Agência de Propaganda

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Agência de Propaganda"

Transcrição

1 Agência de Propaganda Um assinante do Consultor Municipal fez a seguinte consulta: As empresas de propaganda e marketing são consideradas agências? E qual seria a base de cálculo do ISS? Por ser um assunto de interesse geral da fiscalização tributária dos Municípios, transcrevo a resposta com a minha opinião sobre a matéria. Conceito jurídico: A Lei nº 4.680/65 disciplina a profissão de Publicitário e de Agenciador de Propaganda, e o Decreto nº /66 regulamenta a execução da referida Lei. Com base nesses documentos legais, temos as seguintes definições: Propaganda - qualquer forma remunerada de difusão de ideias, mercadorias, produtos ou serviços, por parte de um anunciante identificado. Publicitário profissional pessoa física que, em caráter regular e permanente, exerça funções de natureza técnica da especialidade, nas agências de propaganda, nos veículos de divulgação, ou em quaisquer empresas nas quais se produza propaganda. Agência de Propaganda - pessoa jurídica especializada nos métodos, na arte e na técnica publicitários, que, através, de profissionais ao seu serviço, estuda, concebe, executa e distribui propaganda aos Veículos de Divulgação, por ordem e conta de clientes anunciantes, com o objetivo de promover a venda de mercadorias, produtos e serviços, difundir idéias ou informar o público a respeito de organizações ou instituições a que servem. Veículos de Divulgação - quaisquer meios de comunicação visual ou auditiva capazes de transmitir mensagens de propaganda ao público, desde que reconhecidos pelas entidades e órgãos de classe, assim considerados as associações civis locais e regionais de propaganda bem como os sindicatos de publicitários. Com base nas definições acima, observa-se que as agências de propaganda atuam por ordem e conta dos anunciantes. Nos termos do art. 710 do Código Civil, pelo contrato de agência uma pessoa assume, em caráter não eventual e sem vínculo de dependência, a obrigação de promover, à conta de outra, a realização de certos negócios mediante retribuição. O agente assemelha-se ao representante comercial, tendo uma atividade de intermediação, mas agindo em prol de quem o agenciou e de acordo com as instruções deste recebidas. Diferente, portanto, de um corretor, que atua na aproximação de pessoas, mas sem representar nenhuma das partes.

2 Receita da Agência de Propaganda: O agente, ou o representante, aufere uma comissão pelos serviços prestados. No caso específico de agência de propaganda, além da comissão recebida do agenciador, aquele que anuncia, é de praxe receber uma taxa de desconto oferecida pelos veículos de divulgação. Somente os agenciadores ou agências de propaganda podem receber essa taxa de desconto, sendo proibido o seu pagamento diretamente ao anunciante. Denomina-se Desconto Padrão de Agência, ou simplesmente Desconto Padrão, a remuneração auferida pela Agência pelos serviços de concepção, execução e distribuição de propaganda, por ordem e conta do anunciante. Os serviços de propaganda serão prestados pela Agência mediante contratação, fixando-se os honorários e obrigações de reembolso das despesas previamente autorizadas. Correm por conta da Agência os custos dos serviços internos e os decorrentes de pesquisas de mercado, auditoria de circulação e controle de mídia. Todas as demais despesas serão de responsabilidade do anunciante, de acordo com o orçamento previamente aprovado. Nos casos de serviços prestados por terceiros e de fornecimento de suprimentos, o anunciante pagará à Agência, a título de honorários, um percentual de 15% sobre a despesa total. Quando, porém, a responsabilidade da Agência limitar-se exclusivamente à contratação ou pagamento dos serviços e de suprimentos fornecidos, o anunciante pagará à Agência uma comissão de 5% a 10% sobre o total pago a terceiros. Como alternativa a esse conjunto de pagamentos, denominado de Desconto Padrão de Agência, podem o anunciante e a agência ajustar por escrito o pagamento de honorários de valor fixo, ou fee, que poderá ser cumulativo ou alternativo à remuneração decorrente do Desconto Padrão da Agência. O fee poderá abranger os trabalhos desenvolvidos pela Agência de produção externa ou interna e outros trabalhos eventuais e excepcionais, tais como de relações públicas, assessoria de imprensa etc. Em geral, a Agência é depositária dos valores a serem pagos aos Veículos de Divulgação, recebidos dos anunciantes. Deste modo, embora a fatura seja emitida em nome do anunciante, quem efetua o pagamento é a Agência, depositária do recurso. Havendo Desconto Padrão a ser pago à Agência, o Veículo de Divulgação poderá, mediante consentimento expresso do anunciante, repassar diretamente esse Desconto à Agência e emitir a fatura contra o anunciante pelo valor líquido, isto é, já abatido do Desconto Padrão. As receitas das Agências de Propaganda estão definidas nas Normas-Padrão das Atividades Publicitárias, do Conselho Executivo de Normas-Padrão CENP -. Abaixo, destacamos algumas:

3 2.4. O Anunciante é titular do crédito concedido pelo Veículo para a aquisição do espaço, tempo ou serviço em seu nome adquirido, permanecendo nessa qualidade como o responsável pelo pagamento do mesmo junto ao Veículo. O faturamento do Veículo será sempre emitido contra o Anunciante aos cuidados da Agência, que efetua a cobrança e já retém seu desconto a título de "Del Credere", pagando ao Veículo o valor líquido da operação no prazo estabelecido A Agência responde perante o Veículo pelos valores recebidos do Cliente e àquele devido Quando, excepcionalmente - mediante prévio e expresso ajuste entre Anunciante, Agência e Veículo - o pagamento ao Veículo for efetuado diretamente pelo Anunciante, este o fará pelo valor bruto da fatura. Neste caso, o Veículo deverá creditar à Agência o "desconto de Agência", deduzidos os tributos e encargos sociais que incidirem sobre a operação Quando, excepcionalmente - mediante prévio e expresso ajuste entre Anunciante, Agência e Veículo - o pagamento ao Veículo for efetuado diretamente através do Anunciante pelo valor líquido, caberá ao Anunciante transferir à Agência o valor do "desconto de Agência" já concedido pelo Veículo Toda Agência que alcançar as metas de qualidade estabelecidas pelo CENP, comprometendo-se com os custos e atividades a estas relacionados, habilitar-se-á ao recebimento de "Certificado de Qualificação Técnica", conforme o art. 17 inciso I alínea "f" do Decreto nº 57690/66, e fará jus ao "desconto de Agência" não inferior a 20% (vinte por cento) sobre o valor dos negócios que encaminhar ao Veículo por conta e ordem de seus Clientes Os serviços e os suprimentos externos terão o seu custo orçado junto a Fornecedores especializados, selecionados pela Agência ou indicados pelo Anunciante. O Cliente deverá pagar à Agência "honorários" de até 15% (até quinze por cento) sobre o valor dos serviços e suprimentos contratados com quaisquer Fornecedores Sobre o valor das faturas de serviços de veiculação que tenham sido contemplados com o "desconto de Agência" não incidirão os honorários de que trata o item destas NORMAS-PADRÃO Quando a responsabilidade da Agência limitar-se exclusivamente à contratação ou pagamento do serviço ou suprimento, sobre o valor respectivo o Anunciante pagará à Agência "honorários de, no mínimo, 5% (cinco por cento) e, no máximo, 10% (dez por cento) Como alternativa à remuneração através do "desconto de Agência", é facultada a contratação de serviços de Agência de publicidade através de "fees" ou "honorários de valor fixo", a ser ajustada por escrito entre Anunciante e Agência, respeitado o disposto no item 2.8 destas NORMAS-PADRÃO Pela intermediação da venda de espaço/tempo ou serviços, o Agenciador Autônomo fará jus a uma comissão de até 20% (até vinte por cento), que lhe será paga pelo Veículo após a liquidação da respectiva fatura pelo Anunciante.

4 5.2. Ficará a critério de cada Veículo estipular o percentual de comissão devida a Agenciadores dentro do limite estabelecido no item 5.1 destas NORMAS- PADRÃO. Como se vê, a Agência de Propaganda aufere receita tanto do lado do Anunciante quanto do lado do Veículo de Divulgação. Em resumo, a receita efetiva da Agência poderá ser composta: A) Honorários de até 15% sobre os serviços de terceiros e fornecedores de materiais contratados pela Agência em nome do anunciante, conforme orçamento previamente aprovado; ou B) Um valor previamente fixado, denominado de fee ; C) Pela intermediação da venda de espaço, tempo ou serviços do Veículo de Divulgação, uma comissão de até 20% do valor pago pelo Anunciante. Ademais, geralmente as despesas da Agência relativas a transporte, viagem e alimentação são reembolsadas pelo anunciante. Incidência do ISS: O ISS incide sobre os honorários e comissões recebidos do anunciante e sobre a comissão paga pelo Veículo de Divulgação. Não sofre incidência do imposto os ressarcimentos de despesas da Agência reembolsadas pelo anunciante. O recebimento de reembolso deve ser comprovado mediante recibo e não por nota fiscal de serviços, por não se tratar de prestação de serviços. A legislação dos Municípios deveria exigir a obrigatoriedade de emissão de nota fiscal de serviços pela Agência, em relação aos honorários e comissões recebidos do anunciante, e, também, nota fiscal de serviços em relação a comissão auferida pela intermediação da venda de espaço/tempo/serviço, paga pelo Veículo de Divulgação. Em tais notas fiscais de serviço, a Agência registraria a descrição do serviço prestado, e, somente para melhor identificação, informar a origem do serviço, o respectivo montante da verba total aplicada pelo anunciante e a data do contrato que deu origem à receita. Em outras palavras, o valor total da nota fiscal seria exatamente aquele a ser tributado. Por se tratar de serviço cujo local de incidência é o estabelecimento do prestador, a exigência de o Veículo de Divulgação reter o ISS na fonte seria imprópria, pois o estabelecimento prestador da Agência pode não estar localizada no mesmo Município onde se localiza o Veículo de Divulgação. A Fiscalização Municipal deve orientar-se na análise dos contratos firmados entre a Agência e o Anunciante, nos quais estão claramente identificadas as receitas e obrigações do Agente.

5 Enquadramento na lista: A lista de serviços anexa à Lei Complementar n. 116/03 faz referência à propaganda e publicidade em dois itens: Agenciamento de publicidade e propaganda, inclusive o agenciamento de veiculação por quaisquer meios Propaganda e publicidade, inclusive promoção de vendas, planejamento de campanhas ou sistemas de publicidade, elaboração de desenhos, textos e demais materiais publicitários. O subitem encontra-se no gênero de serviços de intermediação e congêneres. O subitem encontra-se no gênero de serviços de apoio técnico, administrativo, jurídico, contábil, comercial e congêneres. Neste sentido, as receitas de comissões, provenientes do desconto concedido pela mídia são receitas de intermediação e devem ser enquadradas no subitem Já em relação às receitas de honorários que são pagos pelo Anunciante, estas deveriam ser enquadradas no subitem E da mesma forma, se a receita for um valor único negociado com o Anunciante. Roberto A. Tauil Setembro de 2012.

Por Antonio Carlos Freitas Souza e Guilherme Saccomani 25/06/14 1

Por Antonio Carlos Freitas Souza e Guilherme Saccomani 25/06/14 1 Por Antonio Carlos Freitas Souza e Guilherme Saccomani 25/06/14 1 Conteúdo I. INTRODUÇÃO 3 II. DEFINIÇÕES 4 III. PEDIDO DE INSERÇÃO - PI 6 IV. COMISSÃO RECEITA DA AGÊNCIA DE PUBLICIDADE V. REPASSE 9 VI.

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 151 - Data 17 de junho de 2015 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: SIMPLES NACIONAL SIMPLES NACIONAL. AGÊNCIAS DE PROPAGANDA E PUBLICIDADE.

Leia mais

A Instrução Nº 1. - Sindicato dos Agenciadores de Publicidade e Trabalhadores em Empresas de Publicidade de São Paulo

A Instrução Nº 1. - Sindicato dos Agenciadores de Publicidade e Trabalhadores em Empresas de Publicidade de São Paulo A Instrução Nº 1 A Instrução Nº 1 FEBRASP - Federação Brasileira de Publicidade ABAP - Associação Brasileira de Agências de Propaganda - Sindicato dos Agenciadores de Publicidade e Trabalhadores em Empresas

Leia mais

-Verba Publicitária -Implantação, Execução, Controle e

-Verba Publicitária -Implantação, Execução, Controle e -Verba Publicitária -Implantação, Execução, Controle e Avaliação UNIBAN Unidade Marte Disciplina: Planejamento de Campanha Prof. Me. Francisco Leite Aulas: 22.09.2011 A verba publicitária -Anunciante A

Leia mais

Nova Lei de Contratação de Serviços de Publicidade Lei Federal nº 12.232/10

Nova Lei de Contratação de Serviços de Publicidade Lei Federal nº 12.232/10 PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS Secretaria Municipal de Gestão e Controle Departamento de Auditoria Nova Lei de Contratação de Serviços de Publicidade Lei Federal nº 12.232/10 LEI FEDERAL 12.232, DE 29

Leia mais

TRANSPARÊNCIA E RIGOR NA NOVA LEI DE LICITAÇÕES DA PUBLICIDADE DE ÓRGÃO PÚBLICO

TRANSPARÊNCIA E RIGOR NA NOVA LEI DE LICITAÇÕES DA PUBLICIDADE DE ÓRGÃO PÚBLICO TRANSPARÊNCIA E RIGOR NA NOVA LEI DE LICITAÇÕES DA PUBLICIDADE DE ÓRGÃO PÚBLICO Por João Luiz Faria Netto A nova lei conta com normas principais e obrigatórias para a contratação de agências de publicidade

Leia mais

Considerando, Estas NORMAS-PADRÃO DA ATIVIDADE PUBLICITÁRIA devem ser aplicadas tanto no espírito como na letra.

Considerando, Estas NORMAS-PADRÃO DA ATIVIDADE PUBLICITÁRIA devem ser aplicadas tanto no espírito como na letra. DO RELACIONAMENTO COMERCIAL ENTRE ANUNCIANTES, AGÊNCIAS DE PUBLICIDADE E VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO, FRENTE À LEI 4680/65 E AOS DECRETOS 57690/66 E 2262/97 Considerando, a) que Anunciantes, Agências e Veículos

Leia mais

SERVIÇOS DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA

SERVIÇOS DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA PARECER QUANTO A DEDUTIVIDADE DA BASE DE CÁLCULO, BEM COMO DA EMISSÃO DE NOTAS FISCAIS PELOS TERCEIROS VINCULADOS AOS SERVIÇOS DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA Na caracterização da atividade de publicidade

Leia mais

Publicidade Legal x Publicidade Institucional

Publicidade Legal x Publicidade Institucional Aperfeiçoamento em Licitações Públicas e Contratos Administrativos Módulo 6: Contratação de serviços de publicidade Edinando Brustolin Graduado e mestre em Direito pela UFSC. Assessor jurídico da Federação

Leia mais

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ FECOMÉRCIO/PARANÁ SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO SESC/PARANÁ SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC/PARANÁ

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ FECOMÉRCIO/PARANÁ SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO SESC/PARANÁ SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC/PARANÁ FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ FECOMÉRCIO/PARANÁ SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO SESC/PARANÁ SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC/PARANÁ CONCORRÊNCIA 12/2012 OBJETO: CONTRATAÇÃO DE AGÊNCIA DE PUBLICIDADE

Leia mais

CARTILHA PARA CONDOMINIOS DAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS DOS CONDOMÍNIOS SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

CARTILHA PARA CONDOMINIOS DAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS DOS CONDOMÍNIOS SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CARTILHA PARA CONDOMINIOS DAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS DOS CONDOMÍNIOS SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Os condomínios comerciais e residenciais devem proceder à retenção e o recolhimento do Imposto Sobre Serviços

Leia mais

NORMAS DE DILIGÊNCIA TÉCNICA DE VERIFICAÇÃO:

NORMAS DE DILIGÊNCIA TÉCNICA DE VERIFICAÇÃO: NORMAS DE DILIGÊNCIA TÉCNICA DE VERIFICAÇÃO: NORMAS DE DILIGÊNCIA TÉCNICA DE VERIFICAÇÃO: Considerando: - A Lei nº 12.232/10 estabelece no seu art. 4º que, para participar de licitações públicas, as agências

Leia mais

LEI Nº. 845/2014 DE 14 DE MAIO DE 2014. O PREFEITO MUNICIPAL DE VÁRZEA ALEGRE, no uso de suas atribuições legais e em pleno exercício do cargo;

LEI Nº. 845/2014 DE 14 DE MAIO DE 2014. O PREFEITO MUNICIPAL DE VÁRZEA ALEGRE, no uso de suas atribuições legais e em pleno exercício do cargo; LEI Nº. 845/2014 DE 14 DE MAIO DE 2014. Projeto de Lei que estabelece normas para acompanhamento fiscal do ISS, relativo as operações efetuadas com cartões de crédito e de débito, e dá outras providências.

Leia mais

Se não tem respeito, não tem negócio

Se não tem respeito, não tem negócio Se não tem respeito, não tem negócio O que faz o CENP Centro Referencial de informações sobre as normas regentes das relações comerciais da publicidade brasileira AUTORREGULAÇÃO É prática de CIDADANIA

Leia mais

LEI Nº 2465/2013 SÚMULA: II 15.01, no caso da prestação dos serviços de administração de cartão de crédito ou débito e congêneres;

LEI Nº 2465/2013 SÚMULA: II 15.01, no caso da prestação dos serviços de administração de cartão de crédito ou débito e congêneres; LEI Nº 2465/2013 SÚMULA: Estabelece normas de incidência do ISS, relativas às operações efetuadas com cartões de crédito e de débito, e dá outras providências. AUTORIA: Poder Executivo A Câmara Municipal

Leia mais

VALE-TRANSPORTE. São beneficiários do vale-transporte os trabalhadores em geral, tais como:

VALE-TRANSPORTE. São beneficiários do vale-transporte os trabalhadores em geral, tais como: VALE-TRANSPORTE 1. Introdução O vale-transporte foi instituído pela Lei nº 7.418 de 16.12.85, regulamentada pelo Decreto nº 92.180/85, revogado pelo de nº 95.247, de 17.11.87, consiste em benefício que

Leia mais

PROJETO BÁSICO AGÊNCIA DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA

PROJETO BÁSICO AGÊNCIA DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA PROJETO BÁSICO AGÊNCIA DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA Projeto Básico da Contratação de Serviços: Constitui objeto do presente Projeto Básico a contratação de empresa especializada em serviços de comunicação

Leia mais

PROJETO BÁSICO AGÊNCIA DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA

PROJETO BÁSICO AGÊNCIA DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA PROJETO BÁSICO AGÊNCIA DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA Projeto Básico da Contratação de Serviços: Constitui objeto do presente Projeto Básico a contratação de empresa especializada em serviços de comunicação

Leia mais

Lei 4.680/65 e decretos relacionados. Lei nº 4.680 de 18 de junho de 1965

Lei 4.680/65 e decretos relacionados. Lei nº 4.680 de 18 de junho de 1965 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO Curso de Comunicação Social Publicidade e Propaganda Ética e Legislação em Publicidade e Propaganda Profª. Cláudia Holder Lei 4.680/65 e decretos relacionados Lei nº

Leia mais

PUBLICADO NO ÓRGÃO OFICIAL DO MUNICÍPIO Nº 1750 DO DIA 06/08/2012.

PUBLICADO NO ÓRGÃO OFICIAL DO MUNICÍPIO Nº 1750 DO DIA 06/08/2012. PUBLICADO NO ÓRGÃO OFICIAL DO MUNICÍPIO Nº 1750 DO DIA 06/08/2012. DECRETO N 1426/2012 Regulamenta a entrega da Declaração Mensal de Serviços Eletrônica por prestadores e tomadores de serviços e dá outras

Leia mais

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas)

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas) 1. Contexto operacional O CLUBE DE INVESTIMENTO CAPITAL SEGURO ( Clube ) constituído por número limitado de cotistas que tem por objetivo a aplicação de recursos financeiros próprios para a constituição,

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2011

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2011 CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2011 Orientações Básicas INFORMAÇÕES GERAIS PESSOA JURÍDICA 1) DCTF : (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais) ATENÇÃO! Apresentação MENSAL obrigatória pelas Pessoas

Leia mais

TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO APLUBCAP ECO 2.1 MODALIDADE DADE INCENTIVO PAGAMENTO ÚNICO CONDIÇÕES GERAIS

TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO APLUBCAP ECO 2.1 MODALIDADE DADE INCENTIVO PAGAMENTO ÚNICO CONDIÇÕES GERAIS TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO APLUBCAP ECO.1 I INFORMAÇÕES INICIAIS SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: APLUB CAPITALIZAÇÃO S. A. CNPJ: 88.076.30/0001-94 APLUBCAP ECO.1 MODALIDADE: INCENTIVO PROCESSO SUSEP Nº: 15414.0055/011-47

Leia mais

PROJETO BÁSICO PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ACADÊMICOS NA ÁREA DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

PROJETO BÁSICO PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ACADÊMICOS NA ÁREA DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA PROJETO BÁSICO PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ACADÊMICOS NA ÁREA DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA IMPLEMENTAÇÃO DE PROJETO DE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO LATU SENSO EM EFICIÊNCIA ENERGÉTICA PARA COMPOR O PROGRAMA DE EFICIÊNCIA

Leia mais

O trabalho do tradutor e a lei

O trabalho do tradutor e a lei O trabalho do tradutor e a lei Danilo Nogueira Kelli Semolini 2013 Danilo Nogueira e Kelli Semolini 1ª edição, Agosto de 2013 Copie e distribua a vontade, desde que mantenha os nomes dos autores e todo

Leia mais

O que é associação sem fins lucrativos? Como constituir e como é tributada?

O que é associação sem fins lucrativos? Como constituir e como é tributada? O que é associação sem fins lucrativos? Como constituir e como é tributada? Parecer: I - Conceitos e objetivos: Associação Sem Fins Lucrativos: Associação é uma entidade de direito privado, dotada de personalidade

Leia mais

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas)

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas) 1. Contexto operacional O CLUBE DE INVESTIMENTO COPACABANA ( Clube ) constituído por número limitado de cotistas que tem por objetivo a aplicação de recursos financeiros próprios para a constituição, em

Leia mais

Empresa Júnior constitui ou não Instituição de Educação?

Empresa Júnior constitui ou não Instituição de Educação? 1 Sumário I. Introdução... 3 II. Empresa Júnior constitui ou não Instituição de Educação?... 3 III. As Imunidades Tributárias das Empresas Juniores... 4 IV. Incidência de Tributos sobre Empresas Juniores:...

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2013

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2013 CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2013 INFORMAÇÕES GERAIS Pessoa Jurídica Lucro Real Tributação com base no lucro efetivo demonstrado através do livro diário de contabilidade (obrigatório) 1. Empresas obrigadas à apuração

Leia mais

Art. 3º - Além do serviço de Agenciamento de Viagens, o instrumento convocatório poderá prever, justificadamente, outros serviços correlatos.

Art. 3º - Além do serviço de Agenciamento de Viagens, o instrumento convocatório poderá prever, justificadamente, outros serviços correlatos. Campinas, 12 de março de 2015. Of. 18.222 O.E. Sr. Edner Mabeline LNX TRAVEL VIAGENS E TURISMO EIRELE Assunto: Esclarecimentos Pregão Presencial NLP 003/2015 Prezados Senhores, Em resposta à solicitação

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Retenção INSS por Contribuinte Individual

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Retenção INSS por Contribuinte Individual 12/05/2016 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas Pelo Cliente... 3 3. Análise da Legislação... 4 3.1 Instrução Normativa RFB nº 971, de 13 de novembro de 2009... 4 3.2 Exemplo

Leia mais

Lei do Audiovisual IN 81 de 2008.

Lei do Audiovisual IN 81 de 2008. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 81, DE 28 DE OUTUBRO DE 2008. Estabelece procedimentos sobre a apresentação de relatórios de gestão e prestação de contas em Programas Especiais de Fomento. A DIRETORIA COLEGIADA

Leia mais

Atenção: Empréstimos ao projeto não constituem receitas, por favor mencione-os no saldo consolidado NOTA 5.

Atenção: Empréstimos ao projeto não constituem receitas, por favor mencione-os no saldo consolidado NOTA 5. GUIA para o Relatório de auditoria 1. Generalidades - Forma jurídica da entidade responsável do projeto (estatutos, personalidade jurídica, representantes legais etc.) NOTA 1. - Organização interna (organograma

Leia mais

ASSUNTO: ESCLARECIMENTOS QUANTO À CONCORRÊNCIA Nº 02/2014

ASSUNTO: ESCLARECIMENTOS QUANTO À CONCORRÊNCIA Nº 02/2014 Brasília, 7 de agosto de 2014 ASSUNTO: ESCLARECIMENTOS QUANTO À CONCORRÊNCIA Nº 02/2014 Prezados Senhores, Em resposta a questionamentos formulados pelas licitantes no âmbito da Concorrência Publica nº

Leia mais

Factoring - Fomento Mercantil

Factoring - Fomento Mercantil 1.Considerações Iniciais Factoring - Fomento Mercantil A expressão factoring é de origem anglo-latina, cujo radical latino factor significa fomento mercantil e tem por finalidade expandir a capacidade

Leia mais

Decreto n.º 57.690, de 1.º de fevereiro de 1966

Decreto n.º 57.690, de 1.º de fevereiro de 1966 Decreto n.º 57.690, de 1.º de fevereiro de 1966 Regulamenta a execução da Lei 4.680, de 18 do junho de 1965. O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o artigo 87, item I, da Constituição

Leia mais

SOLUÇÃO DE CONSULTA SF/DEJUG nº 23, de 19 de setembro de 2014.

SOLUÇÃO DE CONSULTA SF/DEJUG nº 23, de 19 de setembro de 2014. SOLUÇÃO DE CONSULTA SF/DEJUG nº 23, de 19 de setembro de 2014. ISS. Associação sem fins lucrativos. Serviços prestados a associados e não associados. Intermediação de recebimento de honorários médicos.

Leia mais

EXTRATO DO CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS CUMULADO COM CORRESPONDENTE DE MICROSSEGUROS SEGUROS

EXTRATO DO CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS CUMULADO COM CORRESPONDENTE DE MICROSSEGUROS SEGUROS EXTRATO DO CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS CUMULADO COM CORRESPONDENTE DE MICROSSEGUROS SEGUROS TOKIO MARINE SEGURADORA S.A., inscrita no CNPJ sob o número 33.164.021/0001-00 pessoa jurídica de direito

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Notas no valor total da prestação dos serviços emitida por agência de viagens na tributação do ISS

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Notas no valor total da prestação dos serviços emitida por agência de viagens na tributação do ISS Parecer Consultoria Tributária Segmentos Notas no valor total da prestação dos serviços emitida por agência de 06/10/2015 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas pelo Cliente...

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 003/DIR/2013

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 003/DIR/2013 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 003/DIR/2013 ESTABELECE NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA O PAGAMENTO DE SERVIÇOS PRESTADOS POR PESSOA FÍSICA, EM CARÁTER EVENTUAL, POR MEIO DE RECIBO DE PAGAMENTO A CONTRIBUINTE INDIVIDUAL

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Demonstrativo de Preço de transferência - Transfer Pricing consolidado na matriz

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Demonstrativo de Preço de transferência - Transfer Pricing consolidado na matriz Demonstrativo de Preço de transferência - Transfer Pricing consolidado na matriz 18/12/2013 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas pelo Cliente... 3 3. Análise da Consultoria...

Leia mais

Niterói Administradora de Imóveis S/A. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes

Niterói Administradora de Imóveis S/A. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes Niterói Administradora de Imóveis S/A Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes Em 30 de Junho de 2007 e em 31 de Dezembro de 2006, 2005 e 2004 Parecer dos auditores independentes

Leia mais

RESOLUÇÃO CGPC Nº XX - MINUTA V.1_SPC, 30ABR2009. Quadro Comparativo

RESOLUÇÃO CGPC Nº XX - MINUTA V.1_SPC, 30ABR2009. Quadro Comparativo RESOLUÇÃO CGPC Nº XX - MINUTA V.1_SPC, 30ABR2009 Quadro Comparativo O PRESIDENTE DO CONSELHO DE GESTÃO DA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR, no uso das atribuições que lhe conferem os artigos 5º, 18 e 74 da Lei

Leia mais

TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO ZURICHCAP INCENTIVO Nº 07 PU I07 MODALIDADE INCENTIVO PAGAMENTO ÚNICO CONDIÇÕES GERAIS

TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO ZURICHCAP INCENTIVO Nº 07 PU I07 MODALIDADE INCENTIVO PAGAMENTO ÚNICO CONDIÇÕES GERAIS DA ZURICHCAP INCENTIVO Nº 07 PU I07 I INFORMAÇÕES INICIAIS SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: ZURICH BRASIL CAPITALIZAÇÃO S/A. CNPJ: 17.266.009/0001-41 MODALIDADE: INCENTIVO PROCESSO SUSEP Nº: II - GLOSSÁRIO

Leia mais

Produto BNDES Exim Pós-embarque Normas Operacionais. Linha de Financiamento BNDES Exim Automático

Produto BNDES Exim Pós-embarque Normas Operacionais. Linha de Financiamento BNDES Exim Automático Produto BNDES Exim Pós-embarque Normas Operacionais Classificação: Ostensivo Linha de Financiamento BNDES Exim Automático Capítulo I - REGULAMENTO 1. OBJETIVO Apoiar, na fase pós-embarque, a comercialização,

Leia mais

PUBLICIDADE INSTITUCIONAL E A CONTRATAÇÃO LEGAL DOS SERVIÇOS PUBLICITÁRIOS. Paulo Gomes de Oliveira Filho Advogados Associados

PUBLICIDADE INSTITUCIONAL E A CONTRATAÇÃO LEGAL DOS SERVIÇOS PUBLICITÁRIOS. Paulo Gomes de Oliveira Filho Advogados Associados PUBLICIDADE INSTITUCIONAL E A CONTRATAÇÃO LEGAL DOS SERVIÇOS PUBLICITÁRIOS I DISPOSIÇÕES GERAIS 1 Normais legais e convencionais que regulam as licitações e as contratações de serviços publicitários: Normas

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 004/DIR/2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 004/DIR/2011 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 004/DIR/2011 ESTABELECE NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA O PAGAMENTO DE SERVIÇOS PRESTADOS POR PESSOA FÍSICA, EM CARÁTER EVENTUAL, POR MEIO DE RECIBO DE PAGAMENTO A CONTRIBUINTE INDIVIDUAL

Leia mais

Enquadramento Fiscal dos Advogados em. sede de IRS, IVA e segurança social

Enquadramento Fiscal dos Advogados em. sede de IRS, IVA e segurança social Enquadramento Fiscal dos Advogados em sede de IRS, IVA e segurança social Fiscalidade IVA / IRS / Segurança social Março 2015 1 IAE -Instituto dos Advogados de Empresa da Ordem dos Advogados 1 Formas de

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 306 1

LEI COMPLEMENTAR Nº 306 1 LEI COMPLEMENTAR Nº 306 1 Institui hipótese de responsabilidade pelo pagamento do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE. Faço

Leia mais

NORMAS-PADRÃO DA ATIVIDADE PUBLICITÁRIA 7º EDIÇÃO - JANEIRO 2003

NORMAS-PADRÃO DA ATIVIDADE PUBLICITÁRIA 7º EDIÇÃO - JANEIRO 2003 NORMAS-PADRÃO DA ATIVIDADE PUBLICITÁRIA 7º EDIÇÃO - JANEIRO 2003 Considerando, Do relacionamento comercial entre Anunciantes, Agências de Publicidade e Veículos de Comunicação frente à Lei 4.680/65 e aos

Leia mais

VEJA AQUI, DE QUE FORMA: DEDUTIBILIDADE DE IMPOSTO DE RENDA DAS SOCIEDADES DOADORAS PARA OSCIPS:

VEJA AQUI, DE QUE FORMA: DEDUTIBILIDADE DE IMPOSTO DE RENDA DAS SOCIEDADES DOADORAS PARA OSCIPS: FAÇA UMA DOAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA (IRPJ) DE SUA EMPRESA AO ESPORTE CLUBE 2014 ( OSCIP- ORGANIZAÇÃO SOCIAL DE INTERESSE PÚBLICO) CNPJ 09.146.936/0001-08 QUALIFICAÇÃO COMO OSCIP- MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

Leia mais

NORMA SOBRE REGISTRO DE INTENÇÃO DE DOAÇÃO A INSTITUIÇÃO DE UTILIDADE PÚBLICA, UTILIZANDO SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES

NORMA SOBRE REGISTRO DE INTENÇÃO DE DOAÇÃO A INSTITUIÇÃO DE UTILIDADE PÚBLICA, UTILIZANDO SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES NORMA SOBRE REGISTRO DE INTENÇÃO DE DOAÇÃO A INSTITUIÇÃO DE UTILIDADE PÚBLICA, UTILIZANDO SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES 1 - DO OBJETIVO 1.1. Esta Norma tem por objetivo estabelecer condições para prestação

Leia mais

TERMO DE ADESÃO A ANTECIPAÇÃO DE PREMIAÇÃO PARA INVESTIMENTO EM MÍDIA

TERMO DE ADESÃO A ANTECIPAÇÃO DE PREMIAÇÃO PARA INVESTIMENTO EM MÍDIA TERMO DE ADESÃO A ANTECIPAÇÃO DE PREMIAÇÃO PARA INVESTIMENTO EM MÍDIA A FAEL E O POLO (NOME FANTASIA) CELEBRAM O PRESENTE TERMO VISANDO A ANTECIPAÇÃO DE VALORES, PARA UTILIZAÇÃO EXCLUSIVA EM MÍDIA, COMO

Leia mais

MARCO REGULATÓRIO DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL

MARCO REGULATÓRIO DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL O QUE MUDA COM O NOVO MARCO REGULATÓRIO DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL LEI N. 13.019/2014 REALIZAÇÃO INSTITUTO ATUAÇÃO ELABORAÇÃO Porf. Dr. FERNANDO BORGES MÂNICA DISTRIBUIÇÃO INSTITUTO GRPCom O QUE

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I. DOS OBJETIVOS

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I. DOS OBJETIVOS ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I. DOS OBJETIVOS Artigo 1º O Centro de Referência em Informação Ambiental com sede e foro na cidade de Campinas na Avenida Romeu Tortima 388, Cidade Universitária, é uma sociedade

Leia mais

Byte Software POLÍTICA COMERCIAL. Parceiros Comerciais

Byte Software POLÍTICA COMERCIAL. Parceiros Comerciais Byte Software POLÍTICA COMERCIAL Parceiros Comerciais 2013 1. Apresentação Este guia descreve o Programa de Parceria Byte Software através de uma estrutura básica, incluindo como participar e, ainda, uma

Leia mais

IC CLUBE DE INVESTIMENTO CNPJ n. 07.847.689/0001-33 ESTATUTO SOCIAL

IC CLUBE DE INVESTIMENTO CNPJ n. 07.847.689/0001-33 ESTATUTO SOCIAL IC CLUBE DE INVESTIMENTO CNPJ n. 07.847.689/0001-33 ESTATUTO SOCIAL I - DENOMINAÇÃO E OBJETIVO Artigo 1 - O IC Clube de Investimento é constituído por número limitado de membros que têm por objetivo a

Leia mais

RESOLUÇÃO DE ORIENTAÇÃO nº 002/2008. Edição em 01 de maio de 2011.

RESOLUÇÃO DE ORIENTAÇÃO nº 002/2008. Edição em 01 de maio de 2011. RESOLUÇÃO DE ORIENTAÇÃO nº 002/2008. Edição em 01 de maio de 2011. Orienta os procedimentos necessários para o pagamento de honorários aos professores dos cursos de Pós-Graduação promovidos pelo IEDUCORP

Leia mais

A contratação de serviços técnicos do exterior e a necessidade de registro pelo INPI

A contratação de serviços técnicos do exterior e a necessidade de registro pelo INPI A contratação de serviços técnicos do exterior e a necessidade de registro pelo INPI 24 de outubro de 2013 Marina Inês Fuzita Karakanian marina@dannemann.com.br SERVIÇOS TÉCNICOS Legislação/Histórico Lei

Leia mais

Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen.

Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen. 1 RESOLUÇÃO Nº 530 O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31.12.64, torna público que o CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL, em sessão realizada nesta data, tendo em vista o disposto

Leia mais

Pelo presente instrumento, são partes, de um lado

Pelo presente instrumento, são partes, de um lado CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSESSORIA, CONSULTORIA E INTERMEDIAÇÃO Pelo presente instrumento, são partes, de um lado SUA LOCADORA, pessoa jurídica de direito privado, com sede na Rua, inscrita

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SMFA Nº 01/2010

INSTRUÇÃO NORMATIVA SMFA Nº 01/2010 INSTRUÇÃO NORMATIVA SMFA Nº 01/2010 Define as regras e os prestadores de serviços e substitutos tributários do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza obrigados a efetuar a Declaração Eletrônica Mensal

Leia mais

Byte Software POLÍTICA COMERCIAL. Parceiros Comerciais/CVB s

Byte Software POLÍTICA COMERCIAL. Parceiros Comerciais/CVB s Byte Software POLÍTICA COMERCIAL Parceiros Comerciais/CVB s 2013 1. Apresentação Este guia descreve o Programa de Parceria Byte Software através de uma estrutura básica, incluindo como participar e, ainda,

Leia mais

I quando o prestador de serviços estabelecido no Município do Rio de Janeiro executar serviço;

I quando o prestador de serviços estabelecido no Município do Rio de Janeiro executar serviço; DECRETO N.º 32.250 DE 11 DE MAIO DE 2010. [Publicado no D.O. Rio de 12.05.2010.] [Alterado pelo Decreto nº 32.549, de 20.07.2010, publicado no D.O. Rio de 21.07.2010.] [Alterado pelo Decreto nº 32.601,

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Breves considerações tributárias quanto a atividade de empresário (antiga firma individual) na atividade de representação comercial Juliano César Borges de Vito* Um dos fatores preponderantes

Leia mais

SEBRAEtec Diferenciação

SEBRAEtec Diferenciação SEBRAEtec Diferenciação REGULAMENTO Investir em inovação tecnológica é fundamental para a competitividade das micro e pequenas empresas gaúchas. 2 2014 Mais recursos para as MPEs representam mais desenvolvimento

Leia mais

REGULAMENTO DO FUNDO: ALFAPREV RF PRIVATE - FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA PREVIDENCIÁRIO

REGULAMENTO DO FUNDO: ALFAPREV RF PRIVATE - FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA PREVIDENCIÁRIO REGULAMENTO DO FUNDO: ALFAPREV RF PRIVATE - FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA PREVIDENCIÁRIO CAPÍTULO I - DO FUNDO Artigo 1º - O ALFAPREV RF PRIVATE - Fundo de Investimento

Leia mais

DIFERENCIAL DE ALÍQUOTA - Hipóteses de Incidência, Cálculo e Formas de Recolhimento. Matéria elaborada com base na Legislação vigente em: 06.10.2011.

DIFERENCIAL DE ALÍQUOTA - Hipóteses de Incidência, Cálculo e Formas de Recolhimento. Matéria elaborada com base na Legislação vigente em: 06.10.2011. DIFERENCIAL DE ALÍQUOTA - Hipóteses de Incidência, Cálculo e Formas de Recolhimento Matéria elaborada com base na Legislação vigente em: 06.10.2011. SUMÁRIO: 1 INTRODUÇÃO 2 HIPÓTESES DE INCIDÊNCIA 2.1

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS CONFIANÇA CAP

CONDIÇÕES GERAIS CONFIANÇA CAP CONDIÇÕES GERAIS CONFIANÇA CAP CONDIÇÕES GERAIS DO CONFIANÇA CAP CONDIÇÕES GERAIS CONFIANÇA CAP Versão: 05/2013 Proc. SUSEP 15414.004330/2012-21 CONDIÇÕES GERAIS DO CONFIANÇA CAP SUMÁRIO I - INFORMAÇÕES

Leia mais

TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO

TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO CONDIÇÕES GERAIS TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO CONDIÇÕES GERAIS ÍNDICE I Informações Iniciais... 4 II Glossário... 4 III Objetivo... 5 IV Natureza do Título... 5 V Vigência... 5 VI Pagamento... 5 VII Carência...

Leia mais

ENTIDADES DO TERCEIRO SETOR E REGIME TRIBUTÁRIO PROF. SERGIO MONELLO

ENTIDADES DO TERCEIRO SETOR E REGIME TRIBUTÁRIO PROF. SERGIO MONELLO ENTIDADES DO TERCEIRO SETOR E REGIME TRIBUTÁRIO PROF. SERGIO MONELLO 08/10/2013 Para as desonerações tributárias, as entidades podem ser divididas em dois campos: 1) as imunes 2) as isentas 2 IMUNIDADE

Leia mais

INDICE. Normas Padrão das Atividades Publicitárias. Normas de Habilitação e Certificação da Agência de Propaganda. Página 85 a 89

INDICE. Normas Padrão das Atividades Publicitárias. Normas de Habilitação e Certificação da Agência de Propaganda. Página 85 a 89 INDICE Página 03 a 29 Página 30 a 58 Página 59 a 84 Página 85 a 89 Página 90 a 93 Normas Padrão das Atividades Publicitárias Comunicações Normativas Estatuto social Normas de Habilitação e Certificação

Leia mais

PIS/Cofins e bonificações nas compras

PIS/Cofins e bonificações nas compras PIS/Cofins e bonificações nas compras José Antonio Minatel Mestre e doutor PUC/SP PIS/COFINS Base de Cálculo PIS-COFINS (regime cumulativo ) Lei nº 9.718/98 NR Lei nº 12.973/2014 Art. 3º O faturamento

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO FIDUS

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO FIDUS ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO FIDUS I DENOMINAÇÃO E OBJETIVO ARTIGO 1º - O CLUBE DE INVESTIMENTO FIDUS constituído por número limitado de membros que têm por objetivo a aplicação de recursos

Leia mais

PATACÃO DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA.

PATACÃO DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. 1. CONTEXTO OPERACIONAL A Patacão Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. ( Distribuidora ) tem como objetivo atuar no mercado de títulos e valores mobiliários em seu nome ou em nome de terceiros.

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012 CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012 Orientações Básicas INFORMAÇÕES GERAIS PESSOA JURÍDICA 1) DCTF : (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais) ATENÇÃO! Apresentação MENSAL obrigatória pelas Pessoas

Leia mais

Fonte: http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/pesquisas/pia/default.asp?o=16&i=p. Conceituação das variáveis (Dados a partir de 1996 - Empresa):

Fonte: http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/pesquisas/pia/default.asp?o=16&i=p. Conceituação das variáveis (Dados a partir de 1996 - Empresa): Pesquisa Industrial Anual Fonte: http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/pesquisas/pia/default.asp?o=16&i=p Conceituação das variáveis (Dados a partir de 1996 - Empresa): Aluguéis e arrendamentos Despesas com

Leia mais

Como funcionam os fundos de investimentos

Como funcionam os fundos de investimentos Como funcionam os fundos de investimentos Fundos de Investimentos: são como condomínios, que reúnem recursos financeiros de um grupo de investidores, chamados de cotistas, e realizam operações no mercado

Leia mais

CIRCULAR Nº 1.534. 3. Esta Circular entra em vigor na data de sua publicação.

CIRCULAR Nº 1.534. 3. Esta Circular entra em vigor na data de sua publicação. 1 CIRCULAR Nº 1.534 Mercado de Câmbio de Taxas Flutuantes - Atualização nº 4 Comunicamos que a Diretoria do Banco Central do Brasil, em sessão de 05.09.89, e tendo em vista o disposto na Resolução nº 1.552,

Leia mais

LEI Nº 12.546/2011 (MP 540/2011) ORIENTAÇÕES PRÁTICAS - DESONERAÇÃO FOLHA DE PAGAMENTO TI/TIC

LEI Nº 12.546/2011 (MP 540/2011) ORIENTAÇÕES PRÁTICAS - DESONERAÇÃO FOLHA DE PAGAMENTO TI/TIC LEI Nº 12.546/2011 (MP 540/2011) ORIENTAÇÕES PRÁTICAS - DESONERAÇÃO FOLHA DE PAGAMENTO TI/TIC 1 INTRODUÇÃO Em 15 de dezembro de 2011 a Presidente da República SANCIONOU a Lei nº 12.546/2011 (decorrente

Leia mais

LEI 691/84 RESPONSABILIDADE (ART. 14), e leis 1.044/87, 5.133/09 RESPONSÁVEIS PELO ISS OBSERVAÇÃO

LEI 691/84 RESPONSABILIDADE (ART. 14), e leis 1.044/87, 5.133/09 RESPONSÁVEIS PELO ISS OBSERVAÇÃO LEI 691/84 RESPONSABILIDADE (ART. 14), e leis 1.044/87, 5.133/09 construtores, os empreiteiros principais e os administradores de obras dos subempreiteiros, exclusivamente de mão-de-obra de encostas) administradores

Leia mais

EXTRATO DO CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS

EXTRATO DO CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS EXTRATO DO CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS TOKIO MARINE SEGURADORA S.A., inscrita no CNPJ sob o número 33.164.021/0001-00 pessoa jurídica de direito privado com sede na Rua Sampaio Viana, 44 - Paraíso,

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos ICMS-SP Transferência de mercadoria entre estabelecimento de mesmo titular.

Parecer Consultoria Tributária Segmentos ICMS-SP Transferência de mercadoria entre estabelecimento de mesmo titular. ICMS-SP Transferência de mercadoria entre estabelecimento de mesmo titular. 13/02/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Consultoria...

Leia mais

CONDOMÍNIO RESIDENCIAL TORQUATO CASTRO,

CONDOMÍNIO RESIDENCIAL TORQUATO CASTRO, SERVIÇOS PROPOSTOS Executaremos os serviços de auditoria independente para o CONDOMÍNIO RESIDENCIAL TORQUATO CASTRO, referente à revisão das prestações de contas apresentadas pela administração relativas

Leia mais

AOS IMPORTADORES, EXPORTADORES E DEMAIS INTERESSADOS

AOS IMPORTADORES, EXPORTADORES E DEMAIS INTERESSADOS AOS IMPORTADORES, EXPORTADORES E DEMAIS INTERESSADOS Esclarecimentos Importantes Colaboração: Domingos de Torre 03/10/2011 (1) O DESPACHANTE ADUANEIRO. É um profissional autônomo, sempre uma pessoa física,

Leia mais

Anexo à Política de Investimentos 2010 a 2014

Anexo à Política de Investimentos 2010 a 2014 Anexo à Política de Investimentos 2010 a 2014 Diretrizes para Investimentos em Imóveis (aprovadas pelo CDE em sua 18ª reunião realizada nos dias 14 a 16 de dezembro de 2009 Índice Anexo à Política de Investimentos...1

Leia mais

Normas-Padrão da Atividade Publicitária

Normas-Padrão da Atividade Publicitária Normas-Padrão da Atividade Publicitária 1 DO RELACIONAMENTO COMERCIAL ENTRE ANUNCIANTES, AGÊNCIAS DE PUBLICIDADE E VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO, FRENTE À LEI Nº 4.680/65 E AOS DECRETOS Nº 57.690/66 E 4.563/02.

Leia mais

ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE A DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO (LEI 12.546/2011)

ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE A DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO (LEI 12.546/2011) ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE A DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO (LEI 12.546/2011) A DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO consiste na substituição, total ou parcial, do cálculo da contribuição previdenciária

Leia mais

SIMPLES NACIONAL DEVOLUÇÃO DE MERCADORIAS TRATAMENTO FISCAL

SIMPLES NACIONAL DEVOLUÇÃO DE MERCADORIAS TRATAMENTO FISCAL Matéria São Paulo SIMPLES NACIONAL DEVOLUÇÃO DE MERCADORIAS TRATAMENTO FISCAL SUMÁRIO 1. Introdução 2. Devolução Conceito 3. Crédito do Imposto no Recebimento de Mercadorias em Devolução ICMS e IPI 4.

Leia mais

CAPÍTULO V FUNDO DE GARANTIA

CAPÍTULO V FUNDO DE GARANTIA CAPÍTULO V FUNDO DE GARANTIA Seção I Finalidades Art. 40. As bolsas de valores devem manter Fundo de Garantia, com finalidade exclusiva de assegurar aos clientes de sociedade membro, até o limite do Fundo,

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS

PERGUNTAS E RESPOSTAS PERGUNTAS E RESPOSTAS Palestra Imposto de Renda: "entenda as novas regras para os profissionais da Odontologia" Abril/2015 Palestra Imposto de Renda 2015 A Receita Federal do Brasil RFB para o exercício

Leia mais

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM 40, DE 07 DE NOVEMBRO DE 1984, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM 45/85, 54/86, 224/94 E 441/06

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM 40, DE 07 DE NOVEMBRO DE 1984, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM 45/85, 54/86, 224/94 E 441/06 TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 40, DE 07 DE NOVEMBRO DE 1984, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM N os 45/85, 54/86, 224/94 E 441/06. Dispõe sobre a Constituição de funcionamento de Clubes

Leia mais

REGULAMENTO PARA OPERACIONALIZAÇÃO DA VENDA DE CONTRATO DE OPÇÃO DE COMPRA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS N.º 005/04

REGULAMENTO PARA OPERACIONALIZAÇÃO DA VENDA DE CONTRATO DE OPÇÃO DE COMPRA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS N.º 005/04 REGULAMENTO PARA OPERACIONALIZAÇÃO DA VENDA DE CONTRATO DE OPÇÃO DE COMPRA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS N.º 005/04 A Companhia Nacional de Abastecimento Conab, empresa pública federal vinculada ao Ministério

Leia mais

RESOLUÇÃO 3.922 -------------------------

RESOLUÇÃO 3.922 ------------------------- RESOLUÇÃO 3.922 ------------------------- Dispõe sobre as aplicações dos recursos dos regimes próprios de previdência social instituídos pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios. O Banco Central

Leia mais

MBK Securitizadora S.A. Relatório sobre as demonstrações financeiras Período de 13 de abril de 2012 (Data de constituição da Companhia) a 31 de

MBK Securitizadora S.A. Relatório sobre as demonstrações financeiras Período de 13 de abril de 2012 (Data de constituição da Companhia) a 31 de MBK Securitizadora S.A. Relatório sobre as demonstrações financeiras Período de 13 de abril de 2012 (Data de constituição da Companhia) a 31 de dezembro de 2012 MBK Securitizadora S.A. Demonstrações Financeiras

Leia mais

LEI Nº. 1463, DE 19 DE OUTUBRO DE 2007

LEI Nº. 1463, DE 19 DE OUTUBRO DE 2007 LEI Nº. 1463, DE 19 DE OUTUBRO DE 2007 Autoria: Poder Legislativo Institui e regulamenta o uso do Vale-Transporte no Município de Lucas do Rio Verde - MT. O Prefeito do Município de Lucas do Rio Verde,

Leia mais

Demonstração da Composição e Diversificação das Aplicações em 31 de maio de 2007.

Demonstração da Composição e Diversificação das Aplicações em 31 de maio de 2007. ITAUVEST PERSONNALITÉ CURTO PRAZO FUNDO DE INVESTIMENTO EM Demonstração da Composição e Diversificação das Aplicações em 31 de maio de 2007. Mercado / % sobre Aplicações/Especificação Quantidade Realização

Leia mais

ÂMBITO E FINALIDADE SERVIÇO DE EMPRÉSTIMO DE VALORES MOBILIÁRIOS

ÂMBITO E FINALIDADE SERVIÇO DE EMPRÉSTIMO DE VALORES MOBILIÁRIOS Dispõe sobre empréstimo de valores mobiliários por entidades de compensação e liquidação de operações com valores mobiliários, altera as Instruções CVM nºs 40, de 7 de novembro de 1984 e 310, de 9 de julho

Leia mais