QUEIJO ARTESANAL COMERCIALIZADO EM UBERLÂNDIA-MG CHEESE CRAFT SOLD IN UBERLANDIA-MG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "QUEIJO ARTESANAL COMERCIALIZADO EM UBERLÂNDIA-MG CHEESE CRAFT SOLD IN UBERLANDIA-MG"

Transcrição

1 Communication 311 QUEIJO ARTESANAL COMERCIALIZADO EM UBERLÂNDIA-MG CHEESE CRAFT SOLD IN UBERLANDIA-MG Raquel Satomi KOMATSU 1 ; Maria Aparecida Martins RODRIGUES 2 ; Walkíria Borges Naves LORENO 3 ; Karla Aparecida SANTOS 4 1. Médica Veterinária, Mestre, Prefeitura Municipal de Uberlândia PMU, Uberlândia, MG, Brasil. 2. Professora, Doutora, Faculdade de Medicina Veterinária FAMEV, Universidade Federal de Uberlândia UFU, Uberlândia, MG, Brasil. 3. Médica Veterinária, PMU, Uberlândia, MG, Brasil; 4. Técnica em Laboratório, Laboratório de Controle de Qualidade e Segurança Alimentar LCQSA FAMEV - UFU, Uberlândia, MG, Brasil. RESUMO: O presente estudo teve como objetivo identificar a origem e os tipos de queijos artesanais produzidos e comercializados no município de Uberlândia-MG e verificar o método e as condições higiênico-sanitárias de fabricação desses queijos. Foram entrevistados comerciantes de 160 pontos de venda de queijos da cidade e realizadas visitas técnicas em algumas propriedades rurais do município. Os resultados obtidos indicaram que 22,48% dos queijos comercializados foram produzidos no município, enquanto 77,52% eram provenientes de outros municípios, que o leite utilizado na produção do queijo é o leite cru, sem adição de fermento láctico e cloreto de cálcio e que a ausência de infraestrutura adequada e de aplicação das Boas Práticas de Fabricação representam riscos potenciais de contaminação. PALAVRAS - CHAVE: BPF. Qualidade. Queijo artesanal INTRODUÇÃO Sabe-se que queijos e outros produtos lácteos fermentados contribuíram significativamente para o desenvolvimento de civilizações, permitindo a sobrevivência em períodos de escassez de outros alimentos (KOSIKOWSKI, 1987). Uma das formas mais antigas de conservação do leite é sob a forma de queijo, pois este surgiu praticamente com a domesticação de animais produtores de leite. O queijo como muitos dos outros artigos de consumo, pode constituir um índice de progresso de um povo; quanto maior a civilização de um povo, mais finos os tipos de queijos fabricados por eles (BEHMER, 1984). Os processos de fabricação de queijos tiveram origem há mais de anos. Atualmente existem mais de tipos de queijos em todo o mundo com características únicas em relação à forma, textura e sabor. A produção dos diversos queijos compreende técnicas que transformam grande parte dos componentes do leite num produto de fácil conservação, menor quantidade de água, grande valor nutritivo e sabor agradável. Variações na especificação desses ingredientes e nas etapas de processamento levam à obtenção dos mais variados tipos de queijos. Já no Brasil, a fabricação de queijos é relativamente recente, a produção artesanal teve início no século XVIII, com o estabelecimento de imigrantes na região de Minas Gerais. Atualmente, a produção leiteira do Estado representa 30% da produção Nacional (BORELLI, 2006). Para a produção de alimentos seguros a legislação vigente estabelece algumas normas referentes às condições higiênico-sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para estabelecimentos elaboradores ou industrializadores de alimentos tais como BRASIL, 1997 e BRASIL, Os objetivos deste trabalho foram identificar a origem e os tipos de queijos artesanais comercializados em Uberlândia, pesquisar o tipo de queijo mais produzido, o método de fabricação do mesmo, e ainda verificar as condições higiênicosanitárias da produção. MATERIAL E MÉTODOS Identificação da Origem e dos Tipos de Queijos Artesanais Comercializados em Uberlândia-MG Para o levantamento da origem e dos tipos de queijo artesanais comercializados em Uberlândia-MG, foi elaborado um questionário e entrevistados comerciantes de 160 principais pontos de venda de queijo (supermercados, açougues, feiras-livres, sacolões, padarias, Mercado Municipal e Centrais de Abastecimento de Minas Gerais S/A CEASA) em Uberlândia de janeiro a abril de 2008 (Anexo 1). Método e Condições de Fabricação do Queijo Foram realizadas visitas técnicas nas 10 propriedades rurais produtoras de queijos, cadastradas na Secretaria Municipal de Agropecuária e Abastecimento de Uberlândia, para pesquisar as condições higiênico-sanitárias de produção e o método de fabricação desses queijos. Received: 04/05/09 Accepted: 29/09/09

2 Queijo artesanal... KOMATSU, R. S. et al. 312 RESULTADOS E DISCUSSÃO De acordo com o levantamento realizado verificou-se que dos queijos artesanais comercializados em Uberlândia-MG, 22,48% foram produzidos no município, enquanto o restante 77,52% eram provenientes de municípios próximos a Uberlândia. A participação das cidades de origem dos queijos artesanais comercializados no município de Uberlândia-MG está relacionada na Figura 1. Figura 1. Percentual de queijos artesanais provenientes de municípios da região de Uberlândia-MG de novembro a dezembro de Na Figura 2 é possível verificar que o queijo tipo Minas frescal foi o mais produzido em Uberlândia (17,79%), embora o tipo de queijo mais comercializado tenha sido o maturado ou Minas padrão (58,64%). Oriundo de municípios próximos de Uberlândia, esse tipo de queijo é fabricado de maneira tradicional, onde utiliza-se o pingo, soro extraído da produção do dia anterior, rico em bactérias lácticas a ser utilizado na produção do dia seguinte, com o objetivo de melhorar a fermentação no processo de maturação. A maioria, ou seja, 9 dos 10 produtores rurais entrevistados no município de Uberlândia-MG não conhecem a técnica de fabricação do queijo Minas padrão, supondo ser necessários de 9 a 15 dias para a maturação ao invés de 30 a 60 dias de acordo com Oliveira (1986). Durante as visitas técnicas realizadas para verificação das condições do processo de fabricação dos queijos, observou-se que o processo de fabricação praticado pelos produtores de Uberlândia-MG, participantes desse estudo, constitui-se nas seguintes etapas: Leite cru, adição de coalho, coagulação (40 a 60 minutos), corte da coalhada, repouso (15 a 30 minutos), dessoragem, enformagem e prensagem, embalagem. Sendo, portanto, comprovada a utilização do leite cru, e a não utilização de cloreto de cálcio e de fermento lático na produção dos queijos em Uberlândia. Quanto à salga, a maioria dos produtores 71,42% adicionam o sal após o corte da coalhada, pois segundo eles, o sal penetra melhor na massa necessitando de uma quantidade menor, enquanto que 28,57% dos produtores realizam a salga logo após a adição do coalho. Ao analisar os locais de produção desses queijos nas propriedades rurais e acompanhando seu processo de fabricação durante as visitas técnicas, algumas falhas nas etapas de produção, que ofereciam risco de contaminação, foram observadas: a) ausência de infra-estrutura nos currais, como a falta de cobertura, pavimentação e pontos de água para limpeza e higienização das mãos, ambiente e utensílios; b) inexistência de área exclusiva para a produção dos queijos, geralmente coincidindo com a cozinha ou área de serviço da propriedade, ou quando existente, o local é improvisado e totalmente

3 Queijo artesanal... KOMATSU, R. S. et al. 313 inadequado; c) utilização de leite sem tratamento térmico; d) presença de animais próximo ao local de produção dos queijos, como cachorros, galinhas, pássaros e de insetos devido a falta de telas de proteção nas portas e janelas; e) uso de utensílios de natureza imprópria, uso de tubos de p.v.c. cortados na enformagem dos queijos; f) ausência de procedimentos de higienização e sanitização adequados nas instalações, equipamentos e utensílios; g) ausência de noções básicas de higiene, como lavagem freqüente das mãos e uso de uniforme completo, jaleco, calça e botas brancos, gorro e máscara descartáveis. Não conformidades estas que ferem as normas que regulamentam as condições higiênico-sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para estabelecimentos elaboradores ou industrializadores de alimentos tais como Brasil, 1997 e Brasil, Figura 2. Percentual de tipos de queijos artesanais comercializados em Uberlândia-MG produzidos no município e região em Em todas as propriedades visitadas a falta de infra-estrutura das instalações nos locais de obtenção da matéria prima e nos locais onde foram fabricados os queijos denuncia a não aplicação das Boas Práticas Agropecuárias e das Boas Práticas de Fabricação. As instalações são pré-requisito para a implantação desses programas de autocontrole, indispensável na determinação do fluxo operacional da produção para evitar a contaminação cruzada. Os cuidados na ordenha, nas etapas de produção, armazenagem, conservação e distribuição dos produtos, e ainda, a higiene das instalações, equipamentos, utensílios e dos manipuladores também são importantes na prevenção das contaminações. Qualquer falha ocorrida em uma das etapas pode comprometer as etapas seguintes por se tratar de procedimentos em cadeia. Em razão da maior parte do queijo artesanal comercializado em Uberlândia ser proveniente de outros municípios e devido à falta de condições higiênico-sanitárias verificadas nas fazendas visitadas em Uberlândia, torna-se imprescindível a implantação de um Programa de Melhoria da Qualidade do Queijo no município em questão, como forma de incentivar a produção de queijos com qualidade e de manter as características tradicionais na produção do queijo Minas frescal em Uberlândia-MG. A modernização de instalações e equipamentos também se faze necessária para registro dessas propriedades em órgão oficial de inspeção e criação de um selo de identidade e qualidade e para que o consumidor possa diferenciar o produto artesanal do produto clandestino como forma de garantir a certificação da segurança alimentar desses produtos.

4 Queijo artesanal... KOMATSU, R. S. et al. 314 ABSTRACT: This study purposed to identify the origin and types of craft cheeses produced and marketed in the city of Uberlandia-MG and verify the method and the sanitary-hygienic conditions for manufacture of these cheeses. Traders were interviewed from 160 points of sale of cheese in the city, and made technical visits to some farms in the city. The results indicated that 22.48% of the cheeses sold were produced in the city, while 77.52% were from other country, that the milk used in the production of raw milk cheese is, without addition of lactic yeast and calcium chloride and the absence of appropriate structure and implementation of Good Manufacturing Practices represent potential risks of contamination. KEYWORDS: BPF. Quality. Cheese craft. REFERÊNCIAS BEHMER, M. L. A. Tecnologia do leite. 13 ed. São Paulo: Nobel, p. BORELLI, B. M. Melhoria da qualidade do queijo Minas artesanal. Belo Horizonte: Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais CETEC, p. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Portaria nº 368, de 07 de setembro de Regulamento Técnico sobre as condições Higiênico Sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos Elaboradores/Industrializadores de Alimentos. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília, DF, 08 set Seção 1, p BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Circular nº 175, de 16 de maio de Procedimentos de Verificação dos Programas de Autocontrole. Coordenação Geral de Programas Especiais do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal CGPE/DIPOA. Brasília, DF, 16 mai KOSIKOWSKI, F. V. Cheese and fermented milk food. Michigan: Edwards Brothers, p. OLIVEIRA, J. S. Queijos: fundamentos tecnológicos. Ícone/Campinas/UNICAMP, São Paulo, p. ANEXO Ficha de Levantamento de Dados sobre a Origem e os Tipos de Queijos Artesanais Comercializados em Uberlândia 1 - N da Planilha : 2 - Nome do Pesquisador: 3 - Nome do estabelecimento: 4 Endereço: 5 - Atividade : ( 1 Açougue; 2 Feira livre; 3 Mercado Municipal; 4 Sacolão; 5 Padarias; 6 Supermercado; 7 CEASA). 6 - Responsável pelas Informações: 7 - Cargo: 8 Qual o tipo de queijo mais vendido? 9 - Qual o tipo de queijo artesanal mais vendido? 10 Quantos queijos artesanais vocês compram por semana? 11 Há reclamações quanto à qualidade do queijo artesanal? ( ) SIM ( ) NÃO. Quais? 12 - Com quantos dias um queijo é considerado meia cura? 13 - Com quantos dias um queijo já é considerado curado? 14- Que tipo de queijo comercializa? a) Queijo Minas Frescal? ( ) SIM ( ) NÃO b) Queijo fresco? ( ) SIM ( ) NÃO

5 Queijo artesanal... KOMATSU, R. S. et al. 315 c) Queijo fresco ( - até 7 dias)? ( ) SIM ( ) NÃO d) Queijo meia cura ( com 7 a 15 dias )? ( ) SIM ( ) NÃO e) Queijo meia cura ( com mais de 15 dias não resfriado)? ( ) SIM ( ) NÃO f) Queijo curado ( com mais de 60 dias de cura )? ( ) SIM ( ) NÃO g) Queijo Temperado?( ) SIM ( ) NÃO h) Queijo trança? ( ) SIM ( ) NÃO

Art. 1º Aprovar o Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade de Queijo Regional do Norte ou Queijo Tropical de Uso Industrial, conforme anexo.

Art. 1º Aprovar o Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade de Queijo Regional do Norte ou Queijo Tropical de Uso Industrial, conforme anexo. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 24, DE 4 DE ABRIL DE 2002 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,

Leia mais

CONDIÇOES HIGIENICO-SANITARIAS DO QUEIJO DE COALHO COMERCIALIZADO EM FEIRA LIVRE DO MUNICIPIO DE VIÇOSA ALAGOAS

CONDIÇOES HIGIENICO-SANITARIAS DO QUEIJO DE COALHO COMERCIALIZADO EM FEIRA LIVRE DO MUNICIPIO DE VIÇOSA ALAGOAS CONDIÇOES HIGIENICO-SANITARIAS DO QUEIJO DE COALHO COMERCIALIZADO EM FEIRA LIVRE DO MUNICIPIO DE VIÇOSA ALAGOAS EVALUATE THE HYGIENIC-SANITARY CURD CHEESE SOLD IN STREET FAIR IN THE CITY OF VIÇOSA-ALAGOAS

Leia mais

FABRICAÇÃO DE PRODUTOS LÁCTEOS PROCESSAMENTO ARTESANAL

FABRICAÇÃO DE PRODUTOS LÁCTEOS PROCESSAMENTO ARTESANAL FABRICAÇÃO DE PRODUTOS LÁCTEOS PROCESSAMENTO ARTESANAL 1 - QUALIDADE DA MATÉRIA-PRIMA O leite destinado à fabricação de produtos lácteos deve ser de boa qualidade. Essa qualidade está diretamente relacionada

Leia mais

Processamento de Queijo de Cabra com Ervas Aromáticas

Processamento de Queijo de Cabra com Ervas Aromáticas Comunicado Técnico Novembro, 81 ISSN 1676-7675 Sobral, CE 2007 Processamento de Queijo de Cabra com Ervas romáticas FOTO ntônio Sílvio do Egito 1 Karina Olbrich dos Santos 2 Luis Eduardo Laguna 3 Selene

Leia mais

Regulamento Técnico MERCOSUL de Identidade e Qualidade de Queijo Minas Frescal

Regulamento Técnico MERCOSUL de Identidade e Qualidade de Queijo Minas Frescal MERCOSUL/GMC/RES.Nº145/96 Regulamento Técnico MERCOSUL de Identidade e Qualidade de Queijo Minas Frescal TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e a Resolução Nº91/93 do Grupo

Leia mais

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia.

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Avaliação microbiológica do pirarucu (Arapaima gigas) salgado seco comercializado em feiras da Cidade de Manaus e Fonte Boa, Amazonas Euclides Luis

Leia mais

Art. 3º Esta Portaria entra em vigor sessenta dias após a sua publicação.

Art. 3º Esta Portaria entra em vigor sessenta dias após a sua publicação. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO PORTARIA Nº 364, DE 04 DE SETEMBRO DE 1997 O Ministro de Estado da Agricultura e do Abastecimento, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DE PROPRIEDADES RURAIS QUE PRODUZEM QUEIJO NO MUNICÍPIO DE ANGATUBA, SP

CARACTERIZAÇÃO DE PROPRIEDADES RURAIS QUE PRODUZEM QUEIJO NO MUNICÍPIO DE ANGATUBA, SP CARACTERIZAÇÃO DE PROPRIEDADES RURAIS QUE PRODUZEM QUEIJO NO MUNICÍPIO DE ANGATUBA, SP Paola Mariano Profª Esp. Sílvia Panetta Nascimento FATEC Itapetininga SP Resumo: A cadeia produtiva do leite é uma

Leia mais

gestão da qualidade no agronegócio do leite Prof. Dr. Luís Fernando Soares Zuin

gestão da qualidade no agronegócio do leite Prof. Dr. Luís Fernando Soares Zuin gestão da qualidade no agronegócio do leite Prof. Dr. Luís Fernando Soares Zuin hoje e futuro o produto que possui qualidade está no mercado, se não possui, não está no mercado! introdução padrões de qualidade

Leia mais

Art. 1º Aprovar o REGULAMENTO TÉCNICO PARA FIXAÇÃO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE LEITE EM PÓ MODIFICADO, em anexo.

Art. 1º Aprovar o REGULAMENTO TÉCNICO PARA FIXAÇÃO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE LEITE EM PÓ MODIFICADO, em anexo. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 27, DE 12 DE JUNHO DE 2007 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

RESUMO O iogurte propriamente dito só foi conhecido na Europa em meados do século XVI, por

RESUMO O iogurte propriamente dito só foi conhecido na Europa em meados do século XVI, por ÁREA TEMÁTICA: TECNOLOGIA CURSO DE FABRICAÇÃO DE IOGURTE Apresentador 1 Rodis, Caroline Inglês Apresentador 2 Gadens, Andressa Autor 3 Tedrus, Guilherme de Almeida Souza Autor 4 Ameida, Flávia Caroline

Leia mais

Experiência do Estágio na Schreiber Foods do Brasil. Médica Veterinária Jéssica Silvério Miranda jsmiranda23@gmail.com

Experiência do Estágio na Schreiber Foods do Brasil. Médica Veterinária Jéssica Silvério Miranda jsmiranda23@gmail.com Experiência do Estágio na Schreiber Foods do Brasil Médica Veterinária Jéssica Silvério Miranda jsmiranda23@gmail.com A paixão pelo leite surgiu aos poucos desde o terceiro ano da faculdade de veterinária.

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES HIGIÊNICO-SANITÁRIAS EM COZINHAS DAS ESCOLAS ESTADUAIS DO MUNICÍPIO DE TRÊS PASSOS/RS

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES HIGIÊNICO-SANITÁRIAS EM COZINHAS DAS ESCOLAS ESTADUAIS DO MUNICÍPIO DE TRÊS PASSOS/RS AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES HIGIÊNICO-SANITÁRIAS EM COZINHAS DAS ESCOLAS ESTADUAIS DO MUNICÍPIO DE TRÊS PASSOS/RS L. Abreu¹, F.H.Weber², M.E. Lanzanova³, G. Scherer 4, H. Weirch 5 1- Universidade Estadual

Leia mais

6 CURSO DE CONTROLE DE QUALIDADE NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS

6 CURSO DE CONTROLE DE QUALIDADE NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS Universidade de Passo Fundo Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária Curso de Medicina Veterinária 6 CURSO DE CONTROLE DE QUALIDADE NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS Médico Veterinário Profº Dr. Elci Lotar

Leia mais

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Avaliação de parâmetros físico-químicos de cremes de leite produzidos artesanalmente

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Avaliação de parâmetros físico-químicos de cremes de leite produzidos artesanalmente PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Avaliação de parâmetros físico-químicos de cremes de leite produzidos artesanalmente Karoline Mikaelle de Paiva Soares 1* ; Vilson Alves de Góis

Leia mais

Formalização do Funcionamento de. Nutrição. Profª. Mônica de Caldas Rosa dos Anjos

Formalização do Funcionamento de. Nutrição. Profª. Mônica de Caldas Rosa dos Anjos Formalização do Funcionamento de Unidades de Alimentação e Nutrição Profª. Mônica de Caldas Rosa dos Anjos A sobrevivência de agrupamentos humanos está diretamente relacionada à existência de objetivos

Leia mais

COMIDA DE RUA: SEGURANÇA ALIMENTAR E CRITÉRIOS DE FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA

COMIDA DE RUA: SEGURANÇA ALIMENTAR E CRITÉRIOS DE FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA Salvador, 07 de agosto de 2014 COMIDA DE RUA: SEGURANÇA ALIMENTAR E CRITÉRIOS DE FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA Diretoria de Vigilância á Saúde Vigilância Sanitária SPEIS COMIDA DE RUA: linhas de ação Ambulantes;

Leia mais

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA O TRANSPORTE DE ALIMENTOS, MATÉRIA- PRIMA, INGREDIENTES E EMBALAGENS.

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA O TRANSPORTE DE ALIMENTOS, MATÉRIA- PRIMA, INGREDIENTES E EMBALAGENS. RESOLUÇÃO.../SESA/PR O Secretário Estadual de Saúde, no uso de suas atribuições legais e: CONSIDERANDO a Portaria nº 326/1997/SVS/MS, a Resolução RDC nº275/2002, a Resolução RDC nº 216/2004, da ANVISA,

Leia mais

Anais da 3ª Jornada Científica da UEMS/Naviraí

Anais da 3ª Jornada Científica da UEMS/Naviraí Anais da 3ª Jornada Científica da UEMS/Naviraí 22 a 26 de Outubro de 2013 Naviraí/MS - Brasil www.uems.br/navirai Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - Unidade de Naviraí 97 Avaliação das Condições

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ - SESA SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA. Nota Técnica nº 08/13 DVVSA/CEVS/SESA 29 de agosto 2013.

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ - SESA SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA. Nota Técnica nº 08/13 DVVSA/CEVS/SESA 29 de agosto 2013. SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ - SESA SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA Nota Técnica nº 08/13 DVVSA/CEVS/SESA 29 de agosto 2013. BOAS PRÁTICAS PARA COMÉRCIO AMBULANTE DE ALIMENTOS A Secretaria do

Leia mais

AÇÕES DE FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA EM ALIMENTOS COMERCIALIZADOS EM TERESINA - PI

AÇÕES DE FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA EM ALIMENTOS COMERCIALIZADOS EM TERESINA - PI AÇÕES DE FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA EM ALIMENTOS COMERCIALIZADOS EM TERESINA - PI Ferreira, L.C.R.P. (1) ; Lima, N.A. (1) ; Muratori, M.C.S. (1) ; Júnior, M.H.K. (1) ; Costa, M.S.J. (2) ; Nascimento, I.V.

Leia mais

WebSite da Vigilância Sanitária

WebSite da Vigilância Sanitária Página 1 de 5 SERVIÇOS MAIS ACESSADOS: Selecione um Serviço Página Principal Quem somos Regularize sua Empresa Roteiros Denúncias e Reclamações Vigilância e Fiscalização Sanitária em Indústrias de Alimentos

Leia mais

Dispõe sobre a Licença Sanitária de Pequenas Fábricas Rurais de Laticínios e dá outras providências.

Dispõe sobre a Licença Sanitária de Pequenas Fábricas Rurais de Laticínios e dá outras providências. Lei nº 15607 DE 06/10/2015 Norma Estadual - Pernambuco Publicado no DOE em 07 out 2015 Dispõe sobre a Licença Sanitária de Pequenas Fábricas Rurais de Laticínios e dá outras providências. O Presidente

Leia mais

QUEIJO COLONIAL DE LEITE CRU HISTÓRIA E TRADIÇÃO SECULAR

QUEIJO COLONIAL DE LEITE CRU HISTÓRIA E TRADIÇÃO SECULAR QUEIJO COLONIAL DE LEITE CRU HISTÓRIA E TRADIÇÃO SECULAR -VALDIR MAGRI. -PRODUTOR DE QUEIJOS COLONIAIS. - MUNICIPIO SEARA SC. -MEMBRO DO GT DOS QUEIJOS NACIONAL -MEMBRO DO GT QUEIJOS COLONIAIS OESTE SC.

Leia mais

Produtores de MG pedem norma específica para o queijo artesanal

Produtores de MG pedem norma específica para o queijo artesanal Produtores de MG pedem norma específica para o queijo artesanal Gustavo Lima Na audiência, foram debatidas as normas técnicas para a fabricação do queijo Minas. Produtores do tradicional queijo Minas e

Leia mais

*RESOLUÇÃO SMSDC Nº 1.424 DE 16 DE FEVEREIRO DE 2009

*RESOLUÇÃO SMSDC Nº 1.424 DE 16 DE FEVEREIRO DE 2009 *RESOLUÇÃO SMSDC Nº 1.424 DE 16 DE FEVEREIRO DE 2009 O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDE E DEFESA CIVIL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor, e CONSIDERANDO o Decreto Municipal

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo - SEPROTUR Agencia Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal

Leia mais

Instituição Gestora. Universidade de Santa Cruz do Sul UNISC. Gestora. Adriana Hintz Eick. Apoio Administrativo. Danúbia Maria de Oliveira

Instituição Gestora. Universidade de Santa Cruz do Sul UNISC. Gestora. Adriana Hintz Eick. Apoio Administrativo. Danúbia Maria de Oliveira 1 Instituição Gestora Universidade de Santa Cruz do Sul UNISC Gestora Adriana Hintz Eick Apoio Administrativo Danúbia Maria de Oliveira Ketlyn de Oliveira Souza 2 APRESENTAÇÃO Este manual didático objetiva

Leia mais

COMISSÃO DE AGRICULTURA E POLÍTICA RURAL

COMISSÃO DE AGRICULTURA E POLÍTICA RURAL COMISSÃO DE AGRICULTURA E POLÍTICA RURAL PROJETO DE LEI Nº 3.428, de 1997 Dispõe sobre a elaboração, beneficiamento e comercialização de produtos artesanais de origem animal e vegetal e dá outras providências.

Leia mais

SIMPÓSIO EM COMEMORAÇÃO AO CENTENÁRIO DA INSPEÇÃO SANITÁRIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL NO BRASIL. 09 a 12 de setembro de 2015

SIMPÓSIO EM COMEMORAÇÃO AO CENTENÁRIO DA INSPEÇÃO SANITÁRIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL NO BRASIL. 09 a 12 de setembro de 2015 SIMPÓSIO EM COMEMORAÇÃO AO CENTENÁRIO DA INSPEÇÃO SANITÁRIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL NO BRASIL 09 a 12 de setembro de 2015 Local de Realização: Escola de Veterinária Universidade Federal de Minas Gerais

Leia mais

Avaliação das condições higiênico sanitárias do comércio ambulante de alimentos na feira de artesanato de Curitiba PR

Avaliação das condições higiênico sanitárias do comércio ambulante de alimentos na feira de artesanato de Curitiba PR Artigo Original Avaliação das condições higiênico sanitárias do comércio ambulante de alimentos na feira de artesanato de Curitiba PR Priscila Canabal Brandalize 1 Graduanda do Curso de Nutrição Unibrasil

Leia mais

TECNOLOGIA DE ALIMENTOS

TECNOLOGIA DE ALIMENTOS TECNOLOGIA DE ALIMENTOS A Tecnologia de Alimentos (T.A.) é das mais novas especialidades da necessidade da obtenção de mais fartas e constantes fontes alimentares. FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA O DESENVOLVIMENTO

Leia mais

ATUAÇÃO DE RESPONSÁVEIS TÉCNICOS EM AÇOUGUES DO SETOR SUPERMERCADISTA DO MUNICÍPIO DE SANTA MARIA (RS) 1

ATUAÇÃO DE RESPONSÁVEIS TÉCNICOS EM AÇOUGUES DO SETOR SUPERMERCADISTA DO MUNICÍPIO DE SANTA MARIA (RS) 1 ATUAÇÃO DE RESPONSÁVEIS TÉCNICOS EM AÇOUGUES DO SETOR SUPERMERCADISTA DO MUNICÍPIO DE SANTA MARIA (RS) 1 BRASIL, Carla Cristina Bauermann 2 ; GRESSLER, Camila Costa 2 ; PELEGRINI, Susana Berleze de 2 ;

Leia mais

http://www.agricultura.sc.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download...

http://www.agricultura.sc.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download... Page 1 of 5 Estado de Santa Catarina Secretaria de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural Portaria SAR nº 17/2010, de 28/10/2010 O Secretário de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural, no

Leia mais

Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA)

Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA) Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA) Depto. de Inspeção de Produtos de Origem Animal Secretaria de Defesa Agropecuária Situação Atual Aderidos: Situação Atual 4 Estados

Leia mais

Comunicado Técnico 02

Comunicado Técnico 02 Comunicado Técnico 02 Controle da Qualidade do Leite Instruções Técnicas para redução da Contagem de Células Somáticas (CCS) e Contagem Bacteriana Total (CBT). Responsável: Juliana Jorge Paschoal Zootecnista;

Leia mais

Leite e derivados. UHT, HTST, fermentos, maturação, coalho, flor de cardo.

Leite e derivados. UHT, HTST, fermentos, maturação, coalho, flor de cardo. Leite e derivados Objectivos: Conhecer a composição química e estrutura física do leite. Descrever leite inteiro, meio gordo magro e enriquecido. Descrever manteiga. Descrever natas. Descrever requeijão,

Leia mais

COLEÇÃO I A F A M. Agregando valor à pequena produção. Queijo Minas Frescal

COLEÇÃO I A F A M. Agregando valor à pequena produção. Queijo Minas Frescal COLEÇÃO AGR OIN DÚSTRIA F A M I L I A R Agregando valor à pequena produção Queijo Minas Frescal Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Agroindústria de Alimentos Ministério da Agricultura,

Leia mais

AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO QUÍMICA E QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DO LEITE CRÚ EM UM LATICÍNIO NA REGIÃO NOROESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO 1

AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO QUÍMICA E QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DO LEITE CRÚ EM UM LATICÍNIO NA REGIÃO NOROESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO 1 CIÊNCIAS AGRÁRIAS 67 TRABALHO ORIGINAL AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO QUÍMICA E QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DO LEITE CRÚ EM UM LATICÍNIO NA REGIÃO NOROESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO 1 EVALUATION OF CHEMICAL COMPOSITION

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO EM RESTAURANTES SELF-SERVICE DA CIDADE DE ITAPEVA, ESTADO DE SÃO PAULO.

AVALIAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO EM RESTAURANTES SELF-SERVICE DA CIDADE DE ITAPEVA, ESTADO DE SÃO PAULO. AVALIAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO EM RESTAURANTES SELF-SERVICE DA CIDADE DE ITAPEVA, ESTADO DE SÃO PAULO. Daniela Firmo Souza Santos 1 Alessandra Teixeira Barbosa Pinto² Resumo: As constantes transformações

Leia mais

ANÁLISE DA APLICAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO NAS AGROINDÚSTRIAS FAMILIARES DO ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DO VALE DO TAQUARI

ANÁLISE DA APLICAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO NAS AGROINDÚSTRIAS FAMILIARES DO ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DO VALE DO TAQUARI ANÁLISE DA APLICAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO NAS AGROINDÚSTRIAS FAMILIARES DO ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DO VALE DO TAQUARI T.J. Siebeneichler 1, A. Girelli 2, E.M.Kolchinski 3, M.M. Erhardt 4, M.Frizzo

Leia mais

INFORME TÉCNICO N. 54/2013 TEOR DE SÓDIO NOS ALIMENTOS PROCESSADOS

INFORME TÉCNICO N. 54/2013 TEOR DE SÓDIO NOS ALIMENTOS PROCESSADOS INFORME TÉCNICO N. 54/2013 TEOR DE SÓDIO NOS ALIMENTOS PROCESSADOS 1.Introdução Em 13 de dezembro de 2011 o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) assinaram termo de

Leia mais

Características do Leite

Características do Leite Características do Leite Katiani Silva Venturini 1 (e-mail: katiani_sv@hotmail.com) Miryelle Freire Sarcinelli 1 (e-mail: miryelle@hotmail.com) Luís César da Silva 2 (website: www.agais.com) 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

O NOME DO PROJETO. SENAR Minas ESPAÇO RESERVADO PARA O NOME DO PALESTRANTE

O NOME DO PROJETO. SENAR Minas ESPAÇO RESERVADO PARA O NOME DO PALESTRANTE Coordenadoria ESPAÇO RESERVADO de Formação PARA Profissional Rural O NOME DO PROJETO SENAR Minas ESPAÇO RESERVADO PARA O NOME DO PALESTRANTE CNA Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil representação

Leia mais

42º Congresso Bras. de Medicina Veterinária e 1º Congresso Sul-Brasileiro da ANCLIVEPA - 31/10 a 02/11 de 2015 - Curitiba - PR 1

42º Congresso Bras. de Medicina Veterinária e 1º Congresso Sul-Brasileiro da ANCLIVEPA - 31/10 a 02/11 de 2015 - Curitiba - PR 1 1 SEBASTIÃO RODRIGO DE LIMA NASCIMENTO¹, MARIA DA CONCEIÇÃO GONÇALVES MACÊDO 1, ANNE CAROLINE CÂMARA DE ALMEIDA 2, NATAN MEDEIROS GUERRA 3, MAURINA DE LIMA PORTO 4. ¹ Graduando(a) do Curso de Medicina

Leia mais

Art. 2º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 2º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 30, DE 26 DE JUNHO DE 2001 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO,

Leia mais

Cadernos ASLEGIS. ISSN 1677-9010 / www.aslegis.org.br. http://bd.camara.leg.br

Cadernos ASLEGIS. ISSN 1677-9010 / www.aslegis.org.br. http://bd.camara.leg.br ASSOCIAÇÃO DOS CONSULTORES LEGISLATIVOS E DE ORÇAMENTO E FISCALIZAÇÃO FINANCEIRA DA CÂMARA DOS DEPUTADOS Cadernos ASLEGIS ISSN 1677-9010 / www.aslegis.org.br http://bd.camara.leg.br Queijos artesanais

Leia mais

Tecnologia de leites e derivados Prof. Andréa Matta Ristow PROCESSAMENTO DO IOGURTE

Tecnologia de leites e derivados Prof. Andréa Matta Ristow PROCESSAMENTO DO IOGURTE Tecnologia de leites e derivados Prof. Andréa Matta Ristow PROCESSAMENTO DO IOGURTE Leites Fermentados Exemplos: iogurte, bebidas lácteas fermentadas, coalhada, kefir, entre outros. A fermentação pode

Leia mais

Documentos ISSN 2179-8184 Junho, 2012

Documentos ISSN 2179-8184 Junho, 2012 Documentos ISSN 2179-8184 Junho, 2012 150 Produção Artesanal de Queijo Coalho, Ricota e Bebida Láctea em Agroindústria Familiar Noções de Boas Práticas de Fabricação Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Superintendência ncia Federal de Agricultura no Estado do Rio de Janeiro Serviço o de Inspeção o de Produtos Agropecuários rios RENATA PATRICIA LOURENÇO

Leia mais

Art. 1º - O artigo 104 do Decreto Estadual nº 31.455, de 20 de fevereiro de 1987, passa a vigorar com a seguinte redação:

Art. 1º - O artigo 104 do Decreto Estadual nº 31.455, de 20 de fevereiro de 1987, passa a vigorar com a seguinte redação: DECRETO Nº 2, DE 8 DE JANEIRO DE 2015. Altera e acresce dispositivos ao Decreto nº 31.455, de 1987, que regulamenta os arts. 30 e 31 da Lei nº 6.320, de 20 de dezembro de 1983, que dispõem sobre alimentos

Leia mais

Princípios de Higiene Pessoal para Manipuladores da Indústria de Latícinios

Princípios de Higiene Pessoal para Manipuladores da Indústria de Latícinios MINISTERIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO 55 ISSN 0103-6068 Dezembro, 2003 Princípios de Higiene Pessoal para Manipuladores da Indústria de Latícinios Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

Leia mais

Pesquisa Agropecuária Tropical ISSN: 1517-6398 pat@agro.ufg.br. Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos. Brasil

Pesquisa Agropecuária Tropical ISSN: 1517-6398 pat@agro.ufg.br. Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos. Brasil Pesquisa Agropecuária Tropical ISSN: 1517-6398 pat@agro.ufg.br Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos Brasil Soares Pinto, Maximiliano; Luces Fortes Ferreira, Célia Lúcia de; Martins, José Manoel;

Leia mais

RESOLUÇÃO SESA Nº 465/2013 (Publicada no Diário Oficial do Estado nº 9036, de 04/09/13)

RESOLUÇÃO SESA Nº 465/2013 (Publicada no Diário Oficial do Estado nº 9036, de 04/09/13) RESOLUÇÃO SESA Nº 465/2013 (Publicada no Diário Oficial do Estado nº 9036, de 04/09/13) O SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE, usando da atribuição que lhe confere o Art. 45, Inciso XIV, da Lei Estadual nº 8.485

Leia mais

VIII Simpósio Internacional de Inocuidade de Alimentos

VIII Simpósio Internacional de Inocuidade de Alimentos VIII Simpósio Internacional de Inocuidade de Alimentos FUNDAMENTOS TEÓRICOS SOBRE GMP/BPF/BPM PRÉ-REQUISITOS (POP, PPHO, PPR E PPRO) HACCP/APPCC AGRADECIMENTOS AO COMITÊ AOS PATROCINADORES AOS PRESENTES

Leia mais

Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos Sumário ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS BOAS PRÁTICAS AMBIENTAIS

Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos Sumário ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS BOAS PRÁTICAS AMBIENTAIS BOAS PRÁTICAS NA MANIPULAÇÃO E Sumário ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Normas Gerais Objetivos da Unidade de Alimentação e Nutrição Descrição Geral dos Serviços da UAN Dietas gerais e dietas especiais, destinadas

Leia mais

PROCESSAMENTO DO LEITE

PROCESSAMENTO DO LEITE PROCESSAMENTO DO LEITE Katiani Silva Venturini 1 (e-mail: katiani_sv@hotmail.com) Miryelle Freire Sarcinelli 1 (e-mail: miryelle@hotmail.com) Luís César da Silva 2 (website: www.agais.com) 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

COLEÇÃO I A F A M. Agregando valor à pequena produção. Queijo Mussarela

COLEÇÃO I A F A M. Agregando valor à pequena produção. Queijo Mussarela COLEÇÃO AGR OIN DÚSTRIA F A M I L I A R Agregando valor à pequena produção Queijo Mussarela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Agroindústria de Alimentos Ministério da Agricultura, Pecuária

Leia mais

DATA: 04/05/2015 ARENA DO CONHECIMENTO TEMA: BOAS PRÁTICAS NA MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS PALESTRANTE: NÁDYA MOLINA

DATA: 04/05/2015 ARENA DO CONHECIMENTO TEMA: BOAS PRÁTICAS NA MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS PALESTRANTE: NÁDYA MOLINA DATA: 04/05/2015 ARENA DO CONHECIMENTO TEMA: BOAS PRÁTICAS NA MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS PALESTRANTE: NÁDYA MOLINA Boas Práticas Para um bom resultado na manipulação de alimentos deve-se trabalhar aplicando

Leia mais

RESPOSTA TÉCNICA. Informações referentes às legislações e normas de higiene e segurança de alimentos e aplicação de norma ISO à produção de alimentos.

RESPOSTA TÉCNICA. Informações referentes às legislações e normas de higiene e segurança de alimentos e aplicação de norma ISO à produção de alimentos. RESPOSTA TÉCNICA Título Higiene e segurança de alimentos Resumo Informações referentes às legislações e normas de higiene e segurança de alimentos e aplicação de norma ISO à produção de alimentos. Palavras-chave

Leia mais

Boas Práticas de Fabricação

Boas Práticas de Fabricação Embrapa Hortaliças II Encontro Nacional do Agronegócio Pimentas (Capsicum spp.) Boas Práticas de Fabricação Fernando Teixeira Silva Embrapa Agroindústria de Alimentos I- Introdução As Boas Práticas de

Leia mais

UFSC - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CTC - CENTRO TECNOLÓGICO EQA - DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS

UFSC - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CTC - CENTRO TECNOLÓGICO EQA - DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS UFSC - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CTC - CENTRO TECNOLÓGICO EQA - DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS RODRIGO MIZUKAWA RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO OTIMIZE

Leia mais

PORTARIA N 40, DE 20 DE JANEIRO DE 1997

PORTARIA N 40, DE 20 DE JANEIRO DE 1997 PORTARIA N 40, DE 20 DE JANEIRO DE 1997 Dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação DOU de 21/01/1997 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO, no uso da

Leia mais

E OS SEUS BENEFÍCIOS

E OS SEUS BENEFÍCIOS E OS SEUS BENEFÍCIOS A principal função do leite é nutrir (alimentar). Além disso, cumpre as funções de proteger o estômago das toxinas e inflamações e contribui para a saúde metabólica, regulando os processos

Leia mais

CEFAS- Centro de Treinamento de Agricultores de Fazenda Souza

CEFAS- Centro de Treinamento de Agricultores de Fazenda Souza CEFAS- Centro de Treinamento de Agricultores de Fazenda Souza O CEFAS localiza-se junto a FEPAGRO Serra do Nordeste, no distrito de Fazenda Souza. Inaugurado em 1996, deram início aos cursos do Programa

Leia mais

PESQUISA DE MERCADO: PERFIL DE CONSUMIDORES DE PRODUTOS LÁCTEOS (IOGURTE, MANTEIGA E QUEIJO) NO MUNICÍPIO DE CONTAGEM MG

PESQUISA DE MERCADO: PERFIL DE CONSUMIDORES DE PRODUTOS LÁCTEOS (IOGURTE, MANTEIGA E QUEIJO) NO MUNICÍPIO DE CONTAGEM MG 1 PESQUISA DE MERCADO: PERFIL DE CONSUMIDORES DE PRODUTOS LÁCTEOS (IOGURTE, MANTEIGA E QUEIJO) NO MUNICÍPIO DE CONTAGEM MG MARKET RESEARCH: CONSUMER PRODUCT PROFILE OF DAIRY PRODUCTS (YOGURT, BUTTER AND

Leia mais

PLANO HACCP. 5- Recepção do sal O sal é recepcionado à temperatura ambiente em sacos de polietileno de 25Kg.

PLANO HACCP. 5- Recepção do sal O sal é recepcionado à temperatura ambiente em sacos de polietileno de 25Kg. Ideal DESCRIÇÃO DO PROCESSO DE FABRICO Página: 1 / 5 1- Recepção do leite de vaca O Leite de vaca dá entrada na Queijaria Ideal num camião cisterna isotérmico a uma temperatura inferior a 6ºC. 2- Recepção

Leia mais

Simpósio Latino Americano da Associação Internacional para a Proteção de Alimentos -IAFP -

Simpósio Latino Americano da Associação Internacional para a Proteção de Alimentos -IAFP - Simpósio Latino Americano da Associação Internacional para a Proteção de Alimentos -IAFP - VII Simpósio Associação Brasileira de Proteção dos Alimentos ABRAPA - Melhorando a inocuidade da carne de aves

Leia mais

Belo Horizonte Population:2,412,932 people The greater BH has 4,357,942 people

Belo Horizonte Population:2,412,932 people The greater BH has 4,357,942 people Belo Horizonte Population:2,412,932 people The greater BH has 4,357,942 people SMAAB Municipal Secretariat of Food Policy and Supply 2008 Objective: Planning and Coordinating the Food Security and Nutrition

Leia mais

ANÁLISE DAS ENZIMAS PEROXIDASE E FOSFATASE EM AMOSTRAS DE LEITE CRU, PASTEURIZADO E LONGA VIDA

ANÁLISE DAS ENZIMAS PEROXIDASE E FOSFATASE EM AMOSTRAS DE LEITE CRU, PASTEURIZADO E LONGA VIDA Vol. 1, No. 1, Outubro-Dezembro de 2011 ARTIGO ORIGINAL ANÁLISE DAS ENZIMAS PEROXIDASE E FOSFATASE EM AMOSTRAS DE LEITE CRU, PASTEURIZADO E LONGA VIDA Bruno Souza Franco ¹, Susana Rubert Manfio 1, Cristiano

Leia mais

ANAIS 2010 ISSN 1808-3579 IMPLANTAÇÃO DE BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO EM EMPRESAS DO RAMO ALIMENTÍCIO

ANAIS 2010 ISSN 1808-3579 IMPLANTAÇÃO DE BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO EM EMPRESAS DO RAMO ALIMENTÍCIO IMPLANTAÇÃO DE BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO EM EMPRESAS DO RAMO ALIMENTÍCIO Mariza F. Rosa Cruz (orientador-uenp-clm) Claudia Y. Tamehiro (co-orientador-uenp-clm) Ana Paula M. E. S Trad (co-orientador-uenp-clm)

Leia mais

Pesquisa de diagnóstico brasil central de agronegócios - MS

Pesquisa de diagnóstico brasil central de agronegócios - MS oportunidades de negócio para a Agricultura Familiar Pesquisa de diagnóstico brasil central de agronegócios - MS CAMPO GRANDE - AGOSTO/2014 SEBRAE/MS Conselho Deliberativo Associação das Microempresas

Leia mais

BARRACÃO CEAGESP DO PRODUTOR

BARRACÃO CEAGESP DO PRODUTOR BARRACÃO CEAGESP DO PRODUTOR BARRACÃO DO PRODUTOR FEIRAS SUPERMERCADOS SACOLÕES QUITANDAS ALIMENTAÇÃO ESCOLAR RESTAURANTES CIRCULAR TÉCNICA CEAGESP - CQH Nº 14 - JUNHO 2006 EU SEI PRODUZIR SÓ NÃO SEI COMERCIALIZAR!

Leia mais

IMPORTÂNCIA E APLICAÇÃO DAS BPF NAS FÁBRICAS DE RAÇÕES

IMPORTÂNCIA E APLICAÇÃO DAS BPF NAS FÁBRICAS DE RAÇÕES IMPORTÂNCIA E APLICAÇÃO DAS BPF NAS FÁBRICAS DE RAÇÕES Engº Marcos Vinicius L. Tubino Coordenador de Qualidade IRGOVEL A IRGOVEL Origem da empresa Goiás Em 1972 RS Pelotas Pioneirismo na produção óleo

Leia mais

Maria Luiza da Silva MEC/FNDE/PNAE

Maria Luiza da Silva MEC/FNDE/PNAE Maria Luiza da Silva MEC/FNDE/PNAE Art. 14. da Art. 14. Do total dos recursos financeiros repassados pelo FNDE, no âmbito do PNAE, no mínimo trinta por cento deverá ser utilizado na aquisição de gêneros

Leia mais

OBJETIVO BENEFICIÁRIOS

OBJETIVO BENEFICIÁRIOS OBJETIVO Fortalecer a atividade de laticínio no Sertão Alagoano, tornando-a sustentável e competitiva, visando a geração de emprego e renda, com planejamento ambiental. BENEFICIÁRIOS 80 queijarias trabalhadas;

Leia mais

Doutoranda: Carolina de Gouveia Mendes

Doutoranda: Carolina de Gouveia Mendes UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO UFERSA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ANIMAIS - DCAn DISCIPLINA: INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL Doutoranda: Carolina de Gouveia Mendes 2013 INTRODUÇÃO Principais

Leia mais

ORIENTAÇÕES TÉCNICO-SANITÁRIAS EM EVENTOS NO MUNICÍPIO DO RJ

ORIENTAÇÕES TÉCNICO-SANITÁRIAS EM EVENTOS NO MUNICÍPIO DO RJ ORIENTAÇÕES TÉCNICO-SANITÁRIAS EM EVENTOS NO MUNICÍPIO DO RJ A Vigilância Sanitária Municipal é responsável pela fiscalização de todos os stands, espaços, barracas, postos e/ou pontos de venda da área

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO. Portaria Nº 40, de 20 de janeiro de 1997

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO. Portaria Nº 40, de 20 de janeiro de 1997 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO Portaria Nº 40, de 20 de janeiro de 1997 DOU de 21/01/1997 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

INCENTIVANDO O CONSUMO DE PESCADO À REDE EDUCACIONAL DO MUNICÍPIO DE SOLÂNEA - PARAÍBA

INCENTIVANDO O CONSUMO DE PESCADO À REDE EDUCACIONAL DO MUNICÍPIO DE SOLÂNEA - PARAÍBA INCENTIVANDO O CONSUMO DE PESCADO À REDE EDUCACIONAL DO MUNICÍPIO DE SOLÂNEA - PARAÍBA SOUZA, Weysser Felipe Cândido de 1 MAGALHÃES, Jeysiane Alves 2 SILVA, José Elenilson Ferreira 2 FILHO, Pedro Brito

Leia mais

CONCEITOS E APLICAÇÃO DA NORMA ISO 22000

CONCEITOS E APLICAÇÃO DA NORMA ISO 22000 CONCEITOS E APLICAÇÃO DA NORMA ISO 22000 ISO SEGURANÇA DOS ALIMENTOS A norma especifica requisitos para o sistema de gestão da segurança dos alimentos, onde uma organização na cadeia produtiva precisa

Leia mais

Giselle Moura Messias¹ Maria Emília Rodrigues Reis² Lidiane Pires Soares² Nathália Mendes Fernandes² Erik dos Santos Duarte²

Giselle Moura Messias¹ Maria Emília Rodrigues Reis² Lidiane Pires Soares² Nathália Mendes Fernandes² Erik dos Santos Duarte² AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES HIGIÊNICO-SANITÁRIAS DE RESTAURANTES DO TIPO SELF SERVICE E DO CONHECIMENTO DOS MANIPULADORES DE ALIMENTOS QUANTO À SEGURANÇA DO ALIMENTO NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, RJ Giselle

Leia mais

MARCOS DE BARROS VALADÃO

MARCOS DE BARROS VALADÃO Ministério da Abastecimento Data de atualização: Secretaria de Defesa Agropecuária SDA LABORATÓRIO ALAC Nome Empresarial: LABORATÓRIO ALAC LTDA. CNPJ: 94.088.952/0001-52 Endereço: Rua David Sartori, nº

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE TEIXEIRA DE FREITAS ESTADO DA BAHIA

PREFEITURA MUNICIPAL DE TEIXEIRA DE FREITAS ESTADO DA BAHIA LEI Nº489/2009, de 14 de outubro de 2009. Cria o Serviço de Inspeção Municipal de Produtos de Origem Animal e Vegetal de Teixeira de Freitas SIM Teixeira de Freitas e dá outras providências. O Prefeito

Leia mais

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento D.O.U. Nº 225, sexta-feira, 24 de novembro de 2006. Pág. 10 SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 65, DE 21 DE NOVEMBRO

Leia mais

ANEXO REGULAMENTO DA INSPEÇÃO INDUSTRIAL E SANITÁRIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

ANEXO REGULAMENTO DA INSPEÇÃO INDUSTRIAL E SANITÁRIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES ANEXO REGULAMENTO DA INSPEÇÃO INDUSTRIAL E SANITÁRIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 o Este Regulamento estabelece as normas que regulam, em todo o território

Leia mais

INDUSTRIALIZAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DO LEITE DE CONSUMO NO BRASIL. Daniela Rodrigues Alves. A formação do setor industrial de leite

INDUSTRIALIZAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DO LEITE DE CONSUMO NO BRASIL. Daniela Rodrigues Alves. A formação do setor industrial de leite INDUSTRIALIZAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DO LEITE DE CONSUMO NO BRASIL Daniela Rodrigues Alves A formação do setor industrial de leite Origens (... - 1920) A origem do leite de consumo no Brasil está intimamente

Leia mais

QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DE BEBIDAS LÁCTEAS FERMENTADAS COMERCIALIZADAS NA CIDADE DE DOURADOS-MS

QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DE BEBIDAS LÁCTEAS FERMENTADAS COMERCIALIZADAS NA CIDADE DE DOURADOS-MS 44 QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DE BEBIDAS LÁCTEAS FERMENTADAS COMERCIALIZADAS NA CIDADE DE DOURADOS-MS MICROBIOLOGICAL QUALITY OF FERMENTED DAIRY BEVERAGES MARKETED IN THE CITY OF DOURADOS-MS BARROS, Aline

Leia mais

REGULAMENTO DA INSPEÇÃO INDUSTRIAL E SANITÁRIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL TÍTULO II CLASSIFICAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS

REGULAMENTO DA INSPEÇÃO INDUSTRIAL E SANITÁRIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL TÍTULO II CLASSIFICAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS 5 REGULAMENTO DA INSPEÇÃO INDUSTRIAL E SANITÁRIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL TÍTULO II CLASSIFICAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS Art. 20 - A classificação dos estabelecimentos de produtos de origem animal abrange:

Leia mais

Implementação da Ferramenta Boas Práticas de Fabricação na Produção de Polpas de Frutas

Implementação da Ferramenta Boas Práticas de Fabricação na Produção de Polpas de Frutas Implementação da Ferramenta Boas Práticas de Fabricação na Produção de Polpas de Frutas Luciana Coelho Serafim 1 Luís Otávio Nunes Da Silva 2 1 - Engenheira de Alimentos (UFRRJ), mestranda em Ciência e

Leia mais

REALIZAÇÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE PARAGUAÇU PROJETO - MAROLO: UM FRUTO, VÁRIAS IDEIAS!

REALIZAÇÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE PARAGUAÇU PROJETO - MAROLO: UM FRUTO, VÁRIAS IDEIAS! REALIZAÇÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE PARAGUAÇU PROJETO - MAROLO: UM FRUTO, VÁRIAS IDEIAS! APOIO ASSOCIAÇÃO TERRA DO MAROLO ESCRITÓRIO LOCAL DA EMATER-MG SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA CERVEJARIA

Leia mais

REVISTA SAÚDE TRABALHAR COM TRABALHAR COM A POR ONDE COMEÇAR? 29/9/2010 SETEMBRO DE 2010 UFSM UFSM. PPHO na Indústria de Laticínios

REVISTA SAÚDE TRABALHAR COM TRABALHAR COM A POR ONDE COMEÇAR? 29/9/2010 SETEMBRO DE 2010 UFSM UFSM. PPHO na Indústria de Laticínios REVISTA SAÚDE SETEMBRO DE 2010 POR ONDE COMEÇAR? TRABALHAR COM ALIMENTOS É TRABALHAR COM A SAÚDE DAS PESSOAS 1 Para garantirmos a produção de alimentos seguros, precisamos traduzir a legislação e as normas

Leia mais

Aplicação dos Sistemas de Segurança a Alimentar nos circuitos de transformação dos Alimentos de Origem Animal. Fernando Cavaco

Aplicação dos Sistemas de Segurança a Alimentar nos circuitos de transformação dos Alimentos de Origem Animal. Fernando Cavaco Aplicação dos Sistemas de Segurança a Alimentar nos circuitos de transformação dos Alimentos de Origem Animal Fernando Cavaco Decreto-Lei 67/98, de 18 de Março Estabeleceu as normas gerais de higiene dos

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE SOLICITAÇÃO PARA REGISTRO DE PRODUTOS E RÓTULOS DE ORIGEM ANIMAL

INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE SOLICITAÇÃO PARA REGISTRO DE PRODUTOS E RÓTULOS DE ORIGEM ANIMAL PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA BRÉSCIA SECRETARIA DA AGRICULTURA SERVIÇO DE INSPEÇÃO MUNICIPAL - SIM INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE SOLICITAÇÃO PARA REGISTRO DE PRODUTOS E RÓTULOS DE ORIGEM

Leia mais

PROCESSAMENTO DA CARNE SUÍNA

PROCESSAMENTO DA CARNE SUÍNA PROCESSAMENTO DA CARNE SUÍNA Miryelle Freire Sarcinelli 1 (e-mail: miryelle@hotmail.com.) Katiani Silva Venturini 1 (e-mail: katiani_sv@hotmail.com.) Luís César da Silva 2 (website: www.agais.com) 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

COMÉRCIO JUSTO COMO GERAÇÃO DE RENDA PARA ASSENTADOS DA REFORMA AGRÁRIA: FEIRA PERMANENTE DE PRODUTOS DA AGRICULTURA FAMILIAR.

COMÉRCIO JUSTO COMO GERAÇÃO DE RENDA PARA ASSENTADOS DA REFORMA AGRÁRIA: FEIRA PERMANENTE DE PRODUTOS DA AGRICULTURA FAMILIAR. COMÉRCIO JUSTO COMO GERAÇÃO DE RENDA PARA ASSENTADOS DA REFORMA AGRÁRIA: FEIRA PERMANENTE DE PRODUTOS DA AGRICULTURA FAMILIAR. Área Temática: Trabalho Maria Nezilda Culti (Coordenador da Ação de Extensão),

Leia mais

PESQUISA DIAGNÓSTICO DO ARTESANATO DA AGRICULTURA FAMILIAR EM MINAS GERAIS

PESQUISA DIAGNÓSTICO DO ARTESANATO DA AGRICULTURA FAMILIAR EM MINAS GERAIS PESQUISA DIAGNÓSTICO DO ARTESANATO DA AGRICULTURA FAMILIAR EM MINAS GERAIS Pesquisa de Diagnóstico da Realidade do Artesanato da Agricultura Familiar em Minas Gerais 1 2 Pesquisa de Diagnóstico da Realidade

Leia mais

O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR DE IOGURTE NA CIDADE DE ITABUNA NO ESTADO DA BAHIA

O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR DE IOGURTE NA CIDADE DE ITABUNA NO ESTADO DA BAHIA O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR DE IOGURTE NA CIDADE DE ITABUNA NO ESTADO DA BAHIA Antônio Carlos de Araújo Lúcia Maria Ramos Silva Ahmad Saeed Khan RESUMO: Estudou-se o comportamento do consumidor de iogurte

Leia mais

GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS ESTUDO DE CASO: LATICÍNIO DO COLÉGIO AGRÍCOLA ESTADUAL MANOEL RIBAS

GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS ESTUDO DE CASO: LATICÍNIO DO COLÉGIO AGRÍCOLA ESTADUAL MANOEL RIBAS GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS ESTUDO DE CASO: LATICÍNIO DO COLÉGIO AGRÍCOLA ESTADUAL MANOEL RIBAS Ana Cláudia Ueda (*), Magali Bernardes Maganhini * Universidade Tecnológica Federal do Paraná Câmpus Apucarana.

Leia mais

LEVANTAMENTO DAS CONDIÇÕES HIGIÊNICO-SANITÁRIAS EM UM RESTAURANTE POPULAR DE TERESINA-PI

LEVANTAMENTO DAS CONDIÇÕES HIGIÊNICO-SANITÁRIAS EM UM RESTAURANTE POPULAR DE TERESINA-PI LEVANTAMENTO DAS CONDIÇÕES HIGIÊNICO-SANITÁRIAS EM UM RESTAURANTE POPULAR DE TERESINA-PI Joseth Gláucia de Siqueira Rêgo Machado* - NOVAFAPI Carlos de Souza Meneses**- NOVAFAPI Clélia de Moura Fé Campos***

Leia mais