Guião 1 Anexo (v1.0) 2. Do léxico à frase 2.1. Classes de palavras e critérios para a sua identificação

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1 F a c u l d a d e d e L e t r a s d a U n i v e r s i d a d e d e L i s b o a D e p a r t a m e n t o d e L i n g u í s t i c a G e r a l e R o m â n i c a E s t r u t u r a d a s F r a s e s e m P o r t u g u ê s Madalen a Colaço Matilde Migu el André Eliseu Rit a Velos o Guião 1 Anexo (v1.0) 2. Do léxico à frase 2.1. Classes de palavras e critérios para a sua identificação Informação suplementar sobre análise distribucional ÍNDICE 1 Análise Distribucional Tipos de distribuição Leituras de referência Leituras obrigatórias Palavras-chave... 4

2 1 Análise Distribucional Considere os seguintes exemplos: (1) a. Os carros são rápidos. b. Estes carros são rápidos. Como se pode observar, as formas os e estes ocorrem à esquerda da sequência carros são rápidos. Para dar conta desta observação, vamos usar a representação abaixo, em que o símbolo indica a posição ocupada pelo(s) elemento(s) que estamos a estudar: (2) carros são rápidos. Os casos (3) mostram que a posição indicada em (2) é a única em que tais formas podem ocorrer (NB: estamos a considerar exclusivamente as frases apresentadas acima): (3) a. * Carros os/estes são rápidos. b. * Carros são rápidos os/estes. c. * carros são os/estes rápidos. Nestes exemplos, as palavras os e estes ocupam as seguintes posições: (4) a. * carros são rápidos b. * carros são rápidos c. * carros são rápidos Podemos, portanto, concluir que as formas os e estes ocupam obrigatoriamente uma dada posição. Para expressar este facto diremos que elas ocorrem num dado contexto ou que possuem uma certa distribuição. As formas que partilham um mesmo conjunto de contextos (ou que têm a mesma distribuição) pertencem à mesma classe distribucional (no caso em observação, os e estes pertencem à classe dos Determinantes (DET)). Todas as unidades linguísticas excepto as frases se caracterizam por obedecer a um certo número de restrições sobre o contexto em que podem ocorrer, isto é, por terem uma dada distribuição. No caso do exemplo (1), poderemos representar o contexto de ocorrência de os e estes da seguinte forma: (5) [ # + carros + são + rápidos #] A representação do contexto de ocorrência de uma forma faz-se de acordo com as seguintes convenções e símbolos: indica que um dado elemento ocorre no contexto a seguir especificado [ ] indica o contexto indica a posição do elemento # indica uma fronteira externa + indica uma fronteira interna ( ) opcionalidade: os elementos entre () podem ocorrer ou não { } alternância: quando dois ou mais elementos estão colocados entre chavetas, um e apenas um deles pode ocorrer Por exemplo, a representação A / [ # X (B) {C,D}] lê-se: O elemento A ocorre no seguinte contexto: imediatamente à direita de uma fronteira, seguido ou não por um elemento B e obrigatoriamente por C ou D. 1

3 NB: A análise distribucional é aplicável a vários níveis gramaticais. Assim, A, B, C e D na representação acima podem referir diferentes categorias, representando palavras, morfemas, unidades fonológicas, etc. consoante o problema em análise. Também os sinais # e + se interpretam de modo distinto de acordo com o nível de análise: numa análise morfológica, por exemplo, podem representar fronteiras de palavra e de morfema (como em #gat+inh+a#) enquanto que em sintaxe podem representar fronteiras de constituinte e de palavra (#uma + grande + confusão#). No entanto, uma representação como (5) não é satisfatória, porque as palavras os e estes não aparecem necessariamente associados à sequência carros são rápidos, como podemos ver em (6): (6) Os / estes gatos são pardos. a. Os / estes alunos são inteligentes. Torna-se, portanto, necessário definir o contexto de forma a incluir o conjunto de casos relevantes e não apenas um caso particular. Em (7) temos uma representação mais abstracta (dado que não se referem palavras mas sim categorias) e que, por isso, é genérica (isto é, dá conta não só de (1) e (6) mas de todos os casos equivalentes) : (7) [# + N + V + A #] Contudo, esta representação ainda não é adequada: repare-se que ela não dá conta de casos como (8), por exemplo, cuja ordem linear é: # DET+N+V+DET+N#. (8) O jornalista entrevistou estes passageiros. Entre outras razões, (7) não dá conta de (8)porque refere que o verbo antecede um adjectivo (o que não acontece em (8) e porque define como posição de ocorrência dos determinantes a posição à direita de início de frase (o que se aplicaria a o mas não a estes). Em resumo, (7) não é uma formulação satisfatória porque contém demasiada informação (ou, se preferirmos, porque contém informação irrelevante para definir o contexto de ocorrência dos determinantes os e estes). Uma definição como (9) é mais satisfatória, dado que apenas refere o contexto mínimo de ocorrência dos determinantes (a posição à esquerda dos nomes), sem especificar o resto da estrutura. Assim, (9) aplica-se a qualquer dos casos de (13) (e, claro, também aos casos anteriores). (9) [ + N] (10) O jornalista entrevistou estes passageiros chegados no avião avariado. (no =em o) No entanto, como sabemos, o determinante não precede imediatamente o nome em todos os casos (isto é, nem sempre ocorre imediatamente antes do nome). Entre o determinante e o nome podem ocorrer, entre outros: um possessivo (11)a; um adjectivo (11)b; um possessivo e um adjectivo (11)c e, ainda, um possessivo, um numeral e um adjectivo (11)d. (11) a. O meu gato DET+POSS+N b. O novo presidente DET+ADJ+N c. Os meus novos sapatos DET+POSS+ADJ+N 2

4 d. Os meus dois melhores amigos. DET+POSS+NUM+ADJ+N É evidente que (9) não dá conta de nenhum destes casos (a definição diz que o determinante precede imediatamente o nome). Uma definição que dá conta destes casos e também de todos as anteriores é a seguinte: (12) DET / [ (+POSS) (+NUM) (+ADJ)+ N] se nenhum dos elementos opcionais for realizado, esta definição descreve os exemplos (1), (6) e (10); se apenas o possessivo for realizado, é aplicável ao exemplo (11), etc. Claro que, se tivéssemos a intenção de descrever a distribuição dos determinantes em Português, teríamos certamente de proceder a um maior número de observações, o que nos levaria eventualmente a alterar a representação acima, mas dado que o objectivo aqui é apenas o de ilustrar a noção de distribuição, poderemos satisfazer-nos provisoriamente com (12). Para além de poder ser apresentada sob a forma de uma descrição, como até aqui, a informação sobre a distribuição de uma categoria ou elemento pode ser dada sob a forma de uma regra: (13) DET [ (+POSS) (+NUM) (+ADJ)+ N] que se lê "insira-se DET na posição definida no contexto apresentado", em que contexto se define como anteriormente. 2 Tipos de distribuição A noção de distribuição foi usada como critério de determinação e classificação de unidades linguísticas pela corrente linguística dita distribucionalista (esta corrente integra-se no chamado estruturalismo americano; uma das referências fundamentais desta escola é a obra de Harris (1951)). O objectivo central do distribucionalismo é obter uma descrição objectiva e experimentalmente verificável das relações entre os elementos de um dado sistema, com exclusão de factores subjectivos e semânticos. Segunda esta corrente, tais relações são o resultado da distribuição dos elementos nos diferentes níveis linguísticos (Fonologia, Morfologia, Sintaxe). Segundo esta teoria, a estrutura de uma dada língua pode ser determinada (ou descoberta) através de métodos experimentais designados procedimentos de descoberta que consistem na aplicação de duas operações: (i) segmentação do material, através de substituição e (ii) classificação dos elementos com base no contexto em que ocorrem. Recorde-se que este método analítico deriva em grande parte da pesquisa feita sobre as línguas nativa americanas, dado que a análise linguística tinha que ser aplicada sem conhecimento da língua em estudo. Considerando as possibilidades de ocorrência dos elementos linguísticos (no caso mais simples, de dois elementos), podemos distinguir os seguintes tipos de distribuição: Distribuição equivalente dois elementos ocorrem no mesmo contexto. Distribuição parcialmente equivalente dois elementos ocorrem largamente, mas não exclusivamente, na mesma posição. Distribuição complementar dois elementos nunca ocorrem no mesmo contexto. A partir destas observações é possível definir o critério de pertença a uma classe (distribucional): 3

5 Dois elementos pertencem à mesma classe distribucional quando têm uma distribuição equivalente. Uma consequência crucial desta definição é que dois elementos de uma mesma classe não podem co-ocorrer: (14) * estes os dois rapazes são espertos. Decorre daqui que a possibilidade de ocorrência de quaisquer dois elementos demonstra a sua pertença a classes distintas; assim, por exemplo, meus e dois pertencem necessariamente a classes diferentes dado que a expressão (15) é gramatical: (15) Os meus dois amigos foram visitar a China. 3 Leituras de referência Bloch, B. & G. Trager (1942) Outline of Linguistic Analysis. Baltimore: Waverly Press. Bloomfield, L (1933) Language. New York: Holt & Reinehart. Chomsky, N. (1964) Current issues in linguistic theory. The Hague: Mouton. Harris, S. Z. (1951) Methods in Structural Linguistics. Chicago: University of Chicago Press. Harris, S. Z. (1954) Distributional Structure, Word. 10: Wells, R. S. (1947) Immediate Constituents, Language. 23: Leituras obrigatórias Lyons, J. (1968) Introduction to Theoretical Linguistics. Cambridge: Cambridge University Press. 5 Palavras-chave classe distribucional, 1, 4 critério de pertença a uma classe distribucional, 3 classificação, 3 contexto de ocorrência, 1, 2 co-ocorrência, 4 distribuição, 1, 3, 4 distribuição complementar, 3 distribuição equivalente, 3 distribuição parcialmente equivalente, 3 precedência imediata, 2, 3 procedimentos de descoberta, 3 classificação, 3 segmentação, 3 regra, 3 4

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