Sindipostos cria grupo de trabalho sobre legislação ambiental

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1 NATAL-RIO GRANDE DO NORTE - ANO 03 - EDIÇÃO 19 Sindipostos cria grupo de trabalho sobre legislação ambiental O Sindicato do Comércio Varejista dos Derivados de Petróleo continua investindo alto no t r a b a l h o d e a p o i a r a recomendação do Ministério Público estadual, que obriga os postos de Natal a se enquadrarem na legislação ambiental. O Sindipostos criou um grupo de t r a b a l h o i n t e g r a d o p o r representantes de diversas entidades do segmento para acompanhar todas as ações empreendidas pelos postos para s e g u i r a orientação do MP. A decisão de a p o i a r a recomendaç ã o é d a diretoria do sindicato que, desde a primeira gestão, demonstra especial atenção com o assunto da legislação ambiental. PÁG. 03 Saiba que cuidados tomar ao comprar um novo posto O Jornal Sindipostos traz, nessa edição, uma série de dicas sobre que cuidados adotar na hora de comprar um posto de combustível. O seu negócio pode Conheça as recentes modificações nas resuluções da ANP se transformar em problema se alguns cuidados essenciais não forem adotados. É preciso cautela e atenção! PÁG.03 Sindipostos faz um b a l a n ç o s o b r e audiência pública PÁG. 04 PÁG. 02

2 PALAVRA DO PRESIDENTE: Prezados revendedores, hegamos décima nona e d i ç ã o d o n o s s o Cinformativo. E hoje o nosso destaque não poderia ser outro: o trabalho empreendido pelo Sindipostos para incentivar e apoiar os revendedores a se adequarem a legislação ambiental. F o i c o m a l e g r i a q u e participamos da audiência pública promovida pelo Ministério Público com os revendedores. Na ação de b u s c a r c o m q u e t o d o s o s comerciantes do segmento estejam enquadrados na legislação ambiental, o Sindipostos é mais do que parceiro: é um co-partícipe. É exatamente com esse foco que hoje a diretoria da entidade está empreendendo todos os esforços junto ao Banco do Nordeste para que seja aberta uma linha de financiamento aos revendedores, de forma que eles possam comprar os equipamentos necessários a adequação ambiental, sem que, com isso, prejudiquem o capital de fomento do seu negócio. Entendemos que a legislação ambiental deve e será cumprida. Contamos com a sensibilidade dos revendedores que v ê e m n e s s a obrigação não um g a s t o, m a s u m investimento. Afinal, s o m o s u m a d a s a t i v i d a d e s responsáveis pelo desenvolvimento econômico do Rio Grande do Norte, mas também queremos contribuir para as políticas de desenvolvimento sustentável. Já promovemos um café de negócios para divulgar as ações necessárias para adequação ambiental e, com certeza, outros eventos virão. O certo é que tanto o Ministério P ú b l i c o q u a n t o o s n o s s o s revendedores poderão, sim, contar com o Sindipostos. Nossa entidade está pronta para colaborar. A bandeira das ações de desenvolvimento sustentável é também do sindicato e com muito orgulho erguemos essa defesa junto aos nossos associados. Aproveitem o nosso informativo e até a próxima edição! Ismar Medeiros Presidente do Sindipostos-RN

3 Sindipostos cria grupo de trabalho para acompanhar recomendação O Sindicato do Comércio Varejista dos Derivados de Petróleo do Rio Grande do Norte criou um grupo de trabalho para acompanhar a implementação entre os revendedores da legislação ambiental, que determina uma série de procedimentos de segurança e normas ambientais nos postos de combustível. O trabalho da comissão é mais um reforço para que todos os postos cumpram a recomendação do Ministério Público Estadual, que foi enfático ao determinar a adequação dos revendedores às regras ambientais. O grupo de trabalho é formado pelo presidente do Sindipostos, Ismar Medeiros, pelo vice, Júnior Rocha, e pelo Diretor Financeiro da entidade, Eduardo Borges. Além disso, na comissão há também representantes da Federação de Combustíveis, do Sindicato dos Distribuidores, além da assessoria jurídica e executiva do Sindipostos. O grupo já manteve várias reuniões com órgãos ambientais envolvidos no trabalho de adequação dos postos de combustíveis de Natal. Entre eles, o próprio Ministério Público, Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo e Idema. Para divulgar e incentivar o associado a logo se enquadrar na legislação ambiental, o Sindipostos promoveu um café da manhã com os associados e está firmando uma parceria com o Bando do Nordeste, que abrirá uma linha de financiamento para os postos investirem nos equipamentos fundamentais para adequação ambiental.

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5 Esteja atento as modificações da portaria da ANP Em 13 de novembro de 2008 foi publicada a resolução da Agência Nacional de Petróleo nº 33/2008, que trouxe algumas modificações nas disposições constantes na Portaria ANP nº 116/00. Assim passemos a algumas considerações. Primeiramente, cumpre ressaltar que o posto revendedor que desejar modificar sua situação quanto à marca comercial que exibe terá o prazo de 15 dias, e não mais de 30, a contar da data da efetivação do ato, para informar à ANP, mediante envio de ficha de atualização cadastral de marca comercial do posto revendedor. Para os demais casos de atualização cadastral, o prazo par informar a ANP continua sendo de 30 dias. A partir do envio da ficha de atualização cadastral, o posto revendedor deverá se descaracterizar totalmente, ou seja, retirar todas as referências visutais da marca comercial do distribuidor antigo. Deve, também, informar de forma clara e ostensiva, em cada bomba abastecedora, a origem do combustível comercializado, com a razão social ou nome fantasdia e o CNPJ do distribuidor fornecedor. Outra modificação diz respeito às marcas figurativas (logotipos) e às cores exibidas nos postos bandeira branca. Estas não podem ser dispostas ou combinadas de modo a confundir ou induiz o consumidor a erro, ou seja, não podem ser utilizadas de forma idêntica ou semelhante à de outro agente de mercado. Cumpre ressaltar que, durante prazo de 45 dias, a contar da data do preenchimento da ficha de atualização cadastral, caso a ANP ainda não tenha modificado a situação da marca comercial do posto em seu site, ele poderá adquirir combustíveis de outras distribudioras, informando adequadamente sua origem. Além disso, deverá ser entregue ao distribuidor a seguinte documentação: cópia da Ficha de Atualização Cadastral de Marca Comercial encaminhada à ANP, com protocolo ou comprovante de encaminhamento, cópia do contrato social do posto revenedor; e, caso a ficha cadastral tenha sido preenchida por preposto da empresa, é necessário anexar cópia autenticada da procuração e do documento e identificação do preposto. O posto deverá manter as originais da docuemntação em suas dependências, para fins de fiscalização da ANP. Importante frisar que, quando deferida e modificada no site da ANP a atualização cadastral de marca comercial do posto revendedor, ela terá efeitos retroativos à data da solicitação. O revendedor que optar por exibir a marca comercial de um distribuidor de combustíveis, ou seja, for bandeirado, deverá exibi-la, no mínimo, em sua testeira, de forma destacada, visível e de fácil identificação pelo consumidor, a distância, de dia e à noite. Além disso, conforme de praxe, somente poderá adquirir e revender combustível da distribudora à qual foi vinculado. Por fim, os postos que não estiverem de acordo com as novas disposições legais devem realizar as devidas adaptações o quanto antes, uma vez que a Resolução da ANP nº 33/08 trouxe como prazo máximo para adequação dia 28 de novembro de Ministério discutirá Lei do Gás O Ministério de Minas e Energia começará a trabalhar, no início desse ano, em um plano de regulamentação para o setor de gás no Brasil. A informação é do secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia, José de Lima Neto. A base da discussão dentro do ministério será a nova legislação que regulamenta o transporte, a exploração, a estocagem, o processamento e a comercialização do gás natural no país, aprovada pela Câmara dos Deputados, após dois anos de discussão, a chamada Lei do Gás. A principal mudança aprovada no acordo foi a que institui o regime de concessão para a exploração, transporte, estocagem e processamento. Com a nova lei, para uma empresa constituir e explorar um gasoduto, deve passar por uma licitação. Atualmente, as empresas que querem explorar gás no país recebem uma autorização d governo. A única ressalva da lei é que os gasodutos decorrentes de acordos internacionais poderão continuar no regime de autorização. Hoje a principal empresa brasileira que explora a rede de gasodutos no Brasil é a Petrobras, que fecho contratos anteriores a nova lei por autorização e que defende a manutenção desse sistema.

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