ANÁLISE DO JOGO EM FUNÇÃO DO LOCAL E DO NÚMERO DO SET NA PERFORMANCE EM JOGOS DE VOLEIBOL DE ALTO NÍVEL

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1 ANÁLISE DO JOGO EM FUNÇÃO DO LOCAL E DO NÚMERO DO SET NA PERFORMANCE EM JOGOS DE VOLEIBOL DE ALTO NÍVEL Paulo Vicente João / UTAD-CIDESD Paulo Beça / UTAD Luis Vaz / UTAD-CIDESD Palavras-chave: Análise do Jogo, Vantagem casa, Voleibol. INTRODUÇÃO Nos jogos desportivos, pode-se constatar que nos últimos tempos um dos fenómenos que tem despertado um grande interesse científico é a vantagem casa e a sua influência no resultado de jogo. Courneya e Carron (1992) mencionam que a vantagem casa é representada pela consistência com que as equipas vencem mais de 50% dos jogos disputados em casa, desde que realizem o mesmo número de jogos em casa e fora, defrontando os mesmos adversários. No voleibol, não encontramos estudos que refiram a percentagem do sucesso em jogos realizados em casa. As investigações realizadas centram-se predominantemente na influência do fator casa nas ações de jogo que poderão levar à vitória do jogo. Como é o caso dos 822 R. Min. Educ. Fís., Viçosa, Edição Especial, n. 9, p , 2013

2 indicadores discriminantes (JOÃO et al., 2010), as variações do marcador (LO- BIETTI et al., 2008), os indicadores de eficácia (MARCELINO et al., 2009). Existem estudos que indicam que a influência do fator casa está mais iminente em certos momentos de jogo. Segundo Pollard (2002), no seu estudo sobre as percentagens de vitórias alcançadas pelas equipas da casa nas ligas de basquetebol, hóquei e basebol, quando ocorre uma mudança de estádio, verificou que o fator casa diminuiu, logo após a mudança, porém passado pouco tempo este voltou a subir à medida que as equipas se iam familiarizando com o novo espaço de jogo. A literatura defende que a vantagem casa pode influenciar diretamente a capacidade dos atletas, quer nas ações de jogo, influenciando de forma direta o desfecho de jogo (vitória/derrota). O presente estudo tem como objetivo identificar de que forma o efeito do local (casa/fora) e do número do set (3º,4ºou 5º) nas ações de jogo de voleibol de alto nível tem repercussões no desfecho final (vitória/derrota). MÉTODOS A amostra do presente estudo foi retirada a partir da score box da Confederação Europeia de Voleibol (CEV). Os resultados foram obtidos através da estatística oficial da Liga Europeia de seniores masculinos (n=76 jogos, entre 18 de Maio e 4 de Julho de 2007), correspondentes a 610 sets, num total de ações distribuídas por ações de serviço, ações de ataque, ações de receção e ações de bloco. O objetivo da nossa investigação foi analisar o jogo de voleibol, pretendendo-se identificar os momentos ocorridos ao longo do tempo (set e jogo). Dividiu-se o jogo em três momentos: 3-0, 3-1 e 3-2 e analisou-se o que sucedia durante estes três momentos. Deste modo, pretendeu-se perceber se o fator casa/fora intervém no desfecho final do jogo (vitória / derrota). O voleibol integra 6 procedimentos de jogo: serviço, receção do serviço, passe, remate, bloco e defesa. Neste estudo, a variável dependente considerada foi o resultado do jogo (vitória e derrota). Quanto às variáveis independentes, foram escolhidas as variáveis: serviço, bloco e ataque (PALAO; SANTOS; UREÑA, 2004; JOÃO et al., 2010), incluiu-se também, a receção em virtude de outros estudos terem indicado este procedimento como essencial para o desenrolar do jogo (PALAO; SANTOS; UREÑA, 2004; JOÃO et al., 2006, MAIA; MESQUITA, 2006). R. Min. Educ. Fís., Viçosa, Edição Especial, n. 9, p ,

3 Foi utilizado o Data Volley por ser o instrumento com a informação disponível para os objetivos do estudo. Este software permite-nos aceder às estatísticas pormenorizadas qualitativas totais e por set, trazendo maior riqueza de dados ao investigador e ao treinador, face aos resultados esperados para o presente estudo. Análise estatística Para a descrição dos dados recorremos aos procedimentos da estatística descritiva, a média e o desvio-padrão. Foi utilizada uma ANOVA para medidas repetidas a dois fatores: número de set e local de jogo. Esta técnica foi repetida para os jogos a 3, 4 e 5 sets. No caso de se necessitar de realizar a comparações múltiplas foi utilizado o teste de Tukey HSD. Considerou-se o valor de p 0,05 para o nível de significância. O cálculo dos resultados foi efetuado pelo software SPSS (Statistical Program for Social Sciences) versão RESULTADOS E DISCUSSÃO Os resultados obtidos nos jogos com desfecho de 3-0 presentes na tabela 1, não se verificaram diferenças significativas na análise comparativa entre as ações de jogo e os efeitos do local e número de sets. Tabela 1 Médias ± desvio padrão das ações de jogo: serviço, receção, bloco e ataque referentes a vitória por 3-0 sets e a sua influência no local do jogo N 1º set 2º set 3º set Fset P Flocal P Fsetxlocal P Serviço Receção Bloco Ataque Casa 27 35,5±8,8 30,6±10,1 33,9±9,4 0,88 0,42 0,18 0,68 0,93 0,40 Fora 27 35,1±10,6 34,2±12,4 30,7±13,1 Casa 27 30,6±22,1 34,0±21,6 35,4±25,7 0,21 0,80 0,00 1,00 0,22 0,78 Fora 27 34,2±19,3 30,7±17,3 35,1±23,7 Casa 21 31,3±15,4 36,7±20,8 32,0±22,4 0,01 0,98 0,00 1,00 0,67 0,49 Fora 21 35,9±16,0 30,3±14,3 33,8±21,2 Casa 27 30,9±16,9 35,9±18,6 33,2±17,5 2,00 0,15 0,00 1,00 2,11 0,13 Fora 27 38,8±16,4 37,0±18,6 24,2±17,4 *p 0, R. Min. Educ. Fís., Viçosa, Edição Especial, n. 9, p , 2013

4 No que concerne ao indicador de performance serviço verificou-se uma tendência superior no 2º set nos jogos fora e no 3º set nos jogos em casa. Na receção e no bloco existe uma maior tendência no 1º set nos jogos fora e no 2º set nos jogos em casa. No ataque verifica-se uma tendência superior nos jogos fora no 1º e 2º set e vantagem nos jogos em casa no 3º set. Após análise da tabela 2, pode-se verificar que nos jogos a 4 sets, a comparação das ações de jogo em relação aos sets há diferenças significativas na receção. Este fato poderá ser justificado por a equipa ter um set de vantagem sobre o adversário, podendo apresentar níveis de concentração superiores. Esta argumentação baseia-se no princípio de que para existir um ataque organizado e efetivo deverá existir qualidade na receção. Em relação ao serviço verificou-se uma maior tendência nos jogos fora no 1º set, mas no fator casa, maior no 2º, 3º e 4º set. Uma das possíveis justificações resido no fato das equipas quererem arriscar no serviço de forma a dificultar as ações do adversário, na tentativa da conquista de ponto direto. No que concerne ao bloco há uma maior tendência no fator casa no 1º e 2º set e menor eficácia no 3º e 4º set. Em relação ao ataque existem uma maior tendência no fator casa no 3ºset e menor no 2ºset. Tabela 2 Médias ± desvio padrão das ações de jogo: serviço, receção, bloco e ataque referentes a vitória por 3-1 (4 sets) e a sua influência no local do jogo N 1º set 2º set 3º set 4º set Fset P Flocal P Fsetxlocal P Serviço Receção Bloco Ataque Casa 21 23,2±9,9 27,3±8,7 24,0±9,0 25,6±10,4 0,36 0,77 0,00 1,00 1,24 0,29 Fora 21 28,1±8,5 24,6±6,8 23,9±8,0 23,4±8,5 Casa 20 32,7±17,1 18,4±15,0 22,9±20,0 26,0±16,1 Fora 21 34,0±19,1 21,9±18,0 29,6±16,4 14,5±15,8 4,03 0,01* 0,00 1,00 1,64 0,19 Casa 18 27,1±15,2 27,6±22,3 21,9±13,0 23,4±13,4 0,24 0,84 0,37 0,55 1,261 0,29 Fora 17 21,2±14,9 20,6±13,4 26,2±16,1 31,2±22,9 Casa 21 22,8±18,5 25,4±17,6 26,7±17,1 25,1±13,4 0,42 0,73 0,00 1,00 0,154 0,92 Fora 21 22,0±14,4 28,3±16,0 24,2±14,0 25,4±16,8 *p 0,05 Após análise do quadro 3, pode observar-se que nos jogos a 5 sets, existem diferenças significativas no serviço, receção, bloco e ataque. Poderá ser justificado pelo facto da equipa que joga em casa ter menos índices de R. Min. Educ. Fís., Viçosa, Edição Especial, n. 9, p ,

5 ansiedade competitiva e também ser mais apoiada pelo público, assim como estar mais familiarizada com a área e o terreno de jogo (JONES e HARWOOD 2008). No serviço apenas surge uma ligeira tendência no fator casa no 3ºset. Na receção existe uma tendência no fator casa no 1º e 2º set, mas menor nos outros. No bloco há maior tendência no fator casa no 2º, e 3ª set e menor nos restantes. Finalmente o ataque apresenta maior tendência no fator casa no 1º set, e menor 2ºset. Tabela 3 Médias ± desvio de padrão das ações de jogo: serviço, receção, bloco e ataque referentes a vitória 3-2 (5 sets) e a sua influência no local do jogo. N 1º set 2º set 3º set 4º set 5º set Fset P Flocal P Fsetxlocal P Serviço Receção Bloco Ataque Casa 28 23,3±7,1 21,8±7,4 23,6±7,5 19,0±5,2 12,2±5,5 17,97 0,00* 0,00 1,00 0,79 0,52 Fora 28 23,7±7,0 22,7±8,6 20,5±6,8 20,9±9,0 12,3±6,5 Casa 28 19,1±13,2 27,4±13,7 22,2±17,1 20,3±16,6 11,1±12,2 4,40 0,00* 0,00 1,00 0,46 0,76 Fora 28 17,5±17,0 22,4±17,1 23,9±18,9 22,8±17,1 13,3±15,8 Casa 23 18,3±16,9 27,8±26,2 25,3±22,2 19,4±15,8 9,1±11,2 4,40 0,00* 0,00 1,00 0,46 0,76 Fora 23 21,4±17,1 16,5±14,1 21,3±20,6 23,8±17,4 15,9±21,9 Casa 28 25,1±11,4 21,2±10,2 18,4±11,8 21,4±13,9 13,9±11,1 4,62 0,00* 0,00 1,00 0,33 0,85 Fora 28 22,3±13,8 24,5±13,0 18,4±12,7 21,1±15,5 13,6±11,0 *p 0,05 O ataque apresenta valores idênticos em (casa/fora) nos últimos sets do jogo. Verifica-se também diferenças significativas na comparação entre sets, nos jogos a 5 sets. CONCLUSÃO Os principais resultados permitem-nos inferir que o fator casa, nos jogos a 3 sets, a ação de jogo que apresenta uma tendência é o serviço. Nos jogos a 4 sets, a receção e o bloco são as ações de maior tendência. Nos jogos a 5 sets, o bloco apresenta uma tendência. O presente estudo reforçou a necessidade da utilização do serviço, receção e bloco como possíveis fatores para o sucesso da equipa, principalmente nos jogos em casa, podendo influenciar positivamente o resultado de jogo. 826 R. Min. Educ. Fís., Viçosa, Edição Especial, n. 9, p , 2013

6 Em relação às diferenças entre sets, o 5º set apresenta um formato diferente e como tal deve-se dar uma maior importância, visto que a sua vitória corresponde ao triunfo (desfecho) final do jogo. REFERÊNCIAS COURNEY, K.; CARRON, A. The home advantage in sports competitions: A literature review. Journal of Sports Sciences, v. 23, n. 4, p , JOÃO, P.; MESQUITA, I.; SAMPAIO, J.; MOUTINHO, C. Análise comparativa entre o jogador libero e os recebedores prioritários na organização ofensiva, a partir da receção ao serviço, em voleibol. Revista Portuguesa de Ciências do Desporto, v. 6, n. 3, p , JOÃO, P.; LEITE, N.; MESQUITA, I.; SAMPAIO, J. Sex difference in discriminative power of volleyball game-related statistics. Perceptual and Motor Skills, v. 111, n. 3, p , JONES, M.; HARWOOD, C. Psychological Momentum within Competitive Soccer: Player s Perspectives. Journal of Applied Sport Psychological, v. 20, n. 1, p , LOBIETTI, R.; CABRINI, P.; BRUNETTI, M. The side-out complex in Volleyball: the effect of reception and attack performance with final score. In: Book of Abstracts of the World Congress of Performance Analysis of Sport VIII, (76) Magdeburg, MAIA, N.; MESQUITA, I. Estudo das zonas e eficácia da receção em função do jogador recebedor no voleibol sênior feminino. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, v. 20, n. 4, p , MARCELINO, R.; MESQUITA, I.; PALAO, J.; SAMPAIO, J. Home advantage in highlevel volleyball varies according to set number. Journal of Sports Science and Medicine, v. 8, p , PALAO, J.; SANTOS, J.; UREÑA, A. Effect of team level on skill performance in volleyball. International Journal of Performance Analysis in Sport, v. 4, p , POLLARD, R. Evidence of a reduced home advantage when a team moves to a new stadium. Journal of Sports Sciences, v. 20, p , R. Min. Educ. Fís., Viçosa, Edição Especial, n. 9, p ,

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