PROGRAMA DE DISCIPLINA VERSÃO CURRICULAR: 2014/2 PERÍODO: 5º DEPARTAMENTO: ENB

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROGRAMA DE DISCIPLINA VERSÃO CURRICULAR: 2014/2 PERÍODO: 5º DEPARTAMENTO: ENB"

Transcrição

1 PROGRAMA DE DISCIPLINA DISCIPLINA: Sistematização da Assistência de Enfermagem CÓDIGO: ENB056 COORDENADOR: CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA CRÉDITOS INÍCIO TÉRMINO TEÓRICA PRÁTICA VERSÃO CURRICULAR: 2014/2 PERÍODO: 5º DEPARTAMENTO: ENB PRÉ-REQUISITOS Anatomia Aplicada à Enfermagem Neuroanatomia Aplicada à Enfermagem Fisiologia Aplicada à Enfermagem Patologia Geral para Enfermagem CLASSIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: ( x ) Obrigatória ( ) Optativa N o de vagas: EMENTA Aborda os aspectos teóricos e metodológicos do processo de enfermagem no contexto da SAE. Contempla conteúdos de Teorias de enfermagem com ênfase na teoria das NHB, semiologia e semiotécnica para a operacionalização das etapas legalmente estabelecidas para a sistematização da assistência de enfermagem em instituições de saúde brasileiras. OBJETIVO GERAL Desenvolver conhecimentos e habilidades para a implementação das etapas de coleta de dados, diagnósticos de enfermagem, planejamento, implementação e avaliação da assistência de enfermagem respaldadas em referencial teórico de enfermagem utilizando as classificações NANDA, NIC e NOC. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Discorrer sobre o processo de enfermagem no contexto da SAE. Compreender as normalizações do COFEN e do COREN que tratam da SAE e do processo de enfemagem. Conceituar teoria de enfermagem. Citar os componentes de uma teoria de enfermagem. Descrever os princípios da Teoria das NHB. Descrever e compreender as etapas do processo de enfermagem.

2 Utilizar o raciocínio clínico na operacionalização das etapas do processo de enfermagem. Realizar entrevista. Realizar o exame físico de cada segmento corporal. Descrever e compreender as classificações NANDA, NIC e NOC, que colaboram nas etapas do processo de enfermagem. Elaborar diagnósticos de enfermagem. Selecionar resultados de enfermagem apropriados aos diagnósticos de enfermagem estabelecidos Identificar itens essenciais em uma prescrição de enfermagem. Selecionar intervenções de enfermagem Elaborar prescrição de enfermagem. Definir avaliação/evolução de enfermagem. METODOLOGIA A Disciplina Sistematização da Assistência de Enfermagem - SAE será ministrada anteriormente à Disciplina de Fundamentos do Cuidado em Enfermagem - FCE. Constará de duas etapas, uma teórica e outra prática. A etapa teórica consta de aulas teórico-práticas, com uso de filmes, leitura e discussão de artigos, elaboração e apresentação de trabalhos, elaboração e apresentação de cartilhas,. A etapa prática será desenvolvida em laboratório com simulação entre os alunos e campo clínico com desenvolvimento de entrevista, exame físico em pacientes em unidades de internação em instituições de saúde. AVALIAÇÃO ProvaTeórica 30 Prova Prática 15 Elaboração Cartilha 10 Provas parciais e relatórios de Práticas 10 Discussão estudos de casos/exames 05 complementares Avaliação Ensino Clínico 15 Entrevista no Campo 05 Apresentação Estudos de Casos Clínicos 10 TOTAL 100 A avaliação do ensino clínico será baseada nos seguintes critérios: Assiduidade, pontualidade, participação, interesse, conhecimento teórico. A tolerância máxima de chegada ao campo de ensino clínico será de 15 minutos. Cada professor será responsável pela orientação dos alunos quanto ao horário de chegada.

3 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Unidade 1: A Enfermagem e a Sistematização da Assistência Exercício profissional e o papel do enfermeiro; Teorias de enfermagem; Evolução histórica das etapas do processo de Enfermagem; Definição e implicações do Processo de Enfermagem. Unidade 2: Etapas do Processo de Enfermagem Subunidade 2.1. A fase de Coleta de Dados: entrevista, exame físico e dados laboratoriais Entrevista Estudo de sinais e sintomas/relato de queixas Avaliação nível consciência Exame físico da pele e avaliação de ferida Exame físico do crânio, face, olhos, regiões circunvizinhas e pescoço Exame físico de ouvidos, nariz e boca Verificação de pressão arterial, pulso, temperatura, peso, freqüência respiratória e estabelecimento de índice de massa corpórea; Exame físico de mamas Exame físico de tórax Exame físico de abdome e pelve Exame físico de membros Exames laboratoriais Subunidade 2.2. O processo de raciocínio clínico na formulação de diagnósticos de Enfermagem Evolução histórica, definição conceitual e operacional dos diagnósticos de enfermagem; O diagnostico enquanto processo; O diagnostico como etapa do Processo de Enfermagem; O sistema de Classificação de Diagnósticos de Enfermagem da NANDA I. Subunidade 2.3. Etapas de planejamento, implementação e avaliação da Assistência de Enfermagem A etapa de Planejamento da Assistência de Enfermagem; A implementação da Assistência de Enfermagem através de Intervenções de Enfermagem planejadas; A etapa de Avaliação de Enfermagem; Dificuldades na implementação do processo de enfermagem e da SAE; Vantagens na utilização de metodologia científica na implementação de etapas do processo de enfermagem para a SAE.

4 REFERÊNCIAS ABRAMO, L. et al. Exames diagnósticos: finalidade, procedimento, interpretação. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, Um guia de consulta rápida e prática com cerca de 500 exames complementares. É importante em todos os contextos da prática diária, pois fornece informações organizadas e fáceis de consultar. Cada verbete de exame diagnóstico inclui: informações gerais com um panorama dos aspectos mais importantes; finalidade ou indicações do exame; procedimento para a realização do exame; considerações fundamentais relativas à assistência ao cliente; resultados normais; resultados alterados e suas implicações; fatores endógenos e exógenos, que podem interferir na realização do exame ou em seus resultados. ALFARO-LEFEVRE, R. Aplicação do processo de enfermagem: Promoção do cuidado colaborativo. Porto Alegre: Artmed, A Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) promove um planejamento próprio do trabalho do profissional enfermeiro em uma resposta eficiente às necessidades do paciente, permitindo que o universo dessas respostas seja baseado em princípios científicos, dando uma maior credibilidade e autonomia ao enfermeiro na evolução das suas atividades. Este guia tem ênfase no pensamento crítico sobre as fases do processo de enfermagem para a aplicação da assistência sistematizada. ANDRIS, DA et al. Semiologia: Bases para a Prática Assistencial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, É uma revisão rápida dos elementos fundamentais de um histórico de saúde e uma explicação detalhada quanto às técnicas e os conceitos semiológicos. Possibilita que você selecione a quantidade certa de informações para qualquer situação clínica enfrentada pela enfermagem. Principais características: pranchas coloridas que ilustram em detalhes os principais pontos de referência anatômica e os estados patológicos mais comuns; diretrizes completas que abrangem a obtenção do histórico de saúde do cliente; avaliação física e interpretação dos achados nos sistemas corporais contendo, tabelas, quadros, algoritmos e ilustrações de consulta rápida; explicações sobre os principais conceitos semiológicos, destaques à técnicas semiológicas específicas que são essenciais para a obtenção dos melhores resultados durante a avaliação. Apresenta ainda, as causas típicas de sinais e sintomas contendo os alertas clínicos, identificando as situações de emergência reveladas durante a avaliação e qual a melhor maneira de intervir. BARROS, ALBL. Anamnese e exame físico. 3ª Ed.Porto Alegre: Artmed p. Examinar o paciente holisticamente continua sendo um dos principais recursos diagnósticos e nosso compromisso como profissionais de saúde. Os profissionais precisam instrumentalizar-se para a coleta de dados, aprendendo semiologia e semiotécnica, a qual é a proposta desta literatura. O texto apresenta meios para a coleta de dados mais fundamentados possibilitando raciocínios clínicos que conduzem os diagnósticos de enfermagem corretos e assistência sistematizada. BATES, B., BICKLEY, LS., SZILAGYI, RG. Propedêutica Médica. 10 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara

5 Koogan S.A p. O livro apresenta as etapas da avaliação clínica nos diversos segmentos, contribuindo para o aprendizado na prática, como também para o desenvolvimento do raciocínio clínico mediante a avaliação realizada, com base nos problemas identificados no decorrer da consulta. BORGES, E. et al. Feridas: como tratar. Belo Horizonte: Coopmed A obra tem por objetivo condensar, agrupar e aproximar os diferentes saberes necessários para cuidar do portador de ferida aguda e crônica. No processo de discussão dos tópicos norteadores deste livro, destacam-se a evolução da cicatrização; fatores intervenientes no processo de cicatrização; avaliação da pessoa portadora de ferida e tratamento empregado aos pacientes portadores de ferida. BORK, AMT. Enfermagem baseada em evidências. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p. O livro oferece ao enfermeiro um conjunto de informações criticamente analisadas e avaliadas, que auxiliam o profissional a identificar e utilizar as evidências científicas, para a solução de situações clínicas do cotidiano. Considera-se ainda, que essa literatura é um estímulo à busca constante de evidências para as mais variadas praticas exercidas pelo enfermeiro, quer seja na assistência direta a pacientes, na educação de profissionais ou na liderança de organizações. BULECHECK, GM., BUTCHER HK., DOCTERMAN JM. NIC: Classificação das intervenções de Enfermagem. Rio de Janeiro: Elsevier, A NIC captura as intervenções realizadas por todos os enfermeiros. As intervenções incluídas na NIC pretendem ser clinicamente úteis, uma vez que as intervenções abrangem uma grande variedade das práticas de enfermagem. Muitas das intervenções requerem treinamentos especializados, e algumas não podem ser realizadas sem uma certificação apropriada. Outras intervenções descrevem medidas de higiene básica e conforto que, em alguns casos, podem ser delegadas a assistentes, mas que, mesmo assim, ainda precisam ser planejadas e avaliadas por enfermeiros. CARPENITO, LJ. Manual de diagnósticos de enfermagem. 13 ed. Porto Alegre: Artmed p. Descreve os Diagnósticos de Enfermagem fazendo considerações as intervenções NIC e aos resultados - NOC auxiliando na elaboração do planejamento do cuidado de enfermagem. Além disso, o estudo do diagnóstico de enfermagem proporciona uma estrutura de organização da enfermagem como ciência, sendo necessário que o enfermeiro aplique com responsabilidade, redigindo o diagnóstico, tratando-o ou encaminhando-o, de maneira apropriada. CASTILHO, NC., RIBEIRO, PC., CHIRELLI, MQ. A implementação da sistematização da assistência de enfermagem no serviço de saúde hospitalar do Brasil. Texto Contexto Enferm, 2009; 18(2): Trata-se de uma pesquisa bibliográfica que objetivou analisar como tem ocorrido a implantação da Sistematização da Assistência de Enfermagem no serviço de saúde hospitalar do Brasil no período de 1986 a Implantar a sistematização é organizar o cuidado a partir da adoção de um método sistemático, proporcionando ao enfermeiro a (re)definição da sua ação. Dependendo da escolha do referencial teórico de gestão e das estratégias utilizadas, isso se reflete sobre as condições de trabalho e o modo de agir, havendo interferência no processo de implantação. BRASIL. Conselho Federal de Enfermagem. Resolução n 358/2009 Dispõe sobre a sistematização da assistência de enfermagem e a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes

6 públicos ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de Enfermagem e dá outras providências. Legislação e Normas COFEN, Brasília 15 de outubro de Resolução n 429/2012 Dispõe sobre o registro das ações profissionais no prontuário do paciente, e em outros documentos próprios de enfermagem, independente do meio de suporte tradicional ou eletrônico. DOU n 110, de 8 de junho de 2012, página 288 Seção 1. DOENGES, ME., MOORHOUSE, MF., MURR, AC. Diagnósticos de enfermagem: intervenções, prioridades, fundamentos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, Este livro tem como propósito ajudar aos profissionais a identificar as intervenções comumente associadas aos diagnósticos específicos de enfermagem proposto pela NANDA Internacional (North American Nursing Diagnosis Association). Sabe-se que as intervenções correspondem às atividades necessárias à implementação e ao registro da assistência prestada a cada paciente, e podem ser utilizadas em diversos contextos, desde cuidados em situações de emergência até ações de cuidados domiciliares. FIGUEIREDO, NMA. Tratado Prático de enfermagem. São Caetano do Sul, SP: Yendis Editora, p. Nos primeiros capítulos aborda revisões de anatomia e fisiologia humana, cujo texto faz uma abordagem direta e objetiva no intuito de relembrar e destacar alguns pontos importantes do corpo humano e de seu funcionamento. Adiante apresenta cada sistema de forma detalhada, incluindo principais doenças, sinais e sintomas, tratamento e assistência de enfermagem, destacando o processo de cuidar e incluindo estratégias e instrumentos necessários para desenvolvê-lo. Algumas especialidades como pediatria, centro cirúrgico e saúde pública também foram abordadas por serem consideradas de fundamental importância para o amadurecimento profissional. A administração de medicamento completa a obra, com exercícios práticos de grande utilidade para o dia a dia profissional. GAIDZINSKI, RR. et al. Diagnóstico de Enfermagem na Prática Clínica. Porto Alegre: Artmed Os capítulos deste livro traduzem diferentes leituras que os enfermeiros fazem da realidade e a forma como resgatam os conhecimentos advindos da prática vivida e da pesquisa sobre o processo de enfermagem. Constituído de 11 capítulos, que apresentam uma atualização sobre o processo de enfermagem diante dos avanços das classificações em enfermagem e do crescente reconhecimento da importância do raciocínio clínico em sua prática. Aborda revisões de enfermagem sobre locais onde os diagnósticos de enfermagem foram implementados; enfoca dimensionamento de pessoal e a educação continuada como facilitadores do planejamento e da avaliação do quantitativo e qualitativo de profissionais de enfermagem; relata a experiência de um enfermeiro no processo de implantação da SAE; apresenta as divisões de enfermagem; aborda sistemas eletrônicos de informação em saúde e discorre três pesquisas desenvolvidas no Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (HU- USP) para avaliar o impacto da implementação da classificação de diagnósticos de enfermagem na prática clínica de enfermeiros. HORTA, WA. Processo de Enfermagem. São Paulo: EDUSP, p O livro reúne artigos sobre o processo de enfermagem com o objetivo de fornecer ao enfermeiro subsídio teórico para o desenvolvimento na pratica clínica da implantação e implementação das

7 etapas do processo de enfermagem. COLEGIADO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM JARVIS, C. Exame físico e avaliação de saúde. 6 ed. Rio de Janeiro: Elsevier p. É um guia de bolso para quem estudou exame físico e deseja uma fonte de consulta rápida durante o exercício da prática clínica. Contém pontos essenciais: princípios da anamnese, etapas do exame clínico para cada sistema, achados normais e alterados e avaliação neurológica. McEWEN M., WILLS EM. Bases teóricas para Enfermagem. Porto Alegre: Artmed p Apresenta descrições claras e concisas, abrangendo desde a história das teorias de enfermagem até sua aplicação na prática clínica. MOORHEAD S., JOHNSON M., MAASM. Classificação dos resultados de Enfermagem (NOC). Porto Alegre: Artmed, p. Padroniza o nome e as definições de resultados para uso na pratica clínica, na educação e na pesquisa. Cada resultado inclui um título, uma definição, um conjunto de indicadores que descrevem estados, percepções ou comportamentos específicos relacionados com um resultado, escala de medidas de Likert com cinco pontos e referências selecionadas para serem utilizadas no desenvolvimento de resultados. Os resultados auxiliam os enfermeiros a avaliarem e quantificarem o estado de saúde do paciente. HERDMAN, TH; KAMITSURU, S. Diagnósticos de enfermagem da NANDA: definições e classificações Porto Alegre: Artmed, p. O livro apresenta diagnósticos de enfermagem: precisão, aplicabilidade nos diversos cenários e normas de submissão de diagnósticos de enfermagem. Revela ainda, como usar e aplicar os diagnósticos de enfermagem na educação de enfermeiros, na informatização da enfermagem, em pesquisas e na administração de enfermagem. São informações que introduzem de forma rápida a importância dos diagnósticos em cada uma dessas áreas essenciais na profissão do enfermeiro. PORTO, CC. Semiologia médica. 7ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan p. Aborda os aspectos semiológicos detalhadamente de cada sistema do organismo humano, contemplando anatomia, fisiologia, exame clínico, exames complementares e doenças relacionadas. POTTER, P. Semiologia em Enfermagem. Rio de janeiro: Reichmann & Affonso Ed p. A literatura tem como propósito ajudar o estudante a direcionar o exame físico e avaliar as condições de saúde em qualquer contexto clínico. Para isso, enfoca um sistema orgânico especifico ou completo, em que aborda a descrição da preparação do cliente e do material necessário, avaliação por etapa dos sistemas corporais, revisão dos achados normais e dos desvios da normalidade em adultos, listagem dos diagnósticos de enfermagem, considerações gerontológicas e pediátricas especiais, considerações em termos de orientação do paciente, além de considerações de delegação, esclarecendo o papel adequado dos auxiliares de enfermagem na avaliação de saúde. SILVA, RS., SANTOS, MHER. Sistematização da Assistência de Enfermagem como estratégia para autonomia do enfermeiro. Revista Nursing. 2009; 12(136): O artigo tem como propósito identificar e analisar a autonomia profissional escolhida pelo enfermeiro, com base na assistência sistematizada. A Sistematização da Assistência de Enfermagem

8 tem como objetivo realizar um planejamento próprio a transformar o trabalho do profissional enfermeiro em uma resposta eficiente às necessidades do paciente, permitindo que o universo dessas respostas seja baseado em princípios científicos, dando uma maior credibilidade e autonomia ao enfermeiro na evolução das suas atividades. O texto valoriza a autonomia do profissional de enfermagem afirmando que, ela só será adquirida no momento em que toda a classe passe a utilizar a metodologia cientifica em suas ações por meio da aplicação sistemática do processo de enfermagem. SILVA, E R R., LUCENA, AF. Diagnósticos de Enfermagem com Base em Sinais e Sintomas. Artmed p. Diagnosticar é identificar, comparar sinais e sintomas e seus fatores de risco e considerar diversas possibilidades diagnósticas durante a avaliação clínica dos pacientes. Esta obra é composta por 17 capítulos elaborados com rigor científico detalhadamente planejado. Os capítulos apresentam desde conceitos e idéias sobre o pensamento crítico e raciocínio diagnóstico, processo de enfermagem, exame clínico, sistemas de classificação e testes diagnósticos no contexto da enfermagem. Além disso, aborda definições e a fisiopatologia dos principais sinais e sintomas encontrados pelo enfermeiro na avaliação de um paciente, considerando as alterações possíveis nos diferentes sistemas do organismo humano. SILVA, CR L., SILVA, CL., SANTIAGO, LC. Semiologia em Enfermagem. Roca p. A realização do exame físico é uma questão essencial no cotidiano da pratica assistencial do enfermeiro, independente dos níveis de complexidade e das diferentes manifestações clínicas eventualmente apresentadas pelo cliente. A literatura tem como objetivo levar a compreensão da execução das manobras de inspeção, palpação, percussão e ausculta, que levam o enfermeiro a ganho de autonomia para os momentos em que interage com o cliente, aumentando, portanto, seu poder de resolução diante de agravos do quadro de saúde de seu cliente. TANNURE, MC; PINHEIRO, AM. SAE: Sistematização da Assistência de Enfermagem. Guia prático. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan p. O livro aborda a utilização de ferramentas administrativas, a informatização e educação em serviço - consideradas estratégicas no auxílio à implantação do processo de enfermagem e a Classificação Internacional das Práticas de Enfermagem (CIPE) no âmbito da saúde coletiva. VELLOSO, SM. Semiologia do estado mental. In: LÓPEZ, M., LAURENTYS, J. Semiologia Médica. As bases do diagnóstico clínico. RJ: Revinter p. Capítulo aborda a avaliação do estado mental de um paciente. O exame mental não se diferencia de um exame geral: os componentes físicos e mentais estão profundamente interligados. Muitas vezes o desencadear, o agravamento ou o prolongamento de uma doença física são motivados por fatores psicológicos que, frequentemente, passam despercebidos. O texto apresenta como compreender o paciente e a sua doença, considerando os fatores mentais pertinentes à enfermidade, traçando um perfil psicológico para no mínimo não ser conduzido ao mesmo erro que incorrerá o enfermeiro se não considerar achados físicos de um quadro.

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA 1/5 PROGRAMA DE DISCIPLINA DISCIPLINA: SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM CÓDIGO: ENB056 CARGA HORÁRIA TEÓRICA 60H CARGA HORÁRIA PRÁTICA 75H CRÉDITOS 9 VERSÃO CURRICULAR: 2010/2 PERÍODO: 4º DEPTO:

Leia mais

EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM 5º PERÍODO

EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM 5º PERÍODO EMENTÁRIO E E COMPLR DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM 5º PERÍODO ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM À SAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO Assistência de Enfermagem sistematizada a clientes adultos e idosos em

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA, ESTÁGIO OU TRABALHO DE GRADUAÇÃO-2016/1

PROGRAMA DE DISCIPLINA, ESTÁGIO OU TRABALHO DE GRADUAÇÃO-2016/1 PROGRAMA DE DISCIPLINA, ESTÁGIO OU TRABALHO DE GRADUAÇÃO-2016/1 CAMPUS: CURSO: ENFERMAGEM E OBSTRETÍCIA HABILITAÇÃO: OPÇÃO: DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: ENFERMAGEM IDENTIFICAÇÃO: 26 CÓDIGO DISCIPLINA OU ESTÁGIO

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS PARA PROVIMENTO DE CARGOS DA CARREIRA DE PROFESSOR DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS - UNIMONTES O Reitor da Universidade Estadual de Montes

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA. DISCIPLINA: Tópicos em Enfermagem V Enfermagem em Cuidados Intensivos CÓDIGO: EFM069 COORDENADOR:

PROGRAMA DE DISCIPLINA. DISCIPLINA: Tópicos em Enfermagem V Enfermagem em Cuidados Intensivos CÓDIGO: EFM069 COORDENADOR: PROGRAMA DE DISCIPLINA DISCIPLINA: Tópicos em Enfermagem V Enfermagem em Cuidados Intensivos CÓDIGO: EFM069 COORDENADOR: CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA CRÉDITOS INÍCIO TÉRMINO TEÓRICA PRÁTICA 45 15 04 VERSÃO

Leia mais

Componente Curricular: METODOLOGIA DO PROCESSO DE CUIDAR III PLANO DE CURSO

Componente Curricular: METODOLOGIA DO PROCESSO DE CUIDAR III PLANO DE CURSO CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: METODOLOGIA DO PROCESSO DE CUIDAR III Código: ENF 205 Pré-requisito: ENF-

Leia mais

DIAGNÓSTICOS DA NANDA CONFORME AS NECESSIDADES HUMANAS BÁSICAS DE WANDA HORTA NAS PRÁTICAS DE CAMPO DOS GRADUANDOS EM ENFERMAGEM

DIAGNÓSTICOS DA NANDA CONFORME AS NECESSIDADES HUMANAS BÁSICAS DE WANDA HORTA NAS PRÁTICAS DE CAMPO DOS GRADUANDOS EM ENFERMAGEM DIAGNÓSTICOS DA NANDA CONFORME AS NECESSIDADES HUMANAS BÁSICAS DE WANDA HORTA NAS PRÁTICAS DE CAMPO DOS GRADUANDOS EM ENFERMAGEM Iaskara Mazer 1 Ana Paula Modesto 2 Janaina Vall 3 Introdução: É dever do

Leia mais

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM SAE CIPE. Conselheira - Elizimara Ferreira Siqueira

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM SAE CIPE. Conselheira - Elizimara Ferreira Siqueira apresentam SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM SAE CIPE Conselheira - Elizimara Ferreira Siqueira AFINAL... SAE CONSULTA DE ENFERMAGEM PROCESSO DE ENFERMAGEM PERIGOS PARA A PROFISSÃO TAREFISMO

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA VERSÃO CURRICULAR: 2014/2 PERÍODO: 5º DEPARTAMENTO: ENB

PROGRAMA DE DISCIPLINA VERSÃO CURRICULAR: 2014/2 PERÍODO: 5º DEPARTAMENTO: ENB PROGRAMA DE DISCIPLINA DISCIPLINA: Fundamentos do Cuidado de Enfermagem CÓDIGO: ENB040 COORDENADOR: CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA CRÉDITOS INÍCIO TÉRMINO TEÓRICA PRÁTICA 45 105 10 VERSÃO CURRICULAR: 2014/2

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO FACULDADE DE ENFERMAGEM PROGRAMA DE DISCIPLINA. CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 60 horas

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO FACULDADE DE ENFERMAGEM PROGRAMA DE DISCIPLINA. CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 60 horas SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO FACULDADE DE ENFERMAGEM PROGRAMA DE DISCIPLINA DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ENFERMAGEM GRADE: RESOLUÇÃO CEPEC Nº 831 MATRIZ CURRICULAR: BACHARELADO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, SAÚDE E TECNOLOGIA - IMPERATRIZ. CURSO DE ENFERMAGEM PLANO DE ENSINO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, SAÚDE E TECNOLOGIA - IMPERATRIZ. CURSO DE ENFERMAGEM PLANO DE ENSINO UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, SAÚDE E TECNOLOGIA - IMPERATRIZ. CURSO DE ENFERMAGEM PLANO DE ENSINO DISICIPLINA SEMIOLOGIA Período 3º PROFESSOR (a) Elisângela Milhomem dos

Leia mais

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRÍCULO

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRÍCULO FACULDADES INTEGRADAS TERESA D ÁVILA LORENA - SP Curso ENFERMAGEM Disciplina: ADMINSTRAÇÃO Ano letivo 2011 Série: 3ª Carga Horária:72h/aula Teoria: 72h/aula sem/semestral Professor(a) Claudia Lysia de

Leia mais

Currículo Disciplina Carga Horária. Aspectos Éticos e Bioéticos na Assistência de Enfermagem ao Paciente Grave ou de Risco

Currículo Disciplina Carga Horária. Aspectos Éticos e Bioéticos na Assistência de Enfermagem ao Paciente Grave ou de Risco Currículo Disciplina Carga Horária Aspectos Éticos e Bioéticos na Assistência de Enfermagem ao Paciente Grave ou de Risco Assistência de Enfermagem a Criança a ao Adolescente Grave ou de Risco Estágio

Leia mais

EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM DISCIPLINAS OPTATIVAS

EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM DISCIPLINAS OPTATIVAS EMENTÁRIO E E COMPLR DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM DISCIPLINAS OPTATIVAS ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DE EXAMES COMPLRES DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA Estudo das indicações e limitações dos métodos

Leia mais

PROCESSO DE ENFERMAGEM E A ATUAÇÃO DO TÉCNICO / AUXILIAR DE ENFERMAGEM

PROCESSO DE ENFERMAGEM E A ATUAÇÃO DO TÉCNICO / AUXILIAR DE ENFERMAGEM HOSPITAL DE CLÍNICAS FILIAL EBSERH PROCESSO DE ENFERMAGEM E A ATUAÇÃO DO TÉCNICO / AUXILIAR DE ENFERMAGEM Divisão de Enfermagem Serviço de Educação em Enfermagem Enf.ª Ma. Aldenôra Laísa P. Carvalho Cordeiro

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS Unidade: Faculdade de Ciências da Saúde do Trairi - FACISA Endereço: Rua Vila Trairi, s/n, Centro, Santa

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DA DISCIPLINA 1 o.semestre de 2013

PROGRAMAÇÃO DA DISCIPLINA 1 o.semestre de 2013 PROGRAMAÇÃO DA DISCIPLINA 1 o.semestre de 2013 DISCIPLINA: Administração em Enfermagem Hospitalar COORDENADOR: Profa. Dra. Maria Lucia Alves de Sousa Costa CARGA HORÁRIA: 60 horas teóricas SEMESTRE: 7

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CAMPUS JATAÍ CURSO DE ENFERMAGEM

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CAMPUS JATAÍ CURSO DE ENFERMAGEM 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CAMPUS JATAÍ CURSO DE ENFERMAGEM 1 - DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: Unidade: Campus Jataí - UFG Curso: Enfermagem Disciplina: Enfermagem pediátrica e neonatológica I Código: 8282

Leia mais

Especialização em Enfermagem em Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Central de Material Esterilizado

Especialização em Enfermagem em Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Central de Material Esterilizado Especialização em Enfermagem em Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Central de Material Esterilizado Apresentação CAMPUS STIEP Inscrições em Breve Turma 08 --> A evolução na arte de exercer a enfermagem

Leia mais

2ª feira 3ª feira 4ª feira 5ª feira 6ª feira

2ª feira 3ª feira 4ª feira 5ª feira 6ª feira Página 1 de 6 PROGRAMAÇÃO DAS ATIVIDADES DE CLÍNICA MÉDICA 1 (CLM 1) - ALUNOS 2017-1 Coordenadora: Claudia Alves Couto, clalcouto@gmail.com Vice- coordenadora: Rosa Weiss Teles, rwtelles@uol.com.br ORIENTAÇÕES

Leia mais

FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE

FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE PLANO DE CURSO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Curso: Bacharelado em Enfermagem Disciplina: Semiologia e Semiotécnica II Professores: Fabiano Mendes de Menezes e Lívia Fernanda Ferreira Deodato. e-mail: fmmenezes_2@yahoo.com.br

Leia mais

Enfermagem em Emergência e UTI (JEQUIÉ)

Enfermagem em Emergência e UTI (JEQUIÉ) Enfermagem em Emergência e UTI (JEQUIÉ) Apresentação Inscrições abertas Objetivos Geral Habilitar o profissional de Enfermagem para o Atendimento e Desenvolvimento de ações de específicas em Emergência

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC Profª Nair Luccas Ribeiro Código: 156 Município: Teodoro Sampaio Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnico em Administração

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico CETEC. Plano de Trabalho Docente Qualificação: Técnico de Enfermagem

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico CETEC. Plano de Trabalho Docente Qualificação: Técnico de Enfermagem Plano de Trabalho Docente 2013 ETE Paulino Botelho Ensino Técnico Código: 091 Município:São Carlos Eixo Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança Habilitação Profissional: Técnico de Enfermagem Qualificação:

Leia mais

EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM 7º PERÍODO

EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM 7º PERÍODO EMENTÁRIO E E COMPLR DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM 7º PERÍODO ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM À SAÚDE DA MULHER Principais distúrbios fisiopatológicos e a atuação da Enfermagem na assistência integral

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Etec Ensino Técnico ETEC PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: Tupã Eixo tecnológico: AMBIENTE e SAÚDE Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL Autarquia Federal - Lei nº 5.905/73

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL Autarquia Federal - Lei nº 5.905/73 Homologado na 401ª ROP, de 18/02/2016 CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL Câmara Técnica de Saúde e Atenção Básica Câmara Técnica de Urgência e Emergência PARECER TÉCNICO Nº 05/2016 Análise

Leia mais

Especialização em Enfermagem em Emergência - NOVO

Especialização em Enfermagem em Emergência - NOVO Especialização em Enfermagem em Emergência - NOVO Apresentação Previsão de Início - Agosto Inscrições em Breve - Turma 01 - Campus Stiep A Pós-Graduação em Enfermagem em Emergência surge para atender a

Leia mais

EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM 4º PERÍODO

EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM 4º PERÍODO EMENTÁRIO E E COMPLR DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM 4º PERÍODO ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM Administração do processo de trabalho e da assistência de Enfermagem em instituições hospitalares

Leia mais

EDITAL 45/2015 ÁREA I ENFERMAGEM GERAL E ESPECIALIZADA

EDITAL 45/2015 ÁREA I ENFERMAGEM GERAL E ESPECIALIZADA EDITAL 45/2015 ÁREA I ENFERMAGEM GERAL E ESPECIALIZADA TEMAS 1- Sistematização da Assistência de Enfermagem 2- Ações de Enfermagem no Controle de Infecção Hospitalar 3- Políticas Públicas de Saúde no Brasil

Leia mais

ANEXO 4 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE ESCOLA DE MEDICINA E CIRURGIA

ANEXO 4 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE ESCOLA DE MEDICINA E CIRURGIA PROGRAMA DE DISCIPLINA CURSO: MEDICINA DEPARTAMENTO: DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS DISCIPLINA: FARMACOLOGIA I CARGA HORÁRIA: 60 HORAS CRÉDITOS: 03 CÓDIGO: SCF00019 PROFESSOR: PRÉ-REQUISITOS: FISIOLOGIA

Leia mais

CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado plea Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO

CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado plea Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado plea Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 Componente Curricular: Semiologia Fisioterapêutica Código: Fisio 207 Pré-requisito: Cinesiologia e Biomecânica

Leia mais

Ensino Público de Qualidade que faz a Diferença! Ensino Fundamental, Médio e Profissional.

Ensino Público de Qualidade que faz a Diferença! Ensino Fundamental, Médio e Profissional. Ensino Público de Qualidade que faz a Diferença! Ensino Fundamental, Médio e Profissional. Avenida das Acácias, 60, Jardim Pérola D Oeste, 85012-130 Telefone: (42) 3623 3394 / 36235954 Guarapuava / NRE:

Leia mais

FAMERV Faculdade de Medicina de Rio Verde Fazenda Fontes do Saber. Fone: (64) Campus Universitário. (64) Rio Verde - Goiás

FAMERV Faculdade de Medicina de Rio Verde Fazenda Fontes do Saber. Fone: (64) Campus Universitário. (64) Rio Verde - Goiás FAMERV Faculdade de Medicina de Rio Verde Fazenda Fontes do Saber Fone: (64) 3611-2235 Campus Universitário (64)3611-2200 Rio Verde - Goiás e-mail: medicina@fesurv.br PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina:

Leia mais

MED 1110 Unidade II- Bases Fisiopatológicas e Propedêutica da Maturidade e de Envelhecimento I Eixo temático: Semiologia

MED 1110 Unidade II- Bases Fisiopatológicas e Propedêutica da Maturidade e de Envelhecimento I Eixo temático: Semiologia MED 1110 Unidade II- Bases Fisiopatológicas e Propedêutica da Maturidade e de Envelhecimento I Eixo temático: Semiologia CONTEÚDO Estudo da semiotécnica da anamnese, do exame físico geral, cardiovascular,

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão Curso: ENFERMAGEM SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Missão Formar Enfermeiros qualificados para atuar em todos os níveis de complexidade da assistência ao ser humano em sua integralidade, no contexto do Sistema

Leia mais

RESOLUÇÃO N.º 455/2012

RESOLUÇÃO N.º 455/2012 MEC - UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA RESOLUÇÃO N.º 455/2012 EMENTA: Estabelece o Currículo do Curso de Graduação em, Grau: Bacharelado, sediado no Pólo Universitário de Rio

Leia mais

FACULDADE VERDE NORTE - FAVENORTE

FACULDADE VERDE NORTE - FAVENORTE ESTRUTURA CURRICULAR DE ENFERMAGEM 1º PERÍODO INTRODUÇÃO À ENFERMAGEM 40 00 40 33:20 ANTROPOLOGIA/SOCIOLOGIA 80 00 80 66:40 FUNDAMENTOS DA SAÚDE 60 00 60 50:00 PÚBLICA SAÚDE PÚBLICA PESP I METODOLOGIA

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec:Paulino Botelho Código: 091 Município: SÃO CARLOS Eixo Tecnológico: AMBIENTE E SAÚDE Habilitação Profissional: TÉCNICO EM ENFERMAGEM Qualificação:TÉCNICO

Leia mais

Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ATENÇÃO À SAÚDE DO IDOSO PLANO DE CURSO

Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ATENÇÃO À SAÚDE DO IDOSO PLANO DE CURSO CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ATENÇÃO À SAÚDE DO IDOSO Código: ENF-220 Pré-requisito: - ENF

Leia mais

CURSO: ENFERMAGEM EMENTAS º PERÍODO

CURSO: ENFERMAGEM EMENTAS º PERÍODO CURSO: ENFERMAGEM EMENTAS - 2016.1 1º PERÍODO DISCIPLINA: ANATOMIA DO SISTEMA LOCOMOTOR Terminologia Anatômica. Sistema Esquelético. Sistema Articular. Sistema Muscular. DISCIPLINA: SISTEMAS BIOLÓGICOS

Leia mais

Programa Analítico de Disciplina EFG383 Gerência em Enfermagem II

Programa Analítico de Disciplina EFG383 Gerência em Enfermagem II 0 Programa Analítico de Disciplina Departamento de Medicina e Enfermagem - Centro de Ciências Biológicas e da Saúde Número de créditos: 8 Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 15 Carga horária semanal

Leia mais

A enfermagem deve privilegiar suas ações específicas/próprias junto ao cliente e atuar como parceira dos demais profissionais, NÃO APENAS como

A enfermagem deve privilegiar suas ações específicas/próprias junto ao cliente e atuar como parceira dos demais profissionais, NÃO APENAS como Prof. Roberto Albuquerque VI JONAFES/2010 A enfermagem deve privilegiar suas ações específicas/próprias junto ao cliente e atuar como parceira dos demais profissionais, NÃO APENAS como suporte de ações

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio

Ensino Técnico Integrado ao Médio Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL Plano de Trabalho Docente 2015 ETEC de Mairiporã Código: 271 Município: Mairiporã EE: Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional:

Leia mais

COORDENAÇÃO GERAL DAS CÂMARAS TÉCNICAS CÂMARA TÉCNICA DE GESTÃO E ASSISTÊNCIA EM ENFERMAGEM - CTGAE

COORDENAÇÃO GERAL DAS CÂMARAS TÉCNICAS CÂMARA TÉCNICA DE GESTÃO E ASSISTÊNCIA EM ENFERMAGEM - CTGAE COORDENAÇÃO GERAL DAS CÂMARAS TÉCNICAS CÂMARA TÉCNICA DE GESTÃO E ASSISTÊNCIA EM ENFERMAGEM - CTGAE PAD nº 902/2015 Parecer CTGAE nº EMENTA: Competência do enfermeiro para a realização de suturas em situações

Leia mais

CURSO: ENFERMAGEM Missão Objetivo Geral Objetivos Específicos

CURSO: ENFERMAGEM Missão Objetivo Geral Objetivos Específicos CURSO: ENFERMAGEM Missão Formar para atuar em Enfermeiros qualificados todos os níveis de complexidade da assistência ao ser humano em sua integralidade, no contexto do Sistema Único de Saúde e do sistema

Leia mais

PROGRAMA DA DISCIPLINA EMENTA OBJETIVOS

PROGRAMA DA DISCIPLINA EMENTA OBJETIVOS UPE Campus Petrolina PROGRAMA DA DISCIPLINA Curso: Enfermagem Disciplina: Semiologia e Semiotécnica de Enfermagem Carga Horária: 150h Teórica: 90h Prática: 60h Semestre: 2013.1 Período: 4º Professor: Lusineide

Leia mais

Introdução controle manual pelo coordenador da disciplina: abordagem conceitual: jogos lúdicos:

Introdução controle manual pelo coordenador da disciplina: abordagem conceitual: jogos lúdicos: 1 Introdução Desde a última década, uma nova forma de ensino na área administrativa tem chamado a atenção por seu espírito inovador, pela forma dinâmica de seu aprendizado e pela criatividade estimulada

Leia mais

Semiologia e Semiotécnia em Enfermagem I. Aula 1 - Apresentação da Disciplina

Semiologia e Semiotécnia em Enfermagem I. Aula 1 - Apresentação da Disciplina Semiologia e Semiotécnia em Enfermagem I Aula 1 - Apresentação da Disciplina 1) Prof. Ricardo Mattos Módulo Teórico / Prático - Mestrando em Saúde da Família 2) Prof. Sérgio Antônio Visitas técnicas -

Leia mais

FACULDADE SANTA TEREZINHA - CEST COORDENAÇÃO DO CURSO DE NUTRIÇÃO PLANO DE ESTÁGIO

FACULDADE SANTA TEREZINHA - CEST COORDENAÇÃO DO CURSO DE NUTRIÇÃO PLANO DE ESTÁGIO FACULDADE SANTA TEREZINHA - CEST COORDENAÇÃO DO CURSO DE NUTRIÇÃO PLANO DE ESTÁGIO 2013.1 DADOS DO ESTÁGIO CÓDIGO ÁREA CARGA HORÁRIA PERÍODO HORÁRIO Nutrição Social 230h 7 7h30 às 12h30 SUPERVISOR(A) Eliete

Leia mais

Aula- 7 Classificação de Resultados de Enfermagem (NOC) Profª Tatiani

Aula- 7 Classificação de Resultados de Enfermagem (NOC) Profª Tatiani Aula- 7 Classificação de Resultados de Enfermagem (NOC) Profª Tatiani Sistema de Classificação de Resultados de Enfermagem (NOC) Um resultado se define como......a criação de diversos instrumentos de avaliação,

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec: DR. JOSÉ LUIZ VIANA COUTINHO Código: 073 Município: JALES/ SP Eixo Tecnológico: GESTÃO E NEGÓCIOS Habilitação Profissional: HABILITAÇÃO PROFISSIONAL

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 ETEC PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Ensino Técnico Código: 136 Município: TUPÃ Eixo Tecnológico: AMBIENTE E SAÚDE Habilitação Profissional: Qualificação Técnica de Nível Médio

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Decanato Acadêmico

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Decanato Acadêmico Unidade Universitária: Escola de Engenharia Curso: Licenciatura em Química Núcleo Temático: Químico Pedagógico Disciplina: Conteúdo e Metodologia do Ensino de Química I Código da Disciplina: 06013201 Professor(es):

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CAMPUS JATAÍ

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CAMPUS JATAÍ UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CAMPUS JATAÍ COORDENAÇÃO DE ENFERMAGEM 1 -DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Curso: Enfermagem Departamento/Setor: Enfermagem Disciplina: Administração I Código Ano:2012 Distribuição

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

Universidade Anhanguera-Uniderp Pró-Reitoria de Graduação. Curso: PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

Universidade Anhanguera-Uniderp Pró-Reitoria de Graduação. Curso: PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM Universidade Anhanguera-Uniderp Pró-Reitoria de Graduação Curso: PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM Disciplina ou Módulo: Habilidades Específicas VII- Laboratório TP TTP VII- Clinica do adulto. Série/Semestre:

Leia mais

Ementas das Disciplinas do Curso Superior de Tecnologia em Estética e Cosmética

Ementas das Disciplinas do Curso Superior de Tecnologia em Estética e Cosmética Ementas das Disciplinas do Curso Superior de Tecnologia em Estética e Cosmética 1º SEMESTRE 802310 - ANATOMOFISIOLOGIA APLICADA À ESTÉTICA Ementa: Estudo de conhecimentos de anatomia integrados à fisiologia

Leia mais

Roteiro para elaboração e apresentação de estudos de casos clínicos

Roteiro para elaboração e apresentação de estudos de casos clínicos Roteiro para elaboração e apresentação de estudos de casos clínicos Caros estudantes, Apresentamos a seguir um roteiro que tem o objetivo de ajudá-los a se preparar para a elaboração, apresentação e discussão

Leia mais

SERVIÇO DE ATENÇÃO AO PORTADOR DE OBESIDADE GRAVE

SERVIÇO DE ATENÇÃO AO PORTADOR DE OBESIDADE GRAVE Procedimento Operacional Padrão (POP) SERVIÇO DE PSICOLOGIA POP nº 04 PSI/HU Hospital Universitário Prof. Polydoro Ernani de São Thiago da Universidade Federal de Santa Catarina SERVIÇO DE ATENÇÃO AO PORTADOR

Leia mais

PLANO DE CURSO. Código: FIS09 Carga Horária: 60 Créditos: 03 Pré-requisito: Período: IV Ano:

PLANO DE CURSO. Código: FIS09 Carga Horária: 60 Créditos: 03 Pré-requisito: Período: IV Ano: PLANO DE CURSO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Curso: Licenciatura em Educação Física Disciplina: Educação Física na Infância Professor: Gilson Pereira Souza E-mail: professorgilsonpereira@gmail.com Código:

Leia mais

Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências

Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências O Presidente da República, usando das atribuições que lhe confere o Art. 81, item

Leia mais

Art. 2º - As instituições e serviços de saúde incluirão a atividade de Enfermagem no seu planejamento e programação.

Art. 2º - As instituições e serviços de saúde incluirão a atividade de Enfermagem no seu planejamento e programação. 1 Decreto Nº 94.406/87 Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências. O Presidente da República, usando das atribuições que lhe

Leia mais

PERSPECTIVAS FUTURAS DA TAXONOMIA II DA NANDA INTERNACIONAL E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO, ASSISTÊNCIA E PESQUISA 1

PERSPECTIVAS FUTURAS DA TAXONOMIA II DA NANDA INTERNACIONAL E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO, ASSISTÊNCIA E PESQUISA 1 PERSPECTIVAS FUTURAS DA TAXONOMIA II DA NANDA INTERNACIONAL E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO, ASSISTÊNCIA E PESQUISA 1 OLIVEIRA, Luciana Griebeler 2 ; OLIVEIRA, Stefanie Griebeler 3 ; GARCIA, Raquel Pötter

Leia mais

PLANO DE ENSINO Ensino Superior

PLANO DE ENSINO Ensino Superior PLANO DE ENSINO Ensino Superior DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Nome do COMPONENTE CURRICULAR : Anatomia Topográfica dos Animais Domésticos II Curso: Curso de Medicina Veterinária Período: 2013.2. Carga

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: Prof. Massuyuki Kawano Código: 136 Município:Tupã Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA. Projeto Integrado Multidisciplinar VII e

UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA. Projeto Integrado Multidisciplinar VII e UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar VII e VIII Manual de orientações - PIM Cursos superiores de Tecnologia em: Recursos Humanos 1. Introdução Os Projetos

Leia mais

CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO

CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 Componente Curricular: Fisioterapia em Neonatologia Código: Fisio 223 Pré-requisito: Desenvolvimento Humano

Leia mais

Componente Curricular: ENFERMAGEM NO CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR PLANO DE CURSO. Permitir ao aluno desenvolver as seguintes habilidades:

Componente Curricular: ENFERMAGEM NO CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR PLANO DE CURSO. Permitir ao aluno desenvolver as seguintes habilidades: CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: ENFERMAGEM NO CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR Código: ENF-219 Pré-requisito:

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Diário da República, 1.ª série N.º 25 5 de fevereiro de Portaria n.º 53/2013

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Diário da República, 1.ª série N.º 25 5 de fevereiro de Portaria n.º 53/2013 703 Diário da República, 1.ª série N.º 25 5 de fevereiro de 2013 Captação de Vale de Gaios Captação de Campo de Besteiros MINISTÉRIO DA SAÚDE Portaria n.º 53/2013 de 5 de fevereiro Captação de Covelo Considerando

Leia mais

CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado plea Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO

CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado plea Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado plea Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 Componente Curricular: Fisiologia Humana Código: Fisio 107 Pré-requisito: Bioquímica Período Letivo: 2016.1

Leia mais

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA ENFERMEIROS

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA ENFERMEIROS 1- LÍNGUA PORTUGUESA CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA ENFERMEIROS Compreensão e Interpretação de Texto Vocabulário (antonímia, sinonímia, polissemia) Regência (verbal e nominal) Concordância (verbal e nominal)

Leia mais

UNIVERSIDADE DE RIO VERDE FACULDADE DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO PROGRAMA DE DISCIPLINA

UNIVERSIDADE DE RIO VERDE FACULDADE DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE DE RIO VERDE FACULDADE DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Gestão de Pessoas (optativa) Código da Disciplina: EPD029 Cursos: Engenhraria de Produção e Engenharia Mecânica

Leia mais

CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado plea Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO

CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado plea Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado plea Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 Componente Curricular: Fisiologia do Exercício Código: Fisio 112 Pré-requisito: Fisiologia Humana Período

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN DE MODA Autorizado pela Portaria MEC nº 433 de , DOU de PLANO DE CURSO

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN DE MODA Autorizado pela Portaria MEC nº 433 de , DOU de PLANO DE CURSO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN DE MODA Autorizado pela Portaria MEC nº 433 de 21.10.11, DOU de 24.10.11 Componente Curricular: Trabalho de Conclusão de Curso II Código: CH Total: 72 horas Pré-requisitos:

Leia mais

AULA 10 Questão de pesquisa e amostragem

AULA 10 Questão de pesquisa e amostragem 1 AULA 10 Questão de pesquisa e amostragem Ernesto F. L. Amaral 03 de setembro de 2010 Metodologia (DCP 033) Fonte: Flick, Uwe. 2009. Desenho da pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Artmed. pp.33-42 & 43-55.

Leia mais

PLANO DE CURSO 8 PERÍODO ANO:

PLANO DE CURSO 8 PERÍODO ANO: PLANO DE CURSO 8 PERÍODO ANO: 2013.2 CURSO: MEDICINA DISCIPLINA: ANESTESIOLOGIA CARGA HORÁRIA: 72 horas PROFESSOR TITULAR: MIGUEL DE LEMOS NETO PROFESSORES: ANDERSON TEIXEIRA EMENTA O ensino da disciplina

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM EM UTI E URGÊNCIA/ EMERGÊNCIA

PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM EM UTI E URGÊNCIA/ EMERGÊNCIA PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM EM UTI E URGÊNCIA/ EMERGÊNCIA Instituição Certificadora: FALC Amparo Legal: Resolução CNE CES 1 2001 Resolução CNE CES 1 2007 Carga Horária: 530h Período de Duração: 12 meses

Leia mais

PLANO DE ENSINO EMENTA:

PLANO DE ENSINO EMENTA: UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM DISCIPLINA DE SEMIOTÉCNCIA DE ENFERMAGEM I 2º semestre 2009 CARGA HORÁRIA: 150h/a HORÁRIO: Quartas e quintas-feiras, das 7:30 às 12h. PROFESSORES:

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Farmácia Campus: Campos dos Goytacazes Missão O curso tem como missão formar profissionais farmacêuticos com visão generalista e humanista capazes de exercer atividades

Leia mais

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20. Componente Curricular: SAÚDE DO ADULTO I

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20. Componente Curricular: SAÚDE DO ADULTO I CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: SAÚDE DO ADULTO I Código: ENF - 206 CH Total: 90h Pré-Requisito: Nenhum Período

Leia mais

FUNDAÇÃO ADIB JATENE GERÊNCIA DE RECURSOS HUMANOS RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL EDITAL DE ABERTURA PROCESSO SELETIVO 009/2017 ENFERMEIRO

FUNDAÇÃO ADIB JATENE GERÊNCIA DE RECURSOS HUMANOS RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL EDITAL DE ABERTURA PROCESSO SELETIVO 009/2017 ENFERMEIRO FUNDAÇÃO ADIB JATENE GERÊNCIA DE RECURSOS HUMANOS RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL EDITAL DE ABERTURA PROCESSO SELETIVO 009/2017 ENFERMEIRO SUMARIO DAS ATRIBUIÇÕES Responsável por desenvolver a assistência

Leia mais

PLANO DE TRABALHO: PESQUISA CLÍNICA

PLANO DE TRABALHO: PESQUISA CLÍNICA PLANO DE TRABALHO: PESQUISA CLÍNICA PROFESSOR: Marcelo Henrique Mamede Lewer 1. EMENTA: Evolução histórica da Pesquisa Clínica no Brasil e no mundo, abordagem conceitual básica da Pesquisa Clínica, modelos

Leia mais

MONITORIA DA DISCIPLINA SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA:

MONITORIA DA DISCIPLINA SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA: CONEXÃO FAMETRO: ÉTICA, CIDADANIA E SUSTENTABILIDADE XII SEMANA ACADÊMICA ISSN: 2357-8645 MONITORIA DA DISCIPLINA SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA: RELATO DE EXPERIÊNCIA Jaqueline Diógenes da Silva Graduanda

Leia mais

O PLANEJAMENTO DA PRÁTICA DOCENTE: PLANO DE ENSINO E ORGANIZAÇÃO DA AULA

O PLANEJAMENTO DA PRÁTICA DOCENTE: PLANO DE ENSINO E ORGANIZAÇÃO DA AULA O PLANEJAMENTO DA PRÁTICA DOCENTE: PLANO DE ENSINO E ORGANIZAÇÃO DA AULA PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP) OU PROPOSTA PEDAGÓGICA Representa a ação intencional e um compromisso sociopolítico definido coletivamente

Leia mais

Áreas Temáticas BVS Atenção Primária à Saúde

Áreas Temáticas BVS Atenção Primária à Saúde Áreas Temáticas BVS Atenção Primária à Saúde SINAIS E SINTOMAS Sinais, sintomas, observações e manifestações clínicas que podem ser tanto objetivas (quando observadas por médicos) como subjetivas (quando

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA Agosto de 2015 INTRODUÇÃO O Ministério de Educação (MEC) através do Sistema Nacional

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM PROGRAMA DE CADA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE CAMPUS: MARUÍPE - CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR 2014/2 Aprovada pela Resolução nº 15 CONSEPE, de 18 de junho de 2014.

ESTRUTURA CURRICULAR 2014/2 Aprovada pela Resolução nº 15 CONSEPE, de 18 de junho de 2014. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI FACULDADE DE MEDICINA DO MUCURI FAMMUC CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA ESTRUTURA CURRICULAR 2014/2 Aprovada pela Resolução

Leia mais

Solicitação de Parecer Técnico ao COREN MA sobre O que é necessário para o profissional de Enfermagem realizar atendimento domiciliar particular

Solicitação de Parecer Técnico ao COREN MA sobre O que é necessário para o profissional de Enfermagem realizar atendimento domiciliar particular PARECER TÉCNICO COREN-MA-CPE Nº 20/2015 ASSUNTO: Atendimento de Enfermagem particular em domicilio. 1. Do fato Solicitação de Parecer Técnico ao COREN MA sobre O que é necessário para o profissional de

Leia mais

T P PRÉ-REQUISITO T P PRÉ-REQUISITO

T P PRÉ-REQUISITO T P PRÉ-REQUISITO MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM 2012.2 1º SEMESTRE Anatomia Humana I 72 36 36 - Biologia Celular e Genética 72 36 36 - Introdução à Enfermagem 36 36 - Relações Étnico-raciais, Cultura e Saúde

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC: PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: Tupã Eixo tecnológico: AMBIENTE e SAÚDE Habilitação Profissional: Técnico em Farmácia Qualificação:

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Eixo tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

PROGRAMAS E PROJETOS DE EXTENSÃO GERÊNCIA DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CAMPUS UNIVERSITÁRIO GRANDE FLORIANÓPOLIS PROJETO DE EXTENSÃO COORDENAÇÃO

PROGRAMAS E PROJETOS DE EXTENSÃO GERÊNCIA DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CAMPUS UNIVERSITÁRIO GRANDE FLORIANÓPOLIS PROJETO DE EXTENSÃO COORDENAÇÃO PROGRAMAS E PROJETOS DE EXTENSÃO GERÊNCIA DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CAMPUS UNIVERSITÁRIO GRANDE FLORIANÓPOLIS PROJETO DE EXTENSÃO Saúde na Escola Unisul COORDENAÇÃO Coordenador: Ana Paula Ferreira

Leia mais

Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ATENÇÃO À SAÚDE DA MULHER E DO HOMEM I

Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ATENÇÃO À SAÚDE DA MULHER E DO HOMEM I CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ATENÇÃO À SAÚDE DA MULHER E DO HOMEM I Código: ENF- 209 Pré-requisito:

Leia mais

Atenção farmacêutica especializada. Atenção Farmacêutica e Farmácia Clínica. Para poder... Objetivos dos tratamentos

Atenção farmacêutica especializada. Atenção Farmacêutica e Farmácia Clínica. Para poder... Objetivos dos tratamentos Atenção Farmacêutica e Farmácia Clínica William Rotea Junior Atenção farmacêutica especializada Objetiva atender a todas as necessidades relativas aos dos pacientes, com foco nas especificidades da doença

Leia mais

PROJETO DO CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO INTEGRADO EM INFORMÁTICA

PROJETO DO CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO INTEGRADO EM INFORMÁTICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO. CAMPUS CERES DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL PROJETO DO

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS Administração 6ª Série Administração de Recursos Humanos A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensino-aprendizagem desenvolvido por meio de um conjunto

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEc Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança. Habilitação Profissional: Técnico de enfermagem Qualificação:

Leia mais

RESOLUÇÃO COFEN-293/2004

RESOLUÇÃO COFEN-293/2004 RESOLUÇÃO COFEN-293/2004 Fixa e Estabelece Parâmetros para o Dimensionamento do Quadro de Profissionais de Enfermagem nas Unidades Assistenciais das Instituições de Saúde Legislação Rápida O Conselho Federal

Leia mais