PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR NÚCLEO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EDUCAÇÃO INFANTIL UMA QUESTÃO CULTURAL?

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1 PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR NÚCLEO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EDUCAÇÃO INFANTIL UMA QUESTÃO CULTURAL? CRISTIANE MARIA DAVID CRUZ GUEDES MARY SUE PEREIRA Rio de Janeiro FEVEREIRO /

2 PÓS GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR NÚCLEO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CRISTIANE MARIA DAVID CRUA GUEDES EDUCAÇÃO INFANTIL, UMA QUESTÃO CULTURAL? Monografia apresentada à pós-graduação de administração escolar da Universidade Candido Mendes Tijuca como requisito para obtenção do título de Especialista em administração escolar. Banca Examinadora: Mary Sue Pereira Nome do.professor Orientador Mary Sue Pereira Nome do Professor 2

3 Agradecimento. Primeiramente a Deus por ter-me dado forças para perseguir os ideais de educação pelo qual sempre busquei, com valores morais, ética, boa conduta e acima de tudo, respeitando sempre meus colegas de trabalho. A minha família Ito, Iandara e Marina por terem sempre admirado o trabalho consciente e a garra por perseguir um ideal em educação. A esses leigos em educação que sempre agiram com total destreza e sobriedade nos momentos de maior aflição e descontentamento por ter eu, buscado uma profissão tão desgastante e frustrante em determinados momentos. Sempre admirando e lembrando a mãe, a profusão que sou quando falo em educação. Encorajando me a burlar de certa forma as regras da ABNT em prol de um trabalho que se justifica na prática. Uma monografia que tem voz, que fala com quem dela resolver compartilhar. Esse é o espírito. Espírito de voz. De voz incansável de uma educadora. Cristiane Guedes 3

4 RESUMO Guedes, Cristiane. EDUCAÇÃO INFANTIL, UMA QUESTÃO CULTURAL? Pós-Graduação em Administração Escolar. Universidade Candido Mendes Tijuca. Rio de Janeiro,2004/2005. mundo que a cerca. A criança aprende a partir das observações que ela tem do As primeiras aprendizagens estão relacionadas com os vínculos afetivos que a criança estabelece com a família, com a escola, com o que ela observa no adulto. Uma criança que aprende, busca novas formas de acrescentar às suas aprendizagens experiências que ajudarão a constituir se. Ela ultrapassa suas fronteiras sem ultrapassar a fronteira alheia. Esses são os limites, que irão determinar o adulto do futuro. Pensar uma escola, desejar uma escola é saber selecionar, escolher a escola que trabalha com regras de convivência que fazem com que as famílias repensem a sua atuação, sem modificar a essência familiar que é de fundamental importância para que a criança saiba discernir sobre o certo ou errado. A escola não pode ter a função determinista e sim, participativa. Essa é a função da escola que educa e prepara para o mundo. A escola tem o papel fundamental, que é o da educação integral dessa criança constituindo a formação de hábitos e atitudes, com integridade, ética e valores, situações esquecidas na sociedade atual. Nesse processo inclui-se a equipe pedagógica, a formação do educador, o tempo que a escola dispõe para formar sua equipe com a ética e valores referidos acima, para que possam contextualizar cada vez mais o educando para estar apto a interagir na sociedade atual.

5 O referido trabalho é uma experiência de vida, ou, melhor dizendo uma expectativa profissional.. 5

6 Metodologia: O presente trabalho está contextualizado na prática diária de creche escola e fundamentado teoricamente pela bibliografia registrada. 6

7 SUMÁRIO 1-INTRODUÇÃO O Conhecimento Assimilação e Acomodação Etapas do desenvolvimento Infantil... 3-Projetos Aprender o Projeto Processo Educativo uma Proposta Institucional Projeto Curricular Médio e a longo Prazo Curto Prazo Conselho de Professores... 5-CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXO A- Regimento Interno... B- Projeto Político Pedagógico... C Projeto de Literatura... 7

8 Introdução: O projeto pretende o entendimento das formas de trabalho em uma instituição, promovendo as capacidades da equipe para que possam vivenciar e adequar o Projeto Pedagógico escrevendo a escola em contexto. Promover as capacidades na escola supõe um complexo emaranhado em que os aspectos organizacionais e estruturais, o funcionamento da instituição, as representações docentes e dos alunos, os recursos do qual dispõe e outros fatores que, mesmo sem estar dentro da escola influem intensamente nela disposições normativas, contexto socioeconômico, relações com as famílias, recursos de apoio com que se conta no lugar da implantação, etc. Tudo interage constantemente dessa leitura peculiar que é realizada em cada escola objetivando suas finalidades leituras que pode situar-se em ampla gama de possibilidades entre pólos extremos, por exemplo: Entre visão seletiva do ensino e uma identificação com o ideal de formação integral; Entre a visão do aluno que deve adaptar-se à instituição ou na visão de que a instituição è quem deve esforçar-se para facilitar um eficaz acolhimento do aluno; 8

9 O meio em que a instituição define seu PPP será o determinador de seu sucesso nos dias atuais. A proposta do trabalho atinge um cunho complexo e multiforme com características próprias do contexto em que se desenvolve. A explicitação que se objetiva é um dos caminhos que pode facilitar o trabalho na escola do contexto. Contudo, deve-se entender que tão importante com estabelecer o que pretendemos analisar se o que fazemos é coerente com o que desejamos. O processo de explicitação e execução das propostas institucionais não deve fazer-nos esquecer, nesse sentido as discrepâncias que por vezes, são produzidas entre o currículo explícito, e o implícito, entre o ausente e o real ou entre o que se ensina e o que se aprende e o que se utiliza. Os objetivos que uma instituição educativa procura alcançar sempre existem, explicita ou implicitamente, embora na sua definição nem sempre tenha havido uma participação ampla. O que a educação deve atingir, o que os professores conseguirão e desenvolverão, a forma como as escolas e os currículos devem ser organizados é resultado freqüentemente, de ponto de vista parciais: Administração, titularidade das escolas, etc. Uma escola participativa é cada vez mais autônoma necessita explicitar o que deseja e o que precisa fazer sob o consenso de todos os que nela intervêm. Os projetos educativos são os pilares que constituem uma escola que pretende aprender dentro de uma perspectiva globalizante e bem contextualizada. 9

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