DIAGNÓSTICO E PROGNÓSTICO TENDENCIAL DO TURISMO DE SALVADOR

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1 OJÚ OBÁ PRODUÇÕES, TURISMO, CULTURA E DESENVOLVIMENTO LTDA DIAGNÓSTICO E PROGNÓSTICO TENDENCIAL DO TURISMO DE SALVADOR CONSULTORA: LÚCIA AQUINO DE QUEIROZ 1

2 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO P.3 2. O TURISMO NO MUNDO E NO BRASIL - BREVE CONTEXTUALIZAÇÃO 3. O TURISMO EM SALVADOR P Programas Estruturantes do Turismo da Bahia e de Salvador a partir P.18 de finais dos anos Resultados Alcançados pelo Turismo em Salvador P Os Segmentos do Turismo Internacional, Doméstico e Global P O Desempenho do Setor Hoteleiro P Os Cruzeiros Marítimos P A Oferta Turística de Salvador - Situação e Atuais Perspectivas P As Festas Populares P O Patrimônio Natural P O Patrimônio Histórico-Cultural: O Centro Antigo de Salvador P.59 (CAS) O Turismo Náutico P O Turismo de Negócios, Congressos e Convenções P TENDÊNCIAS DELINEADAS E PROPOSTAS PARA O TURISMO DE SALVADOR 4.1 Tendências Gerais para o Turismo de Salvador P Tendências Identificadas para os Segmentos Turísticos Centrais P Segmento do Turismo Náutico P Segmento do Turismo de Negócios, Congressos e Convenções P Segmento do Turismo de Lazer P Segmento do Turismo Cultural P CONSIDERAÇÕES FINAIS P REFERÊNCIAS P.101 P.4 P.72 2

3 1. Introdução Atividade econômica e fenômeno social de caráter contemporâneo, o turismo tornou-se, nas últimas décadas, um campo de atuação cada vez mais amplo, articulado com setores como hospitalidade, agenciamento, transportes, comunicação, entretenimento, esportes, gastronomia e eventos. Sofreu, simultaneamente, os efeitos da globalização e da regionalização. Segmentou-se, recorrendo aos diferenciais dos territórios na conformação das suas novas modalidades: turismo rural, cultural, religioso, de aventura, náutico, de negócios, dentre outros. Tornou-se um elemento fundamental à competitividade de centros urbanos, em especial dos espaços privilegiados de concentração criativa, simbólica e produtiva. O turismo, bem gerenciado e planejado, está gerando um magnífico campo de oportunidades do ponto de vista da dinamização econômica e social das áreas urbanas. Com a atração de fluxos de capitais e pessoas, tem possibilitado a rentabilidade social e econômica dos grandes investimentos públicos realizados pelas cidades, no cenário atual de escassez de recursos e de intensa concorrência entre os espaços urbanos. Ao tempo em que se beneficia dessas inversões, o turismo tem contribuído para que cidades, situadas nos mais distintos pontos do planeta, estejam mantendo a sua competitividade urbana, e, até mesmo, ampliando-a, e solucionando questões desafiantes, como a recuperação do seu patrimônio histórico-cultural e a sustentabilidade das suas áreas centrais, ainda que estas soluções não estejam isentas de críticas e que algumas vezes possam servir como um alerta a não adoção de estratégias similares em outras realidades. Hoje, diante das múltiplas funções e significados assumidos pelas cidades, enquanto espaços de produção, de consumo, cenário simbólico de representações, de práticas de ócio para os seus habitantes e espaço consumido como produto turístico, já não se pode mais pensar em planejamento urbano, políticas públicas e privadas, sustentabilidade e requalificação de áreas históricas degradadas sem que o turismo seja contemplado no contexto da análise. Ciente do importante papel da atividade turística na correção dos desequilíbrios espaciais, da valorização da cultura como um dos elementos centrais da 3

4 oferta turística, e do intenso potencial criativo1 e simbólico, além do singular patrimônio natural de Salvador, este estudo objetivou diagnosticar a situação do turismo da capital baiana, apresentar resultados, perspectivas atuais, tendências e propostas para os segmentos de maior expressão, com vistas a subsidiar ações estruturantes que serão definidas no Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e no Plano Salvador O Turismo no Mundo e no Brasil Breve Contextualização O turismo, uma das principais atividades econômicas da atualidade, a cada dia vem ganhando destaque no cenário econômico mundial, tornando-se um item essencial à qualidade de vida, um forte propulsor da aproximação entre povos e culturas e um elemento capaz de contribuir, com a migração de capitais, via investimentos diretos e consumo dos visitantes, para a desconcentração da renda nas distintas regiões do planeta. Comumente enquadrado, em termos econômicos, como uma indústria ou setor, o turismo tem sido concebido por estudiosos da Economia do Turismo, como uma atividade social e econômica (FIGUEROLA, 1990, p. 17), que pode resultar em um conjunto de benefícios para uma dada sociedade, mas, também em custos sociais, econômicos e ambientais. O desempenho desta atividade está associado, com uma certa frequência, a fatores macroeconômicos, como o comportamento da renda e sua distribuição; microeconômicos, a exemplo das influências da teoria do consumidor e do funcionamento do mercado turístico; aos impactos das políticas econômicas cambial, monetária, fiscal e intervenções diretas 2, além de outros aspectos também influentes, como a disponibilidade de tempo livre, as intempéries climáticas, as ações de grupos extremistas, as facilidades proporcionadas pelo progresso tecnológico, dentre as quais, os avanços nos meios de transportes encurtando as distâncias. 1 Compreendido, conforme definição do Ministério da Cultura (2011, p. 22), enquanto talentos criativos, que podem se organizar individual ou coletivamente, para produzir bens e serviços criativos, ou seja, aqueles cuja dimensão simbólica é determinante do seu valor, resultando em produção de riqueza cultural, econômica e social. 2 As intervenções diretas abrangem um amplo espectro de mecanismos de intervenção das autoridades públicas, diretamente exercidos sobre as atividades de agentes econômicos individuais, sobre remunerações dos recursos de produção, sobre os preços dos produtos e mesmo sobre o comportamento das empresas e dos consumidores (ROSSETTI, 1997, p. 77). Um exemplo de intervenção direta na atividade turística refere-se ao depósito compulsório para viagens internacionais instituído no Brasil durante a vigência do regime militar. 4

5 Desde meados do século passado, a Sociedade Moderna tem experimentado profundas mudanças, que tem possibilitado a transformação do turismo em uma atividade promissora, com perspectivas de expandir-se a taxas crescentes, acompanhando e superando o crescimento observado na economia mundial. Uma conjunção de fatores associados à expansão econômica valorização das culturas, percepção da viagem como uma fonte de conhecimento e de reposição de energias diante dos desgastes da vida cotidiana, ampliação dos relacionamentos entre os povos, melhorias e barateamento nos sistemas de transportes, dentre outros possibilitaram a que as viagens internacionais registrassem, segundo informações da Organização Mundial do Turismo (OMT), um crescimento expressivo nos últimos 40 anos. Em uma análise dos indicadores mais recentes da Organização Mundial do Turismo observa-se que as chegadas internacionais evoluíram de um montante equivalente a 536 milhões em 1995, para milhões em 2014 com previsão de crescimento de 3% a 4% em 2015, em que pesem os impactos da instabilidade da economia mundial. Angariando recursos que variam entre 6% a 7% do comércio mundial, o turismo internacional gerou uma receita equivalente a US$ 1,24 bilhão, podendo ser enquadrado dentre as cinco mais importantes atividades geradoras de divisas da economia internacional, com um volume de negócios igual ou superior ao das exportações de petróleo, produtos alimentícios e automóveis, constituindo-se em uma expressiva fonte de ingressos para diversos países em desenvolvimento e uma alternativa fundamental para nações imersas em graves crises econômicas. Conforme pronunciamento do Secretário Geral da OMT, na abertura do Spain Global Tourism Forum em Madrid 3, o turismo tem demonstrado ser uma atividade extremamente forte e resistente, com ampla capacidade de contribuir com a recuperação econômica, dado o seu poder de impulsionar o mercado de trabalho e gerar divisas, o que se tem verificado em destinos de todo o mundo, e, particularmente, na Europa, cujos esforços de superação de um dos piores períodos econômicos de sua história tem sido expressivos. Em 2014, as Américas (7%), Ásia e Pacífico (5%) registraram 3 Disponível em acesso em 08/07/

6 incrementos consideráveis no fluxo turístico internacional, sendo também significativo o crescimento da Europa (4%) e do Oriente Médio (4%), já a África apresentou um percentual também positivo, entretanto, mais moderado (2%). Em termos sub-regionais, a América do Norte obteve os melhores resultados (8%), impulsionados, sobretudo, pelos incrementos alcançados pelo México, seguida do Noroeste Asiático, Ásia Meridional, Europa Meridional e Mediterrânea, Europa do Norte e Caribe, que, individualmente, experimentaram um aumento de 7%. As taxas de crescimento das chegadas a América Central e a América do Sul (6% em ambos os casos) se duplicaram frente aos resultados de 2013, situando-se acima da média mundial (4,23%). Para este ano de 2015 estima-se que, em temos regionais, a Ásia/Pacífico e as Américas apresentem expansão nas chegadas internacionais entre 4% a 5%, seguidas da Europa (entre 3% e 4%), África (3% a 5%) e Oriente Médio (2% a 5%). Analisando as perspectivas para o turismo mundial em um longo prazo (até 2030), a Organização Mundial do Turismo, em publicação intitulada Panorama OMT do Turismo Mundial Edição 2014, estima que as chegadas de turistas devem sofrer um incremento em torno de 3,3% anualmente, alcançando os milhões em As previsões da OMT indicam que o ritmo de crescimento das chegadas em destinos emergentes (4,4% ao ano) dobre o das economias avançadas (2,2% ao ano). A cota de mercado das economias emergentes, passando de 30% em 1980 para 47% em 2013, deve alcançar os 57% em 2030, o que equivale a mais de um bilhão de chegadas de turistas internacionais 4. A nova espacialização do turismo, decorrente da redistribuição e reconcentração do fluxo turístico internacional em regiões e países até então considerados como detentores de uma economia turística marginal, é produto de uma conjunção de fatores, como já mencionado, que englobam aspectos sociais, políticos, culturais, econômicos e também geográficos e ambientais. A capacidade individual de atração do fluxo turístico, por países e destinos que apresentam potencialidades turísticas, também resulta desses mesmos aspectos, cabendo enfatizar nesse conjunto pontos específicos que impactam 4 Disponível em ds_estatisticas/omt Turismo_highlights_2014_sp.pdf. Acesso em 08/07/

7 diretamente o desempenho do turismo, como a capacidade de cada uma dessas áreas em ofertar um maior leque de atrativos (naturais, históricos ou culturais), equipamentos e serviços turísticos de qualidade, ampla infraestrutura turística, a exemplo da acessibilidade, preços competitivos e compatíveis com a qualidade dos produtos e serviços oferecidos, capacidade promocional e de atração de investimentos, adequação da oferta turística aos múltiplos desejos dos consumidores, proximidade aos principais centros emissores de demanda 5, baixa vulnerabilidade climática, ambiental, socioeconômica e política 6, dentre outras. A competitividade turística está, assim, atrelada a vários fatores, que não necessariamente precisam ocorrer de forma simultânea, mas cuja presença, em maior ou menor intensidade, contribui para que um país, ou um destino, consiga abarcar uma maior fatia no competitivo mercado turístico internacional. O Brasil, a exemplo, país dotado de uma intensa diversidade de atrativos naturais, históricos, culturais, de regiões tão distintas e peculiares no que se refere ao clima, à culinária, às manifestações populares, à religiosidade, à vasta oferta de praias, de possibilidades de lazer náutico, de potenciais que podem ser utilizados para uma exploração competitiva dos mais distintos segmentos do turismo, como o cultural, de aventura, rural, gastronômico, ecoturismo, religioso, dentre outros, ainda apresenta uma ínfima participação no turismo mundial (cerca de 0,6%, tanto no fluxo quanto na receita Tabelas 1 e 2), ratificando a percepção de que a competitividade turística é produto de uma conjunção de fatores associados e não apenas da existência de uma ampla oferta potencial. 5 Incluindo custo e mecanismos de acessibilidade. 6 Tensões sociais, como a violência urbana, ações extremistas, crise econômica e política, e a ocorrência de eventos naturais, como terremotos, maremotos (tsunami) prejudicam as localidades em que incidem, ao tempo em que podem beneficiar outras que não apresentam esses problemas. 7

8 Tabela 1- Principais países receptores de turistas internacionais 2009/14 Países de residência permanente Turistas (milhões de chegadas) * França Mundo Estados Unidos Espanha China Itália Turquia Alemanha Reino Unido Rússia Tailândia Malásia Hong Kong (China) Áustria Ucrânia México Grécia Canadá Polônia Macao (China) 882,1 950,1 996, ,5 76,8 77,6 81,6 83,0 55,0 59,8 62,7 66,7 52,2 52,7 56,2 57,5 50,9 55,7 57,6 57,7 43,2 43,6 46,1 46,4 25,5 31,4 34,7 35,7 24,2 26,9 28,4 30,4 28,2 28,3 29,3 29,3 19,4 20,3 22,7 25,7 14,1 15,9 19,2 22,4 23,6 24,6 24,7 25,0 16,9 20,1 22,3 23,8 21,4 22,0 23,0 24,2 20,8 21,2 21,4 23,0 21,5 23,3 23,4 23,4 14,9 15,0 16,4 15,5 15,7 16,2 16,0 16,3 11,9 12,5 13,4 14,8 10,4 11,9 12,9 13, , ,0 83,6 83,7 70,0 74,8 60,7 65,0 55,7 55,6 47,7 48,5 37,8 39,8 35,1 33,0 31,1 32,6 28,4 29,8 26,5 24,8 25,7 27,4 25,7 27,8 24,8 25,3 24,7 12,7 24,2 29,1 17,9 22,0 16,1 16,5 15,8 16,0 14,3 14,6 Brasil 4,8 5,2 5,4 5,7 5,8 6,4** % Brasil no Mundo 0,54 0,55 0,54 0,55 0,63 0,56 Outros 319,8 355,0 361,1 381,1 415,4 447,6 Fonte: Organização Mundial do Turismo OMT Notas: *Dados estimados **. Dado obtido no Anuário Estatístico, 2015, Ministério do Turismo do Brasil. 8

9 Tabela 2 Receita Cambial Turística dos Principais Países Receptores 2010/14 Países de residência permanente Receita cambial (milhões de US$) * Mundo 913, , , , ,0 Estados Unidos 137,0 115,6 161,6 172,9 177,2 Espanha 54,6 60,0 58,2 62,6 65,2 França 47,0 54,8 53,7 56,7 55,4 China 45,8 45,8 50,0 51,7 56,9 Macao (China) 27,8 38,5 43,9 51,8 50,8 Itália 38,8 43,0 41,2 43,9 45,5 Tailândia 20,1 27,2 33,9 41,8 38,4 Alemanha 34,7 38,9 38,1 41,3 43,3 Reino Unido 32,4 35,1 36,6 41,0 45,3 Hong Kong (China) 22,2 28,5 33,1 38,9 38,4 Austrália 18,6 31,3 18,9 20,2 20,6 Turquia 22,6 25,1 25,3 28,0 29,6 Malásia 18,1 19,7 20,2 21,5 21,8 Áustria 18,6 19,9 18,9 20,2 20,6 Singapura 14,2 18,1 18,9 19,3 19,2 Índia 14,5 17,7 18,0 18,4 19,7 Canadá 15,8 16,8 17,4 17,7 17,4 Suíça 14,7 17,1 16,1 16,9 17,4 Grécia 12,7 14,6 13,4 16,1 17,9 Holanda 11,7 14,3 12,3 13,8 14,7 Brasil 5,7 6,6 6,6 6,7 6,8 % Brasil no Mundo 0,62 0,63 0,62 0,57 0,55 Outros 285,8 350,9 331,70 395,60 422,90 Fonte: Organização Mundial do Turismo OMT Notas: *Dados estimados São muitos os fatores que contribuem para o atual posicionamento do Brasil no mercado mundial do turismo. O alto custo de deslocamento ao país (distância-tempo de deslocamento-dispêndio com transporte aéreo versus satisfação do visitante), nação de 9

10 dimensões continentais, distante dos principais centros emissores de turistas internacionais 7 ; os parcos recursos para realização de investimentos na infraestrutura turística inclusive em marketing promocional ; a marginalidade e a violência 8 nos seus principais centros urbanos e portões de entrada do turismo internacional Rio de Janeiro e São Paulo 9 ; a política cambial que manteve o Real valorizado por longos períodos desde a mudança da moeda nacional 10, conduzindo a um possível incremento dos preços relativos praticados no mercado turístico brasileiro e inibindo viagens de estrangeiros ao país são alguns dos fatores que podem explicar a ainda tímida participação brasileira no ranking dos maiores receptores de visitantes oriundos de outras nações. E, se por um lado a política cambial contribuiu 11 para frear a vinda de estrangeiros ao Brasil, por outro, aliada à estabilidade da moeda que, dentre outras ações, propiciou a ampliação dos prazos de financiamento das viagens internacionais, e ao aumento do poder de consumo da população brasileira, possibilitando a que novos segmentos integrassem a demanda por visitas a destinos situados no exterior, conduziu o país a situar-se no grupo dos dez maiores emissores de turistas estrangeiros do mundo, o que tem ocasionado déficits anuais na conta turismo do balanço de pagamentos nacional 12 (Tabela 3). Mesmo em 2014, ano de realização da Copa do Mundo, evento sediado no Brasil, e com o Real já apresentando sucessivas desvalorizações, a saída e os gastos de brasileiros no exterior superaram as entradas de visitantes e de divisas internacionais. 7 Em 2014, no ranking dos principais emissores de turistas internacionais, a China aparece em primeiro lugar, seguida pelos EUA, Alemanha, Reino Unido, Rússia, França, Canadá, Itália, Austrália e em décimo lugar, o próprio Brasil. 8 O Brasil é a sétima nação mais violenta do mundo, com 29 casos/100 mil habitantes. Embora as cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo não estejam na relação dentre as 500 mais violentas do país, ainda apresentam elevadas taxas de homicídios. Dados disponíveis em acesso em 11/07/ São Paulo e Rio de Janeiro ainda concentram parte expressiva das entradas de estrangeiros ao Brasil. Em 2014 São Paulo respondeu por 34,5% das chegadas ao país e o Rio por 24,8% (Anuário Estatístico MTur, 2015). 10 Em janeiro de 2004, alta estação no Brasil, o dólar (compra) valia R$ 2,8854; em janeiro de 2005, R$ 2,6682 (queda de 7,5% no comparativo anual); em janeiro de 2010, R$ 1,7232 (queda de 35,4% se comparado a 2005); em janeiro de 2014, R$ 2,3969 (queda de 10,2% se comparado ao mesmo mês de 2005) dados do Banco Central do Brasil. 11 É importante registrar que embora no mês de janeiro de 2013 e de 2014 o Real estivesse mais valorizado do que no mesmo mês de 2005, a moeda nacional vem sofrendo desvalorizações, tendo o dólar alcançado a marca de R$ 3,2163 em julho de As viagens internacionais (receitas e despesas) estão registradas como serviços finais, um item da conta corrente do balanço de pagamentos. 10

11 Tabela 3 Conta Turismo do Brasil (2000/2014) Ano Conta Turismo (milhões de US$) Receita Despesa Saldo (2.084) (1.468) (398) (858) (1.448) (3.258) * Fonte: Banco Central do Brasil *Dados estimados 13 (5.100) (5.594) (10.718) (14.709) (15.588) (18.632) (18.695) O incremento das viagens e dos gastos de brasileiros no exterior não impactam, obviamente, apenas os destinos turísticos internacionais demandados ou mesmo as empresas brasileiras ou não que atuam no segmento emissivo, nesses casos de forma positiva. Além dos problemas gerados para o balanço de pagamentos do país, as saídas de brasileiros também produzem efeitos negativos para os destinos domésticos que deixam de receber recursos que poderiam estar sendo gastos com o turismo interno. Pesquisa publicada pela Fundação Instituto de Pesquisa Econômicas (FIPE) e pelo MTur em 2012 Caracterização e Dimensionamento do Turismo Doméstico no Brasil, indica que a região Sudeste do Brasil foi responsável, no ano de 2011, por 40,7% do turismo emissivo doméstico brasileiro, ou seja, parte expressiva dos brasileiros que fazem viagens domésticas residem nesta região, que se configura como o maior mercado para a atividade. Considerando que a região concentra também a maior parte da renda nacional, é de se esperar que parcela dessa demanda doméstica esteja sendo redirecionada para o exterior 14, movimento que certamente tende a diminuir com as mudanças cambiais. Cabe também ressaltar que parte expressiva do fluxo doméstico brasileiro se redistribui entre os destinos do próprio Sudeste (35,5%), indicando a intensa concentração da atividade turística em termos regionais (Tabela 4). 13 Observa-se uma diferença entre os dados da conta turismo internacional em 2014 divulgados pelo Banco Central do Brasil (US$ 6,9 milhões) e a OMT (US$ 6,8 milhões). 14 Informações que só poderão ser comprovadas a partir de novas pesquisas. 11

12 Tabela 4 Fonte: FIPE/MTur., 2012 Em um contexto de instabilidade econômica e política nacional, e também de permanência ou intensificação do desaquecimento econômico em diversos países 15, com tendência a alta da moeda americana, as cidades brasileiras caso os problemas econômicos e políticos internos não assumam dimensões mais expressivas que as já observadas podem se beneficiar com uma migração da demanda nacional pelo emissivo internacional para o mercado doméstico. Ou seja, parte dos brasileiros que realizam viagens ao exterior pode redirecionar os seus roteiros para os destinos turísticos nacionais. Porém, certamente, as áreas mais qualificadas, em termos não apenas da disponibilidade de um amplo número de atrativos turísticos, mas, também, em acessibilidade, divulgação, qualificação urbana limpeza, segurança pública, sinalização turística, etc., dentre outros, serão aquelas eleitas por parcela expressiva desta demanda. 15 A exemplo da Grécia e mesmo da China. 12

13 Já no segmento do turismo internacional, como sinalizado pela OMT, ao final dos próximos quinze anos, as Américas deverão estar recebendo cerca de 150 a 248 milhões de visitantes a mais do que o volume registrado em Os movimentos de desconcentração e globalização econômica que requerem um maior intercâmbio entre blocos econômicos e países, os avanços tecnológicos e as estratégias de captação de turistas adotadas por operadoras de turismo e destinos turísticos situados nos mais diversos pontos do planeta, a valorização das culturas, os novos desejos dos consumidores do lazer, em que se inclui a busca pelo exótico, a percepção das viagens como fonte de conhecimento e de reposição de energias diante dos desgastes da vida cotidiana, a ampliação dos relacionamentos entre os povos, dentre outros fenômenos, são fatores que estão impulsionando o turismo e que levaram a OMT a conceber um cenário de crescimento para a atividade de 2010 até 2030, em um contexto de desaquecimento da economia global. Estas perspectivas, que incluem a possibilidade de ampliação das distâncias médias percorridas pelos visitantes internacionais, a valorização turística das novas experiências, o reconhecimento da importância do território, compreendido enquanto o lócus da realização da atividade turística, e do turismo urbano como um diferencial de competitividade, propulsor de novas experiências e mote para a requalificação de cidades estagnadas economicamente, vêm provocando o despontar de um novo cenário, no qual a hegemonia do modelo convencional e dos espaços turísticos tradicionais passa a ser questionada, abrindo novos espaços para países e destinos até então considerados pouco expressivos no cenário do turismo mundial, a exemplo do Brasil e dos seus centros urbanos e turísticos. Há que se reconhecer que a importância do turismo nas cidades, espaços privilegiados de concentração criativa, simbólica e produtiva, é hoje indiscutível. Buscando adaptarse à concorrência estabelecida na etapa atual de crescimento pós-industrial e de globalização econômica e manter uma posição hierárquica relevante, as cidades têm sido palco para a realização de grandes investimentos em infraestrutura, equipamentos e serviços. O turismo, ao tempo em que se beneficia desses investimentos, tem 16 Panorama OMT Del turismo internacional, Edição Disponível em 13

14 possibilitado a que cidades, situadas nos mais distintos pontos do planeta, estejam mantendo a sua competitividade urbana 17, e, até mesmo, ampliando-a, e solucionando questões desafiantes, como a recuperação do seu patrimônio histórico-cultural e a sustentabilidade das suas áreas centrais, ainda que estas soluções não estejam isentas de crítica e que algumas vezes possam servir como um alerta a não adoção de estratégias similares em outras realidades. A percepção do valor do lugar, de sua cultura, de sua identidade pela demanda turística, em um cenário de intensa competitividade global, vem conduzindo à expansão de novas modalidades de turismo associadas às cidades, e propiciando o fortalecimento da segmentação turística. O crescimento do papel atribuído à cultura na definição dos lugares e, mais especificamente, na composição de sua identidade, tem possibilitado a que o turismo cultural se destaque como um segmento em franca expansão, um dos grandes responsáveis pelo incremento da atividade turística mundial. Aproveitando-se da valorização da cultura como um dos elementos centrais da oferta turística, cidades, situadas nos mais distintos pontos do planeta, estão buscando revitalizar e preservar o seu patrimônio cultural com vistas à ampliação da sua competitividade urbano-turística. Outras têm buscado aliar os seus diferencias culturais e naturais às potencialidades dos demais segmentos do turismo, como o de eventos esportivos ou o de negócios. No Brasil, a exemplo, o Rio de Janeiro vem promovendo uma requalificação urbano-turística centrada na valorização do patrimônio históricocultural e dos diferenciais da cidade para os segmentos do turismo de lazer, cultural e de esportes; Recife, com o Complexo Turístico Eduardo Campos, que hoje compreende o Centro de Artesanato, o Cais do Sertão, o projeto Armazéns do Porto, o Museu Passo do Frevo e o Terminal Marítimo, tem ampliado o número de turistas, destacando-se nacionalmente no receptivo de cruzeiros marítimos18. Fortaleza requalificou-se para o 17 Desde Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, às cidades europeias como Paris, Barcelona, Bilbao, Málaga, Lisboa, norte-americanas, como Los Angeles e Nova Iorque, dentre outras. 18 Conforme o Secretário de Turismo de Pernambuco, Felipe Carreras, Recife recebeu cerca de 40 mil turistas vindos através de cruzeiros marítimos em 2014 (Diário de Pernambuco, disponível em -operacao-inedita-porto-do-recife-recebe-tres-transatlanticos-simultaneamente.shtml, acesso em 11/07/2015). No tocante aos visitantes estrangeiros, o Anuário Estatístico do Turismo 2015 revela que Pernambuco foi o segundo estado no receptivo de turistas por via marítima em 2014, recebendo cerca de visitantes estrangeiros, atrás apenas do Rio de Janeiro ( turistas). Nesse mesmo ano, a 14

15 segmento de negócios e convenções, com o Centro de Convenções Edson Queiroz, considerado um dos mais modernos espaços desse gênero na América Latina 19, inaugurado oficialmente em agosto de 2012, dotado de m² de área, sendo aproximadamente m² climatizados, e estrutura com capacidade para receber até cinco eventos simultâneos, nos seus sete blocos independentes e alguns sub-blocos, abrigando palestras, feiras, shows, congressos, workshops, exposições, seminários, eventos esportivos, entre outros. Há que se observar, entretanto, que sendo o turismo um fenômeno genuinamente territorial, que utiliza o território como espaço de consumo e de produção, impactando-o e sendo por este impactado, positiva ou negativamente, o desenvolvimento turístico irá pressupor mais do que a necessária qualificação e ampliação da atratividade da oferta local. Para que o turismo contribua não apenas para um novo posicionamento das cidades no mercado mundial, mas, sobretudo, para a melhoria da qualidade de vida dos habitantes de uma dada cidade, com o alcance de novos indicadores sociais e econômicos, faz-se necessária uma integração territorial, também compreendida como a capacidade de organização socioeconômica e política do território. Dada a importância do território para o turismo, a ocorrência do desenvolvimento turístico, compreendido enquanto [...] um processo de mudanças que permita superar problemas e construir uma sociedade mais justa, com significativa redução da pobreza, e vivendo com mais qualidade de vida [...] (SILVA, 2003, p. 162) irá requerer o emprego de instrumentos que possibilitem aos destinos turísticos a transformação de vantagens comparativas, baseadas no aproveitamento intensivo dos recursos turísticos, em vantagens competitivas, pautadas na flexibilização da oferta e no uso racional dos recursos (REBOLLO, 1996, p. 87). Ou seja, a adoção de mecanismos de gerenciamento e ordenamento territorial do turismo que viabilizem a qualificação de espaços turísticos, contribuindo para a revitalização de áreas degradadas, possibilitando ao desenvolvimento turístico atuar como um ponto de arranque para a correção de desequilíbrios socioeconômicos e espaciais (ID., 1996, p. 89). Bahia registrou a entrada de 3 mil turistas estrangeiros por via marítima (Dados da Bahia obtidos na Bahia Econômica. disponível em acesso em 13/07/2015) 19 Pronunciamento de Silvio Pessoa, diretor-presidente da Rede Sol Express de Hotéis e Resorts à Bahia Econômica, em 06/07/2015. Disponível em em 08/07/2015. Acesso em 08/07/

16 Em essência, o gerenciamento e o ordenamento territorial do turismo tornaram-se grandes desafios para muitas cidades, concomitantemente ao crescimento das expectativas para com o desenvolvimento do turismo urbano, e isso não apenas para as urbes localizadas em países periféricos ou em desenvolvimento. Também nas economias centrais espera-se que o desenvolvimento do turismo urbano possa reequilibrar a economia urbana gerando novas e regenerando áreas defasadas. Entretanto, para que essas ações possam obter sucesso como instrumentos de política social, devem incorporar aspectos como a preocupação com a geração e manutenção de empregos, redução da criminalidade, criação de um ambiente saudável, fornecimento de moradia aos sem-teto, de transporte público, dentre outros. Ou seja, devem contemplar não apenas os interesses do governo, das empresas ou dos turistas, mas dos diversos segmentos representantes das comunidades locais na organização social e política do território, o que se apresenta como um desafio ainda mais intenso quando se trata de territórios permeados por conflitos políticos, econômicos e sociais, como os presentes na cidade de Salvador. Reunindo um conjunto de atributos propícios à exploração de diversos segmentos turísticos, como o histórico-cultural, de lazer litorâneo, náutico, de eventos, gastronômico, dentre outros, Salvador apresenta um amplo potencial para expansão da economia do turismo. Para tanto, junto à superação de desafios estruturais, como os referentes ao quadro social mendicância, violência urbana 20, marginalidade e de deficiências da infraestrutura urbana e turística transporte urbano, sinalização turística, limpeza urbana, acessibilidade aérea e terrestre, dentre outros, deverá potencializar os seus segmentos turísticos e reordenar a atividade turística, de forma a que esta possa, de fato, ser um importante propulsor do desenvolvimento da cidade. Em que pese a relevância do potencial existente, ainda são muitos os desafios para que Salvador amplie a sua competitividade turística. De forma a subsidiar este processo, contribuindo, efetivamente para a definição de proposições de políticas públicas 20 De acordo com pesquisa da Organização Não Governamental Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal, do México, a cidade de Salvador, em 2013, com 57,61 homicídios por 100 mil habitantes, foi considerada a décima terceira cidade mais violenta do mundo. mais-violentas-do-mundo-diz-ong-mexicana.htm. Acesso em 11/07/

17 direcionadas ao incremento do turismo em Salvador, esse diagnóstico e prognóstico tendencial pretende analisar o turismo da cidade a partir do ano , identificando a sua situação atual, os desafios que hoje se apresentam para essa atividade e indicando proposições que possam vir a contribuir com o turismo de Salvador. 3. O Turismo em Salvador Salvador, capital da Bahia, com uma população estimada em habitantes e uma área de 709,50 km222 (IBGE, 2014), é a principal metrópole da Região Nordeste do Brasil, a terceira do país em população, e o mais importante centro econômico do Estado. Concebida como uma cidade fortificada destinada a sediar o governo colonial no Brasil e a servir como entreposto comercial entre o Oriente e o Ocidente, graças a uma conjunção de fatores atrelados a adequação das suas condições físicas e geográficas às necessidades da economia mercantil, Salvador ocupou o papel de mais importante cidade do hemisfério sul nos séculos XVII e XVIII, quando também assumia a condição de Capital do Brasil 23. Desse período, a cidade herdou um vasto patrimônio arquitetônico que a permitiu receber o título de Cidade Patrimônio da Humanidade, concedido pela Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura (UNESCO) em 1985, e também um amplo legado cultural de origem africana, que a tornaram peculiar em termos de musicalidade, de gastronomia, de religiosidade. O vasto patrimônio histórico-cultural de Salvador, fruto das influências das culturas indígenas, portuguesa e africana, além das de outros povos imigrantes, bem como às condições climáticas temperatura ao redor de 25º C e físicas do seu espaço urbano, que dispõe de aproximadamente 50 km de praias, correspondentes a 1/3 da costa da Baía de Todos os Santos, conformam hoje uma cidade miscigenada, dotada de ampla beleza natural e características próprias, que a diferenciam de outras urbes do país e do mundo, singularizando-a e tornando-a atrativa para o turismo. 21 Retornando a períodos anteriores, a depender da necessidade de evidenciar fatos e ações. 22 Esse dado do IBGE incorpora a área marítima da Baía de Todos os Santos. Considerando apenas a parte terrestre, ainda conforme o IBGE, Salvador possui uma área equivalente a 325 km2. 23 Salvador perdeu o título de capital brasileira para o Rio de Janeiro em 1763, apesar de ter mantido a sua influência política no fim do período colonial e no decorrer do Império. 17

18 Em Salvador, o turismo expandiu-se gradualmente, ocupando, a princípio, as áreas mais centrais da cidade e alguns pontos da Baía de Todos os Santos, sobretudo a estância hidromineral de Itaparica. Com o avançar da industrialização no entorno metropolitano, a região turística do Salvador amplia-se em direção ao Litoral Norte, de forma mais intensa, também abraçando, com menor intensidade, os municípios do entorno da Baía. Os investimentos públicos de maior expressão realizados no vetor norte da cidade, sobretudo na infraestrutura de transporte, tenham sido estes implantados em decorrência do advento da industrialização na RMS iniciados nos anos 50 ou do turismo mais recentes, implementados a partir da pavimentação da BA-099, Linha Verde, em inícios dos anos 1990, ampliaram as articulações de Salvador com esta área, possibilitando o processo de expansão urbano-turística, desencadeado a reboque da expansão urbano-industrial. Salvador mantém hoje fortes relações com o Litoral Norte, estando, inclusive, praticamente conurbada com o município de Lauro de Freitas, registrando-se uma intensa circulação de pessoas, capitais e mercadorias em grande parte desta área. Em termos do turismo, especificamente, a Capital atua como elo central na distribuição de fluxos para este subespaço turístico, batizado pelo órgão oficial de turismo da Bahia como zona turística Costa dos Coqueiros, com o qual mantém estreitas relações. Salvador exerce também o papel de centro turístico regional frente aos municípios da Baía de Todos os Santos, sendo a grande responsável pela distribuição do fluxo de visitantes para essa área Programas Estruturantes do Turismo da Bahia e de Salvador a partir de finais dos anos 1990 Embora detendo uma oferta turística potencial rica e diversificada, apenas nos anos 1990, após defrontar-se com uma conjuntura adversa 24, o turismo assume o status de atividade econômica prioritária em Salvador, assim como na Bahia. Em inícios da 24 Crise do petróleo, crise fiscal, elevação dos juros internacionais, crescimento da dívida externa, crise da indústria petroquímica desestimulando o segmento do turismo de negócios (QUEIROZ, 2007, p. 155). 18

19 década o governo do Estado realiza, com recursos próprios e de outras fontes 25, uma séria de investimentos no turismo baiano, concentrados, sobretudo, em Salvador, em projetos tais como: recuperação do Centro Histórico (algumas áreas), Teatro Castro Alves, Parque Metropolitano do Abaeté, Parque de Pituaçu e reforma, aperfeiçoamento e modernização do Centro de Convenções, mas, também, em outros destinos turísticos, a exemplo dos localizados na região do Litoral Norte. Em meados do decênio de 1990, concomitantemente à implantação da Secretaria de Turismo e Cultura, tem-se o inicio da liberação dos recursos do Programa de Desenvolvimento do Turismo do Nordeste (Prodetur-NE), um programa de financiamento do turismo dos estados do Nordeste, desenvolvido em parceria com o BID, agente financiador, que envolveu na sua primeira fase entre 1995 e investimentos equivalentes a US$ mil, sendo 34% destes (US$ 251,011 milhões) aplicados na Bahia (BANCO DO NORDESTE DO BRASIL). Do montante total investido no Nordeste do Brasil, o BID responsabilizou-se por 63,4% e 36,6% foram contrapartida local governos dos Estados, principalmente, e governo federal, exclusivamente no item infraestrutura aeroportuária. Na primeira fase do Prodetur, seguindo recomendações do Banco Interamericano, parte expressiva dos recursos investidos na Bahia cerca de 85% desse total foram aplicados em obras de infraestrutura, com destaque para os itens melhoramento de aeroportos, tratamento de água e esgotos e transportes que representaram, respectivamente, 36%, 26% e 23% dos investimentos realizados (Gráfico 1 ). 25 Banco Mundial (BIRD), Kreditanstalt Für Wiederaufban (KFB), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Fundo Geral de Turismo (FUNGETUR) e, a partir de 1995, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) QUEIROZ, 2002, p Oficialmente a primeira fase do Prodetur deveria ter sido concluída em 2001, entretanto, alguns projetos atrelados a este programa, foram concluídos em

20 Gráfico1 - Inversões públicas no período de vigência do Prodetur/Bahia I ( ) Melhoramento de aeroportos Tratamento de água e esgoto Transportes (exceto aeroportos) Recuperação do patrimônio histórico Recuperação e proteção ambiental Desenvolvimento institucional Estudos e projetos 35,5% 16,8% 1,7% 5,9% 4,3% 8,0% Fonte: Banco do Nordeste, ,1% A Baía de Todos os Santos foi, destacadamente, beneficiada com o aporte de recursos públicos aplicados no turismo baiano durante o período de vigência do Prodetur I. Aglutinou 41,13% do total investido, que foram direcionados, exclusivamente, para projetos executados na capital baiana, em obras de recuperação do patrimônio cultural, em menor proporção, ou infraestruturais, a exemplo da ampliação do Aeroporto Internacional Deputado Luiz Eduardo Magalhães, que absorveu 92,01% do total destinado à BTS (Tabela 5). 20

21 Tabela 5 Fonte: SUINVEST Abril 2003 in PDITS Baía de Todos os Santos, O Prodetur-NE é um programa de longo prazo duração prevista inicialmente para 20 anos, concebido em duas fases e submetido a fiscalizações periódicas pelo agente financiador, o BID. Na segunda etapa do programa, após a realização de um vasto leque de obras infraestruturais, algumas, inclusive, de impacto negativo como estradas e aeroportos construídos sem um ordenamento turístico prévio da localidade receptora, resultando em incremento do fluxo seguido por sérios problemas socioeconômicos, como a favelização, ambientais e culturais, o BID redirecionou o Prodetur que passou a contemplar, com maior destaque, questões como a melhoria da qualidade de vida da população, preservação cultural e ambiental, dentre outras. Um tópico que também merece destaque no Prodetur II refere-se à participação efetiva das prefeituras no programa. Desde a sua concepção inicial, o Prodetur pressupôs uma articulação entre órgãos dos poderes públicos federal, estadual e municipal e a iniciativa privada, entretanto, as prefeituras mostraram-se passivas no processo, recebendo obras, sem um comprometimento maior quanto à criação de mecanismos de manutenção das inversões efetuadas e de controle das suas áreas de competência. Como forma de garantir a participação efetiva do poder municipal, tornou-se uma exigência para o município continuar a obter financiamento ou para vir a consegui-lo, a comprovação do atendimento de itens condicionantes, como um plano diretor, código de obras, legislação ambiental, programa de limpeza urbana, mecanismos de controle e treinamento de pessoal, dentre outros (QUEIROZ, 2007, p ). As modificações introduzidas no Prodetur II foram, de fato, expressivas, com repercussões, inclusive, no zoneamento territorial. Na primeira fase do programa, os 21

22 projetos contemplados deveriam estar inseridos em uma estratégia turística estadual, sendo dispensável uma proposta de regionalização. Já na segunda fase, o zoneamento territorial, antes uma estratégia isolada de alguns Estados, passou a ser uma condição essencial à liberação dos recursos, sendo o financiamento vinculado a projetos que estivessem compondo um plano de desenvolvimento local de uma dada região, denominada pelo organismo internacional de polo turístico. Como o conceito de polo turístico para o BID compreendia uma região geográfica mais extensa que as áreas delimitadas pela então Secretaria de Turismo e Cultura para as zonas turísticas estaduais, procedeu-se uma modificação no zoneamento territorial baiano e o Estado passou a apresentar no Prodetur II, três polos litorâneos e o polo da Chapada Diamantina (Figura 1). Foram concebidos mais dois polos pelo planejamento turístico estadual Caminhos do Oeste e São Francisco e definida uma nova região turística Vale do Jequiriça que, entretanto, não foram previstos para ser contemplados pelos recursos liberados no Prodetur II (Quadro 1). Quadro 1 Programa de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur) Polos turísticos baianos Polos Turísticos Polos Tradicionais Polo Salvador e Entorno Polo Litoral Sul Polo Costa do Descobrimento Polo Chapada Polos Não-Consolidados Polo São Francisco Polo Oeste Fonte: QUEIROZ, 2007, p Zonas Turísticas Baía de Todos os Santos e Costa dos Coqueiros Costa do Cacau e Costa do Dendê Costa do Descobrimento e Costa das Baleias Circuito do Ouro, Circuito do Diamante e Chapada Norte Municípios de Paulo Afonso, Juazeiro, Sobradinho, Casa Nova e Curaçá Municípios de Barreiras, São Desidério, Correntina, São Félix do Coribe Outra alteração sofrida pelo Prodetur na sua segunda fase refere-se à participação do governo federal. Na primeira etapa do programa a União atuou como avalista, como em qualquer operação de crédito internacional, tendo investido, exclusivamente, na infraestrutura aeroportuária. A coordenação do Prodetur coube ao Banco do Nordeste, agente financeiro do programa, responsável, dentre outras ações, pelo repasse dos recursos para os Estados. No entanto, dada a dificuldade de arcarem com a contrapartida exigida no acordo com o BID, os próprios Estados solicitaram ao governo federal que aportasse recursos ao projeto, que passou a ter um duplo comando federal: do Banco do 22

23 Nordeste, tomador do empréstimo perante o BID, e do Ministério do Turismo, responsável pela contrapartida dos recursos federais. Foi constituído um Grupo Técnico (GT), composto desses dois organismos federais e uma empresa de consultoria contratada pelo Banco do Nordeste, para análise e aprovação dos planos de desenvolvimento de cada polo turístico intitulado Plano de Desenvolvimento Integrado do Turismo Sustentável (PDITS) e dos projetos apresentados. Figura 1 Polos Turísticos da Bahia Prodetur II Fonte: QUEIROZ, 2007, p

24 Como uma nova exigência do programa, que também passou a compreender os Estados do Nordeste, norte do Espírito Santo e norte de Minas Gerais, fez-se necessário, que além dos requisitos já citados, cada polo constituísse o seu Conselho de Turismo, responsável pela aprovação dos PDITS, antes do seu encaminhamento aos GTs. Junto aos Conselhos de Turismo, foram também criados Conselhos de Meio Ambiente em cada polo baiano, em atendimento às deliberações do Prodetur II. Em termos do volume de recursos envolvidos, o Prodetur Bahia II, programa iniciado em 2005, envolveu investimentos equivalentes a US$ 85,56 milhões, com financiamento do BID totalizado US$ 39 milhões, aplicados em três contratos: o 1º contrato no montante de US$ ,00, assinado em 22/12/2004, o 2º contrato no montante de US$ ,00, em 02/01/2006 e o 3º contrato no montante de US$ ,00, assinado em 12/06/2006. A contrapartida correspondeu ao valor total de US$ (PDITS, BTS, 2012). Os recursos foram aplicados em obras de infraestrutura (46,7%), no patrimônio cultural (16,4%), em urbanização (14,5%), em programas de abastecimento de água e saneamento (9,2%), e em ações direcionadas à gestão de resíduos sólidos, planejamento estratégico, capacitação empresarial, gestão municipal do turismo, proteção de recursos naturais e gestão administrativa e fiscal (Gráfico 2). Gráfico 2 Distribuição setorial dos investimentos do Prodetur Bahia II Obras de infra-estrutura Urbanização Capacitação profissional Planejamento estratégico Gestão municipal do turismo Gestão administrativa e fiscal 46,7% Patrimônio cultural Água e Saneamento Gestão de resíduos sólidos Capacitação empresarial Proteção dos recursos naturais 16,4% 0,8% 0,8% 1,0% 1,9% 2,0% 3,0% 3,7% 9,2% 14,5% Fonte: Secretaria de Turismo, dez./

25 No conjunto das Zonas Turísticas, a Baía de Todos os Santos absorveu 25,2% dos investimentos (Gráfico 3), equivalendo a um total de US$ , envolvendo projetos e obras de infraestrutura, com destaque para as obras de restauração de importantes imóveis localizados no Centro Antigo de Salvador: Palácio Rio Branco, Igreja e Cemitério do Pilar, Igreja do Boqueirão e Casa das Sete Mortes; para o projeto de urbanização do polo turístico e hoteleiro de Armação e para a recuperação do Museu Rodin. Gráfico 3 - INVESTIMENTOS DO PRODETUR II 59,88% 25,22% 1,12% 4,31% 4,67% 4,58% 0,21% Fonte: SETUR, SUINVEST, 2012 A capital baiana absorveu praticamente sozinha a exceção do município de Itaparica, onde foram aplicados US$ na execução das Obras de Urbanização Paisagística e Funcional do Centro Histórico e Bica o conjunto dos investimentos direcionados ao patrimônio cultural da BTS (US$ ,4% do total investido), concentrados, em sua maior parte afora o Museu Rodin no Centro Antigo da Cidade (81,7% do total aplicado no patrimônio histórico do município Tabela 6). As inversões canalizadas para Salvador, em seu conjunto, totalizaram US$ ,0 correspondentes a 93,6% do volume aplicado na BTS. Além disso, Salvador foi também contemplada com ações dirigidas ao conjunto da Zona Turística, como a implementação do projeto de Fortalecimento Institucional do Órgão Gestor do Turismo e sua posterior complementação, além do projeto de Capacitação Empresarial da Baía de Todos os Santos (Tabela 6). 25

26 Tabela 6 Investimentos do Prodetur Bahia II na Zona Turística Baía de Todos os Santos VALOR EM US$ DATA DE CONCLUSÃO PROJETO Recuperação do Palacete Bernardo Martins Catharino - Museu Rodin dez/06 Recuperação da Nova Sede do IPAC - 1ª e 2ª Etapas abr/08 Recuperação do Forte Santo Antonio Alem do Carmo dez/06 Recuperação do CHS (6ª ETAPA) - Casa das Sete Mortes jul/10 Recuperação do CHS (6ª ETAPA) - Palácio Rio Branco jun/10 Recuperação do CHS (6ª ETAPA) - Igreja Nossa Senhora da Conceição do Boqueirão fev/10 Recuperação do CHS (6ª ETAPA) - Igreja e Cemitério do Pilar set/11 Atualização do Projeto de Recuperação do Centro Histórico de Salvador -6ª Etapa ago/07 Urbanização do Polo Turístico e Hoteleiro de Armação - 1ª Etapa nov/10 Execução das Obras de Urbanização Paisagística e Funcional do Centro Histórico e da Bica de Itaparica nov/11 Implementação do Projeto de Fortalecimento Institucional do Órgão Gestor do Turismo out/07 Implementação do Projeto de Fortalecimento Institucional do Órgão Gestor do Turismo - Complemento dez/11 Capacitação Empresarial da Baía de Todos os Santos dez/11 TOTAL Fonte: Secretaria de Turismo, julho de Em dezembro de 2009, com o Prodetur II ainda em vigência, a Bahia passa a figurar entre os estados a serem contemplados com recursos do Programa de Desenvolvimento do Turismo Prodetur Nacional 27. Este programa do Ministério do Turismo, com financiamento internacional do BID e da CAF (Comissão Andina de Fomento), tem por objetivo gerar condições que facilitem a consecução das metas do Plano Nacional de Turismo , estendido, posteriormente, ao Plano , contribuindo para aumentar a capacidade de competição dos destinos turísticos brasileiros; para fortalecer a Política Nacional de Turismo alinhando os investimentos regionais, estaduais e municipais a um modelo de desenvolvimento turístico nacional, por meio de gestão 27 As negociações foram iniciadas em 2008, segundo informações da Secretaria de Turismo do Estado. 26

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