento automático com sucesso. Não houve atuação. - por atuação da proteção de sub-tensão da linha (critério DV/DT), devido a ocorrência de uma falha interna na LT deste Pólo, sendo religada com sucesso na primeira tentativa com tensão normal. A falta foi localizada, com o auxílio de ferramenta computacional, como tendo ocorrido a 171 km de Foz do Iguaçu. Não foi possível identificar a causa da falta. Desligou o Pólo 1 do Sistema HVDC de FURNAS Religamento automático com sucesso. Não houve atuação. - por atuação da proteção de sub-tensão da linha (critério DV/DT), devido a ocorrência de uma falha interna na LT deste Pólo, sendo religada com sucesso na primeira tentativa com tensão normal. Não foi possível identificar a causa da falta. 21

22 ONS PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES NOS SISTEMAS INTERLIGADOS S/SE/CO E N/NE SÍNTESE GERENCIAL - SEMANA DE 17/04/2006 A 23/04/2006 DATA E HORA 22/04/ H40MIN EMPRESAS ENVOLVIDAS FURNAS CELG ORIGEM E CAUSA INTERRUPÇÃO DE CARGA E NORMALIZAÇÃO A perturbação consistiu no desligamento automático Houve interrupção de cargas em Rio Verde, da LI 138 kv Rio Verde (FURNAS) Rio Verde em montante não informado. (CELG), por atuação da proteção Secundária de Às 19h42min foram normalizadas a LI e as sobrecorrente residual, unidade temporizada, em 812 cargas de Rio Verde. ms, devido a ocorrência de uma falta monofásica, envolvendo a fase Vermelha e a terra (fase A FURNAS), dentro do Sistema da CELG. FURNAS está verificando junto a CELG as coordenações das proteções envolvidas. DESEMPENHO DOS ECEs OBSERVAÇÕES 23/04/ H42MIN Desligou o Pólo 1 do Sistema HVDC de FURNAS Religamento automático com sucesso. Não houve atuação. - por atuação da proteção de sub-tensão da linha (critério da derivada DV/DT), devido a ocorrência de uma falha interna na LT deste Pólo, sendo religada com sucesso na primeira tentativa com tensão normal. A falta foi localizada a cerca de 246 km do terminal de Foz do Iguaçu. Não foi possível identificar a causa da falta. 23/04/ H50MIN AREIA A perturbação consistiu no desligamento automático Às 22h07min foi normalizado o Atuação Correta da do Autotransformador TF2 de 525/230/13,8kV Autotransformador. Lógica MVA da SE Areia, devido a atuação acidental da proteção de gás (Buchholz), do comutador de tap s. - 22

23 ONS PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES NOS SISTEMAS INTERLIGADOS S/SE/CO E N/NE SÍNTESE GERENCIAL - SEMANA DE 17/04/2006 A 23/04/2006 DATA E HORA 23/04/ H30MIN EMPRESAS ENVOLVIDAS CHESF ELETRONORTE CEPISA CI SCHINCARIOL ORIGEM E CAUSA A perturbação consistiu no desligamento automático da LT 230 kv Teresina - Coelho Neto - Peritoró (04F1), devido a um curto-circuito monofásico, envolvendo a fase Azul (fase A- - ELETRONORTE e CHESF), provavelmente provocado por descarga atmosférica, eliminado corretamente no terminal de Teresina pela atuação da proteção de distância para falhas a terra, em subalcance, e lógica de teleproteção associada, abrindo o terminal local em 114 ms e no terminal de Peritoró pela atuação da proteção de distância para faltas a terra, em 2ª zona, e de sobrecorrente direcional residual, ambas associadas ao esquema de teleproteção da linha, abrindo o terminal local em 103,0 ms. INTERRUPÇÃO DE CARGA E NORMALIZAÇÃO Houve rejeição de 15 MW de cargas da CEPISA na SE Coelho Neto e de 1,5 MW de cargas do CI SCHINCARIOL. Às 20h53min foi normalizada a LT 230 kv Teresina - Coelho Neto - Peritoró (04F1). Às 21h26min foi normalizada a carga da SE Coelho Neto. Às 21h35min foi normalizada a carga do CI SCHINCARIOL DESEMPENHO DOS ECEs Não houve atuação. - OBSERVAÇÕES O defeito foi localizado pelas proteções como tendo ocorrido a 83 km da SE Teresina. 23

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 01/08/2005 A 07/08/2005

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 01/08/2005 A 07/08/2005 PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 01/08/2005 A 07/08/2005 RELATÓRIO ONS - 3/247/05 EMITIDO EM: 12/08/2005 PROCESSO: Análise de Perturbações

Leia mais

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 13/10/2008 A 19/10/2008

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 13/10/2008 A 19/10/2008 PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 13/10/2008 A 19/10/2008 RELATÓRIO ONS - 3/221/08 EMITIDO EM: 24/10/2008 1 PROCESSO: Análise de Perturbações

Leia mais

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 24/07/2006 A 30/07/2006

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 24/07/2006 A 30/07/2006 PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 24/07/2006 A 30/07/2006 RELATÓRIO ONS - 3/216/06 EMITIDO EM: 04/08/2006 PROCESSO: Análise de Perturbações

Leia mais

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 10/12/2007 A 16/12/2007

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 10/12/2007 A 16/12/2007 PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 10/12/2007 A 16/12/2007 RELATÓRIO ONS - 3/271/07 EMITIDO EM: 26/12/2007 1 PROCESSO: Análise de Perturbações

Leia mais

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 12/11/2007 A 18/11/2007

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 12/11/2007 A 18/11/2007 PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 12/11/2007 A 18/11/2007 RELATÓRIO ONS - 3/255/07 EMITIDO EM: 28/11/2007 1 PROCESSO: Análise de Perturbações

Leia mais

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 04/06/2007 A 10/06/2007

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 04/06/2007 A 10/06/2007 PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 04/06/2007 A 10/06/2007 RELATÓRIO ONS - 3/124/07 EMITIDO EM: 15/06/2007 1 PROCESSO: Análise de Perturbações

Leia mais

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 19/01/2009 A 25/01/2009

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 19/01/2009 A 25/01/2009 PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 19/01/2009 A 25/01/2009 RELATÓRIO ONS - 3/024/09 EMITIDO EM: 30/01/2009 1 PROCESSO: Anàlise de Perturbações

Leia mais

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 29/05/2006 A 04/06/2006

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 29/05/2006 A 04/06/2006 PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 29/05/2006 A 04/06/2006 RELATÓRIO ONS - 3/159/06 EMITIDO EM: 08/06/2006 PROCESSO: Análise de Perturbações

Leia mais

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 26/09/2005 A 02/10/2005

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 26/09/2005 A 02/10/2005 PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 26/09/2005 A 02/10/2005 RELATÓRIO ONS - 3/314/05 EMITIDO EM: 07/10/2005 PROCESSO: Análise de Perturbações

Leia mais

I - OBJETIVOS... 8 II - METODOLOGIA E ABRANGÊNCIA... 8 III - INFORMAÇÕES DA FISCALIZAÇÃO... 8

I - OBJETIVOS... 8 II - METODOLOGIA E ABRANGÊNCIA... 8 III - INFORMAÇÕES DA FISCALIZAÇÃO... 8 SUMÁRIO I - OBJETIVOS... 8 II - METODOLOGIA E ABRANGÊNCIA... 8 III - INFORMAÇÕES DA FISCALIZAÇÃO... 8 IV - INFORMAÇÕES DO AGENTE... 8 1. C.1 - ASPECTOS TÉCNICOS OPERACIONAIS... 9 1.1 BLECAUTE DO DIA 10

Leia mais

DPP/GPE -120 < IZPD C1+C2 < 1900 MW; 900 < IZPD + IZCO < 1900 MW; - Janela de tempo de observação de pré-falta =2,0 SEG.

DPP/GPE -120 < IZPD C1+C2 < 1900 MW; 900 < IZPD + IZCO < 1900 MW; - Janela de tempo de observação de pré-falta =2,0 SEG. 1. ECE 7.14.27 ESQUEMA DESABILITADO 2. ESQUEMA DE CONTROLE DE TENSÃO POR ABERTURA DA 3. EMPRESA RESPONSÁVEL: ELETRONORTE. 4. CATEGORIA DO ESQUEMA: Abertura de linhas de transmissão. 5. FINALIDA DE: Este

Leia mais

SCHWEITZER ENGINEERING LABORATORIES, COMERCIAL LTDA.

SCHWEITZER ENGINEERING LABORATORIES, COMERCIAL LTDA. Nr Denominação 1 Elemento Principal 2 Relé de partida ou fechamento temporizado 3 Relé de verificação ou interbloqueio 4 Contator principal 5 Dispositivo de interrupção 6 Disjuntor de partida 7 Relé de

Leia mais

Controle e Corte Emergencial de Cargas com Recomposição Automática Através do Sistema SCADA BRASIL

Controle e Corte Emergencial de Cargas com Recomposição Automática Através do Sistema SCADA BRASIL Controle e Corte Emergencial de Cargas com Recomposição Automática Através do Sistema SCADA MONTENEGRO, J. C. F. S. (José Carlos de França e Silva Montenegro) BANDEIRANTE BRASIL MARQUES, R. (Rogério Marques)

Leia mais

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 23/07/2007 A 29/07/2007

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 23/07/2007 A 29/07/2007 PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 23/07/2007 A 29/07/2007 RELATÓRIO ONS - 3/164/07 EMITIDO EM: 03/08/2007 1 PROCESSO: Análise de Perturbações

Leia mais

Proteção contra motorização e correntes desbalanceadas, falha de disjuntor e energização inadvertida Por Geraldo Rocha e Paulo Lima*

Proteção contra motorização e correntes desbalanceadas, falha de disjuntor e energização inadvertida Por Geraldo Rocha e Paulo Lima* 30 Capítulo VI Proteção contra motorização e correntes desbalanceadas, falha de disjuntor e energização inadvertida Por Geraldo Rocha e Paulo Lima* Proteção contra motorização e correntes desbalanceadas

Leia mais

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 12/03/2007 A 18/03/2007

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 12/03/2007 A 18/03/2007 PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 12/03/2007 A 18/03/2007 RELATÓRIO ONS - 3/066/07 EMITIDO EM: 23/03/2007 1 PROCESSO: Análise de Perturbações

Leia mais

Submódulo 2.6. Requisitos mínimos para os sistemas de proteção e de telecomunicações

Submódulo 2.6. Requisitos mínimos para os sistemas de proteção e de telecomunicações Submódulo 2.6 Requisitos mínimos para os sistemas de proteção e de telecomunicações Rev. Nº. Motivo da revisão Data de aprovação pelo ONS Data e instrumento de aprovação pela ANEEL 0.0 Este documento foi

Leia mais

Sistema de Proteção Elétrica em Subestações com Alta e Média Tensão Parte I

Sistema de Proteção Elétrica em Subestações com Alta e Média Tensão Parte I Sistema de Proteção Elétrica em Subestações com Alta e Média Tensão Parte I Prof. Eng. José Ferreira Neto ALLPAI Engenharia Out/14 Parte 1 -Conceitos O Sistema Elétrico e as Subestações Efeitos Elétricos

Leia mais

PAPER. Plano de instalação de religadores AES Sul

PAPER. Plano de instalação de religadores AES Sul PAPER 1/5 Título Plano de instalação de religadores AES Sul Registro Nº: (Resumo) SJBV7283 Autores do paper Nome País e-mail Angelica Silva AES Sul Brasil angelica.silva@aes.com Flavio Silva AES Sul Brasil

Leia mais

Alívio de cargas. CENTRO-OESTE ELETRONORTE / CEMAT HABILITADO. Permanente Fixa Relés 01/10/1988 01/06/2000 ONS-DPP-XX/2000

Alívio de cargas. CENTRO-OESTE ELETRONORTE / CEMAT HABILITADO. Permanente Fixa Relés 01/10/1988 01/06/2000 ONS-DPP-XX/2000 Número do SEP Categoria do esquema Alívio de cargas. Empresa responsável Nome Emissão: 29/06/2000 6.14.16 Esquema de alívio de carga por subtensão na SE Várzea Grande ELETRONORTE / CEMAT Status HABILITADO

Leia mais

Tabela de Funções Ansi

Tabela de Funções Ansi Tabela de Funções Ansi A ANSI visando a padronização dos códigos das funções de proteções, criou uma tabela de códigos com das funções de proteção. Na verdade, esta tabela veio da ASA e posteriormente

Leia mais

COELCE DECISÃO TÉCNICA CRITÉRIO PARA INSTALAÇÃO DT - 106 RELIGADOR AUTOMÁTICO TRIFÁSICO DE 15 KV USO EM POSTE

COELCE DECISÃO TÉCNICA CRITÉRIO PARA INSTALAÇÃO DT - 106 RELIGADOR AUTOMÁTICO TRIFÁSICO DE 15 KV USO EM POSTE DECISÃO TÉCNICA CRITÉRIO PARA INSTALAÇÃO DT - 16 RELIGADOR AUTOMÁTICO TRIFÁSICO DE 15 KV USO EM POSTE DOCUMENTO NORMATIVO DA TRANSMISSÃO DESIM -896-1 I JUN/1 Í N D I C E 1 OBJETIVO...1 2 NORMAS E TRABALHOS...1

Leia mais

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-53 São Paulo, Brasil, Setembro de 2002

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-53 São Paulo, Brasil, Setembro de 2002 COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA E CENTROS DE CONTROLE Área de Distribuição e Comercialização Identificação

Leia mais

Finalidade Evitar a operação das proteções de sobretensão, quando da rejeição da linha sobre o terminal de Campos Novos.

Finalidade Evitar a operação das proteções de sobretensão, quando da rejeição da linha sobre o terminal de Campos Novos. Número do SEP 2.15.01 Categoria do esquema Nome Abertura automática de linha de transmissão. Empresa responsável ELETROSUL Status Habilitado Emissão: 30/07/2000 Esquema de Transferência de Disparo da LT

Leia mais

1. ECE 2.46.01 ( Esquema desabilitado ) 2. Esquema de corte de geração da UHE Itá. 3. Empresa responsável: TRACTEBEL

1. ECE 2.46.01 ( Esquema desabilitado ) 2. Esquema de corte de geração da UHE Itá. 3. Empresa responsável: TRACTEBEL 1. ECE 2.46.01 ( Esquema desabilitado ) 2. Esquema de corte de geração da UHE Itá 3. Empresa responsável: 4. Categoria do esquema: Corte de geração 5. Finalidade: A finalidade deste esquema é evitar que

Leia mais

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 26/05/2008 A 01/06/2008

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 26/05/2008 A 01/06/2008 PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 26/05/2008 A 01/06/2008 RELATÓRIO ONS - 3/112/08 EMITIDO EM: 06/06/2008 1 PROCESSO: Análise de Perturbações

Leia mais

TEMA DA AULA PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA

TEMA DA AULA PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA TEMA DA AULA EQUIPAMENTOS ELÉTRICAS DE SUBESTAÇÕES PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA TRANSFORMADORES Um transformador (ou trafo) é um dispositivo destinado a transmitir energia elétrica ou potência

Leia mais

Introdução: O que é uma Subestação? Definição NBR 5460 / 1992

Introdução: O que é uma Subestação? Definição NBR 5460 / 1992 Subestações Introdução: O que é uma Subestação? Definição NBR 5460 / 1992 Parte de um sistema de potência, concentrada em um dado local, compreendendo primordialmente as extremidades de linhas de transmissão

Leia mais

PROTEÇÃO CONTRA SOBRE CORRENTES

PROTEÇÃO CONTRA SOBRE CORRENTES 9 PROTEÇÃO CONTRA SOBRE CORRENTES 9.1 INTRODUÇÃO O aumento da temperatura nos condutores de uma instalação elétrica, devido a circulação de corrente (efeito Joule), projetada para o funcionamento normal,

Leia mais

ANEXO 6F LOTE F LINHA DE TRANSMISSÃO 230 KV BARRA GRANDE LAGES RIO DO SUL CARACTERÍSTICAS E REQUISITOS TÉCNICOS BÁSICOS DAS INSTALAÇÕES DE TRANSMISSÃO

ANEXO 6F LOTE F LINHA DE TRANSMISSÃO 230 KV BARRA GRANDE LAGES RIO DO SUL CARACTERÍSTICAS E REQUISITOS TÉCNICOS BÁSICOS DAS INSTALAÇÕES DE TRANSMISSÃO ANEXO 6F LOTE F LINHA DE TRANSMISSÃO 230 KV BARRA GRANDE LAGES RIO DO SUL CARACTERÍSTICAS E REQUISITOS TÉCNICOS BÁSICOS DAS INSTALAÇÕES DE TRANSMISSÃO VOL. IV - Fl. 395 de 533 ÍNDICE 1 REQUISITOS BÁSICOS

Leia mais

NT 6.005. Nota Técnica. Diretoria de Planejamento e Engenharia Gerência de Engenharia. Felisberto M. Takahashi Elio Vicentini. Preparado.

NT 6.005. Nota Técnica. Diretoria de Planejamento e Engenharia Gerência de Engenharia. Felisberto M. Takahashi Elio Vicentini. Preparado. NT.005 Requisitos Mínimos para Interligação de Gerador de Consumidor Primário com a Rede de Distribuição da Eletropaulo Metropolitana com Paralelismo Momentâneo Nota Técnica Diretoria de Planejamento e

Leia mais

Em 2013 completamos 25 anos de atividade empresarial, período no qual participamos da implantação de importantes projetos na área de energia elétrica

Em 2013 completamos 25 anos de atividade empresarial, período no qual participamos da implantação de importantes projetos na área de energia elétrica BEM-VINDOS A ELTMAN é uma empresa de engenharia atuando nas áreas de estudos elétricos, projetos básicos e executivos e serviços de campo, nos segmentos de energia elétrica e transporte. Nosso foco principal

Leia mais

2. Esquema de Transferência de Disparo da LT AREIA CAMPOS NOVOS 525 kv. 4. Categoria do esquema: Abertura automática de linha de transmissão.

2. Esquema de Transferência de Disparo da LT AREIA CAMPOS NOVOS 525 kv. 4. Categoria do esquema: Abertura automática de linha de transmissão. 1. ECE n : 2.15.01 2. Esquema de Transferência de Disparo da LT AREIA CAMPOS NOVOS 525 kv. 3. Empresa responsável: 4. Categoria do esquema: Abertura automática de linha de transmissão. 5. Finalidade: Evitar

Leia mais

UERJ / MARTE ENGENHARIA LTDA. Av. Rio Branco, 251 14º Andar, CEP 20.040-009 Rio de Janeiro RJ Tel./Fax.: (021) 524-3401, e-mail : dproj@marteng.com.

UERJ / MARTE ENGENHARIA LTDA. Av. Rio Branco, 251 14º Andar, CEP 20.040-009 Rio de Janeiro RJ Tel./Fax.: (021) 524-3401, e-mail : dproj@marteng.com. GPC / 21 17 a 22 de Outubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil GRUPO V PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E CONTROLE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA - (GPC) PROTEÇÃO E CONTROLE DIGITAIS DA SUBESTAÇÃO DE 230 KV DA USINA TERMELÉTRICA

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA TEMA DA AULA PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA TEMA DA AULA PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA TEMA DA AULA EQUIPAMENTOS DA SE PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA COMPONENTES SUBESTAÇÕES OBJETIVOS Apresentar os principais equipamentos

Leia mais

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 26/01/2009 A 01/02/2009

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 26/01/2009 A 01/02/2009 PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 26/01/2009 A 01/02/2009 RELATÓRIO ONS - 3/031/09 EMITIDO EM: 06/02/2009 1 PROCESSO: Análise de Perturbações

Leia mais

Capítulo III. Faltas à terra no rotor e proteções de retaguarda. Proteção de geradores. Faltas à terra no rotor. Tipos de sistemas de excitação

Capítulo III. Faltas à terra no rotor e proteções de retaguarda. Proteção de geradores. Faltas à terra no rotor. Tipos de sistemas de excitação 24 Capítulo III Faltas à terra no rotor e proteções de retaguarda Por Geraldo Rocha e Paulo Lima* Faltas à terra no rotor A função primária do sistema de excitação de um gerador síncrono é regular a tensão

Leia mais

ELIPSE POWER AUTOMATIZA A SUBESTAÇÃO CRUZ ALTA DA CPFL, UTILIZANDO OS PROTOCOLOS IEC 61850 E DNP3

ELIPSE POWER AUTOMATIZA A SUBESTAÇÃO CRUZ ALTA DA CPFL, UTILIZANDO OS PROTOCOLOS IEC 61850 E DNP3 ELIPSE POWER AUTOMATIZA A SUBESTAÇÃO CRUZ ALTA DA CPFL, UTILIZANDO OS PROTOCOLOS IEC 61850 E DNP3 Solução da Elipse Software apresenta rápida integração com os equipamentos da subestação localizada em

Leia mais

DPP/GPE. Janela : 51-52 Hz - Corta a segunda máquina

DPP/GPE. Janela : 51-52 Hz - Corta a segunda máquina DPP/GP BANCO D DADOS D SISTMAS SPCIAIS D PROTÇÃO Relatório ONS R 3/04/004 SISTMA ITAIPÚ - C n o : 3.47.0 - squema de corte de geração em Itaipu 50Hz, quando de bloqueio de 4 ou mais conversores do lo CC,

Leia mais

Diretoria de Operação e Manutenção

Diretoria de Operação e Manutenção Os Benefícios da Inteligência Aplicada em Localização de Falhas Elétricas em Cabos Subterrâneos de 13,8 a 145 kv 11ª Edição do Redes Subterrâneas de Energia Elétrica - 2015 Diretoria de Operação e Manutenção

Leia mais

Equipamentos Elétricos e Eletrônicos de Potência Ltda.

Equipamentos Elétricos e Eletrônicos de Potência Ltda. Equipamentos Elétricos e Eletrônicos de Potência Ltda. Confiança e economia na qualidade da energia. Recomendações para a aplicação de capacitores em sistemas de potência Antes de iniciar a instalação,

Leia mais

NORMA DE DISTRIBUIÇÃO UNIFICADA NDU - 020

NORMA DE DISTRIBUIÇÃO UNIFICADA NDU - 020 NORMA DE DISTRIBUIÇÃO UNIFICADA NDU - 020 EXIGÊNCIAS MÍNIMAS PARA INTERLIGAÇÃO DE GERADOR DE CONSUMIDOR PRIMÁRIO COM A REDE DE DISTRIBUIÇÃO DA ENERGISA COM PARALELISMO MOMENTÂNEO SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO...

Leia mais

Proteção de Subestações de Distribuição Filosofia e Critérios

Proteção de Subestações de Distribuição Filosofia e Critérios Proteção de Subestações de Distribuição Filosofia e Critérios Revisão 03 12/2014 NORMA ND.62 ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.A. Diretoria de Operações Gerência Executiva de Engenharia, Planejamento e

Leia mais

REQUISITOS MÍNIMOS PARA INSTALAÇÃO DE GERADOR POR PARTICULARES

REQUISITOS MÍNIMOS PARA INSTALAÇÃO DE GERADOR POR PARTICULARES REQUISITOS MÍNIMOS PARA INSTALAÇÃO DE GERADOR POR PARTICULARES NTD-22 CONTROLE DE VERSÕES NTD 22- REQUISITOS MÍNIMOS PARA INSTALAÇÃO DE GERADOR POR PARTICULARES Nº.: DATA VERSÃO 01 04/2010 Original INDICE

Leia mais

DIRETORIA TÉCNICA PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DE AT E MT DECISÃO TÉCNICA DT-104/2010 R-03

DIRETORIA TÉCNICA PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DE AT E MT DECISÃO TÉCNICA DT-104/2010 R-03 DIRETORIA TÉCNICA PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DE AT E MT DECISÃO TÉCNICA /2010 R- FOLHA DE CONTROLE I APRESENTAÇÃO A presente Decisão Técnica R substitui a R02 e visa estabelecer instruções técnicas para

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO Título PARALELISMO MOMENTÂNEO DE GERADOR COM O SISTEMA PRIMÁRIO DE DISTRIBUIÇÃO ATÉ 25 kv, COM OPERAÇÃO EM RAMPA

PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO Título PARALELISMO MOMENTÂNEO DE GERADOR COM O SISTEMA PRIMÁRIO DE DISTRIBUIÇÃO ATÉ 25 kv, COM OPERAÇÃO EM RAMPA PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO Título PARALELISMO MOMENTÂNEO DE GERADOR COM O SISTEMA PRIMÁRIO DE DISTRIBUIÇÃO ATÉ 25 kv, COM OPERAÇÃO EM RAMPA Código NTD-00.024 Data da emissão 05.11.2009 Data da última

Leia mais

Melhoria na confiabilidade da aplicação dos reles digitais através do monitor MDP

Melhoria na confiabilidade da aplicação dos reles digitais através do monitor MDP Melhoria na confiabilidade da aplicação dos reles digitais através do monitor MDP Eng. Fernando Azevedo COPEL Distribuição Eng. Henrique Florido Filho - Pextron 1 A Copel Companhia Paranaense de Energia,

Leia mais

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015 DETERMINAÇÃO DA CORRENTE DE CURTO - CIRCUITO FASE TERRA NO MEIO INDUSTRIAL Felipe Miquelino¹; Edilberto Teixeira² 1 Universidade de Uberaba, Uberaba-MG 2 Universidade de Uberaba, Uberaba-MG fmiquelinof@gmail.com;

Leia mais

ESCLARECIMENTO Nº 03

ESCLARECIMENTO Nº 03 PE.GCM.A.00130.2013 1/30 ESCLARECIMENTO Nº 03 FURNAS Centrais Elétricas S.A. comunica resposta ao pedido de esclarecimento sobre o Edital, efetuado por empresa interessada: 1. GERAL Entendemos que os Relés

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO BAY MÓVEL SEM INTERRUPÇÃO DA SUBESTAÇÃO DE MOCÓCA

UTILIZAÇÃO DO BAY MÓVEL SEM INTERRUPÇÃO DA SUBESTAÇÃO DE MOCÓCA UTILIZAÇÃO DO BAY MÓVEL SEM INTERRUPÇÃO DA SUBESTAÇÃO DE MOCÓCA Carlos Francisco dos Santos e Souza Coordenador csouza@cteep.com.br Edson Luiz Giuntini Técnico Sênior de Subestações egiuntini@cteep.com.br

Leia mais

REQUISITOS DE COMISSIONAMENTO. O Programa de Atuações deverá conter no mínimo as seguintes verificações, onde aplicável:

REQUISITOS DE COMISSIONAMENTO. O Programa de Atuações deverá conter no mínimo as seguintes verificações, onde aplicável: REQUISITOS DE COMISSIONAMENTO Deverá ser elaborado um Programa de Atuações para o comissionamento das subestações que será aprovado pela Cemig. O Programa de Atuações deverá conter no mínimo as seguintes

Leia mais

RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO RF-ETIM-01/2010-SFE

RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO RF-ETIM-01/2010-SFE RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO RF-ETIM-01/2010-SFE I OBJETIVOS Verificar o desempenho da concessionária Expansion Transmissão Itumbiara Marimbondo S/A ETIM em face do blecaute do dia 10 de novembro de 2009,

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE SUBESTAÇÕES E EQUIPAMENTOS DE ALTA TENSÃO - GSE

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE SUBESTAÇÕES E EQUIPAMENTOS DE ALTA TENSÃO - GSE XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 GSE.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO - VIII GRUPO DE ESTUDO DE SUBESTAÇÕES E EQUIPAMENTOS DE ALTA TENSÃO

Leia mais

INTERLIGAÇÃO DAS BARRAS DE GARABI 1 E GARABI 2, TESTES REAIS E CONSEQUÊNCIAS PARA OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DO SISTEMA

INTERLIGAÇÃO DAS BARRAS DE GARABI 1 E GARABI 2, TESTES REAIS E CONSEQUÊNCIAS PARA OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DO SISTEMA INTERLIGAÇÃO DAS BARRAS DE GARABI 1 E GARABI 2, TESTES REAIS E CONSEQUÊNCIAS PARA OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DO SISTEMA Equipe de Proteção e Controle - Garabi DIEGO ROBERTO MORAIS, DR. ENG. CONHECENDO O GRUPO

Leia mais

CEEE Companhia Estadual de Energia Elétrica. Programa de Investimentos

CEEE Companhia Estadual de Energia Elétrica. Programa de Investimentos CEEE Companhia Estadual de Energia Elétrica Programa de Investimentos Geração de Energia Elétrica no RGS * 79 usinas em operação * Potência instalada de 6 GW * Representando 6,52 % da capacidade total

Leia mais

3.3 Operação em Rampa Transferência de carga de modo gradativo entre a Distribuidora e um gerador de consumidor ou vice-versa.

3.3 Operação em Rampa Transferência de carga de modo gradativo entre a Distribuidora e um gerador de consumidor ou vice-versa. O SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO, COM OPERAÇÃO Processo: PROJETO E CONSTRUÇÃO Subprocesso: INSTALAÇÃO ELÉTRICA DE CONSUMIDOR PCI.00.05 1/9 Primeira 1. OBJETIVO Estabelecer os critérios e requisitos necessários

Leia mais

PRIMERAS JORNADAS REGIONALES DE CALIDAD DE ENERGÍA 2006 8 y 9 de Setiembre de 2006 - Uruguai

PRIMERAS JORNADAS REGIONALES DE CALIDAD DE ENERGÍA 2006 8 y 9 de Setiembre de 2006 - Uruguai PRIMERAS JORNADAS REGIONALES DE CALIDAD DE ENERGÍA 2006 8 y 9 de Setiembre de 2006 - Uruguai CONEXÃO DE GERADORES COM O SISTEMA ELÉTRICO DE DISTRIBUIÇÃO Senne, E. F.; CPFL Energia; flausino@cpfl.com.br;

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO Título PARALELISMO MOMENTÂNEO DE GERADOR COM O SISTEMA PRIMÁRIO DE DISTRIBUIÇÃO ATÉ 69 kv, COM OPERAÇÃO EM RAMPA

PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO Título PARALELISMO MOMENTÂNEO DE GERADOR COM O SISTEMA PRIMÁRIO DE DISTRIBUIÇÃO ATÉ 69 kv, COM OPERAÇÃO EM RAMPA PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO Título PARALELISMO MOMENTÂNEO DE GERADOR COM O SISTEMA PRIMÁRIO DE DISTRIBUIÇÃO ATÉ 69 kv, COM OPERAÇÃO EM RAMPA Código NTD-00.024 Data da emissão 05.11.2009 Data da última

Leia mais

NORMA DE DISTRIBUIÇÃO UNIFICADA NDU 019

NORMA DE DISTRIBUIÇÃO UNIFICADA NDU 019 NORMA DE DISTRIBUIÇÃO UNIFICADA NDU 019 EXIGÊNCIAS MÍNIMAS PARA INTERLIGAÇÃO DE GERADOR DE CONSUMIDOR PRIMÁRIO COM A REDE DE DISTRIBUIÇÃO DA ENERGISA COM PARALELISMO PERMANENTE SUMÁRIO 1.INTRODUÇÃO...

Leia mais

Análise de Atuações de Proteção Diferencial em Geradores Síncronos. Santos-SP, 2 de Outubro de 2014 Engº Alan de Sousa e Silva

Análise de Atuações de Proteção Diferencial em Geradores Síncronos. Santos-SP, 2 de Outubro de 2014 Engº Alan de Sousa e Silva Análise de Atuações de Proteção Diferencial em Geradores Síncronos Santos-SP, 2 de Outubro de 2014 Engº RESUMO Abordagem de conceitos teóricos e básicos em relação à proteção diferencial e suas aplicações

Leia mais

NT 6.010. Nota Técnica. Diretoria de Planejamento e Engenharia Gerência de Engenharia. Elio Vicentini Ermínio Belvedere João Martins.

NT 6.010. Nota Técnica. Diretoria de Planejamento e Engenharia Gerência de Engenharia. Elio Vicentini Ermínio Belvedere João Martins. NT 6.010 Requisitos Mínimos Para Interligação de Gerador de Consumidor Secundário com a Rede de Distribuição da Eletropaulo Metropolitana com Paralelismo Momentâneo Nota Técnica Diretoria de Planejamento

Leia mais

Realizar Novas Ligações. Executar Ligação AT. HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES Edição Data Alterações em relação à edição anterior

Realizar Novas Ligações. Executar Ligação AT. HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES Edição Data Alterações em relação à edição anterior Paralelismo Momentâneo de Gerador com o Sistema de Distribuição com Processo Atividade Realizar Novas Ligações Executar Ligação AT Código Edição Data SM04.08-00.005 2ª Folha 1 DE 10 11/11/2010 HISTÓRICO

Leia mais

Reduzindo os Religamentos Automáticos em Redes de Distribuição. Eng. Elves Fernandes da Silva

Reduzindo os Religamentos Automáticos em Redes de Distribuição. Eng. Elves Fernandes da Silva 21 a 25 de Agosto de 2006 Belo Horizonte - MG Reduzindo os Religamentos Automáticos em Redes de Distribuição Eng. Dilson Andrade de Sousa Eng. Elves Fernandes da Silva Eng. Ricardo Cordeiro de Oliveira

Leia mais

Capítulo V A IEEE 1584 e os métodos para cálculo de energia incidente e distância segura de aproximação

Capítulo V A IEEE 1584 e os métodos para cálculo de energia incidente e distância segura de aproximação 34 Capítulo V A IEEE 1584 e os métodos para cálculo de energia incidente e distância segura de aproximação Por Alan Rômulo e Eduardo Senger* No artigo anterior foram abordados os métodos previstos na NFPA

Leia mais

* R. Real Grandeza, 281 Rio de Janeiro RJ CEP: 22283-900 Fone: (21) 5282188 / fax: (21) 5285576 / e-mail: alfarias@furnas.com.br

* R. Real Grandeza, 281 Rio de Janeiro RJ CEP: 22283-900 Fone: (21) 5282188 / fax: (21) 5285576 / e-mail: alfarias@furnas.com.br GAT/029 21 a 26 de Outubro de 2001 Campinas - São Paulo - Brasil GRUPO IV GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA (GAT) ESQUEMA DE CONTROLE DE EMERGÊNCIAS NA CONFIGURAÇÃO FINAL DO

Leia mais

Fluxo de Potência em sistemas de distribuição

Fluxo de Potência em sistemas de distribuição Fluxo de Potência em sistemas de distribuição Os sistemas de distribuição são radiais, caracterizados por ter um único caminho entre cada consumidor e o alimentador de distribuição. A potência flui da

Leia mais

Proteção de cabos. o valor da relação Uo/U, que representa o quanto o cabo suporta de sobretensão fase-terra (Uo) e entre fases (U).

Proteção de cabos. o valor da relação Uo/U, que representa o quanto o cabo suporta de sobretensão fase-terra (Uo) e entre fases (U). 32 Apoio Proteção e seletividade Capítulo XII Proteção de cabos Por Cláudio Mardegan* Falando em proteção de cabos, este capítulo abordará de proteção deve ficar, no máximo, igual ao valor de alguns critérios

Leia mais

Sistema de localização de falta Ilha Grande - RJ

Sistema de localização de falta Ilha Grande - RJ XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil Sistema de localização de falta Ilha Grande - RJ Leandro Ribeiro Geraldo Ricardo

Leia mais

Os fusíveis NH e Diazed são dotados de características de limitação de corrente. Assim, para

Os fusíveis NH e Diazed são dotados de características de limitação de corrente. Assim, para 5 Proteção e Coordenação Dimensionamento da Proteção 36 Fusível NH Zonasde Atuação 224 A Fusível NH Zonasde Atuação 355 A 5 Proteção e Coordenação Dimensionamento da Proteção 37 5 Proteção e Coordenação

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA PROTEÇÃO DE SISTEMA AÉREO DE DISTRIBUIÇÃO 2B CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO

DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA PROTEÇÃO DE SISTEMA AÉREO DE DISTRIBUIÇÃO 2B CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO 1 DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA PROTEÇÃO DE SISTEMA AÉREO DE DISTRIBUIÇÃO 2B CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO Durante um curto-circuito, surge uma corrente de elevada intensidade

Leia mais

SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SIN NO DIA 10/11/2009 ÀS 22h13min

SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SIN NO DIA 10/11/2009 ÀS 22h13min PERTURBAÇÃO NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SIN NO DIA 10/11/2009 ÀS 22h13min Audiência Pública Brasília, 16 de dezembro de 2009 Sumário Condições Operativas no Instante da Perturbação Descrição da Perturbação

Leia mais

SCHWEITZER ENGINEERING LABORATORIES, COMERCIAL LTDA.

SCHWEITZER ENGINEERING LABORATORIES, COMERCIAL LTDA. COMO CRIAR UM ELEMENTO DE DETECÇÃO DE ARCO VOLTAICO RÁPIDO E SELETIVO, UTILIZANDO ELEMENTOS DE SOBRECORRENTE E INTENSIDADE LUMINOSA Eduardo Zanirato / Geraldo Rocha Resumo - O guia apresenta a lógica para

Leia mais

ESTUDO DE PROTEÇÃO METODOLOGIA DE CÁLCULO. SUBESTAÇÕES DE 15kV

ESTUDO DE PROTEÇÃO METODOLOGIA DE CÁLCULO. SUBESTAÇÕES DE 15kV ESTUDO DE PROTEÇÃO METODOLOGA DE CÁLCULO SUBESTAÇÕES DE 5kV Elaborado por Carlos Alberto Oliveira Júnior Maio 26 ÍNDCE. Obtenção dos dados...2.. Documentos necessários...2.2. Dados necessários...2 2. Cálculo

Leia mais

ID 3.020 Critérios de Aplicação de Sistemas de Proteção de Redes de Distribuição Aérea em Tensão Primária

ID 3.020 Critérios de Aplicação de Sistemas de Proteção de Redes de Distribuição Aérea em Tensão Primária ID 3.020 Critérios de Aplicação de Sistemas de Proteção de Redes de Distribuição Aérea em Tensão Primária Elaborado por: Eng. Dener Pioli Gerencia de Engenharia de Automação e Proteção Aprovado por: Sergio

Leia mais

NR-10 MEDIDAS DE CONTROLE DO RISCO ELÉTRICO

NR-10 MEDIDAS DE CONTROLE DO RISCO ELÉTRICO NR-10 MEDIDAS DE CONTROLE DO RISCO ELÉTRICO Prof. Pedro Armando da Silva Jr. Engenheiro Eletricista, Dr. pedroarmando@ifsc.edu.br DESENERGIZAÇÃO A desenergização é um conjunto de ações coordenadas, sequenciadas

Leia mais

Capítulo IX. Exemplos de automação em sistemas de supervisão e controle de subestações e redes de distribuição. Automação de subestações

Capítulo IX. Exemplos de automação em sistemas de supervisão e controle de subestações e redes de distribuição. Automação de subestações 54 Capítulo IX Exemplos de automação em sistemas de supervisão e controle de subestações e redes de distribuição A operação do sistema elétrico de potência é extremante dependente das informações de estados,

Leia mais

Aplicação de Unidades de Sobrecorrente de Seqüência Negativa em Redes de Distribuição A Experiência da COSERN

Aplicação de Unidades de Sobrecorrente de Seqüência Negativa em Redes de Distribuição A Experiência da COSERN 21 a 25 de Agosto de 2006 Belo Horizonte - MG Aplicação de Unidades de Sobrecorrente de Seqüência Negativa em Redes de Distribuição A Experiência da COSERN Eng. Elves Fernandes da Silva COSERN elves.silva@cosern.com.br

Leia mais

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-18 São Paulo, Brasil, Setembro de 2002.

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-18 São Paulo, Brasil, Setembro de 2002. COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA E CENTROS DE CONTROLE Área de Distribuição e Comercialização Identificação

Leia mais

ISEL. Subestação de Alto Mira. Relatório de Visita de Estudo. 27 Maio 2005. Secção de Sistemas de Energia

ISEL. Subestação de Alto Mira. Relatório de Visita de Estudo. 27 Maio 2005. Secção de Sistemas de Energia ISEL INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E AUTOMAÇÃO Relatório de Visita de Estudo 27 Maio 2005 Secção de Sistemas de Energia Junho 2005 Índice 1. Enquadramento

Leia mais

Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações

Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações Workshop Etapa BRASÍLIA CEB CEB 01 UPS 150 kva IGBT/IGBT BASEADO NAS INFORMAÇÕES DO DIAGRAMA UNIFILAR APRESENTADO, DEFINIR: 1 - Corrente nominal

Leia mais

Capítulo IV. Desenvolvimento de metodologias para a operação de sistemas subterrâneos de distribuição com primários ligados em anel fechado

Capítulo IV. Desenvolvimento de metodologias para a operação de sistemas subterrâneos de distribuição com primários ligados em anel fechado 44 Capítulo IV Desenvolvimento de metodologias para a operação de sistemas subterrâneos de distribuição com primários ligados em anel fechado Por Ermínio César Belverdere, Antônio Paulo da Cunha, Plácido

Leia mais

ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 002/2011

ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 002/2011 ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 002/2011 NOME DA INSTITUIÇÃO: ABRATE Associação Brasileira das Grandes Empresas de Transmissão de Energia Elétrica AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA

Leia mais

GRUPO V GRUPO DE ESTUDO DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E CONTROLE EM SISTEMAS DE POTÊNCIA - GPC

GRUPO V GRUPO DE ESTUDO DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E CONTROLE EM SISTEMAS DE POTÊNCIA - GPC SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GPC - 26 16 a 21 Outubro de 2005 Curitiba - Paraná GRUPO V GRUPO DE ESTUDO DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E CONTROLE EM SISTEMAS DE POTÊNCIA

Leia mais

O Sistema Elétrico 1.1 INTRODUÇÃO 1.2 PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

O Sistema Elétrico 1.1 INTRODUÇÃO 1.2 PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA 1 O Sistema Elétrico 1.1 INTRODUÇÃO A indústria de energia elétrica tem as seguintes atividades clássicas: produção, transmissão, distribuição e comercialização, sendo que esta última engloba a medição

Leia mais

X I V E R I A C PROJETO BÁSICO DO SISTEMA DE TRANSMISSÃO ASSOCIADO ÀS USINAS DO RIO MADEIRA E A APLICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE REDE DO ONS

X I V E R I A C PROJETO BÁSICO DO SISTEMA DE TRANSMISSÃO ASSOCIADO ÀS USINAS DO RIO MADEIRA E A APLICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE REDE DO ONS X I V E R I A C PROJETO BÁSICO DO SISTEMA DE TRANSMISSÃO ASSOCIADO ÀS USINAS DO RIO MADEIRA E A APLICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE REDE DO ONS Dalton de O. C. do Brasil* ONS Rio de Janeiro /RJ - Brasil Mauro

Leia mais

VIII CIERTEC. Fortaleza - Brasil Agosto de 2013

VIII CIERTEC. Fortaleza - Brasil Agosto de 2013 ILHAMENTO VOLUNTÁRIO DE PCH PARA MELHORAR OS INDICADORES DE QUALIDADE DEC E FEC DO SISTEMA ELÉTRICO DE SUA REGIÃO DE INFLUÊNCIA Tema: Geração Distribuída Autores: PRISCILA MARIA BARRA FERREIRA CARLOS EDUARDO

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA E CONDIÇÕES GERAIS

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA E CONDIÇÕES GERAIS SUMÁRIO CONTEÚDO PG. 1. OBJIVO 02 2. ÂMBITO 02 3. CONCEITOS 02 4. NORMAS E LEGISLAÇÃO APLICÁVEIS 03 5. INSTRUÇÕES GERAIS 03 6. PROCEDIMENTOS 05 7. ALTERAÇÕES 14 8. ANEXOS 15 Elaboração: Anderson Muniz

Leia mais

TELEPROTEÇÃO SISTEMA ELÉTRICO TÓPICOS. Adequar o sistema de proteção entre as subestações

TELEPROTEÇÃO SISTEMA ELÉTRICO TÓPICOS. Adequar o sistema de proteção entre as subestações Objetivo TELEPROTEÇÃO VIA RÁDIOR Adequar o sistema de proteção entre as subestações Cachoerinha 1(CEEE), REFAP e ESTEIO (AES SUL), de tal forma para evitar possíveis danos nas unidades geradoras existentes

Leia mais

ANEXO 7J LOTE J LINHAS DE TRANSMISSÃO 230 KV PORTO PRIMAVERA DOURADOS E PORTO PRIMAVERA IMBIRUSSU

ANEXO 7J LOTE J LINHAS DE TRANSMISSÃO 230 KV PORTO PRIMAVERA DOURADOS E PORTO PRIMAVERA IMBIRUSSU ANEXO 7J LOTE J LINHAS DE TRANSMISSÃO 230 KV PORTO PRIMAVERA DOURADOS E PORTO PRIMAVERA IMBIRUSSU CARACTERÍSTICAS E REQUISITOS TÉCNICOS BÁSICOS DAS INSTALAÇÕES DE TRANSMISSÃO VISTO Fl. 637 de 781 ÍNDICE

Leia mais

REDE DE OPERAÇÃO DO ONS DEMAIS INSTALAÇÕES DA TRANSMISSÃO - DIT CTEEP

REDE DE OPERAÇÃO DO ONS DEMAIS INSTALAÇÕES DA TRANSMISSÃO - DIT CTEEP BANCO DE DADOS DOS SISTEMAS ESPECIAIS DE PROTEÇÃO - SEP REDE DE OPERAÇÃO DO ONS DEMAIS INSTALAÇÕES DA TRANSMISSÃO - DIT CTEEP Revisão: 20 Vigência: 25/01/2011 DIVISÃO DE ANÁLISE DA OPERAÇÃO ESTUDOS DE

Leia mais

NOTA TÉCNICA 6.008. Página 1 de 24. Diretoria de Planejamento e Engenharia. Gerência de Planejamento do Sistema. Gerência da Distribuição

NOTA TÉCNICA 6.008. Página 1 de 24. Diretoria de Planejamento e Engenharia. Gerência de Planejamento do Sistema. Gerência da Distribuição Página 1 de 4 NOTA TÉCNICA 6.008 REQUISITOS MÍNIMOS PARA INTERLIGAÇÃO DE GERADOR PARTICULAR COM A REDE DE DISTRIBUIÇÃO DA AES ELETROPAULO UTILIZANDO SISTEMA DE TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA COM INTERRUPÇÃO

Leia mais

DIRETORIA DE OPERAÇÃO - DO

DIRETORIA DE OPERAÇÃO - DO ANEXO VI ESPECIFICAÇÃO DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS INTELIGENTES A6. Dispositivos Eletrônicos Inteligentes IED s (Relés Microprocessados) A6.1 Introdução Esta especificação técnica tem como objetivo estabelecer

Leia mais

Instalações Elétricas Industriais

Instalações Elétricas Industriais Instalações Elétricas Industriais ENG 1480 Professor: Rodrigo Mendonça de Carvalho Instalações Elétricas Industriais CAPÍTULO 01 INTRODUÇÃO Flexibilidade: admitir mudanças nas localizações dos equipamentos,

Leia mais

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP O CONTROLE DE TENSÃO

Leia mais

Para que o sistema de proteção atinja a finalidade a que se propõe ele deve obedecer aos seguintes requisitos básicos:

Para que o sistema de proteção atinja a finalidade a que se propõe ele deve obedecer aos seguintes requisitos básicos: 5 Proteção e Coordenação de Instalações Industriais Para que o sistema de proteção atinja a finalidade a que se propõe ele deve obedecer aos seguintes requisitos básicos: 1 Seletividade É a capacidade

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE ELETROMECÂNICA APOSTILA DE COMANDOS ELÉTRICOS (COMPILADO - 1)

CURSO TÉCNICO DE ELETROMECÂNICA APOSTILA DE COMANDOS ELÉTRICOS (COMPILADO - 1) Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia CURSO TÉCNICO DE ELETROMECÂNICA APOSTILA DE COMANDOS ELÉTRICOS (COMPILADO - 1) PROF. WESLEY DE ALMEIDA SOUTO wesley@cefetba.br 03/ 2004 1. INTRODUÇÃO A representação

Leia mais

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 01/10/2007 A 07/10/2007

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 01/10/2007 A 07/10/2007 PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 01/10/2007 A 07/10/2007 RELATÓRIO ONS - 3/227/07 EMITIDO EM: 17/10/2007 1 PROCESSO: Análise de Perturbações

Leia mais

DESAFIOS DA EXPANSÃO DA TRANSMISSÃO DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL COM O AUMENTO DAS FONTES RENOVÁVEIS INTERMITENTES. Abril/2014

DESAFIOS DA EXPANSÃO DA TRANSMISSÃO DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL COM O AUMENTO DAS FONTES RENOVÁVEIS INTERMITENTES. Abril/2014 DESAFIOS DA EXPANSÃO DA TRANSMISSÃO DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL COM O AUMENTO DAS FONTES RENOVÁVEIS INTERMITENTES Abril/2014 Dificuldades no Processo de Implantação dos Empreendimentos de Transmissão

Leia mais

Submódulo 3.6. Requisitos técnicos mínimos para a conexão à rede básica

Submódulo 3.6. Requisitos técnicos mínimos para a conexão à rede básica Submódulo 3.6 Requisitos técnicos mínimos para a conexão à rede básica Rev. Nº. 0.0 0.1 0.2 0.3 Motivo da revisão Este documento foi motivado pela criação do Operador Nacional do Sistema Elétrico. Adequação

Leia mais

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO X SOBRETENSÕES E COORDENAÇÃO DE ISOLAMENTO (GSC)

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO X SOBRETENSÕES E COORDENAÇÃO DE ISOLAMENTO (GSC) SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GSC 04 14 a 17 Outubro de 2007 Rio de Janeiro - RJ GRUPO X SOBRETENSÕES E COORDENAÇÃO DE ISOLAMENTO (GSC) EXPERIÊNCIA DA CEMIG NA

Leia mais