Webquest e hipertextualidade na prática pedagógica: as orientações de trabalhos escolares no Senai de Florianópolis

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1 Webquest e hipertextualidade na prática pedagógica: as orientações de trabalhos escolares no Senai de Florianópolis Eli Lopes da Silva 1 (SENAI Florianópolis) Alessandro de Matos Abrahão 2 (SENAI Florianópolis) Alexandre Bastos Corrêa 3 (SENAI Florianópolis) Resumo: Este artigo apresenta os resultados de uma pesquisa-ação onde está sendo construído um ambiente para postagens de Webquest, intitulado WQS Senai, a partir da qual os professores postam as orientações para trabalhos acadêmicos. Na pesquisa está sendo investigada tanto a questão do uso da tecnologia, com a hipertextualidade que a ferramenta oferece, quanto das práticas pedagógicas oriundas deste uso, além da contribuição dos docentes para o aperfeiçoamento da plataforma. Argumenta-se que a tecnologia em si não é o diferencial, mas amplia as possibilidades de práticas pedagógicas inovadores e potencializa a construção do conhecimento em rede. Palavras-chave: Webquest. Hipertextualidade. Prática pedagógica. Abstract: This article presents the results of an action research which is building an environment for postings Webquest titled WQS Senai, from which teachers post the guidelines for academic papers. Research is being investigated in both the question of the use of technology, with the hypertextuality that the tool offers, how pedagogical practices arising from this use, beyond the contribution of teachers to improve the platform. It is argued that technology itself is not the differential, but expands the possibilities for innovative teaching practices and leverages the knowledge construction in network. Keywords: Webquest. Hipertextuality. Pedagogical practice. Introdução Webquest é uma atividade de pesquisa orientada, como afirma Dodge (1997), o criador da ferramenta. Em geral ela é construída por um professor para apresentar aos alunos todas as orientações necessárias para o desenvolvimento de Universidade Federal de Pernambuco - Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologias na Educação - 1 -

2 uma atividade de pesquisa escolar. As partes constitutivas de uma Webquest, na proposta apresentada por Dodge (1997) são: o Introdução: é constituída por uma ou mais páginas web onde o assunto a ser tratado é apresentado. O professor pode usá-la para trazer os conceitos que servirão de base para a elaboração do trabalho, contextualizá-lo, criar hiperlinks com fontes disponíveis na internet sobre o assunto, bem como utilizar citações diretas e indiretas de autores que tratam do tema. o Tarefa: deve apresentar o trabalho que o aluno irá produzir. Recomendase que a tarefa seja desafiadora, no sentido de que instigue o aluno a buscar várias fontes e refletir sobre os conceitos que ele está trazendo para o trabalho, estabelecendo conexões entre conceitos, autores e obras diferentes. o Processo: quais os passos devem ser seguidos para a realização da tarefa, ou seja, o como fazer. o Fontes de informação: são as referências bibliográficas recomendadas pelo professor, além de links na internet e outras fontes de informação importantes que o aluno poderá consultar. A hipertextualidade deve ser explorada ao máximo, principalmente neste tópico, pois, como as orientações são constituídas de páginas na web, o docente tem a possibilidade de direcionar o aluno para fontes de informação escrita, vídeos, materiais de áudio, entre outros. o Avaliação: como a tarefa será avaliada, ou seja, o que o aluno deve fazer para alcançar uma boa nota ou um bom conceito (dependendo aí se a avaliação é por nota ou por conceitos). É muito importante detalhar os requisitos exigidos, de forma que o aluno saiba antecipadamente o quanto deve se empenhar para obter sucesso na tarefa. Universidade Federal de Pernambuco - Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologias na Educação - 2 -

3 o Conclusão: são considerações finais sobre os assuntos explorados. O professor pode retomar algumas questões que tenham sido apresentadas na introdução. o Créditos: pode conter agradecimentos, a autoria da Webquest e também referências bibliográficas que o professor utilizou para montagem da mesma. Elaborar uma boa Webquest é uma tarefa trabalhosa para o docente, mas, como toda prática pedagógica inovadora e, sobretudo, desafiadora, uma grande dedicação neste processo é fator fundamental para conseguir resultados de qualidade na atividade que o aluno irá desenvolver, pois quanto mais informações e mais bem elaborada for uma Webquest, mais chance de sucesso o professor tem no resultado do trabalho que os alunos irão realizar. (SILVA, 2010, p. 9). Formação de professores para a mídia A pesquisadora Mônica Fantin realizou uma pesquisa com 80 professores de cinco escolas da rede municipal da cidade de Florianópolis (Santa Catarina, Brasil) e constatou que, embora 95% deles possuem computador com acesso à internet e 72,5% acessam diariamente, 82% alegam não ter conhecimentos para lidar com as mídias e as ferramentas tecnológicas em sala de aula. Entre as alegações dos professores para não utilizar as tecnologias em suas práticas pedagógicas, destacam-se: desconhecimento, falta de infraestrutura adequada, de tempo e de formação inicial e continuada. (FANTIN, 2010). Para Silva, Souza e Corrêa (2010) é necessário também que as escolas criem condições para que os professores utilizem as tecnologias em suas práticas pedagógicas. Publicar uma Webquest requer alguns conhecimentos de tecnologia que, muitas vezes, alguns professores não possuem. Assim sendo, a construção e disponibilização de uma plataforma que permita ao professor publicar Webquest torna-se um facilitador no que diz respeito ao uso das tecnologias. Universidade Federal de Pernambuco - Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologias na Educação - 3 -

4 A pesquisa-ação Segundo Thiollent (2004) a pesquisa-ação é um tipo de pesquisa social em estreita associação com a ação e que visa normalmente a solução de um problema coletivo. Nesse tipo de pesquisa, além da participação do pesquisador, deve haver um forte engajamento do grupo pesquisado na solução do problema. A pesquisa em desenvolvimento na Faculdade de Tecnologia Senai/SC em Florianópolis, conta com cinco alunos dos Cursos Superiores de Tecnologia e o docente coordenador do projeto. São eles: Eli Lopes da Silva (docente), Alessandro de Matos Abrahão (aluno do Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores), Alexandre Bastos Corrêa, Diney Domingos de Souza, Fabrício Heinle Preigschadt e Tiago Marques Lima (alunos do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas). Os alunos, todos bolsistas do Artigo 170, têm à disposição quatro computadores com acesso a internet para construção da plataforma. Além disto, eles estão em fase de elaboração dos instrumentos de coletas de dados que será realizada junto aos professores que já utilizaram a mesma, bem como junto aos alunos destes professsores. A pesquisa está dividida em três fases, classificadas como: inicial, que começou em março de 2010 e vai até janeiro de 2001; intermediária, com previsão para fevereiro a julho de 2011 e a fase conclusiva, prevista para agosto de 2011 a fevereiro de A fase inicial, em execução atualmente, possui dois momentos distintos. Em um primeiro momento, ocorrido entre março e julho de 2010, os pesquisadores desenvolveram uma plataforma piloto para publicação de Webquest. Neste primeiro momento da fase inicial, não houve o envolvimento de professores da faculdade, a não ser do próprio coordenador da pesquisa, que também é professor da instituição. O propósito foi disponibilizar um artefato (no caso a própria plataforma) para haver condições mínimas em termos de infraestrutura para que os professores pudessem trabalhar com Webquest. Os pesquisadores deram à plataforma o nome de WQS Senai. Universidade Federal de Pernambuco - Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologias na Educação - 4 -

5 O projeto encontra-se no segundo momento da fase inicial, contando com professores voluntários, postando Webquest na plataforma e colaborando para que essa plataforma piloto seja aperfeiçoada. O engajamento desses professores voluntários é fundamental para a construção da plataforma definitiva e para elucidação de questões como: prever uma forma de treinamento dos demais professores que entrarão na fase intermediária; avaliar como esses professores vão usar Webquest em suas práticas pedagógicas; propor alterações na plataforma piloto. Ainda nesse segundo momento da fase inicial, a plataforma receberá ajustes que serão feitos pelos pesquisadores, com a colaboração dos professores voluntários. Os alunos, nessa fase, como usuários da plataforma, serão convidados a participar. Ao findar dessa fase, a expectativa é ter uma plataforma remodelada. Na fase intermediária, já com a plataforma em sua versão final, a mesma será disponibilizada para uso na faculdade. Durante essa fase, ainda contarão os pesquisadores com a colaboração dos professores voluntários que trabalharam na fase inicial para apresentação aos demais professores do ambiente, bem como das práticas pedagógicas que ocorreram na fase inicial. É uma fase de consolidação do uso que contará, certamente, com a contribuição dos novos usuários para aperfeiçoamento da plataforma, troca de experiências pedagógicas, compartilhamento de Webquest entre os professores no ambiente, entre outras. A fase conclusiva será destinada principalmente à escrita da própria pesquisa. É o momento também de apontar caminhos para novas pesquisas que poderão surgir a partir dos apontamentos, das experiências, das trocas, dos percalços, enfim, de tirar conclusões e também levantar novos questionamentos. Para a coleta de dados estão previstas entrevistas semiestruturadas para avaliar os problemas enfrentados no uso da plataforma, propor soluções no que diz respeito ao uso do recurso como prática pedagógica e na reformulação da plataforma. Também estão previstas entrevistas de grupo focal, técnica que, segundo Gatti (2005) tem como objetivo captar, a partir das trocas realizadas no grupo, conceitos, sentimentos, atitudes, crenças, experiências e reações. Universidade Federal de Pernambuco - Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologias na Educação - 5 -

6 Como projetos futuros, com o propósito de enfatizar a política de indissociabilidade da prática de ensino, pesquisa e extensão na Faculdade de Tecnologia Senai/SC em Florianópolis, a plataforma será disponibilizada para a sociedade civil a rede pública de ensino - e alunos bolsistas trabalharão cursos de extensão para os novos usuários da WQS Senai. Interfaces, hipertextualidade e a plataforma WQS Senai Lévy (1993) ao classificar as culturas conforme as técnicas que elas utilizaram ao longo dos tempos em três categorias, que o autor chamou de os três tempos do espírito oralidade primária, escrita, informática traz uma questão de fundo muito importante para pensarmos a forma como nos comunicamos. Fazendo uma simplificação do que narra o autor, na oralidade primária os povos se comunicavam através da palavra; na escrita há um estatuto da palavra, visto que a mesma passa a ser impressa e, com isto, o alfabeto e a impressão passam a ter papel fundamental no estabelecimento da ciência. Já no tempo da informática, a escrita ganha novos contornos ou novas formas de representação e permite, pela possibilidade de digitalização, outras maneiras de estabelecer conexões. Se na escrita o papel era a interface possível, o computador, sendo ele mesmo considerado uma interface de comunicação, permite criar também novas interfaces. A noção de interface remete a operações de tradução, de estabelecimento de contato entre meios heterogêneos. (LÉVY, 1993, p. 176). Sendo as interfaces superfícies de tradução, uma possibilidade é a criação de interfaces que possam auxiliar a mediação pedagógica. O professor que estiver disposto a utilizar as tecnologias digitais, principalmente o uso do computador, como interfaces no processo ensino-aprendizagem, terá possibilidade de ampliar a forma como os alunos e como ele mesmo atuam na construção do conhecimento em rede. A plataforma WQS Senai se propõe a isto: servir de interface para que os professores possam criar novas formas de mediação com o uso das tecnologias, Universidade Federal de Pernambuco - Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologias na Educação - 6 -

7 aproveitando as potencialidades que o meio digital apresenta, entre elas a hipertextualidade. Ela está disponível no seguinte endereço eletrônico: (Figura 1). Figura 1: Tela de abertura da plataforma WQS Senai Fonte: WQS Senai Somente os professores precisam de login cadastrado no sistema para que possam publicar Webquest. Para visualizar não é necessário um cadastro e, assim, toda a comunidade acadêmica pode navegar pelo sistema, clicando na aba Webquest, a qual permitirá a visualização dos temas construídos, como se pode ver na figura 2. Universidade Federal de Pernambuco - Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologias na Educação - 7 -

8 Figura 2: Tela de visualização de Webquest na WQS Senai Fonte: WQS Senai Toda postagem obedece ao modelo proposto por Dodge (1997), como se pode ver na figura 3. Universidade Federal de Pernambuco - Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologias na Educação - 8 -

9 Figura 3: Webquest no modelo proposto por Dodge(1997) na WQS SENAI Fonte: WQS Senai Como se pode ver na figura 3, a hipertextualidade é um elemento extremamente importante em uma Webquest. Os destaques em azul dentro do texto (na figura tem-se uma página referente ao Processo) como é o caso das expressões Tarefa, Fontes de Informação, entre outros, conduzem a outras páginas, sendo que algumas fazem parte da própria estrutura da Webquest e outras estão localizadas em sites diferentes, como em Normalização de Trabalhos Acadêmicos, destacado dentro do texto, que conduz a uma página fora do ambiente, que apresenta um manual de normalização. Além de ser explorada dentro do próprio texto, a hipertextualidade é usada pelos docentes para indicar aos alunos endereços eletrônicos que servirão de base para o cumprimento da tarefa, como se pode ver na figura 4. Nela, detaca-se o Universidade Federal de Pernambuco - Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologias na Educação - 9 -

10 fato de que a professora indica fontes de informação tanto impressas quanto fontes disponíveis on-line. No caso das fontes on-line, a possibilidade de criação de hiperlinks indicando a página a ser visitada, permite ao aluno navegar pelos materiais sugeridos e também, a partir deles, buscar outras fontes de informação para a realização da tarefa. Figura 4: Webquest explorando a hipertextualidade nas fontes de informação Fonte: WQS Senai Universidade Federal de Pernambuco - Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologias na Educação

11 Webquest como prática pedagógica nas modalidades presencial e a distância A Webquest é uma ferramenta que pode ser usada tanto nas modalidades de educação presencial, quanto na educação a distância. O mais importante é que o professor construa páginas que realmente dêem ao aluno orientações suficientes para elaborar seus trabalhos escolares. Os alunos, mesmo quando têm acesso às tecnologias, as utilizam comumente em chats, nas redes sociais ou de outra forma que não tem a ver com seu aprendizado. Muitas pessoas incorretamente supõem que os alunos saem do ensino médio hoje sabem usar a internet. O que constatamos é que muitos alunos jovens sabem jogar on-line e participar de chats, mas se perdem um pouco quando o assunto é a aplicação do seu conhecimento da internet aos cursos on-line. (PALLOFF; PRATT, 2004, p.89). Os professores devem saber utilizar estas redes sociais e outros recursos da internet em suas práticas pedagógicas. Entretanto, como afirmam Silva, Souza e Corrêa (2010) não se deve utilizar estas tecnologias apenas como modismo, pois corre-se o risco de transformar a sala de aula no que os autores chamam de playground. Neste caso, confunde-se muitas vezes entusiamo com aprendizagem, pois, apesar dos alunos estarem entusiasmados com o uso das novas tecnologias, este uso não está sendo revertido em favor da aprendizagem. A Webquest é também uma ferramenta importante como elemento que permite combinar as duas modalidades de ensino: presencial e a distância. Os alunos têm, a partir do uso desse recurso, orientações importantes para a realização de atividades propostas pelo professor. É um mecanismo que permite ao docente disponibilizar todas as orientações para a realização de uma tarefa ou trabalho escolar e que conta com as facilidades que a internet provê, tais como os vínculos dos textos diretamente para alguns sites nos quais os alunos conseguirão Universidade Federal de Pernambuco - Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologias na Educação

12 mais informações, o uso de hipertexto nas próprias páginas nas quais o trabalho está sendo proposto, entre outros recursos que a tecnologia permite. Alternativas como o ensino bimodal, também chamado de blendedlearning, que consiste em combinar o trabalho presencial em aula ou laboratório com o ensino a distância, permitem minimizar as limitações de tempo e espaço que exige o ensino convencional. Trata-se de flexibilizar os processos de aprendizagem aproveitando ao máximo os recursos das tecnologias digitais como a internet. (DE PABLOS, 2006, p. 73). Conclusão Os professores muitas vezes não utilizam as tecnologias, principalmente as tecnologias digitais em suas práticas pedagógicas, não apenas por desconhecimento, mas também porque falta incentivo das próprias escolas para que isso aconteça. A pesquisa-ação que está em desenvolvimento na Faculdade de Tecnologia Senai/SC em Florianópolis é uma tentativa de suprir essa carência, pois visa criar, utilizar e avaliar uma plataforma para Webquest com a participação dos docentes e alunos. Criar condições para que as práticas pedagógicas se modifiquem em favor da aprendizagem não necessariamente garante que isso vai ocorrer, mas é um passo importante, pois os professores carecem desse tipo de iniciativa. A plataforma WQS Senai vem cumprir um papel importante que é dar condições aos professores de repensar suas práticas pedagógicas no que diz respeito à forma como solicitar aos alunos a elaboração de trabalhos escolares. Embora a Webquest possua uma estrutura bem definida (introdução, tarefa, processo, fontes de informação, avaliação, conclusão, créditos), isto não é um empecilho para que o professor coloque em prática seus conhecimentos e criatividade para solicitar e orientar os alunos como fazer um trabalho escolar. Pelo contrário, é justamente por apresentar esta estrutura e contar com os recursos que a internet dispõe, destacando-se aí a hipertextualidade, mais a disposição dos professores em elaborar uma proposta bem fundamentada para a atividade que estão Universidade Federal de Pernambuco - Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologias na Educação

13 apresentando aos alunos, são elementos suficientes para que se possa consolidar práticas pedagógicas que realmente façam a diferença em favor do aprendizado. Referências Bibliográficas DE PABLOS, J. A visão disciplinar no espaço das Tecnologias da Informação e Comunicação. In: SANCHO, Juana María; HERNÁNDEZ, Fernando (Org.). Tecnologias para transformar a educação. Porto Alegre: Artmed, p DODGE, Bernie. Some Thoughts About WebQuests. San Diego State University (SDSU) Disponível em: <http://webquest.sdsu.edu/about_webquests.html>. Acesso em: 29 out FANTIN, Mônica. Um olhar sobre os consumos culturais e os usos das mídias na prática docente. In: ENCONTRO DE PESQUISA E EDUCAÇÃO DA REGIÃO SUL ANPED SUL, 8., 2010, Londrina. Anais do VIII Encontro de Pesquisa em Educação da Região Sul. Londrina, PR: Universidade Estadual de Londrina, (CDROM).ISSN LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. São Paulo: Editora 34, GATTI, Bernardete Angelina. Grupo focal na pesquisa em ciências sociais e humanas. Brasília: Liber Livro Editora, PALLOFF, Rena M.; PRATT, Keith. O aluno virtual: um guia para trabalhar com estudantes on-line. Porto Alegre: Artmed, SILVA, Eli Lopes da. Webquest como prática pedagógica: pesquisa-ação em um curso de graduação no Senai Florianópolis. In: Anais do VIII Encontro de Pesquisa em Educação da Região Sul Anped Sul - ANPED SUL Londrina, PR: Universidade Estadual de Londrina, (CDROM). ISSN Universidade Federal de Pernambuco - Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologias na Educação

14 SILVA, Eli Lopes da; SOUZA, Diney Domingos de; CORRÊA, Alexandre Bastos. Construção, uso e avaliação de uma plataforma para Webquest baseada no Joomla: pesquisa-ação na Faculdade de Tecnologia Senai Florianópolis. In: COLÓQUIO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO, 7., 2000, Belo Horizonte. Anais do VII Colóquio Nacional de Pesquisa em Educação. São João Del Rei, MG: Editora UFSJ, ISBN THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. 13.ed. São Paulo: Cortez, Eli Lopes da SILVA, Prof. Ms. Faculdade de Tecnologia Senai/SC em Florianópolis (Senai Florianópolis) 2 Alessandro de Matos ABRAHÃO, Graduando. Faculdade de Tecnologia Senai/SC em Florianópolis (Senai Florianópolis) 3 Alexandre Bastos CORRÊA, Graduando. Faculdade de Tecnologia Senai/SC em Florianópolis (Senai Florianópolis) Universidade Federal de Pernambuco - Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologias na Educação

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