Levantamento do uso regulatório de classificação de risco no Brasil. Novembro

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1 Cmitê de Regulaçã e Fiscalizaçã ds Mercads Financeir, de Capitais, de Segurs, de Previdência e Capitalizaçã COREMEC Levantament d us regulatóri de classificaçã de risc n Brasil Nvembr Intrduçã O Cmitê de Regulaçã e Fiscalizaçã ds Mercads Financeir, de Capitais, de Segurs, de Previdência e Capitalizaçã COREMEC vem discutind as questões relacinadas às agências classificadras de risc e a us das classificações de risc pr elas prduzidas na regulamentaçã ds setres bancári, previdenciári, de valres mbiliáris e de segurs n Brasil desde Está cada vez mais clar para s membrs d COREMEC que as agências classificadras de risc serã bjet de regulaçã num futur próxim. Ademais, em reuniã realizada em 28 de setembr de 2009, COREMEC entendeu, cm crreu em utrs mercads 1, que um pass imprtante, antes da discussã de qualquer prpsta cncreta de regulaçã, seria averiguar us de classificações de risc na regulamentaçã d mercad financeir, delegand, assim, a cada um de seus membrs a tarefa de verificar nas nrmas pertinentes d mercad financeir sbre qual atuam as menções às agências classificadras de risc e às classificações de risc. Para tant, trabalh será dividid em duas etapas. Primeiramente, fi feit esse levantament na regulamentaçã d mercad financeir. Na sequência, será feit exercíci de determinar que utrs requisits pdem substituir as classificações de risc u, quand nã substituíveis, que salvaguardas devem acmpanhar tais classificações. Esta segunda etapa é imprtante prque há uma percepçã de que us d rating nesse cntext pde ser interpretad cm um sel de aprvaçã d reguladr u um endss estatal e, de alguma maneira, encrajar s participantes d mercad a cnfiar excessivamente em tais classificações. 1 Em relatóri a G7, Financial Stability Frum n Enhancing Market and Institutinal Resilience (FSF) slicitu a realizaçã de um levantament ds uss das classificações de crédit pr parte das autridades ds setres bancári, de valres mbiliáris e de segurs. O pedid também incluía uma sugestã para que as autridades revissem suas nrmas e plíticas de supervisã que, sem intençã, cstumam dar às classificações de risc de crédit um sel ficial de aprvaçã, que desencraja s investidres de exercerem sua própria diligência.

2 Esse sel de aprvaçã tende a ser um desincentiv à realizaçã de uma análise própria para avaliaçã d risc ds papéis que recebam a classificaçã eleita cm adequada pel reguladr, prejudicand a qualidade da gestã de risc das instituições privadas e investidres institucinais e, em última instância, aumentand risc sistêmic. Cm efeit, s resultads desse prcess beneficiariam a futura regulaçã das agências classificadras de risc, pis quant melhr reguladr cmpreende as características e dinâmica d mercad a ser regulad, mair a tendência de reguladr prduzir nrmas adequadas, cuja implementaçã se dê sem turbulências indesejáveis n mercad. Assim, em reuniã de 4 de dezembr de 2009, Banc Central d Brasil BACEN, a Cmissã de Valres Mbiliáris CVM, a Secretaria de Previdência Cmplementar SPC 2, e a Superintendência de Segurs Privads SUSEP apresentaram resultad de seus respectivs levantaments. Na mesma prtunidade, COREMEC decidiu que a CVM ficaria respnsável pr cnslidar tais resultads. O presente relatóri apresenta a COREMEC a cnslidaçã d levantament feit pr seus membrs sbre menções a agências classificadras de risc e a classificações de risc na regulamentaçã d mercad financeir brasileir. 2. Uss da classificaçã de risc n cenári internacinal Um estud elabrad pel Jint Frum 3 em junh de 2009, Stcktaking n the use f Credit Ratings 4, mstra que, em geral, classificações de risc sã usadas nas regulamentações para 5 (cinc) prpósits principais: i) determinaçã de requisits de capital para instituições sujeitas à regulaçã prudencial; 2 Sucedida pela Superintendência Nacinal de Previdência Cmplementar PREVIC, cnfrme Lei nº , de 23 de dezembr de O Jint Frum é frmad pel Basel Cmmittee n Banking Supervisin, Internatinal Organizatin f Securities Cmmissins, e Internatinal Assciatin f Insurance Supervisrs. 4 N âmbit internacinal, levantament envlveu as seguintes jurisdições: Alemanha, Austrália, Bélgica, Canadá, Espanha, Estads Unids, França, Hlanda, Itália, Japã, Rein Unid e Suíça.

3 ii) identificaçã u classificaçã de ativs u instituições, nrmalmente assciads a investiments elegíveis u a limite de cncentraçã em ativs; iii) ferta pública de títuls resultantes de perações de securitizaçã; iv) requisit de transparência; e v) exigência de apresentaçã de prspect. Além ds uss em que a categrizaçã acima fi aplicada, n prcess de elabraçã d Stcktaking n the use f Credit Ratings, uma série de crrências aleatórias fram encntradas e tratadas individualmente. O prcess de catalgar a utilizaçã de ratings ns regulaments brasileirs registru crrência das categrias listadas ns itens (ii) a (iv) acima. Assim cm crreu em utras jurisdições, há algumas crrências que nã se enquadravam em qualquer categria, pr iss estã agrupadas sb uma classificaçã genérica intitulada utrs e serã tratadas individualmente. Cada uma dessas categrias será tratada cm mais detalhe em seções subsequentes desse relatóri. N levantament internacinal, nã se identificu nenhuma jurisdiçã que tenha cnduzid pesquisas que avaliassem impact d us da classificaçã de risc nas diversas regulações n cmprtament d investidr 5. O Brasil também nã realizu uma análise frmal d impact n cmprtament d investidr d us ds ratings nas nrmas e regulaments emitids pels reguladres d mercad financeir. N entant, a pinar sbre a questã, a mairia das jurisdições entendeu que a referência a rating nas regulamentações pde ser interpretada cm um tip de endss estatal. Pr utr lad, uma minria das jurisdições uvidas acredita que, uma vez que recnheciment das agências de rating na regulamentaçã nã está basead na 5 Sbre tema, Financial Stability Bard (FSB) publicu dcument Reducing Reliance n CRA Ratings e Draft Principles fr Reducing Reliance n CRA Ratings, ambs de 23 de setembr de 2010, e FSB High-Level Wrking Grup n Reducing Official Sectr Reliance n CRA Ratings, de 10 junh de Embra nã tenha apresentad uma pesquisa frmal sbre assunt, FSB avaliu cmprtament ds gestres de recurss e ds investidres institucinais face a us regulatóri ds ratings externs, identificand distrções cm us mecânic e a dependência dessas classificações em detriment das avaliações internas d risc de crédit. Fi ainda mencinada a imprtância de aspects relativs à gvernança para superar as distrções apntadas, destacand que cabe as gestres senires e as cmitês ds investidres institucinais a respnsabilidade de garantir que a avaliaçã interna d risc de crédit seja feita e efetivamente utilizada a lng de td prcess de investiment.

4 qualidade de suas metdlgias u análises e sim em questões de cnflit de interesses e cntrles interns, nã há estímul para que s investidres deixem de fazer suas próprias avaliações de investiment. Parece cnsensual, entretant, a ideia de que us ds ratings nas diversas regulamentações nã deve ser indiscriminad. Tampuc a mençã a classificações de risc em nrmas deve, de qualquer maneira, induzir a aparência de investiment segur u desestimular avaliações próprias pr parte ds investidres. Assim, cnvém as membrs d COREMEC visitar as menções em nrmas a agências classificadras de risc e a classificações de risc e averiguar se, de alguma frma, tal us desestimula avaliações próprias pr parte ds investidres. 3. As categrias de us de classificaçã de risc nã encntradas n Brasil 3.1 Requisits de capital N âmbit internacinal, us mais cmum das classificações de risc elabradas pr agências classificadras é na determinaçã de requisits de capital de instituições sujeitas à regulaçã prudencial. Ist crre prque arcabuç regulatóri desenhad pel Acrd de Basileia II, na sua adçã mais tradicinal (standardised apprach fr credit risk) utiliza classificações de risc externas (aquelas elabradas pr agências classificadras de risc) para muits prpósits, em especial, para medir a sensibilidade da metdlgia da Basileia II. N Brasil, entretant, Cmunicad BACEN nº , de 2004, a relatar as diretrizes para requeriment de capital, estabelecidas n Pilar 1 de Basileia II, indica que nã serã utilizads ratings elabrads pelas agências de classificaçã de risc. Assim, Banc Central ptu pr brigar as instituições financeiras e as entidades assemelhadas a realizar suas próprias avaliações de risc para fins de atendiment as requisits de Basileia. Essa pçã regulatória feita pel Banc Central fi um imprtante fatr para que s prblemas atribuíds às agências classificadras de risc n âmbit internacinal nã tenham sid replicads, nas mesmas prprções, n cenári nacinal.

5 Cabe ressaltar que Cmunicad BACEN nº , de 22 de abril de 2009, que trata de rientações relativas à utilizaçã das abrdagens baseadas em classificaçã interna de expsições segund risc de crédit, para fins da apuraçã da parcela PEPR d Patrimôni de Referência Exigid, admite us de classificações externas, apenas de frma subsidiária, e nunca exclusiva. Assim, tais classificações serã sempre acessórias, de md que a base da referida abrdagem cntinuará send a classificaçã interna das expsições, segund risc de crédit, feita pr cada instituiçã financeira, cnfrme prevê regulamentaçã 6. Cm efeit, n Brasil, a atuaçã e imprtância das agências classificadras de risc sempre fi mais discreta prque as classificações de risc externas nunca puderam ser usadas pelas instituições financeiras e entidades assemelhadas para efeit de cálcul ds requisits de capital. Iss nã significa, n entant, que as classificações de risc externas nã sejam utilizadas pelas instituições sujeitas à regulaçã prudencial em suas matrizes de avaliaçã de risc u em suas decisões de investiment. Nada impede que iss crra, e, de fat, crre. Recnhecend esta realidade, Banc Central, pr mei d item 12, incis II, da Carta-Circular nº 3.419, de 10 de dezembr de 2009, que trata da remessa de infrmações para Sistema de Infrmações de Crédit cm Sigla (SCR), determina que instituições reguladas que utilizem em seus prcesss de avaliaçã de risc classificaçã de risc atribuída pr agência de classificaçã de risc infrmem a SCR tip de classificaçã e agência que a prduziu. Vale dizer, ainda, que a SUSEP, a partir de janeir de 2011, passará a utilizar rating extern cm requisit de capital para fins de btençã ds fatres de risc de crédit ds resseguradres estrangeirs admitids u eventuais, quand entrará em vigr capital adicinal de risc de crédit. 6 O Cmunicad estabelece que Banc Central facultará às instituições de mair prte, cm atuaçã internacinal e participaçã significativa n Sistema Financeir Nacinal, a utilizaçã de abrdagem avançada até final de Esta, pr sua vez, admite a utilizaçã de bases de dads externas e classificações externas de expsições segund risc de crédit cm fnte cmplementar de infrmações nas estimativas ds parâmetrs de risc, desde que seja demnstrada a cmpatibilidade ds dads cm s fatres de risc as quais estã sujeitas as expsições próprias. Imprtante mencinar que crngrama de implementaçã da nva estrutura de capital Basileia II, encntra-se previst n Cmunicad BACEN n , de 27 de setembr de 2007.

6 3.2 Exigência de apresentaçã de prspect Em muits países, sb a categria exigência de apresentaçã de prspect se agrupam aquelas utilizações de classificaçã de risc cm um ds critéris para a adçã de prspect na frma simplificada (shrt frm). Em geral, nesses regimes, prduts que atinjam classificações de grau de investiment (investment grade) estã dispensads d prspect em sua frma cmpleta. N Brasil, nã fram encntradas crrências desta categria de us de rating prque nã há previsã de uma frma simplificada de prspect em nenhuma situaçã As categrias de uss da classificaçã de risc encntradas n Brasil 4.1 Identificaçã u classificaçã de ativs u instituições Um us bastante cmum das classificações de risc é na identificaçã u classificaçã de ativs u instituições. Tipicamente, esta categria abrange aquelas situações em que um reguladr permite que uma entidade regulada invista em um ativ prque ele tem uma certa classificaçã de risc u estabelece limites de investiment em um grup de ativs de acrd cm sua classificaçã de risc. Nesta categria, especificamente para s efeits d estud n Brasil, também fram incluídas aquelas menções às classificações de risc quand rating cnferid a uma instituiçã serve para habilitá-la a exercer certas atividades. Essa categria de us de ratings é significativa n Brasil. Há exempls d us de classificaçã de risc para eleger certs ativs u entidades e estabelecer limites de cncentraçã em tds s setres analisads (bancári, securitári, previdenciári e n mercad de valres mbiliáris). É imprtante ntar, pel mens, duas características dessas crrências. A primeira é em relaçã a mercad bancári e securitári. Frequentemente, as regras emitidas pel Banc Central, em nrmas de câmbi, tant reguland mercad bancári quant mercad securitári, utilizam classificações de risc externas para restringir a esclha de ativs e instituições lcalizads n exterir. 7 Algumas fertas públicas destinadas exclusivamente a investidres qualificads estã dispensadas da apresentaçã de prspect, mas nã existem duas frmas de prspects distintas n Brasil.

7 Este fat, de um lad, deixa s reguladres d mercad financeir nacinal em uma psiçã bastante cnfrtável, uma vez que a avaliaçã de risc de ativs e instituições lcalizads n Brasil, cuja relevância para mercad brasileir é muit mair que a estrangeira, nã depende de avaliações feitas pr agências classificadras de risc. A avaliaçã de risc relativa a ativs e instituições lcalizads n Brasil, quand se destina a atender à regulaçã específica, é, de md geral, prduzida pr prcesss interns baseads em diretrizes emanadas d Banc Central. Esse mesm fat, pr utr lad, traz uma certa precupaçã, tend em vista a inexrável tendência de internacinalizaçã da ecnmia brasileira. Assim, ainda que seja uma tarefa desafiadra, é necessári pensar em cm desenvlver mecanisms interns efetivs de avaliaçã de risc de ativs e instituições estrangeirs. A segunda característica imprtante das crrências de classificaçã de risc em nrmas e regulaments para identificar u classificar ativs u instituições é que elas se cncentram n setr previdenciári. Frequentemente, neste setr, a existência de uma avaliaçã de risc externa é pré-requisit para investiment em certs ativs. Segue abaix a descriçã d us de classificaçã de risc externa na categria identificaçã u classificaçã de ativs u instituições ns regulaments brasileirs: i) Setr bancári Resluçã CMN n 2.515, de 29 de junh de 1998, alterada pela Resluçã CMN n 3.756, de 1 de julh de 2009 (arts. 1 e 3 ) e a Circular n 3.491, de 24 de març de 2010, que alteru Regulament d Mercad de Câmbi e Capitais Internacinais RMCCI ( Títul 3, capítul 3, seçã 2, itens 7, c e 11) estabelece, para fins de credenciament junt a BACEN de perações de crédit extern de interesse ds entes gvernamentais, que credr extern underwriter, n cas de emissã de títuls - deve ser instituiçã que tradicinalmente mantenha relações financeiras cm Brasil u que detenha classificaçã de risc igual u superir a BBB u equivalente, das agências internacinais avaliadras de risc, dentre aquelas de mair prjeçã; e, ainda, determina que banc estadual, para ser autrizad a captar recurss n exterir deve deter, em pel mens uma agência internacinal avaliadra de risc, dentre aquelas de mair prjeçã,

8 classificaçã de risc crrespndente a grau de investiment u, a mens, igual àquela btida pela Uniã, nessa mesma agência; Resluçã CMN n 2.828, de 30 de març de 2001, alterada pela Resluçã CMN n 3.757, de 1 de julh de 2009 (art. 2 ) determina que a agência de fment, para captar recurss prvenientes de rganisms e instituições financeiras internacinais de desenvlviment, deve deter classificaçã de risc crrespndente a grau de investiment u, a mens, igual àquela btida pela Uniã, elabrada pr uma agência internacinal avaliadra de risc, dentre aquelas de mair prjeçã; Circular BACEN 3.325, de 25 de agst de 2006, que altera Regulament de Mercad de Câmbi e Capitais Internacinais - RMCCI ( Títul 1, capítul 14, seçã 11), estabelece que as aplicações das reservas técnicas da empresa seguradra de crédit a exprtaçã devem limitar-se, quand se tratar de aplicaçã em meda estrangeira, em depósits a praz fix pr até 6 (seis) meses, renváveis, u em certificads de depósit, aceites bancáris e utras brigações negciáveis emitidas u incndicinalmente garantidas pr instituições financeiras cm classificaçã de risc (rating) mínima A (single A), bem cm em bônus e utras brigações negciáveis emitidas u incndicinalmente garantidas pr gverns de países, entidades gvernamentais u rganisms multilaterais, cm classificaçã de risc (rating) mínima AA (duble A), se na meda d país emissr u AAA (triple A), se em utra meda; Resluçã CMN n 3.622, de 9 de utubr de 2008, alterada pelas Resluções CMN n 3.633, de 3 de nvembr de 2008 e nº 3.691, de 23 de març de 2009 (art. 2 ) estabelece a necessidade de rating extern equivalente, n mínim, a grau A para as garantias aceitas pel Banc Central nas perações de empréstim em meda estrangeira, quand tais garantias assumem a frma de títuls sberans denminads em dólares ds Estads Unids, emitids pela República Federativa d Brasil (Glbal Bnds) u pr utrs países. Em se tratand de utrs ativs denminads u referenciads em dólares, admite-se tant a classificaçã de risc ns terms da Resluçã CMN nº , de 21 de dezembr de 2009, cm 8 A Resluçã CMN nº 2.682, de 21 de dezembr de 1999, define critéris a serem seguids pelas instituições financeiras e demais instituições autrizadas a funcinar pel Banc Central n prcess de classificaçã das suas perações de crédit n nível de risc crrespndente. Tal classificaçã é de

9 rating equivalente, n mínim a grau A, cnferid pr pel mens uma das três maires agências internacinais de classificaçã; e Circular BACEN nº 3.415, de 16 de utubr de 2008 (art.3 ) estabelece, entre as garantias elegíveis para perações de empréstim em meda estrangeira, títuls sberans emitids pr países cm classificaçã de risc nã inferir a A, u grau equivalente, atribuída pr, n mínim, duas agências de rating. ii) Mercad de valres mbiliáris Instruçã CVM nº 409, de 18 de agst de 2004 (arts. 93 e 94) determina que títuls privads adquirids pr funds de curt praz u referenciads devem ter seu emissr classificad na categria baix risc de crédit u equivalente, cm certificaçã pr agência de classificaçã de risc lcalizada n país. iii) Setr previdenciári Resluçã CMN nº 3.790, de 24 de setembr de 2009 Regimes própris de previdência scial instituíds pela Uniã, Estads e Municípis, smente pdem aplicar recurss: em depósits de pupança em instituiçã financeira cnsiderada pels respnsáveis pela gestã de recurss d regime própri de previdência scial, cm base em classificaçã efetuada pr agência classificadra de risc em funcinament n país, cm de baix risc de crédit (art. 6º); em Funds de Investiment em Direits Creditóris (FIDC), se cnsiderads cm de baix risc de crédit, cm base em classificaçã efetuada pr agência classificadra de risc em funcinament n país (art. 6º); e em carteira administrada u em ctas de fund de investiment gerids pr instituiçã financeira cnsiderada pels respnsáveis pela respnsabilidade da instituiçã detentra d crédit. Trata-se, prtant, de uma classificaçã interna, própria da instituiçã.

10 gestã de recurss d regime própri de previdência scial, cm base em classificaçã efetuada pr agência classificadra de risc em funcinament n país, cm de baix risc de crédit (art. 19); Resluçã CMN nº 3.792, de 24 de setembr de 2009 (art. 30) determina que a aplicaçã ds recurss de funds de pensã em títuls e valres mbiliáris de renda fixa e variável seja precedida de análise de risc, que deve levar em cnta a piniã atualizada expedida pr agência classificadra de risc em funcinament n país u ser aprvada pr cmitê de investiment da entidade fechada de previdência cmplementar (EFPC). iv) Setr securitári Lei cmplementar n 126, de 15 de janeir de 2007 (art.6 ) - estabelece s requisits mínims a serem atendids pel resseguradr admitid u eventual, dentre s quais se destaca a classificaçã de slvência pr agência classificadra recnhecida pela SUSEP, cm classificaçã igual u superir a mínim estabelecid pel CNSP; Resluçã CNSP n 168, de 17 de dezembr de 2007 (arts. 8, 11 e 14) - estabelece que, para fins de cadastrament, resseguradr admitid e resseguradr eventual devem atender requisits mínims, dentre estes, classificaçã de slvência, emitida pr agência classificadra de risc recnhecida pela SUSEP, cm s níveis mínims definids na mesma resluçã. Adicinalmente, a tratar das cndições para cntrataçã de ressegur, determina que a cedente (sciedade seguradra que cntrata peraçã de ressegur u resseguradr que cntrata peraçã de retrcessã) deve infrmar à SUSEP sempre que cncentrar, cm um únic resseguradr admitid u eventual, suas perações de ressegur u retrcessã em percentual superir a previst em tabela cnstante da própria resluçã, a qual tma pr base a classificaçã de risc emitida pelas agências de rating recnhecidas. Pr fim, estabelece que resseguradr admitid deve aprtar recurss a cnta, em meda estrangeira n Brasil, que garante suas perações n País, sempre que as prvisões de prêmi e sinistr, devidamente pnderadas pels fatres calculads em funçã de seu rating, crrespndentes às respnsabilidades que huver

11 assumid junt as sciedades seguradras e resseguradras lcais, ultrapassarem valr estipulad na referida Resluçã d CNSP; Circular SUSEP n 359, de 31 de janeir de 2008 (art. 2 ) - determina cm requisit para a aprvaçã prévia cm vista a cnstituiçã de escritóri resseguradr admitid pela SUSEP, a apresentaçã de classificaçã de slvência emitida pr uma das agências classificadras de risc recnhecidas pela SUSEP; e Resluçã CMN nº 3.543, de 28 de fevereir de 2008 (arts. 1 e 2 ) - determina que s recurss garantidres das prvisões técnicas de sciedade seguradra e de resseguradr lcal, vinculads às perações em meda estrangeira e às reservas técnicas de seguradra de crédit à exprtaçã, smente pdem ser aplicads em certs ativs emitids u garantids pr: (a) instituições financeiras cm rating mínim A (single A), u equivalente, cncedid pr agência internacinal de classificaçã de risc; u (b) gverns de países, entidades gvernamentais u rganisms multilaterais, cm rating mínim, cncedid pr agência internacinal de classificaçã de risc, AA (duble A), u equivalente, se na meda d país emissr, u AAA (triple A), u equivalente, se em utra meda. Adicinalmente, estabelece que s recurss exigids n país para a garantia das brigações de resseguradr admitid smente pdem ser aplicads, respeitads certs limites, em (a) debêntures emitidas pr sciedade anônima cm rating mínim, cncedid pr agência classificadra de risc em funcinament n país, A (bra) u equivalente; (b) brigações emitidas pr rganisms multilaterais autrizads a captar recurss n Brasil, cm rating mínim, cncedid pr agência classificadra de risc lcalizada n país sede da instituiçã, AAA (triple A) u equivalente. 4.2 Ofertas de títuls resultantes de securitizaçã Frequentemente, ratings sã exigids pr regras que tratam das fertas de prduts estruturads, tant n âmbit nacinal cm estrangeir. Em geral, exige-se que s títuls riunds de securitizações sejam classificads pr uma u mais empresas de classificaçã de risc. A razã pela qual reguladres exigem a classificaçã de risc externa para distribuiçã de títuls resultantes de securitizaçã parece ser um recnheciment de que

12 investidres têm dificuldade de avaliar a qualidade d crédit de prduts mais cmplexs que envlvem uma cletividade de crédits hetergênea. Para auxiliar s investidres na tmada de decisã a respeit de tais prduts, reguladr exige que um terceir (as agências classificadras de risc) emitam uma piniã a respeit d risc de crédit envlvid em tais perações. N Brasil, s títuls resultantes de perações de securitizaçã destinads a fertas públicas sã regulads pela CVM. Há ptencialmente quatr prduts riginads em perações de securitizaçã: ctas de funds de investiment em direits creditóris FIDC; certificads de recebíveis imbiliáris (CRI); certificads de recebíveis d agrnegóci (CRA); e debêntures emitidas pr securitizadras lastreadas em recebíveis financeirs. N entant, até a data de elabraçã d presente relatóri, smente fertas de ctas de FIDC, de CRI e de CRA haviam sid registradas para distribuiçã pública. Para s efeits d levantament e classificações ds uss de ratings pels reguladres nacinais, fram incluídas também nesta categria as exigências de classificaçã de risc para distribuiçã de dívidas crprativas. Há smente uma crrência deste tip de exigência (Instruçã CVM nº 404, de 13 de fevereir de 2004, que dispõe sbre debêntures padrnizadas), mas nã fi registrada nenhuma ferta pública deste prdut, até a data de elabraçã d presente relatóri. Prque securitizações sã instruments d mercad de valres mbiliáris, apenas na regulaçã deste mercad há crrência deste tip de utilizaçã de classificaçã de risc. Sã elas: Resluçã CMN nº 2.907, de 29 de nvembr de 2001 (art. 1º) exige a classificaçã d FIDC u ds direits creditóris e ds títuls representativs ds direits integrantes da respectiva carteira d fund pr agência classificadra de risc em funcinament n país; Instruçã CVM nº 356, de 17 de dezembr de 2001 (art. 3º) determina que cada classe u série de ctas ds FIDC 9, destinada à clcaçã pública, seja classificada pr agência classificadra de risc em funcinament n país; 10 9 Dispensa rating das classes u séries de ctas de FIDC em que: (a) as ctas, u séries de ctas, emitidas pel fund sejam destinadas a um únic ctista, u grup de ctistas vinculads pr interesse únic e indissciável; (b) ctista, u grup de ctistas vinculads pr interesse únic e indissciável, subscreva term de adesã declarand ter plen cnheciment ds riscs envlvids na peraçã, inclusive da pssibilidade de perda ttal d capital investid, e da ausência de classificaçã de risc das ctas subscritas; e (c) seja estabelecid n regulament d fund que na hipótese de sua psterir

13 Instruçã CVM nº 399, de 21 de nvembr de 2003 (art. 3º) determina que s FIDC, n âmbit d Prgrama de Incentiv à Implementaçã de Prjets de Interesse Scial FIDC-PIPS, terã suas ctas classificadas pr agência classificadra de risc em funcinament n país; 11 Instruçã CVM nº 404, de 13 de fevereir de 2004 (art. 3º e Anex 1 - cláusula V, n - da escritura padrnizada) dispõe que a CVM pde deferir registr de distribuiçã de debêntures padrnizadas mediante análise simplificada ds dcuments e das infrmações submetidas, desde que pedid de registr, entre utras cndições, venha acmpanhad de relatóri elabrad pr agência classificadra de risc em funcinament n país; bem cm briga a emissra a manter cntratada agência classificadra de risc para atualizaçã d relatóri apresentad pr casiã da clcaçã das debêntures, até venciment; e Instruçã CVM nº 414, de 30 de dezembr de 2004 (art. 7º) dispõe que nas fertas públicas de distribuiçã de CRI de valr nminal unitári inferir a R$ ,00 é brigatóri, a mens, um relatóri de agência classificadra de risc atribuíd a CRI; e, ainda, sempre que fr elabrad relatóri de classificaçã de risc, será brigatória a sua atualizaçã, pel mens, a cada períd de 3 meses, admitind-se, nas fertas e na negciaçã de CRI de valr nminal unitári igual u superir a R$ ,00, que Term de Securitizaçã de Crédits exclua essa brigaçã. 4.3 Requisit de transparência Outr pssível us das classificações de risc pela regulaçã é cm um item de transparência. Essa exigência pde ser feita de duas frmas. Algumas jurisdições exigem a divulgaçã ds ratings, bem cm de suas atualizações, se eles existirem. Outras ferecem uma alternativa entre a divulgaçã da classificaçã de risc e a divulgaçã de certs dcuments. N Brasil, há apenas uss de rating na regulaçã n primeir mdel, u seja, exige-se a divulgaçã da classificaçã de risc e suas atualizações, se existirem. mdificaçã, visand permitir a transferência u negciaçã das ctas n mercad secundári, será brigad prévi registr nesta CVM, ns terms d art. 2º, 2º da Instruçã CVM nº 400/03, cm a cnsequente apresentaçã d relatóri de classificaçã de risc ra dispensad. 10 Há menções ns arts. 34, 46 e Há menções também ns arts. 28, 35, 46, 63 e 67.

14 Este tip de us de classificações de risc nã parece estimular a cnfiança excessiva nas análises elabradas pr agências classificadras de risc u inferir qualquer tip de aval estatal para tais classificações. Nesse cntext, s ratings sã exigids da mesma frma que qualquer utra infrmaçã relevante para a decisã de investiment. As menções à classificaçã de risc cm requisit de transparência na regulamentaçã d mercad financeir nacinal sã as que seguem: i) Setr bancári Carta-Circular BACEN nº 3.419, de 10 de dezembr de 2009 (item 12, incis II) - determina que instituições reguladas que utilizem em seus prcesss de avaliaçã de risc classificaçã atribuída pr agência de classificaçã de risc infrmem a Sistema de Infrmações de Crédit (SCR) a classificaçã de risc atribuída, tip de classificaçã e a agência que a prduziu. ii) Mercad de valres mbiliáris Instruçã CVM n 155, de 7 de agst de 1991 (item 1.19 d Anex 1) - exige que a classificaçã de risc, se existir, cnste nas infrmações resumidas sbre a ferta pública de distribuiçã de ntas prmissórias; Instruçã CVM nº 400, de 29 de dezembr de 2003 determina que rating, quand existir, deve ser: incluíd n suplement d prspect apresentad n cntext d prgrama de distribuiçã (art.13); apresentad quand requerid registr de distribuiçã pública (Anex II, item 10); incluíd n prspect (Anex III, item 13); e incluíd n prspect de perações de securitizaçã (Anex III-A, itens 1.1 e 1.4).

15 Instruçã CVM nº 409, de 18 de agst de 2004 determina que: quand huver, a identificaçã da agência classificadra de risc d fund e a classificaçã btida devem cnstar ds prspects de funds de investiments (art. 40); cas administradr cntrate s serviçs de empresa de classificaçã de risc, deve apresentar, em td material de divulgaçã, grau mais recente cnferid a fund, bem cm a indicaçã de cm bter maires infrmações sbre a avaliaçã efetuada (art.76); e na hipótese de alteraçã da classificaçã de risc d fund, u a rescisã d cntrat cm a agência de rating, administradr deve divulgar imediatamente fat relevante a mercad (art. 41). Instruçã CVM nº 422, de 20 de setembr de 2005 (art.15 e Anex I, item 9) determina que relatóri da agência classificadra de risc deve acmpanhar requeriment de registr e ser incluíd n prspect das fertas de Ntas Cmerciais d Agrnegóci - NCA. 4.4 Outrs A Instruçã CVM nº 409, de 2004, faz duas menções às agências classificadras de risc e classificações de risc que nã cabem em qualquer das categrias anterires. Sã elas: se fund cntratar agência classificadra de risc: (a) a remuneraçã da agência classificadra cnstituirá despesa d administradr; (b) cntrat deve cnter cláusula brigand a agência classificadra de risc a divulgar imediatamente, em sua página na rede mundial de cmputadres, e cmunicar à CVM e a administradr qualquer alteraçã da classificaçã d fund, u a rescisã d cntrat; e (c) as infrmações frnecidas a agência classificadra de risc pdem abranger aquelas frnecidas as ctistas (art. 41) 12 ; e 12 Há menções também ns 6, 7 e 8, que tratam da hipótese de rescisã d cntrat cm a agência classificadra de risc e da pssibilidade da remuneraçã da agência cnstituir despesa d fund.

16 autriza administradr a cntratar, em nme d fund, classificaçã de risc pr agência especializada cnstituída n país (art. 56). Este tip de mençã a classificações de risc, assim cm crre cm as menções cm mer requisit de transparência, nã parece estimular a cnfiança excessiva nas análises elabradas pr agências classificadras de risc u inferir qualquer tip de aval estatal em relaçã a tais classificações. Elas meramente regulamentam a cntrataçã de tais agências e autrizam que s custs inerentes a tal cntrataçã sejam atribuíds a fund. 5. Eliminaçã das menções a classificações de risc externas Várias jurisdições têm se esfrçad para eliminar esse tip de mençã a ratings em suas regulamentações. Esse esfrç tem intuit de diminuir aval estatal às classificações de risc e estimular mercad a desenvlver análises internas para justificar suas decisões de investiment. Em geral, tais jurisdições simplesmente eliminam requisit. Pr exempl, em abril de 2010, a Securities and Exchange Cmmissin (SEC) prpôs emitir regras que eliminam s requisits regulamentares de ratings para securitizações. Cntud, a simples eliminaçã da mençã pde nã ser pssível u desejável prque, cnfrme expst na intrduçã d presente relatóri, as classificações de risc pdem ser um element imprtante n prcess de avaliaçã de ativs e instituições. Parece que mais óbvi ds cass em que rating deve permanecer na regulamentaçã é quand usad cm mer requisit de transparência, u seja, quand existir, deve ser divulgad. Assim, parece desnecessári que s membrs d COREMEC visitem as menções a classificaçã de risc indicadas na seçã 4.3 deste relatóri para averiguar a necessidade de eliminaçã u substituiçã. N entant, em muits cass, para evitar efeit de sel de aprvaçã que a mençã à classificaçã de risc pde ter n mercad, reguladr terá que visitar tais referências e decidir sbre a pssível eliminaçã u substituiçã pr utrs critéris mais adequads. Assim, é necessári estudar, nrma a nrma, em especial aquelas identificadas nas seções 4.1 e 4.2 deste relatóri, para averiguar se é pssível eliminar a mençã à

17 classificaçã de risc u substituí-la pr utrs critéris que pssam adequadamente identificar s ativs e instituições elegíveis a cumpriment das intenções d reguladr. Quand a eliminaçã u substituiçã nã fr cnveniente, a pssível sluçã seria esclarecer ns nrmativs que fat de rating ser utilizad n prcess de tmada de decisã de investiment u cm critéri de elegibilidade de um ativ u instituiçã nã elimina a necessidade de avaliações ds administrads a respeit ds riscs envlvids na aquisiçã de ativs u nas transações cm as instituições bjet de classificaçã de risc. 6. Cnclusões Tend em vista expst acima é pssível cncluir que: i) de maneira geral, n Brasil, a atuaçã e imprtância das agências classificadras de risc é mais discreta que n cenári internacinal, prque as classificações de risc externas nunca puderam ser usadas pelas instituições financeiras e entidades assemelhadas para efeit de cálcul ds requisits de capital; ii) us de ratings externs n setr bancári, para s fins da regulaçã prudencial, será facultad às instituições de mair prte em funçã da utilizaçã de abrdagem avançada para efeits de cálcul de requisits de capital, embra seu us seja admitid de frma apenas subsidiária; iii) n mercad securitári, prém, a SUSEP passará a utilizar rating extern para fins de btençã ds fatres de risc de crédit ds resseguradres estrangeirs admitids u eventuais, que serã utilizads para cálcul d capital requerid das sciedades seguradras e resseguradres lcais; iv) utra razã que demnstra que a imprtância de classificações de risc prduzidas pr agências especializadas pde aumentar é a tendência de internacinalizaçã da ecnmia brasileira e fat de s ratings serem frequentemente utilizads na regulamentaçã para restringir a eleiçã de instituições u a seleçã de ativs lcalizads n exterir; v) há uma percepçã de que alguns ds uss de classificações de risc em nrmas e regulaments pdem ser interpretads cm um sel de aprvaçã d reguladr u um endss estatal para us de ratings e, de alguma maneira, encrajar s

18 participantes d mercad a cnfiar excessivamente em tais classificações u desestimular a realizaçã de avaliações próprias; vi) é desejável identificar quand a mençã à classificaçã de risc em uma nrma pde gerar s efeits ncivs descrits n item (v) e tentar eliminar tal mençã, substituí-la u cercá-la de salvaguardas que minimizem tais efeits; vii) as crrências de classificaçã de risc na regulamentaçã brasileira pdem ser divididas em 4 categrias: (a) identificaçã u classificaçã de ativs u instituições; (b) fertas públicas de títuls resultantes de securitizaçã; (c) requisit de transparência; e (d) utrs; viii) as crrências de classificaçã de risc nas categrias (c) requisit de transparência e (d) utrs nã parecem causar s efeits indesejáveis descrits n item (v) acima; e ix) algumas das crrências de classificaçã de risc na regulamentaçã brasileira nas categrias (a) identificaçã u classificaçã de ativs u instituições; e (b) fertas públicas de títuls resultantes de securitizaçã pdem causar s efeits ncivs descrits n item (v) acima e, pr iss, merecem ser avaliadas.

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