Mapeamento das categorias de narratividade no cinema de animação: Uma releitura da ética aristotélica segundo Edgar Morin

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Mapeamento das categorias de narratividade no cinema de animação: Uma releitura da ética aristotélica segundo Edgar Morin"

Transcrição

1 303 V Mostra de Pesquisa da Pós- Graduação PUCRS Mapeamento das categorias de narratividade no cinema de animação: Uma releitura da ética aristotélica segundo Edgar Morin Nome: Carolina Lanner Fossatti, Orientador: Antônio Hohlfeldt Programa de Pós Graduação em Comunicação Social, Faculdade de Comunicação Social, PUCRS, Resumo A técnica de animação vem sendo presenteada anualmente com novas possibilidades que, encantam seu público já fiel, e conquista novos adoradores. Seu conteúdo então, participa do imaginário daqueles que são espectadores dessas obras. Este trabalho se propõe estudar a narratividade das histórias destinadas ao cinema de animação. Para tanto, apoiandose nas categorias de narratividade propostas por Propp (1984) o estudo lançam olhar a estas produções a fim de delinear o espaço no qual se desenvolvem. Na seqüência, observando as dinâmicas dos enredos de cada produção, volta-se um olhar aos valores éticos de Aristóteles, a partir de uma releitura de Edgar Morin. Para tanto, a fim de dar sustentabilidade à proposta da pesquisa, conta-se com as contribuições da técnica da análise de discurso apresentada por Pêcheux. Introdução Os contos de fadas, há muito, integram o universo infantil. Considerando a rápida evolução das tecnologias de comunicação, evidenciadas notadamente a partir do século XX, novas formas de veiculação destes contos foram sendo viabilizadas, destacando-se o viés cinematográfico. Branca de Neve e os sete anões, produzido por Disney, em 1937, primeiro longa-metragem de animação, representou um marco nas transposições fílmicas. Após este, outros desenhos de animação, como Fantasia (1940), Bambi (1942), Cinderela (1950), A Bela Adormecida (1959) e Robin Hood (1973), foram lançados, integrando uma significativa lista de produções dos Estúdios Disney. Paralelamente, outros estúdios foram emergindo e contribuindo de forma Crescente com o mercado de animação, entre eles o 20th Century Fox e o DreamWorks Animation SKG, fomentando a indústria do entretenimento.

2 304 Em vista desta perspectiva, os contos clássicos foram ganhando outra visualidade, a partir de criações e releituras de narrativas previamente divulgadas, podendo ser enriquecidos nos aspectos lúdico, onírico e fantasioso. Apresentando características que dão universalidade ao encantamento, como o desprezo pela lógica, o ocultamento de interesses, de crenças e de desejos sob imagens brilhantes, salientadas por Bettelheim (2002), observa-se que tais narrativas apresentam uma gama de personagens cujas características estendem-se do puro ao híbrido, do perfeito ao falho, do submisso ao transgressor. Colasanti (2004) afirma que a essência dos contos de fadas encontra-se nas duas disposições naturais e opostas do ser humano, identificadas por ela como o amor pelo real e a atração pelo fantástico. Acrescenta que os elementos constituintes dos contos de fadas, aparentemente gratuitos, instituem um diálogo com o inconsciente. Concebe-se que as narrativas das produções cinematográficas de animação, envolvidas pela ficção, por elementos ilógicos e atemporais, dão transparência a diferentes categorias de valores. Remetendo-se a Aristóteles, filósofo que deu à ética o caráter de ciência, o estudo propõe-se a uma releitura, a partir das reflexões de Edgar Morin, dos valores elencados em Ética a Nicômacos e representados no cinema de animação. Partindo de uma releitura dos valores aristotélicos, tal estudo intenta revelar, como o caráter ético encontra representação nas produções cinematográficas de animação, propondo-se um mapeamento das categorias de narratividade que comparecem nos longa-metragens analisados e são assim transmitidos a suas platéias. Metodologia Objetivando desenvolver um mapeamento das categorias de narratividade para cinema de animação, considerando a análise dos valores éticos contidos nas produções cinematográficas do gênero, dos Estados Unidos e do Brasil. A primeira, proposta por Propp (1984), apresenta uma técnica para a análise da narratividade nas histórias a serem examinadas; a segunda técnica metodológica será a análise de discurso proposta por Michel Pêcheux intenta encontrar ligações entre as condições de produção e a estrutura da mesma através da qual, far-se-á uma releitura dos valores aristotélicos, considerando a ótica de Morin. Acredita que um discurso é determinado pelas suas condições de produção e por um sistema lingüístico. Sendo ambos conhecidos é possível desvendar a estrutura organizadora ou processo de produção, através da análise da superfície semântica e sintática (MANHÃES, 2005).

3 305 Finalmente, com a transposição desta análise para o quadro narrativo, propor-se-á o mapeamento das categorias de narratividade sob o enfoque ético, para o cinema de animação. Através de uma perspectiva perpassada pela linearidade de cada produção, intenta-se uma compreensão da estrutura narrativa, inter-relacionando-a à análise dos valores éticos. Propp (1984) desenvolveu, a partir da análise dos contos, uma base comum à narratividade destes materiais. Garantindo a análise da narratividade das produções cinematográficas de animação, transpor-se-á a tais obras, a morfologia dos contos, identificada por Propp. Apoiado na análise cinematográfica será mapeado um elenco de categorias éticas para o cinema de animação, que será alcançado através de um processo de identificação, descrição e análise das técnicas narrativas empregadas por tais produtos da indústria cultural, visando compreender como eles concretizam sua eficiência junto a diferentes platéias. Resultados A era do gelo é a primeira narrativa analisada. Esta animação centraliza sua narrativa em três personagens cujas propriedades são antropomorfizadas: um mamute, um bicho preguiça e um tigre dente-de-sabre. Através de temáticas socialmente vigentes, seu enredo fantástico e fictício oferece a seu público conteúdos que remetem à verossimilhança externa. Envolta por motivos mais realísticos, tal produção desenvolve tópicos que se aproximam das vivências e angústias contemporâneas que, por meio de uma motivação estética, ganham visibilidade. A trama vai sendo desenvolvida através das subseqüentes ações de seus personagens, que convidam o espectador a vivenciar o suspense, o drama e o desfecho final. Com suas particularidades, os personagens de A era do gelo inserem-se nas sete esferas de ação de Propp (1984), permitindo que se efetive uma narrativa coerente, atenta simultaneamente ao caráter temporal e de causalidade, destacados por Tomachevski (1971). Considerando os pressupostos de Propp (1984), a narrativa de um conto de magia ou maravilhoso tem no dano ou na carência seus desencadeadores, finalizando com o casamento ou outro desenlace. Situando a ação no tempo, a linearidade da história é composta por marcos temporais que caracterizam a seqüência das ações. A trama da narrativa remete ao período glacial. O discurso de A era do gelo indica preocupação com o transcorrer do tempo, pois a Passagem Glacial, para onde se dirige o grupo de humanos, estava na eminência de fechar-se. As questões postas no tempo narrado, mesmo distante da atualidade

4 306 cronológica, suscitam questionamentos e reflexões, ao serem transpostas ao tempo presente do espectador. Temáticas como o grupo, a amizade, o respeito, a lealdade, a diversidade, a compreensão e outras, de ordem moral, são postas à percepção do espectador. Na estrutura narrativa, o espaço, com suas peculiaridades, singulariza-se, diferindo do espaço concreto. Apesar de algumas proximidades com a realidade, o caráter fantástico da narrativa faz um corte com o real, convocando o imaginário do espectador ao mundo mágico da ficção. De maneira indeterminada, as funções da morfologia narrativa, desenvolvidas por Vladmir Propp, ganham visibilidade. De cada função, emerge um ou mais códigos oriundos da ética aristotélica ou da ética de Morin. A narrativa desenvolve-se sob caracteres de uma fábula social, abordando a temática da diversidade cultural. Em A era do gelo, aspectos sócio-culturais são refletidos, representados e moldados sob o formato do gênero animação. A era do gelo também reflete, através das funções narrativas e de seus personagens, alguns dos valores éticos trabalhados por Aristóteles. Códigos pertinentes à excelência e à deficiência moral emergem ao longo da seqüência dos fatos. Observa-se que os valores éticos de Aristóteles inserem-se no discurso narrativo desta obra, qualificando os personagens, segundo seus juízos, na seqüência das cenas. Um mesmo personagem pode reformular sua postura ética. No entanto, diferentemente da ética de Morin, a ética de Aristóteles não incorpora o percurso da construção ética. Mesmo que, sob o enfoque de Morin, surjam alguns valores morais semelhantes aos aristotélicos, a compreensão que se tem dos mesmos é particularizada. Assim, a ética de Morin adquire um caráter de construção, não determinista (Ver ANEXO 2). A proposta ética de Morin reflete-se em um ética coletiva, capaz de atender e respeitar à condição do outro social, bem como à diversidade inerente ao contexto apresentado. Esta perspectiva é ilustrada, na produção, através de Manfred, Sid e, finalmente, por Diego. Por outro lado, invadidos pelo imprinting e autojustificações, o bando de tigres dente-de-sabre resistem à ética da religação, atendendo egoisticamente a pressupostos de uma ética individual. O transcorrer da narrativa evidencia a mudança na postura ética moral de Diego. O amoldamento de suas condutas reflete a possibilidade de reconstrução e revisão do comportamento, como também uma identificação com a ética da religação. Se, na trama, o tempo transcorria para a era do gelo, caracterizada pelo estado de solidificação,

5 307 paradoxalmente, observa-se a fluidez e a complexidade traduzidas pela narrativa, através da rendição final de Diego, para uma ética desapegada das normativas culturais. Fundada no conjunto já destacado da auto-ética, sócio-ética e antropoética, a ética de Morin participa da narrativa, direcionando-a. Assim, diferentemente da estrutura dos contos tradicionais, que respeitavam a ordem das funções de Propp, verifica-se, em A era do Gelo, uma transgressão ao padrão apresentado, burlando a seqüência rígida das funções, ao antepor uma a outra. Deste modo, pode-se fazer uma analogia entre a forma pela qual esta narrativa vai se formatando e a proposta de construção ética de Morin. Partindo da intriga principal, a história desenvolve-se permeada por suas categorias, ilustrando uma série de transformações no âmago dos personagens e culminando no fim ético de Morin. Assim, a narrativa é orientada pela apresentação de questões morais que transgridem a ordem proppiana, submetendo-se a uma construção ético-moral. A análise dos pressupostos éticos de Aristóteles e de Morin fazem-se vigentes nas cinematografias analisadas. Contudo, verifica-se um distanciamento que ultrapassa o intervalo espaço-temporal em que tais reflexões foram desenvolvidas. Enquanto Aristóteles expõe considerações deterministas acerca dos juízos de valor, demarcando limites, a excelência moral e a deficiência moral vício por excesso/ vício por deficiência - Morin propõe uma atualização ética, fazendo um convite a uma trajetória orientada pela auto-ética, sócio-ética e antropoética. Considerando as grandes contribuições, cada uma a seu tempo, trazidas por Aristóteles e Morin, faz-se um mergulho nas cinematografias de animação já destacadas, buscando apresentar um mapeamento dos valores morais implícitos nas narrativas. Salienta-se que os juízos apresentados estão submetidos aos conteúdos discutidos nas animações, não se aspirando à fixação de paradigmas éticos homogeneizadores. Considera-se para tanto, que os discursos ganham significado no conjunto das obras, dando expressão aos discursos sociais incorporados. Assim, história e ideologia entrecruzamse na análise de discurso. O tempo histórico e o espaço social, conforme desenvolve Orlandi (1988), são apropriados pela narrativa, à qual o espectador se agrega, incorporando outros discursos historicamente construídos. Os personagens, associados às suas esferas de ação e às suas funções, demarcam o discurso, descrito por Ferreira (2001) como objeto históricoideológico. Os valores ético-morais postos em pauta, até o momento são:

6 308 Através do percurso da auto-ética, sugerido por Morin (2005), concebe-se a possibilidade de encontrar o fim moral proposto na animação. É assim que Diego, Manfred e Sid, sustentam-se como heróis de A era do gelo. Conclusão O conteúdo apresentado sobre a estrutura narrativa fornece elementos para uma análise aprofundada daquelas produções cinematográficas, selecionadas como constituintes do corpus desta pesquisa. Tomando como suporte teórico as considerações de Vladimir Propp, caracterizado pelas funções dos personagens, bem como pelos demais atributos constituintes da narrativa, como espaço, tempo e narrador, lança-se à apreciação das obras. De posse das formações narrativas, submete-se o conteúdo discursivo das histórias de animação cinematográficas a uma apreciação dos valores éticos. Assim, através da complexidade ética apresentada por Edgar Morin (2005), repensa-se os juízos morais apresentados por Aristóteles. Contemplando o plano das possibilidades significativas imersas nestas produções, concretiza-se a análise das mesmas sob o crivo da auto-ética, sócio-ética e antropoética de Morin. De posse da análise narrativa e das considerações éticas desenvolvidas, observa-se, de forma isolada ou reincidente nas produções, os elementos da moral. Conteúdos ideológicos mergulham na rede do entretenimento, sendo capazes de comunicar magicamente alguns pressupostos defendidos. Na perícia de uma estrutura narrativa, localizam-se diferentes pólos de juízos de valor, que incitam a discorrer sobre uma ética. Categorias éticas derivadas de uma releitura em Morin, da ética aristotélica, ganham visibilidade, permitindo o mapeamento de categorias de valores morais no cinema de animação. Associando a moral à estrutura do conto, descreve-se a maneira pela qual categorias encontram-se inseridas na ação narrativa. As narrativas contemporâneas distanciam-se da ordem correspondente às funções de Vladmir Propp (1984). Contudo, aleatoriamente, as histórias apropriam-se de suas funções. Os enredos são recheados por questões morais, que levantam reflexões acerca dos pressupostos éticos. Apesar da ampla possibilidade de combinação entre as funções, verificase que a primeira seqüência de ações prepara o espectador para imergir naquilo que será a temática central do conto, na medida em que se apresentam os personagens que conduzem às primeiras cenas, além dos elementos espaço-temporais. Uma segunda série de funções introduz a intriga, revela o conjunto cênico e, agora, o tema principal. O terceiro momento

7 309 caracteriza-se pelo clímax da história, pelo percurso e pelo combate entre herói e antagonista. O quarto período é determinante do desfecho final, de uma realização e transformação. Cada momento desenvolve de forma também particular a questão da ética. Na primeira etapa, o espectador é apresentado aos personagens, que vão possibilitando inferências acerca do caráter; a segunda etapa define a questão ética a(s) ser(em) desenvolvida(s); na terceira fase do conto, existe o combate entre os pressupostos éticos; e, na quarta fase, no desfecho da obra, a seqüência final das ações sugere uma moral legitimada ou idealizada. Referências ARISTÓTELES. Ética a Nicômacos. Brasília: UNB, BETTELHEIM, Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. Rio de Janeiro: Paz e Terra, COLASANTI, Marina. Fragatas para terras distantes. Rio de Janeiro: Record, MANHÃES, Eduardo. Análise de discurso. In: DUARTE, Jorge; BARROS, Antônio (orgs.). Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação. São Paulo: Atlas, MORIN, Edgar. O método 2: A vida da vida. Porto Alegre: Sulina, 2005 a. PROPP, Vladimir. Morfologia do conto maravilhoso. Rio de Janeiro : Forense Universitária, Filmes A era do gelo. Direção: Chris Wedge. Estados Unidos: Fox Animation Studios; Blue Sky Studios, 2002.

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 721 CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE Elaine Fernanda Dornelas de Souza Serviço Nacional de

Leia mais

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens Para pensar o livro de imagens ROTEIROS PARA LEITURA LITERÁRIA Ligia Cademartori Para pensar o Livro de imagens 1 1 Texto visual Há livros compostos predominantemente por imagens que, postas em relação,

Leia mais

Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados

Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados elaboração: PROF. DR. JOSÉ NICOLAU GREGORIN FILHO Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados escrito por Vários autores Os Projetos de Leitura: concepção Buscando o oferecimento de subsídios práticos

Leia mais

SUELEN SANTOS MONTEIRO (UNESP - PRESIDENTE PRUDENTE ), MELINA ALTAVINI DE ABREU MAIOLI (UNESP - FCT).

SUELEN SANTOS MONTEIRO (UNESP - PRESIDENTE PRUDENTE ), MELINA ALTAVINI DE ABREU MAIOLI (UNESP - FCT). ESTUDANDO O TEXTO NARRATIVO ATRAVÉS DAS TEORIAS DE PROPP, BREMOND E LARIVAILLE: UM TRABALHO COM 1ª E 2ª SÉRIES PARA A CONSTRUÇÃO DE TEXTOS MAIS COERENTES SUELEN SANTOS MONTEIRO (UNESP - PRESIDENTE PRUDENTE

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

Vladimir Propp (1895-1970)

Vladimir Propp (1895-1970) Vladimir Propp (1895-1970) Propp (2006, p.25) realizou seu estudo com base em um corpus composto de apenas 100 narrativas: os contos 50-151 da coletânea Contos de fadas russos (1855-1863) publicada por

Leia mais

Vendo aquilo que se vê e sendo aquilo que se é 1

Vendo aquilo que se vê e sendo aquilo que se é 1 Vendo aquilo que se vê e sendo aquilo que se é 1 Monica Aiub filósofa clínica e-mail: monica_aiub@uol.com.br Vendo o que não se vê, tema do Congresso, suscita, imediatamente, a pergunta: o que se vê e

Leia mais

Radionovela para e com deficientes visuais 1

Radionovela para e com deficientes visuais 1 Radionovela para e com deficientes visuais 1 Gabriela Rodrigues Pereira CAPPELLINI 2 Raquel PELLEGRINI 3 Christian GODOI 4 Centro Universitário do Monte Serrat, Santos, SP RESUMO Narrar histórias a deficientes

Leia mais

FÁVERO, Altair A.; TONIETO, Carina. Leituras sobre John Dewey e a educação. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2011. RESENHA

FÁVERO, Altair A.; TONIETO, Carina. Leituras sobre John Dewey e a educação. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2011. RESENHA FÁVERO, Altair A.; TONIETO, Carina. Leituras sobre John Dewey e a educação. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2011. RESENHA Marta Marques 1 O livro Leituras sobre John Dewey e a educação, do Prof. Dr. Altair

Leia mais

Fundamentação Teórica

Fundamentação Teórica Atividades Estruturadas 1 Fundamentação Teórica Atividades Estruturadas, embasadas no Art. 2º, item II da Resolução CNE/CES nº 3, de 2 de julho de 2007, implicam a construção de conhecimento, com autonomia,

Leia mais

A comunicação organizacional de cooperativas de economia solidária: um processo através do olhar da complexidade

A comunicação organizacional de cooperativas de economia solidária: um processo através do olhar da complexidade 313 IV Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS A comunicação organizacional de cooperativas de economia solidária: um processo através do olhar da complexidade Aluno: Caroline Delevati Colpo, Cleusa

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO

PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO LINHA DE PESQUISA: POLÍTICAS PÚBLICAS DE CULTURA JUSTIFICATIVA O campo de pesquisa em Políticas Públicas de

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA ESCOLA DOS ANNALES PARA O ESTUDO DA RELAÇÃO ENTRE CINEMA E HISTÓRIA. Veruska Anacirema Santos da Silva

A IMPORTÂNCIA DA ESCOLA DOS ANNALES PARA O ESTUDO DA RELAÇÃO ENTRE CINEMA E HISTÓRIA. Veruska Anacirema Santos da Silva A IMPORTÂNCIA DA ESCOLA DOS ANNALES PARA O ESTUDO DA RELAÇÃO ENTRE CINEMA E HISTÓRIA Veruska Anacirema Santos da Silva Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Orientador: Prof. Dr. Edson Farias (UnB)

Leia mais

1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido

1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido 1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido No estudo da Comunicação, a publicidade deve figurar como um dos campos de maior interesse para pesquisadores e críticos das Ciências Sociais e Humanas.

Leia mais

CINEARES: CINEMA, CULTURA E INTEGRAÇÃO SOCIAL

CINEARES: CINEMA, CULTURA E INTEGRAÇÃO SOCIAL CINEARES: CINEMA, CULTURA E INTEGRAÇÃO SOCIAL Área Temática: Cultura Vânia Lionço (Coordenadora da Ação de Extensão) Vânia Lionço 1 Lowrrane Paollo Pinheiro 2 Valquíria Gandolpho Maciel do Nascimento 3

Leia mais

Guia de como elaborar um Projeto de Documentário

Guia de como elaborar um Projeto de Documentário Guia de como elaborar um Projeto de Documentário Prof. Dr. Cássio Tomaim Departamento de Ciências da Comunicação Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)/Cesnors Adaptação: Prof. Claudio Luiz Fernandes

Leia mais

A TRAJETÓRIA DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE: DILEMAS E INDEFINIÇÕES

A TRAJETÓRIA DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE: DILEMAS E INDEFINIÇÕES A TRAJETÓRIA DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE: DILEMAS E INDEFINIÇÕES Introdução Vilma Fernandes Neves Maria Auxiliadora Cavazotti Patrícia Andréia Fonseca de Carvalho Pitta Programa de Pós-Graduação

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

Uma história para a arte hoje

Uma história para a arte hoje Uma história para a arte hoje Arte parece constituir o princípio de sua própria história ou pelo menos de uma história cujas relações com a outra não estão fixadas por um determinismo estrito. 1 Apresentamos

Leia mais

MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL RESUMO. Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação

MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL RESUMO. Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação fabiana.ebraille@gmail.com RESUMO No presente trabalho, tenciona-se

Leia mais

O (IN)VISÍVEL E O CONCRETO: DIALÓGICA, RECURSIVIDADE E HOLOGRAMATICIDADE DOS PROCESSOS GRUPAIS NA GESTÃO DE EQUIPES

O (IN)VISÍVEL E O CONCRETO: DIALÓGICA, RECURSIVIDADE E HOLOGRAMATICIDADE DOS PROCESSOS GRUPAIS NA GESTÃO DE EQUIPES III Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS O (IN)VISÍVEL E O CONCRETO: DIALÓGICA, RECURSIVIDADE E HOLOGRAMATICIDADE DOS PROCESSOS GRUPAIS NA GESTÃO DE EQUIPES Magda Capellão Kaspary, Nédio Antonio Seminotti

Leia mais

DATAS DE PRÉ-MATRÍCULA

DATAS DE PRÉ-MATRÍCULA Mestrado e Doutorado em Comunicação Matrícula e Calendário acadêmico 2014.2 DATAS DE PRÉ-MATRÍCULA: 29, 30 e 31/07/2014 LOCAL: A pré-matrícula deverá ser efetivada na Secretaria do PPGCOM ou através do

Leia mais

Mostra de Projetos 2011 PROJETO "DIREITO E CINEMA"

Mostra de Projetos 2011 PROJETO DIREITO E CINEMA Mostra de Projetos 2011 PROJETO "DIREITO E CINEMA" Mostra Local de: Cornélio Procópio. Categoria do projeto: Projetos finalizados. Nome da Instituição/Empresa: (Campo não preenchido). Cidade: Cornélio

Leia mais

Evolução Filmes e Processo Multiartes Grafo Audiovisual, Par ou Ímpar e Off Beat apresentam

Evolução Filmes e Processo Multiartes Grafo Audiovisual, Par ou Ímpar e Off Beat apresentam Evolução Filmes e Processo Multiartes Grafo Audiovisual, Par ou Ímpar e Off Beat apresentam direção_adriano Esturilho e Fábio Allon Longa-metragem digital de ficção contemplado pelo Prêmio Estadual de

Leia mais

No entanto, a compreensão e a implicação de ser docente envolve reflexões que necessitam cada vez mais de sentido e significado para que se possa

No entanto, a compreensão e a implicação de ser docente envolve reflexões que necessitam cada vez mais de sentido e significado para que se possa CONCEPÇÕES DE FORMAÇÃO/DOCÊNCIA DOS PROFESSORES DO CURSO DE FISIOTERAPIA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO FRANCISCANO *Hedioneia Maria Foletto Pivetta **Silvia Maria de Aguiar Isaia A educação superior vem passando

Leia mais

Cinema como ferramenta de aprendizagem¹. Angélica Moura CORDEIRO². Bianca da Costa ARAÚJO³ Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, PB.

Cinema como ferramenta de aprendizagem¹. Angélica Moura CORDEIRO². Bianca da Costa ARAÚJO³ Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, PB. Cinema como ferramenta de aprendizagem¹ Angélica Moura CORDEIRO² Bianca da Costa ARAÚJO³ Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, PB. RESUMO Este artigo pronuncia o projeto Criancine que

Leia mais

EDUCAÇÃO, ESCOLA E TECNOLOGIAS: SIGNIFICADOS E CAMINHOS

EDUCAÇÃO, ESCOLA E TECNOLOGIAS: SIGNIFICADOS E CAMINHOS 1 EDUCAÇÃO, ESCOLA E TECNOLOGIAS: SIGNIFICADOS E CAMINHOS Daniela da Costa Britto Pereira Lima UEG e UFG Juliana Guimarães Faria UFG SABER VI Ensinar a compreensão 5. Educação para uma cidadania planetária

Leia mais

ALVES, Giovanni. MACEDO, Felipe. Cineclube, Cinema e Educação etrópolis: Vozes,

ALVES, Giovanni. MACEDO, Felipe. Cineclube, Cinema e Educação etrópolis: Vozes, ALVES, Giovanni. MACEDO, Felipe. Cineclube, Cinema e Educação etrópolis: Vozes, 2009. Editora Práxis, 2010. Autêntica 2003. 11 Selma Tavares Rebello 1 O livro Cineclube, Cinema e Educação se apresenta

Leia mais

A Cobronça, a Princesa e a Surpresa

A Cobronça, a Princesa e a Surpresa elaboração: PROF. DR. JOSÉ NICOLAU GREGORIN FILHO A Cobronça, a Princesa e a Surpresa escrito por & ilustrado por Celso Linck Fê Os Projetos de Leitura: concepção Buscando o oferecimento de subsídios práticos

Leia mais

A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO FUNDAMENTAL II ( ANOS FINAIS )

A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO FUNDAMENTAL II ( ANOS FINAIS ) Thainá Santos Coimbra Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro thainahappy@hotmail.com A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO

Leia mais

Filosofia na Antiguidade Clássica Sócrates, Platão e Aristóteles. Profa. Ms. Luciana Codognoto

Filosofia na Antiguidade Clássica Sócrates, Platão e Aristóteles. Profa. Ms. Luciana Codognoto Filosofia na Antiguidade Clássica Sócrates, Platão e Aristóteles Profa. Ms. Luciana Codognoto Períodos da Filosofia Grega 1- Período pré-socrático: (VII e VI a.c): início do processo de desligamento entre

Leia mais

o desenho do corpo o corpo que desenha [ 1 ]

o desenho do corpo o corpo que desenha [ 1 ] Nádia da Cruz Senna Artista plástica, pesquisadora e professora adjunta da Universidade Federal de Pelotas, atuando junto as disciplinas de Desenho, Design e História em Quadrinhos. alecrins@uol.com.br

Leia mais

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Eixo temático 2: Formação de Professores e Cultura Digital Vicentina Oliveira Santos Lima 1 A grande importância do pensamento de Rousseau na

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

(30h/a 02 créditos) Dissertação III (90h/a 06 Leituras preparatórias para a

(30h/a 02 créditos) Dissertação III (90h/a 06 Leituras preparatórias para a GRADE CURRICULAR DO MESTRADO EM LETRAS: LINGUAGEM E SOCIEDADE DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS 34 CRÉDITOS Teorias da Linguagem (60h/a 04 Teorias Sociológicas (60h/a 04 Metodologia da Pesquisa em Linguagem (30h/a

Leia mais

Attached File: Proposta de Curso para Pós.doc

Attached File: Proposta de Curso para Pós.doc nome: Adilson José Gonçalves enviado_por: professor proposta: Ampliar as discuss~eos sobre o redesenho, apontando para a excelencia, agilidade, flexibilidade e aprofundamento da democratização da instituição.

Leia mais

Projeto Conto de Fadas

Projeto Conto de Fadas Projeto Conto de Fadas 1. Título: Tudo ao contrário 2. Dados de identificação: Nome da Escola: Escola Municipal Santo Antônio Diretora: Ceriana Dall Mollin Tesch Coordenadora do Projeto: Mônica Sirtoli

Leia mais

Considerações sobre sonho e lembrança em A dança da realidade

Considerações sobre sonho e lembrança em A dança da realidade Considerações sobre sonho e lembrança em A dança da realidade Ana Carolina Ribeiro 1 RESUMO Com base nos conceitos imagem-sonho e imagem-lembrança apresentados na teoria de Gilles Deleuze sobre o cinema,

Leia mais

A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte.

A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte. A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte. Doutorando: Laudo Rodrigues Sobrinho Universidade Metodista de Piracicaba-UNIMEP e-mail: laudinho@bol.com.br

Leia mais

Márcio Ronaldo de Assis 1

Márcio Ronaldo de Assis 1 1 A JUSTIÇA COMO COMPLETUDE DA VIRTUDE Márcio Ronaldo de Assis 1 Orientação: Prof. Dr. Juscelino Silva As virtudes éticas derivam em nós do hábito: pela natureza, somos potencialmente capazes de formá-los

Leia mais

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE

Leia mais

ANÁLISE DO CONTO DE FADAS ENCANTADA

ANÁLISE DO CONTO DE FADAS ENCANTADA ANÁLISE DO CONTO DE FADAS ENCANTADA Andréa Nunes Ribeiro Marília Felix de Oliveira Lopes RESUMO: Este trabalho científico tem como objetivo analisar os contos de fadas e a conversão do in Magic para o

Leia mais

AJUDANDO A SUPERAR CONFLITOS: A LITERATURA INFANTIL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

AJUDANDO A SUPERAR CONFLITOS: A LITERATURA INFANTIL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM AJUDANDO A SUPERAR CONFLITOS: A LITERATURA INFANTIL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Maurício Silva (Uninove/ SP) Márcia Moreira Pereira (Uninove/ SP) Resumo: Este artigo procura analisar alguns aspectos

Leia mais

Golpe Militar: A Psicologia e o Movimento Estudantil do Rio Grande do Sul

Golpe Militar: A Psicologia e o Movimento Estudantil do Rio Grande do Sul 1919 X Salão de Iniciação Científica PUCRS Golpe Militar: A Psicologia e o Movimento Estudantil do Rio Grande do Sul Pâmela de Freitas Machado 1, Helena B.K.Scarparo 1 (orientadora) 1 Faculdade Psicologia,

Leia mais

Filosofia para crianças? Que história é essa?

Filosofia para crianças? Que história é essa? Filosofia para crianças? Que história é essa? P Isabel Cristina Santana Diretora do CBFC ara muitos provoca espanto a minha resposta quando me perguntam: qual é o seu trabalho? e eu respondo trabalho com

Leia mais

Comunicação A INFLUÊNCIA DA CONTAÇÃO DA HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Comunicação A INFLUÊNCIA DA CONTAÇÃO DA HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Comunicação A INFLUÊNCIA DA CONTAÇÃO DA HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL MENDONÇA, Magda Letícia Bezerra 1 Palavras-chave: Histórias, Educação infantil A presente apresentação refere-se a parte do trabalho

Leia mais

Pedro Bandeira. Leitor em processo 2 o e 3 o anos do Ensino Fundamental

Pedro Bandeira. Leitor em processo 2 o e 3 o anos do Ensino Fundamental Pedro Bandeira Pequeno pode tudo Leitor em processo 2 o e 3 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona De Leitores e Asas MARIA JOSÉ NÓBREGA

Leia mais

A PEDAGOGIA DA FRATERNIDADE ECOLÓGICA: ENSINAR A ÉTICA DO GÊNERO HUMANO

A PEDAGOGIA DA FRATERNIDADE ECOLÓGICA: ENSINAR A ÉTICA DO GÊNERO HUMANO 0 A PEDAGOGIA DA FRATERNIDADE ECOLÓGICA: ENSINAR A ÉTICA DO GÊNERO HUMANO (1)Prof. Dr. Samir Cristino de Souza (IFRN) (2) Prof a. Dr a. Maria da Conceição Xavier de Almeida (UFRN) RESUMO A Pedagogia da

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA TÍTULO: CINEMA E PUBLICIDADE: RELAÇÕES INTERTEXTUAIS E MERCADOLÓGICAS. CURSO: Programa de Mestrado em Comunicação

PROJETO DE PESQUISA TÍTULO: CINEMA E PUBLICIDADE: RELAÇÕES INTERTEXTUAIS E MERCADOLÓGICAS. CURSO: Programa de Mestrado em Comunicação PROJETO DE PESQUISA TÍTULO: CINEMA E PUBLICIDADE: RELAÇÕES INTERTEXTUAIS E MERCADOLÓGICAS CURSO: Programa de Mestrado em Comunicação LINHA DE PESQUISA: Inovações na Linguagem e na Cultura Midiática PROFESSOR

Leia mais

O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA.

O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Autor: Paulo Vitor Tavares, Ms. Palavras-chave: EAD, Televisão, Videoaula, IFSC.

Leia mais

AS CRIANÇAS E SUAS NARRATIVAS AUDIOVISUAIS: UMA PESQUISA EM PROCESSO Renata Gazé UNIRIO

AS CRIANÇAS E SUAS NARRATIVAS AUDIOVISUAIS: UMA PESQUISA EM PROCESSO Renata Gazé UNIRIO AS CRIANÇAS E SUAS NARRATIVAS AUDIOVISUAIS: UMA PESQUISA EM PROCESSO Renata Gazé UNIRIO Resumo Hoje muitas crianças convivem com narrativas audiovisuais na tv, no cinema e na Internet. Como se relacionam

Leia mais

SOBRE A DESCONSTRUÇÃO ROMANESCA EM BOLOR, DE AUGUSTO ABELAIRA

SOBRE A DESCONSTRUÇÃO ROMANESCA EM BOLOR, DE AUGUSTO ABELAIRA SOBRE A DESCONSTRUÇÃO ROMANESCA EM BOLOR, DE AUGUSTO ABELAIRA Kellen Millene Camargos RESENDE (Faculdade de Letras UFG; kellenmil@gmail.com); Zênia de FARIA (Faculdade de Letras UFG; zenia@letras.ufg.br).

Leia mais

HOMEM E NATUREZA: PRODUÇÃO DE VERDADES NO CINEMA DE ANIMAÇÃO

HOMEM E NATUREZA: PRODUÇÃO DE VERDADES NO CINEMA DE ANIMAÇÃO HOMEM E NATUREZA: PRODUÇÃO DE VERDADES NO CINEMA DE ANIMAÇÃO Gisele Ruiz Silva Prefeitura Municipal do Rio Grande gisaruizsilva@gmail.com Camila da Silva magalhães camilapedag@gmailcom Discussões sobre

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 TÍTULO DO PROGRAMA Balinha e Dentinho. 2 EPISÓDIO TRABALHADO Conhecendo o Rosquinha. 3 SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO Balinha e Dentinho encontram um cachorro perdido

Leia mais

A ARTE DOS ENCONTROS: OS PROFESSORES E O CINEMA 1

A ARTE DOS ENCONTROS: OS PROFESSORES E O CINEMA 1 A ARTE DOS ENCONTROS: OS PROFESSORES E O CINEMA 1 RECH, Indiara 2 ; OLIVEIRA, VALESKA FORTES DE 3 ; BREOLIN, Caroline Ferreira 4 ; ZINI, Hallana Cristina Peransoni 5 ; FORTES, Nátali Dezordi 6 1 Trabalho

Leia mais

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Eliane Aparecida Toledo Pinto Docente da Faculdade Municipal de Filosofia,

Leia mais

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90.

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90. porta aberta Nova edição Geografia 2º ao 5º ano O estudo das categorias lugar, paisagem e espaço tem prioridade nesta obra. 25383COL05 Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4,

Leia mais

GOVERNAMENTALIDADE NEOLIBERAL E A PRODUÇÃO DE SUJEITOS PARA A DINÂMICA INCLUSIVA

GOVERNAMENTALIDADE NEOLIBERAL E A PRODUÇÃO DE SUJEITOS PARA A DINÂMICA INCLUSIVA GOVERNAMENTALIDADE NEOLIBERAL E A PRODUÇÃO DE SUJEITOS PARA A DINÂMICA INCLUSIVA Juliane Marschall Morgenstern 1 - UNISINOS Agência Financiadora: Capes/Proex Resumo: O presente trabalho compõe uma proposta

Leia mais

A imagem do corpo e o brincar virtual: perspectivas sobre a infância contemporânea

A imagem do corpo e o brincar virtual: perspectivas sobre a infância contemporânea A imagem do corpo e o brincar virtual: perspectivas sobre a infância contemporânea Érica Fróis O objetivo deste trabalho é discutir o brincar na internet e a construção da Imagem do corpo na criança a

Leia mais

CULTURA ESCOLAR DICIONÁRIO

CULTURA ESCOLAR DICIONÁRIO CULTURA ESCOLAR Forma como são representados e articulados pelos sujeitos escolares os modos e as categorias escolares de classificação sociais, as dimensões espaço-temporais do fenômeno educativo escolar,

Leia mais

Resumo expandido CONPEEX 2011. A Construção da Narrativa Fílmica Através do Discurso Fotográfico na Obra de Chris Marker.

Resumo expandido CONPEEX 2011. A Construção da Narrativa Fílmica Através do Discurso Fotográfico na Obra de Chris Marker. Resumo expandido CONPEEX 2011 TÍTULO A Construção da Narrativa Fílmica Através do Discurso Fotográfico na Obra de Chris Marker. NOMES DOS AUTORES, UNIDADE ACADÊMICA E ENDEREÇO ELETRÔNICO Luciana Miranda

Leia mais

Projetos. Outubro 2012

Projetos. Outubro 2012 Projetos Outubro 2012 Assunto de gente grande para gente pequena. No mês de outubro os brasileiros foram às urnas para eleger prefeitos e vereadores e a Turma da Lagoa não poderia ficar fora deste grande

Leia mais

Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc

Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Diálogos - Revista do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História ISSN: 1415-9945 rev-dialogos@uem.br Universidade Estadual de Maringá Brasil Amarante Oliveira, Wellington Em busca

Leia mais

AS PRODUÇÕES LITERÁRIAS COMO INSTRUMENTOS DE APRENDIZAGEM DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

AS PRODUÇÕES LITERÁRIAS COMO INSTRUMENTOS DE APRENDIZAGEM DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL AS PRODUÇÕES LITERÁRIAS COMO INSTRUMENTOS DE APRENDIZAGEM DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Ivone Aparecida Borges (1) Coordenadora de projetos, professora de Biologia e Educadora Ambiental no Centro Operacional de

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS DE CATAGUASES - FIC /UNIS CURSO DE PÓS- GRADUAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL

FACULDADES INTEGRADAS DE CATAGUASES - FIC /UNIS CURSO DE PÓS- GRADUAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL FACULDADES INTEGRADAS DE CATAGUASES - FIC /UNIS CURSO DE PÓS- GRADUAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: INCLUIR E SER INCLUÍDO PARA TRANSFORMAR A SOCIEDADE

Leia mais

OS PADRÕES NORMATIVOS DE GÊNERO E SEXUALIDADE: UMA ANÁLISE A PARTIR DO FILME A BELA E A FERA

OS PADRÕES NORMATIVOS DE GÊNERO E SEXUALIDADE: UMA ANÁLISE A PARTIR DO FILME A BELA E A FERA OS PADRÕES NORMATIVOS DE GÊNERO E SEXUALIDADE: UMA ANÁLISE A PARTIR DO FILME A BELA E A FERA Geane Apolinário Oliveira UEPB Geane-cg@hotmail.com Introdução O presente artigo tem por objetivo enfatizar

Leia mais

Conexão na Escola, o princípio para a Construção de Conhecimentos.

Conexão na Escola, o princípio para a Construção de Conhecimentos. Conexão na Escola, o princípio para a Construção de Conhecimentos. Elizabeth Sarates Carvalho Trindade 1 Resumo: A utilização e articulação das tecnologias e mídias pela educação no processo de aprendizagem

Leia mais

PESQUISA EXPLORATÓRIA EM GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES

PESQUISA EXPLORATÓRIA EM GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES 1 PESQUISA EXPLORATÓRIA EM GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES Área de conhecimento: Administração Eixo Temático: Outro RESUMO Nézio José da Silva 1 Lirane Elize Defante Ferreto de Almeida 2 O campo científico das

Leia mais

O papel do consultor deficiente visual para uma audiodescrição de. qualidade Alessandro Camara 1

O papel do consultor deficiente visual para uma audiodescrição de. qualidade Alessandro Camara 1 qualidade Alessandro Camara 1 O papel do consultor deficiente visual para uma audiodescrição de Larissa Magalhães Costa 2 RESUMO Esse trabalho tem por objetivo relatar a evolução das estratégias do CPL-Soluções

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura

Leia mais

SOBRE A PRODUÇÃO DE PESQUISAS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA COM VIÉS FINANCEIRO ESCOLAR.

SOBRE A PRODUÇÃO DE PESQUISAS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA COM VIÉS FINANCEIRO ESCOLAR. ISSN 2316-7785 SOBRE A PRODUÇÃO DE PESQUISAS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA COM VIÉS FINANCEIRO ESCOLAR. Rodrigo Martins de Almeida Instituo Estadual de Educação de Juiz de Fora (IEE/JF) rodrigomartinsdealmeida@yahoo.com.br

Leia mais

Seminário em volta de D. N. Rodowick, 16 Mar. 2010

Seminário em volta de D. N. Rodowick, 16 Mar. 2010 1 Seminário em volta de D. N. Rodowick, 16 Mar. 2010 A Máquina do Tempo de Deleuze Resumo de Gilles Deleuze s Time Machine (Durham, NC: Duke University Press, 1997) por Susana Viegas Excerto: Conclusion:

Leia mais

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR Carga Horária Semestral por Disciplina Disciplinas 1º semestre 2º semestre 3º semestre 4º semestre 5º semestre 6º semestre 7º semestre 8º semestre Total Obrigatórias Optativas Fundamentos

Leia mais

ANÁLISE DA NARRATIVA: ENCANTADA

ANÁLISE DA NARRATIVA: ENCANTADA ANÁLISE DA NARRATIVA: ENCANTADA Julia Maria de Jesus Cunha Regina Ferreira Terra Rodrigues RESUMO: Os contos de fadas são importantes na formação da criança, assim com as novas tecnologias novas versões

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE O PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA - 2008

ORIENTAÇÕES SOBRE O PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA - 2008 SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE POLÍTICAS E PROGRAMAS EDUCACIONAIS PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL Orientação nº 02/2008 PDE/SEED Curitiba, 27 de maio

Leia mais

PROJETO ERA UMA VEZ...

PROJETO ERA UMA VEZ... PROJETO ERA UMA VEZ... TEMA: Contos de Fada PÚBLICO ALVO: Alunos da Educação Infantil (Creche I à Pré II) JUSTIFICATIVA O subprojeto Letramento e Educação Infantil, implantado na EMEI Sementinha, trabalha

Leia mais

Considerando esse documento, a política da educação deve alcançar dois objetivos. São eles:

Considerando esse documento, a política da educação deve alcançar dois objetivos. São eles: 8 PROVADECONHECIMENTOSPEDAGÓGICOS Cargos89a99 QUESTÃO 11 O relatório Delors considera que a educação é um bem coletivo que deve ser acessível a todos e não pode ser objeto de uma simples regulação do mercado.

Leia mais

CONHECIMENTO DA LEI NATURAL. Livro dos Espíritos Livro Terceiro As Leis Morais Cap. 1 A Lei Divina ou Natural

CONHECIMENTO DA LEI NATURAL. Livro dos Espíritos Livro Terceiro As Leis Morais Cap. 1 A Lei Divina ou Natural CONHECIMENTO DA LEI NATURAL Livro dos Espíritos Livro Terceiro As Leis Morais Cap. 1 A Lei Divina ou Natural O que é a Lei Natural? Conceito de Lei Natural A Lei Natural informa a doutrina espírita é a

Leia mais

Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores

Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores Rosália Diogo 1 Consideramos que os estudos relacionados a processos identitários e ensino, que serão abordados nesse Seminário,

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DA ARTE - TURMA 2015 PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EMENTAS DOS CURSOS Arte

Leia mais

Missão. Objetivo Geral

Missão. Objetivo Geral SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO Curso: CINEMA E AUDIOVISUAL Missão O Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Estácio de Sá tem como missão formar um profissional humanista, com perfil técnico e artístico

Leia mais

Sumário. PARTE 1 A arte do cinema e a realização cinematográfica 1 CAPÍTULO O cinema como arte: Criatividade, tecnologia e negócios...

Sumário. PARTE 1 A arte do cinema e a realização cinematográfica 1 CAPÍTULO O cinema como arte: Criatividade, tecnologia e negócios... Sumário APRESENTAÇÃO DA EDIÇÃO BRASILEIRA... 13 PREFÁCIO... 19 PARTE 1 A arte do cinema e a realização cinematográfica 1 CAPÍTULO O cinema como arte: Criatividade, tecnologia e negócios... 29 Decisões

Leia mais

(Re)buscando Pêcheux: algumas reflexões in-certas 1

(Re)buscando Pêcheux: algumas reflexões in-certas 1 (Re)buscando Pêcheux: algumas reflexões in-certas 1 Beatriz Maria ECKERT-HOFF 2 Doutoranda em Lingüística Aplicada/UNICAMP Este texto se insere no painel 04, intitulado Mises au point et perspectives à

Leia mais

AS DISCIPLINAS DE DIDÁTICA NOS CURSOS DE LICENCIATURAS

AS DISCIPLINAS DE DIDÁTICA NOS CURSOS DE LICENCIATURAS AS DISCIPLINAS DE DIDÁTICA NOS CURSOS DE LICENCIATURAS VIEIRA, Débora Cristina de Oliveira PUCPR mmdvieira@hotmail.com MARTINS, Pura Lúcia Oliver - PUCPR Pura.oliver@pucpr.br Eixo Temático: Didática: Teorias,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA PLANO DE ENSINO 2011-1 DISCIPLINA: Arte e Educação - JP0029 PROFESSOR: Ms. Clóvis Da Rolt I DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Carga Horária Teórica: 60h Carga Horária Prática: 15h II EMENTA A disciplina de Arte e

Leia mais

A Economia Simbólica da Cultura Popular Sertanejo-Nordestina

A Economia Simbólica da Cultura Popular Sertanejo-Nordestina ALVES, Elder Patrick Maia A Economia Simbólica da Cultura Popular Sertanejo-Nordestina (Maceió: EDUFAL, 2011) Bruno Gontyjo do Couto 1 O livro A economia simbólica da cultura popular sertanejo-nordestina,

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DOS CONTOS DE FADAS NA FORMAÇÃO HUMANA

A CONTRIBUIÇÃO DOS CONTOS DE FADAS NA FORMAÇÃO HUMANA A CONTRIBUIÇÃO DOS CONTOS DE FADAS NA FORMAÇÃO HUMANA Maria Elizabete Nascimento de Oliveira 1 PPGE /IE UFMT m.elizabte@gmail.com RESUMO A pesquisa em foco refere-se à relevância dos contos de fadas na

Leia mais

O CINEMA DE QUENTIN TARANTINO: PROBLEMATIZAÇÕES ACERCA DE SUAMANEIRA DE NARRAR.

O CINEMA DE QUENTIN TARANTINO: PROBLEMATIZAÇÕES ACERCA DE SUAMANEIRA DE NARRAR. O CINEMA DE QUENTIN TARANTINO: PROBLEMATIZAÇÕES ACERCA DE SUAMANEIRA DE NARRAR. RESUMO Filipe Artur de S. Queiroz 1 (Orientador) Prof. Dr. Luiz Sérgio Duarte da Silva² Alguns trabalhos propõem analisar

Leia mais

LITERATURA INFANTIL: INTERAÇÃO E APRENDIZAGEM

LITERATURA INFANTIL: INTERAÇÃO E APRENDIZAGEM LITERATURA INFANTIL: INTERAÇÃO E APRENDIZAGEM Adriana Bragagnolo i ( Universidade de Passo Fundo) 1. NOTA INICIAL O presente texto objetiva socializar reflexões a respeito da literatura infantil no cenário

Leia mais

PVIC/UEG, graduandas do Curso de História, UnU Itumbira UEG. RESUMO

PVIC/UEG, graduandas do Curso de História, UnU Itumbira UEG. RESUMO Mídia, educação e ensino de história: a dimensão educativa nos desenhos animados (1996-2006) Thiago Santos Calú de Morais 1 ; Maria Rejane Freitas 2 ; Suzanne Oliveira Araújo 3 ;Kátia Eliane Barbosa 4

Leia mais

SCRUM. Desafios e benefícios trazidos pela implementação do método ágil SCRUM. Conhecimento em Tecnologia da Informação

SCRUM. Desafios e benefícios trazidos pela implementação do método ágil SCRUM. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação SCRUM Desafios e benefícios trazidos pela implementação do método ágil SCRUM 2011 Bridge Consulting Apresentação Há muitos anos, empresas e equipes de desenvolvimento

Leia mais

Peça teatral Aldeotas : processos de criação e relações entre o teatro narrativo, a encenação e a voz cênica do ator Gero Camilo.

Peça teatral Aldeotas : processos de criação e relações entre o teatro narrativo, a encenação e a voz cênica do ator Gero Camilo. Peça teatral Aldeotas : processos de criação e relações entre o teatro narrativo, a encenação e a voz cênica do ator Gero Camilo. Palavras-chave: teatro narrativo; corpo vocal; voz cênica. É comum que

Leia mais

O REAL DA LÍNGUA O REAL DA HISTÓRIA considerações a partir do texto La Lengua de Nunca Acabar. Pêcheux e Gadet (1987)

O REAL DA LÍNGUA O REAL DA HISTÓRIA considerações a partir do texto La Lengua de Nunca Acabar. Pêcheux e Gadet (1987) O REAL DA LÍNGUA O REAL DA HISTÓRIA considerações a partir do texto La Lengua de Nunca Acabar. Pêcheux e Gadet (1987) Blanca de Souza Viera MORALES (UFRGS) Para Pêcheux e Gadet a lingüística não pode reduzir-se

Leia mais

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima.

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima. Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público Alexia Melo Clebin Quirino Michel Brasil Gracielle Fonseca Rafaela Lima Satiro Saone O projeto Rede Jovem de Cidadania é uma iniciativa da Associação

Leia mais

A Teoria de Campo Gestalt

A Teoria de Campo Gestalt A Teoria de Campo Gestalt MARIA APPARECIDA MAMEDE NEVES A Teoria de Campo Gestalt foi inicialmente desenvolvida de modo formal no início da década de 20, pelo filósofo e psicólogo alemão Max Wertheimer

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DA SUBJETIVIDADE DOCENTE A PARTIR DE IMAGENS E AS IMAGENS COMO ENUNCIADOS

A CONSTRUÇÃO DA SUBJETIVIDADE DOCENTE A PARTIR DE IMAGENS E AS IMAGENS COMO ENUNCIADOS A CONSTRUÇÃO DA SUBJETIVIDADE DOCENTE A PARTIR DE IMAGENS E AS IMAGENS COMO ENUNCIADOS Francieli Regina Garlet (UFSM) Resumo: A escrita a que se refere o presente texto, diz respeito à proposta desenvolvida

Leia mais

Os Amigos do Pedrinho

Os Amigos do Pedrinho elaboração: PROF. DR. JOSÉ NICOLAU GREGORIN FILHO Os Amigos do Pedrinho escrito por & ilustrado por Ruth Rocha Eduardo Rocha Os Projetos de Leitura: concepção Buscando o oferecimento de subsídios práticos

Leia mais

A Bandeira Brasileira e Augusto Comte

A Bandeira Brasileira e Augusto Comte A Bandeira Brasileira e Augusto Comte Resumo Este documentário tem como ponto de partida um problema curioso: por que a frase Ordem e Progresso, de autoria de um filósofo francês, foi escolhida para constar

Leia mais

Literatura na escola: Encantando professores, formando leitores

Literatura na escola: Encantando professores, formando leitores Literatura na escola: Encantando professores, formando leitores Renata Cavalcanti Eichenberg PUCRS De acordo com Bruno Bettelheim (1980), a criança, à medida que se desenvolve, aprende passo a passo a

Leia mais