Manual do kdm. Oswald Buddenhagen Tradução: Marcus Gama

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Manual do kdm. Oswald Buddenhagen Tradução: Marcus Gama"

Transcrição

1 Oswald Buddenhagen Tradução: Marcus Gama

2 2

3 Conteúdo 1 Introdução 6 2 Guia de Inicialização Rápida 7 3 A Janela de Login 8 4 Configurando o kdm O Módulo do Gerenciador de Login do Configurações do sistema Geral Diálogo Plano de fundo Opções avançadas Adicionar, remover e modificar papéis de parede e padrões Tema Desligar Usuários Conveniência Login Automático Usuário pré-selecionado Login sem Senha Arquivos que o kdm usa para configuração kdmrc - O arquivo principal de configuração do kdm A seção [General] do kdmrc A Seção [Xdmcp] do kdmrc A seção [Shutdown] do kdmrc A classe de seção [X-:*-Core] do kdmrc A classe de seção [X-*-Greeter] do kdmrc Especificando X-Servers permanentes Controle de acesso XDMCP Programas suplementares O programa de configuração Programa de inicialização Programa de sessão Programa de reiniciar

4 6 Criando temas para o tela de boas-vindas do kdm Introdução ao Tema Descrição Detalhada do Formato XML do Tema Nó do Topo Nós de Itens Nós Contentores de Disposição Nós de Caixas Nós Fixos Nós de Posição Nós de Apresentação Nós Normais/Ativos/Pré-Iluminados Nós de Estilo dos Itens Nós de Cores do Navegador de Faces Nós de Texto Nós de Stock Nós de Companhia Configurando seu sistema para usar o kdm Configurando o kdm Suportando gerenciadores de janela múltiplos 52 9 Usando o kdm para Logins Remotos (XDMCP) Tópicos Avançados Sockets de Comandos Outras fontes de informação Créditos e licença Glossário 61 4

5 Resumo Esta documentação descreve o kdm, o Gerenciador de Tela do KDE. O kdm é também conhecido como Gerenciador de Login.

6 Capítulo 1 Introdução O kdm fornece uma interface gráfica que permite-lhe logar num sistema. Ele pede um login (nome do usuário) e senha, autentica o usuário e inicia uma sessão. O kdm é superior ao xdm, o Gerenciador de Tela do X, em diversos aspectos. 6

7 Capítulo 2 Guia de Inicialização Rápida Este é um guia de inicialização rápida para os usuários que se encaixam nas seguintes condições: O X está configurado e funcionando com o comando startx a partir da linha de comando. Cada usuário geralmente usará um único gerenciador de janelas ou ambiente desktop, e não mudará sua escolha muito frequentemente, ou é mais fácil editar um arquivo de texto simples ao invés de mudar sua escolha. Este cenário será suficiente para muitos ambientes onde um usuário único ou diversos usuários normalmente iniciam o computador e logam-se no seu ambiente preferido. 1. Criar ou abrir o arquivo ~/.xinitrc Se você já possui um ~/.xinitrc funcional, vá para o próximo passo 2. Se ele ainda não existe, adicione uma linha ao ~/.xinitrc para iniciar seu gerenciador de janelas ou ambiente desktop preferido. Para o KDE você deve inserir: startkde Para outros gerenciadores de janelas ou ambientes desktop, você deve procurar em suas documentações pelo comando correto. 3. Cria uma ligação como a seguinte: ln -s ~/. xinitrc ~/. xsession Neste ponto, digitar startx na linha de comando deve iniciar o X com uma sessão KDE. A próxima tarefa é testar o kdm. Como root, digite kdm na linha de comando. Você deve ver uma janela de login, que é descrita mais completamente em capítulo 3. Digitando seu nome de usuário normal e senha nos campos fornecidos, e deixando padrão selecionado como tipo de sessão deve agora abrir uma sessão KDE para seu usuário. Se você tiver outros usuários para configurar, você deve repetir o procedimento acima para cada um deles. NOTA Este é um guia rápido para poder em poucos passos ter o gerenciador funcional. Você provavelmente desejará personalizar o kdm posteriormente, por exemplo, para ocultar os nomes das contas de sistema, para permitir sessões adicionais, e muito mais. Por favor, leia o resto deste manual para descobrir como fazer estas coisas. 7

8 Capítulo 3 A Janela de Login A interface com o usuário do kdm consiste em janelas. A janela principal é composta por: Os elementos gráficos que lhe permitem autenticar-se. clássico é escolhido, os elementos são: Um campo Nome do usuário: para você inserir seu nome de usuário. Um campo de Senha: para você inserir sua senha. Quando método de autenticação (Opcionalmente) uma lista que contém entradas com o nome e a imagem gráfica de cada usuário (por exemplo, uma fotografia digitalizada). Ao clicar numa entrada da lista, o efeito é o mesmo que digitar o nome do usuário associado a essa imagem no campo Usuário:. (Opcionalmente) Uma região à direita ou acima da área de autenticação, que pode ser usada para mostrar uma imagem estática ou um relógio analógico. Um botão Entrar que valida a combinação nome de usuário/senha e tenta iniciar uma sessão do tipo selecionado. Um botão Menu que abre um menu de ações com os seguintes itens: (Opcionalmente) Um item para o Tipo de Sessão, no qual poderá escolher o tipo de sessão (ambiente de trabalho, gerenciador de janelas) a iniciar. Veja em capítulo 8 como configurar os diferentes tipos de sessão. (Opcionalmente) Um item para o Método de Autenticação, para mudar entre os vários métodos de autenticação, como o usuário+senha clássico, o smartcard, biometria, etc. Os módulos de autenticação atuais são combinações de módulos do PAM e os módulos de interface correspondentes ( plugins de conversação ). Consulte a seção PluginsLogin. (Opcionalmente nas telas locais) Um item para Mudar de Usuário... que permite mudar entre diferentes sessões locais em execução nos diferentes terminais virtuais deste computador. (Opcionalmente nas telas locais) Um item Reiniciar Servidor X que termina o X-Server atualmente em execução, inicia um novo e exibe novamente a janela de autenticação. Você poderá usar isto se o conteúdo da sua tela parecer bagunçado de alguma forma. (Opcionalmente nas telas remotas) Um item Fechar Conexão que fecha a conexão ao servidor de XDMCP ao qual você está atualmente conectado. Se você foi para este servidor através de um seletor de máquinas, isto irá levá-lo novamente para esse seletor, caso contrário só irá reiniciar o X-Server e lançar novamente a janela de autenticação. (Opcionalmente nas telas locais) Um item de Autenticação Remota que lhe mostra uma janela de seleção de máquinas, com os servidores de XDMCP a que um usuário consegue conectar remotamente. 8

9 (Opcionalmente nas telas locais) Um item Modo de Console que termina o X-Server atualmente em execução e entra na autenticação de console. Veja as seções ConsoleTTYs e Server TTY. (Opcionalmente) Um botão Desligar... que mostra a janela para Desligar o computador. A janela Desligar apresenta um conjunto de botões que permitem a execução de uma destas ações: Desligar o computador Desliga o sistema de uma maneira controlada, deixando-o pronto para desligar a força. Reiniciar o computador Desliga o sistema e o reinicia. Para os sistemas que utilizam o Lilo ou o GRUB, pode ser usada uma lista opcional que lhe permite selecionar um sistema operacional para ser usado na inicialização. Agendar... Se esta opção estiver ativa, você poderá usá-la para inserir uma janela de encerramento mais complexa. Veja mais detalhes em ScheduledSd. Pressionar o botão Cancelar, volta para a janela principal do kdm. 9

10 Capítulo 4 Configurando o kdm Este capítulo considera que o kdm já esteja instalado e funcionando em seu sistema, e que você simplesmente deseja mudar seu comportamento de algum modo. Quando o kdm se inicia, ele lê a sua configuração na pasta $KDEDIR /share/config/kdm/ poderá ser /etc/kde4/kdm/ ou algo do gênero no seu sistema). O arquivo de configuração principal é o kdmrc; todos os outros arquivos são referenciados a partir dele e podem ser armazenados com qualquer nome e em qualquer lugar no sistema - mas normalmente colocá-los em outro lugar não faz muito sentido por razões óbvias (uma exceção particular é a referência aos arquivos de configuração de um xdm já instalado; - de fato quando um novo kdm é instalado, ele atualmente fará uso dessa possibilidade se ele encontrar um xdm já instalado). Uma vez que o kdm deve ser executado antes de qualquer usuário estar logado, ele não é associado à nenhum usuário em particular. Por isso, não é possível ter arquivos de configuração específicos por usuário; todos os usuários compartilham o mesmo kdmrc. Em virtude disto a configuração do kdm só pode ser alterada por usuários que tenha acesso de escrita ao $KDEDI R /share/config/kdm/kdmrc (normalmente somente o administrador do sistema logado como root). Você poderá ver o arquivo kdmrc que está em uso atualmente no seu sistema e poderá configurar o kdm, bastando para isso editar este arquivo. Em alternativa, você poderá usar a ferramenta de configuração gráfica oferecida pelo Configurações do sistema (o módulo de Tela de Login na categoria Administração do Sistema). O restante deste capítulo descreve a configuração do kdm através do módulo do Configurações do sistema, e o próximo capítulo descreve as opções disponíveis no kdmrc propriamente dito. Se você somente precisa configurar para usuários locais, o módulo do Configurações do sistema deve atender todas as suas necessidades. Se você precisa configurar logins remotos, ou possui múltiplas sessões do kdm em execução, você precisará ler o restante da documentação. (ela 4.1 O Módulo do Gerenciador de Login do Configurações do sistema Usando este módulo, você pode configurar o gerenciador de login gráfico do KDE, o kdm. Você pode mudar como a tela de login se parece, que tem acesso usando o gerenciador de login e quem pode desligar o computador. 10

11 NOTA Todas as configurações serão gravadas no arquivo de configuração kdmrc, que em seu estado original possui muitos comentários para auxiliá-lo a configurar o kdm. Usar este módulo do Configurações do sistema removerá estes comentários do arquivo. Todas as opções disponíveis no kdmrc são abordadas em capítulo 5. As opções listadas neste capítulo são referenciadas com suas equivalentes no kdmrc. Todas as opções disponíveis no módulo do Configurações do sistema estão também disponíveis diretamente no kdmrc, mas o inverso não é verdadeiro. Para organizar todas estas opções, este módulo é dividido em diversas seções: Geral, Diálogo, Pano de fundo, Tema, Desligar, Usuários and Conveniência. Você pode alternar entre as sessões usando as abas no topo da janela. NOTA Você somente pode fazer mudanças se executar este modelo com permissões de superusuário Geral Primeiramente, você tem uma caixa combinada para escolher o idioma para sua caixa de login, correspondendo à configuração Language no kdmrc. Na seção Aparência você tem a opção de usar o kdm no modo temático. Se a opção Usar uma tela de boas-vindas com tema estiver selecionada, as configurações nas páginas Diálogo e Plano de fundo não podem ser configuradas separadamente. Enquanto o estilo do KDE depende das configurações do usuário logado, o estilo usado pelo kdm pode ser configurado usando as opções Estilo da interface: e Esquema de cores:. Isto corresponde às chaves GUIStyle e ColorScheme no kdmrc respectivamente. A partir da seção Fontes desta página você pode escolher as fontes usadas na janela de login. Somente fontes disponíveis para todos os usuários aparecerão aqui, desconsiderando as fontes que você tenha instalado para uso por um usuário específico. Você pode selecionar três estilos de fonte diferentes nesta seção (Geral:, Falhas:, Saudação:). Quando você clica no botão Escolher... um diálogo aparece a partir do qual você pode selecionar as novas características para o estilo da fonte. A fonte Geral: é usada em todos os outros lugares na janela de login. A fonte de Falhas: é usada quando um login falha. A fonte de Saudação: é a fonte usada para o título (String de Saudação). Você poderá também ativar a opção Usar anti-aliasing para fontes se você quiser fontes suavizadas na janela de login Diálogo Desta página, você poderá modificar a aparência visual do kdm, o gerenciador de login gráfico do KDE no modo não temático. A Saudação: é o título da tela de login. Configurar isto é especialmente útil se você tem muitos usuários de servidores que podem logar-se. Você pode usar vários curingas descritos mais à frente com a chave correspondente GreetString no kdmrc. Você pode então escolher entre mostrar a hora atual do sistema, um logotipo ou nada em especial na caixa de login. Faça sua escolha nos botões de opção rotulados Área de logotipo. Isto corresponde ao LogoArea no kdmrc Se você escolher Exibir logotipo você pode agora escolher um logotipo: 11

12 Arrastar um arquivo de imagem para o botão de imagem. Clique sobre o botão de imagem e selecione uma nova imagem do diálogo que surgir. Se você não indicar nenhum logotipo, será exibido o padrão existente em $KDEDIR /share/apps/ kdm/pics/kdelogo.xpm. Normalmente a caixa de login é centralizada na tela. Arraste a âncora para mover o centro do diálogo para a posição desejada. O controle pelo teclado também é possível: use as teclas de seta ou Home para centralizar. Observe que as proporções reais do diálogo são provavelmente diferentes. Isto corresponde à chave GreeterPos no kdmrc Plano de fundo Aqui você poderá mudar o fundo da tela que irá aparecer antes de um usuário se autenticar. Selecionar Ativar plano de fundo permitirá que você edite as opções nesta página. Esta página possui três áreas: 1. Uma área para seleção de imagens de fundo da tela 2. O monitor de visualização do fundo da tela 3. Uma área para determinar a cor do fundo da tela O monitor de visualização Esta é uma janela de pré-visualização. Ela fornece uma visão do que irá acontecer em cada mudança. Fundo Esta seção permite-lhe carregar uma imagem de papel de parede sobre o gradiente de cor escolhido na seção acima. Existem três opções disponíveis aqui: Sem imagem Nenhuma figura de fundo será mostrada. As opções de cor e padrão abaixo ainda terão efeito. Imagem Uma única figura será usada como fundo para os ambientes selecionados. Como esta figura é posicionada e escalonada pode ser ajustado abaixo. Apresentação O KDE permite que você tenha, como imagens de papel de parede, uma apresentação automática. Pressione o botão Configurar... para configurar isto. No diálogo resultante, você pode escolher qualquer imagem ou pasta disponível no computador, usando o botão Adicionar... para navegar em seu sistema de arquivos. O botão Remover excluirá a entrada selecionada atualmente da lista. Você pode escolher o período de tempo no qual uma imagem será exibida, na caixa Mudar figura após:, e pode escolher a opção Mostrar figuras em ordem aleatória se não deseja que sejam exibidas na ordem da lista. DICA Para exibir o papel de parede é necessário que a imagem seja mantida na memória. Se você tem pouca memória, é recomendado usar uma imagem pequena, ladrilhada, ou nenhuma imagem. Escalonar ou centralizar uma pequena imagem ainda requer uma imagem do tamanho de sua tela, para que possa ser mantida na memória. 12

13 Opções POSIÇÃO: Centralizado A imagem será centralizada na tela sem modificação no tamanho da imagem. As cores de fundo estarão presente em todos os lugares nos quais a imagem não estiver presente. Mosaico A imagem será duplicada até preencher a tela completamente. A primeira imagem será colocada no canto superior esquerdo da tela, e será replicada para baixo e para a direita. Ladrilhado centralizado A imagem será duplicada até preencher a tela completamente. A primeira imagem será colocada no centro da tela, e será replicada para cima, para baixo, para a esquerda e para a direita. Máximo aspecto centralizado A imagem será colocada no centro da tela. Será escalada de modo a caber na tela, mas mantendo as proporções da imagem original. Isto originará uma imagem não distorcida. Mosaico esticado A imagem será colocada no canto da tela. Ela será proporcional, para preencher a área de trabalho, mas não mudará a sua proporção quanto à imagem original. Isto fornecerá a você uma imagem que não é distorcida. Se existir qualquer espaço, a imagem será duplicada, para preencher este espaço. Escalonado A imagem será escalonada, para preencher a área de trabalho. Ela será esticada, para preencher todos os quatro cantos. Isto pode distorcer a imagem. Preenchimento centralizado automático Se a figura preencher o tamanho da área de trabalho, este modo funciona como uma opção centralizada. Se a figura é maior que a área, então ela é escalonada para menos, para preencher a área de trabalho, mantendo sua proporção. Escalonado & cortado Amplia a imagem sem distorcê-la, até que preencha a largura e a altura da tela (recortando a imagem se necessário), e centrando-a em seguida na tela. Cores: A primeira caixa de opções permite a você escolher o tipo da cor, gradiente ou padrão, para ser exibido sobre o (ou no lugar do) papel de parede. DICA Se você vai usar uma figura como papel de parede, você pode pular esta seção da caixa de diálogo. No entanto, se seu papel de parede escolhido não cobre a área de trabalho inteira, as cores escolhidas ainda serão mostradas no espaço restante. Uma cor Ao escolher este modo, você seleciona uma cor usando a primeira barra de cores, e a tela inteira será coberta com esta cor. Gradiente horizontal Ao escolher este modo, você seleciona duas cores (usando ambos os botões), e o KDE irá iniciar com a cor primária selecionada com o botão esquerdo na borda esquerda da tela, e vagarosamente transforma-se na cor de mistura selecionada com o botão direito conforme se move para a borda direita da tela. 13

14 Gradiente vertical Ao escolher este modo, você seleciona duas cores (usando ambos os botões), e o KDE irá iniciar com a cor primária selecionada com o botão esquerdo no topo da tela, e vagarosamente transforma-se na cor de mistura selecionada com o botão direito conforme se move para a base da tela. Gradiente em pirâmide Ao escolher este modo, você seleciona duas cores (usando ambos os botões), e o KDE irá iniciar com a cor primária selecionada com o botão esquerdo em cada canto da tela, e vagarosamente transforma-se na cor de mistura selecionada com o botão direito conforme se move para o centro da tela. Gradiente em seção de tubo Ao escolher este modo, você seleciona duas cores (usando ambos os botões), e o KDE irá iniciar com a cor primária selecionada com o botão esquerdo em cada canto da tela, e vagarosamente transforma-se na cor de mistura selecionada com o botão direito conforme se move para o centro da tela. A forma deste gradiente é diferente da gerada pelo gradiente de pirâmide. Gradiente elíptico Ao escolher este modo, você seleciona duas cores (usando ambos os botões), e o KDE irá iniciar com a cor de mistura selecionada com o botão direito no centro da tela, e vagarosamente transforma-se na cor primária selecionada com o botão esquerdo conforme se move para as bordas, em um padrão elíptico. Padrão O resto da lista são os nomes de vários padrões ou texturas que você pode escolher. Para mais sobre padrões, veja a seção Adicionar, remover e modificar padrões. Selecione a cor primária usando a primeira barra de cores. Se você escolheu um padrão que requer duas cores para ser configurada, a cor secundária pode ser configurada pressionando o botão apropriado. Mistura: A caixa de seleção chamada Mistura contém as opções que fazem uma transição leve (mistura) de um papel de parede, bem como sua modificação para o plano de fundo. 1. Uma caixa de seleção permite a você selecionar o modo de mistura. Muitos dos modos são similares aos modos de mistura para cores do plano de fundo. Selecione o seu modo da lista, e a janela de visualização irá mostrar a você como irá se parecer a sua escolha. 2. A barra deslizante Equilíbrio ajusta a mistura. O resultado pode ser visto imediatamente na janela de pré-visualização. 3. A opção Reverter regras pode reverter a regra da figura e do fundo para alguns tipos de mistura Opções avançadas Localizado abaixo do monitor de previsão, existe um botão chamado Opções avançadas. Para usar um programa externo para determinar e mudar o plano de fundo do KDE, basta selecionar Usar o seguinte programa para desenhar o plano de fundo. Os programas disponíveis no KDE serão listados. Selecione um para ativá-lo Adicionar, remover e modificar papéis de parede e padrões Existe um botão abaixo do monitor de pré-visualização chamado Obter novos papéis de parede que o ajuda a obter novas imagens de papéis de parede, a partir de uma seleção de imagens populares da página Web do KDE-Look. Você poderá, obviamente, selecionar qualquer imagem disponível como papel de parede, podendo ela ser guardada em qualquer local do seu disco 14

15 rígido. Para que um papel de parede apareça na lista automaticamente para todos os usuários, você deverá gravá-lo na pasta $KDEDIR /share/wallpapers. Um padrão é um arquivo de imagem que o KDE usa como um modelo para desenhar seu plano de fundo. O arquivo da imagem fornece as formas, mas o KDE fornece as cores. O KDE é distribuído com diversos padrões, e você pode também adicionar novos padrões. Para adicionar um novo padrão que se encontre disponível para todos os usuários do seu computador, basta colocar o arquivo em $KDEDIR /share/apps/kdm/patterns/. Copie o arquivo.desktop desta pasta e nomeie-o da mesma maneira que seu novo padrão de arquivo de imagem. Modifique o conteúdo para abrigar o novo padrão. Para adicionar um novo padrão para um único usuário, adicione os arquivos a $KDEHOME /shar e/apps/kdm/patterns/. Para resultados melhores, o padrão deve ser um arquivo PNG em escala de cinza Tema A página contém três seções: Uma lista dos temas instalados, onde você pode selecionar o que será usado. Uma imagem com uma previsão do tema selecionado e informações adicionais como Copyright e Descrição. Três botões para instalar ou remover um tema e um botão para lançar a janela do Obter novas coisas de onde poderá transferir novos temas. NOTA As configurações nesta página somente estão disponíveis no modo com temas Desligar Permitir Desligamento Use estas listas para escolher quem tem permissão para desligar a máquina: Ninguém: Ninguém pode desligar o computador usando o kdm. Você deverá logar-se, e executar um comando. Todos: Todos poderão desligar o computador usando o kdm. Somente Root: o kdm necessitará que a senha do root seja inserida antes de desligar o computador. Você pode configurar de maneira independente quem terá permissão para desligar a máquina para usuário Local: e Remoto:. Comandos Use estas campos de texto para definir o comando exato de desligamento. O comando padrão para Parar: é /sbin/halt. O comando padrão para Reiniciar: é /sbin/reboot. Quando o Gerenciador de boot está definido para Grub ou Lilo, o kdm na reinicialização apresentará opções para este gerenciador. Lembre-se que esta opção não está disponível em todos os sistemas operacionais. 15

16 4.1.6 Usuários A partir daqui você pode mudar o modo como os usuários são representados na janela de login. Independentemente dos usuários que você especificar pelo nome, você pode usar os UIDs de Sistema para especificar um intervalo de UIDs válidos que serão mostrados na lista. Por padrão usuários com id abaixo de 1000, que frequentemente são usuários de sistema ou de serviço, e usuários com id acima de 30000, não são mostrados. Você pode desabilitar totalmente a lista de usuários do kdm na seção Usuários. Você pode escolher entre: Mostrar lista Só são mostrados os usuários que você especificamente não excluiu na lista ao lado Se não assinalar esta opção, não será mostrada qualquer lista. Esta é a forma mais segura, uma vez que um atacante teria aí que adivinhar um usuário válido além da sua senha. É também a forma ideal se você tiver muitos usuários para listar, uma vez que a lista propriamente dita não caberia toda na tela. Complementação automática Se esta opção estiver selecionada, o kdm irá automaticamente completar os nomes dos usuários, a medida que forem digitados na linha de edição. Seleção inversa Permite-lhe selecionar uma lista dos usuários que deverão ser mostrados; e todos os outros usuários não serão então apresentados. Você também pode ativar a opção Ordenar usuários, para que a lista apareça ordenada alfabeticamente. Se estiver desligada, os usuários irão aparecer pela ordem em que estão descritos no arquivo de senhas. O kdm irá também completar automaticamente os nomes dos usuários se você ativar a opção de Complementação Automática. Se você escolher mostrar usuários, então a janela de login mostrará imagens (que você selecionou), de uma lista de usuários. Quando alguém estiver pronto para logar-se, ele pode selecionar seu nome de usuário/imagem, inserir sua senha, e ter então acesso ao sistema. Se você permitir uma imagem do usuário, então você poderá configurar a Origem da imagem do usuário. Aqui você pode especificar onde o kdm obterá as imagens que representarão os usuários. Sistema representa a pasta global; estas são as figuras que você pode configurar abaixo. Usuário significa que o kdm deve ler o arquivo $HOME /.face.icon da pasta pessoal do usuário. As duas seleções do meio definem a ordem de preferência, caso ambas as fontes estejam disponíveis. Se você escolher não mostrar usuários, então a janela de login será mais tradicional. Usuários precisarão digitar seus nomes de usuário e senhas para obter acesso. Este é o modo recomendado se você possui muitos usuários neste terminal Conveniência Na página Conveniência você pode configurar algumas opções para tornar a vida mais fácil para pessoas preguiçosas, como login automático ou login sem senha. IMPORTANTE Por favor pense mais de duas vezes antes de usar estas opções. Cada opção na aba Conveniência serve muito bem para comprometer seriamente a segurança de seu sistema. Praticamente, estas opção somente devem ser usadas em ambientes não críticos, por exemplo um computador pessoal em sua casa. 16

17 Login Automático O login automático fornecerá acesso para uma certa conta de seu sistema, sem fazer qualquer autenticação. Você pode habilitá-lo usando a opção Habilitar login automático. Você pode escolher a conta a ser usada para login automático na lista rotulada Usuário:. Com o Bloquear a sessão, a sessão automaticamente iniciada será bloqueada imediatamente (se for uma sessão do KDE). Isto pode ser usado para obter um login super-rápido restrito a um usuário. A autenticação automática poderá ser suprimida pressionando imediatamente a tecla Shift logo que o X-Server muda para o modo gráfico e soltando-a logo que apareça o cursor da ampulheta do kdm Usuário pré-selecionado Você pode também escolher que usuário é pré-selecionado quando o kdm inicia. O padrão é Nenhum, mas você pode escolher Anterior para fazer que o padrão do kdm seja o último usuário que se logou com sucesso, ou você pode Especificar um usuário em particular que sempre será selecionado na lista. Você pode também fazer com que o kdm coloque o foco no campo senha, de modo que quando você obter a tela de login do kdm, você possa inserir a senha imediatamente Login sem Senha Se usar esta funcionalidade, você poderá permitir a certos usuários logarem-se sem precisar inserir as suas senhas. Ative esta opção em Habilitar logins sem senha. Abaixo desta opção você verá uma lista de usuários do sistema. Habilite o login sem senha para usuários específicos selecionando as caixas de verificação ao lado de seus nomes de login. Por padrão, este recurso está desabilitado para todos os usuários. IMPORTANTE Novamente, esta opção deve ser usada somente num ambiente seguro. Se você habilitá-la num sistema muito público você deve tomar cuidado para que somente usuários com pesadas restrições de acesso possam logar-se sem senha, por exemplo guest. A opção Fazer re-login automático após falha do X permite-lhe pular o processo de autenticação quando seu servidor X acidentalmente travar. 17

18 Capítulo 5 Arquivos que o kdm usa para configuração Este capítulo documenta os arquivos que controlam o comportamento do kdm. Uma parte deste comportamento pode também ser controlada pelo módulo do Configurações do sistema, mas nem tudo. 5.1 kdmrc - O arquivo principal de configuração do kdm O formato básico deste arquivo é no estilo-ini. Opções são pares de valor/chave, colocadas em seções. Tudo no arquivo é sensível à caixa. Erros de sintaxe e chaves/seções desconhecidas fazem com que o kdm envie mensagens de erros não fatais. Linhas iniciando com # são comentários; linhas vazias são igualmente ignoradas. Seções são indicadas com [Nome da Seção]. Você pode configurar cada terminal X individualmente. Cada terminal possui um nome específico, que é composto pelo nome de uma máquina (que é vazio para os terminais locais indicados em StaticServers ou em ReserveServers), um sinal de dois pontos (:) e um número de terminal. Adicionalmente, um terminal pertence a uma classe específica (que poderá ser ignorada na maioria dos casos). Seções com configurações específicas por terminal possuem a sintaxe na forma[x- máquina [ : n úmero [ _ classe ] ] - subseção ] Todas as seções com a mesma subseção constituem uma classe de seção. Você pode usar o curinga * (corresponde a qualquer um) para a máquina, número e classe. Você pode omitir componentes da sintaxe; eles então serão assumidos como *. A parte máquina deve ter uma especificação de domínio como.dominio.br ou o caractere especial + (que corresponde a itens não vazios). A partir de qual seção uma configuração é obtida é determinado pelas seguintes regras: Uma correspondência exata tem precedência sobre uma correspondência parcial (para a parte máquina), que tem precedência sobre um curinga (+ tendo precedência sobre o *). A precedência diminui da esquerda para direita para as correspondências exatas. Exemplo: nome do terminal minhamaquina.foo:0, classe dpy [X-minhamaquina.foo:0_dpy] precede 18

19 [X-minhamaquina.foo:0_*] (o mesmo que [X-minhamaquina.foo:0]) que precede [X-minhamaquina.foo:*_dpy] que precede [X-minhamaquina.foo:*_*] (o mesmo que [X-minhamaquina.foo]) que precede [X-.foo:*_*] (o mesmo que [X-.foo]) que precede [X-+:0_dpy] que precede [X-*:0_dpy] que precede [X-*:0_*] (o mesmo que [X-*:0]) que precede [X-*:*_*] (o mesmo que [X-*]). Estas seções não correspondem a este terminal: [X-suamáquina], [X-minhamáquina.foo:0_dec], [X-*:1], [X-:*] Seções comuns são [X-*] (todos os terminais), [X-:*] (todos os terminais locais) e [X-:0] (o primeiro terminal local). O formato para todas as chaves é chave = valor. Chaves somente são válidas na classe de seção para a qual elas foram definidas. Algumas chaves não se aplicam a determinados terminais, sendo neste caso ignoradas. Se uma configuração não for encontrada em nenhuma seção correspondente, o padrão é usado. Os caracteres especiais que necessitam ser escapados : espaços anteriores e posteriores (\s), tabulações (\t), fim-de-linha (\n), mudança de linha (\r) e a própria barra invertida (\\). Nas listas, os campos são separados por vírgulas, sem espaços no meio. Alguns textos de comando estão sujeitos à repartição de palavras simplificada do tipo do sh : as aspas simples ( ) e aspas duplas ( ) possuem o significado normal; a barra invertida escapa tudo (não apenas os caracteres especiais). Lembre-se que as barras invertidas necessitam ser duplicadas, devido aos dois níveis de escape. NOTA O kdmrc original é intensamente comentado. Todos os comentários serão perdidos se você mudar este arquivo com a interface do Configurações do sistema A seção [General] do kdmrc Esta seção contém opções globais que não cabem em nenhuma outra seção específica. ConfigVersion Esta opção existe somente para fins de atualizações automáticas. Não mude-a, ou você pode interferir com atualizações futuras e isto pode resultar numa falha na execução do kdm. StaticServers Uma lista dos terminais (X-Servers) gerenciados permanentemente pelo kdm. Os terminais com um nome de máquina são ambientes estrangeiros que se pressupõe que já estejam em execução, enquanto os outros são terminais locais, para os quais o kdm inicia o seu próprio X-Server; veja o ServerCmd. Cada terminal poderá pertencer a uma determinada classe; adicione-a ao nome do terminal, separada por um sublinhado. Veja os detalhes em Seção 5.2. O padrão é :0. ReserveServers Uma lista de terminais sob demanda. Veja a sintaxe no StaticServers. 19

20 ServerVTs Lista dos Terminais Virtuais a serem alocados para os X-Servers. Para números negativos o valor absoluto é usado, e o VT (do inglês, Terminal Virtual) será alocado somente se o kernel disser que ele está livre. Se o kdm exaurir esta lista, ele alocará VTs livres maiores que o valor absoluto da última entrada nesta lista. Atualmente somente para o Linux. ConsoleTTYs Esta opção é para os sistemas operacionais (SOs) com suporte para terminais virtuais (VTs), tanto pelo kdm como pelos SOs em si. Atualmente, isto só se aplica ao Linux. Quando o kdm muda para o modo de console, ele começa a monitorar todas as linhas de TTY aqui indicadas (sem o /dev/ inicial). Se nenhuma delas ficar ativa durante algum tempo, o kdm volta outra vez para o terminal do X. PidFile O nome do arquivo especificado será criado para conter uma representação ASCII do ID do processo principal do kdm; o PID não será armazenado se o nome do arquivo estiver vazio. LockPidFile Esta opção controla se o kdm usa o travamento de arquivo para manter gerenciadores de terminais múltiplos em execução distintamente. O padrão é true. AuthDir Isto nomeia um diretório sob o qual o kdm armazena os arquivos de autorização do X- Server ao inicializar a sessão. O kdm espera que o sistema limpe este diretório de arquivos antigos ao reiniciar. O arquivo de autorização a ser usado por um terminal em particular pode ser especificado com a opção AuthFile em [X-*-Core]. O padrão é /var/run/xauth. AutoRescan Este booleano controla se o kdm re-lerá automaticamente seus arquivos de configuração se ele descobrir que eles foram mudados. O padrão é true. ExportList Variáveis de ambiente adicionais do kdm que devem ser passadas para todos os programas que ele executa. LD_LIBRARY_PATH e XCURSOR_THEME são boas candidatas; caso contrário isto não seria necessário muito frequentemente. RandomFile Se o sistema não possui nenhuma fonte randômica como o /dev/urandom (veja Rando mdevice) e nenhum daemon randômico como o EGD (veja em PrngdSocket e PrngdPor t) em execução, o kdm usará seu próprio gerador de números pseudo-randômicos que, dentre outras coisas, verificará sucessivamente as somas das partes deste arquivo (que, obviamente, deve mudar frequentemente). Esta opção não existe em Linux e vários BSDs. O padrão é /dev/mem. 20

Capítulo 7 O Gerenciador de Arquivos

Capítulo 7 O Gerenciador de Arquivos Capítulo 7 O Gerenciador de Arquivos Neste capítulo nós iremos examinar as características da interface do gerenciador de arquivos Konqueror. Através dele realizaremos as principais operações com arquivos

Leia mais

Manual do Editor de Menus do KDE. Milos Prudek Anne-Marie Mahfouf Lauri Watts Tradução: Marcus Gama Tradução: André Marcelo Alvarenga

Manual do Editor de Menus do KDE. Milos Prudek Anne-Marie Mahfouf Lauri Watts Tradução: Marcus Gama Tradução: André Marcelo Alvarenga Milos Prudek Anne-Marie Mahfouf Lauri Watts Tradução: Marcus Gama Tradução: André Marcelo Alvarenga 2 Conteúdo 1 Introdução 5 1.1 Casos de uso......................................... 6 1.1.1 Adaptar o

Leia mais

Manual do PolicyKit-kde. Daniel Nicoletti Tradução: Luiz Fernando Ranghetti

Manual do PolicyKit-kde. Daniel Nicoletti Tradução: Luiz Fernando Ranghetti Daniel Nicoletti Tradução: Luiz Fernando Ranghetti 2 Conteúdo 1 Resumo 5 2 Como funciona 6 2.1 Resumo............................................ 6 2.2 O problema.........................................

Leia mais

Manual do KWallet. George Staikos Lauri Watts Desenvolvedor: George Staikos Tradução: Marcus Gama Tradução: André Marcelo Alvarenga

Manual do KWallet. George Staikos Lauri Watts Desenvolvedor: George Staikos Tradução: Marcus Gama Tradução: André Marcelo Alvarenga George Staikos Lauri Watts Desenvolvedor: George Staikos Tradução: Marcus Gama Tradução: André Marcelo Alvarenga 2 Conteúdo 1 Introdução 5 1.1 Criar uma carteira...................................... 5

Leia mais

Excel 2010 Modulo II

Excel 2010 Modulo II Excel 2010 Modulo II Sumário Nomeando intervalos de células... 1 Classificação e filtro de dados... 3 Subtotais... 6 Validação e auditoria de dados... 8 Validação e auditoria de dados... 9 Cenários...

Leia mais

ÁREA DE TRABALHO. Área de Trabalho ou Desktop Na Área de trabalho encontramos os seguintes itens: Atalhos Barra de tarefas Botão iniciar

ÁREA DE TRABALHO. Área de Trabalho ou Desktop Na Área de trabalho encontramos os seguintes itens: Atalhos Barra de tarefas Botão iniciar WINDOWS XP Wagner de Oliveira ENTRANDO NO SISTEMA Quando um computador em que trabalham vários utilizadores é ligado, é necessário fazer login, mediante a escolha do nome de utilizador e a introdução da

Leia mais

Manual do Klipper. Philip Rodrigues Carsten Pfeiffer Tradução: Marcus Gama Tradução: André Marcelo Alvarenga

Manual do Klipper. Philip Rodrigues Carsten Pfeiffer Tradução: Marcus Gama Tradução: André Marcelo Alvarenga Philip Rodrigues Carsten Pfeiffer Tradução: Marcus Gama Tradução: André Marcelo Alvarenga 2 Conteúdo 1 Introdução 5 2 Usando o Klipper 6 2.1 Uso Básico.......................................... 6 2.1.1

Leia mais

Manual do Plasma. Sebastian Kügler Claus Christensen Tradução: Marcus Gama Tradução: André Marcelo Alvarenga

Manual do Plasma. Sebastian Kügler Claus Christensen Tradução: Marcus Gama Tradução: André Marcelo Alvarenga Sebastian Kügler Claus Christensen Tradução: Marcus Gama Tradução: André Marcelo Alvarenga 2 Conteúdo 1 Introdução 5 2 Usando o Plasma 6 2.1 Componentes do Plasma.................................. 6 2.1.1

Leia mais

GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM HYPER-V

GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM HYPER-V GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM HYPER-V GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM HYPER-V 1- Visão Geral Neste manual você aprenderá a instalar e fazer a configuração inicial do seu firewall Netdeep

Leia mais

TeamViewer 9 Manual Management Console

TeamViewer 9 Manual Management Console TeamViewer 9 Manual Management Console Rev 9.2-07/2014 TeamViewer GmbH Jahnstraße 30 D-73037 Göppingen www.teamviewer.com Sumário 1 Sobre o TeamViewer Management Console... 4 1.1 Sobre o Management Console...

Leia mais

Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter

Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter Índice Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter............... 1 Sobre a Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter................ 1 Requisitos de

Leia mais

XXIV SEMANA MATEMÁTICA

XXIV SEMANA MATEMÁTICA XXIV SEMANA ACADÊMICA DA MATEMÁTICA Minicurso: Produção de Páginas Web para Professores de Matemática Projeto de Extensão: Uma Articulação entre a Matemática e a Informática como Instrumento para a Cidadania

Leia mais

Manual de utilização GDS Touch PAINEL TOUCH-SCREEN CONTROLE RESIDENCIAL INTERATIVO. Versão: 1.0 Direitos reservados.

Manual de utilização GDS Touch PAINEL TOUCH-SCREEN CONTROLE RESIDENCIAL INTERATIVO. Versão: 1.0 Direitos reservados. Bem Vindo GDS TOUCH Manual de utilização GDS Touch PAINEL TOUCH-SCREEN CONTROLE RESIDENCIAL INTERATIVO O GDS Touch é um painel wireless touchscreen de controle residencial, com design totalmente 3D, interativo

Leia mais

Manual de Utilização

Manual de Utilização Se ainda tiver dúvidas entre em contato com a equipe de atendimento: Por telefone: 0800 642 3090 Por e-mail atendimento@oisolucoespraempresas.com.br Introdução... 3 1. O que é o programa Oi Backup Empresarial?...

Leia mais

Digitalização. Copiadora e Impressora WorkCentre C2424

Digitalização. Copiadora e Impressora WorkCentre C2424 Digitalização Este capítulo inclui: Digitalização básica na página 4-2 Instalando o driver de digitalização na página 4-4 Ajustando as opções de digitalização na página 4-5 Recuperando imagens na página

Leia mais

CAPÍTULO IV Sistema Operacional Microsoft Windows XP

CAPÍTULO IV Sistema Operacional Microsoft Windows XP CAPÍTULO IV Sistema Operacional Microsoft Windows XP Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais são programas que como o próprio nome diz tem a função de colocar o computador em operação. O sistema Operacional

Leia mais

Ave: Manual do usuário

Ave: Manual do usuário As iniciais no canto superior esquerdo indicam a atual lista de espécies em uso. Clique neste campo para abrir uma grade com todas Ave: Manual do usuário Introdução A Janela Inicial O botão Listas Sobre

Leia mais

MANUAL E DICAS ASSISTENTE VIRTUAL (AV) ADS DIGITAL (WWW.ADSDIGITAL.COM.BR) VERSÃO DO ASSISTENTE VIRTUAL: 1.3.1 POR

MANUAL E DICAS ASSISTENTE VIRTUAL (AV) ADS DIGITAL (WWW.ADSDIGITAL.COM.BR) VERSÃO DO ASSISTENTE VIRTUAL: 1.3.1 POR MANUAL E DICAS DO ASSISTENTE VIRTUAL (AV) POR ADS DIGITAL (WWW.ADSDIGITAL.COM.BR) VERSÃO DO ASSISTENTE VIRTUAL: 1.3.1 ÍNDICE Introdução...3 Requisitos e Restrições do Assistente...3 Diferenças da Versão

Leia mais

Guia do usuário do Web Portal. Versão 6.0

Guia do usuário do Web Portal. Versão 6.0 Guia do usuário do Web Portal Versão 6.0 2013 Pitney Bowes Software Inc. Todos os direitos reservados. Esse documento pode conter informações confidenciais ou protegidas por direitos autorais pertencentes

Leia mais

Manual do System Monitor. Chris Schlaeger John Tapsell Chris Schlaeger Tobias Koenig Tradução: Marcus Gama

Manual do System Monitor. Chris Schlaeger John Tapsell Chris Schlaeger Tobias Koenig Tradução: Marcus Gama Chris Schlaeger John Tapsell Chris Schlaeger Tobias Koenig Tradução: Marcus Gama 2 Conteúdo 1 Introdução 6 2 Usando o System Monitor 7 2.1 Iniciando........................................... 7 2.2 Tabela

Leia mais

LISTA DE COMANDOS DO LINUX 1

LISTA DE COMANDOS DO LINUX 1 LISTA DE COMANDOS DO LINUX 1 Comandos para manipulação de diretório 1. ls Lista os arquivos de um diretório. 2. cd Entra em um diretório. Você precisa ter a permissão de execução para entrar no diretório.

Leia mais

Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP

Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP...1 Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP...1 Iniciando o Windows XP...2 Desligar o computador...3 Área de trabalho...3

Leia mais

1 REQUISITOS BÁSICOS PARA INSTALAR O SMS PC REMOTO

1 REQUISITOS BÁSICOS PARA INSTALAR O SMS PC REMOTO 1 ÍNDICE 1 REQUISITOS BÁSICOS PARA INSTALAR O SMS PC REMOTO... 3 1.1 REQUISITOS BASICOS DE SOFTWARE... 3 1.2 REQUISITOS BASICOS DE HARDWARE... 3 2 EXECUTANDO O INSTALADOR... 3 2.1 PASSO 01... 3 2.2 PASSO

Leia mais

MODEM USB 3G+ WM31. Manual do Usuário

MODEM USB 3G+ WM31. Manual do Usuário MODEM USB 3G+ WM31 Manual do Usuário 2 Tabela de Conteúdo 1 Introdução... 3 2. Instalação... 5 3. Descrição da interface do cliente... 6 4. Conexão... 10 5.SMS... 11 6.Contatos... 14 7.Estatística... 18

Leia mais

Instalação do Linux Educacional 3.0 Bancadas SED

Instalação do Linux Educacional 3.0 Bancadas SED Instalação do Linux Educacional 3.0 Bancadas SED A instalação do Linux Educacional 3.0 segue os mesmos moldes da instalação normal, porém, com algumas considerações. Backup de Configurações Para evitar

Leia mais

FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA

FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA Manual de Utilização Google Grupos Sumário (Clique sobre a opção desejada para ir direto à página correspondente) Utilização do Google Grupos Introdução... 3 Página

Leia mais

Guia de administração. BlackBerry Professional Software para Microsoft Exchange. Versão: 4.1 Service pack: 4B

Guia de administração. BlackBerry Professional Software para Microsoft Exchange. Versão: 4.1 Service pack: 4B BlackBerry Professional Software para Microsoft Exchange Versão: 4.1 Service pack: 4B SWD-313211-0911044452-012 Conteúdo 1 Gerenciando contas de usuários... 7 Adicionar uma conta de usuário... 7 Adicionar

Leia mais

Partição Partição primária: Partição estendida: Discos básicos e dinâmicos

Partição Partição primária: Partição estendida: Discos básicos e dinâmicos Partição Parte de um disco físico que funciona como se fosse um disco fisicamente separado. Depois de criar uma partição, você deve formatá-la e atribuir-lhe uma letra de unidade antes de armazenar dados

Leia mais

SGCD 2.2. Sistema Gerenciador de Conteúdo Dinâmico

SGCD 2.2. Sistema Gerenciador de Conteúdo Dinâmico Atualizado em 13/AGO/2012 Sistema Gerenciador de Conteúdo Dinâmico No final de 2007, o Serviço Técnico de Informática da UNESP Marília, disponibilizou para a comunidade acadêmica e administrativa o Sistema

Leia mais

Moodlerooms Instructor Essentials

Moodlerooms Instructor Essentials Moodlerooms Instructor Essentials [Type the company address] 2015 Moodlerooms Índice VISÃO GERAL DO BOLETIM JOULE... 4 Benefícios do Boletim Joule... 4 Documentação do professor no Boletim Joule... 4 Acesso

Leia mais

SGCD 2.0 Sistema Gerenciador de Conteúdo Dinâmico

SGCD 2.0 Sistema Gerenciador de Conteúdo Dinâmico Sistema Gerenciador de Conteúdo Dinâmico Atualizado em 24/08/2011 No final de 2007, o Serviço Técnico de Informática da UNESP Marília, disponibilizou para a comunidade acadêmica e administrativa o Sistema

Leia mais

Cookies. Krishna Tateneni Jost Schenck Tradução: Lisiane Sztoltz

Cookies. Krishna Tateneni Jost Schenck Tradução: Lisiane Sztoltz Krishna Tateneni Jost Schenck Tradução: Lisiane Sztoltz 2 Conteúdo 1 Cookies 4 1.1 Política............................................ 4 1.2 Gerenciamento....................................... 5 3 1

Leia mais

Manual do Gwenview. Aurélien Gâteau Christopher Martin Henry de Valence Tradução: Marcus Gama Tradução: André Marcelo Alvarenga

Manual do Gwenview. Aurélien Gâteau Christopher Martin Henry de Valence Tradução: Marcus Gama Tradução: André Marcelo Alvarenga Aurélien Gâteau Christopher Martin Henry de Valence Tradução: Marcus Gama Tradução: André Marcelo Alvarenga 2 Conteúdo 1 Introdução 5 1.1 O que é o Gwenview.................................... 5 2 Interface

Leia mais

Dados contadores de história. Qlik Sense 1.1 Copyright 1993-2015 QlikTech International AB. Todos os direitos reservados.

Dados contadores de história. Qlik Sense 1.1 Copyright 1993-2015 QlikTech International AB. Todos os direitos reservados. Dados contadores de história Qlik Sense 1.1 Copyright 1993-2015 QlikTech International AB. Todos os direitos reservados. Copyright 1993-2015 QlikTech International AB. Todos os direitos reservados. Qlik,

Leia mais

OURO MODERNO www.ouromoderno.com.br SISTEMA OPERACIONAL APOSTILA DE EXEMPLO. (Esta é só uma reprodução parcial do conteúdo)

OURO MODERNO www.ouromoderno.com.br SISTEMA OPERACIONAL APOSTILA DE EXEMPLO. (Esta é só uma reprodução parcial do conteúdo) SISTEMA OPERACIONAL APOSTILA DE EXEMPLO (Esta é só uma reprodução parcial do conteúdo) 1 ÍNDICE Aula 1 Conhecendo o Linux... 3 Apresentação... 3 Tela de Logon... 4 Área de trabalho... 5 Explorando o Menu

Leia mais

AFS para Windows. Iniciação Rápida. Versão 3.6 S517-6977-00

AFS para Windows. Iniciação Rápida. Versão 3.6 S517-6977-00 AFS para Windows Iniciação Rápida Versão 3.6 S517-6977-00 AFS para Windows Iniciação Rápida Versão 3.6 S517-6977-00 Nota Antes de utilizar estas informações e o produto a que elas se referem, leia as

Leia mais

Guia de Inicialização para o Windows

Guia de Inicialização para o Windows Intralinks VIA Versão 2.0 Guia de Inicialização para o Windows Suporte 24/7/365 da Intralinks EUA: +1 212 543 7800 Reino Unido: +44 (0) 20 7623 8500 Consulte a página de logon da Intralinks para obter

Leia mais

Manual do KNotes. Fabian Dal Santo Greg M. Holmes Revisão: Lauri Watts Tradução: Marcus Gama

Manual do KNotes. Fabian Dal Santo Greg M. Holmes Revisão: Lauri Watts Tradução: Marcus Gama Fabian Dal Santo Greg M. Holmes Revisão: Lauri Watts Tradução: Marcus Gama 2 Conteúdo 1 Introdução 5 2 Usando o KNotes 6 3 Configuração 9 3.1 Configurando as Opções Padrão do KNotes.......................

Leia mais

Manual de Utilização do Easy Reader versão 6

Manual de Utilização do Easy Reader versão 6 Manual de Utilização do Easy Reader versão 6 Página 1 Índice Manual de Utilização do Easy Reader versão 6 1 O que é o EasyReader? 4 Abrir um livro 5 Abrir um novo livro de um CD/DVD 5 Abrir um novo livro

Leia mais

Conteúdo Manual do sistema de ajuda do KDE

Conteúdo Manual do sistema de ajuda do KDE 2 Conteúdo 1 Manual do sistema de ajuda do KDE 5 1.1 Sistema de ajuda do KDE................................. 5 1.1.1 Instalação...................................... 5 1.2 Invocar a ajuda.......................................

Leia mais

Universidade Federal do Mato Grosso - STI-CAE. Índice

Universidade Federal do Mato Grosso - STI-CAE. Índice CAPA Universidade Federal do Mato Grosso - STI-CAE Índice 1. Página da área administrativa... 1.1 Botões e campo iniciais... 2. Explicar como funcionam as seções... 2.1. Seções dinâmicos... 2.1.1 Como

Leia mais

Proxy. Krishna Tateneni Tradução: Lisiane Sztoltz Tradução: Marcus Gama

Proxy. Krishna Tateneni Tradução: Lisiane Sztoltz Tradução: Marcus Gama Krishna Tateneni Tradução: Lisiane Sztoltz Tradução: Marcus Gama 2 Conteúdo 1 Proxies 4 1.1 Introdução.......................................... 4 1.2 Uso..............................................

Leia mais

Centro de Computação - Unicamp Gerência de Atendimento ao Cliente (e-mail:apoio@turing.unicamp.br) Sumário

Centro de Computação - Unicamp Gerência de Atendimento ao Cliente (e-mail:apoio@turing.unicamp.br) Sumário Sumário Conceitos Microsoft Access 97... 01 Inicialização do Access... 02 Convertendo um Banco de Dados... 03 Criando uma Tabela... 06 Estrutura da Tabela... 07 Propriedades do Campo... 08 Chave Primária...

Leia mais

Informática Aplicada. Aula 2 Windows Vista. Professora: Cintia Caetano

Informática Aplicada. Aula 2 Windows Vista. Professora: Cintia Caetano Informática Aplicada Aula 2 Windows Vista Professora: Cintia Caetano AMBIENTE WINDOWS O Microsoft Windows é um sistema operacional que possui aparência e apresentação aperfeiçoadas para que o trabalho

Leia mais

Permissão de Usuários

Permissão de Usuários Permissão de Usuários 1 Conteúdo 1. Propósito 3 2. Permissão de Usuários PrefGest 4 3. Permissão de Usuário para PrefCad 10 2 1. Propósito Este documento destina-se a explicar a ação para liberar permissões

Leia mais

Qlik Sense Desktop. Qlik Sense 2.0.2 Copyright 1993-2015 QlikTech International AB. Todos os direitos reservados.

Qlik Sense Desktop. Qlik Sense 2.0.2 Copyright 1993-2015 QlikTech International AB. Todos os direitos reservados. Qlik Sense Desktop Qlik Sense 2.0.2 Copyright 1993-2015 QlikTech International AB. Todos os direitos reservados. Copyright 1993-2015 QlikTech International AB. Todos os direitos reservados. Qlik, QlikTech,

Leia mais

Expresso Livre Correio Eletrônico

Expresso Livre Correio Eletrônico Expresso Livre Correio Eletrônico 1. EXPRESSO LIVRE Para fazer uso desta ferramenta de correio eletrônico acesse seu Navegador de Internet e digite o endereço eletrônico expresso.am.gov.br. Figura 1 A

Leia mais

OPCEM 1.0. Versão 1.0 Copyright 2013 OpServices 1

OPCEM 1.0. Versão 1.0 Copyright 2013 OpServices 1 OPCEM 1.0 Versão 1.0 Copyright 2013 OpServices 1 OpCEM CONCEITO... 4 REQUISITOS MÍNIMOS... 4 INSTALANDO... 4 CONHECENDO A INTERFACE DO OPCEM... 7 CONFIGURAÇÃO DO GERENCIADOR... 7 ADICIONAR NOVO ROBÔ...

Leia mais

Microsoft Excel 2003

Microsoft Excel 2003 Associação Educacional Dom Bosco Faculdades de Engenharia de Resende Microsoft Excel 2003 Professores: Eduardo Arbex Mônica Mara Tathiana da Silva Resende 2010 INICIANDO O EXCEL Para abrir o programa Excel,

Leia mais

Introdução... 1. Instalação... 2

Introdução... 1. Instalação... 2 ONTE DO Introdução... 1 O que é IPP?... 1 Qual é a função de um software Samsung IPP?... 1 Instalação... 2 Requisitos do sistema... 2 Instalar o software Samsung IPP... 2 Desinstalar o software Samsung

Leia mais

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider Ferramenta: Spider-CL Manual do Usuário Versão da Ferramenta: 1.1 www.ufpa.br/spider Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 14/07/2009 1.0 15/07/2009 1.1 16/07/2009 1.2 20/05/2010 1.3 Preenchimento

Leia mais

Versão 2.2.0 PIMACO AUTOADESIVOS LTDA. Assistente Pimaco + 2.2.0. Ajuda ao Usuário

Versão 2.2.0 PIMACO AUTOADESIVOS LTDA. Assistente Pimaco + 2.2.0. Ajuda ao Usuário Versão 2.2.0 PIMACO AUTOADESIVOS LTDA. Assistente Pimaco + 2.2.0 Ajuda ao Usuário A S S I S T E N T E P I M A C O + 2.2.0 Ajuda ao usuário Índice 1. BÁSICO 1 1. INICIANDO O APLICATIVO 2 2. O AMBIENTE DE

Leia mais

Laplink PCmover Express A Maneira Mais Fácil de Migrar para um Novo PC Windows. Guia do Usuário

Laplink PCmover Express A Maneira Mais Fácil de Migrar para um Novo PC Windows. Guia do Usuário Laplink PCmover Express A Maneira Mais Fácil de Migrar para um Novo PC Windows Guia do Usuário Serviço de Atendimento ao Cliente/ Suporte Técnico Site: http://www.laplink.com/index.php/por/contact E-mail:

Leia mais

Manual do Usuário. SCA - Sistema de Controle de Acesso

Manual do Usuário. SCA - Sistema de Controle de Acesso Manual do Usuário SCA - Sistema de Controle de Acesso Equipe-documentacao@procergs.rs.gov.br Data: Julho/2012 Este documento foi produzido por Praça dos Açorianos, s/n CEP 90010-340 Porto Alegre, RS (51)

Leia mais

Iniciação à Informática

Iniciação à Informática Meu computador e Windows Explorer Justificativa Toda informação ou dado trabalhado no computador, quando armazenado em uma unidade de disco, transforma-se em um arquivo. Saber manipular os arquivos através

Leia mais

Manual do Trojitá. Randall Wood Tradução: André Marcelo Alvarenga

Manual do Trojitá. Randall Wood Tradução: André Marcelo Alvarenga Randall Wood Tradução: André Marcelo Alvarenga 2 Conteúdo 1 Introdução 5 2 Usando o Trojitá 6 2.1 Configurando a sua conta IMAP............................. 6 2.2 Lendo e-mails com o Trojitá................................

Leia mais

Professor: Macêdo Firmino Introdução ao Windows 7

Professor: Macêdo Firmino Introdução ao Windows 7 Professor: Macêdo Firmino Introdução ao Windows 7 O hardware não consegue executar qualquer ação sem receber instrução. Essas instruções são chamadas de software ou programas de computador. O software

Leia mais

INICIALIZAÇÃO RÁPIDA. 1 Insira o CD 1 ou DVD do Novell Linux Desktop na unidade e reinicialize o computador para iniciar o programa de instalação.

INICIALIZAÇÃO RÁPIDA. 1 Insira o CD 1 ou DVD do Novell Linux Desktop na unidade e reinicialize o computador para iniciar o programa de instalação. Novell Linux Desktop www.novell.com 27 de setembro de 2004 INICIALIZAÇÃO RÁPIDA Bem-vindo(a) ao Novell Linux Desktop O Novell Linux* Desktop (NLD) oferece um ambiente de trabalho estável e seguro equipado

Leia mais

Microsoft Office Excel

Microsoft Office Excel 1 Microsoft Office Excel Introdução ao Excel Um dos programas mais úteis em um escritório é, sem dúvida, o Microsoft Excel. Ele é uma planilha eletrônica que permite tabelar dados, organizar formulários,

Leia mais

Professor Paulo Najar www.aprenderdigital.com.br

Professor Paulo Najar   www.aprenderdigital.com.br ~ 1 ~ O QUE É O BROFFICE? Broffice.org é o nome de um conjunto de programas de escritório livre (free software), disponível na internet gratuitamente (no site www.broffice.org) que oferece ferramentas

Leia mais

É o UniNorte facilitando a vida de nossos docentes e discentes.

É o UniNorte facilitando a vida de nossos docentes e discentes. ACESSO REMOTO Através do Acesso Remoto o aluno ou professor poderá utilizar em qualquer computador que tenha acesso a internet todos os programas, recursos de rede e arquivos acadêmicos utilizados nos

Leia mais

Linux. Educacional. Tutorial Buzzword

Linux. Educacional. Tutorial Buzzword Linux Educacional Tutorial Buzzword Para trabalhar com o programa Buzzword online, é necessário que crie uma conta no site. Para isso acesse o endereço - https://buzzword.acrobat.com/ Para criar uma conta

Leia mais

Guia do usuário para o serviço IM e Presence no Cisco Unified Communications Manager, Versão 9.0(1)

Guia do usuário para o serviço IM e Presence no Cisco Unified Communications Manager, Versão 9.0(1) Guia do usuário para o serviço IM e Presence no Cisco Unified Communications Manager, Versão 9.0(1) Primeira publicação: May 25, 2012 Americas Headquarters Cisco Systems, Inc. 170 West Tasman Drive San

Leia mais

Andarta - Guia de Instalação. Guia de Instalação

Andarta - Guia de Instalação. Guia de Instalação Guia de Instalação 29 de setembro de 2010 1 Sumário Introdução... 3 Os Módulos do Andarta... 4 Instalação por módulo... 6 Módulo Andarta Server... 6 Módulo Reporter... 8 Módulo Agent... 9 Instalação individual...

Leia mais

administração Guia de BlackBerry Internet Service Versão: 4.5.1

administração Guia de BlackBerry Internet Service Versão: 4.5.1 BlackBerry Internet Service Versão: 4.5.1 Guia de administração Publicado: 16/01/2014 SWD-20140116140606218 Conteúdo 1 Primeiros passos... 6 Disponibilidade de recursos administrativos... 6 Disponibilidade

Leia mais

Recuperação do CDDB 2

Recuperação do CDDB 2 Mike McBride Jonathan Singer David White Desenvolvimento: Bernd Johannes Wuebben Desenvolvimento: Dirk Forsterling Desenvolvimento: Dirk Foersterling Revisão: Lauri Watts Tradução: Marcus Gama 2 Conteúdo

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PROFESSOR II INFORMÁTICA

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PROFESSOR II INFORMÁTICA 17 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PROFESSOR II INFORMÁTICA QUESTÃO 21 Analise as seguintes afirmativas sobre as ferramentas disponíveis no Painel de Controle do Microsoft Windows XP Professional, versão

Leia mais

Software de monitoramento Módulo CONDOR CFTV V1 R1

Software de monitoramento Módulo CONDOR CFTV V1 R1 Software de monitoramento Módulo CONDOR CFTV V1 R1 Versão 30/06/2014 FOR Segurança Eletrônica Rua dos Lírios, 75 - Chácara Primavera Campinas, SP (19) 3256-0768 1 de 12 Conteúdo A cópia total ou parcial

Leia mais

Unidade 1: O Painel de Controle do Excel *

Unidade 1: O Painel de Controle do Excel * Unidade 1: O Painel de Controle do Excel * material do 2010* 1.0 Introdução O Excel nos ajuda a compreender melhor os dados graças à sua organização em células (organizadas em linhas e colunas) e ao uso

Leia mais

Descobrindo e analisando. Qlik Sense 1.0.3 Copyright 1993-2015 QlikTech International AB. Todos os direitos reservados.

Descobrindo e analisando. Qlik Sense 1.0.3 Copyright 1993-2015 QlikTech International AB. Todos os direitos reservados. Descobrindo e analisando Qlik Sense 1.0.3 Copyright 1993-2015 QlikTech International AB. Todos os direitos reservados. Copyright 1993-2015 QlikTech International AB. Todos os direitos reservados. Qlik,

Leia mais

1. EXCEL 7 1.1. PLANILHAS ELETRÔNICAS 1.2. CARREGAMENTO DO EXCEL 7

1. EXCEL 7 1.1. PLANILHAS ELETRÔNICAS 1.2. CARREGAMENTO DO EXCEL 7 1. EXCEL 1.1. PLANILHAS ELETRÔNICAS As planilhas eletrônicas ficarão na história da computação como um dos maiores propulsores da microinformática. Elas são, por si sós, praticamente a causa da explosão

Leia mais

CONFORTO COM SEGURANÇA CONFORTO COM SEGURANÇA. 0 P27070 - Rev

CONFORTO COM SEGURANÇA CONFORTO COM SEGURANÇA. 0 P27070 - Rev P27070 - Rev. 0 1. RESTRIÇÕES DE FUNCIONAMENTO RECEPTOR IP ÍNDICE 1. Restrições de Funcionamento... 03 2. Receptor IP... 03 3. Inicialização do Software... 03 4. Aba Eventos... 04 4.1. Botão Contas...

Leia mais

Mirasys VMS 7.3. Manual do usuário Workstation

Mirasys VMS 7.3. Manual do usuário Workstation Mirasys VMS 7.3 Manual do usuário Workstation CONTEÚDOS Conteúdos... 2 Antes de começar... 3 Iniciando a sessão... 4 Interface de usuário... 8 Navegador... 11 Câmeras... 20 Saídas de Vídeo... 37 Saídas

Leia mais

Manual de Apoio ao Treinamento. Expresso

Manual de Apoio ao Treinamento. Expresso Manual de Apoio ao Treinamento Expresso 1 EXPRESSO MAIL É dividido em algumas partes principais como: Caixa de Entrada: local onde ficam as mensagens recebidas. O número em vermelho entre parênteses refere-se

Leia mais

Editando textos no Siga-Doc

Editando textos no Siga-Doc Editando textos no Siga-Doc Introdução...2 Executando o editor de textos...3 Acessando pela primeira vez...3 Se o editor de textos não for exibido...4 Trabalhando com tabelas...6 Inserindo uma tabela...6

Leia mais

ROBERTO OLIVEIRA CUNHA

ROBERTO OLIVEIRA CUNHA LEIAME Apresentação Nenhuma informação do TUTORIAL DO MICRO- SOFT OFFICE POWER POINT 2003 poderá ser copiada, movida ou modificada sem autorização prévia e escrita do Programador Roberto Oliveira Cunha.

Leia mais

GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM VIRTUAL BOX

GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM VIRTUAL BOX GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM VIRTUAL BOX NETDEEP SECURE COM VIRTUAL BOX 1- Visão Geral Neste manual você aprenderá a instalar e fazer a configuração inicial do seu firewall Netdeep Secure em um

Leia mais

Microsoft Excel 2000. Alan Cleber Borim - alan.borim@poli.usp.br. http://www.pcs.usp.br/~alan

Microsoft Excel 2000. Alan Cleber Borim - alan.borim@poli.usp.br. http://www.pcs.usp.br/~alan Microsoft Excel 2000 Alan Cleber Borim - alan.borim@poli.usp.br http://www.pcs.usp.br/~alan Microsoft Índice 1.0 Microsoft Excel 2000 3 1.1 Acessando o Excel 3 1.2 Como sair do Excel 3 1.3 Elementos da

Leia mais

Guia do Usuário do Servidor do Avigilon Control Center

Guia do Usuário do Servidor do Avigilon Control Center Guia do Usuário do Servidor do Avigilon Control Center Versão 5.0.2 PDF-SERVER5-A-Rev2_PT Copyright 2013 Avigilon. Todos os direitos reservados. A informação apresentada está sujeita a alteração sem aviso

Leia mais

Organização do Curso. Instalação e Configuração. Módulo II. Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores

Organização do Curso. Instalação e Configuração. Módulo II. Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores 1 Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Prof.: Nelson Monnerat Instalação e Configuração 1 Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Módulo

Leia mais

Iniciar automaticamente. Anne-Marie Mahfouf Tradução: Marcus Gama Tradução: André Marcelo Alvarenga

Iniciar automaticamente. Anne-Marie Mahfouf Tradução: Marcus Gama Tradução: André Marcelo Alvarenga Anne-Marie Mahfouf Tradução: Marcus Gama Tradução: André Marcelo Alvarenga 2 Conteúdo 1 Gerenciador de Inicialização 4 1.1 Migração do KDE Workspaces 4............................. 4 1.2 Visualização dos

Leia mais

Apresentação. Estamos à disposição para quaisquer dúvidas e sugestões! Atenciosamente, Equipe do Portal UNESC

Apresentação. Estamos à disposição para quaisquer dúvidas e sugestões! Atenciosamente, Equipe do Portal UNESC Sumário Apresentação... 1 1. Orientações Iniciais... 2 2. Recursos... 4 2.1 Rótulos... 4 2.2 Página de Texto Simples... 8 2.3 Página de Texto Formatado... 12 2.4 Site... 16 2.5 Arquivo... 21 2.6 Pasta

Leia mais

Guia de Prática. Windows 7 Ubuntu 12.04

Guia de Prática. Windows 7 Ubuntu 12.04 Guia de Prática Windows 7 Ubuntu 12.04 Virtual Box e suas interfaces de rede Temos 04 interfaces de rede Cada interface pode operar nos modos: NÃO CONECTADO, que representa o cabo de rede desconectado.

Leia mais

Solução de gerenciamento de sistemas Dell KACE K1000 Versão 5.5. Guia de gerenciamento de ativos. Julho de 2013

Solução de gerenciamento de sistemas Dell KACE K1000 Versão 5.5. Guia de gerenciamento de ativos. Julho de 2013 Solução de gerenciamento de sistemas Dell KACE K1000 Versão 5.5 Guia de gerenciamento de ativos Julho de 2013 2004-2013 Dell, Inc. Todos os direitos reservados. Qualquer forma de reprodução deste material

Leia mais

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Goiânia, 16/09/2013 Aluno: Rafael Vitor Prof. Kelly Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Objetivo Esse tutorial tem como objetivo demonstrar como instalar e configurar o IIS 7.0 no Windows Server

Leia mais

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Goiânia, 16/09/2013 Aluno: Rafael Vitor Prof. Kelly Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Objetivo Esse tutorial tem como objetivo demonstrar como instalar e configurar o IIS 7.0 no Windows Server

Leia mais

Comportamento das janelas. Mike McBride Jost Schenck Tradução: Marcus Gama

Comportamento das janelas. Mike McBride Jost Schenck Tradução: Marcus Gama Mike McBride Jost Schenck Tradução: Marcus Gama 2 Conteúdo 1 Comportamento das janelas 4 1.1 Foco.............................................. 4 1.1.1 Política de Foco...................................

Leia mais

Word 1 - Introdução 1.1 - Principais recursos do word 1.2 - A janela de documento 1.3 - Tela principal

Word 1 - Introdução 1.1 - Principais recursos do word 1.2 - A janela de documento 1.3 - Tela principal Word 1 - Introdução O Word para Windows ou NT, é um processador de textos cuja finalidade é a de nos ajudar a trabalhar de maneira mais eficiente tanto na elaboração de documentos simples, quanto naqueles

Leia mais

Lição 4 - Primeiros passos no Linux Ubuntu 11.04

Lição 4 - Primeiros passos no Linux Ubuntu 11.04 Lição 4 - Primeiros passos no Linux Ubuntu 11.04 Olá Aluno Os objetivos específicos desta lição são: - reconhecer o Ubuntu como mais uma alternativa de sistema operacional; - conhecer os elementos da área

Leia mais

Curso GNU/Linux. Instalação do Linux...2 O HD não possui nenhuma partição...3. Existe apenas uma partição com espaço livre...3

Curso GNU/Linux. Instalação do Linux...2 O HD não possui nenhuma partição...3. Existe apenas uma partição com espaço livre...3 Cesar Kállas - cesarkallas@gmx.net Curso GNU/Linux Realização CAECOMP Puc Campinas 2004 Capítulo 3 Instalação do Linux...2 O HD não possui nenhuma partição...3 O HD tem espaço livre não particionado...3

Leia mais

MDaemon GroupWare. Versão 1 Manual do Usuário. plugin para o Microsoft Outlook. Trabalhe em Equipe Usando o Outlook e o MDaemon

MDaemon GroupWare. Versão 1 Manual do Usuário. plugin para o Microsoft Outlook. Trabalhe em Equipe Usando o Outlook e o MDaemon MDaemon GroupWare plugin para o Microsoft Outlook Trabalhe em Equipe Usando o Outlook e o MDaemon Versão 1 Manual do Usuário MDaemon GroupWare Plugin for Microsoft Outlook Conteúdo 2003 Alt-N Technologies.

Leia mais

1. StickerCenter... 3. 2. Menu Broadcast Stickers... 4. 3. Menu MyStickers... 9

1. StickerCenter... 3. 2. Menu Broadcast Stickers... 4. 3. Menu MyStickers... 9 1. StickerCenter... 3 1.1. O que é?... 3 1.2. O que são Stickers?... 3 1.3. Como acessar o StickerCenter?... 3 1.4. Como atualizar o StickerCenter?... 3 2. Menu Broadcast Stickers... 4 2.1. O que é?...

Leia mais

GUIA RÁPIDO SISTEMA ANTIFURTO THEFT DETERRENT

GUIA RÁPIDO SISTEMA ANTIFURTO THEFT DETERRENT GUIA RÁPIDO SISTEMA ANTIFURTO THEFT DETERRENT SUMÁRIO Prefácio... 1 A quem se destina... 1 Nomenclatura utilizada neste documento... 1 Tela de login... 2 Tela Inicial... 4 Gestão de Dispositivo Acompanhar

Leia mais

Manual do Usuário. Sistema Financeiro e Caixa

Manual do Usuário. Sistema Financeiro e Caixa Manual do Usuário Sistema Financeiro e Caixa - Lançamento de receitas, despesas, gastos, depósitos. - Contas a pagar e receber. - Emissão de cheque e Autorização de pagamentos/recibos. - Controla um ou

Leia mais

SSE 3.0. Guia Rápido. Módulo Secretaria. Nesta Edição

SSE 3.0. Guia Rápido. Módulo Secretaria. Nesta Edição SSE 3.0 Guia Rápido Módulo Secretaria Nesta Edição 1 Acessando o Módulo Secretaria 2 Cadastros Auxiliares 3 Criação de Modelos Definindo o Layout do Modelo Alterando o Layout do Cabeçalho 4 Parametrização

Leia mais

Manual do Remote Desktop Connection. Brad Hards Urs Wolfer Tradução: Marcus Gama

Manual do Remote Desktop Connection. Brad Hards Urs Wolfer Tradução: Marcus Gama Manual do Remote Desktop Connection Brad Hards Urs Wolfer Tradução: Marcus Gama 2 Conteúdo 1 Introdução 5 2 O protocolo do Buffer de Quadro Remoto (Buffer de Quadro Remoto) 6 3 Usando o Remote Desktop

Leia mais

Para uma melhor compreensão das ferramentas disponíveis no ambiente, é importante:

Para uma melhor compreensão das ferramentas disponíveis no ambiente, é importante: Módulo A Introdutório - Bases legais, ao Curso políticas, e ao conceituais Ambiente Virtual e históricas da educação Apresentação Este módulo tem por objetivo promover o conhecimento do Ambiente Virtual

Leia mais

Índice INSTALAÇÃO DO SOFTWARE EM SISTEMAS WINDOWS...2 INSTALAÇÃO DO SOFTWARE EM SISTEMAS LINUX...3 TESTANDO A CONEXÃO DA REDE LOCAL...

Índice INSTALAÇÃO DO SOFTWARE EM SISTEMAS WINDOWS...2 INSTALAÇÃO DO SOFTWARE EM SISTEMAS LINUX...3 TESTANDO A CONEXÃO DA REDE LOCAL... Índice INSTALAÇÃO DO SOFTWARE EM SISTEMAS WINDOWS...2 INSTALAÇÃO DO SOFTWARE EM SISTEMAS LINUX...3 TESTANDO A CONEXÃO DA REDE LOCAL...4 Configurações iniciais...5 Arquivo sudoers no Sistema Operacional

Leia mais