Mais energia nas estradas

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1 SIMPÓSIO DE LUBRIFICANTES Mais energia nas estradas Por Maristela Rizzo 58 LUBGRAX Edição Simposio - 20.indd 58 27/11/ :31:12

2 Poucos dias após o anúncio do programa Inovar Auto, a AEA mostra para o mercado automobilístico o quanto o lubrificante pode atuar no aumento da eficiência energética. Vinte dias após o anúncio oficial do programa Inovar Auto, por meio do Decreto 7.819/2012, a AEA Associação Brasileira de Engenharia Automotiva realizou em outubro, no Espaço Villa Noah, em São Paulo, o seu V Simpósio Internacional de Lubrificantes, Aditivos e Fluidos. Mantendo sua postura de sempre apresentar as novas tecnologias e desenvolvimento profissional dentro do segmento automobilístico, a entidade levou para cerca de 250 participantes as inovações e tendências que cumprem as metas de eficiência energética veicular nos próximos cinco anos. O novo regime automotivo apresenta-se como uma grande oportunidade do setor e propõe novos desafios pra cumprir novas metas de eficiência energética veicular. Trata-se de um passo à frente para o desenvolvimento do País, afirmou Nilton Monteiro, diretor executivo da AEA, durante abertura do evento. De acordo com Simone Hashizume, diretora de lubrificantes da entidade e coordenadora do evento, o objetivo da comissão organizadora da AEA em 2012 foi debater e mostrar como os lubrificantes influenciam e são influenciados pelas novas exigências ambientais e governamentais. A ideia principal foi de mostrar para as montadoras como o segmento de lubrificantes está focado nesta questão de controle energético. Nós percebemos que a área de lubrificantes não é tratada tão diretamente pela indústria automobilística, só que a indústria de lubrificantes vai de acordo com a indústria automobilística, isso é mundial. Queremos deixar isso de forma transparente para a indústria automobilística e, do lado da indústria de lubrificantes, esta é a forma que o setor tem de estar junto dos aplicadores. A palestra Visão Global e Perspectiva do Mercado de Lubrificantes abriu os trabalhos do dia, sob a ótica de Geeta Agashe, vice-presidente da Energy Kline. Na oportunidade, a executiva apontou as regiões de crescimento de consumo de lubrificantes, as consequências da evolução dos lubrificantes, tais como aumento da economia de combustível, durabilidade do óleo do motor e compatibilidade com dispositivos de controle de emissões e com os biocombustíveis (etanol e biodiesel). Na sequência, a apresentação Óleos básicos grupo III e uso em óleos de motores a diesel no Brasil, apresentada por Kali Kulmala, da Neste, mostrou como o segmento se prepara para o crescimento do mercado brasileiro previsto para 2013 com a entrada do Euro V, iniciado em Com o uso das novas tecnologias surge a necessidade de um lubrificante GP III, ou seja, sintético, que contribui para uma maior durabilidade do sistema e com a redução da emissão de gases na atmosfera. Marco Calzada, da Exxon Mobil Chemical Syntetics, através da palestra Enfrentando o desafio de energia ações com básicos sintéticos, afirmou que os combustíveis vão continuar a liderar o setor de energia em 2040, ficando o gás na segunda posição. Com isso, há a exigência na melhoria no desempenho dos lubrificantes e necessidades de óleos de base sintética para a busca da eficiência energética e economia de combustível. A abertura do Painel Influência dos Lubrificantes na Economia de Combustível foi marcada com a palestra A etiqueta de eficiência energética e os impactos positivos do óleo negro naftênico nas propriedades dos compostos para pneus, ministrada por Gutenberg Souza Oliveira, executivo de vendas da Nynas. Equipamentos fundamentais na eficiência energética dos combustíveis, os pneus são também itens de segurança do automóvel. Coincidentemente, dias após o evento o Inmetro implantou a Etiqueta Nacional de Eficiência Energética para Pneus Novos, com dados como economia de combustível, traduzida pela propriedade de resistência ao rolamento e segurança na condução automotiva, demonstrada pela propriedade de aderência em pisos molhados (vide box). Com base neste contexto, Oliveira informou que o óleo negro naftênico reduz a resistência ao rolamento nos compostos de pneus sem comprometer a aderência em pisos molhados. Na apresentação Fluidos de transmissão automática e a economia de combustível, Carlos Mussato, da ZF do Brasil, comentou sobre as novas exigências para os fluidos de transmissão automática (ATF) com a entrada do Euro V. Entre as funções e performance do ATF, destaque para maximização do movimento e minimização do ruído, atrito e agitação. E as vantagens são o aumento da vida útil do sistema, confiabilidade, segurança, eficiência e menor consumo de combustível, disse Mussato. A palestra Uma visão sobre lubrificante de engrenagem com economia de combustível, foi apresentada por Douglas Mc- Gregor, da Afton Chemical, que mostrou um breve estudo de como formulações de óleos do sistema de transmissão podem ser mais eficientes e contribuir com a economia de combustível e também nas questões ambientais e econômicas. Em 2040, 90% do transporte ainda será realizado com o uso de combustíveis baseados no petróleo. Vamos depender muito de motores de combustão interna, informou Jason Gao, ExxonMobil, em sua palestra Lubrificação e economia de combustível em aplicações de motores pesados. Gao ainda apontou diversos testes que comprovaram que cargas, velocidades, Simone Hashizume, diretora de lubrificantes da AEA: A indústria de lubrificantes vai de acordo com a indústria automobilística, isso é mundial LUBGRAX Edição Simposio - 20.indd 59 27/11/ :31:18

3 SIMPÓSIO DE LUBRIFICANTES pressões dos pneus e modo de condução são variável significativas quando o assunto é consumo de combustível. O Painel Influência dos Lubrificantes na Economia de Combustível foi finalizado com a palestra Óleos Lubrificantes 5W30 Dexos I foi apresentado por Djalma de Mello, da General Motors, que exibiu vantagens e performances com o uso do dexos 1, tais como: graus de baixa viscosidade gera adicional melhoria de consumo de combustível e melhoria no controle de aeração reflete melhor na atual tecnologia de motor. Um debate ainda foi mediado por Pedro Nelson Belmiro, do IBP. 250 participantes estiveram presentes no evento Economia O Painel Tecnologia teve início com a palestra Tendências para aditivos de óleos de motores pesados. Rafael Ribeiro, da Oronite, informou que os principais mercados desenvolvidos estarão focados em economia de combustível pelos próximos 20 anos para a consequente redução de gases de efeito estufa e redução do custo de operação. Teremos ainda alternativas viáveis com combustíveis alternativos, como o gás natural que voltará a ser foco de OEMs. A redução da viscosidade dos óleos também é uma realidade de especificação ainda mais complexa, disse Ribeiro. A importância dos lubrificantes para a introdução de novas tecnologias e consequente redução do consumo de combustível foi ressaltada em palestra Mudanças na lubrificação para atender à nova geração de tecnologia nos motores de veículos de passageiros ministrada por Ravi Tallamraju, da Lubrizol. Ainda no Painel Tecnologia, Isabella Goldmints, da Infineum, em palestra Além do Índice de Viscosidade: o importante papel dos melhoradores de viscosidade nos modernos lubrificantes automotivos, apontou que todos os modificadores de viscosidade melhoram o índice de viscosidade do óleo lubrificante e podem ser diferenciados por meio da química, arquitetura, índice de estabilidade ao cisalhamento e outras propriedades. As alternativas selecionadas pelas montadoras versus os impactos nos lubrificantes e a importância e representatividade das especificações ACEA no Brasil, principalmente após a implementação do Euro V/Proconve P7 foram os principais temas abordados por Bernardo Vianna, da Chevron, em apresentação Óleos de Motores a Diesel ACEA vs Sistema de Pós Tratamento. O V Simpósio Internacional de Lubrificantes, Aditivos e Fluidos da AEA teve encerramento de Sérgio Viscardi, da comissão organizadora e diretor da AEA. O programa Inovar Auto No dia 03 de novembro o Governo Federal publicou em edição extra do Diário Oficial da União, o Decreto nº 7.819/2012, que regulamenta o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores, o Inovar-Auto, o novo regime automotivo brasileiro. O principal objetivo do programa é criar condições de competitividade e incentivar as empresas a fabricar carros mais econômicos e mais seguros, investir na cadeia de fornecedores e em engenharia, tecnologia industrial básica, pesquisa e desenvolvimento e capacitação de fornecedores. São beneficiárias do novo regime as empresas que produzem veículos no país, as que não produzem, mas comercializam, e as empresas que apresentem projeto de investimento no setor automotivo. Para habilitarem-se ao novo regime, as empresas terão de se comprometer com uma série de metas. Uma vez habilitadas poderão fazer jus a crédito presumido do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de até 30 pontos percentuais. Uma das principais metas previstas no decreto para habilitação ao Inovar-Auto é a de eficiência energética para automóveis e veículos comerciais leves movidos à gasolina e/ou etanol. Pelo decreto, as empresas terão de assumir o compromisso de que, até 2016, a média dos veículos dos beneficiários do regime tenha eficiência energética 12,08% maior do que atualmente. Isso quer dizer que as montadoras que desejarem integrar o novo regime automotivo e se credenciar para obter o benefício tributário imediatamente terão que, na habilitação, assumir o compromisso de produzir e comercializar veículos, em quatro anos, que, na média, consigam rodar km/l, quando abastecidos com gasolina, e 11,04 k/l, quando o combustível usado for o etanol. Hoje, a média é de 14 k/l, com gasolina, e 9,71 km/l, com etanol. Para habilitarem-se ao novo regime, as fabricantes de automóveis e veículos comerciais leves movidos à gasolina e/ou etanol instalados no Brasil terão ainda de realizar 6 (seis) das 12 (doze) etapas fabris necessárias à produção dos veículos no Brasil. Esse patamar é válido para 2013, mas subirá para 7 (sete) etapas, em 2014 e 2015, e para 8 (oito) etapas, em 2016 e Esses 60 LUBGRAX Edição Simposio - 20.indd 60 27/11/ :31:25

4 fabricantes terão ainda de escolher 2 dos 3 requisitos a seguir para ter direito aos benefícios do Inovar-Auto: investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D), investimento em engenharia, tecnologia industrial básica e capacitação de fornecedores e participação no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (Inmetro). No caso de empresas que não produzam, mas apenas comercializem veículos no Brasil, a habilitação ao Inovar-Auto fica condicionada a compromisso da empresa de atender aos seguintes requisitos: importar veículos mais econômicos segundo os parâmetros do decreto; realizar, no país, dispêndios em pesquisa e desenvolvimento; realizar, no país, dispêndios em engenharia, tecnologia industrial básica e capacitação de fornecedores correspondentes; e aderir ao Programa de Etiquetagem Veicular definido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e estabelecido pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). A meta de eficiência energética não é condição de habilitação ao Inovar-Auto no caso de veículos movidos a diesel, como caminhões e ônibus, que terão de cumprir o requisito de atividades fabris e pelo menos um dos dois requisitos: investimento em pesquisa e desenvolvimento e investimento em engenharia e tecnologia industrial básica. No caso dos investimentos em P&D, a exigência inicial será a aplicação de 0,15% da receita operacional bruta de cada empresa. Essa exigência aumentará, até 2017, para 0,5% da receita operacional bruta. O governo também vai exigir a aplicação de, no mínimo, 0,5% da receita operacional bruta em engenharia, tecnologia industrial básica e capacitação dos fornecedores. Essa exigência inicial saltará, até 2017, para 1%. No caso da etiquetagem, a exigência inicial é de que 36% dos veículos produzidos por cada empresa sejam etiquetados pelo PBEV do Inmetro. Até 2017, 100% dos veículos produzidos no Brasil deverão ser devidamente etiquetados. Cadeia de autopeças A fim de fortalecer a cadeia de fornecedores, o cálculo do crédito presumido se dará pela multiplicação do valor gasto nas aquisições de insumos por um fator criado para medir a contribuição da empresa para os objetivos do regime automotivo. No caso de automóveis e veículos comerciais leves, esse fator irá de 1,3, em 2013, a 1,0, em No caso de caminhões e chassis com motor, esse indicador ficará entre 1,30 e 1,0, em 2013, e cairá, ano a ano, até chegar entre 1,00 e 0,85, em O limite maior, que em 2013 será de 1,3, é associado à produção de caminhões pesados e o limite menor, que no mesmo ano será de 1,0, à produção de caminhões leves. Neste caso, o fator será ponderado pelo perfil de faturamento de cada empresa com a fabricação de caminhões pesados e leves. O novo regime prevê ainda a concessão de créditos presumidos adicionais de IPI para incentivar as empresas a extrapolarem as metas estabelecidas para habilitação ao Inovar-Auto. Para incentivar investimentos crescentes em pesquisa e desenvolvimento, as empresas receberão um crédito presumido de IPI correspondente a 50% do valor dos dispêndios em P&D, limitados a 2% da Receita Operacional Bruta (ROB) menos encargos tributários. Como exemplo, se R$ 3 milhões correspondem a 2% da ROB menos encargos, o valor equivalente a R$ 1,5 milhão será o crédito presumido do IPI. Caso esses mesmos R$ 3 milhões correspondam a 1% da ROB menos encargos, o valor equivalente a R$ 1,5 milhão será o crédito presumido do IPI, que poderia ainda subir até o limite de R$ 3 milhões em crédito presumido. O Governo Federal espera que esta medida incentive investimentos principalmente na área de segurança veicular, já que os dispêndios em pesquisa e desenvolvimento poderiam se traduzir na criação ou introdução de novas tecnologias no mercado nacional, como, por exemplo, controles eletrônicos de estabilidade ou sistemas de detecção de atenção do motorista, de detecção de pedestres ou de prevenção de acidentes. Não serão considerados para efeitos de incentivos os dispositivos já previstos pelo Contran. No caso os investimentos em engenharia, tecnologia industrial básica e capacitação de fornecedores, o crédito presumido de IPI corresponderá a 50% dos gastos com O Simepetro está investindo em parcerias ambientais em vários Estados. Se você é produtor, não perca essa oportunidade de contribuir para a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento da sua empresa. Sindicato Interestadual das Indústrias Misturadoras, Envasilhadoras de Produtos Derivados de Petróleo O Simepetro é membro do IBP e do GMP da Resolução Conama 362/2005 R. José Getúlio, Aclimação - São Paulo - SP (11) Simposio - 20.indd 61 27/11/ :31:30

5 SIMPÓSIO DE LUBRIFICANTES esta finalidade, limitado o crédito a 2,75% da Receita Operacional Bruta (ROB) menos encargos tributários. As empresas, contudo, só terão direito a esse crédito presumido se superarem o piso de 0,75% da receita operacional bruta (menos impostos) investidos na área. Também como estímulo ao investimento adicional em eficiência energética, o governo estipulou um benefício de até dois pontos percentuais do IPI para os fabricantes que ultrapassarem a meta de habilitação, fixada em 12,08%. Válido para o período entre 2017 e 2020, esse desconto na alíquota do IPI será de um ponto percentual no caso de um aumento de eficiência energética de 15,46%, e de dois pontos percentuais, no caso de um aumento de eficiência energética de 18,84%. A meta-alvo de 18,84% equivale à meta europeia de 2015 de 130 g de CO2 /Km. Novos entrantes O Inovar-Auto também terá regras específicas para contemplar a situação dos novos investimentos, sejam eles referentes às empresas que ainda não têm fábricas no Brasil, mas pretendem investir no País, ou a novas fábricas e novos projetos. As contrapartidas de aquisição de insumos, os dispêndios em P&D e engenharia e as atividades fabris serão flexibilizados no tempo, exigindo do novo investidor os pa- Pneus verdes de pneus, informa Gutenberg Souza Oliveira, da Nynas. A Portaria 544 de 25 de outubro de 2012, publicada pelo Inmetro, implanta a Etiqueta de Eficiência Energética para Pneus Novos e está em consonância com o CONPET, um programa do Governo Federal implementado em 1991 e que tem como premissas a racionalização do consumo de petróleo e gás natural além da diminuição da emissão de gases poluentes na atmosfera. Devido ao fato de ser, ao lado da União Européia, Japão e Coréia do Sul, um dos primeiros países e/ou bloco de países a adotar esta legislação, a indústria brasileira se vê novamente diante da necessidade de acelerar os seus investimentos em P&D, algo que já vem fazendo de forma sistemática nos últimos anos. Por outro lado, isto significará um forte fator de diferenciação dos produtos localmente fabricados, o que acentuará o papel da indústria brasileira como um importante polo regional de produção Mas, segundo o profissional, o grande empoderamento será dado ao consumidor, já que este poderá escolher entre o pneu mais seguro, que mais economizará combustível e que emitirá menos ruído quando em utilização. Ou seja, fatores tangíveis de diferenciação serão oferecidos ao consumidor, o que darão a ele transparência e a possibilidade de uma escolha muito mais segura. A Portaria estipula que, 48 meses após a sua publicação, ou seja, a partir de outubro de 2016, nenhum pneu poderá ser fabricado sem que esteja em conformidade com os requisitos previstos aprovados e devidamente registrados pelo Inmetro. Além da implantação da Etiqueta de Eficiên cia Energética para Pneus Novos, a portaria impõe como um dos requisitos o uso de óleos extensores com baixos teores de hidrocarbonetos poliaromáticos (HPAs) nos compostos de pneus. Ainda que a indústria brasileira tenha sido extremamente proativa e tenha convertido boa parte do seu con- sumo de óleos extensores de altos teores de HPAs para os de baixos teores de HPAs, o volume residual deverá ser convertido até a data limite estipulada pela Portaria, que é similar à implantação da Etiqueta, explica o profissional, completando que a Nynas apoiou decididamente a Portaria 544, pois ela representa um importante passo em direção ao estabelecimento da sustentabilidade nos transportes, que reflete o menor consumo de combustível, a reduzida emissão de gases de efeito estufa além de uma melhor qualidade de vida. A Nynas é a maior produtora mundial de óleos minerais naftênicos. Estamos comprometidos com a indústria de pneumáticos desde a década de 80, quando realizamos a primeira venda de um óleo naftênico de baixos teores de HPAs para a fabricação de pneus. Antecipando a Portaria 544, estamos há muitos anos promovendo a utilização dos óleos naftênicos de baixos teores de HPAs para a indústria, além de publicarmos estudos sobre as vantagens destes óleos em parâmetros importantes de Eficiência Energética dos Pneus, como resistência ao rolamento e aderência em pisos molhados, anuncia. Desta forma, a fabricante se reconhece como a parceira ideal da indústria de pneumáticos, com uma infraestrutura composta de três refinarias ao redor do mundo, flexibilidade logística, dois terminais de estocagem (Santos, SP e Aratu, BA) e uma equipe focada e pronta a atender às necessidades do segmento. 62 LUBGRAX Edição Simposio - 20.indd 62 27/11/ :31:45

6 râmetros iniciais do regime no momento em que ele inicie suas operações no País. Assim, se a empresa iniciar suas operações em 2015, ela utilizará os requisitos estabelecidos para Em 2016, essa mesma empresa estaria no segundo ano de operação, logo utilizaria os requisitos de Nessa mesma linha, os fatores que dão direito ao crédito presumido de IPI correspondente a até 30 pontos percentuais também se orientam em função do ano de início das suas operações. As empresas deverão apresentar um projeto de investimento ao Governo Federal com a capacidade de produção planejada. Uma vez analisado o plano, será concedida uma cota-crédito de IPI correspondente a 50% da capacidade de produção de veículos informada no documento. Esta cota será dividida em duas: a primeira metade (25%) poderá ser utilizada durante a fase de construção da fábrica, mas a liberação do crédito será realizada de acordo com o cronograma físico-financeiro do projeto; a outra metade (25%) constituirá crédito a ser aproveitado, em função do pagamento do imposto durante a instalação da fábrica, a partir da comercialização do primeiro veículo produzido nessa nova unidade fabril. Repercussão Em entrevista à Agência Brasil, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini, o Inovar-Auto, fará com que as montadoras de veículos no Brasil invistam de R$ 50 bilhões a R$ 60 bilhões até Segundo ele, os investimentos serão necessários para que as montadoras cumpram as exigências do programa, como a melhoria da eficiência energética dos motores e a aquisição de peças e componentes, que terão de ser nacionais. A eficiência energética é o grande desafio. Basta dizer que a eficiência energética dos carros nacionais, em 2016, vai ser aquela que vai estar, em 2015, na Europa. Ficaremos praticamente com um ano de diferença, disse Belini. Perguntado se o programa do governo poderia melhorar tecnologicamente e diminuir o preço dos carros nacionais, Belini disse que o Inovar-Auto atrairá investimento, expandirá o mercado e trará evolução tecnológica e inovação. O que, de acordo com ele, produzirá mais competitividade e, consequentemente, preços menores. O objetivo é ter carros mais competitivos. Mas não se pode esquecer que a tributação é diferenciada. Enquanto você paga 6% de impostos nos Estados Unidos, aqui, o nosso imposto médio é 30%. São diferenças que vão permanecer no período, ressaltou. A tecnologia dos melhores fabricantes do mundo agora ao alcance de sua empresa. BASES SINTÉTICAS POLIALFAOLEFINAS ÉSTERES NAFTALENO ALQUILADO GRUPO III ADITIVOS PARA COMBUSTÍVEIS MARCADORES PARA COMBUSTÍVEIS Distribuição de bases sintéticas, aditivos para combustíveis, marcadores e corantes para lubrificantes e combustíveis. Tel:(11) / Simposio - 20.indd 63 27/11/ :31:52

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