PROGRAMA DE EXTENSÃO EDUCACIONAL NÚCLEO DE ARTE, DA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO: LUXO OU NECESSIDADE?

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1 PROGRAMA DE EXTENSÃO EDUCACIONAL NÚCLEO DE ARTE, DA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO: LUXO OU NECESSIDADE? Renata Wilner EBA/UFRJ O título desta comunicação é uma paródia do livro de Louis Porcher, Educação Artística: luxo ou necessidade?, cuja publicação original francesa data de O livro procura oferecer argumentos sociológicos, políticos e pedagógicos para justificar a introdução da Educação Artística no currículo escolar obrigatório, que ocorria na época, inclusive no Brasil. Hoje, a área da Arte já se encontra plenamente incorporada como disciplina escolar, ainda que resíduos de desvalorização e marginalização se façam ambiguamente presentes. O avanço é possível se nos perguntarmos a respeito de como está sendo oferecido o ensino de arte. Qual sua conceituação, metodologia, estrutura, estratégias de ensino e relação com o contexto social em que se insere. Minha pesquisa focaliza particularmente a experiência do Programa de Extensão Educacional Núcleo de Arte, na Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro, no qual trabalhei entre 2002 e A manutenção de dez unidades especializadas em ensino de arte, com turmas de quantitativo reduzido de alunos, recursos aprimorados (como instrumentos musicais, sala de dança com espelhos na parede, espaço cênico, ateliê com materiais diversificados, equipamento de produção de vídeo), seria um luxo desnecessário, já que na grade curricular obrigatória é oferecida a disciplina Arte? Apresentação do Programa de Extensão Educacional Núcleo de Arte O Programa de Extensão Educacional da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro compreende três modalidades, mantendo em funcionamento, atualmente, 10 Núcleos de Arte (um ainda em fase de implantação, em 2008), 19 Pólos de Educação pelo Trabalho (experiências que dialogam com o mundo do trabalho) e 13 Clubes Escolares (práticas desportivas), distribuídos entre as dez Coordenadorias Regionais de Educação. 1 As Unidades de Extensão são pluriescolares, atendendo a alunos de várias escolas, que se inscrevem opcionalmente nas oficinas de seu interesse, oferecidas em horários alternativos ao que estão matriculados na grade curricular obrigatória. As Unidades de Extensão Educacional atendem prioritariamente, mas não exclusivamente, a alunos matriculados na Rede Municipal de Ensino. Os Núcleos de Arte oferecem oficinas de Artes Visuais, Teatro, Dança, Música, Arte Literária e Vídeo. É muito comum alunos freqüentarem mais de uma oficina, e os professores planejarem conjuntamente trabalhos que integrem diferentes linguagens. Mas o espaço, tempo, recursos e especificidades metodológicas de cada linguagem são resguardados. Como existe a disciplina Arte na grade curricular obrigatória, estou propondo a discussão do papel do ensino de arte em caráter de extensão, seu locus e jogo de relações com o ensino nas Unidades Escolares. Trajetória e transformações estrutural-metodológicas A origem do Programa Núcleo de Arte data de 1992, ainda na gestão do Prefeito Marcello Alencar, quando Carlos Silveira elaborou o projeto Núcleo de Arte. Na estrutura de então, na Secretaria Municipal de Educação, Carlos Silveira integrava o Departamento Cultural, subordinado a um Departamento Geral de Ação Comunitária, que criou vários projetos culturais 1 A distribuição regional não é homogênea, há CREs (Coordenadorias Regionais de Educação) que não possuem unidades em alguma das modalidades de extensão, enquanto outras possuem mais de uma unidade na mesma modalidade. O quantitativo de unidades de extensão ainda não atingiu o número previsto na Lei Municipal nº 2619 de 16/01/1998 quatorze Núcleos de Arte, quatorze Clubes Escolares e vinte e quatro Pólos de Educação pelo Trabalho.

2 na Rede Municipal de Ensino, alguns ainda em vigor - como a Mostra de Dança, o Festival da Canção das Escolas Municipais (FECEM), o Poesia na Escola, entre outros. Esses projetos culminam em grandes eventos e em publicações. Diante da receptividade desses projetos culturais por alunos e professores, a equipe do Departamento Cultural resolveu criar um pólo com oficinas de linguagens artísticas, e encontrou disponibilidade na Escola Municipal Didia Machado Fortes, na Barra da Tijuca. Ali foi implantado um projeto piloto do Núcleo de Arte em 1993, que funcionou até Nesse período, houve transição para a gestão do Prefeito Cesar Maia e da Secretária Regina de Assis. Diante da inviabilidade da expansão do ensino integral, a idéia foi tomando corpo e deu origem aos programas de extensão educacional. Em 1994, foram implementados mais dois Núcleos de Arte, um em um pavilhão desocupado no Centro Psiquiátrico Pedro II, no Engenho de Dentro (atual Núcleo de Arte Nise da Silveira), e outro na E.M. Souza da Silveira, em Piedade (ambos ainda se encontram em funcionamento). As dificuldades iniciais de aceitação advinham da direção das escolas, da desconfiança das comunidades e em parte da própria Secretaria Municipal de Educação (SME). A conquista das comunidades atendidas se deu rapidamente através da repercussão do trabalho e satisfação dos alunos, com o recrutamento paulatinamente crescente e trabalho de divulgação dos professores. Já as direções de escolas são mais resistentes ao que consideram um corpo estranho em suas dependências, à circulação de alunos e responsáveis oriundos de outras unidades escolares, ou ao próprio tipo de atividade - envolvendo ações corporais, vocais e ambientais que contrariam a ordem disciplinar estabelecida na cultura escolar, de silêncio, limpeza, controle do corpo (a posição sentada e estática como dominante). Alguns Núcleos de Arte, por conta dessa incompreensão, tiveram duração efêmera. Foram os casos da experiência piloto na E.M. Didia Machado Fortes (1993 a 1995), e do Núcleo de Arte instalado na E.M. Gonçalves Dias, em São Cristóvão ( ). Como espaço exclusivamente dedicado ao ensino de arte, o Núcleo de Arte confere uma marca institucional diferente da escola, onde a arte é uma das várias disciplinas (e geralmente desvalorizada e relegada ao segundo plano) que compõem uma formação geral dos alunos. O caráter de formação não é dispensado no Núcleo de Arte, já que se trata de instituição educacional, mas é uma formação específica, direcionada para o aprimoramento de competências em linguagens artísticas. Na fase inicial, Carlos Silveira definiu o trabalho como de ateliê livre, priorizando o aspecto artístico e relegando o pedagógico, que ficaria a cargo da escola obrigatória. Há uma ênfase na expressão e no ensino de técnicas artísticas, ainda desvinculada da contextualização histórica, estética, cultural, principalmente nas faixas etárias menores. O critério inicial de seleção de professores era sua atividade e formação artística paralela, independente da licenciatura e da disciplina para a qual foram concursados e atuavam na grade, o que posteriormente esbarrou em impedimentos legais. A esse respeito, podemos considerar que embora, por um lado, a licenciatura na linguagem artística não seja uma garantia de qualidade profissional (mas seja o critério mais objetivo de comprovação de preparação para o desempenho da função), por outro lado, o fato de possuir uma trajetória artística por si não é garantia de domínio do processo pedagógico de arte. Pode, inclusive, limitar o programa de ensino e o direcionamento das propostas aos interesses do professor (se for um pintor, por exemplo, enfatizará experiências nesse meio de expressão, e assim por diante). No período em que José Henrique de Freitas Azevedo e Jurema Holperin, subseqüentemente, coordenaram o Programa Núcleo de Arte, a partir de 1995, iniciou-se uma ênfase no pedagógico. A estrutura interna da Secretaria Municipal de Educação mudou, surgiu o Projeto Linguagens Artísticas (PLA), que concentrava todos os projetos e ações relativas à arte e cultura na Rede Municipal, promovendo diversas ações como capacitações para os professores, discussões metodológicas sobre o ensino de arte, organização de seminários e palestras, manutenção dos projetos culturais para os alunos. O PLA continha uma equipe especialmente dedicada à coordenação geral do Programa Núcleo de Arte, com responsáveis por cada linguagem artística. A discussão desse grupo, principalmente entre 1999 e 2002, período sob coordenação geral de Jurema Holperin, constituiu um processo que, articulado com os demais professores

3 dos Núcleos de Arte, desenhou a estrutura pedagógica do programa. Em linhas gerais, esta consiste na divisão dos níveis de ensino no Módulo Básico, Módulo de Continuidade e Prática de Montagem, e na estratégia de elaboração de um fio condutor definido anualmente, de forma a dar uma coerência e estruturação geral das ações do programa (como palestras e capacitações sobre o tema; por exemplo, em 2006, o fio condutor abordou arte da África). A orientação do projeto definido em cada Núcleo de Arte também é favorecida pelo mote do fio condutor. Para cada linguagem, foram elaborados também conceitos-chave e diretrizes metodológicas. Esses ajustes foram necessários, e a implementação dessa estruturação pedagógica se deu através de intenso diálogo entre os professores lotados no Nível Central e os coordenadores e professores atuando nos Núcleos de Arte, com constantes reuniões, relatórios, avaliações, discussões, sugestões. Essa maior estruturação foi estrategicamente necessária, porque em 1995 houve mudanças administrativas na SME e o Programa Núcleo de Arte necessitou afirmar sua eficácia e seriedade, a fim de garantir sua permanência. 2 A balança começou então a pender para o pólo pedagógico, o que gerou conflito com um modelo anteriormente mais informal, aberto e de prioridade à arte como finalidade. O crescente grau de formalização começou a preocupar alguns professores, pois temiam que os Núcleos de Arte reproduzissem estruturas questionáveis do sistema escolar, como as avaliações classificatórias. Havia uma preocupação também com a perda da especificidade artística, embora a instituição seja exclusivamente voltada para essa área. A tônica da discussão entre os professores recai sobre o grau de liberdade necessário ao desenvolvimento das atividades artísticas e a identificação do Núcleo de Arte de forma diferenciada do currículo escolar obrigatório. Posteriormente, com a reestruturação da Diretoria de Educação Fundamental (DEF) do Departamento Geral de Educação, em 2002, o PLA foi extinto e suas ações desmembradas em equipes dissociadas. O programa Núcleo de Arte passou a ser supervisionado por uma equipe interna (coordenada por Marco Miranda), que é responsável também pelos outros programas de extensão educacional, o Pólo de Educação pelo Trabalho e o Clube Escolar, perdendo o foco exclusivo sobre a questão do ensino de arte no Nível Central da SME. Isto revela, no tratamento administrativo, a preponderância do aspecto pedagógico (o critério qualificativo da extensão escolar) sobre o aspecto da especificidade das atividades artísticas. Tal alteração implicou em algumas perdas de ações que eram promovidas pelo extinto PLA, diminuindo a freqüência de capacitações, palestras, seminários, encontros e eventos destinados aos professores de arte da Rede Municipal e de Núcleos de Arte, em particular. O gerenciamento dos recursos, a partir de 1995, ficou sob responsabilidade de cada Coordenadoria Regional de Educação, o que torna os investimentos dependentes da percepção de cada gestor. A discussão a respeito do grau de formalidade do ensino no Programa Núcleo de Arte revela uma tensão entre arte e educação, que se reflete na concepção das suas diretrizes metodológicas ao longo de fases distintas. Duas leituras se entrecruzam nesse processo de redefinição institucional. A primeira delas diz respeito às concepções de ensino de arte: na proposta inicial, de ateliê livre, do ensino modernista de arte e livre expressão; e na etapa seguinte, do ensino pós-moderno de arte, levando em conta os aspectos cognitivos, além dos expressivos, e contextuais na criação e leitura dos múltiplos códigos de arte, com um direcionamento pedagógico mais coeso. A segunda via de entendimento do processo diz respeito à própria inserção no sistema escolar, que se dá de forma ambígua: ao mesmo tempo em que mantém laços com o aparato institucional da Rede Municipal, como as diretrizes curriculares gerais para a área de arte, a finalidade prioritariamente educacional, os Núcleos de Arte procuram manter uma autonomia e marcar sua diferenciação da escola regular obrigatória. A indefinição inicial diz respeito também à abertura para a experimentação do novo e da ruptura com um modelo estabelecido expresso pela escola obrigatória, com normatização rígida. O Núcleo de Arte sempre procurou uma estrutura alternativa, mesmo porque necessita conquistar a adesão voluntária dos alunos. A constatação de necessidades a partir da própria experiência foi direcionando a estruturação peculiar que propiciou sistematizar uma 2 A oficialização dos Programas de Extensão Educacional só ocorreu posteriormente, através da Lei Municipal nº 2619, publicada em 16 de janeiro de 1998.

4 metodologia de trabalho e garantir a continuidade do mesmo. Mas há uma preocupação recorrente em não intensificar a formalização do ensino nos Núcleos de Arte, de modo a manter uma diferenciação do caráter institucional da escola. Consideramos que é possível superar essa dissociação de interesses artísticos e pedagógicos, a partir de uma adequação conceitual e metodológica, com a ação pedagógica fundamentada no lúdico, no prazer, no estímulo ao potencial criativo, no pensamento divergente, na pesquisa da linguagem artística. Relevância e identidade institucional Embora seja necessário resguardar uma nítida distinção da escola regular obrigatória, há que se considerar que o Núcleo de Arte faz parte de uma mesma rede pública de ensino, o que gera vínculos e compromissos. Desde o projeto inicial, estava previsto que os Núcleos de Arte se transformassem em referência para o ensino de arte na Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro. Essa referência se daria através de acervo bibliográfico, audiovisual e sonoro específico, configurando bibliotecas regionais de arte, bem como de constituir fóruns de discussão sobre ensino de arte, estabelecendo vínculos entre os professores dos Núcleos de Arte e os demais professores da Rede Municipal. Além disso, o Núcleo de Arte tem condições de oferecer um trabalho de qualidade diferenciada, comparativamente ao trabalho da grade curricular, devido a condições mais favoráveis, como a redução do quantitativo de alunos por turma, ampliação da carga horária semanal, a disponibilidade maior de recursos e materiais específicos, um projeto pedagógico institucional voltado exclusivamente para a arte e o caráter optativo, que aumenta o grau de interesse envolvido no desenvolvimento das atividades. Na escola regular obrigatória geralmente não é possível o oferecimento de todas as linguagens artísticas, por impossibilidade administrativa de lotação de profissionais, enquanto nos Núcleos de Arte são oferecidas as diferentes linguagens e elaborados projetos integrando-as. Alunos e professores se enriquecem com essa possibilidade das diferentes linguagens em contato em um mesmo espaço e projeto pedagógico. É também compreensível, embora polêmico, que a Secretaria Municipal possa incrementar a qualidade de dez unidades, o que se complica em relação ao atendimento de 1062 escolas e alunos (dados de 2008). Desse total, os Núcleos de Arte atendem a 5386 alunos (média de 2008). Além disso, a organização estrutural das escolas regulares impõe uma série de limitações às condições para o ensino de arte, que vão do espaço e materiais adequados, ao tempo de aula de apenas 50 minutos, o qual dificulta as etapas preparatórias e o desenvolvimento de processos de criação artística. Essas limitações da escola são vencidas, em unidades especialmente estruturadas para o ensino de arte. A possibilidade do aprofundamento do trabalho no Núcleo de Arte reforça a importância da continuidade do funcionamento do programa. Entretanto, não se trata de uma substituição, e sim de uma complementação para a formação do aluno. O Núcleo de Arte não elimina a necessidade do trabalho de base e amplitude do ensino de arte na grade curricular obrigatória, direito garantido pela legislação e fruto do reconhecimento da arte como um saber constituinte da formação humana. As condições favoráveis nos Núcleos de Arte podem levar a um esforço de melhoria das condições do ensino de arte na rede como um todo, por parte dos gestores. Isto seria inerente ao papel de referência, que articularia transformações na Rede a partir das experiências bem-sucedidas e a visibilidade das condições que as geraram. Além disso, falta incrementar um maior intercâmbio entre Núcleo de Arte e escolas da Rede Municipal, através de ações como projetos em parceria, apresentação de experiências, debates e oficinas para professores (principalmente os generalistas das faixas etárias menores, Coordenadores Pedagógicos e Diretores), oficinas com convidados externos à Rede (artistas, agentes culturais, críticos e teóricos de arte). Algumas dessas ações já ocorrem, mas o Núcleo de Arte ainda não atingiu plenamente seu papel de referência na Rede Municipal (em parte, por resistência das escolas e professores que não atuam em Núcleos de Arte, mas também pela

5 timidez em assumir tal papel, encerrando-as dentro do próprio Programa). Torna-se premente retomar o entusiasmo dos anos iniciais (apagado em parte pela crescente formalização e burocratização assinaladas), que levou a ações como, por exemplo, a montagem de uma exposição com produção dos Núcleos de Arte no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, em Por outro lado, há que reconhecer que os Núcleos de Arte lidam com problemas próprios, como a flutuação dos alunos, devido ao caráter optativo, comprometendo a qualidade do trabalho que requer continuidade, dedicação e freqüência regular. Outro problema diz respeito às dificuldades de circulação de crianças e jovens na cidade, principalmente devido ao quadro de violência. Os jovens de camadas populares têm sua movimentação restrita a territórios codificados pela dominação das quadrilhas do narcotráfico, e sofrem estigma principalmente através de abordagens policiais. Tais características dos conflitos sociais no Rio de Janeiro afetam o alcance da pluriescolaridade das unidades de extensão educacional, que ficam restritas basicamente ao atendimento dos alunos da escola que as sediam e de poucas unidades mais próximas. Diante do caráter optativo, faz-se necessária uma grande seriedade e eficiência no trabalho, para que o aluno estabeleça um vínculo de compromisso. Experiências pedagógicas pautadas nas liberdades de escolha dos alunos têm sido bem sucedidas, como é o caso da Escola da Ponte, em Portugal, e de Summerhill, na Inglaterra. A aprendizagem da liberdade é um desafio para a escola contemporânea. Ela pode introduzir a dialética da necessidade do não obrigatório. E pode contribuir, também para uma práxis educacional que contemple a diversidade, ao oferecer opções de escolha aos alunos. Nesse ponto é que se insere a justificativa da manutenção dessas unidades de extensão pela Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, e o desejo e prazer do aluno como motores do interesse e da aprendizagem, que podem ser pensados em um âmbito que as transcendem. Nesse sentido, as qualidades inerentes à atividade artística são fundamentais à condução de um processo pedagógico renovador e libertário. Em suma, o Núcleo de Arte adquire um locus de ação institucional específica, na medida em que se distingue tanto da escola regular obrigatória, como também de outros projetos extracurriculares de ensino de arte. Os projetos promovidos por ONGs são geralmente circunscritos a atuações localizadas e pontuais, e vários deles dão margem a uma série de equívocos, por não estarem submetidos diretamente ao controle estatal (que vão desde profissionais desqualificados aos problemas de financiamento e continuidade, além de falta de embasamento conceitual, formulações paternalistas e concepções instrumentalizantes da arte). Já os inúmeros cursos privados de arte oferecidos na cidade são inacessíveis aos jovens e crianças de camadas economicamente desfavorecidas, e não possuem o mesmo direcionamento pedagógico dos Núcleos de Arte, restringindo-se geralmente ao aprimoramento técnico e aquisição de habilidades como investimento em uma possibilidade profissional futura, sem estímulos a reflexões críticas. Tal panorama institucional reforça o papel político específico do Programa de Extensão Educacional Núcleo de Arte, como instituição capaz de atender a uma demanda de ensino extracurricular de arte sem perder os vínculos com princípios curriculares, com objetivos educacionais amplos, com diretrizes metodológicas definidas, com integração entre as linguagens, e pela garantia de contar com profissionais formados, concursados, selecionados e supervisionados. Nesse sentido, o papel dos Núcleos de Arte vai muito além do preenchimento de tempo ocioso com atividades lúdicas. Inclusão e diversidade Estas são duas palavras em voga. Porém, quais os sentidos delas, no âmbito institucional concreto aqui analisado? Um senso comum de arte e criatividade gira em torno do mito do talento. Isso influencia não apenas a crença de alunos e familiares, como a conduta equivocada de muitos professores de arte. Alguns professores insistem em uma finalidade do Núcleo de Arte de captação de alunos talentosos. Porém, como instituição pública de ensino não profissionalizante, o Núcleo de Arte é obrigado a incluir todos os alunos interessados, o único

6 critério consistindo na ordem de inscrição até o preenchimento das vagas. Com seu caráter opcional, o interesse do aluno é o motivo de atendimento, e não qualquer suposto talento, conceito mistificador e que carrega valores tão duvidosos em si, quanto levanta um questionamento sobre os parâmetros culturais que o definem. Enquanto espaço inclusivo, o Núcleo de Arte admite diversidades entre o alunado, quanto ao grau de aprendizagem, à faixa etária, de características sociais e culturais, abrangendo também a inserção social e educacional dos portadores de necessidades especiais, físicas ou mentais. O que acarreta, em metodologia de ensino de arte, a necessidade de lidar com diversidade estética, abrindo mão de uma centralidade nos valores, concepções e preferências do próprio professor (que é constituída tanto por seus hábitos de classe social como por sua formação, geralmente pautada em uma história da arte eurocêntrica). O papel do professor é de mediador e, se a prática pedagógica requer a seleção de conteúdos, propostas e procedimentos, que esta seja a mais plural e participativa possível. Nesse sentido, uma perspectiva multicultural, que vem sendo adotada de forma ainda bastante intuitiva e assistemática, contribui para problematizar os referenciais de arte que são trabalhados no Programa Núcleo de Arte. Ao propor fios condutores sobre Arte Popular, Arte da África e Arte das Américas, por exemplo, a SME força um descentramento dos códigos eurocêntricos e elitistas de arte, embora uma folclorização, exotismo e essencialismo sejam um reverso do etnocentrismo. Por isso a necessidade de uma abordagem multicultural crítica e de uma preparação teórica, nesse sentido. Esta seria direcionada de modo a propiciar um diálogo intercultural na experimentação artística, que leve em conta uma multiplicidade de códigos estéticos e culturais, entre os quais os dos alunos (compreendidos na sua heterogeneidade), dos professores, e de outros grupos e indivíduos em vários contextos histórico-culturais. Tal estratégia é capaz de produzir um alargamento da percepção estética, que por sua vez potencializa os processos de criação. Também opera uma desierarquização nos códigos de arte, promovendo a inclusão efetiva, através do fortalecimento da identidade do aluno (como processo dinâmico e aberto) e de uma compreensão não discriminatória da diversidade cultural. Por suas características de instituição de ensino público de arte extracurricular, integrante de uma rede oficial, os Núcleos de Arte exercem uma importante contribuição no sentido de uma melhor distribuição do capital cultural. Entretanto, sem a perspectiva multicultural de arte e de educação, tal objetivo se evanesce no reforço de um modelo hegemônico de arte e cultura. Este aspecto precisa ser mais explicitado enquanto direcionamento propositivo, para que não fique vulnerável a métodos apenas intuitivos dos professores.

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