Ministério da Educação Universidade Federal do Rio Grande do Norte Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID)

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1 Ministério da Educação Universidade Federal do Rio Grande do Norte Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA EM BIOLOGIA TEMA: ENSINO INVESTIGATIVO Coordenadoras: Ivaneide Alves e Giulliana Paiva Bolsista: Fernanda Kainara Marcelino

2 SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA EM BIOLOGIA Implementação de Atividades Investigativas na Disciplina de Ciências em Escola Pública: Uma Experiência Didática Andreia de Freitas Zômpero Carlos Eduardo Laburú

3 O que são e como desenvolver atividades investigativas?

4 Introdução Dificuldade dos alunos em compreender determinados conteúdos Pesquisas no âmbito de: modelo de mudança conceitual, com ênfase no conflito cognitivo, e o ensino por investigação. No modelo de ensino por investigação, que tem como base a teoria de John, Dewey e Schwab, as atividades de aprendizagem são desenvolvidas a partir de um problema. E contribui para a aprendizagem de procedimentos e habilidades, além de conceitos.

5 Introdução Obstáculos epistemológicos Falta de hábito dos alunos em resolverem problemas Número de alunos em sala de aula O ensino por investigação propõe um ensino em que o aluno tenha papel intelectual bastante ativo na construção do seu conhecimento e deixe de possuir atividade reprodutora do conteúdo

6 Introdução Problema inicial Levantamento de hipóteses Proposição de uma atividade Discussão das observações Resultados esperados

7 Introdução Diferença entre fotossíntese e respiração Assuntos apresentados apenas como memorísticos Proposta: abordar os conteúdos sobre respiração e fotossíntese por meio de utilização de atividades investigativas e analisar as dificuldades obtidas com a aplicação de tal prática.

8 Introdução Para Munford e Lima (2007), o objetivo da escola é promover a aprendizagem de conhecimento já consolidado, já a ciência acadêmica tem como objetivo produzir novos conhecimentos científicos. Laburú (2003) o aluno não é um cientista. Eles representam papéis distintos. Poderíamos dizer que fazer ciência é distinto de entender e aprender ciência, que é principalmente distinto de aprender algo sobre ciência, caso comum das salas de aula.

9 Metodologia Pesquisa com enfoque qualitativo Turma de 6º Ano, contendo 32 alunos, de uma escola situada na região periférica de Londrina Conteúdo: respiração e fotossíntese Sete encontros de 50 minutos cada

10 Metodologia Primeiro encontro Diferença entre seres vivos (bióticos) e abióticos Segundo encontro Apresentação do terrário Situação problema: A planta conseguirá sobreviver no terrário? Que condições as plantas precisam para sobreviver? Terceiro encontro Tabela para registro de dados Primeira observação

11 Metodologia Quarto encontro Observação e registro de dados Quinto encontro Observação, registro de dados e pesquisa bibliográfica Sexto encontro Análise dos dados Sétimo encontro Conclusão com a produção de um texto individualmente

12 Análise e discussão dos resultados Tabela para diferenciar características de seres vivos e seres brutos Dificuldades encontradas Introdução do conceito de fotossíntese e respiração Avaliador das concepções prévias

13 Apresentação do terrário A Situação Problema A planta conseguirá sobreviver no terrário? Que condições são necessárias para a planta sobreviver?

14 Levantamento de Hipóteses Formaram-se sete equipes com em média 4 alunos Grande dificuldade dos alunos em levantar hipóteses Medo de errar Falta do hábito de refletir sobre questionamentos propostos Busca por respostas prontas no livro Falta de autonomia para construírem suas próprias explicações

15 Levantamento de Hipóteses Hipóteses: Grupo 1: A planta pode morrer porque não tem ar Grupo 2: Se os invertebrados vivem as plantas vão viver também. A água no vidro ajuda a planta a viver Grupo 3: Ela pode viver porque faz a fotossíntese Grupo 4: Não conseguiram formular as hipóteses, e quiseram procurar as respostas no livro Grupo 5: Vai viver de água, sais minerais e oxigênio Grupo 6: Ela sobrevive porque no terrário tem nutrientes para ela viver Grupo 7: Sim porque tem água

16 Observações do Terrário Observações a cada cinco dias Registros feitos em tabela Data de observação Invertebrado Água Plantas Plantas vivas x Plantas morrendo x Aparecimento de fungos Zona de desenvolvimento proximal

17 Análise dos dados da tabela Pesquisa Bibliográfica Perguntas guiadas para facilitar a compreensão do assunto sobre fotossíntese e respiração Dar elementos para interpretação e análise dos dados

18 Análise dos dados obtidos no experimento Descrição detalhada sobre as condições gerais do terrário Os alunos não conseguiram elaborar satisfatoriamente a interpretação dos dados Não relacionaram a pesquisa com os dados registrados

19 Análise dos dados obtidos no experimento Algumas descrições A1: Os invertebrados não foi possível avistar do dia em que vimos até agora. A água pelo vapor e calor se abrigou na parede do vidro. A planta está crescendo e dando pequenos brotos. Todos verdes, apenas uma com uma pontinha preta. A2: Meus invertebrados eram formigas. No primeiro dia de observação elas estavam vivas e se movimentando, mas depois não foi possível localizá-las. A3: A água estava na terra, mas por causa do calor fez o vapor subir e molhou toda a parede do vidro por dentro. A planta ficou viva, mas apareceu algumas manchas pretas sobre ela. A4: O terrário está sempre úmido dando condições para a planta fazer fotossíntese. A planta está viva porque o terrário tem as condições que ela precisa.

20 Conclusão Melhores repostas nos relatórios individuais Porém faltou relacionar as explicações da situação-problema com as informações obtidas na pesquisa bibliográfica

21 Considerações Finais Metodologia tradicional e Ensino por investigação

22 OBRIGADA!

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