Inclusão e Acessibilidade. Lailah Vilela e Rafael Giguer

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Inclusão e Acessibilidade. Lailah Vilela e Rafael Giguer"

Transcrição

1 Inclusão e Acessibilidade Lailah Vilela e Rafael Giguer

2 Novo Conceito de PCD Caracteriza a pessoa com deficiência como aquela que tem limitações individuais (sensoriais, físicas, intelectuais ou mentais) e que tem impedida ou limitada a fruição de direitos em decorrência de barreiras existentes na sociedade e ambiente. intimamente relacionada às barreiras experimentadas pela pessoa e não apenas à características corporais.

3 o que gera a deficiência não é só a limitação corporal, mas a restrição em exercer os direitos devido às barreiras. A acessibilidade tem por finalidade a eliminação de barreiras a ausência de acessibilidade é que causa a experiência de deficiência na população.

4 Adaptações É necessário que a organização se prepare para receber as pessoas com deficiência. Para tanto, é preciso considerar que a inclusão é algo que deve ser amplamente discutido e cuidadosamente planejado, a fim de que a iniciativa seja bem-sucedida. ANAMT, 2014

5 INCLUSÃO DA PcD NO TRABALHO LBI Art. 37. Constitui modo de inclusão da pessoa com deficiência no trabalho a colocação competitiva, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, nos termos da legislação trabalhista e previdenciária, na qual devem ser atendidas as regras de acessibilidade, o fornecimento de recursos de tecnologia assistiva e a adaptação razoável no ambiente de trabalho. Parágrafo único. A colocação competitiva da pessoa com deficiência pode ocorrer por meio de trabalho com apoio, observadas as seguintes diretrizes...

6 Direito à Acessibilidade Acessibilidade: direito fundamental das pessoas com deficiência A CDPD trás a acessibilidade como direito meio para acessar os demais direitos, mas também como principio e direito fim dada a relevância deste instrumento para garantia da dignidade humana equidade de direitos.

7 DA ACESSIBILIDADE - LBI Art. 53. A acessibilidade é direito que garante à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida viver de forma independente e exercer seus direitos de cidadania e de participação social

8 Discriminação em razão de deficiência Considera-se discriminação em razão da deficiência toda forma de distinção, restrição ou exclusão, por ação ou omissão, que tenha o propósito ou o efeito de prejudicar, impedir ou anular o reconhecimento ou o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais de pessoa com deficiência, incluindo a recusa de adaptações razoáveis e de fornecimento de tecnologias assistivas.( Lei /15 Art. 4 o 1 o )

9 LBI Art. 55. A concepção e a implantação de projetos que tratem do meio físico, de transporte, de informação e comunicação, inclusive de sistemas e tecnologias da informação e comunicação, e de outros serviços, equipamentos e instalações abertos ao público, de uso público ou privado de uso coletivo, tanto na zona urbana como na rural, devem atender aos princípios do desenho universal, tendo como referência as normas de acessibilidade. 1 o O desenho universal será sempre tomado como regra de caráter geral. 2 o Nas hipóteses em que comprovadamente o desenho universal não possa ser empreendido, deve ser adotada adaptação razoável.

10 Avaliação de acessibilidade As empresas devem fazer um diagnóstico de acessibilidade para verificar que adaptações devem ser realizadas para melhor receber pessoas com diferentes deficiências.

11 LBI: Art. 3 o consideram-se: Para fins de aplicação desta Lei, I - acessibilidade: possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, de espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias, bem como de outros serviços e instalações abertos ao público, de uso público ou privados de uso coletivo, tanto na zona urbana como na rural, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida;

12 II - desenho universal: concepção de produtos, ambientes, programas e serviços a serem usados por todas as pessoas, sem necessidade de adaptação ou de projeto específico, incluindo os recursos de tecnologia assistiva;

13 VI - adaptações razoáveis: adaptações, modificações e ajustes necessários e adequados que não acarretem ônus desproporcional e indevido, quando requeridos em cada caso, a fim de assegurar que a pessoa com deficiência possa gozar ou exercer, em igualdade de condições e oportunidades com as demais pessoas, todos os direitos e liberdades fundamentais;

14 III - tecnologia assistiva ou ajuda técnica: produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivem promover a funcionalidade, relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social;

15 IV - barreiras: qualquer entrave, obstáculo, atitude ou comportamento que limite ou impeça a participação social da pessoa, bem como o gozo, a fruição e o exercício de seus direitos à acessibilidade, à liberdade de movimento e de expressão, à comunicação, ao acesso à informação, à compreensão, à circulação com segurança, entre outros, classificadas em:

16 a) barreiras urbanísticas: as existentes nas vias e nos espaços públicos e privados abertos ao público ou de uso coletivo; b) barreiras arquitetônicas: as existentes nos edifícios públicos e privados; c) barreiras nos transportes: as existentes nos sistemas e meios de transportes; d) barreiras nas comunicações e na informação: qualquer entrave, obstáculo, atitude ou comportamento que dificulte ou impossibilite a expressão ou o recebimento de mensagens e de informações por intermédio de sistemas de comunicação e de tecnologia da informação;

17 f) barreiras tecnológicas: as que dificultam ou impedem o acesso da pessoa com deficiência às tecnologias; e) barreiras atitudinais: atitudes ou comportamentos que impeçam ou prejudiquem a participação social da pessoa com deficiência em igualdade de condições e oportunidades com as demais pessoas;

18 Obrigatoriedade de Acessibilidade Art. 34. A pessoa com deficiência tem direito ao trabalho de sua livre escolha e aceitação, em ambiente acessível e inclusivo, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas. 1 o As pessoas jurídicas de direito público, privado ou de qualquer natureza são obrigadas a garantir ambientes de trabalho acessíveis e inclusivos.

19 Discriminação em razão de deficiencia não se trata apenas de acessibilidade arquitetônica (como rampas, por exemplo) mas também diversas formas de eliminação dos mais diferentes tipos de barreira. Exemplos: Intérprete de Língua dos Sinais LIBRAS Adaptação de computador para utilização de pessoas com deficiência visual Instruções em linguagem facilitada pra pessoas com deficiência intelectual Sinalização luminosa para deficientes auditivos

20 LBI Obrigatoriedade de Acessibilidade Art. 57. As edificações públicas e privadas de uso coletivo já existentes devem garantir acessibilidade à pessoa com deficiência em todas as suas dependências e serviços, tendo como referência as normas de acessibilidade vigentes. A definição de edificação de uso coletiva está inserida no Decreto 5.296/04,

21 LBI Art. 56. A construção, a reforma, a ampliação ou a mudança de uso de edificações abertas ao público, de uso público ou privadas de uso coletivo deverão ser executadas de modo a serem acessíveis. 1 o As entidades de fiscalização profissional das atividades de Engenharia, de Arquitetura e correlatas, ao anotarem a responsabilidade técnica de projetos, devem exigir a responsabilidade profissional declarada de atendimento às regras de acessibilidade previstas em legislação e em normas técnicas pertinentes.

22 LBI 3 o Caberá ao poder público promover a inclusão de conteúdos temáticos referentes ao desenho universal nas diretrizes curriculares da educação profissional e tecnológica e do ensino superior e na formação das carreiras de Estado. 4 o Os programas, os projetos e as linhas de pesquisa a serem desenvolvidos com o apoio de organismos públicos de auxílio à pesquisa e de agências de fomento deverão incluir temas voltados para o desenho universal. 5 o Desde a etapa de concepção, as políticas públicas deverão considerar a adoção do desenho universal.

23 Acessibilidade Acessibilidade é um atributo essencial do ambiente que garante a melhoria da qualidade de vida das pessoas. Deve estar presente nos espaços, no meio físico, no transporte, na informação e comunicação, inclusive nos sistemas e tecnologias da informação e comunicação, bem como em outros serviços e instalações abertos ao público ou de uso público, tanto na cidade como no campo.

24 Artigo 103 da LBI Altera Lei de 1992, que trata da Improbidade administrativa do gestor público: (...) Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente: IX - deixar de cumprir a exigência de requisitos de acessibilidade previstos na legislação. (Incluído pela Lei nº , de 2015)

25 Reserva do Possível impossibilidade de invocação da reserva do possível em casos que inviabilizem a implementação de políticas públicas definidas na própria Constituição, como é a questão da acessibilidade e as obrigações do Brasil ao adotá-la: voto do Ministro Celso de Melo, proferido na ARE AgR

26 Tem solução? NBR 9050 Código do Município Internet. Elevadores baratos no mercado livre Sítio oficial do NVDA, em Inglês: Uber de intérpretes de LIBRAS Sites de empresas privadas que comercializam as tecnologias assistivas.

27 Normas ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas São disponibilizadas gratuitamente as NBR (Normas Brasileiras) que se referem à adaptação das áreas comuns para às pessoas com deficiência.

28 1 NBR Acessibilidade - Sinalização tátil no piso - Diretrizes para elaboração de projetos e instalação. 2 NBR Acessibilidade - Plataforma elevatória veicular e rampa de acesso veicular para acessibilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, em veículo de transporte de passageiros de categorias M1, M2 e M3 - Requisitos. 3 NBR Aeroportos - Veículo autopropelido para embarque/desembarque de pessoas portadoras de defi ciência ou com mobilidade reduzida - Requisitos. 4 NBR Acessibilidade em veículos de características urbanas para o transporte coletivo de passageiro. 5 NBR Diretrizes sobre responsabilidade social. 6 NBR Plataformas de elevação motorizadas para pessoas com mobilidade reduzida - Requisitos para segurança, dimensões e operação funcional. Parte 1: Plataformas de elevação vertical (ISO , MOD). 7 NBR15570 Transporte - Especificações técnicas para fabricação de veículos de características urbanas para transporte coletivo de passageiros.

29 7 NBR15570 Transporte - Especificações técnicas para fabricação de veículos de características urbanas para transporte coletivo de passageiros. 8 NBR Acessibilidade - Comunicação na Prestação de Serviços. 9 NBR Acessibilidade - Plataforma elevatória veicular e rampa de acesso veicular para acessibilidade em veículos com características urbanas para o transporte coletivo de passageiros. 10 NBR Elevadores de passageiros - Requisitos de segurança para construção e instalação - Requisitos particulares para a acessibilidade das pessoas, incluindo pessoas com deficiência. 11 NBR Acessibilidade de passageiro no sistema de transporte aquaviário. 12 NBR Acessibilidade à pessoa com deficiência no transporte rodoviário. 13 NBR Acessibilidade em comunicação na televisão. 14 NBR Acessibilidade em caixa de auto-atendimento bancário. 15 NBR Transporte - Acessibilidade no sistema de trem urbano ou metropolitano.

30 16 NBR Responsabilidade social - Sistema da gestão - Requisitos. 17 NBR Acessibilidade a Edificações Mobiliário, Espaços e Equipamentos Urbanos. 18 NBR Acessibilidade em Veículos Automotores - Requisitos de Dirigibilidade. 19 NBR Acessibilidade em Veículos Automotores - Diretrizes para avaliação clínica de condutor. 20 NBR Acessibilidade em Veículos Automotores - Diretrizes para avaliação da dirigibilidade do condutor com mobilidade reduzida em veículo automotor apropriado. 21 NBR Acessibilidade a Pessoa Portadora de Deficiência no Transporte Aéreo Comercial. 22 NBR Acessibilidade a Pessoa Portadora de Deficiência - Trem de Longo Percurso.

31 ABNT NBR9050/15 Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos Rota Acessível Corredores Portas Circulação Vertical Escadas, Rampas, Equipamentos Eletromecânicos Sanitários Informações Superficies de Trabalho Manobras de Cadeiras de Rodas

32 Síntese NBR 9050 Rota acessível As áreas de qualquer espaço ou edificação de uso coletivo devem ser servidas de uma ou mais rotas acessíveis. A rota acessível é um trajeto contínuo, desobstruído e sinalizado, que conecta os ambientes externos e internos de espaços e edificações, e que pode ser utilizada de forma autônoma e segura por todas as pessoas. A rota acessível interna incorpora corredores, pisos, rampas, escadas, elevadores e outros elementos da circulação

33 Rota Acessível Exceção???: Áreas de uso restrito não necessitam atender às condições de acessibilidade desta Norma.

34 Definição de uso restrito Espaços, salas ou elementos internos ou externos, disponíveis estritamente para pessoas autorizadas (por exemplo, casas de máquinas, barriletes, passagem de uso técnico e outros com funções similares) dimensão e espaço para aproximação e uso

35 Direito a Trabalho Acessível e Inclusivo Embora a NBR 9050/15 crie a exceção para estes ambientes, é importante lembrar que a Lei Brasileira de Inclusão posteriormente aprovada garante o direito da pessoa com deficiência a um trabalho de sua livre escolha e aceitação, acessível e inclusivo, obrigando as empresas a garantir a acessibilidade para o labor de trabalhadores com deficiência.

36 Rotas de Acesso Nas edificações e equipamentos urbanos, todas as entradas, bem como as rotas de interligação às funções do edifício, devem ser acessíveis. Os acessos devem ser vinculados através de rota acessível à circulação principal e às circulações de emergência. Os acessos devem permanecer livres de quaisquer obstáculos de forma permanente.

37 Quando existirem dispositivos de segurança e para controle de acesso, do tipo catracas, cancelas, portas ou outros, pelo menos um deles em cada conjunto deve ser acessível, garantindo ao usuário o acesso, manobra, circulação e aproximação para o manuseio do equipamento com autonomia.

38 Corredores As larguras mínimas para corredores em edificações e equipamentos urbanos são: a) 0,90 m para corredores de uso comum com extensão até 4,00 m; b) 1,20 m para corredores de uso comum com extensão até 10,00 m; e 1,50 m para corredores com extensão superior a 10,00 m; c) 1,50 m para corredores de uso público; d) maior que 1,50 m para grandes fluxos de pessoas.

39 Corredores Exceção Em edificações e equipamentos urbanos existentes, onde a adequação dos corredores seja impraticável, devem ser implantados bolsões de retorno com dimensões que permitam a manobra completa de uma cadeira de rodas (180 ) (1,20X1,50), sendo no mínimo um bolsão a cada 15,00 m. Neste caso, a largura mínima de corredor deve ser de 0,90 m.

40 Revestimento do piso Os materiais de revestimento e acabamento devem ter superfície regular, firme, estável, não trepidante para dispositivos com rodas e antiderrapante, sob qualquer condição (seco ou molhado). Deve-se evitar a utilização de padronagem na superfície do piso que possa causar sensação de insegurança (por exemplo, estampas que pelo contraste de desenho ou cor possam causar a impressão de tridimensionalidade).

41 Grelhas e juntas de dilatação Em rotas acessíveis, as grelhas e juntas de dilatação devem estar fora do fluxo principal de circulação. Quando não possível tecnicamente, os vãos devem ter dimensão máxima de 15 mm, devem ser instalados perpendicularmente ao fluxo principal ou ter vãos de formato quadriculado/circular, quando houver fluxos em mais de um sentido de circulação. Grelha perpendicular ao fluxo

42

43 Capachos, forrações, carpetes, tapetes e similares Devem ser evitados em rotas acessíveis. Quando existentes, devem ser firmemente fixados ao piso, embutidos ou sobrepostos e nivelados de maneira que eventual desnível não exceda 5 mm. As superfícies não podem ter enrugamento e as felpas ou forros não podem prejudicar o deslocamento das pessoas.

44 Portas As portas, quando abertas, devem ter um vão livre, de no mínimo 0,80m de largura e 2,10 m de altura. Em portas de duas ou mais folhas, pelo menos uma delas deve ter o vão livre de 0,80 m. O vão livre de 0,80 m deve ser garantido também no caso de portas de correr e sanfonada, onde as maçanetas impedem seu recolhimento total. As portas devem ter condições de serem abertas com um único movimento, e suas maçanetas devem ser do tipo alavanca, instaladas a uma altura entre 0,80 m e 1,10 m.

45 Sinalização de portas e passagens Portas e passagens devem possuir informação visual, associada a sinalização tátil ou sonoro. Devem ser sinalizadas com números e/ou letras e/ou pictogramas e ter sinais com texto em relevo, incluindo Braille. Observação: A sinalização tátil não deve ser colocada na porta, mas ao lado dela.

46 Circulação Vertical A circulação vertical pode ser realizada por escadas, rampas ou equipamentos eletromecânicos e é considerada acessível quando atender no mínimo a duas formas de deslocamento vertical.

47

48 Rampas A largura livre mínima recomendável para as rampas em rotas acessíveis é de 1,50 m, sendo o mínimo admissível de 1,20 m. Em edificações existentes, quando a construção de rampas nas larguras indicadas ou a adaptação da largura das rampas for impraticável, as rampas podem ser executadas com largura mínima de 0,90m e com segmentos de no máximo 4,00 m. Toda rampa deve possuir corrimão de duas alturas em cada lado.

49 Condições ideais das rampas As rampas são soluções excelentes e definitivas, ao pensarmos em edificações acessíveis, tanto por cadeirantes quanto por pessoas com mobilidade reduzida. Mobilidade reduzida, significa, além de cadeirantes, pessoas com fraturas utilizando muletas, idosos, gestantes e até mães com carrinhos de bebê. O acesso, garantido por lei, deveria ser Universal, ou seja, além destes, as pessoas com deficiências visuais e auditivas também precisam ser contempladas. O valor da inclinação da rampa é nada mais, nada menos que a relação entre a altura e o comprimento da mesma em porcentagem. Por exemplo: uma rampa com 8% de inclinação é aquela em que o valor da altura corresponde a 8% do valor do comprimento. Então, quando se tem um desnível de 16cm vencido com uma rampa de 2m de comprimento, tem-se uma rampa com 8%, já que0,16 corresponde a 8% de 2.

50 Rampas Toda rampa deve possuir corrimão de duas alturas em cada lado.

51 Rampas com inclinação excessiva INADEQUADAS!

52

53 Equipamentos Eletromecânicos de Circulação Elevador Vertical Elevador Inclinado Plataforma de elevação vertical

54

55 Plataforma de Elevação Inclinada Permitida apenas em reformas de edifícios,, quando demonstrada a impraticabilidade de outra forma de acesso, através de laudo técnico por profissional habilitado

56 Esteira Rolante horizontal ou Inclinada Escada rolante com plataforma para cadeira de rodas

57 Escada rolante para cadeira de rodas Ao apertar um botão, juntam-se três etapas para criar uma pequena plataforma que carrega a cadeira de rodas.

58 Sanitários Quantidade mínima de sanitários acessíveis para edificações de uso coletivo:

59

60 Sanitários Exceção Exceção: Em edificações de uso coletivo a serem ampliadas ou reformadas, com até dois pavimentos e área construída de no máximo 150 m2 por pavimento, as instalações sanitárias acessíveis podem estar localizadas em um único pavimento.

61 Dimensões dos Sanitários Exceção Em edificações existentes ou em reforma, quando não for possível atender às medidas mínimas de sanitário da Figura anterior, serão admitidas as medidas mínimas demonstradas na Figura abaixo.

62 Banheiros e vestiários Banheiros e vestiários devem ter no mínimo 5 % do total de cada peça instalada acessível, respeitada no mínimo uma de cada. Quando houver divisão por sexo, as peças devem ser consideradas separadamente para efeito de cálculo. A diferença nesta norma entre banheiro e sanitário, é que o banheiro também dispõe de chuveiro e banheira.

63 Áreas de transferência

64 Boxes comuns Nos boxes comuns, as portas devem ter vão livre mínimo de 0,80 m e conter uma área livre com no mínimo 0,60 m de diâmetro, conforme Figuras abaixo. Exceção: Nas edificações existentes, admite-se porta com vão livre de no mínimo 0,60 m.

65 Informação As informações devem ser completas, precisas e claras. Devem ser dispostas segundo o critério de transmissão e o princípio dos dois sentidos Princípio dos dois sentidos A informação deve ocorrer através do uso de no mínimo dois sentidos: visual e tátil ou visual e sonoro.

66 Sinalização visual É composta por mensagens de textos, contrastes, símbolos e figuras. Sinalização sonora É composta por conjuntos de sons que permitem a compreensão pela audição. Sinalização tátil É composta por informações em relevo, como textos, símbolos e Braille. Informações essenciais As informações essenciais aos espaços nas edificações, no mobiliário e nos equipamentos urbanos devem ser utilizadas de forma visual, sonora ou tátil, de acordo com o princípio dos dois sentidos,

67 Sinalização tátil e visual no piso Piso Tátil de alerta: Informar desnível Informar obstáculos não identificáveis pela bengala Informar mudança de direção Informar inicio ou fim de degraus ou rampas Informar patamares de escadas

68 Piso tátil direcional Deve ser instalada no sentido do deslocamento das pessoas, quando da ausência ou descontinuidade de linha-guia identificável, para indicar caminhos preferenciais de circulação.

69 Bebedouros de bica Deve-se instalar bebedouros com no mínimo duas alturas diferentes de bica, sendo uma de 0,90 m e outra entre 1,00 m e 1,10 m em relação ao piso acabado. O bebedouro de altura de bica de 0,90 m deve ter altura livre inferior de no mínimo 0,73 m do piso acabado, e deve ser garantido espaço para para a aproximação frontal.

70 Bebedouros de garrafão e outros modelos O acionamento de bebedouros do tipo garrafão, filtros com célula fotoelétrica ou outros modelos, assim como a posição de manuseio dos copos, devem situar-se entre 0,80 m e 1,20 m de altura do piso acabado, e localizados de modo a permitir aproximação lateral da pessoa usuária de cadeira de rodas.

71 Mobiliário Condições gerais Recomenda-se que todo mobiliário atenda aos princípios do desenho universal, conforme conceitos e princípios abordados no Anexo A. Quando instalado na rota acessível, deve atender ao disposto em

72 Mesas e superfícies de Trabalho

73 Equipamentos de controle de acesso Quando houver equipamentos de controle de acesso através de catracas ou outras formas semelhantes de bloqueio, devem ser previstos dispositivos, passagens, portas ou portões com vão livre mínimo de 0,80 m de largura.

74 Área para manobra de cadeiras de rodas sem deslocamento As medidas necessárias para a manobra de cadeira de rodas sem deslocamento,, são: a) para rotação de 90 : 1,20 m 1,20 m; b) para rotação de 180 : 1,50 m 1,20 m; c) para rotação de 360 : círculo com diâmetro de 1,50 m.

75 Implementação de Acessibilidade Art. 61. A formulação, a implementação e a manutenção das ações de acessibilidade atenderão às seguintes premissas básicas: I - eleição de prioridades, elaboração de cronograma e reserva de recursos para implementação das ações; e II - planejamento contínuo e articulado entre os setores envolvidos. Exigir estes quesitos nos Programas de Inclusão

76 Autuação A autuação das empresas por ausência de acessibilidade, tecnologia assistiva ou negativa de adaptação razoável (discriminação em razão de deficiência) deve ser capitulada no Art. 1 Lei 9.029/95, que prevê multa de 10 a 15 vezes o maior salário da empresa. Art. 1 o É proibida a adoção de qualquer prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso à relação de trabalho, ou de sua manutenção, por motivo de (...) deficiência, reabilitação profissional,, entre outros, (Lei 9.029/95 Art. 1 )

77 Obrigada! Contato:

ROTEIRO BÁSICO PARA VISTORIA

ROTEIRO BÁSICO PARA VISTORIA M I N I S T É R I O P Ú B L I C O F E D E R A L PROCURADORIA DA REPÚBLICA NO ESTADO DE SÃO PAULO PROCURADORIAS DA REPÚBLICA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO Ações implementadas para a obtenção da acessibilidade

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO 1. CALÇADA ANEXO II ROTEIRO BÁSICO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE ACESSIBILIDADE NAS EDIFICAÇÕES DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO ELEMENTOS DO PROJETO DE ACESSIBILIDADE a) Faixa livre para pedestre com

Leia mais

ACESSIBILIDADE CIDADES

ACESSIBILIDADE CIDADES ACESSIBILIDADE CIDADES PARA AS PESSOAS ACESSIBILIDADE É o direito de ir e vir: Em locais abertos e fechados, público e privado; Com autonomia(independência) e segurança; Sozinho ou acompanhado; e Por

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 469 DE 11 DE DEZEMBRO DE 2013.

RESOLUÇÃO Nº 469 DE 11 DE DEZEMBRO DE 2013. RESOLUÇÃO Nº 469 DE 11 DE DEZEMBRO DE 2013. Altera dispositivos e os Anexos da Resolução CONTRAN nº 402, de 26 de abril de 2012, com redação dada pelas Deliberações nº 104 de 24 de dezembro de 2010 e nº

Leia mais

RESOLUÇÃO SESA nº 0318, DE 31 DE JULHO DE 2002

RESOLUÇÃO SESA nº 0318, DE 31 DE JULHO DE 2002 RESOLUÇÃO SESA nº 0318, DE 31 DE JULHO DE 2002 O SECRETÁRIO DE ESTADO DA, no uso de suas atribuições, de acordo com o disposto na Lei Federal n.º 8080/90, artigos 15, I e XI, 17, III e XI e na Lei Estadual

Leia mais

ANEXO 2 ACESSIBILIDADE INDICE

ANEXO 2 ACESSIBILIDADE INDICE INDICE 1. Objetivo...... 6 2. Conceito de acessibilidade... 6 3. Acessibilidade NA ART... 6 4. Normas e legislação... 7 5. Legislação federal 10.048/2000... 8 6. Legislação federal 10.098/2000... 8 7.

Leia mais

CALÇAdA cidada. Conheça as regras para pavimentar sua calçada.

CALÇAdA cidada. Conheça as regras para pavimentar sua calçada. CALÇAdA cidada Essa publicação tem por objetivo divulgar o regramento de construção e manutenção das calçadas da cidade de Canoas. Apresentação Cuidar de sua calçada é um sinal de amor à cidade e de respeito

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO DE ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E MOBILIDADE REDUZIDA NO ITABORAÍ PLAZA SHOPPING

MEMORIAL DESCRITIVO DE ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E MOBILIDADE REDUZIDA NO ITABORAÍ PLAZA SHOPPING MEMORIAL DESCRITIVO DE ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E MOBILIDADE REDUZIDA NO ITABORAÍ PLAZA SHOPPING MEMORIAL DESCRITIVO O Shopping Itaboraí, localizado na Rodovia BR-101, Km 295,5 Rio Aldeia

Leia mais

A RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL NO CONTEXTO DO PODER JUDICIÁRIO

A RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL NO CONTEXTO DO PODER JUDICIÁRIO A RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL NO CONTEXTO DO PODER JUDICIÁRIO Renatto Marcello de Araujo Pinto Comitê Gestor da PNRSJT Comissão de Responsabilidade Socioambiental DILEMAS DO DESENVOLVIMENTO DESENVOLVIMENTO

Leia mais

EDITAL DE CREDENCIAMENTO N 002/2013 - OFICINAS E PALESTRAS PARA INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E SERVIÇOS DE ACESSIBILIDADE O SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO NO ESTADO DE SÃO PAULO

Leia mais

ENERGIA EM SUA CASA CONHEÇA AS NORMAS E FAÇA UMA INSTALAÇÃO CORRETA E 100% SEGURA.

ENERGIA EM SUA CASA CONHEÇA AS NORMAS E FAÇA UMA INSTALAÇÃO CORRETA E 100% SEGURA. ENERGIA EM SUA CASA Recon BT/2013 Regulamentação para o Fornecimento de Energia Elétrica a Consumidores em Baixa Tensão CONHEÇA AS NORMAS E FAÇA UMA INSTALAÇÃO CORRETA E 100% SEGURA. Regulamentação para

Leia mais

Concepção da Forma Arquitetônica_2 bares e restaurantes _ dimensionamento básico

Concepção da Forma Arquitetônica_2 bares e restaurantes _ dimensionamento básico Concepção da Forma Arquitetônica_2 bares e restaurantes _ dimensionamento básico fonte: PANERO, Julius; ZELNIK, Martin. Las Dimensiones en los Espacios Interiores. Mexico: Gustavo Gili, 1996 [1979]. Pg

Leia mais

ABNT NBR 9050/04 Reunião de revisão da Norma de Acessibilidade Item 6 Acessos e Circulação

ABNT NBR 9050/04 Reunião de revisão da Norma de Acessibilidade Item 6 Acessos e Circulação ABNT NBR 9050/04 Reunião de revisão da Norma de Acessibilidade Item 6 Acessos e Circulação Resumo Reunião dia 30/07/08 Para dar início aos trabalhos, é preciso ter em mente que a ABNT tem como objetivo

Leia mais

Plataformas Montele Pioneira em Acessibilidade No Brasil

Plataformas Montele Pioneira em Acessibilidade No Brasil Plataformas Montele Pioneira em Acessibilidade No Brasil Plataformas Montele PL 220 e PL 240 PIONEIRA EM ACESSIBILIDADE NO BRASIL Fundada em 1982, a Montele é pioneira na fabricacão de elevadores e plataformas

Leia mais

Segurança do Trabalho com Máquinas e Equipamentos. Thiago Freitas Engº Segurança do Trabalho

Segurança do Trabalho com Máquinas e Equipamentos. Thiago Freitas Engº Segurança do Trabalho Segurança do Trabalho com Máquinas e Equipamentos Thiago Freitas Engº Segurança do Trabalho Tem o objetivo de evitar que o trabalhador entre em contato com partes móveis da máquina. Definições Maquinas

Leia mais

Minuta Circular Normativa

Minuta Circular Normativa Minuta Circular Normativa 1. INTRODUÇÃO 1.1. Objetivo a) Estabelecer princípios e diretrizes para orientar as ações de natureza socioambiental nos negócios da Desenbahia e no seu relacionamento com clientes

Leia mais

Laudo de Acessibilidade

Laudo de Acessibilidade Laudo de Acessibilidade Vistoriado por Arq. Eduardo Ronchetti de Castro CREA 5061914195/D Considerações legais elaboradas por Dr. Luis Carlos Cocola Kassab - OAB/SP 197.829 Rua Marechal Deodoro, 1226 Sala

Leia mais

ESTADO DO CEARÁ PREFEITURA MUNICIPAL DE TAUÁ Administração Fazendo Acontecer

ESTADO DO CEARÁ PREFEITURA MUNICIPAL DE TAUÁ Administração Fazendo Acontecer LEI MUNICIPAL Nº 1425 DE 13 DE DEZEMBRO DE 2006. ASSEGURA DIREITOS ÀS PESSOAS DEFICIENTES E IDOSOS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A PREFEITA MUNICIPAL DE TAUÁ, no uso de suas atribuições legais: Lei: Faço saber

Leia mais

PAVIMENTAÇÃO DE PASSEIO EM CALÇADA DE CONCRETO (6.261,89 M²) DIVERSAS RUAS - CONJ. HAB. PREF. JOSÉ NEVES FLORÊNCIO

PAVIMENTAÇÃO DE PASSEIO EM CALÇADA DE CONCRETO (6.261,89 M²) DIVERSAS RUAS - CONJ. HAB. PREF. JOSÉ NEVES FLORÊNCIO PAVIMENTAÇÃO DE PASSEIO EM CALÇADA DE CONCRETO (6.261,89 M²) DIVERSAS RUAS - CONJ. HAB. PREF. JOSÉ NEVES FLORÊNCIO PROJETO EXECUTIVO MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS. Fabia Roberta P. Eleutério

Leia mais

DECRETO N 11295/2012. O Prefeito Municipal de Niterói, no uso de suas atribuições legais e,

DECRETO N 11295/2012. O Prefeito Municipal de Niterói, no uso de suas atribuições legais e, Publicado em 29 de dezembro de 2012 DECRETO N 11295/2012 Regulamenta a Lei nº 2.624, de 29 de dezembro de 2008, no que trata dos passeios públicos do Município de Niterói, instituindo a obrigatoriedade

Leia mais

AGÊNCIA RIO DE JANEIRO AUTO ATENDIMENTO DAS 8H ÀS 22H

AGÊNCIA RIO DE JANEIRO AUTO ATENDIMENTO DAS 8H ÀS 22H SINLIZÇÃO 2.7 Sinalização visual e tátil noa cesso 180 mm PLC crílico ou policarbonatotransparente 6 mm adesivado pelo verso em película adesiva de vinil jateada, referência SCOTCHCL 3M BR7300-314 FIXÇÃO

Leia mais

Todos Juntos por um Brasil maisacessível

Todos Juntos por um Brasil maisacessível Todos Juntos por um Brasil maisacessível Aspectos Técnicos Edificações Públicas Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) Núcleo de Atuação Especial em Acessibilidade 1 Uma rampa? Um banheiro com

Leia mais

EDITAL DA III COMPETIÇÃO PONTE DE MACARRÃO

EDITAL DA III COMPETIÇÃO PONTE DE MACARRÃO EDITAL DA III COMPETIÇÃO PONTE DE MACARRÃO 1. Disposições gerais 1.1. Tema do concurso Modalidade: Ponte de Macarrão 1.1.1. A tarefa proposta é a construção e o teste de carga de uma ponte treliçada, utilizando

Leia mais

Banheiro. 7.3.4 Boxes para chuveiro e ducha. 7.3.4.1 Área de transferência

Banheiro. 7.3.4 Boxes para chuveiro e ducha. 7.3.4.1 Área de transferência Banheiro 7.3.4 Boxes para chuveiro e ducha 7.3.4.1 Área de transferência Para boxes de chuveiros deve ser prevista área de transferência externa ao boxe, de forma a permitir a aproximação paralela, devendo

Leia mais

Contribuição da União, de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais

Contribuição da União, de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais Programa 1374 Desenvolvimento da Educação Especial Ações Orçamentárias Número de Ações 15 05110000 Apoio ao Desenvolvimento da Educação Especial Projeto apoiado Unidade de Medida: unidade UO: 26298 FNDE

Leia mais

S enado Federal S ubsecretaria de I nfor mações DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

S enado Federal S ubsecretaria de I nfor mações DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL S enado Federal S ubsecretaria de I nfor mações LEI Nº 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. O PRESIDENTE

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental da PREVI

Política de Responsabilidade Socioambiental da PREVI 1.1. A PREVI, para o cumprimento adequado de sua missão administrar planos de benefícios, com gerenciamento eficaz dos recursos aportados, buscando melhores soluções para assegurar os benefícios previdenciários,

Leia mais

PROJETO. Banheiros e Vestiário VISTA SUPERIOR VISTA SUPERIOR VISTA SUPERIOR

PROJETO. Banheiros e Vestiário VISTA SUPERIOR VISTA SUPERIOR VISTA SUPERIOR PROJETO Vaso sanitário e lavatório Medidas das áreas de aproximação Banheiros e Vestiário VISTA SUPERIOR VISTA SUPERIOR VISTA SUPERIOR Área para estacionamento da cadeira, para posteior transferência.

Leia mais

Comitê Científico do Enangrad

Comitê Científico do Enangrad Comitê Científico do Enangrad Administração Pública Empreendedorismo e Governança Corporativa Ensino, Pesquisa e Formação Docente em Administração Finanças Gestão da Sustentabilidade Gestão de Informações

Leia mais

O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Institui o Estatuto da Metrópole, altera a Lei nº 10.257, de 10 de julho de 2001, e dá outras providências. O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Esta Lei, denominada

Leia mais

Processo de Gerenciamento do Catálogo de Serviços de TIC

Processo de Gerenciamento do Catálogo de Serviços de TIC de TIC Escritório de Gerenciamento de Processos de Tecnologia da Informação e Comunicação EGPr-TIC João Pessoa 2016 Versão 1.0 Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região Desembargador Presidente Ubiratan

Leia mais

DIRETRIZES DE SUSTENTABILIDADE II Feira da Sustentabilidade - Compartilhando novas leituras e inspirações 14 a 16 de abril de 2016 Piracicaba/SP

DIRETRIZES DE SUSTENTABILIDADE II Feira da Sustentabilidade - Compartilhando novas leituras e inspirações 14 a 16 de abril de 2016 Piracicaba/SP DIRETRIZES DE SUSTENTABILIDADE II Feira da Sustentabilidade - Compartilhando novas leituras e inspirações 14 a 16 de abril de 2016 Piracicaba/SP A ideia de sustentabilidade que começou a se propagar após

Leia mais

Revisão do Plano Diretor de Belém. 3ª Audiência Pública Temática Tema: INFRA-ESTRUTURA, MOBILIDADE E ACESSIBILIDADE

Revisão do Plano Diretor de Belém. 3ª Audiência Pública Temática Tema: INFRA-ESTRUTURA, MOBILIDADE E ACESSIBILIDADE Prefeitura Municipal de Belém Secretaria Municipal de Coordenação Geral do Planejamento e Gestão Revisão do Plano Diretor de Belém (Lei nº 7.603/93) 3ª Audiência Pública Temática Tema: INFRA-ESTRUTURA,

Leia mais

EDITAL DE CONCORRÊNCIA Nº. CONCESSÃO DO SERVIÇO DE TRANSPORTE PÚBLICO COLETIVO URBANO NO MUNICÍPIO DE BLUMENAU

EDITAL DE CONCORRÊNCIA Nº. CONCESSÃO DO SERVIÇO DE TRANSPORTE PÚBLICO COLETIVO URBANO NO MUNICÍPIO DE BLUMENAU EDITAL DE CONCORRÊNCIA Nº. CONCESSÃO DO SERVIÇO DE TRANSPORTE PÚBLICO COLETIVO URBANO NO MUNICÍPIO DE BLUMENAU ANEXO I.5 ESPECIFICAÇÃO BÁSICA PARA A DISPONIBILIZAÇÃO DE SERVIÇO DE ATENDIMENTO A PESSOAS

Leia mais

Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Município de Piracaia PIRAPREV CNPJ: 10.543.660/0001-72. Política de Responsabilidade Social

Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Município de Piracaia PIRAPREV CNPJ: 10.543.660/0001-72. Política de Responsabilidade Social Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Município de Piracaia PIRAPREV CNPJ: 10.543.660/0001-72 Política de Responsabilidade Social Dezembro de 2011 1 PREÂMBULO O IPSPMP-PIRAPREV, sendo uma

Leia mais

O BENEFÍCIO DA PRESTAÇÃO CONTINUADA FRENTE À CONVENÇÃO SOBRE DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA. Maria Aparecida Gugel 1

O BENEFÍCIO DA PRESTAÇÃO CONTINUADA FRENTE À CONVENÇÃO SOBRE DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA. Maria Aparecida Gugel 1 O BENEFÍCIO DA PRESTAÇÃO CONTINUADA FRENTE À CONVENÇÃO SOBRE DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Maria Aparecida Gugel 1 A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência A Convenção sobre os

Leia mais

11. Ciclo de Gestão do Governo Federal

11. Ciclo de Gestão do Governo Federal Marco Legal: Constituição de 1988 11. Ciclo de Gestão do Governo Federal Instrumentos: Planejamento Orçamento Finanças Controle LDO PPA LOA Elementos Normativos: Plano Plurianual - PPA, Lei de Diretrizes

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção Curso de Engenharia de Produção Organização do Trabalho na Produção Estrutura Organizacional Organização da Empresa: É a ordenação e agrupamento de atividades e recursos, visando ao alcance dos objetivos

Leia mais

PLATAFORMAS PARA VENCER DESNÍVEIS DE ATÉ 2 OU ATÉ 4 METROS

PLATAFORMAS PARA VENCER DESNÍVEIS DE ATÉ 2 OU ATÉ 4 METROS PLATAFORMAS PARA VENCER DESNÍVEIS DE ATÉ 2 OU ATÉ 4 METROS PL220 Solução para vencer percursos de até 2 metros, com adequação de obra simplificada e curto prazo de fornecimento e instalação Sistema de

Leia mais

RESULTADOS RELATIVOS A GONDOMAR INDICADORES DO «CIDADES»

RESULTADOS RELATIVOS A GONDOMAR INDICADORES DO «CIDADES» RESULTADOS RELATIVOS A GONDOMAR INDICADORES DO «CIDADES» INDICADOR TOTAL QUE ASSINALA O ITEM (N) % NO TOTAL DE INQUIRIDOS Os espaços públicos estão limpos? 28 46% Os espaços públicos são agradáveis? 31

Leia mais

POLÍTICAS DE RECURSOS HUMANOS UNIDADE RECURSOS HUMANOS E PROCESSOS GERÊNCIA DE GESTÃO DE PROCESSOS

POLÍTICAS DE RECURSOS HUMANOS UNIDADE RECURSOS HUMANOS E PROCESSOS GERÊNCIA DE GESTÃO DE PROCESSOS POLÍTICAS DE RECURSOS HUMANOS COB UNIDADE RECURSOS HUMANOS E PROCESSOS GERÊNCIA DE GESTÃO DE PROCESSOS POLRH-001 GESTÃO DE CARGOS E SALÁRIOS Revisão: 03 ÁREA RESPONSÁVEL: Recursos Humanos SUMÁRIO CAPÍTULO

Leia mais

PARECER Nº, DE 2015. Relator: Senador PAULO PAIM I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE 2015. Relator: Senador PAULO PAIM I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2015 Da COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA, em decisão terminativa, sobre o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 650, de 2011, do Senador Humberto Costa, que altera o parágrafo

Leia mais

DECRETO Nº 20.604 DE 20 DE AGOSTO DE 2004

DECRETO Nº 20.604 DE 20 DE AGOSTO DE 2004 Publicado no DOM de 2108/2004 DECRETO Nº 20.604 DE 20 DE AGOSTO DE 2004 EMENTA: Regulamenta a Lei nº. 16.890, de 11 de agosto de 2003, que altera a seção IV do capítulo II, título IV da Lei 16.292, de

Leia mais

LEI BRASILEIRA DA INCLUSÃO (Estatuto da Pessoa com Deficiência) (Lei nº 13.146/2015)

LEI BRASILEIRA DA INCLUSÃO (Estatuto da Pessoa com Deficiência) (Lei nº 13.146/2015) LEI BRASILEIRA DA INCLUSÃO (Estatuto da Pessoa com Deficiência) (Lei nº 13.146/2015) Quantas pessoas com deficiência existentes no Brasil? Segundo o Censo Demográfico 2010, do IBGE, 45,6 milhões de brasileiros

Leia mais

PLANOS DE CONTINGÊNCIA, PROGRAMA DE ALERTA E PREPARAÇÃO DE COMUNIDADES PARA EMERGÊNCIAS LOCAIS

PLANOS DE CONTINGÊNCIA, PROGRAMA DE ALERTA E PREPARAÇÃO DE COMUNIDADES PARA EMERGÊNCIAS LOCAIS PLANOS DE CONTINGÊNCIA, PROGRAMA DE ALERTA E PREPARAÇÃO DE COMUNIDADES PARA EMERGÊNCIAS LOCAIS Eduardo Lucena C. de Amorim 1 - INTRODUÇÃO IMPACTOS AMBIENTAIS O impacto ambiental é um desequilíbrio provocado

Leia mais

REGULAMENTO HACKATHON KIMBERLY-CLARK EDIÇÃO HUGGIES

REGULAMENTO HACKATHON KIMBERLY-CLARK EDIÇÃO HUGGIES REGULAMENTO HACKATHON KIMBERLY-CLARK EDIÇÃO HUGGIES Este regulamento contém as regras aplicáveis ao Hackathon Kimberly-Clark Edição Huggies ( Evento ), promovida pela KIMBERLY-CLARK BRASIL INDÚSTRIA E

Leia mais

Manual. Alambique. A Engenharia nos Empreendimentos. Anexo VIII

Manual. Alambique. A Engenharia nos Empreendimentos. Anexo VIII Manual A Engenharia nos Empreendimentos Alambique Anexo VIII ALAMBIQUE 1- Empreendimento Descrição: Entende-se como Alambique o empreendimento industrial que produz aguardente/cachaça e compreende desde

Leia mais

Curso de Acessibilidade

Curso de Acessibilidade O - PROGRAMA E OBJETIVO 1. O QUE É ACESSIBILIDADE Quem são as pessoas com deficiência e as pessoas com mobilidade reduzida. A evolução do homem padrão e a arquitetura inclusiva. Conceito e as práticas

Leia mais

PORTARIA DAAE Nº 0031/10 ANEXO I MANUAL DE INSTALAÇÃO: PADRONIZAÇÃO DAS LIGAÇÕES DE ÁGUA

PORTARIA DAAE Nº 0031/10 ANEXO I MANUAL DE INSTALAÇÃO: PADRONIZAÇÃO DAS LIGAÇÕES DE ÁGUA PORTARIA DAAE Nº 0031/10 ANEXO I MANUAL DE INSTALAÇÃO: PADRONIZAÇÃO DAS LIGAÇÕES DE ÁGUA O Novo Padrão de Ligações Residenciais do DAAE facilita muito sua vida. Algumas vantagens que o Novo Padrão traz

Leia mais

REGULAMENTO DA POLÍTICA DE MANUTENÇÃO E GUARDA DO ACERVO ACADÊMICO DA ESCOLA DE DIREITO DE BRASÍLIA EDB

REGULAMENTO DA POLÍTICA DE MANUTENÇÃO E GUARDA DO ACERVO ACADÊMICO DA ESCOLA DE DIREITO DE BRASÍLIA EDB REGULAMENTO DA POLÍTICA DE MANUTENÇÃO E GUARDA DO ACERVO ACADÊMICO DA ESCOLA DE DIREITO DE BRASÍLIA EDB Estabelece a Política para Manutenção e Guarda do Acervo Acadêmico da Escola de Direito de Brasília

Leia mais

SCOIATTOLO. 30 anos. de grande sucesso. Instrumentos de Liberdade PRODOTTO IN ITALIA. Reg. n. 6130 UNI EN ISO 9001: 2008

SCOIATTOLO. 30 anos. de grande sucesso. Instrumentos de Liberdade PRODOTTO IN ITALIA. Reg. n. 6130 UNI EN ISO 9001: 2008 2000 SCOIATTOLO Reg. n. 6130 UNI EN ISO 9001: 2008 PRODOTTO IN ITALIA 30 anos de grande sucesso Instrumentos de Liberdade A EMPRESA É com orgulho que apresentamos a TGR como a primeira empresa que não

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Pato Branco Departamento de Projetos e Obras MEMORIAL DESCRITIVO

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Pato Branco Departamento de Projetos e Obras MEMORIAL DESCRITIVO Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Pato Branco Departamento de Projetos e Obras PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ MEMORIAL DESCRITIVO EXECUÇÃO DE ADEQUAÇÃO

Leia mais

BB Crédito Imobiliário

BB Crédito Imobiliário Selecione a Linha de Crédito Aquisição PF PMCMV Aquisição PF PMCMV Convênios Aquisição PF FGTS Pró-Cotista Aquisição FGTS PF Aquisição PF FGTS Convênios Dados da Agência acolhedora / condutora da Operação

Leia mais

Sinalização de segurança aplicada aos equipamentos e sistemas de proteção ativa

Sinalização de segurança aplicada aos equipamentos e sistemas de proteção ativa Sinalização de segurança aplicada aos equipamentos e sistemas de proteção ativa Extintores 2,1m 3 Os extintores devem ser convenientemente distribuídos, sinalizados sempre que necessário e instalados em

Leia mais

Defender interesses difusos e coletivos, defender o regime democrático e a implementação de políticas constitucionais.

Defender interesses difusos e coletivos, defender o regime democrático e a implementação de políticas constitucionais. 1. Escopo ou finalidade do projeto Ampliar a efetividade do velamento que o Ministério Público exerce sobre as Fundações Privadas, de forma a garantir que este patrimônio social seja efetivamente aplicado

Leia mais

Heliponto e Heliporto

Heliponto e Heliporto SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros SUMÁRIO 1 Objetivo INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 31/2004 Heliponto e Heliporto ANEXOS A Orientações

Leia mais

Adotada Total / Parcial. Fundamento da não adoção. Recomendação. Não adotada. 1. Princípios Gerais

Adotada Total / Parcial. Fundamento da não adoção. Recomendação. Não adotada. 1. Princípios Gerais / 1. Princípios Gerais As instituições devem adotar uma política de remuneração consistente com uma gestão e controlo de riscos eficaz que evite uma excessiva exposição ao risco, que evite potenciais conflitos

Leia mais

OBJETIVOS DA SEÇÃO. Após concluir com êxito o módulo sobre Área de Trabalho, o aluno deve estar apto a:

OBJETIVOS DA SEÇÃO. Após concluir com êxito o módulo sobre Área de Trabalho, o aluno deve estar apto a: OBJETIVOS DA SEÇÃO Após concluir com êxito o módulo sobre Área de Trabalho, o aluno deve estar apto a: I. Definir os critérios da Área de Trabalho para o Sistema de Cabeamento Siemon, tanto para interfaces

Leia mais

CENTRAIS ELÉTRICAS DE RONDÔNIA S.A. CERON PREGÃO MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA ANEXO XIII DO EDITAL

CENTRAIS ELÉTRICAS DE RONDÔNIA S.A. CERON PREGÃO MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA ANEXO XIII DO EDITAL Eletrobrás MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA ANEXO XIII DO EDITAL Anexo XIII do Pregão Eletrônico n 029/2009 Página 1 de 11 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA TRANSFORMADORES DE CORRENTE AUXILIARES 0,6 KV USO INTERIOR

Leia mais

ACESSIBILIDADE. Bairro CEP Município: UF. I.Largura da faixa pavimentada da calçada - NÃO FOI ENCONTRADA LARGURA MENOR DE 120 CM

ACESSIBILIDADE. Bairro CEP Município: UF. I.Largura da faixa pavimentada da calçada - NÃO FOI ENCONTRADA LARGURA MENOR DE 120 CM Fls: 1 / 9 Dados do Empreendimento Órgão/Empresa: Data: Endereço: NR Complemento Bairro CEP Município: UF Tipo de Utilização: Público Privado Representante Legal: Responsável pelas Informações: [nome/função/matrícula]

Leia mais

NORMAS DE ACESSIBILIDADE - Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT

NORMAS DE ACESSIBILIDADE - Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT NORMAS DE ACESSIBILIDADE - Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT 4.2 Pessoas em cadeira de rodas (P.C.R.) 4.2.1 Cadeira de rodas A figura 2 apresenta dimensões referenciais para cadeiras de rodas

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental Sulcredi São Miguel

Política de Responsabilidade Socioambiental Sulcredi São Miguel Política de Responsabilidade Socioambiental Sulcredi São Miguel SÃO MIGUEL DO OESTE, JUNHO DE 2015. POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL SULCREDI SÃO MIGUEL 1 ABRANGÊNCIA Esta política orienta o

Leia mais

Pessoa com deficiência: a evolução de um paradigma para reafirmar direitos

Pessoa com deficiência: a evolução de um paradigma para reafirmar direitos Presidência da República Secretaria de Direitos Humanos Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência Pessoa com deficiência: a evolução de um paradigma para reafirmar direitos

Leia mais

c) Aplicar os princípios de pesquisa operacional mediante:

c) Aplicar os princípios de pesquisa operacional mediante: GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE ATRIBUIÇÕES DOS PROFISSIONAIS DA EQUIPE DE SAÚDE PROGRAMA MUNICIPAL DE CONTROLE DA HANSENÍASE 1. Atribuições

Leia mais

Desníveis superiores a 5 mm até 15 mm devem ser tratados como chanfradura, com inclinação máxima de 1:2 (50%), conforme figura 76.

Desníveis superiores a 5 mm até 15 mm devem ser tratados como chanfradura, com inclinação máxima de 1:2 (50%), conforme figura 76. 6 Circulação e Acessos Excluído: e Circulação Neste item será estabelecido os critérios orientativos básicos de acessibilidade nos acessos e circulação para as pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

Leia mais

RESULTADOS RELATIVOS A ALFÂNDEGA DA FÉ INDICADORES DO «CIDADES» (N = 314)

RESULTADOS RELATIVOS A ALFÂNDEGA DA FÉ INDICADORES DO «CIDADES» (N = 314) RESULTADOS RELATIVOS A ALFÂNDEGA DA FÉ INDICADORES DO «CIDADES» (N = 314) INDICADORES N % do total Os espaços públicos estão limpos? 240 77,92% Os espaços públicos são agradáveis? 256 83,12% Os espaços

Leia mais

Nota Técnica sobre centrais de GLP, com operação de sistema Pit Stop

Nota Técnica sobre centrais de GLP, com operação de sistema Pit Stop Nota Técnica sobre centrais de GLP, com operação de sistema Pit Stop Sumário Executivo Esta Nota Técnica tem por finalidade comprovar a existência de sustentação técnica e motivação econômica para estabelecer

Leia mais

3.2. Bibliotecas. Biblioteca Professor Antônio Rodolpho Assenço, campus Asa Sul: Os espaços estão distribuídos da seguinte forma:

3.2. Bibliotecas. Biblioteca Professor Antônio Rodolpho Assenço, campus Asa Sul: Os espaços estão distribuídos da seguinte forma: 1 3.2. Bibliotecas Contam as Faculdades UPIS com a Biblioteca Professor Antônio Rodolpho Assenço e a Biblioteca do Campus II, que atuam como centros dinâmicos de informação, atendendo o corpo docente e

Leia mais

INCLUSÃO SOCIAL DO DEFICIENTE POR MEIO DO AMPARO JURÍDICO

INCLUSÃO SOCIAL DO DEFICIENTE POR MEIO DO AMPARO JURÍDICO INCLUSÃO SOCIAL DO DEFICIENTE POR MEIO DO AMPARO JURÍDICO Vanessa Cristina Lourenço Casotti Ferreira da Palma Doutoranda em Educação pelo Programa de Pós Graduação em Educação - PPGEdu da Faculdade de

Leia mais

FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL: O PROGRAMA ESCOLA ACESSÍVEL

FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL: O PROGRAMA ESCOLA ACESSÍVEL FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL: O PROGRAMA ESCOLA ACESSÍVEL Ingrid da Silva Ricomini Universidade de São Paulo Eixo Temático: Política educacional inclusiva Palavras chave: Financiamento da educação;

Leia mais

ANEXO 2 - TERMO DE REFERÊNCIA PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL SIMPLIFICADO PCAS I. CONTEÚDO MÍNIMO DO PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL SIMPLIFICADO PCAS

ANEXO 2 - TERMO DE REFERÊNCIA PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL SIMPLIFICADO PCAS I. CONTEÚDO MÍNIMO DO PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL SIMPLIFICADO PCAS ANEXO 2 - TERMO DE REFERÊNCIA PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL SIMPLIFICADO PCAS I. CONTEÚDO MÍNIMO DO PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL SIMPLIFICADO PCAS O Plano de Controle Ambiental Simplificado deverá conter

Leia mais

Evolução da Acessibilidade

Evolução da Acessibilidade Evolução da Acessibilidade no Metrô de São Paulo Rampas Estação São Joaquim Estação Saúde Rampas Estação Sumaré Estação São Bento Rampas Elevadores Estação Brigadeiro Elevadores Estação Armênia Elevadores

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO BUEIROS CELULARES DE CONCRETO Grupo de Serviço DRENAGEM Código DERBA-ES-D-010/01 1. OBJETIVO Esta especificação de serviço tem por objetivo definir e orientar a execução de bueiros

Leia mais

Critérios de avaliação das rotas cicláveis Fonte: I-CE & GTZ (2009); MINISTÉRIO DAS CIDADES, (2007a).

Critérios de avaliação das rotas cicláveis Fonte: I-CE & GTZ (2009); MINISTÉRIO DAS CIDADES, (2007a). Anexo A 96 DIRECTIVIDADE ATRATIVIDADE CONFORTO COERÊNCIA SEGURANÇA Critérios de avaliação das rotas cicláveis Fonte: I-CE & GTZ (2009); MINISTÉRIO DAS CIDADES, (2007a). Nível de segurança social do entorno

Leia mais

CERT Exceptions ED 15 pt. Exceções. Documento Explicativo. Válido a partir de: 02/03/2016 Distribuição: Pública

CERT Exceptions ED 15 pt. Exceções. Documento Explicativo. Válido a partir de: 02/03/2016 Distribuição: Pública CERT Exceptions ED 15 pt Exceções Documento Explicativo Válido a partir de: 02/03/2016 Distribuição: Pública Índice 1 Objetivo... 3 2 Área de Aplicação... 3 3 Definições... 3 4 Processo... 3 5 Tipos de

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAZONAS (TJAM) COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO (CPL)

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAZONAS (TJAM) COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO (CPL) REFERÊNCIA Pedido de Impugnação ao edital do Pregão Eletrônico nº. 018/2016, processo administrativo nº 2015/20602, cujo objeto é a contratação de empresa especializada para o fornecimento e instalação

Leia mais

Prémio Jovem Empreendedor Regulamento. Municí pio de Grâ ndolâ

Prémio Jovem Empreendedor Regulamento. Municí pio de Grâ ndolâ Prémio Jovem Empreendedor Regulamento Municí pio de Grâ ndolâ Regulamento do Prémio Jovem Empreendedor Preâmbulo O empreendedorismo tem vindo a assumir, dadas as atuais circunstâncias económicas e sociais,

Leia mais

Cartilha de Acessibilidade

Cartilha de Acessibilidade Cartilha de Acessibilidade Acessibilidade em Terminais e Pontos de Parada Rodoviários e Estações Ferroviárias do Sistema de Transporte Interestadual e Internacional de Passageiros Realização ANTT - Agência

Leia mais

PARTE II ACESSIBILIDADE

PARTE II ACESSIBILIDADE PARTE II ACESSIBILIDADE Manual de Sinalização de Acessibilidade - Ano 2013 Detalhamento Técnico Especificações CAPA ACESSIBILIDADE REGRA GERAL PARA CONFECÇÃO DAS PLACAS VISUAL/BRAILLE 1- Todos os textos

Leia mais

Universidade Federal do Rio de Janeiro Campus Macaé Professor Aloísio Teixeira Coordenação de Pesquisa e Coordenação de Extensão

Universidade Federal do Rio de Janeiro Campus Macaé Professor Aloísio Teixeira Coordenação de Pesquisa e Coordenação de Extensão Universidade Federal do Rio de Janeiro Campus Macaé Professor Aloísio Teixeira Coordenação de Pesquisa e Coordenação de Extensão EDITAL nº 1 Coordenação de Pesquisa/Coordenação de Extensão 2016 VIII JORNADA

Leia mais

LINHA DE PRODUTOS AS MELHORES MARCAS

LINHA DE PRODUTOS AS MELHORES MARCAS A MR SERVICE é uma empresa comprometida com a satisfação no atendimento do seu cliente, agregando produtos de qualidade com agilidade e eficiência na execução dos serviços. LINHA DE PRODUTOS Elevadores

Leia mais

O Novo Regime Jurídico do Ensino da Condução

O Novo Regime Jurídico do Ensino da Condução O Novo Regime Jurídico do Ensino da Condução Novos procedimentos e regime de transição Aprovado pela Lei n.º 14/2014, de 18 de março Lurdes Bernardo Penafiel, 19 de setembro de 2015 O que muda a 21 de

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO BÁSICO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO BÁSICO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO BÁSICO Considerando que a Portaria nº 23 /2015, de 27 de fevereiro revogou a Portaria nº 9/2013, de 11 de fevereiro referente à avaliação das aprendizagens e competências

Leia mais

2 Workshop processamento de artigos em serviços de saúde Recolhimento de artigos esterilizados: é possível evitar?

2 Workshop processamento de artigos em serviços de saúde Recolhimento de artigos esterilizados: é possível evitar? 2 Workshop processamento de artigos em serviços de saúde Recolhimento de artigos esterilizados: é possível evitar? 3 Farm. André Cabral Contagem, 19 de Maio de 2010 Rastreabilidade É definida como a habilidade

Leia mais

ACESSIBILIDADE. Lista de Verificação Deficiência Motora. Órgão/Empresa: Fls: 1 / 18. Dados do Empreendimento. Data: Endereço: NR Complemento

ACESSIBILIDADE. Lista de Verificação Deficiência Motora. Órgão/Empresa: Fls: 1 / 18. Dados do Empreendimento. Data: Endereço: NR Complemento Fls: 1 / 18 Dados do Empreendimento Órgão/Empresa: Data: Endereço: NR Complemento Bairro CEP Município: UF Tipo de Utilização: Público Privado Representante Legal: Responsável pelas Informações: [nome/função/matrícula]

Leia mais

Política de investimentos sociais 3M

Política de investimentos sociais 3M Política de investimentos sociais 3M 1. Objetivos A presente política tem por finalidade estabelecer os critérios para investimento em projetos sociais com recursos próprios visando: Estabelecer os princípios

Leia mais

Inclusão de pessoas com deficiência no mercado trabalho: implicações da baixa escolarização

Inclusão de pessoas com deficiência no mercado trabalho: implicações da baixa escolarização Inclusão de pessoas com deficiência no mercado trabalho: implicações da baixa escolarização Suelen Moraes de Lorenzo 1 e-mail: suelen.lorenzo@gmail.com Amabriane da Silva Oliveira e-mail: amabriane@r7.com

Leia mais

PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA PMCMV Fundo de Arrendamento Residencial - FAR PROJETO BÁSICO

PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA PMCMV Fundo de Arrendamento Residencial - FAR PROJETO BÁSICO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA PMCMV Fundo de Arrendamento Residencial - FAR PROJETO BÁSICO CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA EXECUÇÃO DO PROJETO DE TRABALHO TÉCNICO SOCIAL EMPREENDIMENTO RESIDENCIAL: ALPHA.

Leia mais

PARECER Nº, DE 2008. RELATORA: Senadora ADA MELLO I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE 2008. RELATORA: Senadora ADA MELLO I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2008 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 364, de 2008, que altera o art. 8º da Lei n 9.250, de 26 de dezembro de 1995, para permitir a dedução de despesa

Leia mais

Plano de Segurança da Informação. Política de Segurança

Plano de Segurança da Informação. Política de Segurança Plano de Segurança da Informação Inicialmente, deve se possuir a percepção de que a segurança da informação deve respeitar os seguintes critérios: autenticidade, não repúdio, privacidade e auditoria. Também

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENADORIA DE ENGENHARIA E ARQUITETURA

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENADORIA DE ENGENHARIA E ARQUITETURA MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENADORIA DE ENGENHARIA E ARQUITETURA QUESTIONÁRIO DE ACESSIBILIDADE PARA AS PROCURADORIAS DA REPÚBLICA Procuradoria: Considerando a implantação

Leia mais

Comandos de Eletropneumática Exercícios Comentados para Elaboração, Montagem e Ensaios

Comandos de Eletropneumática Exercícios Comentados para Elaboração, Montagem e Ensaios Comandos de Eletropneumática Exercícios Comentados para Elaboração, Montagem e Ensaios O Método Intuitivo de elaboração de circuitos: As técnicas de elaboração de circuitos eletropneumáticos fazem parte

Leia mais

Qualidade e robustez aparente. Desde 1956 Movimentando Qualidade.

Qualidade e robustez aparente. Desde 1956 Movimentando Qualidade. Qualidade e robustez aparente. Desde 1956 Movimentando Qualidade. Fundada em 1956, a ZELOSO acompanhou o aumento da industrialização do país, com equipamentos hidráulicos para movimentação e força, desenvolvendo

Leia mais

Critério I - Compromissos com o Desenvolvimento Sustentável

Critério I - Compromissos com o Desenvolvimento Sustentável Os trechos em destaque encontram-se no Glossário. Dimensão Geral Critério I - Compromissos com o Desenvolvimento Sustentável Indicador 1 - Compromisso Fundamental 1. A empresa, por meio de sua alta administração,

Leia mais

Código: MINV-P-003 Versão: 03 Vigência: 03/2011 Última Atualização: 02/2016

Código: MINV-P-003 Versão: 03 Vigência: 03/2011 Última Atualização: 02/2016 POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL Gerência de Riscos e Compliance Página 1 Índice 1. Objetivo... 3 2. Abrangência... 3 3. Vigência... 3 4. Conceito... 3 5. Etapas da Gestão de Risco Operacional... 4 6. Estrutura

Leia mais

Dos Serviços de Obras, Arquitetura, Engenharia e Tecnologia, Sanitária.

Dos Serviços de Obras, Arquitetura, Engenharia e Tecnologia, Sanitária. Dos Serviços de Obras, Arquitetura, Engenharia e Tecnologia, Sanitária. - Planejar, programar, executar, avaliar, capacitar, orientar e fiscalizar as atividades relacionadas à análise, avaliação e aprovação

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. Resposta aos questionamentos efetuados pela empresa TOTVS, temos a informar conforme segue:

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. Resposta aos questionamentos efetuados pela empresa TOTVS, temos a informar conforme segue: Resposta aos questionamentos efetuados pela empresa TOTVS, temos a informar conforme segue: Questionamento 1: Tomando como base a definição de que os Conselhos o Federal e os Regionais foram criados por

Leia mais

REGULAMENTO DO PROJETO INTEGRADOR DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA DA FACULDADE ARTHUR THOMAS

REGULAMENTO DO PROJETO INTEGRADOR DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA DA FACULDADE ARTHUR THOMAS REGULAMENTO DO PROJETO INTEGRADOR DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA DA FACULDADE ARTHUR THOMAS Rua Prefeito Faria Lima, 400, Jardim Maringá, Londrina PR Fone: (43) 3031-5050 CEP: 86.061-450 1 REGULAMENTO

Leia mais

O Direito da Acessibilidade e comunicação dos surdos. Neivaldo Zovico Diretor Regional da Feneis/SP

O Direito da Acessibilidade e comunicação dos surdos. Neivaldo Zovico Diretor Regional da Feneis/SP O Direito da Acessibilidade e comunicação dos surdos Neivaldo Zovico Diretor Regional da Feneis/SP Filosofo Sócrates diz : Se não tivéssemos voz nem língua, mas apesar disso desejássemos manifestar coisas

Leia mais

BIT 374 LAÇAMENTO PEUGEOT 3008

BIT 374 LAÇAMENTO PEUGEOT 3008 CIRCULAR REDE De : DIREÇÃO PEÇAS E SERVIÇOS Para : Rede de Concessionárias Data : 03/11/2010 Código Circular: 374 Depto 11/10 Página (s) : 07 Cc: Gerentes regionais Peças e Serviços Peugeot Direção PBRA

Leia mais