Armazenamento de sementes de milho híbrido tratadas com tiametoxam 1

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1 60 Armazenamento de sementes de milho híbrido tratadas com tiametoxam Karla Crystina Rosa 2, Géri Eduardo Meneghello 3 *, Eliana da Silva Queiroz 4, Francisco Amaral Villela 5 RESUMO - O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito do tratamento de sementes de milho com tiametoxam, armazenadas, após tratamento, por 80 dias em diferentes condições. O estudo foi desenvolvido na Unidade de Beneficiamento de Sementes da Empresa Biomatrix, na cidade de Patos de Minas (MG). Foram utilizadas sementes de três híbridos de milho, dois triplos e um simples, que receberam o tratamento utilizado rotineiramente pela empresa (Deltametrin, Metil-pirifós e Captan). O tratamento experimental consistiu na utilização de um produto a base de tiametoxam (20 ml / mil sementes), combinado com armazenamento com e sem controle de temperatura. As avaliações foram realizadas por meio dos testes de germinação e do teste de frio em solo, imediatamente após o tratamento e aos 60, 20 e 80 dias de armazenamento. Ao longo do armazenamento, o vigor de sementes de milho híbrido tratadas com tiametoxam é influenciado negativamente. A qualidade fisiológica de sementes de milho híbrido tratadas com tiametoxam é dependente do híbrido. Temos para indexação: Zea mays L, inseticida, tratamento de sementes, vigor. Introdução O milho é uma espécie vegetal com elevado potencial e é produzido em todo o território nacional. A importância econômica do milho é caracterizada pelas diversas formas de sua utilização. Sua grande capacidade de adaptação, aliada a sua utilidade, faz com que seja a cultura mais disseminada. Os maiores avanços tecnológicos são observados nos programas de melhoramento de milho que utilizam suas sementes como veiculo de tecnologia, o que favorece o constante investimento em melhorias nos processos relacionados ao tratamento de suas sementes, maximizando as chances de sucesso nos cultivos, pois as sementes são um dos meios mais eficientes de disseminação de pragas e doenças nas culturas (Horn, 2009). O tratamento das sementes é considerado como um dos métodos mais eficientes de uso de inseticidas (Gassen, 996). Entretanto, resultados de pesquisas têm evidenciado que alguns produtos, quando aplicados sozinhos ou em combinação com fungicidas, podem, em determinadas situações, ocasionar redução na germinação das sementes e na sobrevivência das plântulas, devido ao efeito da fitotoxicidade (Cruz et al., 983; Oliveira e Cruz, 986; Pereira, 99; Nascimento et al., 996). Durante o armazenamento, as sementes podem sofrer ações de pragas primárias, sofrendo depreciação qualitativa e quantitativa, pois, apresenta redução de peso, potencial germinativo, vigor e, consequentemente, diminuição no valor comercial. A qualidade da semente é avaliada como padrão de excelência para certos atributos que determinam seu desempenho, tanto no armazenamento como na semeadura (Denardin, 200). O mercado de insumos agrícolas conta, atualmente, com vários inseticidas, dentre eles tiametoxam, sendo largamente utilizado no tratamento de sementes de diferentes espécies de sementes, incluindo o milho. Aproximadamente 85% das sementes de milho híbrido são tratadas com inseticidas (Nunes, 200). Sendo assim, a abordagem e o desenvolvimento de técnicas de tratamento de sementes constituem-se em ponto preponderante na garantia de uma boa produtividade agrícola. O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito do tratamento de sementes de milho com tiametoxam, armazenadas, Submetido em 27/2/20. Aceito para publicação em 6/0/ Eng a Agr a, MSc. Responsável Técnica pelo Laboratório de Sementes Biomatrix, C.P 72, Patos de Minas-MG. 3 Eng. Agr. Dr., PPG em Ciência e Tecnologia de Sementes, UFPel/FAEM, C.P 354, Pelotas, RS. *Autor para correspondência. 4 Eng a Agr a, Mestranda em Ciência e Tecnologia de Sementes, FAEM/UFPel, Pelotas, RS. Cx. Postal 354, Eng. Agrícola, Dr., Prof. do PPG em Ciência e Tecnologia de Sementes, FAEM/UFPEL, Cx. Postal 354, Pelotas, RS.

2 6 após tratamento, por 80 dias em diferentes condições. Material e Métodos O tratamento das sementes foi realizado na Empresa Biomatrix do Grupo Agroceres em Patos de Minas, MG. Foram utilizadas sementes de três híbridos comerciais de milho, sendo dois triplos e um simples. As sementes receberam o tratamento comercial convencional com Deltametrina (K-O-Biol 48 ml/ton de sementes) e Pirimifós-metílico (Actellic 500 CE, 6 ml/ton de sementes), além de Captan PM (Captan, 50 ml/00 kg de sementes). Além destes produtos, as sementes foram tratadas com o produto a base de Tiametoxam (Cruiser 350, 20 ml/ sementes por saco), armazenadas em diferentes condições e diferentes períodos de armazenamento, conforme as Tabelas e 2. Tabela. de sementes de milho híbrido com tiametoxam, seguido de armazenamento em diferentes condições Unidade de Beneficiamento de Sementes da Empresa Biomatrix, Patos de Minas, MG. Identificação do de sementes Armazenamento T Sem tratamento adicional Convencional T 2 Com tratamento (20 ml Tiametoxam/ sementes) Convencional T 3 Sem tratamento adicional Câmara fria T 4 Com tratamento (20 ml Tiametoxam/ sementes) Câmara fria As amostras de sementes foram acondicionadas em sacos de papel multifoliado e encaminhadas para o armazém convencional com temperatura média de 25 C ± 5 C e câmara fria com temperatura média de 6 C ± 2 C. A avaliação da qualidade fisiológica foi realizada por meio dos seguintes testes: Germinação: foi realizado conforme as Regras para Analise de Sementes (Brasil, 2009), sendo utilizadas 400 sementes divididas em oito subamostras de 50 sementes, por tratamento, sendo distribuídas em papel germitest umedecido com água destilada na proporção de 2,5 vezes o peso do papel e então acondicionadas em gabinetes de germinação à temperatura de 25 C ± 2 C. As avaliações foram realizadas aos sete dias após a semeadura (DAS), determinando-se a porcentagem de plântulas normais, conforme as Regras para Análise de Sementes (Brasil, 2009). Teste de frio em solo: foi conduzido em bandejas plásticas, utilizando como substrato, mistura de areia e terra, na proporção 3:, respectivamente. A umidade do substrato foi ajustada para 50% da capacidade de retenção de água da mistura. Foram semeadas 200 sementes por bandeja em quatro subamostras com 50. As bandejas foram mantidas em câmara fria durante sete dias a 0 C + 2 ºC. Após esse período, as bandejas foram transferidas para sala de germinação com temperatura ambiente a 25 C + 2 ºC, durante seis dias. Ao final deste período, contabilizaram-se somente as plântulas normais emergidas e o resultado final foi à média das porcentagens obtidas nas repetições, segundo metodologia proposta por (Cícero e Vieira, 994). Tabela 2. Época de avaliação da qualidade fisiológica de sementes de milho híbrido, pós tratamento com tiametoxam, Unidade de Beneficiamento de Sementes da Empresa Biomatrix. Época Tempo de armazenamento 0 Imediatamente após o tratamento Depois de 60 dias 2 Depois de 20 dias 3 Depois de 80 dia O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial 4 x 4 com três repetições estatísticas, (4 combinações do uso de tiametoxam com ambientes de armazenamento x 4 épocas de avaliação). Foram utilizados três híbridos diferentes, analisados de forma independente. Para a análise estatística dos dados, realizou-se a analise variância, sendo a comparação de médias efetuada pelo teste de Duncan a 5% de probabilidade e para as épocas de armazenamento foram realizadas regressões polinomiais. As análises estatísticas foram processadas no programa WINSTAT.0 (Machado e Conceição 2003). Resultados e Discussão Os dados referentes à germinação dos três híbridos avaliados encontram-se na Tabela 3. As sementes de milho hibrido e 2, submetidas aos diferentes tratamentos não apresentaram diferença significativa, ao longo do armazenamento. O hibrido 3 apresentou diferença significativa para os tratamentos T, T2 e T4, após os

3 62 20 dias de armazenamento, conforme média apresentada na Tabela 3. Bittencourt et al. (2000), ao trabalharem com milho híbrido simples C-929 e triplo C-747 tratadas com tiametoxam, relataram que, as sementes de milho híbrido simples C-929 apresentaram uma pequena diferença em relação à média da testemunha entre os períodos de armazenamento. Entretanto, as sementes de milho híbrido triplo C-747 tratadas com tiametoxam não apresentaram o mesmo resultado do hibrido simples C-929 frente à germinação em todos os períodos de armazenamento e, ficando abaixo da média da testemunha. Tabela 3. Germinação de sementes de milho híbrido, tratadas (T2 e T4) ou não (T e T3) com tiametoxam, armazenadas por 80 dias em ambiente sem (T e T2) e com (T3 Tempo (dias) Hibrido Média T A T A Híbrido T A T A CV (%) 2,35 T A T A Híbrido 2 T A T A CV (%),53 T 98 A 97 A 95 B 95 B 96 T2 94 A 96 A 95 B 94 B 95 Híbrido 3 T3 96 A 97 A 98 A 97 A 97 T4 96 A 96 A 94 B 94 B 95 CV (%) 2,9 Médias seguidas de mesma letra na coluna, em cada híbrido, não diferem entre si a 5% de probabilidade pelo teste de Duncan. Utilizando três híbridos de milho (Monsanto B, Monsanto D e Monsanto E) tratados com três diferentes inseticidas, entre eles produto com base a tiametoxam, Tonin (2009), verificou que, as sementes tratadas com o tiametoxam e armazenadas sob ambiente natural apresentaram maior redução no porcentual de germinação ao longo do período de armazenamento, comparativamente às sementes tratadas com os outros inseticidas. Na avaliação da germinação pode-se observar que o híbrido triplo teve um melhor desempenho ao longo dos 80 dias de armazenamento. Já, para o híbrido simples, apresentou diferença significativa à 5% aos 20 dias de tratamento (Tabela 3). Por meio dos resultados obtidos neste ensaio, verificouse uma relação similar entre os trabalhos desenvolvidos pela Pioneer (2006), Oliveira et al. (2007) e também Pereira (200), apesar das sementes tratadas não serem de mesmo hibrido. Vale ressaltar que a germinação durante a investigação não foi consoante a de outros autores como, por exemplo, Bittencourt et al. (2000) e Antonello et al. (2009), que também estudaram o processo germinativo de milho sob efeito daquele inseticida. Considerando a existência de diferenças mais expressivas no vigor, em comparação com a germinação, que apresentou menor variação entre os distintos híbridos utilizados, tornouse necessário à realização de uma análise individual para cada híbrido envolvida nesta pesquisa, a análise é apresentada a seguir. HÍBRIDO A análise de variância dos dados para o híbrido mostrou efeito significativo para análise de vigor; ao longo do armazenamento, conforme a Tabela 4. Pode-se observar que diante dos resultados do híbrido os tratamentos T2 e T4, ao final do armazenamento de 80 dias, tanto em ambiente convencional como em câmara fria, apresentaram redução na porcentagem de vigor. Para o T houve diferença significativa de acordo com o ambiente de armazenagem, sendo a temperatura um dos fatores determinantes à perda de qualidade fisiológica ao final dos 80 dias de armazenamento (Figura ). O T3 apresentou melhor desempenho depois de armazenadas por um período de 80 dias em ambiente climatizado. O tratamento em T2 apresentou desempenho inferior no final do armazenamento.

4 63 HÍBRIDO 2 A análise de variância dos dados para o híbrido 2, mostrou efeito significativo ao nível de 5% de probabilidade para analise de vigor, ao longo do armazenamento, de acordo com a Tabela 5. As sementes desse híbrido tratadas com tiametoxam em T2 apresentaram maior sensibilidade ao produto e ao período de armazenamento, sendo observado um declínio no vigor a partir dos 60 dias de armazenamento. Para T4, após 80 Tabela 4. Vigor de sementes de milho híbrido, tratadas (T2 e T4) ou não (T e T3) com tiametoxam armazenadas dias de armazenamento, o vigor das sementes foi igual ao do tratamento T2. Os tratamentos T e T3 ao final do período de armazenamento de 80 dias apresentaram melhor desempenho de vigor quando comparados aos tratamentos T2 e T4. Ao comparar o vigor x armazenamento (Figura 2), observou-se um declínio do, no vigor das sementes dos T, T2 e T4 ao longo do armazenamento. As sementes do T3 não apresentaram diferença estatística ao longo do armazenamento. Tabela 5. Vigor de sementes de milho híbrido, tratadas (T2 e T4) ou não (T e T3) com tiametoxam armazenadas Teste Fisiológico Vigor (Híbrido ) Época (dias) T 93 A 93 AB 95 A 89 A T2 92 A 9 B 89 B 82 C T3 93 A 95 A 9 B 9 A T4 95 A 9 B 88 B 87 B Teste Fisiológico Vigor (Híbrido 2) Época (dias) T 93 A 94 A 92 A 89 A T2 94 A 88 B 86 B 84 B T3 93 A 94 A 93 A 9 A T4 92 A 9 AB 90 A 86 B Médias seguidas de mesma letra na coluna não diferem entre si a 5% de probabilidade pelo teste de Duncan. Médias seguidas de mesma letra na coluna não diferem entre si a 5% de probabilidade pelo teste de Duncan. % Vigor Tempo (Época) Figura. Vigor de sementes de milho, híbrido, tratadas com (T2 e T4) ou não (T e T3) tiametoxam armazenadas HÍBRIDO 3 T y = -0,0005x 2 + 0,0682x + 9,995 R 2 = 0,6799 T2 y = -0,0004x 2 + 0,0203x + 9,72 R 2 = 0,9756 T3 y = NS T4 y = -0,0408x + 93,8 R 2 = 0,965 O resultado de vigor para o híbrido 3 apresentou diferença significativa entre os tratamentos T/ T2 e T3/T4 aos 20 dias de armazenamento Tabela 6. O tratamento T4 apresentou maior sensibilidade ao produto e ao tipo de armazenamento, sendo observado um declínio no vigor a partir dos 60 dias de T2 y = -0,056x + 93,09 R 2 = 0, T3 y = -0,0002x 2 + 0,0235x + 92,96 R 2 = 0, T4 y = -0,0002x 2 + 0,0068x + 92,6 R 2 = 0, Tempo (Época) Figura 2. Vigor de sementes de milho, híbrido 2, tratadas com (T2 e T4) ou não (T e T3) tiametoxam armazenadas % Vigor T y = -0,0002x 2 + 0,024x + 92,735 R 2 = 0,9642 armazenamento Figura 3. Aos 20 dias de armazenamento, o tratamento T2 e T4 apresentaram o mesmo comportamento e os tratamentos T e T3 não apresentaram queda acentuada de vigor ao longo dos 80 dias de armazenamento. Pode-se observar que, ao longo do armazenamento o vigor teve um declínio para os três híbridos, sendo expressivo para

5 64 os tratamentos que utilizaram o produto a base de tiametoxam, e em condições de armazenamento convencional. Ao longo do armazenamento, as condições climáticas externas e internas podem interferir no resultado final da qualidade das sementes submetidas aos tratamentos, principalmente para os híbridos armazenados em condições convencionais. Tabela 6. Vigor sementes de milho híbrido, tratadas (T2 e T4) ou não (T e T3) com tiametoxam armazenadas por 80 dias em ambiente sem (T e T2) e com (T3 e T4) controle de temperatura. Teste Fisiológico Vigor (Híbrido 3) Época (dias) T 95 A 97 A 93 A 92 A T2 94 A 95 A 89 B 84 B T3 95 A 97 A 95 A 94 A T4 94 A 89 B 89 B 87 B Médias seguidas de mesma letra na coluna não diferem entre si a 5% de probabilidade pelo teste de Duncan. % Vigor T y = -0,0002x 2 + 0,027x + 95,55 R 2 = 0,6827 T2 y = -0,0004x 2 + 0,04x + 94,095 R 2 = 0,938 T3 y = -0,0002x 2 + 0,035x + 95,6 R 2 = 0,8678 T4 y = -0,0347x + 92,92 R 2 = 0, Tempo (Época) Figura 3. Vigor de sementes de milho, híbrido 3, tratadas com (T2 e T4) ou não (T e T3) tiametoxam armazenadas Estudando o vigor das sementes de milho, Dan et al. (200) não observaram diferença significativa entre a testemunha não tratada e sementes tratadas com tiametoxam, ao serem submetidas aos períodos de armazenamento (5, 30 e 45 dias). Tonin (2009) destaca que não houve diferenças de vigor entre sementes tratadas e não tratadas de milho híbrido B, D em até 35 dias de armazenamento, em ambiente natural. Porem, ao serem armazenadas em ambiente controlado, as sementes de milho híbrido B, D e E, apresentaram diferenças significativas entre os tratamentos a partir dos 225 dias de armazenamento, destacando-se as maiores reduções de qualidade nas sementes tratadas com o tiametoxam. Em relação ao desempenho observou-se que as sementes de milho hibrido Monsanto B, D e E tratadas com tiametoxam obtiveram uma qualidade inferior em relação aos demais tratamentos; isso, segundo Antonello et al. (2009) leva a pressupor que os princípios ativos podem afetar o desenvolvimento de plântulas sob condições adversas, imediatamente após o tratamento, ou após um curto período de armazenamento. Os resultados obtidos por Silva (2008) são semelhantes às conclusões de Antonelo et al. (2009), ao afirmar que alguns tratamentos químicos tendem a gerar efeitos latentes, desfavoráveis ao desempenho das sementes com o aumento das doses e intensificados com o prolongamento do período de armazenamento, constando inclusive que os inseticidas causam redução da germinação. Conclusões Ao longo do armazenamento, o vigor das sementes de milho tratadas com tiametoxam são influenciadas negativamente. A qualidade fisiológica de sementes de milho, tratadas com tiametoxam é depende do híbrido empregado. Referências ANTONELLO, L.M.; MUNIZ, M.F.B.; BRAND, S.C.; RODRIGUES, J.; MENEZES, N.L.; KULCZYNSKI; S.M. Influência do tipo de embalagem na qualidade fisiológica de sementes de milho crioulo. Revista Brasileira de Sementes, v.3, n.4, p.75-86, BITTENCOURT, S.R.M.; FERNANDES, M.A.; RIBEIRO, M.C.; VIEIRA, R.D. Desempenho de sementes de milho tratadas com inseticidas sistêmicos. Revista Brasileira de Sementes, v.22, n.2, p.86-93, org.br/revista/artigos/2000/v22n2/artigo2.pdf BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Regras para análise de sementes. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária. Brasília, DF: MAPA/ACS, p. regras%20para%20analise%20de%20sementes.pdf CÍCERO, S.M.; VIEIRA, R.D. Teste de frio. In: VIEIRA, R.D.; CARVALHO, N.M. Testes de vigor em sementes. Jaboticabal: FUNEP, 994. p CRUZ, I.; OLIVEIRA, L.J.; SANTOS, J.P. Efeito de diversos inseticidas no controle da lagarta-elasmo, Elasmopalpus lignosellus, em milho. Pesquisa Agropecuária Brasileira, v.8, n.22, p , cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/484044//efeitodiferentes.pdf DAN, L.G.M.; DAN, H.A.; BARROSO, A.L.L.; LUCCA, A. Qualidade

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