Como montar uma corretora de seguros

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1 Como montar uma corretora de seguros EMPREENDEDORISMO Especialistas em pequenos negócios / / sebrae.com.br

2 Expediente Presidente do Conselho Deliberativo Robson Braga de Andrade Presidente do CDN Diretor-Presidente Luiz Eduardo Pereira Barreto Filho Diretora Técnica Heloísa Regina Guimarães de Menezes Diretor de Administração e Finanças José Claudio Silva dos Santos Unidade de Capacitação Empresarial e Cultura Empreendedora Mirela Malvestiti Coordenação Luciana Rodrigues Macedo Autor Lauri Tadeu Corrêa Martins Projeto Gráfico Staff Art Marketing e Comunicação Ltda.

3 TOKEN_HIDDEN_PAGE Canais de Distribuição / Investimento / Capital de Giro / Custos / Diversificação/Agregação de Valor / Divulgação / Informações Fiscais e Tributárias / Eventos / Entidades em Geral / Normas Técnicas / Sumário 1. Apresentação Mercado Localização Exigências Legais e Específicas Estrutura Pessoal Equipamentos Matéria Prima/Mercadoria Organização do Processo Produtivo Automação Canais de Distribuição Investimento Capital de Giro Custos Diversificação/Agregação de Valor Divulgação Informações Fiscais e Tributárias Eventos Entidades em Geral Normas Técnicas Glossário Dicas de Negócio Características Bibliografia Fonte Planejamento Financeiro... 32

4 Canais de Distribuição / Investimento / Capital de Giro / Custos / Diversificação/Agregação de Valor / Divulgação / Informações Fiscais e Tributárias / Eventos / Entidades em Geral / Normas Técnicas / Sumário 27. Soluções Sebrae Sites Úteis URL... 32

5 Presta assessoria ao cliente (pessoa física ou jurídica) na avaliação e contratação de seguro de patrimônio, saúde ou vida. Apresentação / Apresentação 1. Apresentação Aviso: Antes de conhecer este negócio, vale ressaltar que os tópicos a seguir não fazem parte de um Plano de Negócio e sim do perfil do ambiente no qual o empreendedor irá vislumbrar uma oportunidade de negócio como a descrita a seguir. O objetivo de todos os tópicos a seguir é desmistificar e dar uma visão geral de como um negócio se posiciona no mercado. Quais as variáveis que mais afetam este tipo de negócio? Como se comportam essas variáveis de mercado? Como levantar as informações necessárias para se tomar a iniciativa de empreender? Os corretores de seguros têm um papel fundamental na distribuição e venda de seguros, tendo em vista que são intermediários independentes que negociam contratos de seguro para pessoas que procuram proteção para o seu patrimônio, saúde ou vida. O corretor não assume riscos em relação ao seguro contratado. Ele presta assessoria ao cliente na avaliação de riscos, definindo o valor e a natureza do seguro e auxiliando o cliente na seleção da companhia seguradora que lhe ofereça as melhores condições de proteção, atendimento e custo. Devido a essa proximidade com o cliente, são os corretores de seguros, ao invés das seguradoras, que têm melhor capacidade de prospectar e atrair novos clientes para as seguradoras. Por ser um profissional totalmente independente e autônomo, o corretor se difere do agente de seguros, que é um vendedor de seguros vinculado a uma seguradora. A vinculação do corretor é com o segurado que podem ser pessoas físicas ou jurídicas, a quem cabe pagar a comissão de corretagem. As normas brasileiras atuais exigem a intermediação de um corretor de seguros, ou o pagamento de uma comissão a uma associação de corretores (FUNENSEG - Escola Nacional de Seguros), o que favorece ainda mais a dinâmica de corretores independentes como o principal canal de distribuição de produtos de seguro. O exercício da profissão de Corretor de Seguros depende da prévia obtenção do título de habilitação, concedido pela Superintendência de Seguros Privados SUSEP, nos termos da Lei. O Exame de Habilitação para Corretor de Seguros é aplicado pela 1

6 2. Habilitação para Corretor de Capitalização e Seguros de Vida e Previdência. 3. Habilitação em todos os ramos (para comercializar todos os tipos de seguros). Este documento não substitui o plano de negócio. Para elaboração deste plano consulte o SEBRAE mais próximo Apresentação / Apresentação / Mercado FUNENSEG para as seguintes habilitações: 1. Habilitação para Corretor de Capitalização. 2. Mercado Segundo a FENACOR Federação Nacional de Corretores de Seguros existem aproximadamente 67 mil corretores ativos no país, dos quais 44 mil atuando como corretores independentes (pessoas físicas) e 23 mil, como sociedades corretoras (pessoas jurídicas), intermediando cerca de 70% dos seguros vendidos no Brasil. O mercado de seguros no Brasil é caracterizado por uma concentração das companhias seguradoras que competem significativamente por volume e participação de mercado, uma baixa sofisticação dos produtos oferecidos e um alto potencial de crescimento e aumento de penetração de produtos de seguros na economia brasileira. Com base em dados da SUSEP e considerando apenas os seguros sob a regulamentação desta, os dez maiores grupos de companhias seguradoras detêm aproximadamente 80% dos Prêmios Diretos do mercado brasileiro (o ranking completo está disponível em /www.sincor.org.br/site2009/downloads/ranking_2010.pdf. acesso em 05 jul 2011). Tais grupos oferecem produtos concentrados nos segmentos de seguros de automóveis e de seguros saúde, que, segundo a SUSEP e ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar representam, conjuntamente, aproximadamente 60% dos Prêmios Diretos em Informações divulgadas pela Empresa de Resseguros Internacional Swiss Re, dão conta que a penetração de seguros (Prêmios Diretos sobre o PIB) no Brasil foi de apenas 3,1% em 2009, considerada baixa em comparação a mercados desenvolvidos, como os Estados Unidos (8,0%), ou a outros mercados emergentes, como a Índia (5,2%), no mesmo ano. 2

7 3. Localização O processo de escolha da região de atuação para o empreendedor que deseja atuar como Corretor de Seguros deve considerar os seguintes fatores: Apresentação / Apresentação / Mercado / Localização Contudo, segundo a SUSEP, o montante de Prêmios Diretos no Brasil tem crescido de forma sistemática nos últimos cinco anos a taxas anuais médias de aproximadamente 16%, reflexo do crescimento da economia, do aumento do poder aquisitivo e do volume de crédito ofertado, da expansão de renda e consumo das classes C e D, do aumento do emprego formal, do aumento da frota de veículos, da formalização de setores da economia e do aumento da penetração de produtos de seguros. Além disso, o Brasil tem investido em grandes projetos de infra-estrutura e se beneficiará do impacto em obras necessárias para a Copa do Mundo de futebol em 2014 e as Olimpíadas no Rio de Janeiro em Acredita-se que tais tendências continuarão a beneficiar o mercado segurador brasileiro. Em geral, os Corretores estão localizados em regiões centrais das cidades e bairros mais populosos facilitando o acesso ao seu público consumidor. Porém, o empreendedor que inicia no ramo, deve analisar: i) O(s) ramo(s) que pretende atuar e as necessidades de seu público-alvo (classe social, perfil de clientes pessoa física ou jurídica, etc.); ii) o potencial de consumo da região de interesse em relação ao consumo dos produtos de seguros, conforme (o) ramo(s) que esteja habilitado a intermediar; iii) Vale lembrar, que o Corretor que tem uma extensa rede de relacionamento pessoal na região de interesse, e consegue identificar suas necessidades de proteção através de produtos de seguros, potencialmente, tem uma grande oportunidade de negócios em mãos, e não deve desperdiçá-la. Para ajudar no seu processo de escolha o empreendedor pode fazer uma pesquisa de mercado. Saiba como fazer esta pesquisa com o auxílio do Manual do Empresário: Pesquisa e Mercado e Localização Comercial. Disponível em 6566A9/$File/fasciculo_2.pdf. Acesso em 5 jul Embora as grandes Seguradoras nacionais tenham presença em todas as capitais do país, com o desenvolvimento da tecnologia da informação e comunicação, o Corretor de Seguros não precisa estar fisicamente próximo das Companhias Seguradoras. Eventuais necessidades de treinamento e habilitações devem ser feitas nas representações da FUNENSEG, FENACOR e SUSEP, existentes nas capitais estaduais. 3

8 Para escolha do imóvel onde será instalada a Corretora de Seguros devem ser observados os seguintes detalhes: Apresentação / Apresentação / Mercado / Localização Deve ser analisada a existência de concorrentes em relação ao tamanho do mercado local e disputa pelo mesmo público-alvo. Embora os grandes Centros urbanos do país sejam os locais de maior potencial de consumo, deve-se considerar que o Brasil passa por um momento de crescimento demográfico das médias cidades do interior do país, que aliado ao aumento do poder de consumo de sua população, cria oportunidades para venda de seguros em locais cuja concorrência ainda é baixa. Segundo a FENACOR, estados como o Acre, Amapá e Roraima, possuem menos de 50 Corretores de Seguros cadastrados. Saiba como pesquisar a concorrência lendo o Instrumento de Apoio Gerencial: Como pesquisar a concorrência: pesquisa e acompanhamento da concorrência (para conhecer novos concorrentes, práticas dos atuais, preços praticados, condições de venda etc.). Disponível em 31FE0/$File/NT000400C6.pdf. Acesso em 5 jul a) Assegure-se que o imóvel em questão atende as suas necessidades operacionais quanto à localização, capacidade de instalação, características da vizinhança se é atendido por serviços de água, luz, esgoto, telefone etc.; b) Certifique-se que os custos de instalação, adaptação e manutenção do imóvel estão dentro do seu orçamento planejado. c) Se existem facilidades que possam tornar mais conveniente e menos onerosa a instalação da empresa no local tal como: garagem, proximidade de bancos, agências de correios, cartórios, terminais de passageiros, etc.; Funcionamento de Empresa na Residência do Empreendedor Caso o empreendedor faça a opção por atuar como corretor em sua própria residência, é importantíssimo que antes de instalar o seu negócio, ele procure o órgão especializado de seu município visando identificar se o seu empreendimento poderá funcionar em seu endereço residencial. Isto porque grande parte dos municípios brasileiros tem contemplado em seu Plano Diretor Urbano PDU também conhecido como Lei de Zoneamento Urbano, algumas áreas/bairros que não podem funcionar empresas, seja de que espécie for. Adicionalmente, o empreendedor deverá requerer autorização do órgão especializado 4

9 Caso a empresa seja instalada em imóvel uni - familiar (casa fora do ambiente de condomínios), ela deverá possuir entrada independente do ambiente residencial que permita a fiscalização; A Instalação em Condomínios horizontais com restrições de acesso de pessoas estranhas àquele ambiente ou Prédios residenciais, deverá ser aprovada pelo conselho do condomínio seja horizontal ou vertical, sendo carreada para decisão, caso seja necessário, até a assembléia geral de condôminos. Além disso, deve possuir as condições para fiscalização do negócio (entrada independente e segregada do ambiente familiar). 4. Exigências Legais e Específicas De acordo com a CIRCULAR SUSEP N 127, de 13 de abril de 2000, O corretor de seguros, pessoa física ou jurídica, é o intermediário legalmente autorizado a angariar e promover contratos de seguro entre as sociedades seguradoras e as pessoas físicas ou jurídicas de direito privado, devidamente registrado. Cabe à Superintendência de Seguros Privados SUSEP conceder a autorização para o exercício da profissão, na forma do registro, e expedir a carteira ou título de habilitação para o corretor (pessoa física) ou corretora de seguros (pessoa jurídica). Apresentação / Apresentação / Mercado / Localização / Exigências Legais e Específicas junto a Prefeitura Municipal da cidade em que estará localizada a sua empresa. Uma vez obtido o Certificado de Habilitação Profissional em Instituição oficial ou autorizada, e do Registro na SUSEP, o corretor ou corretora, requerente da carteira ou título de habilitação profissional, deve apresentar os seguintes documentos: Documentos exigidos da pessoa física (devidamente autenticados): a) Carteira de identidade, que goze de fé pública; b) Comprovante de inscrição no Cadastro de Pessoa Física CPF; c) Título de eleitor se for de nacionalidade brasileira; 5

10 e) Declarações que atestem o cumprimento ao disposto nas alíneas "c" e "d", do art. 3º, da Lei nº 4.594, de 1964; e f) Certificado de habilitação técnico-profissional, que comprove a conclusão de curso regular de habilitação de corretor de seguros emitido pela Fundação Escola Nacional de Seguros FUNENSEG ou por estabelecimento de ensino autorizado ou, ainda, a aprovação em exame de capacitação de corretor de seguros em curso oficialmente reconhecido. Outras Exigências para a Habilitação g) Comprovante da quitação da contribuição sindical; h) Comprovante de inscrição no cadastro de contribuintes do Imposto Sobre Serviços ISS como corretor de seguros, se a legislação municipal assim exigir; i) declaração que ateste o não exercício de cargo ou emprego em pessoa jurídica de Direito Público, cargo de diretoria em sociedade seguradora, resseguradora, de capitalização ou em entidade de previdência privada aberta e a inexistência de vínculo empregatício com as mesmas; Documentos exigidos da Corretora (pessoa jurídica): j) - os exigidos da pessoa física (a, b, c, d e e ), relativamente a seus diretores, gerentes ou administradores; Apresentação / Apresentação / Mercado / Localização / Exigências Legais e Específicas d) certificado de reservista; k) - cópia autenticada do Contrato Social ou Estatuto em vigor; e l) - certidão de arquivamento dos atos constitutivos da corretora no Registro Público de Empresas Mercantis e Atividades Afins da Unidade da Federação onde está sediada, pela qual comprove estar organizada segundo as leis brasileiras, preenchendo as exigências formais e legais pertinentes ao tipo societário. É obrigatório constar no Estatuto ou Contrato Social da corretora que o diretor-técnico, na sociedade por ações, ou sócio-gerente, na sociedade por cotas de responsabilidade limitada, seja corretor de seguros, devidamente habilitado e registrado na SUSEP, cabendo-lhe o uso do nome da empresa, relativamente aos atos sociais específicos de corretagem, em especial, a assinatura de propostas e de documentos encaminhados à SUSEP. 6

11 - Secretaria da Receita Federal (CNPJ); - Prefeitura do Município para obter o alvará de funcionamento; - Enquadramento na Entidade Sindical Patronal (a empresa ficará obrigada ao recolhimento anual da Contribuição Sindical Patronal). - Cadastramento junto à Caixa Econômica Federal no sistema Conectividade Social INSS/FGTS. Legislação Federal Aplicável - LEI Nº 4.594/64 - Regula a profissão de Corretor de Seguros; - DECRETO-LEI Nº 73/66 - Dispõe Sobre o Sistema Nacional de Seguros Privados, regula as operações de seguros e resseguros e dá outras providências; - DECRETO Nº /67 - Regulamenta o Decreto-lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, com as modificações introduzidas pelos Decretos-lei nº 168, de 15 de fevereiro de 1967, e nº 296, de 28 de fevereiro de 1967; Apresentação / Apresentação / Mercado / Localização / Exigências Legais e Específicas Para registro e legalização da Corretora, é recomendável a contratação de um Contador. Um contabilista habilitado poderá lhe auxiliar a elaborar os documentos constitutivos da empresa e realizar o registro junto a outros órgãos de controle: - DECRETO Nº /67 - Regulamenta os seguros obrigatórios previstos no artigo 20 do Decreto-lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, e dá outras providências; - DECRETO-LEI Nº 261/67 - Dispõe sobre as sociedades de capitalização e dá outras providências; - LEI Nº 6.194/74 - Dispõe sobre Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores devia Terrestre, ou por sua Carga, a Pessoas Transportadas ou 7

12 - DECRETO Nº /80 - Dispõe sobre a atualização dos valores monetários dos seguros obrigatórios a que se refere o Decreto nº , de 7 de dezembro de 1967; - LEI Nº 7.944/89 - Institui a Taxa de Fiscalização dos mercados de seguro, de capitalização e da previdência privada aberta, e dá outras providências; - LEI Nº / altera dispositivos do decreto-lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, da Lei n º 6.435, de 15 de julho de 1977, da Lei nº 5.627, de 1º de dezembro de 1970, e dá outras providências; - LEI COMPLEMENTAR Nº 109/ Dispõe sobre o Regime de Previdência Complementar e dá outras providências; - LEI COMPLEMENTAR Nº 126/ Dispõe sobre a política de resseguro, retrocessão e sua intermediação, as operações de co-seguro, as contratações de seguro no exterior e as operações em moeda estrangeira do setor securitário; altera o Decreto-Lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, e a Lei nº 8.031, de 12 de abril de 1990; e dá outras providências; Apresentação / Apresentação / Mercado / Localização / Exigências Legais e Específicas Não; - LEI Nº DE Institui o Código de Defesa do Consumidor. Resoluções SUSEP RESOLUÇÃO CNSP Nº 149, DE Estabelece Condições Mínimas para a Certificação Técnica de Empregados e Assemelhados, inclusive Prepostos, vinculados a Corretores de Seguros, e alteram dispositivos das Resoluções CNSP Nos 115, de 2004, e 60, de

13 5. Estrutura O espaço físico escolhido deve ser compatível com suas expectativas de trabalho atual e oferecer infraestrutura e condições que propiciem o seu desenvolvimento. Com base nestes pré-requisitos é possível dimensionar a área total a ser utilizada e o espaço reservado a cada setor. Estimamos que a instalação de uma corretora de pequeno possa ser instalada em uma sala comercial de cerca 40m². Dividida entre os seguintes ambientes: - Área Comercial - Com estações de trabalho para atendimento presencial a novos clientes e renovações. As estações de trabalho podem ser equipadas para a operação de telemarketing ativo e receptivo. - Área operacional serviços; - Administração planejamento e controle; - Sala de reuniões; O arranjo físico da sala deve basear-se em três princípios fundamentais, que são a inter-relação entre atividades o espaço disponível e o ajuste de equipamentos e áreas. 6. Pessoal O número de colaboradores irá variar de acordo com os ramos comercializados e o porte da carteira de clientes, podendo iniciar com um número mínimo de 01 corretor e 02 assistentes comerciais / prepostos. Pessoal RESOLUÇÃO CNSP Nº 179, DE Altera dispositivos das Resoluções CNSP Nos 115, de 6 de outubro de 2004, e 149, de 18 de julho de 2006, que tratam da certificação técnica dos empregados e assemelhados, de Sociedades Seguradoras, de Capitalização, Entidades Abertas de Previdência Complementar e Sociedades Corretoras de Seguros. Com o aumento da base de clientes e a necessidade de renovações de seguros, o número de assistentes comerciais, assim como o de corretores e prepostos, poderá aumentar para manter os atuais clientes e conseguir novos negócios. 9

14 O corretor de seguros poderá, em qualquer tempo, requerer o cancelamento da inscrição do seu preposto mediante simples comunicação, cabendo-lhe, ainda, recolher sua carteira e devolvê-la à SUSEP, junto com o respectivo requerimento. Em caso de procedimento irregular estará o preposto de corretor de seguros sujeito às sanções cabíveis previstas nas normas específicas, sem prejuízo de que seja adotado o mesmo procedimento com relação ao corretor de seguros que promoveu sua inscrição. O mercado de seguros depende fundamentalmente da confiança e credibilidade dos corretores e prepostos. É necessário treiná-los permanentemente para desenvolver competências em vendas e relacionamento. 7. Equipamentos Para iniciar uma empresa Corretora de Seguros, são necessários, os seguintes equipamentos e mobiliário: - adaptação da sala comercial (pintura paredes, teto, reforma do piso, instalações elétricas e de comunicações, instalação de divisórias e decoração) R$ 6.500,00; Pessoal / Equipamentos A SUSEP já iniciou o processo de regulamentação de prepostos. Pela nova determinação, o Corretor de Seguros poderá ter prepostos de sua livre escolha bem como designar, entre eles, o que o substitua nos impedimentos ou faltas. Os prepostos deverão ser registrados na SUSEP - mediante requerimento do Corretor e preenchimento dos requisitos exigidos, nos termos da RESOLUÇÃO CNSP Nº 149, DE armários, prateleiras, arquivos R$ 2.800,00; - cadeiras com rodízio (6) R$ 1.250,00; 10

15 - central telefônica (1) R$ 1.150,00; - estações de atendimento (3 posições) R$ 1.500,00 - fax e aparelhos telefônicos R$ 1.100,00; - impressora (1) R$ 400,00; - mesa de centro (1) R$ 600,00. - mesa de reuniões (1) R$ 1.200,00; - mesas (2) R$ 1.050,00; - microcomputador completo (4) R$ 6.000,00; - notebook (1) R$ 2.100,00; Pessoal / Equipamentos - cadeiras comuns (6) R$ 1.200,00; - poltronas para sala de espera (2) R$ 1.400,00. 11

16 A gestão de estoques no varejo é a procura do constante equilíbrio entre a oferta e a demanda. Este equilíbrio deve ser sistematicamente aferido através de, entre outros, os seguintes três importantes indicadores de desempenho: Giro dos estoques: o giro dos estoques é um indicador do número de vezes em que o capital investido em estoques é recuperado através das vendas. Usualmente é medido em base anual e tem a característica de representar o que aconteceu no passado. Obs.: Quanto maior for a freqüência de entregas dos fornecedores, logicamente em menores lotes, maior será o índice de giro dos estoques, também chamado de índice de rotação de estoques. Cobertura dos estoques: o índice de cobertura dos estoques é a indicação do período de tempo que o estoque, em determinado momento, consegue cobrir as vendas futuras, sem que haja suprimento. Nível de serviço ao cliente: o indicador de nível de serviço ao cliente para o ambiente do varejo de pronta entrega, isto é, aquele segmento de negócio em que o cliente quer receber a mercadoria, ou serviço, imediatamente após a escolha; demonstra o número de oportunidades de venda que podem ter sido perdidas, pelo fato de não existir a mercadoria em estoque ou não se poder executar o serviço com prontidão. Portanto, o estoque dos produtos deve ser mínimo, visando gerar o menor impacto na alocação de capital de giro. O estoque mínimo deve ser calculado levando-se em conta o número de dias entre o pedido de compra e a entrega dos produtos na sede da empresa. A matéria-prima de uma Corretora de Seguros é representada pelos produtos de seguros vendidos pelas seguradoras, e são intermediados para consumo de seus clientes. No Brasil, segundo classificação da SUSEP, existem 97 ramos de seguros agrupados em 16 grupos principais: 1. Patrimonial - Seguros contra incêndio, roubo de imóveis, bem como seguros compreensivos residenciais, condominiais e empresariais. 2. Riscos Especiais Seguros contra riscos de petróleo, nucleares e satélites. 3. Responsabilidades Seguros contra indenizações por danos materiais ou lesões corporais a terceiros por culpa involuntária do segurado. Pessoal / Equipamentos / Matéria Prima/Mercadoria 8. Matéria Prima/Mercadoria 4. Cascos (em run-off) Seguros contra riscos marítimos, aeronáuticos e de hangar. 5. Automóvel Seguros contra roubo e acidentes de carros de responsabilidade civil contra terceiros e DPVAT. 6. Transporte Seguros de transporte nacional e internacional e de responsabilidade civil de cargas do transportador e do operador. 12

17 8. Crédito (em run-off) Seguros de créditos a exportação e contra riscos comerciais e políticos. 9. Pessoas Coletivo Seguros coletivos de vida e acidentes pessoais, vida com cobertura para risco de sobrevivência prestamista e educacional. 10. Habitacional Seguros contra risco de morte e invalidez do devedor e de danos ao imóvel financiado. 11. Rural Seguros agrícola, pecuário, de floresta e de penhor rural. 12. Outros - Seguros no exterior e de sucursais de seguradoras no exterior. 13. Pessoa Individual Seguros individuais de vida e acidentes pessoais, vida com cobertura para risco de sobrevivência prestamista e educacional. 14. Marítimos Seguros compreensivos para operadores portuários, responsabilidade civil facultativa embarcações e marítimos. 15. Aeronáutico Seguros de responsabilidade civil facultativa para aeronaves, aeronáuticos, responsabilidade civil de hangar e responsabilidade de explorador ou transportador aéreo. 16. Saúde Seguro saúde. 9. Organização do Processo Produtivo O processo produtivo relacionado ao trabalho de corretor e de uma Corretora de Seguros pode ser classificado em 3 principais grupos: Relacionamento com as Seguradoras e Operações A corretora precisa conquistar a confiança das seguradoras para representar seus produtos e serviços, pois é dessa intermediação e dessas vendas que a corretora irá receber comissões para cobrir suas despesas e gerar lucro. O relacionamento com as seguradoras é uma atividade permanente e faz parte da vida da corretora. Ela envolve todo o trâmite de formulários, aprovações e liquidações referente aos seguros comercializados pelo corretor e pode ocorrer através de contato pessoal, telefone, internet, fax, e etc. Pessoal / Equipamentos / Matéria Prima/Mercadoria / Organização do Processo Produtivo 7. Riscos Financeiros Seguros diversos de garantia de contratos e de fiança locatícia. 13

18 Administrativo - Além dos processos descritos acima o corretor terá que se preocupar com as atividades relacionadas à gestão do empreendimento, incluindo: Controle de contas a pagar e receber, controle da folha de pagamento, relacionamento com bancos e prestadores de serviços (assessoria contábil, manutenção de equipamentos, etc.), desenvolvimento profissional, dentre outras. 10. Automação O corretor que inicia pode utilizar uma planilha Excel para controle de sua carteira de clientes (vencimentos, renovações, baixa automática, etc.) Com o crescimento dos negócios, é recomendável o uso de um sistema para gerenciamento de Corretoras de Seguros. Os softwares possibilitam o cadastro de clientes, fornecedores/seguradoras, produtos, corretores/vendedores, controla as vendas, agendamentos e acompanhamento das visitas aos clientes, registra sinistros, controle de valores a receber, controle de comissões a pagar aos corretores/vendedores, comissões a receber das seguradoras, serviço de mala-direta para clientes e potenciais clientes, cadastro de móveis e equipamentos, controle de contas a pagar e a receber, fluxo de caixa, fechamento de caixa, folha de pagamento e etc. O mercado oferece boas opções de aplicativos para este segmento, dentre eles: Pessoal / Equipamentos / Matéria Prima/Mercadoria / Organização do Processo Produtivo / Automação Vendas e Relacionamento com Clientes prospectar clientes, demonstrar os benefícios dos produtos e fechar vendas é a base do negócio da corretora. Manter clientes satisfeitos, dispostos a renovarem os seguros e manterem seus planos constitui-se na razão de ser da corretora, pois só assim que ela garantirá sua existência. O cadastro de clientes reúne o histórico do relacionamento com cada cliente da corretora e é a fonte para a fidelização e ampliação dos negócios. Os cadastros indicam o potencial que cada cliente representa para a corretora e fornecem os dados para ações de pós-venda e manutenção da clientela. Gerenciador de Seguros - VS Ultimate IT Website: 14

19 Website: SegFlex - Software para Corretoras de Seguros Website: 11. Canais de Distribuição O corretor independente e a corretora de seguros são os canais de distribuição das Companhias seguradoras. A força de vendas das corretoras são os corretores de seguros, prepostos e assistentes comerciais, que realizam o fechamento de negócios através de visitas, contatos telefônicos, , etc., com seus clientes. 12. Investimento O investimento requerido para iniciar uma pequena corretora de seguros pode variar de acordo com estrutura física das instalações do escritório do Corretor Independente / Corretora de Seguros, clientes atendidos, ramos especializados, etc. Por esta razão sugerimos a elaboração de um Plano de Negócio, onde os recursos necessários, em função dos objetivos estabelecidos, poderão ser determinados. (vide modelo disponível em: ident_unico=1440). De uma maneira geral podemos afirmar que o investimento inicial compreende todo o capital empregado para iniciar e viabilizar o negócio até o momento de sua autosustentação. Pode ser divididos em: Canais de Distribuição / Investimento SOHO - Gerenciamento de Seguros - investimentos pré-operacionais são todos os gastos ou despesas realizadas com certificações, projetos, pesquisas, registro da empresa, honorários profissionais e outros antes de se iniciar as atividades da empresa; - investimento fixo compreende o capital empregado na compra de imóveis, equipamentos, móveis, utensílios, instalações, reformas etc.; 15

20 Estimamos que para iniciar uma pequena Corretora de Seguros, o empreendedor deverá dispor de aproximadamente R$ ,00 para fazer frente aos seguintes itens de investimento: Investimentos pré-operacionais: - Despesas com habilitações e certificações (Cursos Preparatórios para Exames para Habilitação de Corretores de Seguros) R$ 4.500,00 - Despesas de registro da empresa, honorários profissionais, taxas etc.- R$ 5.000,00; Investimento Fixo - Equipamentos e mobiliário R$ ,00; - Adaptação de uma sala comercial 6.500,00; Capital de giro Para suportar o negócio nos primeiros meses de atividade R$ , Capital de Giro Capital de giro é o montante de recursos financeiros que a empresa precisa manter para garantir fluidez dos ciclos de caixa. O capital de giro funciona com uma quantia imobilizada no caixa (inclusive banco) da empresa para suportar as oscilações de caixa. O capital de giro é regulado pelos prazos praticados pela empresa, são eles: prazos médios recebidos de fornecedores (PMF); prazos médios de estocagem (PME) e prazos médios concedidos a clientes (PMCC). Quanto maior o prazo concedido aos clientes e quanto maior o prazo de estocagem, maior será sua necessidade de capital de giro. Portanto, manter estoques mínimos regulados e saber o limite de prazo a conceder ao cliente pode melhorar muito a necessidade de imobilização de dinheiro em caixa. Se o prazo médio recebido dos fornecedores de matéria-prima, mão- de-obra, aluguel, Canais de Distribuição / Investimento / Capital de Giro - capital de giro inicial é o capital necessário para suportar todos os gastos e despesas iniciais, geradas pela atividade produtiva da empresa. Destinam-se a viabilizar as compras iniciais, pagamento de salários nos primeiros meses de funcionamento, impostos, taxas, honorários de contador, dentre outros gastos. 16

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