TRATAMENTO DE SEMENTES DE COENTRO CONTAMINADAS POR DIFERENTES NÍVEIS DE Alternaria radicina 1

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1 TRATAMENTO DE SEMENTES DE COENTRO CONTAMINADAS POR DIFERENTES NÍVEIS DE Alternaria radicina 1 PEDROSO, Daniele 2 ; MUNIZ, Marlove 2 ; TUNES, Lilian 2 ; MULLER, Juceli 2 ; JUNGES Emanuele 2 ; SANTOS, Ricardo dos 3 ; PEDROSO, Janaine 3. DUTRA, Claudia 3. 1 Trabalho de Pesquisa de Doutorado - UFSM 2 Curso de pós-graduação em Agronomia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil 3 Curso de Agronomia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil RESUMO O objetivo do trabalho foi avaliar o efeito de diferentes tratamentos na qualidade de sementes de coentro, contaminadas com A. radicina em dois níveis. A eficiência do tratamento foi avaliada através da análise sanitária das sementes e, a qualidade fisiológica, através de testes de vigor. Os tratamentos, para cada nível de contaminação, consistiram em: testemunha, semente + Captan, semente + Captan + polímero Collorseed - Rigran, semente + Agrotrich plus, semente + Agrotrich plus + polímero Collorseed - Rigran. Os tratamentos mais eficientes para minimizar o efeito prejudicial de A. radicina, em sementes de coentro, foram captan e agrotrich, ambos acrescidos do polímero, pois diminuíram a incidência do patógeno, melhorando assim a qualidade sanitária e fisiológica das sementes. Além disso, verifica-se que os melhores resultados foram obtidos em sementes com menor porcentagem de associação com A. radicina, confirmando que esse patógeno é prejudicial para qualidade de sementes de coentro. Palavras-chave: Coriandrum sativum; Agrotrich; Polímero; Captan. 1. INTRODUÇÃO A produção de sementes de coentro (Coriandrum sativum) encontra-se em plena expansão no Brasil (REIS et al. 2006). Até o início da década de 80, as sementes utilizadas eram, em grande parte, importadas da Europa e do Chile. No entanto, a criação de cultivares nacionais, melhor adaptadas às condições climáticas locais e o desenvolvimento de tecnologia de produção de sementes possibilitaram a redução da dependência exterior. Esse aumento na área de produção de sementes, dessa olerícola, proporcionou o surgimento de problemas fitossanitários, principalmente doenças causadas por fungos. As 1

2 alternarioses, doenças causadas por fungos do gênero Alternaria, encontram-se entre os principais problemas em apiáceas (TÖFOLI; DOMINGUES, 2004). Além de causarem danos na parte aérea da planta, patógenos desse gênero, quando associados a sementes, causam prejuízos na germinação e vigor. Com o propósito de minimizar o efeito negativo de patógenos no desempenho de sementes e plântulas produzidas, alguns métodos e tecnologias de produção são necessários e tornam-se fundamentais. Nesse contexto, destacam-se o tratamento de sementes, com fungicida e produtos a base de agentes de controle biológico, além da técnica de recobrimento de sementes com materiais artificiais, visando à otimização desse procedimento. O presente trabalho consistiu, portanto, em avaliar o efeito de diferentes tratamentos na qualidade sanitária e fisiológica de sementes de coentro, associadas com A. radicina em diferentes níveis de contaminação. 2. METODOLOGIA Os experimentos foram desenvolvidos no Laboratório de Fitopatologia do Departamento de Defesa Fitossanitária da Universidade Federal de Santa Maria, e os testes envolvendo a estrutura de casa de vegetação, foram realizados no Setor de Casas de Vegetação do mesmo departamento. Foram utilizadas sementes de coentro (17 lotes) provenientes da região produtora de Bagé-RS, sem qualquer tipo de tratamento químico, produzidas na safra 2009/2010. Após o recebimento, as sementes foram submetidas à avaliação inicial do teor de água, germinação e sanidade. De acordo com os resultados do teste de sanidade, na qual foi detectada a presença de A. radicina associado às sementes, os lotes foram agrupados em categorias de incidência. Determinando-se, assim, lotes com menor (< 20%) e maior (> 50%) contaminação por A. radicina. A partir disso, as sementes foram submetidas ao tratamento com fungicida Captan (na dose de g.kg -1 ), polímero Collorseed - Rigran (na dose 50 ml. kg -1 ) e com o produto biológico à base de Trichoderma spp., Agrotrich plus (na dose de 25g/ha), de acordo com recomendações dos fabricantes. Assim, os tratamentos, para cada nível de incidência, consistiram em: testemunha, semente + Captan, semente + Captan + polímero Collorseed - Rigran, semente + Agrotrich plus, semente + Agrotrich plus + polímero Collorseed - Rigran 2

3 A qualidade sanitária foi avaliada através do teste de sanidade: realizado através do método do papel filtro ou Blotter Test. Utilizou-se uma amostra de 200 sementes, dividida em quatro repetições de 50, colocadas em caixas plásticas do tipo "gerbox", previamente desinfestadas com álcool e hipoclorito (1%), sob duas folhas de papel filtro umedecidas com água destilada e esterilizada. As sementes foram incubadas a 20-30ºC, com 12 horas de regime de luz, durante 24 horas. Em seguida, para a inibição da germinação, foram submetidas ao método do congelamento por 24 horas. Após esse procedimento, foram então incubadas a 20-30ºC por sete dias, com 12 horas de regime de luz conforme metodologia proposta por Brasil (2009). As análises foram realizadas com o auxílio de lupa e microscópio óptico para observação das estruturas morfológicas dos fungos, os quais foram identificados ao nível de gênero, com o auxílio da bibliografia especializada de Barnett; Hunter (1998), determinando-se a porcentagem de sementes infestadas por fungos. Avaliações de qualidade fisiológica foram realizadas através dos seguintes testes: teste de germinação: conduzido com 200 sementes para cada tratamento, distribuídas em quatro repetições de 50. As sementes foram semeadas em rolo de papel umedecido com água destilada e esterilizada, equivalente a 2,5 vezes o peso do papel seco. Os rolos foram mantidos em germinador (20-30ºC), com 8 horas de luz a 30ºC e 16 horas de escuro a 20ºC. As contagens foram realizadas aos sete e 21 dias após a semeadura, segundo os critérios estabelecidos pelas Regras para Análise de Sementes (BRASIL, 2009). Os resultados foram expressos em porcentagem de plântulas normais, avaliando-se também a porcentagem de plântulas anormais e de sementes mortas na segunda contagem; primeira contagem: realizada conjuntamente com o teste de germinação, composta pela porcentagem de plântulas normais presentes aos sete dias após o início do teste; teste de frio: realizado com quatro repetições de 50 sementes, semeadas em rolo de papel filtro, umedecido com água destilada e esterilizada na proporção de 2,5 vezes o peso do papel seco. Os rolos foram acondicionados em sacos plásticos, permanecendo por sete dias em câmara (do tipo BOD) à temperatura constante de 10º C. Após esse período, os mesmos foram transferidos para o germinador (20-30ºC) onde permaneceram por mais sete dias, e os resultados foram expressos em porcentagem de plântulas normais, conforme recomendações de Cícero e Viera (1994); comprimento de plântula: avaliou-se o comprimento médio das plântulas normais obtidas a partir da semeadura de quatro repetições de 10 sementes. Os rolos de papel contendo as sementes permaneceram em germinador (20-30ºC), com 8 horas de luz a 30ºC e 16 horas de escuro a 20ºC, por sete dias. Após esse período, avaliou-se o comprimento total das plântulas, com o auxílio de uma régua graduada em milímetros. O 3

4 comprimento médio foi obtido somando-se as medidas de cada repetição e dividindo-se pelo número de plântulas normais mensuradas, com resultados expressos em centímetros/plântula, conforme descrito por Nakagawa (1999); emergência: realizado utilizando-se bandejas plásticas contendo substrato comercial Plantmax. A avaliação ocorreu aos 21 dias após a semeadura, quando a emissão de plantas tornou-se constante, computando-se a porcentagem de plantas normais emergidas; índice de velocidade de emergência: foi realizado em conjunto com a emergência, em casa de vegetação, no qual se realizaram contagens diárias de plantas emergidas nas bandejas, até obter-se número constante. Para cada repetição, foi calculado o índice de velocidade de emergência conforme Maguire (1962). O delineamento experimental empregado foi o inteiramente casualizado. Os dados foram submetidos à análise de variância e ao teste F. A comparação das médias foi realizada através do teste de Tukey a 5% de probabilidade, empregando-se o Software Sistema de Análises Estatísticas SANEST (ZONTA et al., 1986). Os dados expressos em porcentagens foram transformados em arcsen (x/100) 1/2. 4. RESULTADOS E DISCUSSÕES A. radicina é encontrado associada a sementes de coentro, com pouca frequência, mas prejudicial da mesma forma em termos de qualidade de sementes. Assim, sementes livres desse patógeno podem apresentar melhor desempenho, por esse motivo, o tratamento de sementes torna-se uma ferramenta útil na obtenção de melhor qualidade sanitária e, consequentemente, melhor qualidade fisiológica, conforme pode-se observar nos resultados apresentados nas tabelas abaixo. Na primeira contagem de germinação (Tabela 1), resultados satisfatórios, ou seja, maior porcentagem de plântulas normais, foram encontrados quando as sementes foram tratadas com o fungicida captan e com o pó biológico agrotrich, ambos acrescidos de polímero, independente do nível de contaminação das sementes por A. radicina. Resultados semelhantes foram observados para a germinação (Tabela 1), na qual tratamentos que continham polímero, tanto com captan como com agrotrich, foram os que apresentaram melhor desempenho das sementes de coentro com menor índice de contaminação. Já nas sementes com maior nível de infestação, a germinação foi melhor apenas nos tratamentos com o fungicida captan na presença e na ausência de polímero, para os demais tratamentos o percentual germinativo foi bastante inferior, provavelmente 4

5 decorrente da ação do patógeno nas sementes, impedindo a germinação. Resultados semelhantes foram relatados, recentemente, em uma investigação feita com lotes de sementes de coentro, a qual revelou que diminuição de incidência espécies de Alternaria influenciou, de forma significativa, na germinação das sementes (TOGNI et al., 2005). Aumento no potencial germinativo foi, também, observado em trabalhos realizados por Verzignassi et al. (1997) com A. alternata e A. steviae em sementes de Stevia rebaudiana e por Henrique et al. (2008), em sementes de melão contaminadas com A. alternata, ambos relatando que a ausência de patógenos em sementes proporciona melhor qualidade fisiológica. Tabela 1: Médias de primeira contagem de germinação e germinação de sementes de coentro (Coriandrum sativum L.) com menor (<20%) e maior (>50%) porcentagem de incidência de Alternaria radicina, tratadas com fungicida Captan (na dose de g.kg -1 ) e Agrotrich plus (na dose de 25g/ha) acrescidos ou não de polímero Collorseed - Rigran (na dose 50 ml. kg -1 ). Santa Maria, Primeira Contagem (%) Germinação (%) Incidência de A. radicina Incidência de A. radicina Tratamentos Baixa Alta Baixa Alta Testemunha 27 bca * 27 ba 37 ba 13 cb Captan 14 ca 12 ca 31 bb 74 aa Captan+polímero 62 aa 55 aa 70 aa 84 aa Agrotrich 38 ba 11 cb 41 ba 30 ba Agrotrich+polímero 55 ab 70 aa 76 aa 17 bcb CV (%) 12,07 10,88 * Médias seguidas da mesma letra minúscula na coluna e maiúscula na linha não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Na tabela 2, estão apresentados os dados referentes à porcentagem de plântulas anormais e sementes mortas de coentro, obtidas na avaliação do teste de germinação. Não houve diferença significativa entre os tratamentos, para sementes com baixa incidência de A. radicina, na porcentagem de plântulas anormais. No entanto, quando as sementes apresentavam-se com nível mais alto de infestação, apenas os tratamentos com o fungicida obtiveram os melhores resultados, verificados pelo baixo número de plântulas anormais resultantes das sementes submetidas a esses tratamentos. Para sementes com menor porcentagem de contaminação por A. radicina, o único tratamento que obteve uma menor porcentagem de morte de sementes foi aquele que 5

6 continha captan juntamente com polímero. O mesmo pode ser observado para sementes com maior nível de infestação, além desse tratamento, aquele que continha apenas o fungicida apresentou, também, uma menor porcentagem de sementes mortas em relação aos demais. Tabela 2: Médias de plântulas anormais e sementes mortas de coentro (Coriandrum sativum L.) com baixa (<20%) e alta (>50%) porcentagem de incidência de Alternaria radicina, tratadas com fungicida Captan (na dose de g.kg -1 ) e Agrotrich plus (na dose de 25g/ha) acrescidos ou não de polímero Collorseed - Rigran (na dose 50 ml. kg -1 ). Santa Maria, Plântulas Anormais (%) Sementes Mortas (%) Incidência de A. radicina Incidência de A. radicina Tratamentos Baixa Alta Baixa Alta Testemunha 13 ab * 24 aba 46 aa 38 aa Captan 8 ab 17 bca 34 aba 7 bb Captan+polímero 13 aa 6 cb 5 ca 3 ba Agrotrich 13 ab 23 aba 35 ab 46 aa Agrotrich+polímero 13 ab 31 aa 17 bcb 47 aa CV (%) 11,23 18,80 * Médias seguidas da mesma letra minúscula na coluna e maiúscula na linha não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Analisando os dados obtidos no teste de frio (Tabela 3), pode-se constatar resultados semelhantes aos anteriores, sendo que os tratamentos com captan acrescido de polímero e agrotrich também acrescido de polímero, em ambos os níveis de incidência, resultaram em sementes mais vigororas, provavelmente pela menor incidência do fungo. Magalhães et al. (2004) verificaram resultados semelhantes, em seus trabalhos com o desempenho de sementes de cenoura contaminadas com A. dauci, a ausência do mesmo resultou em sementes com maior vigor. Ainda na tabela 3, esses mesmos tratamentos se destacam, juntamente com o tratamento em que o fungicida encontra-se sem o polímero, como os melhores na resposta do comprimento total de plântulas para ambos os níveis de infestação. 6

7 Tabela 3: Médias do teste de frio e comprimento total de plântulas de coentro (Coriandrum sativum L.) com baixa (<20%) e alta (>50%) porcentagem de incidência de Alternaria radicina, tratadas com fungicida Captan (na dose de g.kg -1 ) e Agrotrich plus (na dose de 25g/ha) acrescidos ou não de polímero Collorseed - Rigran (na dose 50 ml. kg -1 ). Santa Maria, Teste de frio (%) Comprimento Total de Plântula (cm) Incidência de A. radicina Incidência de A. radicina Tratamentos Baixa Alta Baixa Alta Testemunha 24 ca * 10 db 1,89 db 2,65 ba Captan 31 ba 26 ca 3,53 aa 3,32 aa Captan+polímero 62 aa 61 aa 3,01 aa 3,48 aa Agrotrich 38 ba 12 db 3,70 ba 2,92 bb Agrotrich+polímero 69 aa 74 aa 4,58 aa 3,39 aa CV (%) 9,39 10,72 * Médias seguidas da mesma letra minúscula na coluna e maiúscula na linha não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. No teste de emergência (Tabela 4), captan com polímero também demonstrou valores significativos para os dois níveis de infestação. O mesmo foi verificado no tratamento com agrotrich, sem polímero, nas sementes com maior percentual de A. radicina. Tabela 4. Médias de emergência e índice de velocidade de emergência (IVE) de coentro (Coriandrum sativum L.) com baixa (<20%) e alta (>50%) porcentagem de incidência de Alternaria radicina, tratadas com fungicida Captan (na dose de g.kg -1 ) e Agrotrich plus (na dose de 25g/ha) acrescidos ou não de polímero Collorseed - Rigran (na dose 50 ml. Kg -1 ). Santa Maria, Emergência (%) IVE Incidência de A. radicina Incidência de A. radicina Tratamentos Baixa Alta Baixa Alta Testemunha 46 ca * 55 ca 1,37 ba 1,46 ba Captan 57 bca 58 ca 1,52 bb 1,40 ba Captan+polímero 82 aa 80 aa 1,21 ba 2,14 aa Agrotrich 68 ba 76 aba 1,71 ba 1,60 bb Agrotrich+polímero 69 ba 65 bca 3,25 aa 1,98 aa CV (%) 8,05 16,41 * Médias seguidas da mesma letra minúscula na coluna e maiúscula na linha não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. 7

8 Na análise do índice de velocidade de emergência (Tabela 4), sementes com baixa incidência emergiram mais rapidamente no tratamento utilizando agrotrich agregado ao polímero. Já para sementes com nível maior de incidência, os tratamentos com captan acrescido de polímero e agrotrich, também acrescido de polímero, foram os que obtiveram os melhores resultados. Na análise sanitária de sementes de coentro (Tabela 5), pode-se confirmar a eficiência dos tratamentos com captan agregado ao polímero e com agrotrich, também acrescido de polímero, uma vez que se observa a significativa diminuição de A. radicina nas sementes submetidas a esses tratamentos. Ao passo que, sementes com agrotrich em conjunto com polímero, demonstraram porcentagens significativas de incidência de Trichoderma spp., confirmando um tratamento satisfatório (estabelecimento do fungo nas sementes) bem como um eficiente controle de Trichoderma spp. sob de A. radicina em sementes de coentro. Tabela 5: Análise sanitária de sementes de coentro (Coriandrum sativum L.) com baixa (<20%) e alta (>50%) porcentagem de incidência de Alternaria radicina, tratadas com fungicida Captan (na dose de g.kg -1 ) e Agrotrich plus (na dose de 25g/ha) acrescidos ou não de polímero Collorseed - Rigran (na dose 50 ml. kg -1 ). Santa Maria, Alternaria radicina Trichoderma sp. Incidência de A. radicina Incidência de A. radicina Tratamentos Baixa Alta Baixa Alta Testemunha 15 bb * 100 aa 0 ba 0 ba Captan 2 cb 23 ca 0 ba 0 ba Captan+polímero 1 cb 19 ca 0 ba 0 ba Agrotrich 36 ab 94 aa 2 ba 3 ba Agrotrich+polímero 6 cb 1 ca 42 ab 42 aa CV (%) 2,70 1,45 * Médias seguidas da mesma letra minúscula na coluna e maiúscula na linha não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Portanto, os tratamentos com o fungicida captan e com o produto biológico, agrotrich, ambos acrescidos de polímero, constituem-se numa forma eficiente de minimizar o efeito de A. radicina em sementes de coentro, uma vez que diminuindo a incidência do patógenos, melhoraram a qualidade fisiológica e sanitária das sementes. 8

9 Além disso, analisando os níveis de incidência, verifica-se que, para a maioria das variáveis, os melhores resultados foram obtidos com sementes que apresentavam menor associação com A. radicina, confirmando que esse patógeno é prejudicial para qualidade das sementes de coentro. 5. CONCLUSÃO Captan e agrotrich, ambos acrescidos do polímero, influenciaram na qualidade fisiológica e sanitária de sementes de coentro de maneira satisfatória, uma vez que diminuíram a incidência do patógeno, melhorarando assim qualidade das sementes de coentro. REFERÊNCIAS BARNETT, H. L.; HUNTER, B. B. Illustrated genera of imperfect fungi. St Paul, Minnesota: APS Press, p. BRASIL. Ministério da Agricultura e Reforma Agrária. Regras para análise de sementes. Brasília: Mapa/ACS. p CÍCERO, S. M.; VIEIRA, R. D. Teste de frio. In: VIEIRA, R.D.; CARVALHO, N.M. de. Testes de vigor em sementes. Jaboticabal: UNESP/FCAV, p HENRIQUE, D. F. ET AL. Inoculação de Alternaria alternata em sementes de melão através da restrição hídrica. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE OLERICULTURA, 48., 2008, Maringá. Anais... Maringá: Associação Brasileira de Horticultura CD ROM. MAGALHÃES, F. H. L. ET AL. Desempenho de sementes de cenoura portadoras de espécies de Alternaria após o condicionamento fisiológico com adição de thiram. Ciência Agrotecnologia, Lavras, v. 28, n. 5, p , MAGUIRE, J. D. Spead of germination-aid in selection and evaluation for seedling emergence and vigour. Crop Science, v.2, n.1, p , NAKAGAWA, J. Teste de vigor baseado na avaliação das plântulas. In: KRZYZANOWSKY, F.C.; VIEIRA, R.D.; FRANÇA NETO, J.B. (Ed.) Vigor de sementes: conceitos e testes. Londrina: ABRATES, cap.2-1, p

10 REIS, A. ET AL. Associação de Alternaria dauci e A. alternata com sementes de coentro e eficiência do tratamento químico. Horticultura Brasileira, Brasília, v.24, p , TÖFOLI, J. G.; DOMINGUES, R. J. Alternarioses em hortaliças: sintomas, etiologia e manejo intregado. Divulgação Técnica. Instituto Biológico, v.66, n.1/2, p.23-33, TOGNI, D. A. J. ET AL. Incidência e transmissão de patógenos em sementes de coentro (Coriandrum sativum L.). Summa Phytopathologica, p.31-76, supl, VERZIGNASSI J. R., ET AL. Ocorrência e transmissão de Alternaria steviae E A. Alternata em sementes de Stevia rebaudiana (Bert.) Bertoni. Revista Brasileira de Sementes, Brasília, v. 19, n. 2, p , ZONTA, E. P; MACHADO, A. A. Sistema de análise estatística para microcomputadores - SANEST. Pelotas: UFPel, Instituto de Física e Matemática, p. 10

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