INOVAR-AUTO COLETÂNEA DE TEXTOS BÁSICOS DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO SINDICATO DOS METALÚRGICOS DO ABC

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1 Página 1 de 35 INOVAR-AUTO COLETÂNEA DE TEXTOS BÁSICOS DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO SINDICATO DOS METALÚRGICOS DO ABC

2 Página 2 de 35 Sumário Introdução 03 Entenda o novo Regime Automotivo o Inovar-Auto Perguntas e Respostas 04 Regulamentação do Inovar- Auto prevê multas 08 Com Inovar-Auto, fabricação de veículos está garantida, diz Barba 08 Seminário aprova carta propondo a criação do Inovar-Peças 10 Novo regime automotivo habilita 33 empresas no primeiro mês 12 Inovar-Auto gera mais pedidos de incentivos 13 Palestras no seminário do Inovar-Auto destacam visão de futuro do programa 14 Com Inovar-Auto, caem preços de importados 18 Normas do Inovar-Auto preveem multas para quem polui 19 APL de ferramentaria é resposta ao Inovar-Auto 20 Inovar-Auto é só o começo, afirma Paulo Bedran do MDIC 21 Inovar-Auto anima setor de caminhões 23 Novo regime automotivo vai ajudar acordos de PLR 24 Inovar Auto trará um novo tipo de carro 25 Decreto estabelece as regras do inovar-auto, novo regime automotivo brasileiro 27 Anexo 31 Carta do ABC em prol do Inovar-Peças 31

3 Página 3 de 35 INTRODUÇÃO A presente coletânea de textos aborda o Novo Regime Automotivo (Inovar-Auto) em vigor desde o início de Trata-se de uma política industrial que pretende estimular a produção nacional de veículos, bem como o desenvolvimento tecnológico no setor. Dada sua natureza, a importância e impactos para os metalúrgicos do ABC é vital. Por isso, o Departamento de Formação do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC oferecerá, com a participação da Subseção do DIEESE, curso sobre o tema destinado aos dirigentes de base. Os materiais são compostos por textos breves e jornalísticos, extraídos de mídias impressas e digitais. O objetivo é proporcionar uma compreensão não só geral, mas específica naquilo que mais diretamente o Inovar-Auto interessa aos dirigentes de base em sua tarefa diária de difundir a nova política industrial entre os trabalhadores e trabalhadoras da categoria metalúrgica. A maior parte dos textos, todos publicados durante o primeiro semestre de 2013, foram elaborados pelo Departamento de Imprensa do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, além de outros meios, como, por exemplo, o Jornal Valor Econômico e a Rede Brasil Atual. Esperamos que a leitura seja útil, além do que sugestões de novos textos serão muito bem vindas. Departamento de Formação Sindicato dos Metalúrgicos do ABC Julho de 2013

4 Página 4 de 35 ENTENDA O NOVO REGIME AUTOMOTIVO O INOVAR-AUTO PERGUNTAS E RESPOSTAS O novo Regime Automotivo, o Inovar-Auto, foi regulamentado pelo governo federal em 17 de setembro de Suas regras preveem benefícios fiscais proporcionais às compras de insumos e peças no País pelas montadoras aqui instaladas ou que venham a se instalar no Brasil. Elas serão válidas de 2013 a 2017 e definem metas para que os veículos gastem menos combustíveis e sejam mais seguros. Também determina mais investimentos em tecnologia, engenharia e desenvolvimento de fornecedores. 1) O que é o novo Regime Automotivo? Resposta É uma nova política de impostos para a cadeia automotiva (montadoras, autopeças, indústrias de máquinas e equipamentos, fundição, entre outras). 2) E o Inovar-Auto? Resp. É o nome dado ao novo Regime Automotivo. 3) Qual é o objetivo do Inovar-Auto? Resp. - Fortalecer os fornecedores e incentivar as montadoras a investirem em pesquisa, engenharia e desenvolvimento tecnológico. 4) Que empresas poderão se beneficiar do Inovar-Auto? Resp. - Todas as montadoras de veículos que atuam no Brasil, aquelas com projetos para se instalarem e as importadoras. Cada uma delas com regras específicas para conseguir o benefício. 5) O que elas terão que fazer para se adequarem? Resp. - Serem habilitadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, cumprindo um conjunto de obrigações. 6) Que obrigações são essas? Resp. - Obter a Certidão Negativa de Débitos com o governo federal, que proíbe que a empresa receba benefícios públicos se tiver dívidas trabalhistas, por exemplo. Além de assumir o compromisso com a eficiência energética e cumprir obrigações específicas para cada perfil de empresa (com fábrica aqui, com projeto de fábrica e importadora). 7) Qual é a duração do Inovar-Auto? Resp - A duração é de cinco anos, começando a valer em 2013 e terminando em 2017.

5 Página 5 de 35 8) O que muda com o novo regime em relação aos impostos? Resp. - A atual alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados, o IPI, será acrescida de 30%, para todos os carros, caminhões e chassis com motor. 9) Então haverá aumento do IPI? Os preços vão aumentar? Resp. - Não. O governo federal está estabelecendo a mesma alíquota de IPI para todos os carros, nacionais e importados. O que acontecerá é que as montadoras que cumprirem as obrigações do Inovar-Auto conquistarão abatimentos no próprio IPI, podendo chegar a uma alíquota de até 5%. Portanto, menor que a aplicada hoje. 10) Que obrigações são essas? Resp. - São gastos das montadoras na produção dos veículos, em oito itens estipulados no Inovar- Auto, que as empresas poderão abater no IPI. 11) Quais são os itens? Resp. - Insumo estratégico, ferramentaria, pesquisa, desenvolvimento tecnológico, inovação tecnológica, recolhimento ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico Tecnológico, capacitação de fornecedores e engenharia e tecnologia básica. 12) Como a empresa pode obter a redução do IPI por meio destes gastos? Resp. - Para cada item gasto, a empresa apresentará as notas fiscais e terá de volta o valor integral ou parcial, dependendo do caso, transformado em créditos presumidos do IPI. 13) O que são créditos presumidos do IPI e para que vão servir? Resp. - São créditos obtidos pelas empresas por meio de investimentos nestes itens e que são convertidos em abatimento do IPI. 14) Como isso vai funcionar? Resp. - A montadora irá apresentar as notas fiscais de seus gastos com os dois primeiros itens, insumos estratégicos e ferramentaria. Os valores serão multiplicados por um fator, que no primeiro ano será de 1,30 (decrescendo até chegar a 1,00). Depois, o resultado será revertido em créditos presumidos do IPI, podendo abater até 30% do imposto. 15) Então, a montadora poderá reduzir integralmente os 30%, da nova alíquota do IPI, com gastos só nestes dois primeiros itens? Resp. - Sim, além de estarem fortalecendo a cadeia automotiva, já que os insumos são adquiridos no País.

6 Página 6 de 35 16) E os outros itens? Resp. - As montadoras poderão abater 1% do IPI com investimentos em pesquisa e tecnologia e outro 1% com recursos destinados para engenharia e capacitação. 17) O que isso representa para o setor? Resp. - Significa que o governo federal está, por meio do Inovar-Auto, abrindo mão de impostos para, em contrapartida, incentivar as empresas a investirem em desenvolvimento tecnológico, pesquisa e inovação e, ainda, fortalecer o setor automotivo e toda a cadeia produtiva envolvida. 18) As empresas habilitadas pelo novo Regime Automotivo terão que cumprir metas de eficiência energética. Que metas são essas? Resp. - A média dos veículos dos beneficiários do regime comercializados a partir de 2017 terá de consumir 12,08% menos combustível do que atualmente. Ou seja, na média, os veículos deverão passar dos atuais 14 km/litro para 17,26 km/litro para gasolina e 9,7 km/litro para 11,96 km/litro no caso do etanol. Está previsto, também, um benefício de até dois pontos percentuais de redução do IPI para os fabricantes que ultrapassarem a meta de habilitação, fixada em 12,08%. Válido para o período entre 2017 e 2020, esse desconto na alíquota do IPI será de um ponto percentual no caso de uma redução de consumo de 15,46% e de dois pontos percentuais, no caso de uma redução de 18,84%. A meta-alvo de 18,84% equivale à meta europeia de 2015 de 130 g de CO2 /Km. 19) Mas todas terão as mesmas obrigações? Resp. - Não, essas são obrigações gerais. Para cada tipo de atuação das montadoras no País existirão critérios específicos para se habilitar. 20) Como serão esses critérios para as empresas que já atuam no Brasil? Resp. - As montadoras instaladas terão, como pré-requisito de habilitação ao Inovar-Auto, que ampliar as etapas produtivas no País até 2017, quando se encerra o regime. 21) O que isso significa? Resp. - Significa que das 12 etapas de produção de um carro, oito terão que ser realizadas aqui no Brasil. No caso de caminhões, das 14 etapas de produção, dez serão feitas na planta brasileira. E para construção de chassis, sete das onze etapas serão nacionalizadas.

7 Página 7 de 35 Regras para novas plantas e importadoras 22) Quais são as regras do Inovar-Auto para as montadoras que pretendem instalar novas plantas no Brasil? Resp. - Essas empresas deverão ter o projeto aprovado pelo governo federal, com a descrição das características técnicas dos carros que serão produzidos. Elas poderão utilizar créditos presumidos do IPI para até 25% da capacidade de produção da nova fábrica. 23) Pode dar um exemplo de como isso funcionará? Resp. - Uma planta com capacidade de produção prevista em 100 mil veículos por ano poderá colocar no mercado 25 mil unidades importadas do mesmo modelo a ser produzido, sem o acréscimo de 30% do IPI. 24) Mas qual será a contrapartida destas empresas para conseguirem os créditos do IPI? Resp. - Será o projeto de instalação, que deve estar concluído em até dois anos. Após esse prazo, os critérios de habilitação no Inovar-Auto passam a ser idênticos aos das montadoras instaladas no Brasil. 25) Haverá mais algum incentivo durante a construção das novas fábricas? Resp. - Sim. Outros 25% de suas importações vão gerar créditos presumidos do IPI, porém esses créditos só poderão ser utilizados para isenção do imposto nos carros fabricados no País. 26) E as montadoras que apenas comercializam veículos no Brasil, sem nenhuma produção? Quais são os critérios segundo o Inovar-Auto? Resp. - Se quiserem se habilitar ao Inovar-Auto, as empresas que só comercializam carros ou caminhões terão que cumprir, obrigatoriamente, os três itens de investimentos das montadoras instaladas. 27) Que itens são esses? Resp. - Investir em pesquisa e desenvolvimento, em engenharia e tecnologia industrial básica e capacitação de fornecedores e aderir à etiquetagem veicular. 28)Elas terão direito a isenção por créditos presumidos do IPI? Sim. Receberão isenção de 30% do IPI até o limite de unidades por ano ou a média de importação dos anos de 2009, 2010 e 2011 o que for menor. 29) Essas regras valerão para todas as importações? Resp. - Não. Para as empresas oriundas do Mercosul e do México valem os acordos que já estão firmados.

8 Página 8 de 35 30) A habilitação das montadoras é para todo o período de vigência do novo Regime Automotivo? Resp. - Não. As empresas terão que renová-la anualmente. Se tiverem a habilitação cancelada por descumprimento dos critérios, serão punidas e deverão pagar todo o imposto isento desde a primeira habilitação. Fonte: Tribuna Metalúrgica REGULAMENTAÇÃO DO INOVAR- AUTO PREVÊ MULTAS A partir de agora, as montadoras que não cumprirem as normas do novo Regime Automotivo, o Inovar-Auto, sobre redução de poluentes serão multadas. Medida provisória (MP) publicada na semana passada fixa entre R$ 50,00 e R$ 360,00 o valor da multa que será paga pelas montadoras por veículo comercializado que não cumprir a meta de aumento de eficiência energética. O novo regime determina que as empresas melhorem essa eficiência em pelo menos 12% até 2017, na média dos produtos de cada montadora. Isto significa redução no consumo de combustível estimada em 13,6%. Com base nesses números, a MP estabelece que se o resultado ficar abaixo do determinado, a multa será multiplicada por toda a frota comercializada. De acordo com o Inovar-Auto, os fabricantes devem chegar a um consumo médio, em toda a linha, de 17,26 quilômetros por litro de gasolina. Atualmente, a média está em 14 quilômetros por litro. No caso do etanol, a meta é chegar a 2016 com um consumo de 11,96 quilômetros por litro, contra 9,7 quilômetros atualmente. Quem superar essa meta poderá ter desconto de até 2 pontos percentuais no IPI. Fonte: Tribuna Metalúrgica COM INOVAR-AUTO, FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS ESTÁ GARANTIDA, DIZ BARBA O diretor Administrativo do Sindicato, Teonílio Monteiro da Costa, o Barba, destacou a importância da inclusão do debate sobre a indústria automotiva no Plano Brasil Maior, durante oficina realizada pela CUT São Paulo, na última sexta.

9 Página 9 de 35 O evento fez parte de uma série de discussões promovidas pela Central, nas regionais do Estado, em comemoração ao 1º de Maio, Dia do Trabalhador. Segundo o dirigente, o processo iniciado pelo Sindicato há dois anos resultou na criação de 19 Conselhos de Competitividade, entre eles o do setor automotivo, que formulou o novo Regime Automotivo, o Inovar-Auto. Apropriação O Inovar-Auto garantiu às empresas a fabricação de veículos ao estabelecer uma série de incentivos para isso, afirmou Barba. O programa condiciona a redução de impostos, como o Imposto sobre Produção Industrial, o IPI, à utilização de peças produzidas no Brasil, de pesquisas em inovação tecnológica, de investimentos em ferramentaria e engenharia, explicou o diretor do Sindicato na oficina da CUT-SP. Além disso, o Regime estipula que das 12 etapas de fabricação do automóvel, oito seja realizadas no País e das 14 etapas de fabricação de caminhões, dez sejam nacionalizadas. O programa é tão completo que permite até a participação até das importadoras de automóveis, desde que obedeçam as normas relativas ao seu setor e as cotas de importação, prosseguiu o dirigente. Todas essas medidas modificam o perfil das empresas, que caminhavam para um processo limitado ao CKD, que apenas monta veículos, disse. Por isso é tão importante que a categoria conheça o Inovar-Auto e se aproprie dele, concluiu Barba. APLs O secretário de Desenvolvimento Econômico e Trabalho de São Bernardo, Jefferson da Conceição também fez parte da mesa da oficina e falou sobre as políticas públicas para o desenvolvimento da economia, com a participação dos trabalhadores. Ele citou a importância dos Arranjos Produtivos Locais, os APLs, idealizados pelo Sindicato e encampados pela prefeitura. Os APLs permitem que as empresas realizem, entre outras ações, compras conjuntas aumentando seu poder de barganha e, consequentemente barateando seus custos de produção, afirmou o secretário.

10 Página 10 de 35 Criação do Inovar-Peças é estratégica para o setor Documento propondo a criação do Inovar-Peças, um programa para as autopeças nos mesmos moldes do novo Regime Automotivo, o Inovar-Auto, foi apresentado ao Ministério do Desenvolvimento da Indústria e Comércio, em Brasília, pelo Conselho de Competitividade do Setor Automotivo. Queremos uma política de desenvolvimento para as autopeças que funcione como o Inovar-Auto para as montadoras, explicou o ex-presidente do Sindicato e representante dos trabalhadores no Conselho de Desenvolvimento Industrial, Sérgio Nobre, que participou da apresentação. Segundo ele, também foram apresentadas mais 14 medidas importantes para fortalecer e consolidar a cadeia de autopeças. Entre elas, a implantação de um método de controle de utilização de conteúdo nacional, a criação de um conjunto de normas técnicas para peças usadas no Brasil e a análise de importações brasileiras de autopeças, entre outros. Ferramentarias Essas medidas estão no Inovar-Auto e tiveram a participação dos Metalúrgicos do ABC, mas ainda precisam ser regulamentadas, contou Sérgio Nobre. Por isso foram incluídas no documento, prosseguiu. Todas essas reivindicações estão no Plano Brasil Maior onde são chamadas de agenda estratégica do setor automotivo, que prevê também estudos para a redução de custos do aço, plástico e energia elétrica, um plano de saneamento fiscal para as micro, pequenas e médias empresas e a desoneração da folha de pagamentos das ferramentarias. Fonte: Tribuna Metalúrgica SEMINÁRIO APROVA CARTA PROPONDO A CRIAÇÃO DO INOVAR-PEÇAS Cerca de 500 pessoas, entre trabalhadores, empresários, representantes do poder público e do meio acadêmico lotaram o plenário do Salão Nobre da Metodista, ontem, durante o Seminário Inovar- Auto: Desafios e Oportunidades para a Região do Grande ABC, promovido pelo Sindicato e entidades representativas de trabalhadores, empresários, universidades e poder público.

11 Página 11 de 35 Durante o encontro, os organizadores encaminharam ao governo federal a Carta do ABC em prol do Inovar-Peças. Pelo documento, as lideranças regionais pedem a adoção de uma política fiscal para o desenvolvimento do setor de autopeças, nos moldes do novo Regime Automotivo, o Inovar-Auto. Isto seria alcançado por meio de uma política que estabeleça metas para quatro pontos principais, nacionalização, inovação e qualificação; o acesso ao crédito; e os tributos. Virtudes da região Segundo Rafael, o documento é necessário porque as autopeças precisam encontrar saídas para que as empresas do setor possam receber incentivos. Isto é bem explicado na Carta quando ela fala sobre o acesso ao crédito, dentro de um plano de renegociação de dívidas que permite às fábricas terem capital para investir, explicou. Outro ponto destacado pelo dirigente e que consta na Carta foi a imediata aferição do conteúdo nacional prevista pelo Inovar Auto. Este mecanismo é o que vai verificar se as empresas estão mesmo usando peças nacionais, prosseguiu Rafael. Isto é o que vai garantir a participação das empresas de autopeças instaladas no Brasil imediatamente, destacou. Para o presidente do Sindicato, o Seminário foi um momento histórico que fortaleceu o que o Brasil tem de melhor, a vontade de trabalhar e a criatividade. Esta é uma das maiores virtudes de nossa região, a de caminhar ao encontro de sua identidade. De pessoas que trabalham muito e se esforçam muito, prosseguiu. E assim o ABC participa do momento exuberante de inserção no mundo que o Brasil vive, pela economia, pelo social e pela política, finalizou Rafael. Finep desafia plateia a criar ação conjunta por autopeças Já o superintendente Regional de São Paulo da Financiadora de Estudos e Projetos, a Finep, ligada ao governo federal, Hudson Lima Mendonça, desafiou a plateia ao indagar se juntos poderiam criar uma ação estruturada para apoiar o setor automotivo. Também integrante da mesa e anfitrião do evento, o reitor da Metodista, Marcio de Moraes, destacou dois pontos de ligação entre a universidade e os debates sobre o novo Regime.

12 Página 12 de 35 A Metodista tem o planejamento estratégico de inserção regional e é uma comunidade que está sempre aprendendo, disse. Para o secretário de Desenvolvimento Econômico de São Bernardo e mediador do Seminário, Jefferson José da Conceição, a organização dos Arranjos Produtivos Locais, os APLs na região são um ponto forte para o desenvolvimento de políticas que contribuem para o desenvolvimento das micro, pequenas e médias empresas. Fonte: Tribuna Metalúrgica NOVO REGIME AUTOMOTIVO HABILITA 33 EMPRESAS NO PRIMEIRO MÊS O Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores (Inovar-Auto) fechou o primeiro mês de vigência com 33 empresas habilitadas e um total de R$ 4,2 bilhões previstos em novos investimentos. Os dados foram divulgados hoje (7) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Ainda de acordo com o MDIC, até o momento, 47 empresas pediram para participar do Inovar- Auto. Segundo nota do ministério, até 2017, final do período de vigência do regime automotivo, o governo espera que a produção anual de veículos passe dos 3,3 milhões registrados em 2012 para mais de 4 milhões de unidades. Entre as empresas habilitadas ao Inovar-Auto, três têm projetos para construção de novas fábricas no Brasil. São elas a Chery, que terá planta em Jacareí (SP); a JAC Motors, que se instalará em Camaçari (BA) e a Nissan, que terá indústria em Rezende (RJ). A Mitsubishi anunciou investimentos para início da produção no país dos modelos Lancer e ASX. Além delas, mais 20 empresas foram habilitadas como produtoras de veículos e oito como importadoras. Lançado em outubro do ano passado, o Inovar-Auto entrou em vigor em 1 de janeiro de O programa estimula a instalação de fábricas de automóveis no Brasil, a produção de novos modelos e investimentos em eficiência enérgica e inovação tecnológica dos veículos. O regime deu condições para a indústria automobilística compensar o aumento de 30 pontos percentuais no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos importados ou com menos de 65% de conteúdo nacional.

13 Página 13 de 35 De acordo com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, o governo está em negociação com outros setores da indústria para criar programas nos mesmos moldes do novo regime automobilístico. Fonte: Rede Brasil Atual INOVAR-AUTO GERA MAIS PEDIDOS DE INCENTIVOS Com o desafio de melhorar a qualidade dos carros brasileiros - colocado para os próximos cinco anos pelo novo regime automotivo - surge também a necessidade de desenvolver toda a cadeia de suprimentos e, com ela, uma profusão de incentivos pedidos por setores ligados à manufatura de automóveis. Diante do "salto tecnológico" prometido pelas montadoras e de uma demanda que caminha para a casa de 5 milhões de veículos até 2017, os fabricantes se articulam em busca de novas políticas de apoio à indústria. Em comum, as propostas que estão sendo apresentadas são complementares e inspiradas no Inovar-Auto - como foi batizado o novo regime automotivo - até mesmo no nome. A indústria de componentes automotivos, por exemplo, pede o Inovar-Peças, enquanto os fabricantes de pneumáticos começam a trabalhar em cima de um Inovar-Pneus. Para que as exportações de carros voltem a ter competitividade, as montadoras vão, em breve, levar a Brasília um conjunto de medidas que já está sendo chamado de Exportar-Auto. No caso do setor de autopeças, contudo, o governo já adiantou que os incentivos serão dados em ações pontuais, e não dentro de um pacote de medidas como aconteceu no decreto do novo regime automotivo. Estão inseridos nesse contexto os programas de desenvolvimento de fornecedores em grandes polos automotivos e a busca por mecanismos financeiros para facilitar o acesso ao crédito por empresas que estão na base do setor, assim como medidas de estímulo a pesquisas em nanotecnologia e eletrônica. Já a rastreabilidade dos componentes usados na produção de veículos - uma bandeira da indústria nacional de autopeças para fazer valer a redução das importações de peças pretendida pela nova política automotiva - virá junto com a regulamentação do Inovar-Auto. Ao vincular descontos no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) ao uso de conteúdo local, o novo regime automotivo gerou demanda para as autopeças brasileiras. Porém, não resolveu

14 Página 14 de 35 problemas estruturais como a dificuldade no acesso ao crédito e a perda de competitividade, avaliam os fabricantes de componentes. Por isso, eles cobram uma série de medidas que vai de incentivos tributários à desoneração da produção, passando por renegociação de dívidas, maior apoio ao desenvolvimento tecnológico e linhas de financiamento alternativas a empresas da base da pirâmide. Há um consenso entre os agentes da indústria automobilística de que o desenvolvimento dos fabricantes de autopeças será fundamental para o bom andamento do novo regime automotivo. Isso porque a aproximação dos carros brasileiros aos padrões de qualidade, eficiência e segurança já vistos em mercados desenvolvidos passa pelo uso mais intensivo de tecnologias não disponíveis no Brasil, principalmente no campo dos sistemas elétricos e eletrônicos. Como disse recentemente o vice-presidente da Ford, Rogelio Golfarb, o grande desafio será desenvolver essas tecnologias e, mais do que isso, tornar viável sua produção local. Segundo ele, alternativas na área de sistemas elétricos podem ser mais eficientes do que inovações de mecânica na busca por carros mais econômicos, que é um dos objetivos do Inovar-Auto. Fonte: Valor Econômico PALESTRAS NO SEMINÁRIO DO INOVAR-AUTO DESTACAM VISÃO DE FUTURO DO PROGRAMA As conferências do Seminário Inovar-Auto: Desafios e Oportunidades para a Região do Grande ABC destacaram a visão de futuro que o novo regime automotivo trouxe para os envolvidos na cadeia do setor. No evento promovido pelo Sindicato, empresários, trabalhadores, universidades e poder público na última quarta-feira, os palestrantes expuseram seus planos para investimentos em mais tecnologia e suas apostas em um novo tipo de veículo produzido no Brasil, mais barato, menos poluente e mais seguro. Confira abaixo o que eles disseram no encontro.

15 Página 15 de 35 Thomas Schmall, presidente da Volks No comando brasileiro da montadora desde 2006, Schmall apresentou um histórico da empresa no País, desde a fundação há 60 anos, comparando o crescimento da indústria automotiva brasileira com a trajetória da fábrica. Nesse tempo todo progredimos muito e 2012 foi o melhor de nossa história aqui, disse. As previsões do executivo são de mais crescimento da economia interna, impulsionado pela distribuição de renda e pelo surgimento da nova classe média. Além disso, o Brasil empurra o desenvolvimento dos países vizinhos de forma conjunta, o que é positivo para o continente, avaliou Schmall. Depois dos elogios, o presidente da Volks aproveitou o espaço para criticar o que chamou de falta de infraestrutura do País, principalmente no setor ferroviário e os chamados custos de produção. (Leia a resposta às críticas na intervenção de Heloísa Menezes) Rogelio Golfarb, vice-presidente da Ford Uma reflexão sobre o futuro, foi essa a tônica da apresentação do vice-presidente da Ford, Rogélio Golfarb, no cargo desde o ano passado. Ele foi mais um a reforçar a aposta no futuro da indústria automotiva nacional, pontuando que ainda existe espaço para venda de veículos dentro do mercado interno. O Brasil é um País bom de negócio, tanto que o número de marcas operando aumentou 242% nos últimos cinco anos, comentou Golfarb. Falando dos planos da Ford, o executivo mostrou que nos próximos anos os novos produtos que sairão da linha de montagem terão matriz energética menos poluente. Já temos carros assim no mercado, adotando o modelo hibrido de combustível que permite o uso de várias tecnologias diferentes, como o flex, o biodiesel e o gás natural, explicou. Luiz Carlos Moraes, diretor da Mercedes Para o dirigente, a chegada do Inovar-Auto traz um novo cenário para a indústria automotiva brasileira e é positiva, principalmente no planejamento da montadora. A previsibilidade é um elemento crucial que vai facilitar a orientação dos nossos investimentos nos próximos anos, afirmou Moraes. Segundo ele, o governo federal acerta ao incentivar o investimento das empresas em pesquisa e inovação dentro das normas do novo regime.

16 Página 16 de 35 Aqui em São Bernardo temos um centro de desenvolvimento tecnológico com centenas de engenheiros e técnicos que se dedicam ao design dos nossos produtos, destacou. Ele finalizou a apresentação afirmando que o Inovar Auto só vai funcionar se as montadoras forem rápidas e precisas e que a Mercedes está entrando em um novo ciclo de investimentos. Ricardo Abreu, vice-presidente mundial da Mahle Representando uma empresa do setor de autopeças, Ricardo Simões de Abreu deu exemplos de como a Mahle está investindo em inovação na fabricação de seus produtos. Ele acredita que a chegada do Inovar Auto é a oportunidade de fazer aparecerem novas ideias. Nossa corrida é pela competitividade mundial, temos que estar preparados, disse o vicepresidente. O executivo mostrou quais ações a Mahle desenvolve com foco em estratégia e inovação, nas áreas de patentes de novos produtos e inteligência. Todos esses produtos são desenvolvidos no Centro Tecnológico da Mahle, em Jundiaí, que faz também treinamento de novos trabalhadores. Temos um prêmio chamado Mahle Jovem Talento, que estimula os novos engenheiros na empresa, contou. Heloísa Guimarães Menezes Secretaria de Desenvolvimento do MDIC A representante do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio apresentou em detalhes como funcionará o Inovar-Auto dentro da Política Industrial Brasileira. O Inovar-Auto não é uma política de proteção ao setor, disse. Ela acrescentou que a construção do novo Regime Automotivo foi resultado de muita negociação. Em sua explanação, Heloísa pontuou também metas do Plano Brasil Maior e rebateu as críticas de Schmall (ver primeiro quadro na página anterior) de que o País não tem uma política para resolver os problemas crônicos de infraestrutura. O Inovar-Auto serve para acabar com todos os gargalos que impedem que a nossa indústria avance, afirmou. Fausto Cestari, representante do CIESP, e José Zeno Fontana, superintendente da Finep em SP O dirigente regional do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, Fausto Cestari, afirmou que o Inovar-Auto pode ajudar no planejamento das empresas em médio prazo.

17 Página 17 de 35 Ele destacou também a iniciativa dos arranjos produtivos locais (APLs) na região. Eles são construídos de forma coletiva, o que não é comum entre as empresas de médio e pequeno porte, disse. Ao final do seu discurso, Cestari afirmou que ainda existem dificuldades para conseguir investimentos em inovação. Só empresas de lucro real, quase 7% do total do País, tem acesso a políticas de inovação. Em resposta, José Zeno Fontana, superintendente regional da Finep, agência brasileira financiadora de inovação, mostrou como funcionam os mecanismos para conseguir empréstimos para inovação. Paulo Cayres, presidente da CNM-CUT O presidente da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM-CUT), Paulo Cayres, cobrou também um olhar diferenciado para as autopeças. Nós podemos ter autossuficiência em tecnologia na nossa indústria, fazendo tudo aqui no Brasil, disse Paulão Cayres. As pequenas empresas precisam apenas de financiamento para inovar suas tecnologias e poder competir em pé de igualdade e com o mercado externo. Temos que reverter o saldo: menos importações, mais exportações, completou o dirigente. Carlos Grana, prefeito de Santo André e Sivaldo Pereira, o Espirro, secretário-geral dos Metalúrgicos de Santo André Grana valorizou a vocação que a Região tem para produzir e fabricar os melhores produtos. Esse é o nosso combustível, discursou. Ele reforçou também a importância da articulação regional para tomada de decisões que valorizem a indústria. Representando os trabalhadores na mesa final, Sivaldo Pereira, o Espirro, secretário-geral dos Metalúrgicos de Santo André, destacou a importância do evento conjunto e cobrou mais foco na formação dos trabalhadores. Os trabalhadores precisam sempre ter contrapartidas e é necessário trazer para o debate a formação profissional e a qualificação, destacou. Fonte: Tribuna Metalúrgica

18 Página 18 de 35 COM INOVAR-AUTO, CAEM PREÇOS DE IMPORTADOS Inscritas no Inovar-Auto (Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores), diversas montadoras já começaram a reduzir o preço de seus carros importados. O programa, criado pelo Governo Federal e em vigor desde janeiro, concede benefícios fiscais às marcas que se instalarem no País ou se comprometerem a investir em tecnologia e pesquisa no Brasil. Por isso, com a redução de impostos, as empresas já conseguem oferecer carros mais baratos. As alemãs BMW, Audi e Mercedes-Benz, por exemplo, anunciaram novos preços recentemente. Os modelos da BMW tiveram redução de até 60% na tabela. O Série 6, vendido anteriormente por R$ , agora está disponível por R$ O modelo de entrada da marca, o Série 116i, caiu de R$ para R$ Com a habilitação provisória no Inovar-Auto e a construção da fábrica em Santa Catarina daremos sequência à nossa estratégia de liderança no mercado premium nacional, diz Torben Karasek, diretor financeiro e atual presidente interino do BMW Group Brasil. A fábrica na região Sul deverá ficar pronta no próximo ano. Por sua vez, a Mercedes-Benz reduziu em quase 25% os preços. O modelo mais barato da montadora, a minivan B200 Turbo, teve queda de 9,49% e parte agora de R$ Na linha AMG, divisão de carros esportivos que reúne alguns dos modelos mais desejados da marca, o destaque é do C 63 AMG, que teve o maior desconto, de 24,28%, e passa a custar R$ Os preços da Audi caíram até R$ O A8, veículo com maior baixa, caiu de R$ para R$ 530 mil. O A1, modelo de entrada da marca no Brasil, era ofertado por R$ e sai agora por R$ , mantendo o posto de carro mais barato da montadora. A empresa afirmou que estuda a possibilidade de construir uma fábrica no Brasil, o que poderia amenizar ainda mais os valores cobrados pelos carros. Embora ainda não confirme, a Audi provavelmente usará o espaço da fábrica da Volkswagen, empresa parceira de grupo, no Paraná, para a produção nacional. Peças nacionais De acordo com as marcas, a nacionalização da produção é, agora, uma tendência do mercado e deve garantir a competitividade dos veículos antes importados. A utilização de peças produzidas em território brasileiro, informam as montadoras, não deve ser vista com desconfiança pelos motoristas, porque, além de serem mais baratos em comparação aos trazidos de outros países, esses componentes têm a mesma qualidade dos utilizados na linha de produção de outros mercados.

19 Página 19 de 35 A BMW, por exemplo, que pretende ligar a linha de produção nacional já em 2014, promete fabricar seus veículos no Brasil exatamente com o mesmo padrão que utiliza em outros países. Ou seja, sob a mesma plataforma, itens de série, propulsores e acabamento devem ser mantidos. Preços menores De acordo com Luiz Carlos Mello, diretor do Centro de Estudos Automotivos AutoData, a baixa nos preços das montadoras inscritas no Inovar-Auto é praticamente uma obrigação. Não teria sentido ser beneficiado com o desconto do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) e não repassar esse desconto para o consumidor, disse. O especialista, no entanto, não acredita que as montadoras já instaladas no País reduzirão os preços de modelos produzidos por aqui. Vivemos um momento positivo da indústria. O programa fará com que as montadoras, em tese, produzam carros de maior qualidade e este processo demanda custos. Não creio que as empresas aqui já instaladas façam descontos expressivos por conta exclusivamente da produção nacional. O que pode ocorrer é que a própria concorrência de mercado ajuste os valores para baixo, afirmou. Fonte: Tribuna Metalúrgica NORMAS DO INOVAR-AUTO PREVÊEM MULTAS PARA QUEM POLUI A partir de agora, as montadoras que não cumprirem as normas do novo Regime Automotivo, o Inovar-Auto, sobre redução de poluentes serão multadas. Medida provisória (MP) publicada na semana passada fixa entre R$ 50,00 e R$ 360,00 o valor da multa que será paga pelas montadoras por veículo comercializado que não cumprir a meta de aumento de eficiência energética. O novo regime determina que as empresas melhorem essa eficiência em pelo menos 12% até 2017, na média dos produtos de cada montadora. Isto significa redução no consumo de combustível estimada em 13,6%. Com base nesses números, a MP estabelece que se o resultado ficar abaixo do determinado, a multa será multiplicada por toda a frota comercializada. De acordo com o Inovar-Auto, os fabricantes devem chegar a um consumo médio, em toda a linha, de 17,26 quilômetros por litro de gasolina. Atualmente, a média está em 14 quilômetros por litro.

20 Página 20 de 35 No caso do etanol, a meta é chegar a 2016 com um consumo de 11,96 quilômetros por litro, contra 9,7 quilômetros atualmente. Quem superar essa meta poderá ter desconto de até 2 pontos percentuais no IPI. Fonte: Tribuna Metalúrgica APL DE FERRAMENTARIA É RESPOSTA AO INOVAR-AUTO O novo Regime Automotivo, o Inovar-Auto, já estimula o mercado de ferramentaria no ABC. A prova está na presença de duas montadoras e mais de 60 empresas na reunião do Arranjo Produtivo Local (APL) do setor, na última sexta. O clima positivo que o Inovar-Auto criou, incentiva as ferramentarias locais a reestruturarem e modernizarem sua produção, afirmou José Roberto Nogueira da Silva, o Bigodinho, diretor executivo do Sindicato responsável pela área. Segundo ele, o APL é a resposta para esta demanda por incentivar as empresas a buscarem juntas maior competitividade. Assim elas conseguem melhores condições para financiar essa modernização ou comprar matéria-prima sem intermediários, disse Bigodinho.

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